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3 Diagnóstico e quadro clínico

Moreno, Ricardo Alberto Grupo A PDF Criptografado

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Diagnóstico e quadro clínico

Doris hupfeld Moreno

Ricardo Alberto Moreno

Existem diversos tipos de depressão, que se distinguem na intensidade e persistência dos sintomas. Quanto à intensidade, podem ser leves, moderadas ou graves, dependendo do grau de sofrimento emocional e prejuízo funcional que acarretam. Algumas depressões são duradouras e outras acontecem repetidas vezes durante a vida, com intervalos de remissão, em que os pacientes voltam a ficar

A distimia é um tipo de depressão considerado leve e crônico parcial ou totalmente bem. A distimia é um pelo fato de persistir durante tipo de depressão considerado leve e crônipelo menos dois anos. Apesar co pelo fato de persistir durante pelo menos de os sintomas serem de intendois anos. Apesar de os sintomas serem de sidade leve, inicia-se precocemente e compromete de forma intensidade leve, inicia-se precocemente e significativa a vida do indivíduo. compromete de forma significativa a vida do indivíduo. Conforme observado no Capítulo

1, sobre a história da distimia, os estados depressivos crônicos vêm sendo descritos na psiquiatria há séculos, mas até 20 a 25 anos atrás sua classificação e sintomatologia eram controversas, na medida em que a distimia era diagnosticada como neurose ou algum transtorno da personalidade.

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5 Sua relação com outros quadros psiquiátricos

Moreno, Ricardo Alberto Grupo A PDF Criptografado

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Moreno, Cordás, Nardi & cols.

COMORBIDADES NA DISTIMIA

Comparadas às depressões não crônicas, as depressões crônicas (o critério temporal de cronicidade é estar sintomático a maior parte dos dias por um período mínimo de dois anos e com prejuízo no funcionamento social ou no trabalho)1 apresentam as seguintes características: início mais precoce, maior número de episódios, maior comorbidade com transtornos do Eixo I (transtornos clínicos) e do Eixo II (transtornos da personalidade), elevados níveis de neuroticismo, introversão e cognições depressivas, maior risco de suicídio e prejuízo funcional, maior adversidade e cuidados parentais mal-adaptativos, bem como elevadas taxas de transtornos

Os pacientes demoram a procudo humor entre os pais (revisado por Angst).2 rar tratamento por entenderem

Os pacientes demoram a procurar tratamento que o transtorno faz parte do seu por entenderem que o transtorno faz parte do

“modo de ser” e não o reconhecem como um problema médico seu “modo de ser” e não o reconhecem como passível de tratamento. um problema médico passível de tratamento.

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Medium 9788563308931

2 Princípios de cuidados com a pele e feridas

Scemons, Donna Grupo A PDF Criptografado

34

Donna Scemons / Denise Elston

ELEMENTOS-CHAVE

• Sugestão de banho, sabonetes e cuidados gerais com a pele.

• Justificativa para tratamento da acne e orientações de cuidados básicos prescritos por um médico ou outras terapias sem necessidade de prescrição médica.

• Conceitos utilizados em relação à proteção da pele à exposição solar.

• Nutrição adequada para os cuidados com a pele.

• Loções e cremes de uso comum e justificativa de uso.

• Definições e conceitos de cicatrização e reparação e tipos de feridas.

CUIDADOS DIÁRIOS COM A PELE

A seguir, serão apresentadas medidas eficazes de cuidados diários com a pele de homens e mulheres.

• Banho

– Evitar lavar em excesso; a lavagem diária da pele pode não ser necessária

– Usar água morna, evitando extremos de temperatura, em especial água quente

– Evitar uso agressivo de panos de limpeza capazes de esfoliar a pele e remover o estrato córneo

– Usar sabonete suave e que não resseque a pele, seja em barra ou líquido

Cada paciente deve ter o próprio sabonete, não compartilhando esse item com outras pessoas

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Medium 9788580551310

4. Avaliação do Risco

Curtis D. Klaassen; John B. Watkins III Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

