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Medium 9788520432334

9. Fisioterapia nas doenças respiratórias do período neonatal

PRADO, Cristiane do; VALE, Luciana Assis Editora Manole PDF Criptografado

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Fisioterapia nas doenças respiratórias do período neonatal

Carolina Lopes da Cruz

Danielle Eugenia Ribeiro

Introdução

Com o passar dos anos, houve uma grande necessidade de levar a verdade aos conhecimentos e o empirismo foi substituído pela evidência. Assim, grandes ensaios clínicos foram planejados para comprovar ou refutar determinada experiên­cia clínica, de tal forma a obter provas de que a prática é benéfica ao paciente.

A fisioterapia respiratória no período neonatal seguiu um caminho paralelo e, atualmente, o seu real papel em alterar a evolução de neonatos com intercorrências respiratórias muitas vezes é questionado.1-4

Os avanços na assistência perinatal – como o uso de corticosteroide antenatal, o desenvolvimento de novas estratégias ventilatórias e de técnicas sofisti­cadas de monitoração, o aperfeiçoamento e a especialização da equipe multiprofissional da unidade de terapia intensiva (UTI) – têm permitido o aumento da sobrevida de recém-nascidos (RN) que apresentam insuficiência respiratória, em particular dos neonatos mais imaturos. Apesar desses progressos, as afecções do trato respiratório ainda constituem uma causa importante de morbimortalidade no período neonatal e com frequência prolongam o tempo de internação hospitalar, limitando o prognóstico desses pacientes.3,4

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Medium 9788527734233

12. Importância do Saneamento à Promoção da Saúde | Impactos da Carência e Caminhos para a Transformação da Realidade Brasileira

PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luiz Grupo Gen PDF Criptografado

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Importância do

Saneamento à Promoção da Saúde | Impactos da

Carência e Caminhos para a Transformação da

Realidade Brasileira

Raul Graça Couto Pinho  •  Aline Matulja

Introdução

O saneamento é um direito essencial garantido constitucionalmente no Brasil. Esse reconhecimento legal é reflexo das profundas implicações desses serviços para a sociedade, na medida em que sua carência pode influenciar de forma negativa o bem-estar da população, principalmente em termos de saúde, qualidade de vida, educação, trabalho, economia, biodiversidade e disponibilidade hídrica. Entretanto, a realidade traduzida em um déficit de 34 milhões de brasileiros sem acesso à água, mais de 100 milhões de pessoas sem coleta dos esgotos e somente 42% dos esgotos tratados (Brasil, 2015) revela o atraso da agenda nacional em saneamento.

Apesar de o Brasil ter, hoje, o 9o maior produto interno bruto (PIB) do mundo, está na 75a posição do índice de desenvolvimento humano

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Medium 9788541200844

Capítulo 24 - Materiais odontológicos aplicados à Odontopediatria

Vários autores Grupo Gen PDF Criptografado

Parte 5 - Capítulo 24

Angela Scarparo Caldo-Teixeira | Ana Flávia Sanches Borges | Eliana Rodrigues Rosseli

Fabíola Galbiatti de Carvalho | Regina Maria Puppin-Rontani

Materiais odontológicos aplicados

à Odontopediatria

2w

Duque_6p_24.indd 329

04/04/2013 14:03:32

Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Introdução

A indicação de materiais odontológicos em

Odontopediatria deve levar em consideração a característica finita do dente decíduo, a importância que este apresenta para o desenvolvimento estético-funcional da criança incluindo sua influência sobre a oclusão permanente, bem como o seu bem-estar físico e emocional. Mais ainda, devese atentar para o planejamento da indicação dos materiais em função das necessidades do paciente, baseado na individualidade deste e nas limitações do material. Em Odontopediatria, o uso de materiais odontológicos deve ser cuidadosamente analisado frente às frequentes modificações que buscam o aperfeiçoamento em relação à longevidade (durabilidade), resistência mecânica, estética e propriedades anticariogênicas. Este capítulo refere-se à descrição e conceitos dos materiais mais frequentemente utilizados no atendimento da criança: cimentos de ionômero de vidro, sistemas de união e compósitos odontológicos (resinas compostas).

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Medium 9788582713761

Capítulo 19. Perna e tornozelo da criança

Sizínio Hebert, Tarcísio Eloy P. Barros Filho, Renato Xavier, Arlindo Gomes Pardini Junior Grupo A PDF Criptografado

>   Perna e tornozelo da criança

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Perna e tornozelo da criança

João Alírio Teixeira da Silva Jr.

Valney Luiz da Rocha

Carlos Eduardo Cabral Fraga

Raul Carlos Barbosa

Figura 19.1 > Ausência de raios laterais do pé na hemimelia fibular.

As deformidades da perna e do tornozelo da criança são um grande desafio para a equipe que atua na reabilitação. Nos pacientes com deficiências congênitas dos membros, o diagnóstico é feito logo após o nascimento, e os indivíduos costumam apresentar crescimento e desenvolvimento normais. Os esforços da equipe de reabilitação são direcionados para normalização das habilidades funcionais. Na avaliação inicial, devem-se realizar a história clínica e o exame físico globais, pois algumas anomalias associadas podem ocorrer. Vários métodos de tratamento são utilizados para as patologias, e o objetivo principal é oferecer meios para que a criança tenha uma função adequada após o tratamento realizado, mesmo necessitando utilizar

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Medium 9788527731195

52 - Sedação Consciente

VARELLIS, Maria Lucia Zarvos Grupo Gen PDF Criptografado

52

Sedação Consciente

Luis Antonio Matheus Neto, Andréa Lucchesi e

Mayra Laino Albiero

Introdução

Grande aliada nos procedimentos odontológicos, a combinação de óxido nitroso e oxigênio, conhecida antigamente como gás hilariante ou do riso, ainda provoca polêmica entre os profissionais da saúde no Brasil.

Para esclarecer e desmistificar essa técnica, já muito difundida nos EUA e na Europa, este capítulo apresenta uma pequena revisão da literatura e também os resultados sobre a utilização do gás inalatório em pessoas ansiosas ou com fobia de dentistas.

Histórico

No século 18, o químico inglês Joseph Priestley descobriu o óxido nitroso; entretanto, desconhecia suas propriedades analgésicas e a importância que esse gás teria na medicina futuramente.1

A primeira experiência com óxido nitroso ocorreu em 1798, quando o químico britânico

Humphry Davy foi acometido por uma forte odontalgia causada pela erupção do 3o molar. Ao inalar o óxido nitroso, verificou o alívio da dor, o desejo de rir e uma agradável sensação de euforia.2

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