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Medium 9788527728089

19 Ventilação Mecânica no Paciente Neurológico

VALIATTI, Jorge Luis dos Santos; AMARAL, José Luiz Gomes; FALCÃO, Luiz Fernando dos Reis Grupo Gen PDF Criptografado

19

Ventilação Mecânica no

Paciente Neurológico

Jorge Luis dos Santos Valiatti e Cristina Prata Amendola

Introdução

A ventilação mecânica (VM) é frequentemente utilizada em pacientes neurológicos, sobretudo quando o nível de consciên­cia está visivelmen­ te comprometido, na presença de insuficiên­cia respiratória associada, ou ainda na incapacidade de proteger as vias respiratórias. A despei­ to dos seus benefícios, é importante assegurar que a VM não produza efeitos deletérios em parâmetros cerebrais básicos, como pressão in­ tracraniana (PIC), pressão de perfusão cerebral (PPC) e fluxo sanguí­ neo cerebral (FSC). A grande dificuldade é que, na vigência de uma agressão cerebral importante, os mecanismos de autorregulação são profundamente afetados, o que torna perfusão e fluxo muito depen­ dentes da hemodinâmica sistêmica. Em pacientes sem patologia pul­ monar ou choque, estes efeitos são mais facilmente controlados do que em situações nas quais existe franca insuficiên­cia respiratória, como na síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). Neste capítulo, serão abordadas as principais interações entre os sistemas respiratório, cardiovascular e neurológico, para, assim, assegurar um manejo venti­ latório racional para pacientes com trauma de craniencefálico (TCE), acidente ­vascular cerebral e coma de um modo geral.

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Medium 9788581142692

20 - Pré-diabetes: definição, consequências e abordagem

MILECH, Adolpho Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

20

Pré-diabetes: definição, consequências e abordagem

Joana Dantas

Karina Tabet Munoz

Melanie Rodacki

INTRODUÇÃO

O diabetes mellitus (DM) é um grave problema de saúde pública. Com a expectativa de progressão da obesidade mundial, é esperado um aumento exponencial do número de casos diagnosticados de diabetes nos próximos 20 anos.1 Por isso,

é importante identificar medidas capazes de prevenir o desenvolvimento do DM e suas complicações micro e macrovasculares. Além disso, é necessário identificar quais indivíduos apresentam risco exacerbado de desenvolver a doença, condição que tem sido denominada como pré-diabetes. Este termo por vezes é questionado, uma vez que nem todos pacientes desse grupo desenvolverão diabetes. Também

é importante ressaltar que o pré-diabetes não pode ser considerado uma doença, e sim um estágio pré-clínico do DM.2,3 Entretanto, já pode estar associado a aumento do risco de algumas complicações da doença.2 Na maioria dos casos, os indivíduos desse grupo apresentam risco aumentado de DM tipo 2 (DM2), cujo aparecimento é influenciado por fatores ambientais modificáveis, como a obesidade e o sedentarismo.2-4 A abordagem adequada desses fatores pode resultar em prevenção do DM, o que será discutido neste capítulo.

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Medium 9788527726276

60 - Diagnóstico de Infecção e Inflamação por Cintigrafia

BRANT, William E.; HELMS, Clyde A. Grupo Gen PDF Criptografado

gil

Capítulo 60   �Diagnóstico de Infecção e

Inflamação por Cintigrafia

Christopher J. Palestro

A avaliação por cintigrafia de processos infecciosos e inflamatórios é extremamente abrangente, englobando diferentes radiofármacos, téc‑ nicas de imagem e doenças. Além de analisar a função do citrato de gálio‑67 (67Ga) e de leucócitos radiomarcados in vitro, este capítulo também aborda o potencial de 18FFDG‑PET (FDG‑PET), para geração de imagens de inflamação e infecção.

