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Parte 2 - Principais Transtornos Mentais

Mario Rodrigues Louzã Neto; Hélio Elkis Grupo A PDF Criptografado

Parte

PRINCIPAIS TRANSTORNOS MENTAIS

2

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12

Transtornos mentais orgânicos agudos

Edson Shiguemi Hirata

Montezuma Pimenta Ferreira

Introdução, 141

Delirium, 142

Alucinose orgânica, 148

Transtorno catatônico orgânico, 148

INTRODUÇÃO

Tradicionalmente, considera-se que as doenças mentais podem ser causadas por agressão à integridade do sistema nervoso central ou por influências psicológicas e sociais desfavoráveis. Assim, estabelece-se uma dicotomia entre transtornos orgânicos, de um lado, e psicogênicos, de outro. Devido ao desconhecimento das causas de doenças importantes, como esquizofrenia e psicose maníaco-depressiva, formulou-se, no início do século passado, uma terceira categoria para aqueles quadros que teriam uma causa orgânica presumida, mas até então desconhecida. Tais doenças foram denominadas de endógenas. No entanto, o avanço tecnológico tem possibilitado a constatação de alterações bioquímicas da morfologia e do funcionamento cerebral nessas doenças. A distinção fundamental se daria, então, entre doenças com causas materiais, orgânicas, e doenças com causas psicológicas. Entretanto, atividades mentais como pensamento, afeto, vontade, bem como os mecanismos psicológicos, não são independentes da matéria: dependem, sim, de um cérebro para sua ocorrência. As estruturas cerebrais responsáveis pelo funcionamento mental começam a ser conhecidas em detalhes (p. ex., a resolução de uma equação matemática depende em parte do funcionamento normal dos lobos frontais).

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Parte 1 - Aspectos Gerais da Avaliação Diagnóstica

Mario Rodrigues Louzã Neto; Hélio Elkis Grupo A PDF Criptografado

Parte

ASPECTOS GERAIS DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

1

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1

História da psiquiatria

Yuan-Pang Wang

Mario Rodrigues Louzã Neto

Hélio Elkis

Psiquiatria antiga e greco-latina, 21

Psiquiatria medieval, 21

A escola francesa e a primeira revolução psiquiátrica, 22

A escola psiquiátrica alemã, 24

A psiquiatria fora da França e da Alemanha, 27

PSIQUIATRIA ANTIGA E GRECO-LATINA

Os primeiros registros de patologias psiquiátricas datam de cerca de 2.000 anos a.C., encontrados em papiros egípcios de Kahun, cuja concepção de histeria (do grego, hystero, matriz, útero) vem da convicção de que o útero seria um ser vivente autônomo com a propriedade de se deslocar pelo interior do corpo. Essa concepção funcional do útero se diferencia das concepções mágico-religiosas ao considerar as doenças como “vesânias naturais” (do latim vesanus, loucura).

O modelo grego de doença é de ruptura do equilíbrio interno, concebido de acordo com a visão cósmica. Hipócrates, tomando idéias filosóficas de Pitágoras e Empédocles, concebe o homem como um microcosmo regido por leis físicas semelhantes às do universo – o macrocosmo. Nas obras hipocráticas, encontram-se as primeiras descrições indiscutíveis de histeria, que explicam o deslocamento do útero como decorrente da falta de funcionamento sexual. Nesta circunstância, o útero perderia o peso e subiria ao hipocôndrio, ao coração ou até ao cérebro, provocando dispnéia, palpitação e até desmaios. Há, entre os gregos, a explicação etiopatogênica da relação entre a sexualidade e a histeria. A terapêutica é congruente com a formulação da origem da doença.

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Parte 3 - Tratamentos

Mario Rodrigues Louzã Neto; Hélio Elkis Grupo A PDF Criptografado

Parte

TRATAMENTOS

3

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35 / Tratamentos farmacológicos

35.1

Farmacocinética e farmacodinâmica

Rosana Camarini

Clarice Gorenstein

Introdução, 525

Farmacocinética, 525

Farmacodinâmica – modo de ação dos fármacos, 529

Referências, 535

INTRODUÇÃO

Absorção

Os psicofármacos são substâncias que alteram a atividade psíquica, aliviando sintomas de transtornos mentais ou promovendo alterações na percepção e no pensamento. A propriedade que os distingue das demais classes de fármacos é a necessidade de atravessarem a barreira hematencefálica para exercerem seus efeitos. Vários fatores interferem no efeito de um psicofármaco.

