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Capítulo 6 - Lesões potencialmente malignas

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6

Lesões potencialmente malignas

6.1

Leucoplasia

MÁRCIO AJUDARTE LOPES

Em 2002, foi recomendado fazer uma distinção entre diagnóstico clínico provisório de leucoplasia oral e diagnóstico definitivo. Diagnóstico provisório é feito quando a lesão não pode ser claramente diagnosticada no exame clínico como nenhuma outra doença da mucosa oral com aparência branca. Diagnóstico definitivo de leucoplasia oral é quando a lesão persiste após a identificação e eliminação do fator etiológico suspeito e posterior exame histopatológico.

É importante salientar que a biópsia e a análise histopatológica de uma leucoplasia diagnosticada clinicamente têm dois objetivos:

OBJETIVO DE APRENDIZAGEM

• Conhecer a epidemiologia, a etiologia, as características clínicas e microscópicas, as formas de diagnóstico e o tratamento da leucoplasia

Excluir qualquer outra lesão definida, por exemplo, líquen plano;

Estabelecer o grau de displasia epitelial, se presente.

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Capítulo 10 - Tumores odontogênicos

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10

Tumores odontogênicos

REBECA DE SOUZA AZEVEDO

FÁBIO RAMÔA PIRES

OBJETIVO DE APRENDIZAGEM

• Estudar os principais tumores odontogênicos, seguindo a indicação classificatória mais recente proposta pela OMS

TUMORES ODONTOGÊNICOS

O grupo dos TOs é constituído de lesões heterogêneas com características clínicas, radiográficas e histopatológicas diversas, que possuem comportamento biológico variável, indo desde proliferações hamartomatosas de crescimento autolimitante até verdadeiras neoplasias com diferentes graus de agressividade.

LEMBRETE

Mais de 95% dos TOs são entidades benignas e os TOs malignos são raros.

10.1

Os tumores odontogênicos (TOs) são entidades relativamente frequentes e podem representar de 2,5 a 5% dos diagnósticos realizados nos laboratórios de patologia oral. Sua origem é creditada à proliferação de remanescentes dos tecidos moles e duros que originam os dentes, mas sua patogênese exata ainda é desconhecida. Como os dentes são formados no interior dos ossos gnáticos, os TOs são entidades preferencialmente intraósseas, muito embora alguns possam surgir nos tecidos moles da gengiva e do rebordo alveolar.

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Capítulo 9 - Cistos odontogênicos e não odontogênicos

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9

Cistos odontogênicos e não odontogênicos

9.1

Cistos odontogênicos

RICARDO SANTIAGO GOMEZ

Os cistos odontogênicos representam importante grupo de alterações patológicas que ocorrem na maxila e mandíbula, em especial pela sua frequência e importância no diagnóstico de lesões ósseas na região. Esses cistos são classificados em dois grupos: inflamatórios e de desenvolvimento.

Enquanto nos cistos inflamatórios a inflamação representa o estímulo para a proliferação do epitélio odontogênico, os mecanismos de formação dos cistos odontogênicos de desenvolvimento são ainda pouco conhecidos.

OBJETIVO DE APRENDIZAGEM

• Estudar os cistos odontogênicos, diferenciando-os em cistos odontogênicos de desenvolvimento e cistos odontogênicos inflamatórios

CISTOS ODONTOGÊNICOS DE DESENVOLVIMENTO

CISTO DENTÍGERO

O cisto dentígero origina-se a partir do acúmulo de fluido no espaço localizado entre o folículo pericoronário e um dente impactado. A origem deve-se provavelmente a distúrbios hemodinâmicos nos vasos sanguíneos presentes no conectivo de um folículo pericoronário de um dente incluso, levando ao extravasamento de exsudato inflamatório com posterior acúmulo entre o epitélio reduzido do

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Capítulo 4 - Coroas provisórias

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Coroas provisórias

LIVIA MARIA SALES PINTO FIAMENGUI | LUANA MENEZES DE MENDONÇA

LUIZ FERNANDO PEGORARO

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Conhecer as técnicas mais utilizadas para a confecção de coroas provisórias com resina acrílica autopolimerizável

• Identificar as vantagens e desvantagens das técnicas diretas e indiretas de confecção de próteses provisórias

• Conhecer as indicações de cada uma dessas técnicas

A prótese provisória deve preencher os seguintes requisitos:

• Deve ser resistente, para suportar as funções mastigatórias ao longo do tratamento;

