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S

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O sarcoma de Kaposi (SK) é a neoplasia maligna mais comum relacionada com o HIV, acometendo a camada endotelial dos vasos sanguíneos e linfáticos. Nos indivíduos com AIDS, o SK epidêmico é observado, mais frequentemente, entre homens homossexuais e bissexuais. O SK relacionado com a AIDS exibe evolução variável e agressiva, incluindo desde lesões cutâneas localizadas até doença disseminada acometendo múltiplos sistemas orgânicos.

• As lesões cutâneas podem ocorrer em qualquer parte do corpo e são de coloração rosa-acastanhada a púrpura intensa. Geralmente são como lesões cutâneas nos membros inferiores

• As lesões podem ser planas ou elevadas e circundadas por equimoses e edema; desenvolvem-se rapidamente e causam extensa desfiguração

• A localização e o tamanho das lesões podem levar a estase venosa, linfedema e dor. Os locais comuns de comprometimento visceral incluem linfonodos, trato gastrintestinal e pulmões

• O comprometimento dos órgãos internos pode levar, finalmente, a falência de órgãos, hemorragia, infecção e morte.

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Q

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Lesão por queimadura pode afetar pessoas de todas as idades e de qualquer grupo socioeconômico. Anualmente, estima-se que 486.000 pessoas sejam tratadas por motivo de queimadura, e aproximadamente 40.000 sejam hospitalizadas. A lesão por queimadura é causada pela transferência de calor de uma fonte térmica para o corpo, por exposição a determinadas substâncias químicas ou por exposição à radiação.

A profundidade da lesão por queimadura depende das características físicas ou químicas do agente envolvido e da duração do contato com ele. A lesão por queimadura não é homogênea; com efeito, ocorre necrose tissular no centro da lesão, com regiões de viabilidade tissular na periferia. A pele e a mucosa das vias respiratórias superiores constituem os locais mais comuns de destruição tissular. As queimaduras causam ruptura da pele, que leva a uma perda aumentada de líquidos, infecção, hipotermia, cicatrização, comprometimento da imunidade e alterações na função, aparência e imagem corporal. Crianças pequenas e indivíduos idosos (extremos etários) continuam apresentando morbidade e mortalidade aumentadas, em comparação com outros grupos etários com lesões semelhantes. Lesões por inalação, além das queimaduras cutâneas, agravam o prognóstico. Queimaduras são classificadas de acordo com sua gravidade (p. ex., grandes, pequenas), tipo (p. ex., térmica, química, por radiação), profundidade de destruição tissular (grau) e extensão (extensão da área de superfície corporal queimada).

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C

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O câncer não é uma doença única com uma causa isolada; na verdade, trata-se de um grupo de doenças distintas com diferentes causas, manifestações, tratamentos e prognósticos. O câncer pode acometer qualquer sistema orgânico, e as abordagens terapêuticas têm efeitos multissistêmicos. A prática de enfermagem no câncer, conhecida como enfermagem oncológica, envolve todos os grupos etários e inclui inúmeros cenários de atenção à saúde, tais como instituições de cuidados agudos, centros ambulatoriais, instituições de reabilitação, domicílio e unidades de cuidados prolongados.

Os enfermeiros precisam identificar suas próprias percepções relativas ao câncer para alcançar metas realistas nos cuidados aos pacientes com câncer, visto que a maioria das pessoas ainda associa o câncer a dor e morte. Além disso, os enfermeiros que cuidam de casos com câncer precisam estar preparados para apoiar os pacientes e suas famílias, que se deparam com uma ampla variedade de dificuldades físicas, emocionais, sociais, culturais, financeiras e espirituais.

