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18. Ética e legislação na práxis da enfermagem no Bloco Cirúrgico

CARVALHO, Rachel de; BIANCHI, Estela Regina Ferraz Editora Manole PDF Criptografado

18

Ética e legislação na práxis da enfermagem no Bloco Cirúrgico

Regiane Baptista Martins Porfírio

Paulo Cobellis Gomes

Rachel de Carvalho

PONTOS A APRENDER

1. Relacionar os aspectos éticos e legais do exercício profissional da enfermagem no Bloco Cirúrgico.

2. Definir imprudência, imperícia, negligência e omissão.

3. Correlacionar as responsabilidades civil, criminal e ético-legal na prática da enfermagem perioperatória.

4. Discutir os cuidados de enfermagem prestados ao paciente cirúrgico livre de riscos decorrentes da má prática profissional.

5. Verificar a importância da necessidade de um envolvimento humanizado junto ao paciente nos diferentes ambientes do Bloco Cirúrgico.

6. Discutir a inserção da bioética na prática da enfermagem perioperatória.

PALAVRAS-CHAVE

Centro Cirúrgico hospitalar; código de ética de enfermagem; ética; enfermagem; legislação profissional.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Exercício da enfermagem no Bloco Cirúrgico.

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Capítulo 34 - A unidade motora e a ação muscular

Eric R. Kandel, James Schwartz, Thomas M. Jessell, Steven A. Siegelbaum, A.J. Hudspeth Grupo A PDF Criptografado

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A unidade motora e a ação muscular

A unidade motora é a unidade elementar do controle motor

A unidade motora consiste em um neurônio motor e todas as fibras musculares que ele inerva

As propriedades das unidades motoras variam

A atividade física pode alterar as propriedades das unidades motoras

A força muscular é controlada pelo recrutamento e pela frequência de descarga das unidades motoras

As propriedades das aferências e eferências dos neurônios motores são modificadas pelas vias descendentes do tronco encefálico

A força muscular depende da estrutura do músculo

Os sarcômeros contêm as proteínas contráteis

Os elementos não contráteis fornecem o suporte estrutural essencial

A força contrátil depende da ativação, do comprimento e da velocidade de contração da fibra muscular

O torque muscular depende da geometria do músculo esquelético

Diferentes movimentos requerem estratégias de ativação distintas

A velocidade de contração pode variar em magnitude e direção

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Capítulo 35 - Reflexos espinais

Eric R. Kandel, James Schwartz, Thomas M. Jessell, Steven A. Siegelbaum, A.J. Hudspeth Grupo A PDF Criptografado

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Reflexos espinais

Os reflexos são adaptáveis às tarefas motoras específicas

Os reflexos espinais produzem padrões coordenados de contração muscular

A transecção da medula espinal em seres humanos leva a um período de choque espinal seguido de hiper-reflexia

Visão geral

Os reflexos cutâneos produzem movimentos complexos que exercem funções de proteção e posturais

O reflexo de estiramento opõe-se ao alongamento do músculo

Os circuitos espinais locais contribuem para a coordenação das respostas reflexas

O reflexo de estiramento envolve uma via monossináptica

Os interneurônios inibitórios Ia coordenam os músculos em torno de uma articulação

A divergência nas vias reflexas amplifica as aferências sensoriais e coordena as contrações musculares

A convergência dos sinais de entrada nos interneurônios Ib aumenta a flexibilidade das respostas reflexas

Os comandos motores centrais e os processos cognitivos podem alterar a transmissão sináptica nas vias reflexas espinais

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Capítulo 39 - O controle do olhar

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O controle do olhar

Seis sistemas de controle neuronal mantêm os olhos no alvo

Um sistema de fixação ativo mantém a fóvea em um alvo fixo

Os movimentos de seguimento lento envolvem o córtex cerebral, o cerebelo e a ponte

O sistema sacádico dirige a fóvea para objetos de interesse

Alguns desvios do olhar requerem movimentos coordenados da cabeça e dos olhos

O sistema de seguimento lento mantém na fóvea os alvos em movimento

Visão geral

O sistema de vergência alinha os olhos para olharem alvos em diferentes profundidades

