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Medium 9788527731669

7 - Distúrbios Respiratórios do Sono na Criança

Borges Pereira Grupo Gen PDF Criptografado

7

Distúrbios Respiratórios do Sono na Criança

Renata Cantisani Di Francesco e Melissa Ameloti Gomes Avelino

Introdução

A literatura traz uma relação clara entre respiração oral e distúrbio respiratório do sono.

Petry et al. apontam que, no Brasil, há prevalência de ronco habitual em crianças de 27,6%, com sonolência excessiva diurna de 7,8% e episódios de apneia (referidos pelos pais) de 0,8% em escolares, sendo estes os principais indicadores de desconforto respiratório do sono.

A prevalência da apneia obstrutiva do sono é de 1 a 25% em crianças e pode estar associada a uma série de repercussões que comprometem sua qualidade de vida.

A síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) pode ocorrer em crianças de todas as idades, incluindo recém-nascidos.

Na infância, o seu pico de incidência se dá entre os 3 e 5 anos de idade, perío­do em que as tonsilas faríngea e palatinas são maiores

(apresentam hiperplasia) em relação ao tamanho da faringe. Quanto maior o tamanho das tonsilas palatinas, maiores as chances de roncopatia. Foram observadas, ainda, apneias mais graves, por meio dos achados polissonográficos em crianças com hiperplasia adenotonsilar em faixa etária pré-escolar, sendo os índices de apneia mais graves nas mais novas. A cirurgia de adenotonsilectomia é o tratamento de escolha, levando, na grande maioria dos casos, à normalização dos índices de apneia.

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Medium 9788536701813

Capítulo 12. Cimentação provisória e definitiva

Luiz Fernando Pegoraro, Accácio Lins Do Valle, Carlos Dos Reis Pereira De Araujo, Gerson Bonfante, Paulo César Rodrigues Conti, Valercio Bonachela Grupo A PDF Criptografado

12

CIMENTAÇÃO PROVISÓRIA E

DEFINITIVA

GERSON BONFANTE

INTRODUÇÃO

Muitas vezes negligenciada pelos cirurgiões-dentistas (CDs), particularmente pelos protesistas, a cimentação tem sido considerada o verdadeiro calcanhar de Aquiles da prótese parcial fixa (PPF). De nada adianta uma

PPF ter sido adequadamente planejada com relação ao tipo e ao número de retentores, ter recebido coroas provisórias corretamente adaptadas, ter sido submetida a moldagens com materiais altamente precisos e reproduzida com gesso da melhor qualidade, ter sido fundida com metal precioso ou liga não nobre de excelente reprodução marginal e submetida à aplicação da cerâmica de revestimento ou ter sido confeccionada totalmente em cerâmica se, ao final do ato de cimentação, o paciente relatar que a prótese, anteriormente ajustada, está “alta”, impedindo a oclusão correta dos dentes.

Talvez esta seja uma das constatações mais desconcertantes para o

CD na rotina da clínica odontológica. Não é difícil para o paciente aceitar o ajuste oclusal como forma de remediar o problema. Contudo, é difícil para o profissional propor a repetição da prótese sem ônus para o paciente, já que muitas vezes é impossível removê -la com qualquer saca-ponte, com ou sem o emprego de ultrassom. Além disso, é preciso levar

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Medium 9788520431825

9. Avaliação física em enfermagem do sistema respiratório

CHAVES, Loide Corina; POSSO, Maria Belén Salazar Editora Manole PDF Criptografado

Avaliação física em enfermagem do sistema respiratório

9

Loide Corina Chaves

Ana Maria Marcondes Fiorano

Maria Belén Salazar Posso

Objetivos de aprendizagem

DDAssociar aspectos da anatomia e da fisiologia do sistema respiratório com as possíveis alterações.

DDRealizar o histórico de enfermagem: entrevista e avaliação física do sistema respiratório.

DDObter aptidão para observação, identificação e compreensão da presença de alterações do sistema respiratório.

Tópicos fundamentais de aprendizagem

DDPresença de deformidade na caixa torácica, sua expansibilidade e elasticidade.

DDO tipo de respiração, a frequência, o ritmo e a amplitude.

DDAlterações nos canais respiratórios e nas unidades alveolossanguíneas.

