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Medium 9788527734110

100 - Anestesia Tópica e Infiltrativa

LIMA, Emerson; LIMA, Mariana Grupo Gen PDF Criptografado

100

Anestesia

Tópica e Infiltrativa

Cesar Romão Martins, Emerson Lima, Marcia Cristina Soares Correia Purceli

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Introdução, 804

Anestésicos locais, 804

Anestesia infiltrativa, 807

Anestesia tumescente, 807

Anestesia tópica, 809

Bloqueios de nervos periféricos, 811

Intoxicação por anestésico local, 814

Legislação referente à anestesia local em consultório, 815

Considerações finais, 815

Bibliografia, 815

Introdução

A Organização Mundial da Saú­de (OMS) define dor como uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou rela‑ cionada com lesão real ou potencial dos tecidos. Cada in­di­ví­duo aprende a utilizar esse termo a partir de suas experiências anterio‑ res, moduladas, também, por fatores subjetivos e culturais. Nas últi‑ mas décadas, os médicos aprenderam a tratar a dor como o quinto sinal vital. Já aos pacientes, ensinou‑se que eles têm o direito de não sentir dor.

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Medium 9788565852630

100. Derrame pleural

Luciano Fochesatto Filho; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

100

Derrame pleural

Denise Rossato Silva

Marli Maria Knorst

CASO CLÍNICO

Um paciente do sexo masculino, 65 anos, tabagista (fuma 20 cigarros por dia há 40 anos) e com insuficiência cardíaca, procura a emergência devido à piora da dispneia com início há três dias. Ele afirma não apresentar dor torácica, expectoração ou febre. Ao realizar exame físico, verifica-se diminuição do murmúrio vesicular em terços inferiores, com macicez à percussão. A radiografia de tórax evidencia cardiomegalia e derrame pleural bilateral de igual tamanho (pequeno).

DEFINIÇÃO

O derrame pleural (DP) é o acúmulo anormal de líquido no espaço pleural. Em condições normais, pode haver uma pequena quantidade de líquido nesse espaço (0,1 a

0,2 mL/kg).1

PATOGÊNESE

O surgimento do DP pode ocorrer devido a aumento da pressão hidrostática nos capilares sanguíneos e/ou linfáticos, da permeabilidade capilar, da pressão negativa no espaço pleural ou da diminuição da pressão oncótica das proteínas plasmáticas. Os transudatos originam-se do aumento da pressão hidrostática ou diminuição da pressão oncótica. Geralmente indicam que as membranas pleurais não estão afetadas. Os exsudatos formam-se devido a vazamento de líquido e proteínas ao longo de uma membrana capilar alterada com aumento da permeabilidade.1

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Medium 9788527722490

100 - Diagnóstico Laboratorial das Micoses

Coura, José Rodrigues Grupo Gen PDF Criptografado

Seção  3  |  Doenças Produzidas por Fungos

100

Diagnóstico Laboratorial das Micoses

Márcia dos Santos Lazéra, Bodo Wanke, Alberto Thomaz Londero†

CC

Introdução

As micoses humanas podem ser causadas por fungos primariamente patogênicos ou por fungos oportunistas.

Primariamente patogênicos são aqueles que têm capacidade de invadir os tecidos de um hospedeiro normal; os oportunistas, no entanto, somente são invasores de tecidos de in­di­ví­duos com alterações graves do sistema imunodefensivo. As doen­ças por fungos primariamente patogênicos se classificam em quatro grupos naturais: micoses superficiais, cutâ­neas, subcutâ­neas e sistêmicas. As doen­ças por fungos oportunistas se agrupam sob a denominação de micoses oportunísticas.

Ao invadirem os tecidos, os fungos sofrem uma redução morfológica, fenômeno que vai desde a simples perda da capacidade de produzir propágulos até a transformação total do talo, também é conhecida como dimorfismo. Estas modificações caracterizam a adaptação ao parasitismo.

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Medium 9788527734714

100 - Exames Complementares

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

100

Exames

Complementares

Monike Lourenço Dias Rodrigues e Natalia Jatene

Introdução

Os exames complementares utilizados no diagnóstico dos distúrbios hipotalâmico‑hipofisários compreendem dosagens hormonais, provas funcionais e exames de imagem.

Hipófise anterior

Dosagens hormonais basais

Dosagens basais significam o nível sérico de um dado hormô‑ nio na ausência de estímulos farmacológicos, em geral, obtido em amostra de sangue com jejum matinal.

