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Medium 9788527734929

32 Doenças Reumáticas e Gravidez

CARVALHO, Marco Antonio P.; LANNA, Cristina Costa Duarte; BERTOLO, Manoel Barros et al Grupo Gen ePub Criptografado

As doenças reumáticas são síndromes inflamatórias de apresentação variada desencadeadas por alterações imunológicas. Algumas delas incidem mais no sexo feminino, durante a idade reprodutiva; portanto, a gravidez representa um desafio para os médicos que cuidam dessas pacientes.

De modo geral, a capacidade reprodutiva é adequada nos pacientes com doenças reumáticas em ambos os sexos. No entanto, alguns fatores relacionados com a doença ou o tratamento podem causar infertilidade ou subfertilidade transitória ou permanente. Em mulheres, fertilidade é definida como a capacidade de conceber dentro de 1 ano de relações sexuais desprotegidas. O número de filhos que uma mulher tem depende do resultado da gravidez e pode ser menor que o esperado pelas perdas gestacionais precoces e tardias ou mortes neonatais e perinatais. Nos homens, a fertilidade está relacionada com o número de filhos. Além disso, preocupações associadas a doenças, como efeitos dos fármacos na prole, capacidade de cuidar de crianças pequenas ou medo de transmitir a doença para as crianças, contribuem para limitar o tamanho da família naquelas em tratamento para alguma doença reumática.1

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24 Lúpus Eritematoso Sistêmico

CARVALHO, Marco Antonio P.; LANNA, Cristina Costa Duarte; BERTOLO, Manoel Barros et al Grupo Gen ePub Criptografado

O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica pouco frequente que ocorre principalmente em mulheres jovens e acomete múltiplos órgãos e sistemas. Apresenta alterações da resposta imune, com presença de anticorpos dirigidos contra proteínas do próprio organismo. Sua evolução é crônica, caracterizada por períodos de atividade e remissão (sem manifestações). A gravidade da doença é variável: desde formas leves e intermitentes até quadros graves e fulminantes. As taxas de morbidade e mortalidade estão aumentadas em pacientes com LES quando comparadas com as da população geral. Os avanços terapêuticos ocorridos nas últimas décadas melhoraram significativamente a evolução da doença. Entretanto, remissão completa e permanente é rara.1 Embora a causa do LES não seja conhecida, admite-se que a interação de fatores genéticos, hormonais e ambientais participe do desencadeamento dessa doença.

O termo lúpus (do latim, lobo) foi usado por Rogerius (Roggerio dei Frugardi, cirurgião da Escola de Salerno), no século XIII, para descrever lesões erosivas da face. A palavra lúpus passou da linguagem vulgar para a literatura médica, graças às investigações históricas de Virchow. Em 1846, Ferdinand von Hebra descreveu dois tipos de lesões no lúpus eritematoso (LE): – manchas em forma de disco e outras menores e confluentes – e introduziu a denominação “borboleta” para o eritema malar. O seu discípulo Moritz Kaposi (1837-1902) subdividiu o lúpus em formas discoides e formas disseminadas e introduziu o conceito de doença sistêmica com um prognóstico potencialmente fatal.2

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21 Pirâmide Alimentar Asiática

ARANTES, Andrea Maciel Grupo Gen ePub Criptografado

Quando a dietoterapia surgiu, há milênios no oriente, certamente não havia estudos elaborados como as pirâmides alimentares. No entanto, um estudo aprofundado que envolveu a Faculdade de Saúde Pública de Harvard e a Organização Americana Oldways deu origem à pirâmide alimentar asiática (Figura 21.1), considerando a alimentação dos principais países da Ásia: Bangladesh, Camboja, China, Índia, Indonésia, Japão, Laos, Malásia, Mongólia, Mianmar, Nepal, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Filipinas, Cingapura, Taiwan, Tailândia e Vietnã.

