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Seção II - Casos Clínicos

Eugene C. Toy; Manuel Suarez; Terrence H. Liu Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO II

Casos clínicos

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CASO 1

Imediatamente antes de receber alta hospitalar, um paciente da enfermaria começou a apresentar alterações dos “sinais vitais. O paciente é um homem com

55 anos, internado há três dias por cólica renal e hidronefrose. Sua frequência respiratória (FR) é de 25 inspirações por minuto (ipm), sua pressão sanguínea

é de 84/46 mmHg, sua temperatura é de 38,3 °C e sua frequência cardíaca é de 130 batimentos por minuto (bpm) com ritmo regular. Sua saturação arterial de oxigênio (SaO2) é de 80% em ar ambiente. O paciente está confuso e responde de forma lenta, embora corretamente, quando questionado. A equipe de resposta rápida (ERR) é chamada para iniciar um tratamento direcionado por metas.

XXQual

é o diagnóstico mais provável? aferir a gravidade do quadro clínico do paciente?

XXQuais são os próximos passos no tratamento e o que deve ser feito dentro da primeira hora de apresentação do quadro do paciente?

XXComo

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Seção III - Lista de casos

Eugene C. Toy; Manuel Suarez; Terrence H. Liu Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO III

Lista de casos

Lista por número do caso

Lista por tópico (em ordem alfabética)

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LISTA POR NÚMERO DO CASO

N° DO CASO TÓPICO

1

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Detecção precoce de doença crítica

Transferência do paciente da UTI

Escores e prognóstico dos pacientes

Monitorização hemodinâmica

Medicamentos vasoativos e farmacologia

Exames de imagem em terapia intensiva

Questões éticas

Manejo de via aérea/Insuficiência respiratória

Manejo ventilatório

Desmame da ventilação mecânica

Exacerbação asmática

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Seção I - Como abordar problemas clínicos

Eugene C. Toy; Manuel Suarez; Terrence H. Liu Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO I

Como abordar problemas clínicos

1 Abordagem ao paciente

2 Abordagem à solução de problemas clínicos

3 Abordagem pela leitura

2

TOY, SUAREZ & LIU

1. Abordagem ao paciente

A aplicação do conteúdo de um livro-texto ou de um artigo de jornal às situações clínicas é uma das tarefas mais desafiadoras da medicina. O armazenamento da informação é difícil; a organização dos fatos e a recordação de uma miríade de dados a serem aplicados de forma precisa no paciente são cruciais. A proposta deste texto é facilitar esse processo. O primeiro passo é coletar a informação, agrupando os dados básicos. Isso significa fazer a anamnese por meio de questões apropriadas, realizar um exame físico detalhado e obter testes laboratoriais e exames de imagem direcionados. De todos estes itens, a anamnese é o mais importante e útil. Sensibilidade e respeito devem estar sempre presentes durante a entrevista com os pacientes.

DICA CLÍNICA

XXA anamnese é a ferramenta mais simples e importante na obtenção do diagnóstico.

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Capítulo 16 - Terapia Focada no Esquema

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

16

TERAPIA FOCADA NO ESQUEMA

 ZENON LOTUFO JR.

 LAWRENCE P. RISO

 FRANCISCO LOTUFO NETO

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CH

�� O conceito de esquema desempenha um papel importante no contexto das terapias cognitivas, uma vez que esquemas mal-adaptativos podem influenciar fortemente cognições, afetos e comportamentos.

�� Esquemas culturais podem ser mal-adaptativos e de difícil detecção por serem generalizados e amplamente aceitos.

�� A terapia focada no esquema para transtornos da personalidade recebeu atenção especial e sistematização por parte de Jeffrey Young e colaboradores.

�� Sob o título de terapia do esquema com duplo foco (TEDF, dual-focus schema therapy), Samuel A. Ball propôs um programa de tratamento para os transtornos por uso de substâncias (TUSs) que associa a terapia do esquema com os princípios da prevenção de recaída, descrita, originalmente, por Marlatt e Gordon.

�� Outra aplicação da teoria cognitiva do esquema na terapia da dependência, apoiada por manual, foi descrita por Avants e Margolin, os quais se valeram de ideias da psicologia budista para desenvolver a terapia do esquema do self espiritual (spiritual self-schema therapy [3-S]).

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Capítulo 15 - Mindfulness e Terapia Cognitivo-Comportamental na Prevenção de Recaída

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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MINDFULNESS E TERAPIA

COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

NA PREVENÇÃO DE RECAÍDA

 ISABEL CRISTINA WEISS DE SOUZA

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS�� A partir da década de 1990, o treinamento de habilidades baseado em mindfulness começa a fazer parte de protocolos clínicos de pós-tratamento que visam à prevenção de recaída em quadros crônicos.

�� Mindfulness envolve trazer a atenção intencionalmente para as experiências externas e internas no momento presente por meio de uma ampla variedade de exercícios de meditação.

�� O programa de prevenção de recaída baseada em mindfulness (mindfulness-based relapse prevention [MBRP]) incorpora mindfulness ao já reconhecido programa de prevenção de recaída, procurando entender, prevenir e lidar com a recaída em indivíduos que receberam ou estão recebendo tratamento para transtorno por uso de substâncias (TUS).

�� A prática regular de mindfulness conduz à mudança cognitiva e comportamental, pois permite a identificação dos pensamentos disfuncionais em uma visão em perspectiva (metacognição), reconhecendo-os apenas como pensamentos e não mais como verdades absolutas.

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