22831 capítulos
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3 Nomenclatura, Classificação das Lesões e Princípios Cavitários Diretos

SILVA, Adriana Fernandes da; LUND, Rafael Guerra Grupo Gen PDF Criptografado

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Nomenclatura, Classificação das Lesões e Princípios

Cavitários Diretos

Lisia Lorea Valente ■ José Luiz de Souza

Nomenclatura

Segundo o Dicionário Aurélio, nomenclatura quer dizer “conjunto de termos peculiares a uma arte, ou ciência”, ou seja, é o modo de nomear algo utilizando regras e metodologias próprias de uma determinada área da ciência. Portanto, nomenclatura é a terminologia (termos técnicos) empregada para facilitar a comunicação dos profissionais de uma mesma área.

De acordo com as superfícies dentais, as faces (lados da cavidade) podem ser nomeadas de seis maneiras diferentes, conforme explicado a seguir.1,2

Superfícies dentais

Os dentes apresentam cinco superfícies ou faces (Figura 3.1):

■ Vestibular: face ou superfície voltada para os lábios e as bochechas

■ Lingual/palatal: face voltada para o palato (arco superior), denominada palatal, e para a língua

(arcada inferior), denominada lingual

■ Mesial: superfície que mantém contato com os dentes adjacentes e se encontra mais próxima da linha média

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Medium 9788527732857

5 - Elaboração de Cardápios e Cardápios Modificados

DOMENE, Semíramis Martins Álvares Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 5

Elaboração de Cardápios e Cardápios Modificados

Objetivos de estudo, 212

Introdução, 212

Definição de cardápio, 212

Cardápios de baixo custo, 236

Preparações com alimentos funcionais, 238

Considerações finais, 240

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212 Técnica Dietética | Teoria e Aplicações

Objetivos de estudo

• Conhecer os elementos empregados para a elaboração de cardápios

• Estudar os fundamentos e as diretrizes que orientam o trabalho do nutricionista para estabelecer os parâmetros nutricionais que definem as preparações a serem incluídas em 1 dia alimentar

• Considerar as diretrizes de políticas públicas com relação à elaboração de cardápios para crianças, escolares, trabalhadores e outros grupos de interesse

• Estudar a composição da equipe de trabalho em alimentação coletiva.

Introdução

A atividade de elaboração de cardápios resulta da reunião dos conhecimentos da técnica dietética com outras áreas do conhecimento relacionadas com alimentação e nutrição, como avaliação nutricional, economia, gastronomia, administração geral e administração em alimentação coletiva. Depende, ainda, do estudo das diretrizes e recomendações nutricionais, da educação alimentar e nutricional e da antropologia da nutrição. O contexto em que se insere o sujeito ou grupo-alvo é o ponto de partida para a identificação do repertório de ingredientes disponível.

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Medium 9788527732550

12 - Impacto do Ambiente e Cuidado na UTI Neonatal - no Neurodesenvolvimento

TAMEZ, Raquel Nascimento Grupo Gen PDF Criptografado

12

Impacto do Ambiente e

Cuidado na UTI Neonatal no Neurodesenvolvimento

Introdução, 134

��

Desenvolvimento fetal, 135

��

Cuidado neuroprotetor, 138

��

Compreensão da linguagem do neonato de alto risco, 140

��

Modelo do cuidado neuroprotetor, 142

��

Bibliografia, 150

��

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134 Enfermagem na UTI Neonatal

Introdução

Os avanços tecnológicos em neonatologia têm contribuí­ do para diminuição da mortalidade infantil, especial­ mente entre recém-nascidos extremamente prematuros.

Há algumas décadas, acreditava-se que o neonato não ti­ nha ciência do seu ambiente e seria incapaz de participar em uma interação significativa, incapaz de ouvir, ver, dis­ tinguir odores ou sentir sabor. Nos últimos 10 a 20 anos, as pesquisas mostraram que os recém-nascidos a termo são capazes, sim, de perceber seu ambiente e interagir com ele por meio de comportamentos específicos, como corrobora Brazelton (1979). O ambiente da unidade de terapia intensiva (UTI) neonatal, no entanto, proporcio­ na aos neonatos, nascidos a termo ou prematuros, um espaço bem diferente daquele do mundo intrauterino.

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Medium 9788565852623

Capítulo 11 - Audição e Equilíbrio

Claudia Krebs Grupo A PDF Criptografado

11

Audição e Equilíbrio

I. VISÃO GERAL

A audição e o equilíbrio são sensações transmitidas por aferências somáticas especiais que formam o nervo vestibulococlear (nervo craniano [NC] VIII).

Os órgãos sensoriais e gânglios periféricos associados ao nervo vestibulococlear estão localizados na parte petrosa do osso temporal, na base do crânio

(Fig. 11.1). O labirinto é especializado em traduzir o movimento da cabeça em informações de equilíbrio; as fibras aferentes do labirinto que conduzem essas informações são reunidas na divisão vestibular. As fibras aferentes da cóclea, que conduzem informações sonoras, são agrupadas na divisão coclear. Ambas as divisões se juntam para formar o nervo vestibulococlear, que emerge dos receptores de órgãos no osso temporal através do meato acústico externo para dentro da cavidade craniana através do meato acústico interno. As fibras aferentes entram no tronco encefálico na junção pontobulbar (Fig. 11.2).

A audição e o equilíbrio são dois tipos muito diferentes de sentido. As divisões coclear (audição) e vestibular (equilíbrio) do nervo vestibulococlear recebem estímulos de órgãos terminais especializados, que contêm mecanorreceptores chamados células ciliadas por causa de sua aparência. Embora semelhantes na aparência, as células ciliadas respondem a estímulos diferentes: ao som na

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Medium 9788580556148

Capítulo 31 - Tratamento da hipertensão arterial pulmonar

Laurence L. Brunton PhD; Randa Hilal-Dandan PhD; Björn C. Knollmann, MD, PhD Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

31

Tratamento da hipertensão arterial pulmonar

Dustin R. Fraidenburg, Ankit A. Desai e Jason X.-J. Yuan

��Classificação da hipertensão pulmonar

Farmacoterapia para a hipertensão pulmonar

��Hipertensão arterial pulmonar

��Estimuladores do GMPc e da sinalização da PKG

Introdução à hipertensão pulmonar

��Hipertensão pulmonar associada a outras doenças

��Vias de fornecimento de fármacos à circulação pulmonar

Mecanismos da hipertensão arterial pulmonar

Uso clínico de fármacos na hipertensão pulmonar

Introdução à hipertensão pulmonar

A circulação pulmonar desempenha um papel singular e funda­ mental nas trocas gasosas e, em particular, na oxigenação do sangue venoso. Trata-se de um sistema circulatório de baixa resistência e de baixa pressão; no homem saudável, a PAP média é de cerca de 12 mmHg. A PAP é uma função do DC e da RVP. A HP é definida como uma PAP média de 25 mmHg ou mais quando em repouso. Em pacientes com HP, a sobrecarga de pressão (i.e., aumento da pós-carga) impõe um estresse adicional sobre o VD, levando à sua disfunção e hipertrofia e, em alguns casos, ao desenvolvimento de insuficiência cardíaca direita. Os pacientes apresentam uma variedade de sintomas, como dispneia, fadiga, dor torácica e síncope. A HP é uma complicação de muitas doen­ças crônicas e estima-se que afete de 10 a 20% da população

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