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27 - Anatomia de Superfície

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ANATOMIA DE SUPERFÍCIE

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INTRODUÇÃO   No Capítulo 1, apresentamos vários ramos da anato‑ mia e assinalamos a relação entre esses ramos e nosso conhecimen‑ to sobre a estrutura do corpo. Agora que você conhece todos os sistemas do corpo, neste último capítulo vamos estu‑ dar mais detidamente as estruturas que podem ser vistas ou palpadas na superfície. O conhe‑ cimento da anatomia de superfície ajuda não apenas a identificar estruturas externas, mas também a localizar a posição de várias es‑ truturas internas. Essa é a verdadeira utilidade da anatomia de superfície, sobretudo na prá‑ tica clínica – visualizar estruturas anatômi‑ cas que não são vistas na superfície. •

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Mark Nielsen

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Você já se perguntou por que os profissionais de saúde usam o conhecimento de anatomia de superfície ao fazer o exame físico e alguns exames complementares? Você pode encontrar a resposta na página 934.

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PRINCÍPIOS DE ANATOMIA HUMANA

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4 - Desenvolvimento

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Desenvolvimento

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INT R O D U Ç Ã O   Pense por um momento em uma máqui‑ na complexa projetada e cons‑ truída por seres humanos. Um computador ou – melhor ain‑ da – que tal o ônibus espacial?

Qualquer que seja a complexi‑ dade da máquina que venha à mente, seu projeto e sua produção são banais quando compara‑ dos aos processos de desenvolvimento que transformam uma única célula em cerca de 100 trilhões de célu‑ las do corpo humano. Antes de examinarmos o primeiro sistema do corpo, no Capítulo 5

(Tegumento Comum), veremos como se desenvolvem os sistemas. O conhecimen‑ to da origem dos diferentes sistemas do corpo humano facilitará a compreensão das estruturas e de seu mecanismo de ação.

Adiante, você aprenderá mais sobre o desen‑ volvimento no contexto dos vários sistemas do corpo. •

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Você já se perguntou por que o coração, os vasos sanguíneos e o sangue começam a se formar tão cedo no processo de desenvolvimento? Você pode encontrar a resposta na página 111.

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11 - Sistema Muscular

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Sistema Muscular

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I NTR OD U ÇÃO   Movimentos como arremessar uma bola, andar de bicicleta, caminhar e digitar exigem interações dos ossos, das articulações e dos músculos esqueléticos, os quais, juntos, formam um sistema integrado, denominado aparelho locomotor. Para compreender melhor os movimentos produzidos pelo aparelho locomotor este capítulo irá introduzir os nomes dos músculos esqueléticos específicos, explicar como se fixam aos ossos e descrever as ações que produzem e sua inervação somática.

Provavelmente algumas de suas primeiras observações sobre o movimento incluem caminhada, corrida ou atividades que nos transportam de um local para outro. Esse tipo de movimento é fácil de reconhecer e possui um valor incontestável para a sobrevivência. Entretanto, movimentamo-nos também de outras maneiras. Pense, por exemplo, em segurar alguma coisa com suas mãos ou em arremessar algo em seu colega de quarto para acordá-lo na hora de ir para a aula. Essas atividades ocorrem sem haver qualquer movimento de um local para outro, embora sejam, efetivamente, movimentos. Reflita por um momento sobre a ampla variedade de movimentos que seu colega de quarto faz quando finalmente levanta cambaleante da cama para se vestir. Eles variam desde simples movimentos de vestir uma roupa até movimentos mais complexos, como abotoar a camisa e amarrar os sapatos. Numerosos movimentos complexos também são necessários para fazer uma refeição, como segurar, manipular, cortar, mastigar e deglutir o alimento.

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9 - Articulações

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Articulações

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I NTR OD UÇ ÃO   Um motor de automóvel é uma máquina complexa, composta por numerosas partes fixas e móveis, muitas das quais entram em contato gerando considerável atrito. As diversas partes geradoras de fricção, que produzem as forças necessárias para mover o carro, têm um tempo de vida limitado, em virtude do constante desgaste. A maioria das pessoas fica entusiasmada se consegue manter o motor de seu carro funcionando por 10 a 15 anos; entretanto, nossos corpos, que sofrem um desgaste semelhante, precisam durar uma vida inteira.

O esqueleto humano precisa se movimentar, porém os ossos são demasiado rígidos para se curvarem sem sofrer algum tipo de lesão. Felizmente, existem tecidos conjuntivos flexíveis para manter os ossos unidos em pontos de contato, denominados articulações, que ainda possibilitam, na maioria dos casos, um certo grau de movimento. Pense, por um instante, na espantosa amplitude de movimento e na complexidade dos movimentos coordenados que ocorrem quando os ossos do corpo se movem uns contra os outros; movimentos como acertar uma bola de golfe ou tocar piano são muito mais complexos do que aqueles realizados por quase qualquer tipo de máquina. Muitas ações articulares são repetidas diariamente e produzem trabalho contínuo desde a infância, passando pela adolescência e durante toda a vida adulta. Como a estrutura de uma articulação torna possível essa incrível resistência? Por que as articulações algumas vezes falham e tornam os nossos movimentos dolorosos? Como podemos prolongar a função eficiente de nossas articulações? Estude para responder a essas questões conforme for conhecendo a estrutura e a função das articulações que nos permitem realizar nossas atividades diárias. •

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12 - Sistema Circulatório | Sangue

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Sistema Circulatório |

Sangue

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INTRO D U ÇÃ O  A maioria das células de um organismo multicelular não tem a capacidade de circular livremente para obter oxigênio e nutrientes e para livrar-se do dióxido de carbono e de outras escórias do metabolismo. Essas necessidades são supridas por dois tipos de líquidos: o sangue e o líquido intersticial. O sangue é o tecido conjuntivo líquido, constituído de células envolvidas por matriz extracelular. A matriz extracelular é uma parte líquida, denominada plasma, enquanto a parte celular consiste em várias células e fragmentos celulares. O líquido intersticial é o líquido aquoso que banha as células do corpo e é constantemente renovado pelo sangue. O oxigênio inspirado pelos pulmões e os nutrientes e água provenientes do sistema digestório são transportados pelo sangue, se difundem do sangue para o líquido intersticial e, em seguida, se difundem para dentro das células do corpo. O dióxido de carbono e outras escórias do metabolismo se movimentam em sentido oposto, isto é, das células do corpo para o líquido intersticial e, a seguir, para o sangue. Em seguida, o sangue transporta as escórias do metabolismo para os pulmões, rins, pele e para o sistema digestório – para a sua eliminação do corpo.

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