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Medium 9788580555882

Capítulo 10 - Sistema muscular

Cinnamon VanPutte, Jennifer Regan, Andrew Russo Grupo A PDF Criptografado

10

Sistema muscular

ANATOMIA BRUTA

S

em músculos, nós, seres humanos, seríamos pouco mais do que manequins de lojas de departamento – incapazes de caminhar, falar, piscar os olhos ou até mesmo segurar este livro. No entanto, nenhum desses inconvenientes nos incomodaria, porque também seríamos incapazes de respirar.

Uma das principais características dos seres humanos é a nossa capacidade de se movimentar. Mas também usamos os nossos músculos esqueléticos quando não estamos em movimento. Músculos posturais estão constantemente contraindo para nos manter sentados ou em pé. Músculos respiratórios estão constantemente funcionando para nos manter respirando, mesmo durante o sono.

Comunicação de todos os tipos necessita dos músculos esqueléticos, seja para escrever, teclar ou falar. Mesmo a comunicação silenciosa, usando sinais manuais ou expressões faciais, necessita do funcionamento dos músculos esqueléticos.

Este capítulo focaliza a anatomia dos principais músculos denominados esqueléticos; o músculo cardíaco é considerado em mais profundidade em capítulos posteriores. A fisiologia dos músculos esqueléticos e lisos foi descrita no Capítulo 9, incluindo os efeitos do envelhecimento no músculo esquelético.

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Medium 9788527726689

15 - Manejo de Enfermagem | Complicações Decorrentes de Doença Cardíaca

Linda Honan Pellico Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Stephanie L. Calcasola

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Comparar e contrastar a insuficiên­cia cardía­ca (IC) diastólica com a sistólica, inclusive quanto à fisiopatologia e às manifestações clínicas

2. Descrever o manejo dos clientes com IC

3. Desenvolver um plano de orientação para os clientes com IC

4. Relatar a avaliação e o manejo dos clientes com edema

5. Discorrer sobre o manejo dos clientes com choque cardiogênico

6. Apresentar o manejo dos clientes com derrame pericárdico

7. Descrever o manejo emergencial dos clientes com parada cardiorrespiratória.

Manejo de Enfermagem |

Complicações Decorrentes de

Doen­ça Cardía­ca

Atualmente, os clientes com doen­ças cardía­cas podem ser tratados para aumentar sua expectativa de vida e ter uma qualidade de vida melhor do que era possível há uma década. Por meio dos avanços nos procedimentos que permitem diagnósticos mais precoces e mais precisos, o tratamento pode começar bem antes da progressão de uma condição limitante. Novos tratamentos, tecnologias e farmacoterapias estão sendo desenvolvidos com rapidez. No entanto, a doen­ça cardíaca con­ti­nua sendo uma condição crônica, com complicações potenciais. Este capítulo apresenta as complicações mais frequentes resultantes das doen­ças cardía­cas e os tratamentos dispensados pela equipe de saú­de para tratar essas complicações.

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Medium 9788536527284

13.9 Queimaduras

Paulo Roberto Barsano, Rildo Pereira Barbosa Editora Saraiva PDF Criptografado

Primeiros socorros • Capítulo 13

245

Enquanto um socorrista segue o protocolo de Ressuscitação Cardiopulmonar, o outro socorrista traz o equipamento e o instala na vítima, sem interrupção das manobras de reanimação. Após a análise, o DEA determina a utilização do choque ou outros procedimentos para a continuidade do atendimento.

wavebreakmedia/Shutterstock.com.br

Apesar da simplicidade de utilização dos desfibriladores semiautomáticos como o

DEA, é importante que o socorrista se familiarize com o seu equipamento, o que só será possível com treinamento e o máximo de informação, para uma sincronia harmoniosa com sua equipe de apoio em situações de emergência.

Figuras 13.2 – O treinamento básico de utilização do DEA permite o atendimento de uma vítima em parada cardíaca, facilitando e multiplicando as possibilidades de salvamento.

13.9 Queimaduras

Queimaduras são lesões em que há destruição das camadas da pele. Conforme a sua extensão, podem atingir órgãos e outras áreas vitais, e levar a vítima a óbito. Geralmente, as queimaduras são causadas pela ação do calor, mas podem ter outras origens, como frio, produtos químicos, eletricidade, raios solares etc.

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Medium 9788536702704

Capítulo 136 - Cólica renal

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS

136

CÓLICA RENAL

■■ GUSTAVO FRESCHI

■■ NELSON GATTÁS

■■ EPIDEMIOLOGIA

A cólica renal ou cólica nefrética é um quadro de grande importância clínica em razão do impacto que traz para o paciente, uma vez que pode ser considerada uma das mais intensas e incapacitantes dores descritas. O problema torna-se ainda mais relevante se considerarmos sua alta prevalência. Estima-se que nos departamentos de emergência dos Estados

Unidos mais de 2 milhões de consultas sejam relacionadas a esse sintoma anualmente.1

Apesar de existirem muitas doenças capazes de causar cólica renal, a principal etiologia relacionada ao evento é a calculose urinária. Estima-se que cerca de 12% dos homens e 5% das mulheres apresentarão sintomas relacionados a cálculos renais durante a vida2 e que, dos pacientes que apresentaram um episódio de cólica renal, cerca de 50% podem apresentar outro episódio nos próximos 10 anos.3

■■ FISIOPATOLOGIA

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Medium 9788580551167

4. Toxicidade por fármacos e envenenamento

Laurence L. Brunton, Bruce A. Chabner, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

4

Capítulo

Toxicidade por fármacos e envenenamento

Kevin C. Osterhoudt e Trevor M. Penning

A farmacologia trata de fármacos, suas propriedades químicas ou características, seus mecanismos de ação, suas respostas fisiológicas e os seus usos clínicos. A farmacologia intercepta a toxicologia quando a resposta fisiológica ao fármaco é um efeito adverso. Com frequência a toxicologia é considerada como a ciência dos venenos e envenenamentos, mas elaborar uma definição precisa para veneno é complicado. O veneno é qualquer substância, incluindo qualquer fármaco, que tem a capacidade de prejudicar o organismo vivo. O médico renascentista

Paracelso (1493-1541) recebeu os créditos pela definição filosófica de veneno: “O que é que não é um veneno?

Todas as coisas são veneno e nada é sem veneno. Somente a dose determina que algo não seja um veneno.”

Contudo, envenenamento implica inerentemente aquele efeito fisiológico prejudicial resultante da exposição a medicamentos, drogas ilícitas ou substâncias químicas. Assim, cada fármaco na farmacopeia é um veneno em potencial e fatores individuais ou relacionados com dose, situações, ambiente ou genéticos contribuem para a capacidade de um fármaco produzir seu efeito adverso potencial.

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