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Medium 9788536302898

14. Fobia social

Paulo Knapp Grupo A PDF Criptografado

Fobia social

PATRÍCIA PICON, DANIELA ZIPPIN KNIJNIK

O

transtorno de ansiedade social, também conhecido como fobia social, é uma categoria diagnóstica recente e anteriormente negligenciada (Liebowitz et al.,

1985), muito prevalente, de curso crônico, potencialmente incapacitante e com altas taxas de co-morbidade (Hirschfeld, 1995; Lecrubier,

1998).

Um grande número de estudos tem sido realizado desde o início da década de 80, com bons resultados e importantes avanços nas abordagens psicoterápica e farmacológica; é cada vez mais reconhecida a efetividade das abordagens cognitivo-comportamentais, justificando, portanto, o desenvolvimento de estratégias terapêuticas cada vez mais específicas e de comprovada efetividade (Rosenbaum, 1995; Juster e Heimberg, 1995; Ballenger et al., 1998).

A terapia cognitivo-comportamental

(TCC) pode ser realizada individualmente ou em grupo na fobia social. Além disso, os ganhos adquiridos com o tratamento são mantidos ao longo do tempo. Atualmente, estão sendo pesquisados os fatores que influenciam a resposta à intervenção cognitivo-comportamental, com o objetivo de aumentar a sua efetividade (Coles, Hart, Heimberg, 2001).

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Medium 9788527726184

Capítulo 109 - Ortopedia

CUBAS Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 109

Ortopedia

Cassio Ricardo Auada Ferrigno

Alexandre Schmaedecke

Vanessa Ferraz

CC

Introdução

Grande parte das informações contidas neste capítulo é genérica e decorrente de conhecimentos adquiridos na clí‑ nica cirúrgica de animais domésticos de companhia e na clí‑ nica médica humana, todavia esses conceitos valem também para as espécies selvagens. No final deste capítulo, foram comen‑ tadas particularidades inerentes às classes dos répteis e das aves, animais frequentes na clínica de animais exóticos de companhia.

Vale ressaltar que, em razão do grande número de espécies silves‑ tres e das particularidades anatômicas, fisiológicas e biológicas, as técnicas ortopédicas descritas para mamíferos domésticos não se aplicam integralmente a todos os grupos de animais selvagens, sendo necessárias adequações em alguns casos.

No que diz respeito às fraturas e às osteossínteses, é preciso salientar que o tecido ósseo é um tecido vivo e altamente espe‑ cializado, constituído de diferentes tipos celulares e de compo‑ nentes inorgânicos com características físico‑químicas espe‑ cíficas. Um agravante é que o tecido ósseo apresenta pouca vascularização, o que dificulta o tratamento e a cicatrização das fraturas.

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Medium 9788580551167

3. Farmacodinâmica: mecanismos de ação dos fármacos

Laurence L. Brunton, Bruce A. Chabner, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

3

Capítulo

Farmacodinâmica: mecanismos de ação dos fármacos

Donald K. Blumenthal e

James C. Garrison

A farmacodinâmica ocupa-se do estudo dos efeitos bioquímicos e fisiológicos dos fármacos e seus mecanismos de ação. Os conhecimentos de farmacodinâmica podem proporcionar as bases para o uso terapêutico racional dos fármacos e o desenvolvimento de outros agentes terapêuticos mais novos e eficazes. Em termos simples, a farmacodinâmica refere-se aos efeitos de um fármaco no organismo. Já as influências corporais nas ações dos fármacos definem os processos farmacocinéticos (Capítulo 2), que incluem absorção, distribuição, metabolismo e excreção (em geral, designados coletivamente pela abreviatura ADME). Muitos efeitos adversos e tóxicos dos fármacos podem ser antecipados quando seus mecanismos de ação, sua farmacocinética e suas interações com outros fármacos são conhecidos. Desse modo, as propriedades farmacodinâmicas de um fármaco e sua farmacocinética contribuem para a segurança e o êxito do tratamento. Os efeitos benéficos e deletérios de muitos fármacos podem variar expressivamente de um paciente para outro em razão das diferenças genéticas, que alteram a farmacocinética e a farmacodinâmica de determinado fármaco. Essa área da farmacologia é conhecida como farmacogenética e está descrita no Capítulo 7.

