75 capítulos
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2. Antropologia dos cuidados

Taka Oguisso, Paulo Fernando de Souza Campos, Genival Fernandes de Freitas Editora Manole PDF Criptografado

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Antropologia dos cuidados

José Siles González

Capítulo originalmente escrito em espanhol

Palavras chave  Relação antropologia-enfermagem; observação participante; transculturalidade; particularismo.

Estrutura dos tópicos  Introdução. A natureza antropológica dos cuidados.

Etnografia e etnologia na antropologia dos cuidados. A observação, a observação participante e o diário de campo. Modelos em antropologia dos cuidados e enfermagem transcultural. O âmbito ideológico da ciência e a enfermagem transcultural. Antropologia educativa dos cuidados. Considerações finais.

Referências bibliográficas. Sugestões de leitura.

Introdução

Este estudo está orientado por um objetivo geral que consiste em explicar a necessidade de adotar enfoques e métodos antropológicos no amplo e diversificado contexto dos cuidados de saúde. Para tanto, foi preciso alcançar os seguintes objetivos específicos: demonstrar a natureza antropológica dos cuidados e sua relação com a antropologia clínica; explicar e definir a antropologia dos cuidados;

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Medium 9788582715031

Capítulo 2 - O que é novo na edição 2018-2020 do Diagnósticos de enfermagem

T. Heather Herdman, Shigemi Kamitsuru Grupo A PDF Criptografado

2 O que é novo na edição 2018-2020 do Diagnósticos de enfermagem

Mudanças foram feitas nesta edição a partir do feedback recebido de leitores, para atender às necessidades de estudantes e profissionais e para oferecer apoio adicional a educadores. Foram acrescentadas novas informações sobre raciocínio clínico; todos os capítulos foram revisados para esta edição.

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Medium 9788536527383

8.6 Oxímetro de pulso

Elisangela Oliveira de Freitas Editora Saraiva PDF Criptografado

Amplie seus conhecimentos

Para mais detalhes sobre o monitoração hemodinâmica, recomenda-se a leitura do texto disponível em: . Acesso em: 3 mar. 2018.

8.6 Oxímetro de pulso

Os oxímetros de pulso combinam os princípios da espectrofotometria e da plestiomografia para a mensuração não invasiva da saturação de oxigênio no sangue arterial, utilizando o princípio da absorção diferencial de luz vermelha e infravermelha. Esse dispositivo médico, usado para medir indiretamente a quantidade de oxigênio sanguíneo, exibe a porcentagem de hemoglobina arterial na configuração de oxiemoglobina. As taxas normais variam entre 95% e 100%. Em geral, o oxímetro

é anexado a um monitor, para que a equipe possa avaliar a oxigenação em relação ao tempo. Em alguns monitores é possível também observar a frequência cardíaca. Este aparelho é muito conveniente por não ser invasivo, portanto, não causa transtornos ao paciente.

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15.10 Administração de dietas

Elisangela Oliveira de Freitas Editora Saraiva PDF Criptografado

15.8.2 Administração de hemoderivados

Consiste na instalação de sangue e derivados, visando reposição de perdas hemorrágicas concomitantemente ao aumento da volemia; o aumento da capacidade carregadora de oxigênio, como na correção da anemia; a reposição de fatores de coagulação ou a manutenção do nível hemostático nas trombocitopenias. Para este procedimento, utiliza-se o seguinte material: bolas de algodão, álcool a 70%, dispositivo intravascular, seringa de 1 ou 3 mL, água destilada, micropore ou esparadrapo e hemoderivado fracionado conforme prescrição.

O procedimento deve seguir as etapas descritas (MOREIRA, 2004): a)

Conferir o hemoderivado prescrito e o recebido. Checar os dados do RN (nome, tipo sanguíneo), tipo de hemoderivado e volume na prescrição.

b)

Lavar as mãos.

c)

Realizar punção venosa. Não se deve infundir hemoderivados em cateter profundo de pequeno calibre, devido ao risco de obstrução e perda do cateter.

d)

Instalar o hemoderivado. Não infundir hemoderivados em bombas peristálticas devido à hemólise das hemácias.

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2.2 Unidade de Terapia Intensiva de Adultos (UTI-A)

Elisangela Oliveira de Freitas Editora Saraiva PDF Criptografado

A UTI neurológica, por exemplo, é uma estrutura específica dedicada ao tratamento de pacientes com as mais diversas patologias, desde acidente vascular cerebral (hemorrágico ou isquêmico) a traumatismos cranioencefálicos e infecções no sistema nervoso central (como meningite).

2.2 Unidade de Terapia Intensiva de Adultos (UTI-A)

A Unidade de Terapia Intensiva de Adultos (UTI-A) destina-se à assistência a pacientes com idade superior a 14 ou 18 anos, sendo esse critério definido levando-se em consideração as rotinas hospitalares internas.

O atendimento, nessas unidades, fica aos cuidados de equipe permanente composta por médicos e pessoal de enfermagem, além de outros profissionais da saúde, visto ser necessário um atendimento multidisciplinar. A equipe deve possuir preparo e inclinação para o atendimento do tipo de paciente em questão e, obviamente, reunir conhecimentos teóricos adequados relacionados à área específica da terapia intensiva.

A experiência prática, consequente ao acompanhamento dos pacientes que passam pela unidade, é também um fator relevante do sucesso da UTI no que diz respeito à recuperação dos pacientes. Nos cuidados intensivos, o enfermeiro deve estar atento a uma vasta quantidade de dados, que inclui sinais vitais, equilíbrio hídrico, necessidade quanto à utilização de drogas vasopressoras, administração adequada de antibioticoterapia prescrita, coleta adequada e acompanhamento de materiais biológicos para exames laboratoriais, avaliação acurada do nível de consciência, entre outros. Além disso, é importante dispensar atenção aos familiares.

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