Tópicos abordados

DDAspectos anatômicos e fisiológicos gerais.

DDHistórico de enfermagem: entrevista e avaliação física.

ASPECTOS ANATÔMICOS E FISIOLÓGICOS GERAIS

O trato respiratório (Figura 1) compreende desde o nariz até os alvéolos,

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Medium 9788527717175

26 DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS COMUNS

Patricia Gonce Morton, Dorrie K. Fontaine Grupo Gen PDF Criptografado

Distúrbios

Respiratórios

Comuns

5

26

Susan E. Anderson • Debbi Spencer*

Pneumonia

Etiologia

Fisiopatologia

Histórico

Cuidados

Prevenção

Síndrome Respiratória Aguda Grave

Derrame Pleural

Fisiopatologia

Histórico

Cuidados

Pneumotórax

Fisiopatologia

Histórico

Cuidados

Embolia Pulmonar

Fisiopatologia

Histórico

Cuidados

Prevenção

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Fisiopatologia

Histórico

Cuidados

Prevenção

Bronquite Crônica

Enfisema

Cirurgia Torácica

Asma Aguda

Fisiopatologia

Histórico

Cuidados

Estado Asmático

Insuficiência Respiratória Aguda

Fisiopatologia

Classificação

Histórico

Cuidados

Objetivos

Baseado no conteúdo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

1

Comparar a etiologia, a fisiopatologia, o histórico, os cuidados e a prevenção da pneumonia adquirida na comunidade, hospitalar adquirida e associada a cuidados médicos.

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Medium 9788527720786

Glossário

Junqueira, Luiz Carlos Uchoa Grupo Gen PDF Criptografado

Glossário

339

Glossário

Junqueira Glossario.indd 339

30.11.11 14:25:34

340

JJ

A

Acrocêntrico. Cromossomo com o centrômero subterminal, isto é, deslocado para uma das extremidades.

Acetil-CoA (acetilcoenzima A). Intermediá­rio metabólico originado do catabolismo de diversos compostos, como

ácidos graxos e utilizado como substrato inicial do ciclo respiratório ou ciclo do ácido cítrico (cíclico do ácido tri­ carboxílico), que tem lugar nas mitocôndrias.

Actina. Proteí­na muito abundante no citoplasma das células eucariontes e que existe sob a forma de monômeros globosos

(actina G) ou sob a forma de filamentos flexíveis constituí­ dos pela polimerização da actina G. Os filamentos de actina fazem parte do citoesqueleto e participam dos movimentos de partículas e da célula como um todo. Participam também da constituição e manutenção da forma das células.

Adenilato-ciclase. Enzima ligada à membrana celular que catalisa a síntese de AMP (adenosina monofosfato) cíclico ou cAMP, a partir de ATP. O cAMP é um componente importante de diversas vias intracelulares transmissoras de sinais recebidos pela célula.

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Medium 9788527716383

5. As Pneumonias Intersticiais Idiopáticas, Parte II: Pneumonia em Organização Criptogênica (BOPO Idiopática), Bronquiolite Respiratória-Doença Pulmonar Intersticial, Pneumonia Intersticial Descamativa, Pneumonia Intersticial Aguda e Pneumonia Intersticia

W. Richard Webb, Nestor l. Müller, David P. Naidich Grupo Gen PDF Criptografado

As Pneumonias

Intersticiais Idiopáticas,

Parte II: Pneumonia em Organização

5

Criptogênica (BOPO Idiopática),

Bronquiolite Respiratória-Doença

Pulmonar Intersticial,

Pneumonia Intersticial Descamativa,

Pneumonia Intersticial Aguda e

Pneumonia Intersticial Linfocítica

SUMÁRIO DO CAPÍTULO

Pneumonia em Organização Criptogênica (Bronquiolite

Obliterante Associada à Pneumonia em Organização)

Pneumonia Intersticial Aguda

Bronquiolite Respiratória e Bronquiolite Respiratória-Doença

Pulmonar Intersticial

Pneumonia Intersticial Descamativa

Pneumonia Intersticial Linfocítica

ABREVIATURAS USADAS NESTE CAPÍTULO

ATS:

BOPO:

American Thoracic Society bronquiolite obliterante associada à pneumonia em organização

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

005webb

pág. 200

BR:

BR-DPI:

ERS:

FPI:

LAD:

PEC:

PFP:

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Medium 9788580556148

Capítulo 71 - Toxicologia ambiental: carcinógenos e metais pesados

Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

71

Toxicologia ambiental: carcinógenos e metais pesados

Michael C. Byrns e Trevor M. Penning

Avaliação e gestão do risco ambiental

Poluição da água e do ar

Abordagens epidemiológicas na avaliação de risco

��Chumbo

��Estudos epidemiológicos

��Mercúrio

Metais

��Biomarcadores

��Arsênico

Abordagens toxicológicas na avaliação de risco

��Cromo

Carcinógenos e quimioprevenção

��Carcinogênese

��Quimioprevenção

��Aflatoxina B1

��Cádmio

Tratamento para exposição a metais

��Ácido etilenodiaminotetracético

��Dimercaprol

��Succímero

��Sulfonato de 2,3-dimercaptopropano sódico

��Penicilamina; trientina

��Desferroxamina; deferasirox; deferiprona

Todos os dias os seres humanos são expostos a substâncias químicas presentes no ambiente. Felizmente, os mamíferos evoluíram ao desenvolver mecanismos que os protegem dos efeitos tóxicos de várias substâncias exógenas, incluindo o transporte de xenobióticos e os mecanismos metabólicos descritos nos Capítulos 4 a 7. Ainda que o organismo humano esteja relativamente bem-adaptado para lidar com xenobióticos, há situações em que tais substâncias ambientais podem causar uma toxicidade significativa. A revolução industrial e o desenvolvimento da indústria química aumentaram a exposição humana a substâncias que antes eram infrequentes ou ausentes. A preocupação com os tóxicos ambientais estimulou o interesse e a pesquisa na toxicologia ambiental, o estudo de como as substâncias presentes no nosso ambiente podem afetar de forma adversa a saúde humana e, na toxicologia ocupacional, o estudo de como as substâncias no local de trabalho afetam a saúde dos trabalhadores. Muitos manuais especializados estão disponíveis nessas áreas. Este capítulo não pretende fornecer uma cobertura completa, mas apresenta alguns princípios básicos e uma breve discussão sobre carcinógenos e quimioprevenção e, então, focaliza na farmacoterapia da intoxicação por metais pesados.

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Medium 9788582715116

Capítulo 6 - Terapias Cognitivo-Comportamentais: História, Evolução e Princípios Teóricos

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

6

TERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS:

HISTÓRIA, EVOLUÇÃO E PRINCÍPIOS

TEÓRICOS

 ELIANE MARY DE OLIVEIRA FALCONE

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS�� As terapias cognitivo-comportamentais (TCCs) têm sua origem na terapia comportamental tradicional, a qual integrou processos cognitivos a seus princípios teóricos de condicionamento.

�� Terapeutas de orientação psicodinâmica também aderiram ao modelo cognitivo-comportamental para a compreensão de problemas clínicos.

�� Os avanços das ciências cognitivas exerceram forte influência na transformação da terapia comportamental tradicional.

�� Embora apresentando divergências, as TCCs compartilham muitos aspectos e podem ser utilizadas de forma integrada.

�� As TCCs têm crescido em popularidade e são reconhecidas como mais apropriadas no tratamento de vários transtornos mentais.

�� Em sua versão mais recente, as TCCs têm explorado processos automáticos

(inconscientes) de cognições e apresentado maior foco nas emoções, bem como integração com outras orientações teóricas.

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Medium 9788527726788

12 - Marketing de Relacionamento

Ricardo Lenzi, Cláudio Gonçalves Grupo Gen PDF Criptografado

12

Marketing de Relacionamento

Ricardo Lenzi

Vender é bom. Vender sempre é o ideal. Captação de clientes versus manutenção de clientes

Erros e recuperação de clientes

Cada um é um. Desenvolva relacionamentos por meio da diferenciação de seus clientes.

GeRenciaR eRROs e insatisFaÇões

Errar é humano, mas corrigir um erro é fantástico!