Gálio‑67

O isótopo 67Ga, que tem sido utilizado para localizar um processo infeccioso por mais de três décadas, é produzido em ciclotron. Decai por captura de elétrons e tem meia‑vida física de aproximadamente

78 h. Com as principais energias de fótons de 93,184 e 296 keV empregadas para a produção de imagens e um rendimento pobre de fótons por desintegração, 67Ga é um agente de imagem de qualidade inferior.1

Diversos fatores regulam a captação desse marcador nos processos que envolvem inflamação e infecção. Cerca de 90% de todo o gálio‑67 circulante no plasma é ligado à transferrina. O aumento do fluxo sanguíneo e da permeabilidade da membrana vascular resultam em maior oferta e acumulação de 67Ga ligado à transferrina em focos inflamatórios. O 67Ga também se liga à lactoferrina, encontrada em concentrações elevadas no foco inflamatório. A captação bacteriana direta provavelmente também é responsável por alguma acumulação de 67Ga em casos de infecção. Sideróforos, que são quelatos de baixo peso molecular produzidos por bactérias, apresentam grande afinidade por 67Ga. O complexo sideróforo‑67Ga provavelmente é transportado para o interior da célula bacteriana, onde acaba sendo, é fagocitado por macrófagos. Embora certa quantidade de 67Ga possa ser transpor‑

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Medium 9788565852630

85. Litíase renal

Luciano Fochesatto Filho; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

85

Litíase renal

Elvino Barros

Francisco José Veríssimo Veronese

CASO CLÍNICO

Um paciente do sexo masculino, 35 anos, branco, que exerce a profissão de professor, procura auxílio médico de um nefrologista para saber a causa dos cálculos renais eliminados com frequência.

Relata ter eliminado dois novos cálculos renais no último ano e estima a eliminação de, pelo menos, um cálculo por ano nos últimos cinco anos. O paciente afirma não apresentar sintomas de infecção urinária. Tem uma alimentação rica em proteína de origem animal, em especial carne vermelha

(consome churrasco todos os fins de semana e eventualmente durante a semana). O paciente não sabe especificamente a quantidade de líquidos que ingere por dia, mas refere que não tem o hábito de tomar líquidos, exceto durante as refeições. Ele consome queijo e um copo de leite diariamente.

No exame físico, são verificados pressão arterial de 160/95 mmHg, peso de 94 kg, altura de 1,72 m e índice de massa corporal (IMC) de 31,8kg/m2 (obesidade grau I). Não há alterações em relação aos demais aspectos.

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Medium 9788527727594

Capítulo 92 - Anticoncepção

GARCIA, Maria Lúcia Bueno Grupo Gen PDF Criptografado

92

Anticoncepção

Mariana Carmezim Beldi

j

Maricy Tacla

Introdução

Em 1994 ocorreu a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), uma importante reunião em que

179 governos decidiram um conjunto global de ações para as‑ segurar o acesso universal aos serviços de saúde reprodutiva, apoiar os direitos humanos fundamentais, reduzir a pobreza, assegurar a igualdade de gênero e proteger o meio ambiente.

A CIPD regulamentou os direitos sexuais e reprodutivos, pontuando que os cidadãos têm o direito de desfrutar de re‑ lações sexuais sem temor de gravidez ou de contrair doenças sexualmente transmissíveis, além de decidir quando e quan‑ tos fi lhos desejam ter. Nesse contexto, cabe ao profissional da saúde procurar atender as necessidades das pessoas me‑ diante a oferta de serviços que se adaptem às características da população atendida, orientando de acordo com seis ele‑ mentos fundamentais: escolha livre de métodos; informação para usuárias; competência técnica; relação usuário‑serviço; acompanhamento de usuárias; e integração do planejamen‑ to familiar ao atendimento em saúde reprodutiva. É muito importante ter em mente que orientar significa ajudar o pa‑ ciente no processo de tomada de decisão; sendo assim, cabe ao orientador salientar as características próprias de cada paciente (condição de saúde, metas reprodutivas, trabalho, acesso aos serviços de saúde, sexualidade, valores e religião), o mecanismo de ação dos métodos, o modo de uso, a eficácia, os efeitos colaterais e os efeitos não contraceptivos.

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Medium 9788536702353

Capitulo 58 - Nevos organoides

Evandro A. Rivitti Grupo A PDF Criptografado

58

Nevos Organoides

Podem ser definidos como malformações congênitas localizadas, resultantes de alterações na proporção e no arranjo das estruturas cutâneas normais.

Nevos Verrucosos

(NEVO EPIDÉRMICO)

Malformações congênitas, caracterizadas por hiperplasia das estruturas epidérmicas.