• Deve recuperar o complexo dentino-pulpar traumatizado durante o preparo dentário e impedir que o dente preparado sofra agressões térmicas, químicas e mecânicas provenientes do meio bucal;

• Deve apresentar adaptação marginal adequada, para evitar infiltração da saliva e proliferação bacteriana;

• Deve restabelecer a oclusão e os contatos proximais corretos, para evitar migrações e extrusões dentárias e impacção alimentar;

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Capítulo 8 - Outras neoplasias malignas

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Outras neoplasias malignas

OBJETIVO DE APRENDIZAGEM

• Discutir as características clínicas, radiográficas e histopatológicas das neoplasias malignas mais comumente diagnosticadas na região oral e maxilofacial, como osteossarcoma, melanoma, rabdomiossarcoma, leucemias e linfomas

FELIPE PAIVA FONSECA

HÉLDER ANTÔNIO REBELO PONTES

DÉCIO DOS SANTOS PINTO JR.

SAIBA MAIS

A análise dos dados disponíveis na literatura demonstra que as neoplasias malignas correspondem, normalmente, a cerca de 1,5 a 5% do total de lesões diagnosticadas, apesar de alguns poucos estudos demonstrarem índices superiores a 20%, possivelmente como consequência das diferentes características dos serviço de patologia oral e das características epidemiológicas de determinadas lesões que apresentam maior incidência em regiões geográficas específicas.

Poucos estudos foram desenvolvidos determinar a distribuição geral das lesões que acometem essas estruturas anatômicas. A maioria das investigações é limitada a uma determinada faixa etária, localização ou diagnóstico, não permitindo uma adequada comparação entre os diferentes resultados.

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Capítulo 2 - Planejamento em prótese parcial fixa

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Planejamento em prótese parcial fixa

HUGO ALBERTO VIDOTTI | MARCOS DANIEL S. LANZA | LUIZ FERNANDO PEGORARO

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Conhecer os princípios que regem o planejamento de uma PPF

• Analisar exemplos de situações clínicas em função da ausência de diferentes dentes

• Identificar as finalidades da montagem do modelo de estudo em articulador

A

B

C

Figura 2.1 – (A) Ausência do dente 46,

(B) após preparo dos dentes pilares 47 e

45 e (C) após a cimentação da PPF.

Planejamento é uma sequência de procedimentos para o tratamento proposto após a determinação do diagnóstico realizado a partir dos dados obtidos na anamnese, nos exames extra e intrabucais, na avaliação radiográfica e dos modelos de estudo.

O sucesso dos trabalhos de prótese parcial fixa (PPF) na clínica diária está diretamente associado a um correto e criterioso planejamento, que deve ser individualizado e executado de modo a atender às necessidades de cada paciente. Estas devem ser determinadas em função das informações obtidas durante o exame clínico, visualizando-o como um todo, e não como um dente ou grupo de dentes a ser restaurados.

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Capítulo 8 - Seleção de cor e ajuste funcional e estético

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Seleção de cor e ajuste funcional e estético

FERNANDA HERRERA STANCARI | MAX DÓRIA COSTA | LUIZ FERNANDO PEGORARO

COR

A seleção de cor da prótese está baseada em princípios básicos de física e biologia que permitem ao ser humano a percepção das cores.

A superfície interna do olho humano é revestida por uma camada

única de células que apresenta uma área circular de alta especificidade celular chamada fóvea ou mácula densa.

Essa área é composta por células chamadas cones, que são polarizadas eletricamente e apresentam um pigmento químico no seu citoplasma capaz de movimentos celulares rápidos e estimulação do nervo óptico. Esses pigmentos são as rodopsinas ou iodopsinas, que estimulam três cores distintas, as quais são a base física da visão humana primária: verde, azul e vermelho.

A superfície externa à fóvea possui outro tipo de células, denominadas bastonetes, que reagem a quantidades de energia muito menores do que os cones. No entanto, seu conteúdo citoplasmático só lhes permite passar ao nervo as sensações de claro e escuro. Assim, para processar uma cor, existe uma associação desses dois tipos de células.

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Capítulo 3 - Doenças infecciosas

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Doenças infecciosas

ELISMAURO FRANCISCO DE MENDONÇA

SUZANA C. O. M. DE SOUSA

3.1

Infecções virais

As doenças de origem viral mais frequentes na região de cabeça e pescoço e, em especial na cavidade oral, são as lesões causadas por vírus da família

Herpes, papiloma vírus humano (HPV, do inglês human papiloma virus) e vírus da imunodeficiência adquirida (HIV, do inglês human immunodeficiency virus).