Figura 21.1 Pirâmide alimentar asiática. (Adaptada de Oldways, 2000.)

Na base da pirâmide alimentar estão as atividades físicas, que devem ser regulares. Segundo a visão oriental, o corpo precisa do equilíbrio entre o yin e o yang. Enquanto yin é o repouso noturno, yang é o movimento e, assim como é necessário repousar para repor as energias no dia seguinte, é importante manter o corpo em movimento em horário oportuno.

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Medium 9788527733786

Neuroanatomia

SCHÜNKE, Michael; SCHULTE, Erik; SCHUMACHER, Udo Grupo Gen ePub Criptografado
Medium 9788582715826

Capítulo 26 - Terapia intensiva

Stephen Doral Stefani; Elvino Barros Grupo A ePub Criptografado

Edino Parolo

Márcio Manozzo Boniatti

Rafael Barberena Moraes

Thiago Lisboa

Há uma preocupação crescente com as consequências a longo prazo de uma internação na unidade de terapia intensivo (UTI), principalmente com relação à capacidade funcional e à cognição dos pacientes sobreviventes. As recomendações para otimizar a recuperação dos pacientes críticos podem ser implementadas usando-se uma abordagem interdependente, multicomponente, baseada em evidências – o pacote ABCDEF. Esse pacote inclui avaliar, prevenir e controlar a dor (A), combinação de despertar diário e teste de respiração espontânea (B), escolha de analgesia e sedação (C), delirium: avaliar, prevenir e manejar (D), mobilização precoce e exercício (E) e engajamento e empoderamento familiar (F) (Fig. 26.1).

Veja esta imagem em tamanho maior clicando aqui.

Figura 26.1 ► Protocolo ABCDEF. // CAM-ICU, Método de avaliação da confusão mental na UTI (do inglês confusion-assessment method for the intensive care unit); CPOT, ferramenta de observação de dor crítica (do inglês critical-care pain observation tool).

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29 Movimento Fogo e Nutrição do Coração

ARANTES, Andrea Maciel Grupo Gen ePub Criptografado

O movimento Fogo está relacionado com o meio-dia, período de plenitude do yang. Segundo Kaptchuk (2000), “o Fogo designa as funções que alcançam o estágio máximo de atividades”. É o momento em que o yang está dentro do yang.

Segundo Mole (2007), “o caractere huo, do Fogo, representa, no ideograma, chamas se expandindo” (Figura 29.1).

Na natureza, este movimento está relacionado com o sol e o calor, cujo ápice é no verão. O fogo tem a característica de ascensão, ou seja, sobe, queima e transforma. O calor provoca movimento, atividade, entusiasmo e até euforia; pode fazer bem ou mal. Ainda assim, o ser humano depende do calor e da luz para viver.

Figura 29.1 Ideograma do movimento Fogo.

No corpo, o fogo está relacionado com o coração (xin), o pericárdio (xin bao), o intestino delgado (xiao chang) e o triplo aquecedor (san jiao). “O fogo é diferente dos outros elementos. Tem dois órgãos yin e dois órgãos yang. Dois deles não são órgãos comuns e são muitas vezes chamados de funções” (Mole, 2007).

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3 Introdução à Medicina Tradicional Chinesa

ARANTES, Andrea Maciel Grupo Gen ePub Criptografado

A sabedoria chinesa para a vida é mundialmente conhecida. Há milênios os chineses estudam a saúde observando as manifestações da natureza e têm como base o livro Huang Di Nei Jing, o clássico do Imperador Amarelo. “A medicina chinesa foi moldada durante a Dinastia Han, de 200 a 220 d.C.” (apud Mole et al., 2007). Ela é o resultado de uma elaborada proposta para recuperação e manutenção da saúde a partir de ideias “provenientes do Naturalismo, Confucionismo e principalmente do Taoísmo, pois, naquele tempo, nenhuma distinção era feita entre religião, filosofia, ciência e medicina” (Mole et al., 2007).