Ocorrem na proporção de 1:1.000 crianças (80% dos casos surgem no primeiro ano de vida), mas existem casos na vida adulta. Atingem igualmente ambos os sexos e são, na maioria, esporádicos, ocorrendo, porém, casos familiares.

Patogenia

Hamartomas caracterizados por hiperplasia de estruturas epidérmicas.

Manifestações clínicas

Pápulas e placas hiperqueratósicas ou francamente verrucosas, hiperpigmentadas, bem circunscritas, com tendência à distribuição linear, ao longo das linhas de

Blaschko (Figura 58.1). Podem atingir qualquer região, ser únicos ou múltiplos. Nas fases iniciais, as lesões podem ser exclusivamente maculosas e hiperpigmentadas, dificultando a diagnose.

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Medium 9788570065117

Capítulo 3 – Aspectos Atuais da Investigação Experimental na Retinopatia Diabética

MORIZOT, Eduardo Grupo Gen PDF Criptografado

3

ASPECTOS ATUAIS DA INVESTIGAÇÃO

EXPERIMENTAL NA RETINOPATIA

DIABÉTICA

Maria Alice Fusco

Silvana Allodi

Aspectos

A retinopatia

Atuais dadiabética

Investigação

(RD)

Experimental

é na Retinopatia

... pelo mea hiperglicemia causa, nos em parte, são lesões nos vauma importante causa de cesos sanguíneos de pequeno caligueira com prevalência crescenbre da retina. Assim, para comte, acompanhando o crescimenpensar a circulação prejudicada e to importante de pacientes pora isquemia resultante, vasos neotadores de diabetes (Frey & Anformados podem aparecer na sutonetti, 2011).10 No Brasil são 10 perfície da retina (Sheetz & King, milhões de pessoas com a doen5

2002).25 Ainda, os vasos neoforça (Ministério da Saúde, 2006) mados e os capilares que sofree 75% dos pacientes desenvolram alterações têm sua permeavem RD após 15 anos do início bilidade aumentada, podendo redos primeiros sintomas (Sun et

26 sultar em acúmulo de líquido na al., 2010). Esta é considerada região da mácula e consequena maior causa de doença ocular te redução da acuidade visual e a primeira na população de

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Medium 9788527724227

39 - Alimentação do Lactente: Leite Materno e Fórmula de Alimentação

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

39

Alimentação do Lactente: Leite Materno e Fórmula de Alimentação

Diretrizes clínicas

• A amamentação do lactente pode ser rea­li­zada por um membro da família ou por profissionais de saú­de. Voluntários autorizados que trabalhem na instituição podem participar do processo, quando aprovados pela enfermeira responsável pelos cuidados com a criança

• Os lactentes devem fazer uma ingesta adequada para manter o ganho de peso ao longo da sua curva de crescimento

• Lactentes devem ser alimentados exclusivamente com leite materno durante os seis primeiros meses de vida, sempre que possível. Contraindicações ao aleitamento materno incluem galactosemia, uso de drogas ilegais pela mãe, tuberculose ativa sem tratamento, infecção por vírus da imunodeficiên­cia humana (HIV) e administração de determinados medicamentos (p. ex., isótopos radioativos, antimetabólitos e quimioterapia para tratamento de câncer)

Lembrete

Em paí­ses economicamente subdesenvolvidos, recomenda-se

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Medium 9788527713382

Capítulo 6 - Icterícia

FILGUEIRA, Norma Arteiro; COSTA Jr., José Iran; LEITÃO, Clezio Cordeiro de Sá et al. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Icterícia

Norma Arteiro Filgueira e Eduardo Andrada Pessoa de Figueiredo

INTRODUÇÃO

A hiperbilirrubinemia só se torna clinicamente evidente quando os valores estão acima de 2 a 4 mg/dL. Nesses casos, teremos uma coloração amarelada por depósito de pigmentos em tecidos que contenham elastina, de forma mais marcante na esclera ocular e no freio sublingual.