4

Avaliação do Risco

Elaine M. Faustman e Gilbert S. Omenn

INTRODUÇÃO E CONTEXTO HISTÓRICO

Abordagens não limítrofes

Modelos derivados de hipóteses baseadas em mecanismos

DEFINIÇÕES

TOMADA DE DECISÃO

Aprimoramento toxicológico dos modelos

CARACTERIZAÇÃO DO RISCO

IDENTIFICAÇÃO DO PERIGO

Métodos de avaliação da toxicidade de compostos químicos

Relações estrutura/atividade

Testes in vitro e de curta duração

Bioensaios com animais

Uso de dados epidemiológicos na avaliação do risco

AVALIAÇÃO DA RELAÇÃO DOSERESPOSTA

Variação na suscetibilidade

AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

FONTES DE INFORMAÇÃO

PERCEPÇÃO DO RISCO E ANÁLISES COMPARATIVAS DO

RISCO

RESUMO

Integração dos aspectos quantitativos da avaliação do risco

Abordagens limítrofes

P O N T O S  C H AV E

Avaliação do risco é a caracterização científica sistemática dos potenciais efeitos adversos à saúde resultantes da exposição humana a agentes ou situações perigosas.

Risco é definido como a probabilidade de ocorrer um efeito adverso sob condições específicas.

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Medium 9788563308931

4 Úlceras em membros inferiores por insuficiência venosa

Scemons, Donna Grupo A PDF Criptografado

110

Donna Scemons / Denise Elston

ELEMENTOS-CHAVE

• As válvulas do sistema venoso são unidirecionais de regiões distais para proximais.

• A causa mais comum de ulceração das extremidades inferiores

é a doença venosa.

• A disfunção valvular em níveis diferentes resulta na condição conhecida como insuficiência venosa.

• Estados comuns de doença que causam disfunção valvular incluem: ausência congênita de válvula, trombose venosa profunda, flebite, hipertensão venosa e ingurgitação venosa.

• A doença venosa pode existir sozinha, mas também associada a outras doenças.

• Ocorrem mudanças frequentes nas características da pele, porém o médico deve conhecer a história do paciente, a qual auxiliará na identificação do tipo de doença venosa antes da determinação do tratamento local.

ETIOLOGIA DAS ÚLCERAS EM MEMBROS

INFERIORES

Um dos tipos mais desafiadores de ferida encontrados na prática clínica são as úlceras nos membros inferiores. Estima-se que entre 70 e 90% de todas as úlceras nas pernas estão associadas à doença venosa.1,2

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Medium 9788563308931

9 Manejo de feridas, seleção de produtos e de superfícies de suporte

Scemons, Donna Grupo A PDF Criptografado

234

Donna Scemons / Denise Elston

 TRATAMENTO DAS ÚLCERAS POR PRESSÃO EM RELAÇÃO

AO ESTÁGIO

ELEMENTOS-CHAVE

• Avaliação

• Diagnóstico

• Metas e resultados

AVALIAÇÃO

• A avaliação é o levantamento de dados e a análise do que foi encontrada:

– Sobre a ferida

– Sobre os elementos físicos, mentais, psicossociais e espirituais do paciente



O paciente é capaz de aprender a realizar os cuidados necessários com a ferida?



O paciente já tratou de alguma ferida?

– Sobre os elementos físicos, mentais, psicossociais e espirituais do cuidador



O cuidador é capaz de aprender a realizar os cuidados necessários com a ferida?



O cuidador já tratou de alguma ferida?

– Se o paciente estiver para receber alta do hospital para casa, ou for tratado em casa, a avaliação do ambiente domiciliar inclui



Segurança? Adequação da armazenagem dos suprimentos?



Capacidade da empresa e do profissional de gerenciar a ferida, o paciente, o cuidador e o ambiente.

– Se o paciente estiver para receber alta e ser enviado a uma instituição de vida assistida,* ou casa de repouso

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Medium 9788536310367

8. Antipsicóticos na depressão bipolar

El-Mallakh, Rif S. Grupo A PDF Criptografado

Antipsicóticos na depressão bipolar

8

RIF S. EL-MALLAKH, M.D.

OS ANTIPSICÓTICOS ESTÃO ENTRE as medicações mais utilizadas na doença bipolar.

Em estudos com pacientes bipolares que receberam alta do hospital, 47 a 90% deles continuam tomando apenas antipsicóticos ou em combinação com estabilizadores do humor (Keck et al., 1996; Tohen et al., 2001). Os antipsicóticos são mantidos para 60 a 89% dos pacientes ambulatoriais por seis meses ou mais tempo (Keck et al., 1996; Ozerdem et al., 2001; Verdoux et al., 1996).

