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PARTE III – O Encéfalo e o Comportamento

Mark F. Bear, Barry W. Connors, Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

519

O Encéfalo e o

Comportamento

CAPÍTULO 15

O Controle Químico do Encéfalo e do Comportamento

CAPÍTULO 16

Motivação

551

CAPÍTULO 17

O Sexo e o Sistema Nervoso

579

CAPÍTULO 18

Os Mecanismos da Emoção no Encéfalo

615

CAPÍTULO 19

Os Ritmos do Encéfalo e o Sono

645

CAPÍTULO 20

Linguagem

685

CAPÍTULO 21

Cérebro em Repouso, Atenção e Consciência

CAPÍTULO 22

Transtornos Mentais

751

719

521

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CAPíTUlO 15

O Controle Químico do Encéfalo e do

Comportamento

INTRODUÇÃO

O HIPOTÁLAMO SECRETOR

Uma Visão Geral do Hipotálamo

Homeostasia

Estrutura e Conexões do Hipotálamo

Vias para a Hipófise

Controle Hipotalâmico da Neuro-Hipófise

Controle Hipotalâmico da Adeno-Hipófise

QUADRO 15.1

DE ESPECIAL INTERESSE: Estresse e o Encéfalo

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PARTE IV – O Encéfalo em Mudança

Mark F. Bear, Barry W. Connors, Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV

781

O Encéfalo em Mudança

CAPÍTULO 23

Conectando o Encéfalo

783

CAPÍTULO 24

Sistemas de Memória

823

CAPÍTULO 25

Mecanismos Moleculares do Aprendizado e da Memória

865

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CAPíTUlO 23

Conectando o Encéfalo

INTRODUÇÃO

A GêNESE DOS NEURÔNIOS

Proliferação Celular

QUADRO 23.1

DE ESPECIAL INTERESSE: A Neurogênese em Seres Humanos Adultos (Ou Como os Neurocientistas

Aprenderam a Apreciar a Bomba)

Migração Celular

Diferenciação Celular

Diferenciação de Áreas Corticais

QUADRO 23.2

A ROTA DA DESCOBERTA: Construindo um Mapa da Mente, por Pasko Rakic

A GêNESE DAS CONEXÕES

O Axônio em Crescimento

Orientação dos Axônios

Sinais de Orientação

Estabelecendo Mapas Topográficos

QUADRO 23.3

DE ESPECIAL INTERESSE: Por Que os Axônios de Nosso SNC Não Se Regeneram?

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PARTE II – Sistemas Sensorial e Motor

Mark F. Bear, Barry W. Connors, Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE II

263

Sistemas

Sensorial e Motor

CAPÍTULO 8

Os Sentidos Químicos

265

CAPÍTULO 9

O Olho

293

CAPÍTULO 10

O Sistema Visual Central

331

CAPÍTULO 11

Os Sistemas Auditivo e Vestibular

369

CAPÍTULO 12

O Sistema Somatossensorial

415

CAPÍTULO 13

Controle Espinhal do Movimento

453

CAPÍTULO 14

Controle Encefálico do Movimento

483

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CAPíTUlO 8

Os Sentidos

Químicos

INTRODUÇÃO

GUSTAÇÃO

Os Sabores Básicos

Os Órgãos da Gustação

QUADRO 8.1

DE ESPECIAL INTERESSE: Gostos Estranhos: Gordura, Amido, Carbonatação, Cálcio, Água?

