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Capítulo 6 - Pós e grânulos

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO III

FORMAS FARMACÊUTICAS SÓLIDAS E SISTEMAS DE

LIBERAÇÃO MODIFICADA DE FÁRMACOS SÓLIDOS

CAPÍTULO

6

Pós e grânulos

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar um pó de um grânulo.

2. Explicar como o tamanho de partícula de um fármaco influencia as formas farmacêuticas nas quais ele será administrado.

3. Definir a física das partículas, o ângulo de repouso, a levigação, a espatulação e a trituração.

4. Comparar e diferenciar os vários tipos de pós medicinais, por exemplo, a granel ou divididos.

5. Fornecer exemplos de pós medicinais utilizados em produtos que necessitam ou não de prescrição médica.

6. Diferenciar entre os métodos de fusão e de granulação de via úmida para a preparação de sais granulados efervescentes.

A maioria das matérias-primas farmacêuticas ativas e inativas existe como sólidos amorfos ou cristalinos, apresentando várias estruturas morfológicas. O termo pó tem mais de uma conotação em Farmácia. Ele pode ser empregado para descrever a forma física de um material, ou seja, uma substância seca constituída de partículas finamente divididas ou para designar um tipo de preparação farmacêutica, isto é, um pó medicamentoso destinado a uso interno (p. ex., pó oral) ou externo

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Capítulo 1 - Introdução aos fármacos e à farmácia

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO I

INTRODUÇÃO AOS FÁRMACOS, FORMAS

FARMACÊUTICAS E SISTEMAS DE LIBERAÇÃO

CAPÍTULO

1

Introdução aos fármacos e à farmácia

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Descrever o desenvolvimento e a finalidade da United States Pharmacopeia

(USP) e do National Formulary (NF)

2. Descrever as principais características de uma monografia de fármacos típica.

3. Avaliar e comparar as leis federais* de controle e regulamentação de fármacos e medicamentos e seu impacto na Farmácia.

4. Explicar o conceito de atenção farmacêutica.

5. Resumir o código de ética para farmacêuticos da American Pharmacists

Association.

6. Resumir o código de ética da American Association of Pharmaceutical

Scientists (AAPS).

Um medicamento é definido como um agente destinado a diagnóstico, mitigação, tratamento, cura ou prevenção de doenças em humanos ou animais (Food, Drug and Cosmetic Act, 1938).

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Capítulo 2 - Desenvolvimento e processo de aprovação de novos medicamentos

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

2

Desenvolvimento e processo de aprovação de novos medicamentos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar uma petição de medicamento sob investigação (IND, do inglês

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

investigational new drug application) de uma petição para registro de medicamento novo (NDA, do inglês new drug application).

Diferenciar entre estudos clínicos de fase 1, fase 2, fase 3 e fase 4.

Dar exemplos de fontes de novos fármacos.

Diferenciar os vários métodos de descoberta de novos fármacos.

Delinear as circunstâncias em que um fármaco antigo pode ser classificado como “novo”.

Definir farmacologia, metabolismo de fármacos e toxicologia.

Explicar um tratamento IND.

Definir medicamento órfão.

Definir bula e informações que devem conter nela.

O Federal Food, Drug and Cosmetic Act, conforme regulamentado pela Edição 21 do U.S. Code of

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Capítulo 3 - Boas práticas de fabricação e manipulação

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

3

Boas práticas de fabricação e manipulação

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Listar termos comumente utilizados nas Boas Práticas de Fabricação (BPF) de produtos farmacêuticos acabados.

2. Descrever a organização e o pessoal requeridos pelas BPF.

3. Descrever a intenção e a importância dos procedimentos que compõem as BPF.

4. Descrever os diversos tipos de embalagens que permitem a visualização da violação do medicamento e dar um exemplo de produtos que as contenham.

5. Diferenciar entre produção farmacêutica industrial e manipulação extemporânea.

6. Descrever o Capítulo 795 da United States Pharmacopeia (USP).

7. Descrever o Capítulo 797 da USP.

BOAS PRÁTICAS DE

FABRICAÇÃO

As regulamentações acerca das BPF* são estabelecidas pela Food and Drug Administration

(FDA) para assegurar que padrões mínimos de qualidade sejam seguidos na produção dos medicamentos nos Estados Unidos. As primeiras regulamentações das BPF foram promulgadas

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Capítulo 10 - Pomadas, cremes e géis

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO IV

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDAS

E SISTEMAS TRANSDÉRMICOS

CAPÍTULO

10 Pomadas, cremes e géis

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Diferenciar entre os vários tipos de bases de pomadas, segundo suas propriedades químicas e físicas.

2. Listar os critérios para a seleção de uma base de pomada para tratar uma patologia tópica.

3. Descrever os métodos para incorporar ingredientes ativos em uma base de pomada.

4. Explicar a diferença entre uma pomada, um creme e um gel.

5. Comparar e diferenciar uma base de pomada oftálmica e uma base de pomada tópica, para aplicação na pele.

6. Listar as vantagens e desvantagens de administrar fármacos pela via retal e pela via vaginal.

7. Listar as orientações que o farmacêutico deve fornecer ao paciente em relação a cada via de administração usada para a aplicação de produtos tópicos.

Pomadas, cremes e géis são formas farmacêuticas semissólidas destinadas à aplicação tópica. Elas podem ser aplicadas sobre a pele ou na superfície do olho, ou, ainda, utilizadas por via nasal, vaginal ou retal. A maioria delas é empregada conforme efeitos dos agentes terapêuticos que possui. As preparações não medicamentosas são utilizadas devido a seus efeitos físicos como protetoras ou lubrificantes.

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