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Medium 9788580555585

Capítulo 41. Influenza

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

41

Influenza

•• Influenza

é uma doença viral associada a altas taxas de mortalidade e de hospitalização entre indivíduos com menos de 65 anos de idade. As epidemias sazonais de influenza resultam em 25 a 50 milhões de casos, cerca de 200.000 hospitalizações e mais de 30.000 mortes a cada ano nos

Estados Unidos. Mais pessoas morrem de influenza do que de qualquer outra doença passível de prevenção por vacina.

•• A influenza é transmitida de pessoa a pessoa via inalação de perdigotos respiratórios, o que ocorre quando um indivíduo infectado tosse ou espirra. O período de incubação da influenza varia entre 1 e 7 dias, com média de dois dias. Os adultos são considerados infectantes desde a véspera do início dos sintomas até sete dias após sua instalação, enquanto as crianças podem ser infectantes por mais de 10 dias após o início dos sintomas. A transmissão viral pode persistir por semanas a meses nos indivíduos gravemente imunocomprometidos.

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Medium 9788527731676

4 - Reparo e Recombinação de DNA | Instabilidade do Genoma

MENCK, Carlos F. M. Grupo Gen PDF Criptografado

4

Reparo e Recombinação de DNA | Instabilidade do

Genoma

Januario Bispo Cabral Neto, Carlos F. M. Menck e Lucymara Fassarela Agnez Lima

A molécula de DNA está sujeita ao ataque de vários agentes externos, físicos e químicos, assim como produtos endógenos do próprio metabolismo celular, que podem provocar lesões na dupla-hélice. Por sua vez, essas lesões podem causar a morte celular, ou aumentar a instabilidade genética na célula, dando origem a mutações. As células, no entanto, desenvolveram, durante o processo evolutivo, sofisticados mecanismos de reparo de DNA que atuam na proteção do genoma, de modo a garantir sua sobrevivência e estabilidade. Vários desses processos de reparo de DNA serão descritos a seguir. Por outro lado, as consequências da ausência de reparo de DNA podem resultar em problemas no organismo humano, como envelhecimento precoce e câncer, dramaticamente ilustrados por doenças genéticas que apresentam deficiências em processos de reparo de DNA.

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Medium 9788527724982

24 - Organizações Profissionais de Terapia Ocupacional

WILLARD, Helen S.; SPACKMAN, Clare S.; CREPEAU, Elizabeth Blesedell; COHN, Ellen S.; SCHELL, Barbara Grupo Gen PDF Criptografado

232 ORGANIZAÇÕES PROFISSIONAIS DE TERAPIA OCUPACIONAL

Organizações

Profissionais de Terapia

Ocupacional

SARA BRAYMAN

Objetivos de Aprendizagem

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

1. Descrever os papéis da AOTA, do NBCOT e dos conselhos reguladores estaduais no credenciamento de profissionais da terapia ocupacional nos Estados Unidos.

2. Avaliar os papéis que tanto os membros voluntários como os remunerados da equipe nas organizações profissionais desempenham no desenvolvimento e suporte de todos os aspectos da profissão e seus membros.

3. Compreender como as organizações profissionais e reguladoras servem aos consumidores da terapia ocupacional por meio de educação e ambientes comuns.

A

lunos de terapia ocupacional, assistentes de terapia ocupacional e terapeutas ocupacionais, em virtude de sua formação, licença e/ou certificação, são elegíveis como membros da profissão da terapia ocupacional. A formação da identidade profissional é um processo de desenvolvimento que começa no momento em que um indivíduo escolhe a terapia ocupacional. Ela se constrói enquanto o indivíduo está na escola, começando a aprender as teorias, técnicas e procedimentos da prática. Este processo de desenvolvimento não cessa quando o indivíduo se gradua e inicia a prática, e continua a se desenvolver durante toda a sua vida profissional. Ser um profissional requer que o indivíduo reconheça e faça adesão ao código de ética da profissão, pratique respeitando seus preceitos e contribua para o desenvolvimento contínuo do conhecimento e das habilidades necessárias para refinar continuamente aquela profissão. Todo o processo é sustentado por organizações profissionais que estabelecem padrões e fornecem suporte para os indivíduos e a profissão como um todo. O Estudo de Caso a seguir apresenta um exemplo que ilustra as diversas organizações que apoiam o início na profissão da terapia ocupacional. À medida que você ler este capítulo, retorne a este caso.

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Medium 9788536313320

25 - As grandes síndromes psiquiátricas

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais

301

25

As grandes síndromes psiquiátricas

Embora haja atualmente dois sistemas de classificação (DSM-IV e CID-10) que definem e descrevem os transtornos mentais específicos de forma clara, considera-se útil clinicamente a abordagem inicial dos quadros mentais por meio da perspectiva sindrômica.

As síndromes são conjuntos de siAs síndromes são conjuntos de sinais nais e sintomas que e sintomas que se se agrupam de foragrupam de forma ma recorrente e são recorrente e são obobservadas na prátiservadas na prática ca clínica diária. São clínica diária. agrupamentos estáveis de sintomas, conjuntos sígnicos (Saurí, 2001), que podem ser produzidos por várias causas

(Berrios, 1996). Identificar síndromes é o primeiro passo no sentido de ordenar a observação psicopatológica dos sinais e dos sintomas dos pacientes. O diagnóstico sindrômico é um ato clínico modesto, mas estrategicamente importante no raciocínio clínico. Trata-se de uma indicação preciosa para o diagnóstico (Van Den Berg, 1970).

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Medium 9788582710197

Capítulo 23 - Fibromialgia

Newton Barros Grupo A PDF Criptografado

23

FIBROMIALGIA

Newton Barros

77

O QUE É

FIBROMIALGIA?

?

A fibromialgia é uma condição dolorosa generalizada, crônica, considerada uma síndrome porque se constitui em uma série de manifestações como dor, fadiga, indisposição e distúrbios do sono. Embora

seu mecanismo exato não seja conhecido, sabe-se que na fibromialgia o indivíduo apresenta maior sensibilidade aos estímulos dolorosos e suas manifestações ocasionam prejuízo para a qualidade de vida e desempenho profissional. Não existem exames complementares que possam confirmar o diagnóstico que depende fundamentalmente da avaliação médica que irá considerar a história clínica do paciente, suas queixas de dor, alterações emocionais, distúrbios do sono e achados de pontos dolorosos musculares no exame físico (Figura 23.1).

Algumas das situações descritas podem preceder os sintomas da fibromialgia, tais como doenças graves, traumas emocionais ou físicos e mudanças hormonais. Assim sendo, uma infecção, um episódio de

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