Doenças virais na região perioral e mucosa oral podem ser encontradas com frequência durante o exercício da odontologia. Os vírus são importantes agentes causadores de úlceras e podem estar envolvidos no processo de tumorigênese de algumas neoplasias na cavidade oral. A virologia tem avançado muito nos últimos tempos, principalmente em decorrência dos avanços da biologia molecular, com introdução de sofisticadas ferramentas moleculares, tais como anticorpos monoclonais, amplificação pela técnica da reação em cadeia da polimerase (PCR, do inglês polymerase chain reation), sequenciamento de DNA, análise por microarranjo-DNA e testes rápidos de diagnósticos. Todas essas tecnologias têm dirigido esforços para identificação de corpos virais, proteínas e ácidos nucleicos nos fluídos corporais e amostras teciduais, e na determinação da resposta do hospedeiro à infecção viral.

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Capítulo 5 - Proliferações não neoplásicas e neoplasias benignas

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5

Proliferações não neoplásicas e neoplasias benignas

5.1

Proliferações não neoplásicas

MARTINHO CAMPOLINA REBELLO HORTA

PAULO EDUARDO ALENCAR DE SOUZA

A mucosa bucal pode ser acometida por lesões hiperplásicas reacionais, também denominadas proliferações não neoplásicas. Essas lesões bucais são geralmente causadas por agentes irritantes locais de baixa intensidade e longa duração, como acúmulo de biofilme e cálculo dentário e, principalmente, traumatismo decorrente de próteses mal-adaptadas e do hábito de morder a mucosa. Esses agentes agressores desencadeiam um processo inflamatório na mucosa bucal, gerando a produção local de diversos mediadores químicos, entre eles citocinas e fatores de crescimento, que estimulam a proliferação e diferenciação celular e, consequentemente, a formação das lesões hiperplásicas reacionais. Essas lesões são muito prevalentes e se apresentam clinicamente como pápulas ou nódulos, geralmente tratados por meio de excisão cirúrgica conservadora. O diagnóstico definitivo está condicionado à realização do exame anatomopatológico.

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Capítulo 1 - Exames clínico e complementares

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Exames clínico e complementares

MAX DÓRIA COSTA | LUIZ ALVES DE OLIVEIRA NETO | LUIZ FERNANDO PEGORARO

ANAMNESE

Os dados obtidos que forem considerados importantes devem ser registrados na ficha clínica. Esta constitui um instrumento legal e, por isso, deve ser preenchida legivelmente com informações precisas.

A ficha clínica deve ser preenchida obedecendo à ordem apresentada a seguir.

IDENTIFICAÇÃO:  É imprescindível constar nome, endereço, idade, estado civil, gênero , raça e profissão.

MOTIVO DA CONSULTA OU QUEIXA PRINCIPAL:  O paciente precisa informar o motivo da consulta, como presença de dor; restabelecimento da função devido a exodontia/fratura/trauma/cárie de dentes; razões estéticas dos dentes ou de próteses antigas; presença de desgastes de dentes, entre outros.

HISTÓRICO ODONTOLÓGICO:  O profissional deve perguntar sobre a frequência das visitas periódicas ao cirurgião-dentista para prevenção e manutenção da saúde bucal; sobre experiências relacionadas com tratamentos prévios; e se o paciente teve algum tipo de problema com anestesia local.

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Capítulo 6 - Registros intermaxilares e articuladores semiajustáveis

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Registros intermaxilares e articuladores semiajustáveis

MAX LAURENT A. | HUGO ALBERTO VIDOTTI | LUIZ FERNANDO PEGORARO

Uma das etapas mais importantes na confecção de uma prótese parcial fixa (PPF) é registrar com precisão a relação entre a maxila e a mandíbula, para que essa informação seja transferida ao modelo de trabalho que será fixado em articulador semiajustável (ASA).

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Quando os modelos de trabalho são transferidos ao ASA nas mesmas relações vertical e horizontal que apresentam na boca, possibilitam ao técnico de laboratório executar todas as etapas laboratoriais com mais precisão, abreviando o trabalho clínico do profissional.

• Conhecer as vantagens dos articuladores semiajustáveis

• Identificar a importância de registrar com precisão a relação entre a maxila e a mandíbula

• Identificar os objetivos e a técnica da montagem de modelos de estudo e dos modelos de trabalho

• Conhecer o processo de confecção dos casquetes de registro

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Capítulo 10 - Controle e manutenção

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Controle e manutenção

MICHYELE C. SBRANA | LUIS AUGUSTO ESPER | LUIZ FERNANDO PEGORARO

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Conhecer os aspectos de higiene oral essenciais à manutenção da PPF

• Identificar os exames indicados para controle e manutenção da PPF

LEMBRETE

Pacientes reabilitados com próteses devem ser inseridos em um programa de manutenção com visitas regulares ao periodontista, para que o tratamento seja mantido com sucesso durante o maior tempo possível.