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Medium 9788582715512

Capítulo 30. Ricardo III, de William Shakespeare

Táki Athanássios Cordás, Daniel Martins de Barros, Michele de Oliveira Gonzalez Grupo A PDF Criptografado

30

RICARDO III

DE

WILLIAM SHAKESPEARE

Alexandre Pinto de Azevedo

Desespero; uma criatura alguma me ama.

Se eu morrer, nenhuma alma há de chorar-me.

Aliás, por que o fariam, se eu não tenho piedade de mim próprio?

(Ricardo, Ato V, Cena III)

William Shakespeare (1564-1616) nasceu em Stratford-upon-Avon, no condado de Warwick, Inglaterra. Aos 15 anos, foi trabalhar no açougue do pai. Aos 18 anos, casou-se com Anne Hathaway, oito anos mais velha que ele. Em 1586, aos 22 anos, abandona sua família e muda-se para Londres.

Nessa época, período do reinado de Elizabeth I, Londres vivia uma intensa atividade artística. Shakespeare estudou e leu autores clássicos, novelas, contos e crônicas, o que se revelou fundamental para sua formação.

A obra de Shakespeare abrange aproximadamente 40 peças, divididas em fases que acompanham a evolução do autor. A primeira fase vai de 1590 a 1595, na qual se encontra Ricardo III; já a segunda compreende os anos de 1596 a 1600; e a terceira, de 1601 a 1608, o período mais importante.

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Medium 9788577260546

21. Dor no idoso

Jamie H. Von Roenn, Judith A. Paice, Michael E. Preodor Grupo A PDF Criptografado

21

Dor no idoso

Joshua M. Hauser, MD

M

N

ou se está hospitalizado com uma enfermidade aguda. Os estudos revistos adiante em geral incluem qualquer tipo de dor (p. ex., neuropática ou nociceptiva) que ocorre em qualquer área anatômica. O objetivo geral consiste em mostrar a carga global que a dor representa no idoso, e não em caracterizar diagnósticos específicos ou estratégias de controle.

CRITÉRIOS FUNDAMENTAIS

As pessoas idosas têm reação à dor menos previsível a uma doença ou lesão específica do que as pessoas mais jovens

Obtenha uma história precisa sobre medicamentos solicitando aos pacientes que tragam sua medicação para a consulta

As escalas unidimensionais para avaliação da dor

(p. ex., escala análoga visual ou escalas de escores numéricos) são particularmente úteis nos pacientes idosos, especialmente naqueles que sofrem de alteração cognitiva

1. Na comunidade — Foi mostrado que a prevalência de dor nos idosos que vivem em comunidade varia de 25 a 56%. As fontes de dor incluem dorsalgia (21 a 49,5%), dor articular e cefaléias. Um estudo de idosos que residem na comunidade, em que se utilizou o Minimum Data Set

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Medium 9788527726788

3 - Planejamento Estratégico em Odontologia

Ricardo Lenzi, Cláudio Gonçalves Grupo Gen PDF Criptografado

3

planejamento estratégico em odontologia

Cláudio Gonçalves

foco esTrATégico – o comeÇo de quAlquer sucesso

Você realmente sabe o que faz para ganhar dinheiro?

No Altera, partilhamos a ideia de que o planejamento é essencial para a execução de uma estratégia de negócios e também cremos que é preciso ter um negócio e, principalmente, consciência da existência dele para que se obtenha retorno financeiro.

Para simplificar o raciocínio, pense da seguinte maneira: você acorda todos os dias para fazer trocas!