Até a introdução dos antipsicóticos de segunda geração, mais modernos, acreditava-se que os antipsicóticos não desempenhassem um papel terapêutico significativo na depressão bipolar, pois sempre se acreditou que os antipsicóticos de primeira geração produziam depressão ou um quadro clínico tipo depressivo.

ANTIPSICÓTICOS COMO PRÓ-DEPRESSORES

O efeito depressogênico de antipsicóticos de primeira geração é mais evidente em estudos de prevenção de recaída de longo prazo. Ahlfors e colaboradores

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3. Genética do transtorno bipolar

El-Mallakh, Rif S. Grupo A PDF Criptografado

Depressão bipolar

Genética do transtorno bipolar

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3

ELIZABETH P. HAYDEN, PH.D.

JOHN I. NURNBERGER JR., M.D., PH.D.

O TRANSTORNO BIPOLAR É UMA condição grave que costuma ser caracterizada por episódios maníacos e depressivos, afetando cerca de 0,5 a 1% da população em sua forma mais estreitamente definida. Com freqüência visto em conjunto com risco de suicídio, co-morbidade psiquiátrica e prejuízo acentuado no funcionamento psicológico, o transtorno cobra um alto tributo dos pacientes e de suas famílias. Mesmo com tratamento adequado com estabilizador do humor, um terço dos pacientes bipolares recai dentro de três anos (Keller et al., 1992), e os custos anuais para americanos adultos afetados foram estimados em 45 bilhões de dólares em 1991 (Wyatt e Henter, 1995). O transtorno bipolar ocupa o sexto lugar entre as principais causas de incapacidade em todo o mundo (Murray e Lopez,

1996). Condizente com uma doença com seqüelas tão prejudiciais, há um grande interesse em refinar nosso entendimento acerca de sua etiologia. A pesquisa proveniente de estudos de gêmeos e de adoção indica influência forte e instigante da genética no transtorno bipolar. Diversos estudos de gêmeos mostraram um risco bastante elevado do transtorno em gêmeos monozigóticos, comparado com gêmeos dizigóticos (p. ex., Bertelsen et al., 1977; Cardno et al., 1999; Kendler et al.,

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Medium 9788536310367

10. Intervenções psicológicas na depressão bipolar

El-Mallakh, Rif S. Grupo A PDF Criptografado

Depressão bipolar

Intervenções psicológicas na depressão bipolar

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10

FRANCESC COLOM, PSY.D., M.SC., PH.D.

EDUARD VIETA, M.D., PH.D.

OS ÚLTIMOS CINCO ANOS FORAM essenciais para o estudo do tratamento psicológico como um poderoso adjunto à medicação no tratamento profilático de transtornos bipolares. Após muitos anos de especulação e poucas evidências, diversos estudos publicados em revistas científicas importantes demonstraram a eficácia de diversas abordagens psicológicas na prevenção de recaídas para mania ou depressão.

Treinamento na identificação prodrômica (Perry et al., 1999), intervenções focalizadas na família (Miklowitz et al., 2003), terapia cognitivo-comportamental (Lam et al., 2003), e psicoeducação (Colom et al., 2003a, 2003b) alcançaram resultados mais do que aceitáveis em experiências clínicas aleatórias. Hoje, as diretrizes de tratamento incluem intervenções psicológicas como um instrumento regular para manter a eutimia (Calabrese et al., 2004; Goodwin et al., 2003). Entretanto, ao se examinar a eficácia da psicoterapia nas fases agudas de doença bipolar, é possível encontrar um cenário muito diferente (i.e., a psicoterapia, de fato, tem eficácia significativa na depressão bipolar). Ainda que diversas intervenções psicológicas tenham demonstrado eficácia na prevenção de mania (Colom et al., 2003a; Lam et al., 2003; Perry et al., 1999), qualquer tipo de terapia psicológica para pacientes agudamente maníacos parece ser uma opção de tratamento improvável, dada a notável eficácia de agentes antimaníacos mais modernos, que deixa pouco espaço para abordagens não-farmacológicas além de eletroconvulsoterapia (ECT) para mania resistente a tratamento. Este não é o caso da depressão bipolar, para a qual há inúmeras razões para validar o uso de estratégias psicológicas específicas como complementação da farmacologia (ver Tabela 10.1).

