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17 Manejo de Enfermagem no Período Pré-Operatório

CHEEVER, Kerry H; BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

17

Manejo de Enfermagem no Período Pré-Operatório

Objetivos do aprendizado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Definir as três fases do atendimento ao cliente no período peroperatório.

2 Descrever a avaliação pré-operatória detalhada para identificar fatores de risco cirúrgico.

3 Descrever as considerações gerontológicas relacionadas com o manejo pré-operatório.

4 Identificar os fatores de saúde que influenciam o estado do cliente no período pré-operatório.

5 Identificar as considerações legais e éticas relacionadas com a obtenção do consentimento informado para a cirurgia.

6 Descrever os cuidados de enfermagem pré-operatórios que diminuem o risco de infecção e outras complicações pós-operatórias.

7 Descrever a preparação pré-operatória imediata do cliente.

8 Desenvolver um plano de orientações pré-operatórias destinado a promover a recuperação do cliente da anestesia e cirurgia, evitando, assim, complicações pós-operatórias.

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Capítulo 49 - Farmacoterapia para acidez gástrica, úlceras pépticas e doença do refluxo gastresofágico

Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

49

Farmacoterapia para acidez gástrica,

úlceras pépticas e doença do refluxo gastresofágico

Keith A. Sharkey e Wallace K. MacNaughton

Fisiologia da secreção gástrica

+

,K+-ATPase das células parietais

��Defesas gástricas contra o ácido

��H

Inibidores da bomba de prótons (IBP)

��Mecanismo de ação e farmacologia

��ADME

��Usos terapêuticos e efeitos adversos

Antagonistas dos receptores H2

��Mecanismo de ação e farmacologia

��ADME

��Usos terapêuticos e efeitos adversos

Tolerância e rebote com medicações supressoras de ácido

Fármacos que aumentam as defesas da mucosa gástrica

��Misoprostol

��Sucralfato

��Antiácidos

��Outros supressores de ácidos e citoprotetores

Estratégias terapêuticas para distúrbios acidopépticos específicos

��Doença do refluxo gastresofágico

��Sintomas graves e secreção noturna de ácido

��Doença ulcerosa péptica

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1.1 O que é sistema

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de Gestão

1

Para começar

Neste primeiro capítulo, iremos ver as definições de sistema, os fundamentos de gestão como cultura e clima organizacionais e também as principais ferramentas para implantar um sistema de gestão na empresa, como método 5S, diagrama de causa e efeito, fluxograma, entre outras.

Atualmente, muitas são as organizações que buscam a implantação de um sistema de gestão, principalmente com a globalização e com a competitividade entre os países. Para que essas organizações ganhem mercado internacional e continuem crescendo no mercado nacional, elas devem buscar a gestão em seus processos. Para isso, elas devem implantar metodologias que auxiliem nesse sistema.

1.1 O que é sistema

Sistema é um conjunto de partes integrantes e interdependentes que formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função, produzindo um ou mais resultados.

Um Sistema de Gestão é o conjunto de pessoas, recursos e procedimentos, dentro de qualquer nível de complexidade, cujos componentes associados interagem de uma maneira organizada para realizar uma tarefa específica e atingem ou mantêm um dado resultado (CHAIB, 2005).

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1.2 Fundamentos de gestão

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

cliente é uma peça importantíssima num sistema de gestão, porém a organização deve buscar a

­satisfação de seus colaboradores, assim como a melhoria contínua de seus processos, respeitando a sociedade e as legislações ambientais.

1.2 Fundamentos de gestão

Para ter sucesso na implantação de sistemas de gestão, as organizações devem partir do início, ou seja, se autoconhecer, conhecer como está a relação da organização com seus colaboradores, como está a organização consigo mesma, para responder essas perguntas, lançando mão de ferramentas da gestão, entre elas a pesquisa de clima organizacional.

1.2.1 Clima organizacional

O clima organizacional é formado pela somatória de fatores que diferem entre si, como: salário, relacionamento e comunicação entre a liderança e os trabalhadores, plano de saúde, ou seja, os benefícios que a organização fornece ao trabalhador, setores salubres, plano de carreira, bolsa de estudo, reconhecimento do trabalho. Esses e outros aspectos podem proporcionar, assim, uma visão do estado emocional da organização e do impacto ou da receptividade que a intervenção terá sobre esse clima, possibilitando o ajuste das necessidades individuais e coletivas. Em outras palavras, o clima organizacional é a atmosfera psicológica que envolve, num dado momento, a relação entre a empresa e seus colaboradores (JOHANN, 2004).

