29 capítulos
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Apêndice B Respostas

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice B

RESPOSTAS

Respostas das Questões para avaliação crítica

Capítulo 1

1. Na radiografia, o úmero estaria localizado mais proximal. Dois ossos do antebraço, a ulna e o rádio, estariam localizados distais ao

úmero, com a ulna si­tua­da medial ao rádio. Na mão, 15 falanges compreenderiam os dedos distais, enquanto 5 metacarpais seriam encontrados na parte mais proximal da palma. Distal à ulna e ao rádio, e proximal aos metacarpais, o punho consistiria em 8 ossos carpais.

2. O alienígena teria 2 caudas, 4 braços, 2 pernas e 1 boca no local em que estaria, habitualmente, si­tua­do o umbigo.

3. Pulmão, diafragma, estômago, intestino grosso, intestino delgado; possivelmente parte do pân­creas, ovário ou tuba uterina, rim.

4. O peritônio, a maior túnica serosa no corpo, recobre a maior parte dos órgãos na cavidade abdominal. Portanto, uma infecção nessa estrutura consegue se difundir para qualquer um ou para todos os

órgãos na cavidade.

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5 - Tegumento Comum

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Tegumento Comum

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I N T R O D U Ç Ã O   Ao conhecer uma pessoa, a primeira impressão é baseada prin‑ cipalmente na parte mais visível do corpo, a pele e as estruturas associadas a ela. Por exemplo, a distribuição, a cor, o comprimento e a condição dos cabelos são indicativos da saúde e da idade da pessoa. Você também pode observar sardas, nevos e outras di‑ ferenças na pigmentação da pele. Quando você sente frio, a pele se arrepia e os pelos ficam eretos. Se está com calor ou nervoso, você transpira. A maioria das pessoas está tão consciente da importância da primeira impressão que gasta tempo, dinheiro e es‑ forço consideráveis em rituais diários de embelezamento para “melhorar a aparência”.

Por que existem diferentes cores e texturas de pele? O que é uma sarda, uma bo‑ lha, um calo? Por que a pele é mais espessa em algumas áreas do corpo que em ou‑ tras? O que são impressões digitais? Como o cabelo cresce, e o que o torna crespo ou liso? Por que se torna grisalho? Essas são apenas algumas das perguntas que você conseguirá responder depois de estudar a estrutura e as funções desse importante sistema do corpo. •

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22 - Sistema Endócrino

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Sistema Endócrino

Mark Nielsen

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INTROD UÇÃ O  Juntos, o sistema nervoso e o sistema endócrino coor‑ denam as funções de todos os sistemas do corpo. Como já foi explicado em capítulos anteriores, o sistema nervoso exerce o seu controle por meio de impulsos nervosos que são conduzidos ao longo dos axônios dos neu‑ rônios. Nas sinapses, os impulsos nervosos desencadeiam a liberação de moléculas mediadoras (mensageiras), denominadas neurotransmissores. Em contrapartida, o sistema endócrino libera moléculas reguladoras, denominadas hormônios, no líquido intersticial e, em seguida, na corrente sanguínea. O sangue circulante leva os hor‑ mônios até praticamente todas as células do corpo; as células reconhecem um determinado hormônio e, em seguida, respondem.

Os sistemas nervoso e endócrino são coordenados como um supersistema interligado, denominado sistema neuroendócrino.1 Determinadas partes do sistema nervoso estimulam ou inibem a liberação de hormônios, os quais, por sua vez, podem promover ou inibir a geração de impulsos nervosos.

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17 - Medula espinal e Nervos Espinais

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Medula Espinal e

Nervos Espinais

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IN T RODU Ç Ã O   A medula espinal e os nervos espinais contêm cir‑ cuitos neurais que controlam algumas de nossas reações mais rápi‑ das a mudanças do ambiente. Se pegarmos algo quente com a mão, por exemplo, podemos verificar que os músculos de preensão em nossa mão relaxam, e soltamos o objeto até mesmo antes que a sensação de extremo calor ou dor alcance nossa per‑ cepção consciente. Este é um exem‑ plo de reflexo medular – uma res‑ posta automática rápida a deter‑ minados tipos de estímulos, que envolvem neurônios apenas nos nervos espinais e na medula es‑ pinal. Além de processar os re‑ flexos, a medula espinal cons‑ titui o local de integração da estimulação neuronal que sur‑ ge localmente ou que é defla‑ grada por impulsos nervosos da parte periférica do sistema nervoso e do encéfalo. A medu‑ la espinal também constitui a via principal percorrida por impul‑ sos nervosos sensitivos que se diri‑ gem para o encéfalo, bem como por impulsos nervosos motores provenientes do encéfalo e dirigidos para os músculos estria‑ dos esqueléticos e outros efetores. Conforme estudar‑ mos, precisamos ter em mente que a medula espinal é contínua com o encéfalo e que, juntos, eles constituem a parte central do sistema nervoso. •

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16 - Tecido Nervoso

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Tecido Nervoso

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I N T ROD U Ç Ã O   Como aconteceu ao longo dos anos das décadas de 1980 e 1990, o computador continua revolucionando o nosso mundo atual. No final da década de 1970, os primeiros computadores de mesa operavam com uma memória RAM total de 16 KB.

Atualmente, é comum ter um computador de mesa ou até mesmo um notebook com 1 giga de RAM, aumentando a capacidade em um milhão de vezes nesses últimos 30 anos.

Entretanto, até mesmo os supercomputa‑ dores mais avançados perdem a sua superio‑ ridade quando comparados com a máquina que os criou – o sistema nervoso humano.

Neste capítulo, iremos introduzir a organiza‑

ção básica desse computador humano e es‑ tudar seus componentes fundamentais que atuam como fios condutores e circuitos.

Em virtude da grande complexidade do sistema nervoso, os diferentes aspectos de sua estrutura e função serão analisados em vários capítulos relacionados. Este capítulo trata da organização do sistema nervoso e das propriedades das células que compõem o tecido nervoso – os neurônios (células ner‑ vosas) e a neuróglia (células que sustentam as atividades dos neurônios). Nos capítulos seguintes, iremos examinar a estrutura e as funções da medula espinal e dos nervos espinais (Capítulo 17) e do en‑ céfalo e dos nervos cranianos (Capítulo

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