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G

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A gastrite é uma inflamação da mucosa gástrica e um distúrbio gastrintestinal (GI) comum. Acomete de forma praticamente igual homens e mulheres e é mais frequente em indivíduos idosos. A gastrite pode ser aguda ou crônica e pode ser, ainda, classificada em erosiva ou não erosiva, com base nos sinais patológicos observados na parede do estômago. A gastrite aguda, cuja duração é de várias horas a alguns dias, frequentemente é causada por imprudência alimentar (consumo de alimento irritante, que é excessivamente temperado ou de alimento contaminado). Observa-se, também, o desenvolvimento de gastrite aguda nas doenças agudas (p. ex., lesões traumáticas importantes; queimaduras; infecção grave; insuficiência hepática, renal ou respiratória; ou cirurgia de grande porte). Outras causas incluem uso excessivo de ácido acetilsalicílico e de outros agentes anti-inflamatórios não esteroides (AINE), consumo excessivo de bebidas alcoólicas, refluxo biliar e radioterapia. Um tipo mais grave de gastrite aguda é causado pela ingestão de ácidos ou álcalis fortes, que podem fazer com que a mucosa se torne gangrenosa ou sofra perfuração. A gastrite também pode constituir o primeiro sinal de infecção sistêmica aguda. A gastrite aguda também pode se desenvolver em doenças agudas, especialmente quando o paciente teve grandes lesões traumáticas; queimaduras; infecção grave; insuficiência hepática, renal ou respiratória; ou passou por cirurgia de grande porte. Esse tipo de gastrite aguda é frequentemente chamado de gastrite relacionada ao estresse.

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R

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A regurgitação mitral envolve o fluxo retrógrado de sangue do ventrículo esquerdo para o átrio esquerdo durante a sístole. Com frequência, as bordas das válvulas da valva atrioventricular esquerda não se fecham durante a sístole por causa do espessamento e da fibrose das válvulas e das cordas tendíneas, resultando em contração. Nos países desenvolvidos, as alterações degenerativas da valva atrioventricular esquerda e a isquemia do ventrículo esquerdo constituem as causas mais comuns, considerando que, nos países em desenvolvimento, a cardiopatia reumática e suas sequelas constituem a causa de regurgitação mitral. As alterações mixomatosas, a endocardite infecciosa, as doenças vasculares do colágeno, a miocardiopatia e a cardiopatia isquêmica também são condições que levam à regurgitação mitral.

A regurgitação mitral pode resultar de problemas com uma ou mais válvulas, cordas tendíneas, anel ou músculos papilares. A cada batimento, o ventrículo esquerdo impulsiona parte do sangue de volta ao átrio esquerdo, causando dilatação e hipertrofia do átrio. O fluxo retrógrado de sangue do ventrículo diminui o fluxo sanguíneo dos pulmões para o átrio e, por fim, causa congestão dos pulmões, acrescentando maior tensão ao ventrículo direito, que se dilata, resultando em insuficiência cardíaca sistólica.

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Seção 7 | Procedimentos diagnósticos e terapêuticos

Lynda Juall Carpenito Grupo A ePub Criptografado

Seção 7

Angioplastia

(percutânea, transluminal, coronariana, periférica)

Período pré-procedimento

Diagnósticos de enfermagem

Ansiedade/Medo (indivíduo/família) relacionado à condição de saúde, ao procedimento de angioplastia, às rotinas, ao resultado e à possível necessidade de cirurgia cardíaca

Período pós-procedimento

Problemas colaborativos

RC de Arritmias

RC de Oclusão coronariana aguda (coágulo, espasmo, colapso)

RC de Infarto do miocárdio

RC de Dissecção ou ruptura arterial

RC de Hemorragia/hematoma no local da angioplastia

* RC de Parestesia distal ao local

* RC de Trombose arterial

* RC de Embolização (periférica)

Diagnósticos de enfermagem

Mobilidade física prejudicada relacionada à prescrição de repouso no leito e a restrição de movimentos da extremidade envolvida

Risco de controle ineficaz da saúde relacionado ao conhecimento insuficiente sobre cuidados com o local de inserção, atividades na alta hospitalar, dieta, medicamentos, sinais e sintomas de complicações, exercícios e continuidade dos cuidados

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Volume de líquidos excessivo

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Definição da NANDA-I

Retenção aumentada de líquidos isotônicos.