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1.3 Ferramentas do sistema de gestão

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Por isso a cultura organizacional de uma empresa é o alicerce de suas ações e práticas de gestão de

­pessoas e resultados.

O líder é o principal agente da cultura organizacional, uma vez que mantém contato direto com os colaboradores e tem o papel de transmitir-lhes os valores, as visões e regras da empresa.

Essas orientações permitem direcionar e condicionar o comportamento dos colaboradores para que a conduta dentro da organização seja condizente com o que a organização julga ideal e mantém descrito em seu código de conduta.

O Código de Ética Empresarial é o instrumento que permite que todos os stakeholders conheçam uma empresa, suas formas de atuação e suas normas de conduta, tanto da empresa como de todos os seus funcionários. Toda empresa deve possuir seu código de conduta, e a partir dele os

­colaboradores são orientados a respeitar essas regras para manutenção de seu trabalho e evitar

­sanções ao quebrá-las. Para confecção desse código deve-se partir da realidade da organização, estabelecendo comportamentos corretos, especificando as infrações previsíveis e a sanção correspondente a cada uma delas. O código de conduta deve ser divulgado, tornando-se um compromisso público da organização.

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Agora é com você!

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Agora é com você!

1) O diagrama de causa e efeito é uma ferramenta utilizada para apresentar a relação existente entre um resultado de um processo (efeito) e os fatores (causas). Para sua construção é necessário agrupar os 6M desse diagrama. Quais são esses 6M, e o que diz cada um deles?

2) Alguns autores evidenciaram, a partir dos conceitos de clima organizacional, três palavras que fazem parte e traduzem o conceito de clima organizacional. Quais são essas palavras?

3) Dentre todas as ferramentas para emprego no sistema de gestão, a ferramenta PDCA

é uma das mais importantes, sendo utilizada na implantação de todas as normas de sistema de gestão, as ISO. Como é a sistemática de aplicação do método PDCA?

4) Entre no site da empresa Brasken (

Arquivos/Download/Upload/codigo_conduta_port_23.pdf>) e discuta com seus co­­ legas sobre o código de conduta dessa empresa.

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Sistema de Gestão - Princípios e Ferramentas

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2.1 Conceitos gerais

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Sistema de

Gestão da Qualidade

2

Para começar

Neste capítulo, você irá conhecer o significado e a história da palavra “ISO”. Também definiremos o que é qualidade e trataremos dos requisitos da Norma ISO 9001 e dos prêmios de qualidade que as organizações podem receber.

2.1 Conceitos gerais

A demanda de qualidade dos produtos teve início na época dos artesãos europeus, ou seja, antes da Revolução Industrial, quando o artesão tinha o domínio desde a fabricação até o pós-venda, e o atendimento às necessidades do cliente era muito importante. Havia uma relação de confiança entre o cliente e o produtor, que nessa época era o artesão. Com a Revolução Industrial, muitos artesãos passaram a trabalhar dentro das fábricas como supervisores de produção, e então a qualidade passou a ser uma habilidade dos trabalhadores e dos supervisores dos departamentos de produção, onde os produtos defeituosos eram retrabalhados ou sucateados. Muitos desses produtos, porém, passavam pela supervisão de qualidade e chegavam defeituosos ao cliente. Com isso criou-se um departamento para essa inspeção da qualidade, visando impedir que os produtos defeituosos saíssem da fábrica e chegassem aos clientes.

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2.2 Definição e história da ISO

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Quando surgiu a linha de montagem, com Henry Ford, passou-se a adotar um sistema padronizado de medidas para todas as peças. Isso foi difundido para todos os setores industriais, não só na indústria automotiva, surgindo na época elementos que priorizavam a gestão da qualidade como a metrologia, sistema de medidas e especificações tendo a qualidade como foco da inspeção. Em 1924,

Walter A. Shewhart criou os gráficos de controle, levando o conceito da estatística à realidade pro­ dutiva da empresa. Esses gráficos ainda são muitos utilizados hoje pela gestão da qualidade moderna como os histogramas (CARVALHO et al., 2005).

Mais tarde o controle da qualidade evoluiu, surgindo a técnica de amostragem, ou seja, a inspeção da qualidade era realizada por amostragem e não mais por inspeções de 100% dos produtos produzidos, minimizando os custos com essa operação.

