106 capítulos
Medium 9788582714669

Parte 3 | Manual de problemas colaborativos

Lynda Juall Carpenito Grupo A ePub Criptografado

PARTE 3

Esta parte contém 14 problemas colaborativos específicos. (Problemas colaborativos eram chamados de Complicações potenciais: (especificar) ou CP (especificar) nas edições anteriores deste livro). Esses 14 problemas colaborativos foram selecionados devido à sua alta incidência de ocorrência na maioria dos cenários clínicos. Um problema colaborativo genérico, Risco de Complicações de Disfunção cardíaca/vascular/respiratória, representa o monitoramento geral que é feito em todas as pessoas sob cuidados de enfermagem. Se a pessoa tiver risco maior de uma complicação específica, então, aquele problema colaborativo poderá ser identificado; por exemplo, Risco de Complicações de Trombose venosa profunda.

Carpenito (1999) define problemas colaborativos como:

Algumas complicações fisiológicas que os enfermeiros monitoram para detectar o início da condição ou alterações que nela ocorram. Os enfermeiros controlam os problemas colaborativos usando intervenções prescritas pelo médico e por eles próprios para minimizar as complicações dos eventos.

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Medium 9788527723671

29 Propulsão Manual da Cadeira de Rodas

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 29

Propulsão Manual da Cadeira de Rodas

L.H.V. VAN DER WOUDE, H.E.J. VEEGER E A.J. DALLMEIJER

Introdução

Entre os esportes olímpicos para indivíduos com deficiência, os esportes em cadeiras de rodas tomaram, historicamente, uma posição central. Além das provas de atletismo, os esportes típicos em cadeiras de rodas incluem tênis, basquete e rúgbi quadrangular. Os esportes em cadeiras de rodas desenvolveram-se de modo acentuado desde a Segunda Guerra Mundial.* Simultaneamente, o desempenho no esporte evoluiu dramaticamente durante essas décadas e, conseqüentemente, os níveis de competição melhoraram de modo extraordinário.

No decorrer dos anos, as cadeiras de rodas usadas em eventos esportivos passaram de, no início da década de 1960, cadeiras de rodas banhadas em cromo, projetadas para o uso diário, para os atuais equipamentos de alta tecnologia, específicos para o esporte. Inicialmente, os próprios atletas realizavam alterações no projeto e aprimoravam os procedimentos de encaixe. Posteriormente, os fabricantes de cadeiras de rodas assumiram esse processo, e agora cadeiras de rodas personalizadas, adequadas com precisão ao indivíduo, bem como às condições do uso das mesmas, estão disponíveis para todas as modalidades esportivas

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Medium 9788580553048

Capítulo 3. Utilizando o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais

Eugene C. Toy; Debra Klamen Grupo A PDF Criptografado

14

TOY & KLAMEN

ACOMPANHANDO A RESPOSTA AO TRATAMENTO

O passo final na abordagem à doença é acompanhar a resposta do paciente à terapia. A medida da resposta deve ser registrada e monitorada. Algumas respostas são clínicas, tais como uma melhora (ou ausência de melhora) no nível de depressão, ansiedade ou paranoia. Obviamente, o estudante precisa se esforçar para aprender a obter os dados relevantes de modo imparcial e padronizado. Outras respostas podem ser acompanhadas por testes de laboratório, como a triagem toxicológica de urina para o usuário pesado de cocaína ou a determinação do nível sérico de lítio para o paciente bipolar. O estudante precisa estar preparado para saber o que fazer se o marcador medido não responder de acordo com o esperado. Qual deve ser o próximo passo: reconsiderar o diagnóstico, repetir o teste ou confrontar o paciente com as constatações?

DICA CLÍNICA

 O quarto passo é monitorar a resposta ou a eficácia do tratamento, o que pode ser feito de

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Medium 9788536326061

Apêndice F - Classificação das Bactérias de Acordo com o Bergey’s Manual

Tortora, Gerard J. Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE F

Apêndices

Classificação das bactérias de acordo com o Bergey’s Manual*

Domínio: Bacteria

Filo Aquificae

Classe I: Aquificae

Ordem I: Aquificales

Família I: Aquificaceae

Aquifex

Calderobacterium

Hydrogenobacter

Hydrogenobaculum

Hydrogenothermus

Persephonella

Sulfurihydrogenibium

Thermocrinis

Gênero incertae sedis

Balnearium

Desulfurobacterium

Thermovibrio

Filo Thermotogae

Classe I: Thermotogae

Ordem I: Thermotogales

Família I: Thermotogaceae

Fervidobacterium

Geotoga

Marinitoga

Petrotoga

Thermosipho

Thermotoga

Filo Thermodesulfobacteria

Ordem I: Thermodesulfobacteriales

Família I: Thermodesulfobacteriaceae

Thermodesulfobacterium

Filo Deinococcus-Thermus

Classe I: Deinococci

Ordem I: Deinococcales

Família I: Deinococcaceae

Deinococcus

Ordem II: Thermales

Família I: Thermaceae

Marinithermus

Meiothermus

Oceanithermus

Thermus

Vulcanithermus

Filo Chrysiogenetes

Classe I: Chrysiogenetes

Ordem I: Chrysiogenales

Família I: Chrysiogenaceae

Chrysiogenes

Filo Chloroflexi

Classe I: Chloroflexi

Ordem I: Chloroflexales

Família I: Chloroflexaceae

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Medium 9788582714362

Capítulo 2 - Disfunção e doença fascial: causas, efeitos e possíveis opções de terapia manual

Leon Chaitow Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Disfunção e doença fascial: causas, efeitos e possíveis opções de terapia manual

Leon Chaitow

Este capítulo aborda e avalia as causas e os processos envolvidos quando a fáscia se torna disfuncional – se isso é devido a trauma, inflamação, genética, padrões insatisfatórios de uso (p. ex., padrões de postura ou respiração habituais) ou processo de envelhecimento.

Além disso, as indicações informadas pelas evidências são oferecidas como modo de prevenção e estratégias de tratamento – onde elas existem. Onde não existem, mas há disponibilidade de experiência ou de informação empírica, elas serão mencionadas. Essas distinções, sejam evidenciais, empíricas ou de opinião, serão afirmadas de maneira categórica.

O principal propósito deste capítulo é focar a explicação e, quando possível, identificar maneiras válidas e/ou sugeridas de prevenção, de melhora e de normalização da disfunção fascial – mesmo em casos claros de patologia, e mesmo se, por vezes, o alívio sintomático por ser de fato o resultado mais satisfatório possível. É, portanto, necessário dar atenção às principais formas de disfunção e patologia fascial – sejam elas adquiridas ou hereditárias.

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