As características individuais (idade, sexo, peso, composição corpórea, alimentação, fatores genéticos), as doenças (hepática, renal, cardíaca, infecções) e o padrão de uso (via de administração, dose, o ambiente em que o fármaco é usado, a hora do dia em que o medicamento é administrado, a interação medicamentosa, o uso de álcool ou tabaco) são alguns fatores que podem alterar tanto a farmacocinética quanto a farmacodinâmica dos psicofármacos. A principal utilidade clínica da farmacocinética é a aplicação de seus princípios no ajuste terapêutico mais apropriado para cada paciente.

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SEÇÃO 6 - Atlas de Cirurgia Ginecológica

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 6

ATLAS DE CIRURGIA GINECOLÓGICA

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CAPÍTULO 41

Cirurgias para

Quadros Ginecológicos

Benignos

41-1: INCISÃO VERTICAL NA LINHA

MÉDIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.020

41-11: MIOMECTOMIA VAGINAL EM CASO DE

PROLAPSO DE LEIOMIOMA. . . . . . . . . . . . . . 1.043

41-21: INCISÃO E DRENAGEM DE

ABSCESSO VULVAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.068

41-2: INCISÃO DE PFANNENSTIEL . . . . . . . . 1.022

41-12: HISTERECTOMIA ABDOMINAL. . . . . . 1.045

41-22: VESTIBULECTOMIA . . . . . . . . . . . . . . 1.070

41-3: INCISÃO DE CHERNEY . . . . . . . . . . . . . 1.024

41-13: HISTERECTOMIA VAGINAL . . . . . . . . 1.051

41-4: INCISÃO DE MAYLARD . . . . . . . . . . . . 1.025

41-14: TRAQUELECTOMIA . . . . . . . . . . . . . . 1.055

41-23: REDUÇÃO DOS PEQUENOS

LÁBIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.072

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SEÇÃO 1 - Ginecologia Geral Beningna

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 1

GINECOLOGIA GERAL BENIGNA

Hoffman_01.indd 1

03/10/13 16:52

CAPÍTULO 1

Atenção Preventiva

à Mulher

HISTÓRIA CLÍNICA E EXAME FÍSICO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

EXAME DAS MAMAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

EXAME PÉLVICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4

CUIDADO PREVENTIVO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

CONTRACEPÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

RASTREAMENTO PARA CÂNCER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

OSTEOPOROSE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

OBESIDADE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

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SEÇÃO 5 - Aspectos da Cirurgia Ginecológica

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 5

ASPECTOS DA CIRURGIA GINECOLÓGICA

Hoffman_38.indd 917

08/10/13 17:42

CAPÍTULO 38

Anatomia

PAREDE ABDOMINAL ANTERIOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 918

ANATOMIA PÉLVICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

PELVE ÓSSEA E ARTICULAÇÕES PÉLVICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

elas estão orientadas primariamente em direção transversal

(Fig. 38-1). Como resultado, as incisões cutâneas verticais suportam mais tensão lateral e, em geral, evoluem com cicatrizes mais largas, em comparação com as transversais.

ABERTURAS DA PELVE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

LIGAMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

MÚSCULOS E FÁSCIA DA PAREDE PÉLVICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 923

SOALHO PÉLVICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 925

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SEÇÃO 4 - Oncologia Ginecológica

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 4

ONCOLOGIA GINECOLÓGICA

Hoffman_27.indd 691

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CAPÍTULO 27

Princípios da

Quimioterapia

BIOLOGIA DO CRESCIMENTO DO CÂNCER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 692

USO CLÍNICO DA QUIMIOTERAPIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 694

efeitos tóxicos, é preciso conhecer a cinética e a bioquímica celulares.

PRINCÍPIOS FARMACOLÓGICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 695

■ O ciclo celular

QUIMIOTERÁPICOS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 697

Todas as divisões celulares seguem a mesma sequência básica de replicação. O tempo de geração celular é o período necessário para completar as cinco fases do ciclo celular (Fig. 27-1).

A fase G1 (G 5 gap) compreende várias atividades celulares, como síntese de proteínas, síntese de RNA e reparo do DNA.