O Sistema de Controle da Qualidade Total foi formulado por Armand Feigenbaum. Esse sistema influenciou o modelo proposto pela International Organization for Standardization – ISO, a série ISO que conhecemos. A influência da qualidade sobre o controle do desperdício veio com o modelo Toyota de produção, conhecido como produção enxuta. Esse método eliminou as inspeções e passou a responsabilidade pela qualidade aos trabalhadores que as produziam, intervindo em tempo real com produto não conforme e evitando a produção de peças defeituosas. O conceito de melhoria contínua veio do modelo japonês na busca da perfeição, o kaizen, onde se buscavam a seleção e o desenvolvimento dos fornecedores.

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2.4 Norma ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade

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A qualidade na literatura foi classificada em cinco abordagens distintas:

»»

Transcendental: qualidade é sinônimo de excelência inata; é absoluta e universalmente reconhecível.

»»

Baseada no produto: qualidade é uma variável precisa e mensurável, oriunda dos atributos do produto.

»»

Baseada no usuário: qualidade é uma variável subjetiva: produtos de melhor qualidade atendem mais aos desejos do consumidor. Qualidade é a satisfação das necessidades do consumidor.

»»

Baseada na produção: qualidade é uma variável precisa e mensurável, oriunda do grau de conformidade do planejado com o executado. Qualidade é a conformidade às espe­ cificações.

»»

Baseada no valor: qualidade é o grau de excelência a um preço aceitável.

Ainda, segundo a Fundação Nacional da Qualidade, qualidade consiste na totalidade de características de uma entidade, organização ou uma combinação destas, que lhe conferem a capacidade de satisfazer as necessidades explícitas e implícitas dos clientes e das demais partes.

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2.3 O que é qualidade

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Quando surgiu a linha de montagem, com Henry Ford, passou-se a adotar um sistema padronizado de medidas para todas as peças. Isso foi difundido para todos os setores industriais, não só na indústria automotiva, surgindo na época elementos que priorizavam a gestão da qualidade como a metrologia, sistema de medidas e especificações tendo a qualidade como foco da inspeção. Em 1924,

Walter A. Shewhart criou os gráficos de controle, levando o conceito da estatística à realidade pro­ dutiva da empresa. Esses gráficos ainda são muitos utilizados hoje pela gestão da qualidade moderna como os histogramas (CARVALHO et al., 2005).

Mais tarde o controle da qualidade evoluiu, surgindo a técnica de amostragem, ou seja, a inspeção da qualidade era realizada por amostragem e não mais por inspeções de 100% dos produtos produzidos, minimizando os custos com essa operação.

O Sistema de Controle da Qualidade Total foi formulado por Armand Feigenbaum. Esse sistema influenciou o modelo proposto pela International Organization for Standardization – ISO, a série ISO que conhecemos. A influência da qualidade sobre o controle do desperdício veio com o modelo Toyota de produção, conhecido como produção enxuta. Esse método eliminou as inspeções e passou a responsabilidade pela qualidade aos trabalhadores que as produziam, intervindo em tempo real com produto não conforme e evitando a produção de peças defeituosas. O conceito de melhoria contínua veio do modelo japonês na busca da perfeição, o kaizen, onde se buscavam a seleção e o desenvolvimento dos fornecedores.

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Agora é com você!

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Agora é com você!

1) O Sistema de Gestão da Qualidade apresenta oito princípios, que são princípios para um caminho seguro para a organização alcançar o sucesso dentro do sistema de qualidade. Dentro desses oito princípios está o princípio Foco no Cliente e Liderança.

Comente sobre esses princípios.

2) No Brasil, o Prêmio Nacional da Qualidade – PNQ é um instrumento importante para incentivo à competitividade na forma de avaliação de empresas que buscam alcançar reconhecimento em excelência no que produzem ou comercializam. Esse prêmio se destaca em três aspectos principais. Quais seriam esses aspectos?

3) Entre no site da Fundação Nacional da Qualidade – FNQ e verifique as empresas que receberam o Prêmio Nacional da Qualidade e por quais motivos elas receberam esse prêmio.

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Sistema de Gestão - Princípios e Ferramentas

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2.5 Prêmios da qualidade

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2.5 Prêmios da qualidade

As práticas da Administração da Qualidade Total têm sido difundidas, no mundo inteiro, por meio dos chamados prêmios de qualidade. Entre eles estão o Prêmio Baldrige, o Prêmio Deming e o

Prêmio Nacional da Qualidade. Vamos ver cada um deles.