A falta de correção ou até mesmo a repetição de um erro comprova que a organização não tem capacidade de realizar os serviços que se prestou a entre­ gar ou, ainda, mostra descaso com seus clientes.

Assim, em caso de insatisfação, devemos compreender as razões do cliente e criar mecanismos de soluções para os problemas.

Situações que induzem a erro:

• Grande fluxo de clientes (correria). Nessa situação, mantenha a calma e defina quais atendimentos são prioritários

• Mau humor. Quando o mau humor for incontrolável, dê um descanso para você mesmo e volte com a energia renovada

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Medium 9788527721875

Capítulo 4 - Seleção de Panelas

Camila Cremonezi Japur, Marta Neves Campanelli Marçal Vieira Grupo Gen PDF Criptografado

C apítulo

4

Seleção de Panelas

Kesia Diego Quintaes e Jaime Amaya-Farfan

Introdução

Desde a Pré-História o homem começou a buscar, entre os diversos materiais disponíveis no seu ambiente, os mais apropriados para confeccionar recipientes de alimentos e utensílios culinários. O primeiro material usado foi a pedra esculpida, seguida pela cerâmica, s­ éculos mais tarde.

A possibilidade de desenvolvimento de novos materiais foi expandida após o controle do fogo.

Mediante o emprego intencional ou não do fogo, os metais foram sendo separados de suas matrizes naturais e usados separadamente ou em combinações específicas. Assim, o cobre, o latão, o ferro e, após a Revolução Industrial, o aço e o alumínio foram chegando às panelas.

Pode-se es­pecular que a necessidade de melhorar as características sensoriais e sanitárias dos alimentos, bem como praticidade, beleza, disponibilidade do material e inocuidade contribuí­ram para a busca con­tí­nua por novos materiais. Resinas, tintas, películas poliméricas de revestimento, decalques e afins foram sendo agregados ao longo do tempo aos utensílios. A finalidade estética, a inocuidade e a facilidade na limpeza foram determinantes dos avanços observados no setor ao longo do tempo.

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Medium 9788527729383

55 - Curativos e Coberturas

Vários autores Grupo Gen PDF Criptografado

55

Capítulo 55  •  Curativos e Coberturas   283

Curativos e Coberturas

Suzana Aron, Ana Maria Amato Bergo e

Maria da Glória Silva Gordo Marcondes

Conceitos e características

A cobertura da lesão constitui um aspecto fundamental no tratamento de feridas porque favorece um microambiente adequado para a restauração dos tecidos, por meio da manutenção da umidade, do isolamento térmico, da proteção da ferida contra o trauma e a penetração bacteriana exógena, da proteção da pele perilesão e da promoção do conforto do paciente por controle do odor, redução da dor e contenção de exsudato.1 Tais características da oclusão são fundamentais para a obtenção da reparação te­ci­dual.

Na década de 1960, o trabalho de Winter (1962) constituiu um marco para o desenvolvimento de coberturas que evoluí­ram das “gazes sofisticadas” (pela diversificação de tramas, pureza do tecido e impregnação com diferentes produtos emolientes ou antissépticos) para os chamados

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Medium 9788580553505

Capítulo 56 - Manifestações reumáticas das neoplasias malignas

John Imboden, David Hellman, John Stone Grupo A PDF Criptografado

Manifestações reumáticas das neoplasias malignas

John B. Imboden, MD

Em casos raros, lesões tumorais, tumores benignos e neoplasias malignas afetam diretamente as articulações e causam artrite.

Em casos mais frequentes, neoplasias malignas causam síndromes paraneoplásicas com manifestações musculoesqueléticas.

Algumas síndromes paraneoplásicas têm manifestações reumáticas típicas e, por esta razão, justificam uma investigação para identificar a neoplasia maligna subjacente quando são reconhecidas. Outras síndromes paraneoplásicas podem causar quadros clínicos semelhantes aos das doenças reumáticas (p. ex., artrite reumatoide) e levar a erros de diagnóstico.

TUMORES E LESÕES TUMORAIS BENIGNOS

DA SINÓVIA

1. Sinovite vilonodular pigmentada

F UNDAMENTO S DO DIAGN Ó S T IC O c Início insidioso com dor, edema e limitação da mobilidade de uma única articulação, em geral joelho ou outra articulação grande. c Líquido sinovial sanguinolento em cerca de 75% dos casos. c Histopatologia típica.