Quando prolongada, considera-se que a célula está na fase

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Infertilidade e Menopausa

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 2

ENDOCRINOLOGIA REPRODUTIVA,

INFERTILIDADE E MENOPAUSA

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03/10/13 17:01

CAPÍTULO 15

OH

Endocrinologia

Reprodutiva

HO

BIOSSÍNTESE E MECANISMO DE AÇÃO HORMONAIS . . . . . . . . . . . . . . 400

ESTRUTURA E FUNÇÃO DOS RECEPTORES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 405

IMUNOENSAIOS PARA HORMÔNIOS PEPTÍDEOS E ESTEROIDES. . . . . . 408

ESTROGÊNIOS E PROGESTOGÊNIOS NA PRÁTICA CLÍNICA . . . . . . . . . . 409

NEUROENDOCRINOLOGIA REPRODUTIVA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 412

EIXO HIPOTÁLAMO-HIPÓFISE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 413

HORMÔNIOS DA ADENO-HIPÓFISE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 413

PEPTÍDEOS DE LIBERAÇÃO HIPOTALÂMICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 414

NEURO-HIPÓFISE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 416

ANORMALIDADES NO EIXO HIPOTÁLAMO-HIPÓFISE. . . . . . . . . . . . . . 417

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Cirurgia Reconstrutiva

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 3

MEDICINA DA PELVE FEMININA E

CIRURGIA RECONSTRUTIVA

Hoffman_23.indd 605

03/10/13 17:07

CAPÍTULO 23

Incontinência Urinária

DEFINIÇÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 606

EPIDEMIOLOGIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 606

FATORES DE RISCO PARA INCONTINÊNCIA URINÁRIA. . . . . . . . . . . . . 607

FISIOPATOLOGIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 609

ENCHIMENTO VESICAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 609

ESVAZIAMENTO VESICAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 611

TEORIAS SOBRE CONTINÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 612

DIAGNÓSTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 616

ANAMNESE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 616

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PARTE III – O Encéfalo e o Comportamento

Mark F. Bear; Barry W. Connors; Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

519

O Encéfalo e o

Comportamento

CAPÍTULO 15

O Controle Químico do Encéfalo e do Comportamento

CAPÍTULO 16

Motivação

551

CAPÍTULO 17

O Sexo e o Sistema Nervoso

579

CAPÍTULO 18

Os Mecanismos da Emoção no Encéfalo

615

CAPÍTULO 19

Os Ritmos do Encéfalo e o Sono

645

CAPÍTULO 20

Linguagem

685

CAPÍTULO 21

Cérebro em Repouso, Atenção e Consciência

CAPÍTULO 22

Transtornos Mentais

751

719

521

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CAPíTUlO 15

O Controle Químico do Encéfalo e do

Comportamento

INTRODUÇÃO

O HIPOTÁLAMO SECRETOR

Uma Visão Geral do Hipotálamo

Homeostasia

Estrutura e Conexões do Hipotálamo

Vias para a Hipófise

Controle Hipotalâmico da Neuro-Hipófise

Controle Hipotalâmico da Adeno-Hipófise

QUADRO 15.1

DE ESPECIAL INTERESSE: Estresse e o Encéfalo

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PARTE IV – O Encéfalo em Mudança

Mark F. Bear; Barry W. Connors; Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV

781

O Encéfalo em Mudança

CAPÍTULO 23

Conectando o Encéfalo

783

CAPÍTULO 24

Sistemas de Memória

823

CAPÍTULO 25

Mecanismos Moleculares do Aprendizado e da Memória

865

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CAPíTUlO 23

Conectando o Encéfalo

INTRODUÇÃO

A GêNESE DOS NEURÔNIOS

Proliferação Celular

QUADRO 23.1

DE ESPECIAL INTERESSE: A Neurogênese em Seres Humanos Adultos (Ou Como os Neurocientistas

Aprenderam a Apreciar a Bomba)

Migração Celular

Diferenciação Celular

Diferenciação de Áreas Corticais

QUADRO 23.2

A ROTA DA DESCOBERTA: Construindo um Mapa da Mente, por Pasko Rakic

A GêNESE DAS CONEXÕES

O Axônio em Crescimento

Orientação dos Axônios

Sinais de Orientação

Estabelecendo Mapas Topográficos

QUADRO 23.3

DE ESPECIAL INTERESSE: Por Que os Axônios de Nosso SNC Não Se Regeneram?

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PARTE II – Sistemas Sensorial e Motor

Mark F. Bear; Barry W. Connors; Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE II

263

Sistemas

Sensorial e Motor

CAPÍTULO 8

Os Sentidos Químicos

265

CAPÍTULO 9

O Olho

293

CAPÍTULO 10

O Sistema Visual Central

331

CAPÍTULO 11

Os Sistemas Auditivo e Vestibular

369

CAPÍTULO 12

O Sistema Somatossensorial

415

CAPÍTULO 13

Controle Espinhal do Movimento

453

CAPÍTULO 14

Controle Encefálico do Movimento

483

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CAPíTUlO 8

Os Sentidos

Químicos

INTRODUÇÃO

GUSTAÇÃO

Os Sabores Básicos

Os Órgãos da Gustação

QUADRO 8.1

DE ESPECIAL INTERESSE: Gostos Estranhos: Gordura, Amido, Carbonatação, Cálcio, Água?