Características definidoras

Maiores (uma ou mais devem estar presentes)

Edema (periférico, sacral)

Pele distendida e brilhante

Menores (podem estar presentes)

Ingestão maior do que a eliminação

Aumento de peso

Fatores relacionados

Fisiopatológicos

Relacionados ao comprometimento dos mecanismos reguladores secundário a:

Insuficiência renal (aguda ou crônica)

Anormalidades sistêmicas e metabólicas

Disfunção endócrina

Lipedema

Relacionados à hipertensão portal, pressão osmótica do plasma coloidal baixa e retenção de sódio secundárias a:

Doença hepática

Cirrose

Ascite

Câncer

Relacionados às anormalidades no retorno venoso e arterial secundárias a:

Veias varicosas

Flebite

Infecção

Doença vascular periférica

Imobilidade

Trauma

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Risco de síndrome do desuso

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Definição da NANDA-I

Vulnerabilidade à deterioração de sistemas do corpo como resultado de inatividade musculoesquelética prescrita ou inevitável e que pode comprometer a saúde.

Características definidoras

Presença de um conjunto de diagnósticos de enfermagem com foco no problema ou de riscos relacionados à inatividade:

Risco de integridade da pele prejudicada

Risco de constipação

Risco de padrão respiratório ineficaz

Risco de perfusão tissular periférica ineficaz

Risco de infecção

Risco de intolerância à atividade

Risco de mobilidade física prejudicada

Risco de lesão

Sentimento de impotência

Distúrbio na imagem corporal

Fatores relacionados

(Opcional) Ver Nota da autora

Fisiopatológicos

Relacionados a:

Nível de consciência diminuído

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Risco de resiliência comprometida

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Definição da NANDA-I

Vulnerabilidade à redução da capacidade de manter um padrão de respostas positivas a uma situação ou crise adversa que pode comprometer a saúde.

Fatores de risco*

Cronicidade das crises existentes

Múltiplas situações adversas coexistentes

Presença de nova crise adicional (p. ex., gravidez não planejada, morte de cônjuge, perda do emprego, doença, perda da moradia, morte de familiar)

Nota da autora

Este diagnóstico da NANDA-I não é uma resposta, mas uma etiologia de um problema de enfrentamento. Resiliência é um ponto positivo que pode ser ensinado e cultivado nas crianças. Indivíduos e famílias resilientes são capazes de enfrentamento em situações e crises adversas. Solucionam problemas e adaptam seu funcionamento à situação. Por exemplo, quando uma mãe em uma família de cinco pessoas tiver que se submeter à quimioterapia, a família elaboraria um plano em conjunto para a divisão das responsabilidades antes maternas.

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Risco de dignidade humana comprometida

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Definição da NANDA-I

Vulnerabilidade à perda percebida de respeito e honra que pode comprometer a saúde.

Fatores de risco

Decisões de término da vida*

Relacionados ao fornecimento de tratamentos percebidos como fúteis para pessoas com doença terminal (p. ex., transfusões de sangue, quimioterapia, transplante de órgão, ventilação mecânica)

Relacionados às atitudes conflitantes em relação a orientações antecipadas

Relacionados à participação de ações de manutenção da vida quando elas apenas prolongam o morrer

Decisões quanto a tratamento

Relacionados ao desacordo entre profissionais de saúde, familiares e/ou o indivíduo com relação a:

Tratamentos

Transferência para casa, casa de parente ou instituição de cuidados na comunidade

O desejo de viver do indivíduo

Cuidados no final da vida

Relacionados à recusa do indivíduo/da família aos tratamentos considerados apropriados pela equipe de cuidados de saúde

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Relacionamento ineficaz

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Relacionamento ineficaz

Risco de relacionamento ineficaz

Definição da NANDA-I

Padrão de parceria mútua que é insuficiente para o atendimento das necessidades recíprocas.

Características definidoras*

Respeito mútuo insuficiente entre os parceiros

Ausência de demonstração de apoio mútuo nas atividades diárias entre os parceiros

Demonstração de falta de compreensão quanto ao funcionamento insuficiente (físico, social, psicológico) do parceiro

Equilíbrio insuficiente de autonomia entre os parceiros

Colaboração não equilibrada entre os parceiros

Não identificação do parceiro como pessoa fundamental

Incapacidade de comunicação de maneira satisfatória entre os parceiros

Relato de insatisfação com a relação complementar entre os parceiros

Relato de insatisfação com o preenchimento das necessidades emocionais pelo parceiro

Expressa insatisfação com o preenchimento das necessidades físicas pelo parceiro

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Síndrome pós-trauma

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Síndrome pós-trauma

Risco de síndrome pós-trauma

Síndrome do trauma de estupro (Síndrome do trauma por agressão sexual)

Definição da NANDA-I

Resposta mal-adaptada e sustentada a evento traumático e opressivo.