Alguns fatores podem dificultar o julgamento correto de icterícia pelo exame físico. A visualização da icterícia depende da iluminação ambiente; portanto, sua presença deve ser preferencialmente avaliada sob a luz solar natural. Em pacientes de pele escura, torna-se mais difícil detectar a coloração amarelada da pele, e esses pacientes podem apresentar naturalmente as escleróticas ligeiramente amareladas. Pode haver um retardo de alguns dias entre a elevação dos níveis séricos de bilirrubinas e a detecção clínica de icterícia, que reflete o tempo necessário para impregnação da pele e mucosas.

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Medium 9788527733236

10 - Distúrbios da Proliferação e da Diferenciação Celulares

BRASILEIRO FILHO, Geraldo Grupo Gen PDF Criptografado

10

Distúrbios da Proliferação e da

Diferenciação Celulares

Geraldo Brasileiro Filho, Fausto Edmundo Lima Pereira e

Victor Piana de Andrade

P

roliferação e diferenciação celulares são processos com‑ plexos e altamente controlados por um sistema integrado que mantém a população celular dentro de limites fisiológicos.

Alterações no processo regulatório resultam em distúrbios ora da proliferação, ora da diferenciação, ora das duas ao mesmo tempo. As lesões resultantes são muito numerosas e têm enor‑ me importância para os profissionais de saú­de, por sua alta prevalência e gravidade; o câncer, em par­ticular, é importan‑ te problema de saú­de‑doen­ça no mundo todo. Tais lesões são agrupadas conforme a seguir:

■■ Alterações do volume celular. Quando uma célula aumenta a síntese dos seus constituintes e o seu volume, tem‑se hiper‑ trofia (do grego hyper = excesso, além; trophos = nutrição, metabolismo). Se ocorre redução na síntese necessária para renovação de suas estruturas, a célula fica com volume me‑ nor, o que constitui a hipotrofia (do grego hypo = pouco, sob)

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Medium 9788541202046

Capítulo 12 - Glândulas Salivares

KIGNEL, Sergio et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

12

Glândulas Salivares

Paulo de Camargo moraes sergio Kignel

InTRODUçãO

As doenças das glândulas salivares merecem destaque entre as patologias que acometem a cavidade bucal devido: l

l

l

À complexa anatomia que estas glândulas apresentam e que, com o advento do endoscópio, pode-se observar in vivo a riqueza de detalhes anatômicos que até então eram passíveis de serem estudados apenas em cadáveres e através de exames imaginológicos.

À importância da saliva no equilíbrio da saúde bucal, devido à sua ação lubrificadora, imunológica e cicatrizante, entre outras.

Ao comportamento clínico aparentemente benigno que os tumores malignos destas glândulas apresentam, obrigando que um exame clínico detalhado seja realizado e exames complementares sejam interpretados com cautela para que haja um correto diagnóstico e conseqüentemente haja um plano de tratamento adequado.

Histórico

O conhecimento da anatomia e das patologias das glândulas salivares é bastante antigo, com relatos das civilizações da Babilônia e do Egito.

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Medium 9788527727402

Capítulo 1 - Introdução ao Mielograma

OLIVEIRA, Raimundo Antônio; PEREIRA, Juliana; BEITLER, Beatriz Grupo Gen PDF Criptografado

1

XX

Introdução ao Mielograma

Introdução

O mielograma (BMA, bone marrow aspirate) é o exame que avalia o parênquima do órgão formador das células do sangue, a medula óssea. Após sua punção (aspiração), a amostra de medula óssea é distendida em lâmina e é feita a análise morfológica do seu esfregaço corado.

O exame da medula óssea torna‑se indispensável para o diagnóstico e monitoramento de muitas doenças hemato‑ lógicas. Ele envolve a avaliação de dois tipos de espécimes:

• O aspirado de medula óssea distendido em um esfre‑ gaço corado, o qual oferece excelente caracterização morfológica e contagem diferencial das várias linha‑ gens das células precursoras do sangue, denominado, rotineiramente, mielograma

• O tecido medular ósseo (avaliação histológica), por meio da biopsia de medula óssea, mais indicada para avaliação da celularidade total da medula, da celulari‑ dade da série megacariocítica (plaquetária), do grau de fibrose medular, da aplasia de medula e das infiltrações medulares por metástases e infecções.