2.5.1 Prêmio Baldrige

O Congresso americano instituiu em 1987 o Prêmio Nacional da Qualidade Malcolm Baldrige, no governo do presidente Ronald Reagan. Esse prêmio foi uma homenagem a Malcolm Baldrige, Secretário de Comércio no período de 1981 a 1987, um defensor da qualidade como estratégia para a prosperidade nacional e que morreu num acidente de equitação pouco antes da criação do prêmio.

O Prêmio Baldrige baseia-se na ideia de que qualidade é parte integrante da administração de uma organização, e sua finalidade é estimular a qualidade dos produtos fabricados pelas empresas norte-americanas. Seis prêmios são concedidos anualmente em categorias como produção, serviço e pequenas empresas (MAXIMIANO, 2002).

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3.1 História da política ambiental no Brasil

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de lenha. Na segunda metade do século XIX têm início debates para delimitar áreas para a vida

­selvagem, entre estas a criação do Parque Nacional de Yellowstone nos Estados Unidos, em 1872, o primeiro parque do mundo. Ocorreu um crescimento da consciência ambiental por diversos setores da sociedade mundial, dado o elevado grau de degradação observado em todas as partes do planeta e algumas catástrofes ambientais de grandes proporções, como a de Seveso, Minamata, Bophal,

Exxon Valdez, Cubatão e Chernobil. O número de pessoas preocupadas com o meio ambiente tende a crescer à medida que a população se dá conta de que os problemas ambientais não afetam apenas a qualidade de vida atual, mas comprometem também a sobrevivência da própria humanidade.

O resultado desse quadro caracterizado pela escala dos problemas ambientais de toda ordem é o comprometimento do próprio futuro da Terra e de todos os seres humanos. É nesse cenário preocupante que surgem normas internacionais como a ISO 14001, sobre Sistema de Gestão Ambiental, para que as organizações implantem em seus sistemas produtivos controles que não agridam tanto o meio ambiente.

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3.2 Legislação ambiental

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

A política ambiental hoje, no Brasil, traz muitos avanços no que diz respeito à participação dos governos federal, distrital, estaduais e municipais, e da sociedade civil organizada. A perspectiva do desenvolvimento sustentável enfrenta oposição em diversos segmentos do mercado e até mesmo em certos setores do Governo, ao enxergarem equivocadamente o meio ambiente como um entrave ao desenvolvimento, quando, na verdade, é um elemento propulsor do desenvolvimento. No caso do

Brasil, a biodiversidade é responsável por aproximadamente 50% do PIB.

3.2 Legislação ambiental

As legislações ambientais no Brasil estão entre as mais completas e avançadas do mundo. Até meados da década de 1990, a legislação cuidava separadamente dos bens ambientais de forma não relacionada. Com a aprovação da Lei de Crime Ambiental em 1998, a sociedade brasileira, os órgãos ambientais e o Ministério Público passaram a contar com um mecanismo para punição aos infra­­ tores do meio ambiente.

Nas questões ambientais, apesar de terem ocorrido em âmbito internacional, podem ser destacados quatro eventos relevantes que interferiram diretamente nas questões ambientais no Brasil

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3.3 Normas ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

3.3 Normas ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental

Segundo a ISO 14001, o Sistema de Gestão Ambiental – SGA é definido como: a parte do Sistema de Gerenciamento Global que inclui a estrutura organizacional, o planejamento de atividades, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para o desenvolvimento, implementação, alcance, revisão e manutenção da política ambiental.

Em âmbito mundial, o número de empresas certificadas conforme a ISO 14001 tem aumentado substancialmente. Em julho de 2000, havia algo em torno de 18.000 empresas certificadas. Esse número já ultrapassou 50.000 organizações certificadas no sistema de gestão ambiental. Tal fato tem se refletido no Brasil na última década, onde houve uma rápida disseminação das ideias do desenvolvimento industrial atrelado à sustentabilidade (CHAIB, 2005).

No Brasil, a estrutura de planejamento e gestão ambiental se iniciou na década de 1970 com a criação da Secretaria Especial de Meio Ambiente da Presidência da República, sendo a maior preocupação o combate à poluição, com a promulgação da Lei nº 6.938 da Política Nacional de Meio

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