As principais dosagens para avaliação do eixo hipo‑ tálamo‑hipofisário são: hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) e cortisol (eixo corticotrófico), hormônio de crescimento (GH) e fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (insulin‑like growth factor 1 [IGF‑1]; eixo somatotrófico), hormônio tireo‑ trófico (TSH) e tiroxina livre (T4 livre) (eixo tireotrófico), hor‑ mônio foliculestimulante (FSH), hormônio luteinizante (LH), estradiol em mulheres, testosterona total e/ou livre em homens

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Medium 9788520437636

100. Nutrição e doenças infecciosas

ROSS, A. Catharine; CABALLERO, Benjamin; COUSINS, Robert J. Editora Manole PDF Criptografado

100

Nutrição e doenças infecciosas*

Alice M.Tang, Ellen S mit e R ic h a rd D . S e mb a

Panorama histórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Princípios gerais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Desnutrição e doenças infecciosas específicas . . . . . .

Sarampo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Malária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Doenças diarreicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Infecções respiratórias agudas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Infecção por tênia (ou teníase) . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Tuberculose. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788541202862

100 | Osteocondrose Canina

BOJRAB, M. Joseph; MONNET, Eric (eds.) Grupo Gen PDF Criptografado

Osteocondrose Canina

100

Jennifer L. Lansdowne e Curtis W. Probst

A osteocondrose (OC) é um distúrbio que afeta o pro­ cesso de ossificação endocondral em pessoas e em animais em crescimento, incluindo cães, cavalos, por­ cos e galinhas.1 Apesar de as alterações associadas à

OC serem bem descritas, a etiologia e a patogênese ainda não são completamente entendidas. A osteo­ condrose afeta as células das cartilagens fisária e epifisária e pode manifestar-se clinicamente como lesões de osteo­condrite dissecante, fragmentação do processo coronoide (FCP, do inglês fragmentation of the coronoid process) medial da ulna, não união do processo ancô­ neo (NUPA, do inglês ununited anconeal process), retenção dos núcleos cartilaginosos, síndrome de Osgood­

‑Schlatter (OC da tuberosidade tibial), deslizamento da epífise ou ossificação incompleta do côndilo umeral.

Considera-se que todas essas condições tenham uma patogênese similar. A osteo­condrose é uma causa co­ mum de osteo­artrite secundária em pessoas e em animais domésticos. 2 A osteo­c ondrite dissecante (OCD) é a manifestação clínica mais comum da osteo­condrose.

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Medium 9788527727495

100 - Pancreatite Aguda

IRWIN, Richard S.; LILLY, Craig M.; RIPPE, James M. Grupo Gen PDF Criptografado

100

Pancreatite Aguda

Jennifer K. Plichta e Fred A. Luchette

I. Definições

A. Pancreatite clinicamente aguda: início rápido de dor associada a anomalias da função exócrina e alterações inflamatórias do pâncreas em exames de imagem.

B. Pancreatite clinicamente crônica: episódios repetidos de dor associada

à diminuição da função exócrina.

C. Pancreatite funcionalmente aguda: do ponto de vista funcional, o pâncreas era e continuará a ser normal antes e depois do episódio agudo.

D. Pancreatite funcionalmente crônica: do ponto de vista funcional, o pâncreas era anormal antes do episódio agudo e pode continuar assim depois dele.

E. Pancreatite patologicamente aguda.

1. Leve: as alterações teciduais predominantes são inflamatórias, com edema intersticial, perturbação intrapancreática ou peripancreática e densificação da gordura.

2. Grave: as alterações teciduais predominantes são necróticas, associadas a necrose focal ou difusa das células acinares, trombose dos vasos intrapancreáticos, hemorragia intraparenquimatosa e áreas de liquefação.

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Medium 9788581142999

100 Sífilis Adquirida

LUPI, Omar; CANDIANI, Jorge Ocampo; GATTI, Carlos Fernando Grupo Gen PDF Criptografado

100

Sífilis Adquirida

Fich, Felix ■ Downey, Camila

La sífilis es una enfermedad sistémica causada por el Tre­ ponema pallidum, espiroqueta de reservorio humano exclusi­ vo. El Treponema pallidum es difícil de cultivar y puede obser­ varse en microscopía de campo oscuro.1 Es una enfermedad que debe ser notificada y se caracteriza por una gran variedad de manifestaciones clínicas, las que se manifiestan según la etapa en que se encuentre la enfermedad. Los primeros repor­ tes que se pueden atribuir a sífilis corresponden al asedio de

Nápoles por las tropas de Carlos VIII de Francia, que incluían numerosos tripulantes de los viaje de Colón a América. Por esta razón, muchos autores le atribuyen un origen americano a la sífilis, si bien es posible que en Europa haya existido una forma más benigna de la enfermedad. La población napolitana afectada la denominó mal gallito (mal francés), mientras las tropas la llamaban mal napolitano.

