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27 - Anatomia de Superfície

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

ANATOMIA DE SUPERFÍCIE

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INTRODUÇÃO   No Capítulo 1, apresentamos vários ramos da anato‑ mia e assinalamos a relação entre esses ramos e nosso conhecimen‑ to sobre a estrutura do corpo. Agora que você conhece todos os sistemas do corpo, neste último capítulo vamos estu‑ dar mais detidamente as estruturas que podem ser vistas ou palpadas na superfície. O conhe‑ cimento da anatomia de superfície ajuda não apenas a identificar estruturas externas, mas também a localizar a posição de várias es‑ truturas internas. Essa é a verdadeira utilidade da anatomia de superfície, sobretudo na prá‑ tica clínica – visualizar estruturas anatômi‑ cas que não são vistas na superfície. •

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Mark Nielsen

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Você já se perguntou por que os profissionais de saúde usam o conhecimento de anatomia de superfície ao fazer o exame físico e alguns exames complementares? Você pode encontrar a resposta na página 934.

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PRINCÍPIOS DE ANATOMIA HUMANA

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26 - Sistema Genital

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

SISTEMA GENITAL

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INTRODUÇÃO   Os seres humanos geram descendentes por um processo denominado reprodução sexuada, no qual espermatozoides haploides produzi‑ dos pelos testículos dos homens fertilizam os oócitos secundários haploides produzidos pelos ovários das mulheres. A célula diploide resul‑ tante da fertilização é denominada zigoto e contém um conjunto de cromossomos de cada genitor. Homens e mulheres têm órgãos genitais anatomicamente distintos, que se destinam a produzir, nutrir e transportar as células haploides, facilitar a fertilização e, nas mulheres, manter o crescimento do em‑ brião e do feto. Embora sejam distintos, esses órgãos se desenvolvem a partir de estruturas idênticas no embrião. Estruturas que se desen‑ volvem a partir da mesma anatomia embrionária são denominadas ho‑ mólogas. Por exemplo, os lábios menores dos órgãos genitais femininos são homólogos da parte peniana da uretra masculina. Essas duas estru‑ turas, que parecem ter estrutura e função tão diferentes, se originam da mesma anatomia embrionária. O desenvolvimento diferente dessas es‑ truturas homólogas obedece a controles genéticos e hormonais durante o desenvolvimento do embrião. •

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21 - Sentidos Especiais

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Sentidos Especiais

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INTRODUÇÃO  No Capítulo 20, vimos que os sentidos gerais incluem os sentidos somáticos (sensibilidade tátil, térmica, do‑ lorosa e proprioceptiva) e as sensações viscerais. Os receptores para a sensibilidade geral estão distribuídos por todo o corpo e apresentam uma estrutura relativamente simples. Variam desde dendritos modificados de neurônios sensitivos até estruturas especializadas associadas às terminações dos dendritos. Os receptores para os sentidos especiais – ol‑ fato, paladar, visão, audição e equi‑ líbrio – são anatomicamente distin‑ tos uns dos outros e concentram‑se em locais específicos na cabeça. Em geral, estão inseridos no tecido epi‑ telial, nos órgãos dos sentidos com‑ plexos, como os olhos e as orelhas.

As vias neurais para os sentidos es‑ peciais são mais complexas do que aquelas envolvidas nos sentidos ge‑ rais. Neste capítulo, iremos examinar a estru‑ tura e a função dos órgãos dos sentidos especiais e as vias envolvidas na condução de suas informações até a parte central do sistema nervoso. •

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4 - Desenvolvimento

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Desenvolvimento

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INT R O D U Ç Ã O   Pense por um momento em uma máqui‑ na complexa projetada e cons‑ truída por seres humanos. Um computador ou – melhor ain‑ da – que tal o ônibus espacial?

Qualquer que seja a complexi‑ dade da máquina que venha à mente, seu projeto e sua produção são banais quando compara‑ dos aos processos de desenvolvimento que transformam uma única célula em cerca de 100 trilhões de célu‑ las do corpo humano. Antes de examinarmos o primeiro sistema do corpo, no Capítulo 5

(Tegumento Comum), veremos como se desenvolvem os sistemas. O conhecimen‑ to da origem dos diferentes sistemas do corpo humano facilitará a compreensão das estruturas e de seu mecanismo de ação.

Adiante, você aprenderá mais sobre o desen‑ volvimento no contexto dos vários sistemas do corpo. •

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Você já se perguntou por que o coração, os vasos sanguíneos e o sangue começam a se formar tão cedo no processo de desenvolvimento? Você pode encontrar a resposta na página 111.

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19 - Divisão Autônoma do Sistema Nervoso

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Divisão Autônoma do Sistema Nervoso

Mark Nielsen

INTRODUÇÃO  É final de semestre, você estudou assiduamente para a prova final de anatomia, e, agora, está na hora de fazer a prova. Quando você entra na sala lotada e procura um lugar para sentar-se, percebe a tensão existente no ambiente, enquanto outros estudantes conversam nervosamente sobre detalhes de última hora que consideram importantes para a prova. De repente, sente o seu coração acelerar devido à emoção – ou será apreensão? Você percebe que a sua boca se torna um pouco seca, e começa a suar frio. Você também pode sentir que a sua respiração está um pouco mais acelerada e mais profunda. Enquanto aguarda o professor entregar a prova, esses sintomas tornam‑se cada vez mais pronunciados. Por fim, a prova é entregue na sua carteira. Você folheia lentamente a prova para examinar as questões e constata que consegue responder a todas elas com segurança. Que alívio! Os sintomas começam a desaparecer conforme você se concentra em transferir o seu conhecimento de seu cérebro para o papel.

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