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Medium 9788520431245

18. Emergências na paciente grávida

QUILICI, Ana Paula; TIMERMAN, Sergio Editora Manole PDF Criptografado

18

Emergências na paciente grávida

Karen Abrão

Introdução

A gestação constitui período de alterações anatômicas e fisiológicas que impactam todo o organismo feminino e podem interferir na resposta ao atendimento de emergências clínicas e traumáticas de qualquer natureza. O parto em si, apesar de se tratar de evento fisiológico, também pode envolver situações de risco à saúde da gestante e do bebê, cuja pronta assistência é essencial para salvaguardar a vida de mãe e filho, além de prevenir sequelas graves.1

Além disso, as emergências na gestante apresentam a particularidade de que as decisões tomadas devem levar em consideração o melhor interesse de dois indivíduos – mãe e feto –, o que muitas vezes constitui um dilema para o prestador da assistência.2

Felizmente, as pacientes grávidas, em sua grande maioria, são jovens, saudáveis e evitam expor-se a riscos desnecessários, o que faz as emergências clínicas e traumáticas tornarem-se menos comuns do que na população em geral.2 No entanto, apesar da baixa frequência de eventos e de se tratarem de pacientes jovens, as taxas de sobrevivência são baixas. Não há disponíveis dados nacionais a respeito; no entanto, estudos internacionais relatam taxa de sobrevivência menor que 7%.3

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Medium 9788527731485

SEÇÃO 5 - INFECTOLOGIA

VASCONCELOS, Marcio Moacyr Grupo Gen PDF Criptografado

Seção 5

Sumário

Infectologia

45.

46.

47.

48.

49.

50.

51.

52.

53.

54.

AIDS, 249

Dengue, 252

Doenças Exantemáticas, 256

Infecções Bacterianas e Antibioticoterapia, 264

Sepse, 275

Infecções Congênitas, 279

Malária, 296

Meningite e Encefalite, 299

Raiva, 303

Tuberculose, 306

Coordenador: Priscila de Mattos Sillero

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Infectologia

45

AIDS

Sylvio Furtado e Priscila de Mattos Sillero

jjIntrodução

A síndrome da imunodeficiên­cia adquirida (AIDS) é causada pelo retrovírus HIV. A doen­ça cursa com imunossupressão e surgimento de doen­ças oportunistas que podem causar graves sequelas e até óbito em qualquer faixa etária, tendo evolução mais desfavorável quanto mais jovem for o paciente. No primeiro momento de infecção pelo HIV, quando o paciente é assintomático, diz-­se que ele é portador do HIV.

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Medium 9788565852975

G

Luciana dos Santos; Mayde Seadi Torriani; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

G

Gabapentina

Grupo farmacológico. Antiepilético; promove aumento da liberação do neurotransmissor

GABA por meio de um mecanismo ainda desconhecido.

Genérico. Gabapentina.

Nomes comerciais. Gabaneurin®, Gamibetal®,

Neurontin®, Progresse®.

Apresentações. Cápsula gelatinosa dura de

100, 300, 400 mg; comprimidos revestidos de

600 e 800 mg.

Receituário. Receita de Controle Especial, em duas vias.

Usos. Crises parciais refratárias, geralmente como coadjuvante de outras medicações. Também é usada em neuralgia pós-herpética, dor crônica neuropática.

Contraindicações. Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Parâmetros farmacocinéticos n Absorção: de 50 a 60% absorvido pelo trato

gastrintestinal (GI).

n Distribuição (ligação a proteínas): < 3%. n Metabolização: Não metabolizado. n Excreção: Urina, como forma inalterada. n Tempo de meia-vida: 5 a 7 horas.

Posologia n Neonatologia: Eficácia e segurança não es-

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Medium 9788582714706

Capítulo 37. Síndromes de câncer colorretal hereditário

Luiz Rohde; Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A PDF Criptografado

37

Síndromes de câncer colorretal hereditário

Belisa G. Müller Contin

Cláudio Tarta

O câncer colorretal (CCR) é uma doença geneticamente heterogênea, apresentando características comuns à forma esporádica e hereditária. A identificação e o diagnóstico das síndromes de câncer colorretal hereditário requerem alto nível de suspeita.

Embora apenas 5 a 10% dos casos de CCR sejam causados por síndromes genéticas, o reconhecimento e o diagnóstico desses casos possibilitam adequado seguimento e intervenções profiláticas.1

As principais síndromes polipoides são a polipose adenomatosa familiar (PAF) e a polipose associada ao gene MUTYH (MAP, do inglês MUTYH-associated polyposis). A síndrome de Peutz-Jeghers (SPJ), a síndrome de polipose juvenil e a síndrome de tumor PTEN-hamartoma são doenças mais raras e relacionam-se com a presença de pólipos hamartomatosos. A presença de grande número de pólipos serráteis deve levar à suspeita de síndrome de polipose serrátil (SPS).

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Medium 9788580556025

Capítulo 23. Cetoacidose diabética e coma hiperosmolar

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

120

Seção 2

23

EmErgências médicas

Cetoacidose diabética e coma hiperosmolar

A cetoacidose diabética (CAD) e o estado hiperglicêmico hiperosmolar (EHH) são complicações agudas do diabetes melito (DM). A CAD é observada nos indivíduos com DM tipo 1 e o EHH nos indivíduos com DM tipo 2. Ambos os distúrbios estão associados a uma deficiência absoluta ou relativa de insulina, depleção volêmica e estado mental alterado. As semelhanças e diferenças metabólicas entre a CAD e o EHH estão resumidas no Quadro 23.1.

CETOACIDOSE DIABÉTICA

ETIOLOGIA

A CAD resulta de uma deficiência de insulina com um aumento relativo ou absoluto no glucagon e pode ser causada por administração inadequada de insulina, infecção

(pneumonia, ITU, gastrenterite, sepse), infarto (cerebral, coronariano, mesentérico, periférico), cirurgia, trauma, drogas (cocaína) ou gravidez. Um cenário precipitante

QUADRo 23.1 VALoReS LABoRAToRIAIS NA CAD e No eHH (VARIAçÕeS RePReSeNTATIVAS

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