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Medium 9788580551310

3. Mecanismos de Toxicidade

Curtis D. Klaassen; John B. Watkins III Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

Mecanismos de Toxicidade

3

Zoltán Gregus

ETAPA 1 LIBERAÇÃO: DO SÍTIO DE EXPOSIÇÃO AO ALVO

Absorção versus eliminação pré-sistêmica

Absorção

Eliminação pré-sistêmica

Distribuição para o alvo e para longe do alvo

Mecanismos que facilitam a distribuição para o alvo

Mecanismos que dificultam a distribuição para o alvo

Excreção versus reabsorção

Excreção

Reabsorção

Intoxicação versus detoxificação

Comprometimento da manutenção celular interna: mecanismos tóxicos da morte celular

Depleção de ATP

Aumento prolongado de Ca2+ intracelular

Interação entre alterações metabólicas primárias significa desastre celular

Transição de permeabilidade mitocondrial (MTP) e o pior resultado: necrose

Efeito alternativo da MTP: apoptose

A morte celular é determinada pela disponibilidade de ATP

ETAPA 4 REPARO OU FALHA NO REPARO

Reparo molecular

Intoxicação

Reparo de proteínas

Detoxificação

Reparo de lipídeos

ETAPA 2 REAÇÃO DO TOXICANTE COM A MOLÉCULAALVO

Reparo do DNA

Atributos das moléculas-alvo

Reparo celular: uma estratégia em neurônios periféricos

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Medium 9788580551310

19. Respostas Tóxicas da Pele

Curtis D. Klaassen; John B. Watkins III Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

Respostas Tóxicas da Pele

19

Robert H. Rice e Theodora M. Mauro

Fototoxicidade

A PELE COMO UMA BARREIRA

Fotoalergia

Histologia da pele

Absorção percutânea

ACNE

Liberação transdérmica de medicamentos

Cloracne

Medidas de penetração

Biotransformação

DERMATITE DE CONTATO

Dermatite irritante

DISTÚRBIOS PIGMENTARES

DOENÇA GRANULOMATOSA

URTICÁRIA

Queimaduras químicas

NECRÓLISE EPIDÉRMICA TÓXICA

Dermatite alérgica de contato

CÂNCER DE PELE

Diagnóstico e testes

Radiação

FOTOTOXICOLOGIA

Hidrocarbonetos policíclicos aromáticos

Respostas adversas à radiação eletromagnética

Promoção de tumor de pele em camundongos

Fotossensibilidade

Arsênico

P O N T O S  C H AV E

A pele participa diretamente da regulação térmica, eletrolítica, hormonal, metabólica e imune.

A absorção percutânea depende da hidrofobicidade dos xenobióticos, que afeta sua habilidade de partição nos lipídeos epidérmicos, e da taxa de difusão através dessa barreira.

As células da epiderme e as unidades pilossebáceas liberam enzimas de biotransformação.

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Medium 9788580551310

25. Efeitos Tóxicos da Radiação e de Materiais Radioativos

Curtis D. Klaassen; John B. Watkins III Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

Efeitos Tóxicos da Radiação e de Materiais Radioativos

25

Naomi H. Harley

CONCEITOS BÁSICOS DE RADIAÇÃO

MECANISMOS DE DANO EM DNA E MUTAGÊNESE

Partículas alfa

Deposição de energia no núcleo celular

Partículas beta, pósitrons e captura de elétrons

Ionização direta e indireta

Emissão de raio gama (fóton)

Danos ao DNA

Conversão interna

INTERAÇÃO DA RADIAÇÃO COM A MATÉRIA

ESTUDOS HUMANOS DA TOXICIDADE DA RADIAÇÃO

EPIDEMIOLOGIA AMBIENTAL E DOMÉSTICA

Partículas alfa

Estudos ambientais

Partículas beta

Metanálise da epidemiologia ambiental

Raios gama

Os estudos domésticos

O efeito fotoelétrico

Metanálise da epidemiologia doméstica

O efeito compton

O que é conhecido sobre exposição ao radônio

Produção de par

Perda de energia de raio gama

RADIOATIVIDADE NATURAL E RADIAÇÃO DE BACKGROUND

Liberação ambiental local

P O N T O S  C H AV E

Os quatro principais tipos de radiação são devidos a partículas alfa, elétrons (partículas beta carregadas negativamente ou pósitrons carregados positivamente), raios gama e raios X.