O olho é movido por seis músculos extraoculares

Os movimentos oculares giram o olho na órbita

Os seis músculos extraoculares formam três pares de agonistas-antagonistas

Os movimentos dos dois olhos são coordenados

Os músculos extraoculares são controlados por três nervos cranianos

Os neurônios motores extraoculares codificam a posição e a velocidade dos olhos

Os circuitos motores para os movimentos sacádicos encontram-se no tronco encefálico

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Capítulo 33 - A organização e o planejamento do movimento

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A organização e o planejamento do movimento

Os comandos motores surgem por transformações sensório-motoras

O sistema nervoso central forma modelos internos das transformações sensório-motoras

Incorreções de movimentos surgem de erros e de variabilidade nas transformações

Sistemas de coordenadas diferentes podem ser empregados em diferentes estágios das transformações sensório-motoras

Padrões estereotipados são empregados em muitos movimentos

As sinalizações motoras estão sujeitas a controle antecipatório e controle por retroalimentação

O controle antecipatório não utiliza retroalimentação sensorial

O controle por retroalimentação utiliza sinais sensoriais para corrigir os movimentos

A previsão compensa o retardo sensório-motor

O processamento sensorial é diferente para a ação e para a percepção

Os sistemas motores devem adaptar-se ao desenvolvimento e à experiência

O aprendizado motor envolve a adaptação dos modelos internos para novas condições de cinemática e dinâmica

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Capítulo 36 - Locomoção

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Locomoção

Uma sequência complexa de contrações musculares é necessária para a marcha

O padrão motor para a marcha está organizado na medula espinal

A contração dos músculos flexores e extensores dos membros posteriores é controlada por redes mutuamente inibitórias

Os geradores centrais de padrão não são guiados por aferência sensorial

Os circuitos espinais podem gerar padrões locomotores complexos

A aferência sensorial dos membros em movimento regula a marcha

A propriocepção regula o ritmo e a amplitude dos passos

A aferência sensorial cutânea permite o ajuste dos passos a obstáculos inesperados

Vias descendentes são necessárias para o início e para o controle adaptativo dos passos

As vias do tronco encefálico determinam o início da marcha e controlam sua velocidade

O cerebelo faz o ajuste fino dos padrões locomotores pela regulação da frequência e da intensidade da sinalização descendente

O córtex motor utiliza informação visual para controlar os movimentos precisos da marcha

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Capítulo 41 - Postura

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Postura

O equilíbrio e a orientação postural são processos sensório-motores distintos

O tronco encefálico e o cerebelo integram as sinalizações sensoriais para a postura

O equilíbrio postural requer o controle do centro de massa corporal

O espinocerebelo e os núcleos da base são importantes na adaptação da postura

O equilíbrio durante o apoio requer ativação muscular

As respostas posturais automáticas contrapõem-se às perturbações inesperadas

Os centros do córtex cerebral contribuem para o controle postural

Visão geral

As respostas posturais automáticas adaptam-se a mudanças nas necessidades de sustentação

Ajustes posturais antecipatórios compensam os movimentos voluntários

A orientação postural é importante para otimizar a execução das tarefas, na interpretação das sensações e na antecipação das perturbações do equilíbrio

As informações sensoriais de diferentes modalidades devem ser integradas para manter o equilíbrio e a orientação

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Capítulo 42 - Cerebelo

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Cerebelo

As doenças cerebelares possuem sintomas e sinais distintos

O cerebelo participa do aprendizado motor

O cerebelo possui várias regiões funcionalmente distintas

A atividade das fibras trepadeiras produz efeitos de longa duração na eficiência sináptica das fibras paralelas

O microcircuito cerebelar tem uma organização distinta e regular

O aprendizado ocorre em diversos sítios nos microcircuitos cerebelares

Os neurônios do córtex cerebelar estão organizados em três camadas

Dois sistemas de fibras aferentes codificam a informação de maneira diferente

Vias paralelas comparam sinalizações excitatórias e inibitórias

Circuitos recorrentes ocorrem em vários níveis

O vestibulocerebelo regula o equilíbrio e os movimentos oculares

O espinocerebelo regula os movimentos do corpo e dos membros

A informação somatossensorial alcança o espinocerebelo por vias direta e indireta das fibras musgosas

