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Medium 9788582714645

Capítulo 2. Princípios da medicina de família e comunidade

Thomas R. Freeman Grupo A PDF Criptografado

C A PÍ TU L O 2

Princípios da medicina de família e comunidade

A

medicina de família e comunidade pode ser descrita como um conjunto de conhecimentos sobre os problemas encontrados pelos médicos de família e comunidade. Isso é, obviamente, uma tautologia, mas também o são as descrições de todas as ciências aplicadas. Como em outras disciplinas práticas, o conjunto de conhecimentos abrangidos pela medicina de família e comunidade inclui, além de conhecimento factual, também habilidades e técnicas. Praticantes de uma mesma disciplina clínica são identificáveis não tanto pelo que sabem, mas pelo que fazem. Os cirurgiões, por exemplo, são identificáveis mais por suas habilidades em diagnosticar e tratar doenças que requeiram tratamento cirúrgico do que por qualquer conhecimento em particular de anatomia, patologia ou medicina clínica. O que os cirurgiões fazem é uma questão de sua forma de pensar, de seus valores e atitudes e dos princípios que dirigem suas ações.

Logo, ao descrever a medicina de família e comunidade, é melhor começar pelos princípios que orientam nossas ações. Descreveremos nove desses princípios; nenhum deles é exclusivo da medicina de família e comunidade. Nem todos os médicos de família e comunidade são exemplos de todos esses nove princípios. Entretanto, quando tomados em seu conjunto, esses princípios representam uma visão de mundo distinta, um sistema de valores e uma abordagem de problemas que se identificam como diferentes daqueles adotados em outras disciplinas.

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Medium 9788527715430

III Serviços de Apoio Hospitalar

COUTO, Renato Camargos; PEDROSA, Tânia Moreira Grillo; CUNHA, Adriana Franca Araújo; AMARAL, Débora Borges do Grupo Gen PDF Criptografado

III

Serviços de Apoio Hospitalar

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Unidade de Processamento de Roupas dos Serviços de Saúde e o

Controle de Infecções

Gisele Marques

Adélia Aparecida Marçal dos Santos

INTRODUÇÃO

Anteriormente chamada de lavanderia hospitalar, a unidade de processamento de roupas (UPR) é considerada um setor de apoio com a finalidade de coletar, pesar, separar, processar, confeccionar, reparar e distribuir as roupas em boas condições de uso, higiene, quantidade, conservação e qualidade para todas as instituições de serviço de saúde (Anvisa, 2007). Além disso, deve transformar, em quantidade estabelecida, no tempo adequado e com segurança, a roupa suja e contaminada em roupa limpa. De fato, as roupas não precisam estar estéreis ao final do processo e, sim, higienicamente limpas: livres de microorganismos patogênicos em número suficiente para causar doença humana.

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Medium 9788527723473

37 - Doenças da Laringe

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

37

Doenças da

Laringe

André Valadares Siqueira, Paulo Humberto Siqueira e Helio Hungria

CC

Introdução

As afecções mais comuns da laringe são as laringites, o edema e o espasmo da laringe, os pólipos, as paralisias das pregas vocais e as neo­pla­sias.

CC

Laringites

A inflamação aguda ou crônica da laringe pode ter diferen‑ tes causas, incluindo infecções virais e bacterianas, uso exces‑ sivo da voz, inalação ou aspiração de substâncias irritantes, tabagismo e lesões durante intubação em ato cirúrgico.

As laringites traduzem‑se por sintomatologia decorrente de distúrbios das funções laríngeas, isto é, perturbações da fona‑

ção (rouquidão discreta até afonia), da respiração (dispneia discreta até asfixia) e dos reflexos naturais de defesa (tosse e espasmos).

Suas principais modalidades clínicas são:

CC Laringite catarral. Pode ocorrer juntamente com as manifesta‑

ções de resfriado comum e outras infecções virais. Instala‑se subitamente, traduzindo‑se por sensação de constrição dolo‑ rosa ao nível da laringe, rouquidão que pode progredir até a afonia, tosse e expectoração mucosa que, posteriormente, se transforma em mucocatarral.

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Medium 9788527716369

18 Transplante Renal

FERMI, Marcia Regina Valente Grupo Gen PDF Criptografado

18

Transplante

Renal

18-Fermi.indd 203

Introdução, 204

Doador, 204

Receptor, 204

Sistema HLA, 205

Prova cruzada – cross-match, 205

Pré-operatório receptor, 205

Pós-operatório imediato, 205

Imunossupressão, 206

Complicações do transplante renal, 206

22/1/2010 14:08:30

204

Manual de Diálise para Enfermagem

Introdução

O transplante (Tx) é considerado o método de tratamento da insuficiência renal crônica (IRC) de maior aceitação pelos pacientes e pela equipe médica.

Poucas são as contraindicações para o transplante renal. Atualmente não existe limite de idade, e até mesmo doenças renais agudas, como a glomerulonefrite rapidamente progressiva e a nefropatia lúpica, não são contraindicação desde que o transplante seja realizado na fase de inatividade dessas patologias.

Nos pacientes HIV positivo, na presença de neoplasias metastáticas e na infecção ativa o transplante é contraindicado.

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Medium 9788536309156

Capítulo 13 - Cuidados Cardiorrespiratórios em Pacientes com Déficit Tegumentar e Musculoesquelético: Uma Abordagem Baseada em Evidências

William E. DeTurk; Lawrence P. Cahalin Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 13

CUIDADOS CARDIORRESPIRATÓRIOS EM

PACIENTES COM DÉFICIT TEGUMENTAR

E MUSCULOESQUELÉTICO: UMA

ABORDAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS

John S. Leard

Chris L. Wells

INTRODUÇÃO

A proposta deste capítulo é descrever as doenças tegumentares e musculoesqueléticas mais comuns, considerando sua influência sobre o sistema cardiorrespiratório. Os prejuízos da estrutura óssea, das articulações, da pele, da fáscia e musculatura do tórax podem levar a um decréscimo da função cardiorrespiratória. Tais prejuízos causam danos à circulação,

à capacidade aeróbia/resistência, à ventilação e à respiração/ troca gasosa pela restrição dos movimentos corporais, resultando em um decréscimo da mobilidade funcional do paciente e em algum tipo de incapacidade. Este capítulo descreve também as evidências encontradas na literatura, bem como as intervenções comumente associadas a essas doenças.

Condições Musculoesqueléticas

Osteoporose (Padrões de Prática 4A, 4B, 4C, 4F,

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