A

B

O controle da placa bacteriana é um pré-requisito para manter a saúde periodontal e evitar a instalação do processo carioso após a cimentação da PPF. Durante a realização do tratamento, o paciente deve ser instruído quanto às medidas de higiene oral e motivado a realizar o controle de placa adequado para garantir o sucesso do tratamento reabilitador.

Uma técnica ideal de escovação é aquela que permite a completa remoção da placa bacteriana no menor tempo possível, sem causar danos aos tecidos gengival e dentário. Deve ser sequencial, iniciandose pelas regiões de maior dificuldade para as mais fáceis, pois esse procedimento auxilia na formação do hábito e assegura que a placa bacteriana seja removida de todas as superfícies dentárias.

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Capítulo 4 - Doenças imunologicamente mediadas

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Doenças imunologicamente mediadas

4.1 Líquen plano, eritema multiforme

e lúpus eritematoso

ADRIANO MOTA LOYOLA

LÍQUEN PLANO

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Entender o que é líquen plano, eritema multiforme e lúpus eritematoso

• Conhecer a patogenia, as manifestações clínicas, os aspectos histopatológicos e as formas de tratamento dessas três doenças

LÍQUEN PLANO

É uma doença inflamatória que acomete pele e mucosa, isolada ou concomitantemente, resultante da agressão autoimune dos queratinócitos basais por clones linfocitários autorreativos.

LEMBRETE

O líquen plano é mais comumente diagnosticado em mulheres adultas de meia idade e idosas, em torno da quinta e sexta décadas de vida.

O líquen plano (LP) pode se manifestar exclusivamente na pele ou nas mucosas, ou envolver os dois sistemas concomitantemente.

Estima-se que o LP ocorra em 0,2 a 5% da população em geral. Nos casos em que a manifestação inicial é cutânea, 30% dos pacientes desenvolverão lesões em mucosa; já quando a manifestação inicial é de lesões em mucosa, até 50% dos pacientes deverão desenvolver lesões cutâneas. Contudo, não há uma correspondência de intensidade e extensão de manifestação entre as lesões cutâneas e as mucosas.

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Capítulo 12 - Doenças das glândulas salivares

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Doenças das glândulas salivares

12.1

Lesões não neoplásicas

LUIZ ALCINO GUEIROS

MUCOCELE

Mucocele é uma das lesões benignas mais comuns da boca e a mais comum das glândulas salivares menores. É observada frequentemente em crianças e em pacientes jovens, com pico de incidência entre 10 e 29 anos. Na boca, ocorre frequentemente no lábio inferior, seguido de mucosa jugal e ventre lingual, embora também ocorra em outras regiões, como seio maxilar e cavidade nasal.

A mucocele é uma lesão associada a trauma local, que promove rompimento do ducto excretor de uma glândula salivar menor e consequente extravasamento de saliva no tecido conectivo adjacente com indução de reação inflamatória. O hábito de sugar os lábios e o uso de piercing eventualmente estão associados ao desenvolvimento de mucoceles. Na maioria dos casos, seu diagnóstico é realizado adequadamente por meio do exame clínico.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Estudar as lesões não neoplásicas, como mucocele, rânula, cisto do ducto salivar, sialoadenite e síndrome de

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Capítulo 9 - Cimentação

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Cimentação

LUANA MENEZES DE MENDONÇA | LIVIA AGUIAR SANTOS | LUIZ FERNANDO PEGORARO

A cimentação tem como objetivo principal:

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Preencher com um agente cimentante o espaço existente entre o dente preparado e a coroa;

• Promover a união entre essas estruturas;

• Evitar o deslocamento das restaurações durante a função.

• Conhecer os objetivos da etapa de cimentação da PPF

O prognóstico das próteses parciais fixas (PPFs) em longo prazo depende da estabilidade dessa união. Para isso, o cimento deve ser capaz de promover uma resistente união entre os diferentes substratos, seja por união química, mecânica, micromecânica ou por uma combinação destas, dependendo da natureza do cimento e do substrato dentário.

• Compreender a etapa de tratamento das superfícies dentária e interna da coroa

Em geral, um cimento deve apresentar características como:

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