El nombre de la enfermedad proviene del poema de

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Medium 9788527724227

100 - Sedação

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

100

Sedação

Diretrizes clínicas

• A sedação é administrada sob prescrição médica. A medicação para atingir a sedação é selecionada de acordo com o tipo de procedimento, duração, condição clínica da criança, idade e peso ou ­área de superfície corporal, expectativa de dor e necessidade de amnésia

• O médico, a enfermeira ou técnica de enfermagem podem administrar os medicamentos para sedação. Profissionais que cuidam de crianças que recebem sedação moderada devem ter conhecimento fundamentado em competência com a administração de medicamentos e a avaliação da criança antes, durante e após a sedação. Os profissionais devem ter as habilidades para controlar as vias respiratórias comprometidas e promover oxigenação e ventilação adequadas, caso seja necessário

• A sedação moderada é empregada para procedimentos diagnósticos e terapêuticos que tenham a possibilidade de ser dolorosos ou para os quais a criança precise permanecer imóvel.

A sedação moderada é uma depressão da consciên­cia induzida por medicamentos; a criança ainda consegue responder a comandos, manter as vias respiratórias permeá­veis e a ventilação espontânea adequada. Um ponto-chave a ser considerado é que o processo de sedação para anestesia é um contínuo.

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Medium 9788527726665

100 - Staphylococcus sp. e Streptococcus sp.

JERICÓ, Márcia Marques Grupo Gen PDF Criptografado

100

Staphylococcus sp. e

Streptococcus sp.

Patrícia da Silva Nascente

JJ

Introdução

Os cocos gram‑positivos aeróbios, ou facultativamente cror­ ga­ nis­ anaeróbios, representam cerca de 30% dos mi­ mos isolados na rotina bacteriológica. Nesta identificação, maior atenção recebem Streptococcus spp. e Staphylococcus spp. como agentes causadores de doen­

ças infecciosas.

Rotineiramente, utiliza‑se o teste da catalase para diferenciar os Staphylococci spp. (catalase-positivos) dos Streptococci spp. (catalase-negativos).

A catalase é um mecanismo de defesa para a bactéria contra células fagocitárias, porém não é um fator essencial para a sobrevivência do Staphylococcus spp. Atualmente, fazem parte do grupo dos cocos gram‑positivos catalase‑ negativos os seguintes gêneros: Abiotrophia, Aerococcus, Dolo­si­ coccus, Dolosigranulum, Enterococcus, Lactococcus, Fackla­ mia, Gemella, Globicatella, Granulicatella, Helcococcus, Ignavi­ granum, Lactococus, Leuconostoc, Pediococcus, Strepto­coccus,

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Medium 9788527718349

100 Tumores Carcinoides do Trato Gastrintestinal

DANI, Renato; PASSOS, Maria do Carmo Friche Grupo Gen PDF Criptografado

100

Tumores Carcinoides do

Trato Gastrintestinal

Luciano Cézar Ribeiro Magalhães, Renato Dani,

Márcio Guimarães Moreira Dias

Os tumores carcinoides são os tumores neuroendócrinos mais comuns do trato gastrintestinal, constituídos de células do sistema APUD (Amine Peptide Uptake and Decarboxilation), provenientes de uma célula multipotente comum, com diferentes perfis hormonais, dependendo do local de origem. Podem sofrer hiperplasia ou evoluir para neoplasias (apudomas).

Em ambos os casos, a célula APUD pode tornar-se hipersecretora, com o aparecimento de síndromes diversas. As funções do sistema APUD são muito complexas e não totalmente esclarecidas. Entre elas, citam-se a função hormonal, como, por exemplo, as secreções de gastrina, secretina, colecistocinina, substâncias estas que, por via sanguínea, agem a distância; função parácrina, como, por exemplo, as secreções de serotonina, substância P, somatostatina, que agem diretamente na célula efetora ou próximo a esta; função neurócrina, como a secreção da substância P, do peptídio intestinal vasoativo, da neurotensina, que interagem com produtos de terminações nervosas, desempenhando um papel regulador ou modulador das substâncias neurotransmissoras, ou mesmo atuando como substância neurotransmissora, segundo alguns. Compartilham aspectos citoquímicos com melanomas, feocromocitomas, carcinomas medulares da tireoide e tumores endócrinos do pâncreas. A histologia, por si só, não pode definir se o tumor é maligno ou não, e o critério mais importante é a presença de metástases. Em cerca de 55% das vezes, os tumores carcinoides estão localizados no trato gastrintestinal. Esses tumores sintetizam numerosas aminas bioativas, incluindo enolase, 5-hidroxitriptamina, 5-hidroxitriptofana, sinaptofisina, cromogranina

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Medium 9788520437636

101. Aditivos, contaminantes e tóxicos naturais alimentares e avaliação dos riscos

ROSS, A. Catharine; CABALLERO, Benjamin; COUSINS, Robert J. Editora Manole PDF Criptografado

J. 

