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6. Depressão e suicídio na esquizofrenia

Noto, Cristiano S. Grupo A PDF Criptografado

6

Depressão e suicídio na esquizofrenia

Cristiano S. Noto

Rodrigo A. Bressan

Embora a esquizofrenia seja uma doença distinta da depressão maior, sintomas depressivos são muito frequentes nas psicoses. Entre os séculos XIX e

XX, Kraepelin e Bleuler já descreviam em suas obras a importância da associação entre essas patologias.

De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é uma das maiores causas de incapacidade na população geral.¹ Na esquizofrenia, é a maior responsável por reinternações e está relacionada a períodos de hosNa esquizofrenia, a pitalização mais longos, resposta insatisfatória a depressão é a maior responsável por reintermedicamentos, abuso de substâncias, pior denações e está relacionada sempenho cognitivo e social, maiores taxas de a períodos de hospirecaídas, piora na qualidade de vida e suicítalização mais longos,

2-5 resposta insatisfatória a dio. medicamentos, abuso de

As síndromes depressivas estão presentes substâncias, pior desempenho cognitivo e social, em 25% dos pacientes com esquizofrenia,6 e os maiores taxas de recaísintomas depressivos acometem até 80% dos padas, piora na qualidade cientes ao longo da vida. Tais índices represende vida e suicídio. tam uma probabilidade quase 30 vezes maior em relação à observada na população em geral.5

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Medium 9788527727525

24 - Endocrinologia

LITTLE, Susan E. Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U L O

24

Endocrinologia

Resumo do capítulo

Distúrbios Pancreá­ticos Endócrinos, 529

Panorama, 529

Diabetes melito, 529

Gastrinoma, 548

Insulinoma, 549

Distúrbios da Tireoide, 552

Hipertireoidismo, 552

Hipotireoidismo, 564

Distúrbios da Adrenal, 571

Hiperadrenocorticismo, 571

Tumores adrenais secretores de catecolaminas, 581

Tumores adrenais secretores de hormônios sexuais, 581

Hiperaldosteronismo, 581

Hipoadrenocorticismo, 584

Distúrbios Pancreá­ticos Endócrinos

Randolph M. Baral e Susan E. Little

Panorama

O pân­creas endócrino compreende várias ilhas de célu­ las dentro do pân­creas exócrino conhecidas como ilhotas de Langerhans. As ilhotas representam apenas 2% do pân­ creas e congregam diversos tipos celulares. Cada tipo de célula secreta um hormônio diferente. Os principais tipos celulares e hormônios que produzem são mostrados na

Tabela  24.1. A íntima inter-relação entre esses diferentes tipos celulares possibilita o controle direto da secreção de alguns hormônios por outros hormônios. Por exemplo, a insulina inibe a secreção de glucagon e a somatostatina inibe a secreção tanto de insulina quanto de glucagon. A atividade de células beta e a produção de insulina são de suma importância para o diabetes me­lito (DM).24

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Medium 9788582710906

Capítulo 96 - Comunicação de Más Notícias

Rafael Barberena Moraes; Márcio Manozzo Boniatti; Paulo Ricardo C. Cardoso; Thiago Lisboa; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

COMUNICAÇÃO DE MÁS NOTÍCIAS

LEMBRE-SE!

• Tratamento curativo e cuidados paliativos devem ser concomitantes. Há uma gradual transição do foco do cuidado curativo para o paliativo ao longo do tempo.

• Cuidados paliativos são mais do que alívio da dor e redução do nível de consciência.

• É muito importante compreender os valores dos pacientes e seus familiares.

REFERÊNCIAS 

1. Knaus W, Lynn J. Study to understand prognoses and preferences for outcomes and risks of treatment (SUPPORT) and hospitalized elderly longitudinal project (HELP), 1989-1997 (ICPSR 2957) [Internet]. [capturado em 17 fev 2014]. Disponível em: http://www.icpsr.umich.edu/icpsrweb/ICPSR/studies/2957.

2. Stites M. Observational pain scales in critically III adults. Crit Care Nur. 2013;33(3):68-79.

CAPÍTULO 96

COMUNICAÇÃO

DE MÁS NOTÍCIAS

CRISTIANO AUGUSTO FRANKE

PAULO RICARDO CERVEIRA CARDOSO

O processo de comunicação sempre envolve um emissor e um receptor, em que a ação de um gera uma resposta do outro. Então, é impossível não se comunicar, e o maior erro é pressupor que houve entendimento. O enfoque do capítulo é a comunicação de más notícias. Estas são definidas como aquelas que alteram drástica e negativamente a perspectiva do paciente em relação ao seu futuro. Essa definição implica que a resposta do paciente dependerá, entre outras coisas, de sua perspectiva de futuro, sendo esta única, individual e influenciada pelo contexto psicossocial do mesmo.

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Medium 9788570065391

25 - Exemplos Didáticos para Interpretação da Tomografia da Córnea e Segmento Anterior

AMBRÓSIO Jr., Renato Grupo Gen PDF Criptografado

25

Exemplos Didáticos para Interpretação da

Tomografia da Córnea e Segmento Anterior

Renato Ambrósio Jr. • Daniela Jardim • Ruiz Simonato Alonso

O termo tomografia tem origem na língua grega, sendo a combinação de “tomos”, que significa fatia e “grafia”, que significa descrição. Conceitua-se tomografia como a reconstrução da figura interna de um objeto através da derivação matemática de suas projeções (fatias) cumulativas. A tomografia da córnea e segmento anterior é uma abordagem que permite a criação de modelos em três dimensões da córnea e do segmento anterior.

A tomografia corneana pode ser considerada como uma segunda evolução da topografia da córnea no sentido de se descrever a forma da córnea. Enquanto a topografia da córnea estuda a superfície, a avaliação tomográfica estuda a estrutura completa da córnea, ou seja, suas faces anterior e posterior. Vários métodos podem ser utilizados para avaliação da tomografia corneana. Além da tecnologia de varredura em fenda, utilizada pelo sistema

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Medium 9788520436974

14. Agentes de fermentação

MCWILLIAMS, Margaret  Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

14

Agentes de fermentação

Visão geral, 365

Ar, 365

Grau de manipulação, 366

Viscosidade da massa, 367

Natureza dos ingredientes, 367

Tempo de descanso, 368

Vapor, 368

Dióxido de carbono, 368

Agentes biológicos, 369

Agentes químicos, 371

Resumo, 374

Questões de estudo, 375

Bibliografia, 375

Visão geral

A maioria dos produtos de panificação passa por alterações significativas durante o processo de assamento. Uma das mais radicais geralmente é o aumento de volume.

Às vezes, o aumento triplica o volume da mistura original, ocorrendo geralmente uma duplicação de volume enquanto a massa é assada.. A chave está na formação e expansão dos gases com o calor. Este capítulo trata do processo de desenvolvimento e expansão desses gases em produtos de panificação.

O ar, o dióxido de carbono e o vapor são componentes gasosos que produzem aumentos de volume impressionantes. As fontes desses três gases são bastante variadas nos alimentos, porém, todas importantes, uma vez que os gases se expandem quando aquecidos. Quando o calor do forno alcança os gases no interior do alimento, a pressão no interior de cada célula aumenta. A pressão provoca alterações na elasticidade, e desnaturação do conteúdo proteico celular, resultando em aumento de volume.

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