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Medium 9788520436776

17. Ombro e complexo do ombro

Carolyn Kisner, Lynn Allen Colby Editora Manole PDF Criptografado

Ombro e complexo do ombro

17 capítulo

n Carolyn Kisner, PT, MS   n Lynn Colby, PT, MS n John D. Borstad, PT, PhD

■■ Estrutura e função do complexo do ombro  540

Articulações

do complexo do ombro  540

Articulações sinoviais  540

Articulações funcionais  542

Estabilidade escapular  543

Função

do complexo do ombro  544

Ritmo escapuloumeral  544

Elevação e rotação da clavícula durante o movimento umeral  545

Rotação lateral do úmero com elevação 545

Mecanismos do músculo deltoide e do supraespinal  545

Dor

referida e lesão nervosa  545

Fontes comuns de dor referida na região do ombro  545

Distúrbios nervosos na região do complexo do ombro  545

■■ Tratamento de distúrbios e cirurgias do ombro  545

Hipomobilidade

articular: tratamento conservador  546

Articulação glenoumeral  546

Articulações acromioclavicular e esternoclavicular  552

Cirurgia da articulação pós-operatório  552

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Medium 9788527731294

Parte 9 - 33 - Considerações Anestésicas para a Terapia Renal Substitutiva

Kurt A. Grimm, Leigh A. Lamont, William J. Tranquilli, Stephen A. Greene, Sheilah A. Robertson Grupo Gen PDF Criptografado

33

Considerações Anestésicas para a Terapia Renal Substitutiva

Rebecca A. Johnson

Introdução, 692

Transplante renal, 692

Introdução, 692

Considerações pré-operatórias, 692

Conduta anestésica, 693

Diálise peritoneal, 695

Introdução, 695

Seleção de casos, 696

Introdução

Os rins são responsáveis por numerosas funções biológicas essenciais, como a remoção de produtos finais nitrogenados do sangue, a retenção de solutos, proteínas e células sanguíneas, a manutenção do equilíbrio acidobásico, a regulação dos níveis eletrolíticos e da eritropoese e o controle da pressão arterial sistêmica. A lesão renal aguda (LRA) e a doença renal crônica (DRC) constituem entidades clínicas comuns, que estão associadas a um comprometimento da função renal. Dependendo da etiologia e da cronicidade, os pacientes apresentam sinais clínicos, como vômito, diarreia, ulceração oral, anorexia, perda de peso, polidipsia e alterações do débito urinário, como poliúria, oligúria ou anúria. Com frequência, os pacientes também podem apresentar distúrbios eletrolíticos e do equilíbrio acidobásico (p. ex., hiperpotassemia, acidose metabólica) e/ou sobrecarga de volume. Para aliviar esses graves sinais clínicos, melhorar a qualidade de vida e prolongar o tempo de sobrevida nesses pacientes, as terapias renais substitutivas recentemente tornaram-se populares como opções de tratamento para o controle dos sinais clínicos de uremia em cães e gatos.

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Medium 9788580554052

Capítulo 34 - A unidade motora e a ação muscular

Eric R. Kandel, James Schwartz, Thomas M. Jessell, Steven A. Siegelbaum, A.J. Hudspeth Grupo A PDF Criptografado

34

A unidade motora e a ação muscular

A unidade motora é a unidade elementar do controle motor

A unidade motora consiste em um neurônio motor e todas as fibras musculares que ele inerva

As propriedades das unidades motoras variam

A atividade física pode alterar as propriedades das unidades motoras

A força muscular é controlada pelo recrutamento e pela frequência de descarga das unidades motoras

As propriedades das aferências e eferências dos neurônios motores são modificadas pelas vias descendentes do tronco encefálico

A força muscular depende da estrutura do músculo

Os sarcômeros contêm as proteínas contráteis

Os elementos não contráteis fornecem o suporte estrutural essencial

A força contrátil depende da ativação, do comprimento e da velocidade de contração da fibra muscular

O torque muscular depende da geometria do músculo esquelético

Diferentes movimentos requerem estratégias de ativação distintas

A velocidade de contração pode variar em magnitude e direção

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