Seus clientes, atuais ou futuros, saem de suas casas e enfrentam o trânsito para ir até seu consultório ou clínica para realizar uma troca com você – vão lhe dar dinheiro e querem receber algo que valha a pena. Pense nisso, seja empático, coloque-se no lugar de seus clientes e pense sinceramente: vale a pena?

O segredo de fazer trocas interessantes é, em primeiro lugar, conhecer profundamente o seu cliente. Pense que quanto mais souber a respeito dele, melhor compreenderá o que faz diferença e realmente agrega valor para essas pessoas.

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Medium 9788520456446

4. A importância do brincar

Andréa Gislane do Nascimento Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

A importância do brincar

Aide Mitie Kudo

Priscila Bagio Maria Barros

Mariana de Paiva Franco

Renata Sloboda Bittencourt

Resgate histórico

Desde os tempos mais remotos, o ato de brincar estava presente no cotidiano das crianças em todas as culturas. Muitos jogos e brincadeiras que temos hoje eram praticados nas civilizações antigas, destinados ao entretenimento de adultos durante reuniões e festividades locais.

Achados arqueológicos e descrições iconográficas mostram que bonecas e marionetes eram usadas como brinquedos e divertimento no Egito antigo há mais de 5 mil anos. Crianças naquela época construíam barcos em miniaturas, imitando as embarcações que navegavam pelo Nilo; em escavações em templos egípcios, foi encontrado um jogo da velha datado de 1400 ou 1333 a.C.; os primeiros dominós foram construídos de ossos de marfim por um soldado chinês que viveu em 243 a 181 a.C.1.

Foi a partir da Idade Média, na Europa, que os brinquedos começaram a ser fabricados, ainda que artesanalmente e comercializados nos grandes entrepostos de vendas existentes, principalmente nos grandes povoados. E foi no período das transformações econômicas e sociais da

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Medium 9788527727495

53 - Distúrbios do Controle da Temperatura | Hipotermia

Richard S. Irwin, Craig M. Lilly, James M. Rippe Grupo Gen PDF Criptografado

53

Distúrbios do Controle da Temperatura |

Hipotermia

Jiaying Zhang, Susanne Muehlschlegel e Mark M. Wilson

I. Hipotermia acidental

A. Princípios gerais.

1. A hipotermia é definida como a temperatura central menor ou igual a 35°C.

2. Quando a temperatura corporal cai, o hipotálamo modula o tônus autônomo e causa interrupção da produção de suor, constrição dos vasos cutâneos e aumento da produção de calor durante a fase de calafrios (35°C a 30°C).

3. A regulação da temperatura diminui com a idade em consequência da deterioração de neurônios aferentes sensitivos, da função cortical e das respostas efetoras.

B. Etiologia.

1. As causas mais frequentes da hipotermia são exposição ao frio, uso de alguns fármacos ou drogas (álcool etílico, fenotiazinas, barbitúricos, neurolépticos, bloqueadores neuromusculares) e hipoglicemia.

2. Outras causas comuns são hiperglicemia, hipotireoidismo, insuficiência suprarrenal, transtornos do sistema nervoso central (SNC), queimaduras extensas, sepse e traumatismo.

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Medium 9788536509143

Agora é com você!

Caroline Freire, Débora Peixoto de Araújo Editora Saraiva PDF Criptografado

Vamos recapitular?

A Arquivologia é uma ciência que tem como objeto a documentação da informação registrada sob os mais variados suportes. Também chamada de arquivística, é a disciplina que estuda as funções do arquivo e os princípios e técnicas a serem observados na produção, organização, guarda, preservação e utilização dos arquivos.