As Células Receptoras Gustatórias

Mecanismos da Transdução Gustatória

O Sabor Salgado

O Sabor Azedo (Ácido)

O Sabor Amargo

O Sabor Doce

Umami (Aminoácidos)

Vias Centrais da Gustação

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PARTE I – Fundamentos

Mark F. Bear, Barry W. Connors, Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE I

1

Fundamentos

CAPÍTULO 1

Neurociências: Passado, Presente e Futuro

3

CAPÍTULO 2

Neurônios e Glia

23

CAPÍTULO 3

A Membrana Neuronal em Repouso

55

CAPÍTULO 4

O Potencial de Ação

81

CAPÍTULO 5

Transmissão Sináptica

109

CAPÍTULO 6

Sistemas de Neurotransmissores

143

CAPÍTULO 7

A Estrutura do Sistema Nervoso

179

Apêndice: Um Guia Ilustrado da Neuroanatomia Humana

219

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CAPíTUlO 1

Neurociências:

Passado, Presente e Futuro

INTRODUÇÃO

AS ORIGENS DAS NEUROCIêNCIAS

A Visão do Encéfalo na Grécia Antiga

A Visão do Encéfalo durante o Império Romano

A Visão do Encéfalo da Renascença ao Século XIX

A Visão do Sistema Nervoso no Século XIX

Nervos como Fios

Localização de Funções Específicas em Diferentes Partes do Encéfalo

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SEÇÃO 6 - Atlas de Cirurgia Ginecológica

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 6

ATLAS DE CIRURGIA GINECOLÓGICA

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CAPÍTULO 41

Cirurgias para

Quadros Ginecológicos

Benignos

41-1: INCISÃO VERTICAL NA LINHA

MÉDIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.020

41-11: MIOMECTOMIA VAGINAL EM CASO DE

PROLAPSO DE LEIOMIOMA. . . . . . . . . . . . . . 1.043

41-21: INCISÃO E DRENAGEM DE

ABSCESSO VULVAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.068

41-2: INCISÃO DE PFANNENSTIEL . . . . . . . . 1.022

41-12: HISTERECTOMIA ABDOMINAL. . . . . . 1.045

41-22: VESTIBULECTOMIA . . . . . . . . . . . . . . 1.070

41-3: INCISÃO DE CHERNEY . . . . . . . . . . . . . 1.024

41-13: HISTERECTOMIA VAGINAL . . . . . . . . 1.051

41-4: INCISÃO DE MAYLARD . . . . . . . . . . . . 1.025

41-14: TRAQUELECTOMIA . . . . . . . . . . . . . . 1.055

41-23: REDUÇÃO DOS PEQUENOS

LÁBIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.072

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SEÇÃO 1 - Ginecologia Geral Beningna

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 1

GINECOLOGIA GERAL BENIGNA

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CAPÍTULO 1

Atenção Preventiva

à Mulher

HISTÓRIA CLÍNICA E EXAME FÍSICO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

EXAME DAS MAMAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

EXAME PÉLVICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4

CUIDADO PREVENTIVO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

CONTRACEPÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

RASTREAMENTO PARA CÂNCER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

OSTEOPOROSE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

OBESIDADE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

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SEÇÃO 5 - Aspectos da Cirurgia Ginecológica

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 5

ASPECTOS DA CIRURGIA GINECOLÓGICA

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CAPÍTULO 38

Anatomia

PAREDE ABDOMINAL ANTERIOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 918

ANATOMIA PÉLVICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

PELVE ÓSSEA E ARTICULAÇÕES PÉLVICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

elas estão orientadas primariamente em direção transversal

(Fig. 38-1). Como resultado, as incisões cutâneas verticais suportam mais tensão lateral e, em geral, evoluem com cicatrizes mais largas, em comparação com as transversais.

ABERTURAS DA PELVE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

LIGAMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

MÚSCULOS E FÁSCIA DA PAREDE PÉLVICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 923

SOALHO PÉLVICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 925

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SEÇÃO 4 - Oncologia Ginecológica

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 4

ONCOLOGIA GINECOLÓGICA

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CAPÍTULO 27

Princípios da

Quimioterapia

BIOLOGIA DO CRESCIMENTO DO CÂNCER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 692

USO CLÍNICO DA QUIMIOTERAPIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 694

efeitos tóxicos, é preciso conhecer a cinética e a bioquímica celulares.