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Medium 9788527726764

27 | Experiências na Formação de Atores e Performers

FERREIRA, Léslie Piccolotto; SILVA, Marta Assumpção de Andrada e; GIANNINI, Susana Pimentel Pinto Grupo Gen PDF Criptografado

27

Experiências na Formação de Atores e Performers

Maria Laura Wey Märtz

Apresentação

Em Linguagem e vida, Antonin Artaud escolheu algumas cartas de Vincent Van Gogh para introduzir reflexões sobre a obra do pintor.

Em uma dessas cartas encontramos o seguinte excerto:

O que é desenhar? Como é que se chega a isso? É a ação de abrir uma passagem através de um muro de ferro invisível, que parece se encontrar entre o que se sente e o que se pode. Como se deve atravessar esse muro, pois de nada serve golpeá-lo fortemente? Deve-se minar esse muro e atravessá-lo com o auxílio de uma lima, lentamente e com paciência, a meu ver.

(Artaud, 1995, p. 274)

Essa referência sobre o “muro entre o que se sente e o que se pode” foi mencionada pelo ator Paschoal da Conceição em uma mesa redonda realizada com profissionais na comemoração do Dia Mundial da Voz, organizada pelo

Laborvox/PUC-SP (2001).1 Ele tomou o exemplo do muro invisível para falar sobre o processo criativo, enfatizando que cada personagem tem uma embocadura diferente e que o processo de encaixar a voz é um trabalho constante em sua carreira. É, portanto, necessário construir as brechas no muro para que seja possível, a cada vez, atravessá-lo. Esta relação com o trabalho do ator pode ser expandida para toda a situação

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Medium 9788582713518

Capítulo 15. Transtorno obsessivo - compulsivo: tratamento com neuromodulação

Andre Russowsky Brunoni Grupo A PDF Criptografado

15

TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO: TRATAMENTO

COM NEUROMODULAÇÃO

SANDRA CARVALHO, JORGE LEITE

O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é um dos transtornos psiquiátricos mais incapacitantes, interferindo significativamente na vida do paciente, tanto na esfera pessoal como nas esferas profissional, acadêmica, econômica e social.

Estima-se que o TOC tenha uma prevalência a 12 meses de 1,2% nos Estados

Uni­dos,1 sendo que a maioria dos estudos de todo o mundo converge no sentido de apontar prevalências semelhantes (de 1,1 a 1,8%).2 Estima-se, ainda, uma pre­ valência transcultural ao longo da vida de cerca de 2,5%.3,4 Apesar de o uso de inibidores seletivos da recaptação de serotonina ter aumentado significativamen­ te a eficácia do tratamento desse transtorno, uma porcentagem considerável desses pacientes (de 40 a 60%) não responde às terapias convencionais, e os que respondem podem ver adiadas as melhorias entre 4 e 8 semanas.5 Essa baixa porcentagem de resposta aos tratamentos de primeira linha tem levado ao desenvolvimento de novas estratégias farmacológicas e não farmacológicas, tais como a terapia cognitivo-comportamental, o uso de clomipramina, de antipsicóticos atí­picos em dosagens baixas, de estimulação cerebral profunda, de neurocirurgia fun­cional e de técnicas de estimulação cerebral não invasiva (ECNI).

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Medium 9788527730334

Capítulo 16 - Considerações sobre Treinamento para Populações Especiais

KRAEMER, William J.; FLECK, Steven J.; DESCHENES, Michael R. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

16

Considerações sobre Treinamento para Populações Especiais

Após a leitura deste capítulo, você deve ser capaz de:

 Compreender que nem todas as pessoas devem ser submetidas ao mesmo estímulo de exercício, isto é, intensidade, frequência, duração e modo

 Entender que, por causa de determinadas condições físicas ou de saúde, é necessário customizar os esquemas de treinamento físico para alguns grupos de pessoas

 Compreender que a capacidade de populações especiais de pessoas de responder (curto prazo) e/ou se adaptar (longo prazo) à prática de exercícios físicos pode ser modificada

 Concluir como o treinamento físico pode ser ainda mais benéfico para alguns grupos de pessoas do que para a população normal

 Reconhecer as limitações que a gravidez impõe à capacidade das mulheres de se exercitarem com segurança

 Entender quais fatores têm de ser levados em conta quando são elaborados programas de exercícios para crianças e idosos

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