Partindo desse pressuposto, podemos afirmar que a principal finalidade do arquivo é servir como fonte de armazenamento e consulta à administração, pois se constitui em documentos produzidos ou recebidos pela entidade mantenedora do acervo, podendo, com o passar do tempo, servir de base para o conhecimento da História. Outra classificação que recai sobre os arquivos é quanto ao uso, e nesse sentido temos três elementos: arquivos correntes, intermediários e permanentes. O primeiro refere-se a arquivos constituídos de documentos em curso, de utilização constante, para a tomada de decisões das administrações. O segundo refere-se a um método de arquivamento transitório que assegura a preservação dos documentos enquanto aguardam o período correto para arquivamento definitivo ou descarte. E por fim temos os arquivos permanentes, não menos importantes, cuja finalidade é reunir, conservar, arranjar, descrever e facilitar a consulta de documentos que não são mais necessários rotineiramente para determinados órgãos, mas podendo se tornar úteis para fins administrativos, históricos, de pesquisas etc.

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Medium 9788580551082

9. Radiologia do trato urinário

Michael Y. M. Chen, Thomas L. Pope, David J. Ott Grupo A PDF Criptografado

9

Radiologia do trato urinário

Jud R. Gash, MD

Jacob Noe, MD

Técnicas e anatomia normal

Radiografia abdominal

Tomografia computadorizada

Ultrassonografia

Ressonância magnética

Medicina nuclear

Pielografia retrógrada/Cistografia/Uretrografia

Angiografia

Em radiologia, cinco anos é bastante tempo, e desde a primeira edição deste texto, o ritmo das mudanças que ocorreram nas imagens foi ainda maior. A crescente disponibilidade e capacidade técnica das modalidades de corte transversal, como a tomografia computadorizada (TC), a ressonância magnética (RM) e a ultrassonografia (US), dominam hoje as imagens do sistema urinário, sendo a

TC multidetectora (espiral) a que causou maior impacto. No nosso departamento, TC é chamada de

“templo da verdade”, por uma boa razão. As modalidades de corte transversal vêm essencialmente eliminando a pielografia intravenosa (PIV), que após

70 anos sendo o pilar da imagem do trato urinário, teve sua epígrafe escrita e possui pequeno papel, se

é que ainda tem algum, na imagem do trato urinário moderna. O resultado desses avanços progressivos permite o diagnóstico mais preciso e mais precoce da doença do trato geniturinário.

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Medium 9788527732437

16 - Hiperplasias Reacionais Inflamatórias

PRADO, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

16

Hiperplasias Reacionais

Inflamatórias

Renato Kobler Sampaio • Renata Lopes Sampaio • Roberto Prado

INTRODUÇÃO

No princípio do século 19 foram iniciadas várias investigações científicas que culminaram na descoberta da

“Teoria Celular”, segundo a qual todos os seres vivos são compostos por células. Ao longo do século  20, foram realizados muitos progressos na compreensão das transformações físico-químicas em nível celular.

Descobriu-se que o ambiente em que vivem os organismos vivos varia a cada instante e algumas dessas variações representam estímulos que irão desencadear respostas adaptativas nas células. É de fundamental importância a compreensão dos mecanismos básicos utilizados pelas células e pelos tecidos para se adaptarem

às variações ambientais, sujeitas a constantes alterações, tanto de processos fisiológicos normais como de alterações ambientais diversas, inclusive os efeitos decorrentes de tratamento medicamentoso.

Se as células fossem sistemas estáticos, tais alterações afetariam profundamente o funcionamento celular, podendo resultar em dano e morte celular.

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Medium 9788527731317

25 - Outras Infecções

Flávio Danni Fuchs, Lenita Wannmacher Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

25

Outras Infecções

Guilherme Becker Sander  Jerônimo De Conto Oliveira

``

Introdução

Tratamento de infecções bacterianas não abordadas nos demais capítulos sobre doenças infecciosas é aqui apresentado. Entre elas se inclui sepse, condição com aumento de incidência nas últimas décadas. Atualmente tem incidência anual estimada de 0,5%, maior em pessoas com mais de 65 anos e em meses de inverno.1

A incidência de meningites bacterianas vem-se reduzindo, em boa parte pela vacinação de crianças para Haemophilus influenzae tipo b

(Hib) e para Streptococcus pneumoniae. No entanto, essas meningites ainda persistem como infecções do SNC com alta morbidade.