PRINCÍPIOS FARMACOLÓGICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 695

■ O ciclo celular

QUIMIOTERÁPICOS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 697

Todas as divisões celulares seguem a mesma sequência básica de replicação. O tempo de geração celular é o período necessário para completar as cinco fases do ciclo celular (Fig. 27-1).

A fase G1 (G 5 gap) compreende várias atividades celulares, como síntese de proteínas, síntese de RNA e reparo do DNA.

Quando prolongada, considera-se que a célula está na fase

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Infertilidade e Menopausa

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 2

ENDOCRINOLOGIA REPRODUTIVA,

INFERTILIDADE E MENOPAUSA

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CAPÍTULO 15

OH

Endocrinologia

Reprodutiva

HO

BIOSSÍNTESE E MECANISMO DE AÇÃO HORMONAIS . . . . . . . . . . . . . . 400

ESTRUTURA E FUNÇÃO DOS RECEPTORES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 405

IMUNOENSAIOS PARA HORMÔNIOS PEPTÍDEOS E ESTEROIDES. . . . . . 408

ESTROGÊNIOS E PROGESTOGÊNIOS NA PRÁTICA CLÍNICA . . . . . . . . . . 409

NEUROENDOCRINOLOGIA REPRODUTIVA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 412

EIXO HIPOTÁLAMO-HIPÓFISE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 413

HORMÔNIOS DA ADENO-HIPÓFISE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 413

PEPTÍDEOS DE LIBERAÇÃO HIPOTALÂMICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 414

NEURO-HIPÓFISE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 416

ANORMALIDADES NO EIXO HIPOTÁLAMO-HIPÓFISE. . . . . . . . . . . . . . 417

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Cirurgia Reconstrutiva

Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Joseph I. Schaffer, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 3

MEDICINA DA PELVE FEMININA E

CIRURGIA RECONSTRUTIVA

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CAPÍTULO 23

Incontinência Urinária

DEFINIÇÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 606

EPIDEMIOLOGIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 606

FATORES DE RISCO PARA INCONTINÊNCIA URINÁRIA. . . . . . . . . . . . . 607

FISIOPATOLOGIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 609

ENCHIMENTO VESICAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 609

ESVAZIAMENTO VESICAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 611

TEORIAS SOBRE CONTINÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 612

DIAGNÓSTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 616

ANAMNESE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 616

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Capítulo 4 Fisiologia da Hemostasia

Therezinha F. Lorenzi Grupo Gen PDF Criptografado

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CAPÍTULO

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Fisiologia da Hemostasia

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Elbio Antonio D´Amico • Paula Ribeiro Villaça

INTRODUÇÃO

A função básica do sangue é o transporte de células, nutrientes, catabólitos etc. Para realizar esta função de maneira adequada, quando dentro dos vasos, o sangue deve permanecer no estado fluido. No entanto, quando ocorre uma lesão vascular, nesse local o sangue deve passar para o estado sólido, visando à redução da perda sangüínea. O tampão hemostático que se forma tem também a finalidade de servir de arcabouço sobre o qual irá ocorrer a reparação do tecido lesado. Por outro lado, a presença deste tampão altera o fluxo sangüíneo, causando o turbilhonamento local do sangue, o que promove choque intercelular, com ativação de células do sangue, propiciando a formação de novos eventos trombóticos. Por isso, após o tampão hemostático ter desempenhado as suas funções, ele deve ser removido para que a luz do vaso e o fluxo do sangue retornem às suas características normais.

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Capítulo 2 Eritrócitos

Therezinha F. Lorenzi Grupo Gen PDF Criptografado

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Eritrócitos

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Paulo Augusto Achucarro Silveira • Sandra Fátima Menosi Gualandro