Stev e L . Tay lor e J o se p h L. B a u me rt

Aditivos alimentares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sorbitol e hexitóis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sulfitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Tartrazina (amarelo FD&C n. 5). . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Olestra. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sacarina. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Aditivos alimentares nutricionais. . . . . . . . . . . . . . . . .

Niacina. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Vitamina A. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788527734110

101 - Analgesia no Pós operatório

LIMA, Emerson; LIMA, Mariana Grupo Gen PDF Criptografado

101

Analgesia no

Pós‑operatório

Érica de Oliveira Monteiro, Thalita Marçal Machado

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Introdução, 816

Mecanismo da dor, 816

Analgesia medicamentosa, 817

Analgesia com anestésicos tópicos e locais, 818

Analgesia pós‑procedimento, 818

Dor relacionada com procedimentos dermatológicos específicos, 818

Considerações finais, 821

Referências bibliográficas, 821

Bibliografia, 821

Introdução

A dor após tratamentos dermatológicos compreende um evento adverso indesejado e, muitas vezes, limitante para a indicação de procedimentos. A conceituação e as definições de dor são inúmeras e com diferentes abordagens. A International Association for the

Study of Pain (IASP) a define como “experiência sensório‑emocio‑ nal desagradável associada a dano real ou potencial”. Desse modo, deve‑se entender a dor de maneira ampliada, considerando‑a “uma emoção” e “uma sensação específica”.

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Medium 9788565852630

101. Asma

Luciano Fochesatto Filho; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

101

Asma

Paulo de Tarso Roth Dalcin

CASO CLÍNICO

Uma paciente do sexo feminino, 43 anos, branca, procurou atendimento ambulatorial devido a dispneia recorrente, em geral associada asibilância, constrição torácica e tosse, com início há seis meses.

Os sintomas surgiram após um quadro de infecção respiratória e foram agravados por mudanças do clima, atividade física e exposição a mofo domiciliar. Os sintomas aliviavam espontaneamente e, em duas ocasiões, melhoraram depois de realizada nebulização com salbutamol durante atendimento na emergência. No último mês, os sintomas passaram a ser diários e limitaram a atividade da paciente.

Ela afirmou nunca ter fumado. Ao realizar exame, foram verificados: bom estado geral, mucosas

úmidas e coradas, ausência de cianose, pressão arterial de 120/80 mmHg, frequência cardíaca de

80 bpm, frequência respiratória de 18 rpm. O aparelho cardiovascular evidenciou ritmo cardíaco regular, 2 tempos, bulhas normofonéticas, sem sopros e o aparelho respiratório, murmúrio vesicular presente em ambos os campos pulmonares, alguns sibilos expiratórios em bases bilaterais. No abdome, não foram observadas alterações. O exame radiológico do tórax foi normal. A espirometria

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Medium 9788527726665

101 - Brucelose

JERICÓ, Márcia Marques Grupo Gen PDF Criptografado

101

Brucelose

Lara Borges Keid

JJ

Introdução

A brucelose causada pela Brucella canis constitui impor­ tante causa de problemas reprodutivos nos cães, sendo res­ ponsável por manifestações clínicas como abortamento, orquite e epididimite e infertilidade. Tecidos ricos em células re­ticuloendoteliais e tecidos osteo­ar­ticulares também podem ser acometidos. A brucelose apresenta evolução crônica e

é uma enfermidade de difícil tratamento. A infecção é par­ ticular­mente relevante nas criações de cães, nas quais a fre­ quência de ocorrência pode ser elevada, provocando grandes perdas reprodutivas.

O diagnóstico laboratorial da brucelose canina é ferra­ menta fundamental para a identificação de animais infectados e o monitoramento do tratamento da enfermidade, bem como para a implantação de medidas de controle e prevenção em criações caninas. Em canis acometidos de brucelose, a rápida identificação dos animais infectados é necessária para conter a disseminação da infecção.

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