A elevada mortalidade mundial por gastroenterites bacterianas e de outras etiologias, observada nos anos 1980, foi reduzida a menos da metade por difusão do aleitamento materno, melhorias em saneamento e higiene e, também, melhorias no manejo, sobretudo mediante campanhas de estímulo à reidratação oral. Contudo, ainda se estima que cerca de 2 milhões de crianças com menos de 5 anos no mundo morram anualmente por diarreia, correspondendo a 18% das mortes nessa faixa etária.2

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Medium 9788520432112

Seção XI – Ecocardiografia transesofágica bidimensional e tridimensional e ecocardiografia vascular invasiva

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Ecocardiografia transesofágica bidimensional e tridimensional e ecocardiografia vascular invasiva

1 Instrumentação, preparo do paciente e indicações....................................................... 683

2 Planos da ecocardiografia transesofágica..................................................................... 697

3 Ecocardiografia transesofágica tridimensional............................................................. 709

4 Ecocardiografia intraoperatória em cirurgias cardíacas e não cardíacas..................... 720

5 �Ultrassonografia para monitorização da passagem de cateteres venosos e arteriais....................................................................................................................... 730

6 Ecocardiografia transesofágica – avaliação ambulatorial das cardiopatias congênitas..................................................................................................................... 739

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Medium 9788570066220

58 – CEFALEIAS E O OLHO

Aderbal de Albuquerque Alves Grupo Gen PDF Criptografado

CEFALEIAS E O OLHO

6ª Edição

58

Aderbal de Albuquerque Alves

A cefaleia é um dos sintomas mais referidos em qualquer consulta oftalmológica. O oftalmologista deve estar consciente para não desperdiçar a oportunidade de identificar a possível causa ocular ou de contribuir para o diagnóstico do fator sistêmico.

As de origem ocular, relacionadas com as ametropias, não são incapacitantes e se enquadram no grupo de sintomas definidos como astenopia. Geralmente bilaterais não muito intensas, surgem após esforço ocular persistente e, sobretudo, relacionadas com o mecanismo de compensação, mais do que com a própria existência da ametropia ou distúrbio de visão binocular.

As mais intensas, às vezes acompanhadas de vômitos e náuseas, são provocadas por glaucoma agudo, inflamações, ou doenças sistêmicas. O paciente queixa-se de dor em torno dos olhos, na região frontal ou até occipital, mais raramente temporal. Relaciona-se com a primeira divisão do V par ou dos nervos cervicais superiores.

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Medium 9788580555790

Capítulo 28. Órteses

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

28

Órteses

Lanvin Taylor, DO

Stanley Yoo, MD

Órtese é um equipamento ajustado e aplicado ao corpo para modificar as características estruturais ou funcionais do sistema neuromusculoesquelético. Para esse fim, o uso de órtese

é muitas vezes empregado para aliviar a dor, tratar deformidades e atenuar função neuromuscular anormal. Mais especificamente, as órteses podem ser usadas para (1) prevenir, reduzir ou estabilizar uma deformidade; (2) modificar a amplitude de movimento de uma articulação; (3) adicionar comprimento ou alterar o formato de um segmento; (4) compensar uma fraqueza muscular ou controlar hiperatividade muscular; e (5) reduzir ou redistribuir a carga nos tecidos. As órteses também são chamadas de talas.

Muitas vezes, os médicos reabilitadores trabalham com ortesistas. Em conjunto com o médico, esse profissional desenha e fabrica uma órtese que satisfaça as necessidades específicas do paciente. O ajuste e o alinhamento apropriados de uma órtese são fundamentais para que o paciente se beneficie de seu uso.

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