Resposta a um evento horrível e avassalador “caracterizada por pensamentos intrusivos, pesadelos e flashbacks de eventos traumáticos prévios, esquiva de recordações do trauma, hipervigilância e distúrbio do sono, tudo isso levando a considerável disfunção social, ocupacional e interpessoal”. (Ciechanowski, 2014)

Características definidoras

Critério de estressores

“Exposição e um evento catastrófico envolvendo morte ou lesão real ou ameaçada, ou ameaça à integridade física de si mesmo ou de outros (como violência sexual).51 A exposição indireta inclui aprendizado sobre a morte violenta ou acidental ou a perpetração de violência sexual a um ente querido” (Friedman, 2016).

Critérios de recordação intrusiva

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Risco de síndrome da morte súbita do lactente

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Definição da NANDA-I

Vulnerabilidade à morte imprevisível de um lactente.

Fatores de risco

Não há um fator de risco isolado. Há vários combinados que podem contribuir (ver Fatores relacionados).

Fatores relacionados

( * McMillan et al., 1999)

Fisiopatológicos

Relacionados à maior vulnerabilidade secundária a:

Cianose

Hipotermia

Febre

Alimentação insatisfatória

Irritabilidade

Sofrimento respiratório

Taquicardia

Taquipneia

Baixo peso ao nascer*

Pequeno para idade gestacional*

Prematuridade*

Baixo escore Apgar (< 7)

História de diarreia, vômito ou inquietação 2 semanas antes da morte

Relacionados à maior vulnerabilidade secundária a pré-natal da mãe:

Anemia*

Infecção do trato urinário

Ganho insatisfatório de peso

Infecções sexualmente transmissíveis

Situacionais (pessoais, ambientais)

Relacionados à maior vulnerabilidade secundária à condição materna:

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Obesidade

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Obesidade

Sobrepeso

Risco de sobrepeso

Definição da NANDA-I

Condição em que o indivíduo acumula gordura anormal ou excessiva para a idade e o sexo, e que excede o sobrepeso.

Características definidoras

Adultos: IMC > 30 kg/m2

Criança < 2 anos: termo não aplicável/não usado para lactentes/crianças dessa idade

Criança de 2 a 18 anos: IMC > 30 kg/m2 ou > percentil 95 para idade e gênero

Fatores relacionados

Média de atividade física diária menor que a recomendada para gênero e idade

Consumo de bebidas açucaradas

Comportamento alimentar alterado

Percepção alimentar alterada

Desvantagem econômica

Gasto energético abaixo da ingesta de energia com base na avaliação padronizada (p. ex., avaliação WAVE24)

Consumo excessivo de álcool

Medo da falta de alimentos

Lactentes com alimentação por fórmula ou mista

Lanches frequentes

Distúrbio genético

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Risco de glicemia instável

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Definição da NANDA-I

Vulnerabilidade à variação dos níveis de glicose/açúcar no sangue em relação à variação normal e que pode comprometer a saúde.

Fatores de risco*

Conhecimento deficiente do controle do diabete (p. ex., plano de ação)

Nível de desenvolvimento

Ingestão alimentar

Monitoração inadequada da glicose sanguínea

Falta de aceitação do diagnóstico

Falta de adesão ao controle do diabete (p. ex., adesão ao plano de ação)

Falta de controle do diabete (p. ex., plano de ação)

Controle de medicamentos

Nível de atividade física

Condição da saúde física

Gravidez

Períodos de crescimento rápido

Estresse

Aumento de peso

Perda de peso

Nota da autora

Este diagnóstico de enfermagem representa uma situação que requer intervenção colaborativa com a medicina. A autora recomenda o uso do problema colaborativo Risco de Complicações de Hipo/hiperglicemia. Os estudantes devem consultar os professores que os aconselharão a respeito do uso de Risco de glicemia instável ou Risco de Complicações de Hipo/hiperglicemia. Além disso, o diagnóstico de enfermagem Autocontrole ineficaz da saúde relaciona-se a conhecimento insuficiente do monitoramento da glicemia, das necessidades nutricionais do diabete melito, da necessidade de exercícios e prevenção de complicações e do risco de infecção.

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