As Células Receptoras Gustatórias

Mecanismos da Transdução Gustatória

O Sabor Salgado

O Sabor Azedo (Ácido)

O Sabor Amargo

O Sabor Doce

Umami (Aminoácidos)

Vias Centrais da Gustação

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PARTE I – Fundamentos

Mark F. Bear; Barry W. Connors; Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE I

1

Fundamentos

CAPÍTULO 1

Neurociências: Passado, Presente e Futuro

3

CAPÍTULO 2

Neurônios e Glia

23

CAPÍTULO 3

A Membrana Neuronal em Repouso

55

CAPÍTULO 4

O Potencial de Ação

81

CAPÍTULO 5

Transmissão Sináptica

109

CAPÍTULO 6

Sistemas de Neurotransmissores

143

CAPÍTULO 7

A Estrutura do Sistema Nervoso

179

Apêndice: Um Guia Ilustrado da Neuroanatomia Humana

219

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CAPíTUlO 1

Neurociências:

Passado, Presente e Futuro

INTRODUÇÃO

AS ORIGENS DAS NEUROCIêNCIAS

A Visão do Encéfalo na Grécia Antiga

A Visão do Encéfalo durante o Império Romano

A Visão do Encéfalo da Renascença ao Século XIX

A Visão do Sistema Nervoso no Século XIX

Nervos como Fios

Localização de Funções Específicas em Diferentes Partes do Encéfalo

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9. - Pescoço

MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F.; AGUR, Anne M. R. Grupo Gen PDF Criptografado

Pescoço

CONSIDERAÇÕES GERAIS, 962

9

Anatomia de superfície das regiões cervicais e trígonos do pescoço, 985

OSSOS DO PESCOÇO, 962

ANATOMIA CLÍNICA: Estruturas superficiais do pescoço | Regiões cervicais, 987

Vértebras cervicais, 962

Hioide, 964

ESTRUTURAS PROFUNDAS DO PESCOÇO, 991

ANATOMIA CLÍNICA: Ossos do pescoço, 965

Músculos pré-vertebrais, 991

FÁSCIA DO PESCOÇO, 965

Raiz do pescoço, 991

Tela subcutânea cervical e músculo platisma, 965

QUADRO 9.4 Músculos pré-vertebrais, 992

Fáscia cervical, 967

ANATOMIA CLÍNICA: Estruturas profundas do pescoço, 996

ANATOMIA CLÍNICA: Fáscia cervical, 968

VÍSCERAS DO PESCOÇO, 997

ESTRUTURAS SUPERFICIAIS DO PESCOÇO |

REGIÕES CERVICAIS, 969

Camada endócrina de vísceras cervicais, 997

Camada respiratória de vísceras cervicais, 1001

Região esternocleidomastóidea, 969

QUADRO 9.1 Regiões/trígonos cervicais e conteúdo, 970

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2. - Dorso

MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F.; AGUR, Anne M. R. Grupo Gen PDF Criptografado

Dorso

CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O DORSO

E A COLUNA VERTEBRAL, 72

2

QUADRO 2.7 Principais músculos que movimentam as articulações intervertebrais cervicais, 121

VÉRTEBRAS, 73

QUADRO 2.8 Principais músculos que movimentam as articulações intervertebrais torácicas e lombares, 122

Estrutura e função das vértebras, 73

Características regionais das vértebras, 75

QUADRO 2.1 Vértebras cervicais, 77

Anatomia de superfície dos músculos do dorso, 122

QUADRO 2.2 Vértebras torácicas, 80

Músculos suboccipitais e profundos do pescoço, 122

QUADRO 2.3 Vértebras lombares, 82

QUADRO 2.9 Músculos suboccipitais e região suboccipital, 124

Ossificação das vértebras, 85

Variações nas vértebras, 85

QUADRO 2.10 Principais músculos que movimentam as articulações atlantoccipitais, 124

ANATOMIA CLÍNICA: Vértebras, 87

COLUNA VERTEBRAL, 94

QUADRO 2.11 Principais músculos que movimentam as articulações atlantoccipitais, 125

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