INTRODUÇÃO

A hemácia é uma das células mais especializadas do organismo humano, sendo responsável pelo transporte do oxigênio aos tecidos. Para bem desempenhar esta importante função, a sua forma madura é anucleada, o que lhe traz inúmeras vantagens do ponto de vista reológico, facilitando a sua passagem por pertuitos menores do que o seu diâmetro, no baço e na microcirculação em geral. A hemácia madura é, basicamente, constituída por uma membrana plasmática que acondiciona uma solução de proteínas e eletrólitos; a hemoglobina, proteína transportadora de oxigênio, constitui 95% do total protéico citosólico da hemácia. Além da hemoglobina, o citosol da hemácia madura apresenta enzimas, importantes na produção de energia a partir da glicólise e para manter a hemoglobina em condições funcionais. Como a hemácia não tem núcleo e, portanto, não é capaz de síntese protéica, o seu arsenal enzimático é muito importante para que ela possa viver na circulação de 80 a 120 dias, gerando energia necessária à manutenção da sua forma e à regulação do volume celular.

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Capítulo 5 Baço

Therezinha F. Lorenzi Grupo Gen PDF Criptografado

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Baço

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Therezinha Ferreira Lorenzi

ANATOMIA/FISIOLOGIA

O baço desempenha papel importante na fisiopatologia das células sangüíneas, funcionando como um lago venoso pelo qual circula grande volume de sangue diariamente (em média 300mL por minuto). Esse fluxo sangüíneo é descontínuo e variável de acordo com o período do dia, modificando-se segundo as fases digestivas e interdigestivas.

Órgão de pequeno tamanho, com 10 a 12cm de comprimento, 6 a 8cm de largura e espessura de 3 a 4cm, o baço pesa, em média, apenas 150 a 200g, em condições normais. Em algumas patologias, o seu peso aumenta muito, podendo atingir até 15 vezes o normal, o que acarreta grande desconforto aos pacientes.

O aumento de peso e de volume é acompanhado, com freqüência, de hiperfunção esplênica e esta se traduz, clinicamente, com quadro de anemia mais ou menos grave, além de certa tendência a hemorragias.

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Capítulo 8 Patologia dos Leucócitos — Doenças Proliferativas Linfadenopatias Reacionais

Therezinha F. Lorenzi Grupo Gen PDF Criptografado

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Patologia dos Leucócitos —

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P ARTE A

Leucemias Agudas

Valeria Buccheri • Therezinha Ferreira Lorenzi

LEUCEMIAS AGUDAS

INTRODUÇÃO

As leucemias compreendem um grupo heterogêneo de doenças malignas do sistema hematopoético. São ordinariamente divididas em formas agudas e crônicas, as quais exibem distintos padrões demográficos, clínicos e prognósticos que sugerem diferentes mecanismos envolvidos no desenvolvimento tumoral.

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O refinamento da microscopia ótica e a introdução da citoquímica permitiram o reconhecimento das leucemias linfóides e mielóides, nas suas respectivas manifestações clínicas agudas e crônicas. Desde então, vários subtipos de leucemia mielóide aguda

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Capítulo 10 Métodos de Diagnóstico por Imagem em Hematologia

Therezinha F. Lorenzi Grupo Gen PDF Criptografado

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Métodos de Diagnóstico por Imagem em Hematologia

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Mauro Miguel Daniel • Manoel de Souza Rocha

VISÃO GERAL DOS MÉTODOS DE

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM

A radiologia oferece hoje uma grande diversidade de métodos de diagnóstico por imagem, que têm ampla aplicação na avaliação das doenças hematológicas. A interação entre o hematologista e o radiologista na escolha do exame a ser feito e na interpretação dos seus resultados ante os dados do quadro clínico é a melhor maneira de usufruir desse moderno arsenal diagnóstico.

Mesmo com o desenvolvimento de novas metodologias, a radiologia convencional ainda desempenha um papel importante na avaliação de diversas condições clínicas hematológicas, especialmente no estudo do comprometimento ósseo, seja ele neoplásico, infeccioso ou reacional aos processos anêmicos. Embora a cintilografia óssea e a ressonância magnética (RM) permitam um estudo global de todos os segmentos ósseos, a alta definição espacial da radiologia convencional ainda permanece necessária, como o único método ou como referencial, quando da interpretação de exames mais complexos.

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