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Medium 9788580550771

13. Utilização do Exercício Terapêutico na Reabilitação

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

13

Utilização do Exercício

Terapêutico na Reabilitação

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Explicar como o fisioterapeuta esportivo aborda a reabilitação.

• Comparar o exercício terapêutico e o de condicionamento.

• Descrever as consequências da inatividade súbita e a imobilização por lesão.

• Reconhecer os principais componentes de um programa de reabilitação.

• Discutir o conceito de exercícios de cadeia cinética aberta versus fechada.

• Explicar a importância de incorporar o treinamento da estabilização central no programa de reabilitação.

■ Sumário

Abordagem do fisioterapeuta esportivo à reabilitação

350

Exercício terapêutico versus exercício de condicionamento 350

Inatividade física súbita e imobilização por lesão 351

Principais componentes de um programa de reabilitação 351

Desenvolvimento de um plano de reabilitação 359

Abordagens adicionais ao exercício terapêutico na reabilitação 362

Aquisição e manutenção dos equipamentos de exercício terapêutico 376

Resumo 376

• Avaliar a importância dos exercícios aquáticos na reabilitação.

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Medium 9788580550771

17. O Joelho e as Estruturas Relacionadas

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

17

O Joelho e as Estruturas

Relacionadas

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Reconhecer a anatomia estrutural e funcional normal do joelho.

• Demonstrar os vários testes da estabilidade de ligamentos e meniscos discutidos neste capítulo.

• Explicar como as lesões no joelho podem ser prevenidas.

• Comparar e contrastar as diferenças entre homens e mulheres em termos de lesões no ligamento cruzado anterior (LCA).

■ Sumário

• Discutir fatores etiológicos, sinais e sintomas e procedimentos de controle das lesões em ligamentos e meniscos.

• Identificar os vários fatores etiológicos, sinais e sintomas e procedimentos de controle das lesões que ocorrem na articulação patelofemoral e no mecanismo dos extensores.

• Elaborar protocolos de reabilitação apropriados para joelhos lesionados.

■ Palavras-chave

Anatomia do joelho 495

patela alta

hemartrose

Anatomia funcional 500

patela baixa

translação

Avaliação da articulação do joelho 501

geno valgo

Prevenção de lesões no joelho 515

geno varo

síndrome do atrito do trato iliotibial

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Medium 9788563308658

22 Farmacologia do Crescimento, Tireoide e Gônadas

Panus, Peter Grupo A PDF Criptografado

22

Farmacologia do Crescimento,

Tireoide e Gônadas

O sistema endócrino integra os principais sistemas orgânicos entre si e com o sistema nervoso, sendo os hormônios

— liberados por células especializadas, circulam no sangue bem como regulam os processos fisiológicos em vários

órgãos-alvos — os ligantes endógenos que o sistema endócrino usa para executar esta integração. Em vários sistemas endócrinos, os hormônios agem em série para regular o funcionamento de um órgão. A liberação de um hormônio regula a liberação do próximo hormônio. Uma sequência desse tipo fornece vários níveis de regulação e integração, bem como permite a retroalimentação negativa, na qual o

último hormônio na sequência pode reduzir a produção dos primeiros hormônios e, assim, regular sua própria produção (Fig. 22.1). O sistema endócrino fornece muitos alvos terapêuticos úteis, e diversos fármacos podem mimetizar ou bloquear os efeitos dos hormônios naturais.

Este capítulo discute os fármacos que regulam três sistemas endócrinos relacionados, quais sejam: (1) o sistema endócrino hipotalâmico-pituitário, que exerce controle sobre muitas funções integradas e outros tecidos endócrinos, bem como interage diretamente com o sistema nervoso; (2) a glândula tireoide, um regulador essencial para crescimento, desenvolvimento e funcionamento normal de muitos sistemas orgânicos; e (3) o sistema das glândulas sexuais, que regula o desenvolvimento e funcionamento dos tecidos reprodutivos. Outros capítulos discutem a farmacologia dos fármacos que influenciam a função dos hormônios produzidos pela glândula suprarrenal (Cap. 23), hormônios que regulam a glicose no sangue (Cap. 24) e os envolvidos com a mineralização óssea (Cap. 25).

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