O espinocerebelo modula os sistemas motores descendentes

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Capítulo 44 - Mecanismos genéticos das doenças degenerativas do sistema nervoso

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Mecanismos genéticos das doenças degenerativas do sistema nervoso

As repetições expandidas de trinucleotídeos caracterizam várias doenças neurodegenerativas

A doença de Huntington envolve degeneração do estriado

A atrofia muscular espinobulbar deve-se à função anormal do receptor de androgênio

As ataxias hereditárias espinocerebelares incluem várias doenças com sintomas semelhantes, porém com etiologias distintas

A doença de Parkinson é uma enfermidade degenerativa comum do idoso

Perda neuronal seletiva ocorre após danos a genes expressos ubiquamente

Modelos animais são ferramentas eficientes no estudo de doenças neurodegenerativas

Modelos em camundongos reproduzem muitas características das doenças neurodegenerativas

Modelos em invertebrados manifestam neurodegeneração progressiva

Várias vias estão envolvidas na patogênese das doenças neurodegenerativas

O enovelamento alterado e a degradação proteica contribuem para a doença de Parkinson

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Capítulo 40 - O sistema vestibular

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O sistema vestibular

O labirinto vestibular na orelha interna contém cinco órgãos receptores

As células ciliadas realizam a transdução dos estímulos mecânicos em potenciais de receptores

Os canais semicirculares detectam a rotação da cabeça

Os órgãos otolíticos detectam acelerações lineares

A maioria dos movimentos causa padrões complexos de estimulação vestibular

Os reflexos vestíbulo-oculares estabilizam os olhos e o corpo durante o movimento da cabeça

O reflexo vestíbulo-ocular rotacional compensa a rotação da cabeça

Os reflexos otolíticos compensam os movimentos lineares e os desvios da cabeça

Os reflexos vestíbulo-oculares são suplementados por respostas optocinéticas

Conexões centrais do labirinto vestibular integram as sinalizações vestibulares, visuais e motoras

O nervo vestibular leva informação sobre a velocidade da cabeça aos núcleos vestibulares

Uma rede do tronco encefálico conecta o sistema vestibular ao sistema oculomotor

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Capítulo 45 - As funções sensoriais, motoras e reflexas do tronco encefálico

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As funções sensoriais, motoras e reflexas do tronco encefálico

Os nervos cranianos são homólogos aos nervos espinais

Os nervos cranianos medeiam as funções sensoriais e motoras da face e da cabeça e as funções autônomas do corpo

Os nervos cranianos deixam o crânio em grupos e com frequência são lesionados em conjunto

Os núcleos dos nervos cranianos no tronco encefálico são organizados com o mesmo plano básico das regiões sensoriais e motoras da medula espinal

Os núcleos dos nervos cranianos adultos têm uma organização colunar

Os núcleos dos nervos cranianos embrionários têm uma organização segmentar

As organizações do tronco encefálico e da medula espinal diferem de três modos importantes

Conjuntos de neurônios na formação reticular do tronco encefálico coordenam reflexos e comportamentos simples necessários para a homeostase e a sobrevivência

Reflexos dos nervos cranianos envolvem núcleos de retransmissão mono e polissinápticos no tronco encefálico

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Capítulo 46 - As funções moduladoras do tronco encefálico

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As funções moduladoras do tronco encefálico

Projeções ascendentes monoaminérgicas e colinérgicas do tronco encefálico mantêm o estado de alerta

Neurônios monoaminérgicos e colinérgicos compartilham muitas propriedades e funções

Muitos neurônios monoaminérgicos e colinérgicos estão ligados ao ciclo sono-vigília

Os neurônios monoaminérgicos e colinérgicos mantêm o alerta pela modulação de neurônios talâmicos e corticais

