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Medium 9788582715710

Capítulo 11. Higiene do paciente

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

11

11.1

Juliana de Lima Lopes

Dalmo Machado

Monyque Evelyn dos Santos Silva

Viviane de Moraes Sptiz

Lídia Santiago Guandalini

Introdução

A higiene oral auxilia a manter o estado sadio da boca, dos dentes, das gengivas e dos lábios, removendo a placa bacteriana e o tártaro, massageando as gengivas e aliviando o desconforto causado por sabores e odores desagradáveis.1 Atua também na prevenção de infecções do aparelho respiratório,1 reduzindo a colonização da orofaringe por patógenos responsáveis pela pneumonia nosocomial, principalmente a associada à ventilação mecânica.2 A falta de higienização favorece o aparecimento e a manutenção das bactérias Gram-negativas na cavidade oral;3 assim, a higiene oral deve ser incentivada e realizada adequadamente, de forma comprometida e técnico-científica, garantindo a segurança do paciente.4

Para a realização da higiene oral, o enfermeiro deve conhecer e adotar técnicas e produtos para a execução do procedimento, que deverá ser compartilhado com toda a equipe de enfermagem. Além do mais, os enfermeiros devem elaborar protocolos exequíveis e promover treinamento para todos da equipe.5 Para pacientes em ventilação mecânica, o produto que deve ser indicado para a realização da higiene oral é o gliconato de clorexidina a 0,12%, 3 a 4 vezes ao dia. Ele reduz a ocorrência de pneumonias em 50% e é recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).3,6

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Medium 9788520458709

37. Perda involuntária de peso

Paulo de Oliveira Duarte, José Renato G. Amaral Editora Manole PDF Criptografado

Perda involuntária de peso

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José Renato G. Amaral

INTRODUÇÃO

A perda de pelo menos 5% do peso habitual de um idoso em um período de 6 a 12 meses sem o propósito de emagrecimento deve ser motivo de preocupação. A perda involuntária de peso é uma queixa frequente na prática clínica, que acomete em torno de 15 a 20% da população idosa comunitária e entre 50 e 65% dos institucionalizados e hospitalizados. É associada a maior mortalidade e desfechos adversos relacionados com sarcopenia e síndrome da fragilidade. A perda de peso pode estar ou não relacionada com condições como desnutrição ou caquexia e sua etiologia pode compreender desde alterações de fácil correção até doenças sistêmicas graves.

Um dos fenômenos mais conhecidos do envelhecimento é o relativo aumento da gordura corporal à custa de perda de massa magra. Tal alteração está no cerne do aumento da resistência

à insulina que se observa na senescência e provavelmente é uma das principais causas para a discrepância observada no desempenho funcional entre homens e mulheres, que são mais afetadas pela fragilidade, pois, em comparação com os homens, têm em média menos reserva musculoesquelética.

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Medium 9788527725194

Capítulo 10 - Hipertireoidismo em Gatos

José Jurandir Fagliari, Carmel T. Mooney, Mark E. Peterson Grupo Gen PDF Criptografado

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Capítulo 10

Manual de Endocrinologia em Cães e Gatos

Hipertireoidismo em Gatos

Carmel T. Mooney e Mark E. Peterson

Introdução

O hipertireoidismo (tireotoxicose) é uma anormalidade resultante de excessivas concentrações circulantes de hormônios ativos da tireoide, tri-iodotironina (T3) e/ou tiroxina (T4). Relatado pela primeira vez em gatos no ano de 1979, o hipertireoidismo tornou-se a doen­ça endócrina mais comum nesta espécie, sendo, com fre­quência, diagnosticado na clínica de pequenos animais.

Não está clara a razão pela qual esta anormalidade se desenvolve.

Sem dúvida, a maior atenção dada à enfermidade pelo clínico veterinário e seus clientes, a maior disponibilidade de exames com­ plementares e o crescimento da população de gatos, como animais de estimação, são fatores que devem ter contribuí­do para diminuir a ocorrência dessa anormalidade. No entanto, sua maior prevalência não é apenas o resultado do envelhecimento da população de gatos, pois, na verdade, pode ser uma nova doen­ça.

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Medium 9788580554526

Caso 19

Eugene C. Toy, David S. Loose, Shelley A. Tischkau, Anush S. Pillai Grupo A PDF Criptografado

CASO 19

Um homem de 18 anos de idade é levado ao serviço de emergência depois de ter sido encontrado irresponsivo na rua. Ele encontra-se letárgico e não responde a perguntas. Recebeu uma ampola de Dextrose por via intravenosa, sem resultado. Durante o exame, sua frequência cardíaca é de 60 batimentos por minuto e a frequência respiratória é de 8 por minuto e superficial. Suas pupilas estão puntiformes e não reativas. Existem várias marcas de trajeto intravenoso em seus braços bilateralmente. O médico da emergência conclui que o paciente teve uma dosagem excessiva (overdose) de drogas.

Qual é o diagnóstico mais provável?

Qual é a medicação mais apropriada para essa condição?

 Além de suas ações terapêuticas, quais outros efeitos podem produzir esse medicamento?

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TOY, LOOSE, TISCHKAU & PILLAI

RESPOSTAS PARA O CASO 19

Overdose de opioide

Resumo: Um homem de 18 anos de idade, irresponsivo, apresenta-se com pupilas puntiformes, respiração superficial e várias marcas de trajeto intravenoso em seus braços bilateralmente.

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Medium 9788527728591

13 Análise de Contaminantes Ambientais

Regina Lúcia de Moraes Moreau, Maria Elisa Pereira Bastos de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 13

Análise de Contaminantes Ambientais

Danielle Palma de Oliveira  Daniel Junqueira Dorta

Introdução

“...O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo...”.

Esse texto foi extraído de uma carta escrita pelo chefe de uma tribo indígena, em resposta ao presidente dos EUA, que propôs a compra de grande parte de suas terras, oferecendo em troca a concessão de uma reserva. Nesse texto, o índio sabia‑ mente tratou da estreita relação entre a qualidade ambiental e a saúde humana em um dos mais belos e profundos pronun‑ ciamentos já feitos em defesa do meio ambiente.1

A poluição ambiental por agentes tóxicos é uma realidade pre‑ ocupante e crescente, e é causada pelo desrespeito aos bens natu‑ rais que se manifesta de diversas maneiras, como o lançamento direto ou indireto de despejos industriais domésticos e agropecu‑

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