As monoaminas regulam muitas outras funções encefálicas além do alerta

O desempenho cognitivo é otimizado por projeções monoaminérgicas ascendentes

As monoaminas estão envolvidas na regulação autônoma e na respiração

A dor e as vias antinociceptivas são moduladas por monoaminas

As monoaminas facilitam a atividade motora

Visão geral

Pós-escrito: avaliação do paciente em estado de coma

o tronco encefálico pode responder de modo independente ao ambiente com ações estereotipadas. Também foi visto, na discussão sobre os sistemas sensorial e motor, que o tronco encefálico é o conduto para todas as projeções ascendentes e descendentes entre o prosencéfalo, a medula espinal e o sistema nervoso periférico. Neste capítulo, examina-se ainda uma terceira função do tronco encefálico, como centro modulador que orquestra a atividade de repouso do sistema nervoso central, assegurando a otimização dessa atividade.

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Capítulo 49 - Homeostase, motivação e estados de adicção

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Homeostase, motivação e estados de adicção

A ingestão de líquidos ocorre tanto em resposta como em antecipação à desidratação

Os fluidos corporais são diferentemente regulados nos compartimentos intra e extracelulares

O compartimento intravascular é monitorado paralelamente por sensores endócrinos e neurais

O compartimento intracelular é monitorado por osmorreceptores

Sistemas motivacionais antecipam o surgimento e o desaparecimento de sinais de erro

As reservas de energia são reguladas com precisão

Leptina e insulina contribuem para o equilíbrio energético a longo prazo

Sinais interagem para controlar a ingestão de alimento a curto e a longo prazo

Estados motivacionais influenciam o comportamento direcionado a um objetivo

Tanto estímulos internos quanto externos contribuem para os estados motivacionais

Os estados motivacionais atendem a necessidades regulatórias e não regulatórias

Os circuitos de recompensa no encéfalo podem fornecer uma lógica comum para a seleção de objetivos

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Capítulo 50 - Crises epilépticas e epilepsia

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Crises epilépticas e epilepsia

A classificação das crises epilépticas e epilepsias é importante para a patogênese e o tratamento

Crises epilépticas são perturbações temporárias da função encefálica

Epilepsia é uma condição crônica de crises epilépticas recorrentes

O eletrencefalograma representa o comportamento coletivo dos neurônios corticais

As crises parciais originam-se em um pequeno grupo de neurônios conhecido como foco epileptogênico

Os neurônios no foco epileptogênico têm atividade característica

A falta da inibição circundante leva à sincronização

O alastramento das crises focais envolve os circuitos corticais normais

Crises generalizadas primárias são conduzidas por circuitos talamocorticais

A localização do foco da crise é crucial para o tratamento cirúrgico da epilepsia

Crises prolongadas podem causar dano encefálico

Crises convulsivas repetidas são uma emergência médica

A excitotoxicidade é a base do dano encefálico relacionado às crises

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Capítulo 51 - Sono e sonhos

Eric R. Kandel, James Schwartz, Thomas M. Jessell, Steven A. Siegelbaum, A.J. Hudspeth Grupo A PDF Criptografado

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Sono e sonhos

O sono consiste em períodos REM e não REM alternados

O sono não REM tem quatro estágios

Os sonhos REM e não REM são diferentes

O sono obedece a ritmos circadianos e ultradianos

O relógio do ciclo circadiano tem como base a produção cíclica de fatores de transcrição nuclear

O ritmo ultradiano do sono é controlado pelo tronco encefálico

A atividade no EEG relacionada com o sono é gerada por circuitos locais e por circuitos mais amplos

O sono altera-se com a idade

As características do sono variam muito entre as espécies

Os distúrbios do sono têm causas comportamentais, psicológicas e neurológicas

A insônia é a forma mais comum de distúrbio do sono

Sonolência diurna excessiva é indicativo de distúrbio do sono

A apneia durante o sono resulta na fragmentação deste

A narcolepsia é caracterizada por ativação anormal dos mecanismos do sono

A síndrome das pernas inquietas e os movimentos periódicos das pernas interrompem o sono

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