É importante ressaltar que o conceito de espírito inserido neste livro é oriundo do Taoísmo, vigente na China, nos primórdios da medicina tradicional chinesa. Portanto, é fundamental entender a herança filosófica que influenciou o pensamento dos chineses, para compreender, de fato, por que o ser humano é entendido como corpo, mente e espírito.

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Medium 9788582715826

Capítulo 16 - Nefrologia

Stephen Doral Stefani; Elvino Barros Grupo A ePub Criptografado

Samantha Pereira de souza gonçalves de oliveira

João Batista Saldanha de Castro Filho

Verônica Verleine Hörbe Antunes

Fabiani palagi machado

Gustavo Gomes Thomé

elvino barros

O exame de urina avalia as características físicas e químicas da urina, além da análise do sedimento urinário, auxiliando na investigação de doenças do trato urinário.

Deve ser coletado o jato médio urinário, de preferência na primeira urina da manhã.

Cor: amarelo-claro ao âmbar. É indicativo indireto da concentração urinária, sendo mais claro na urina diluída, e mais escuro na concentrada. Urina vermelha ou rosa pode indicar hematúria. A urina purulenta sugere infecção do trato urinário (ITU). Urina leitosa pode indicar depósito de fosfatos ou quilúria. Urina laranja pode ser devida ao uso de pyridium; azul ou verde, pelo uso de azul de metileno ou propofol. Urina esverdeada pode ser devido ao uso do antiparasitário nitazoxanida.

Densidade: avalia a capacidade de concentração. Varia entre 1.005 e 1.040, conforme a hidratação do paciente. A densidade pode aumentar de acordo com a presença de solutos ou moléculas de elevado peso molecular.

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Medium 9788527735193

Parte 1 Macronutrientes, Micronutrientes e Componentes Alimentares

ROSSI, Luciana; POLTRONIERI, Fabiana Grupo Gen ePub Criptografado
Medium 9788527733175

18 Cuidado ao Paciente | Sistema Cardiovascular

MORTON, Patricia Gonce; FONTAINE, Dorrie K. Grupo Gen ePub Criptografado

Com base no conteúdo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

1. Comparar e contrastar os fibrinolíticos, anticoagulantes e inibidores plaquetários comumente utilizados para reverter trombose no sistema cardiovascular.

2. Descrever as quatro classes de medicamentos antiarrítmicos.

3. Discutir a justificativa de uso dos medicamentos inotrópicos, inibidores da fosfodiesterase III, inibidores da enzima conversora de angiotensina, vasodilatadores e anti-hiperlipidêmicos em pacientes com doença cardiovascular.

4. Descrever as indicações e os cuidados de enfermagem para pacientes submetidos a intervenções coronárias percutâneas (ICP), incluindo a angioplastia coronária transluminal percutânea (PTCA) e a colocação de stent intracoronário.

5. Resumir as intervenções para as complicações associadas aos procedimentos de ICP.

6. Discutir as indicações e os cuidados de enfermagem para pacientes submetidos a intervenções para doença arterial periférica e valvoplastia por balão percutânea para doença valvar.

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Medium 9788582715710

Capítulo 20. Manutenção de drenos

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

20

20.1

Cássia Regina Vancini Campanharo

Tânia A. Moreira Domingues

Introdução

A cavidade abdominal é limitada em sua parte superior pelo diafragma e na inferior pela abertura superior da pelve. Nas partes anterior e laterais, sem limites precisos, é composta por várias camadas de diferentes espessuras de pele, tecido conectivo, gordura e músculos.1

O peritônio, extensa membrana serosa formada predominantemente por tecido conectivo, reveste o interior da parede abdominal e expande-se para cobrir a maior parte dos órgãos que contém; é composto por duas camadas – o peritônio parietal e o visceral.1

A utilização de sistemas de drenagem pode ocorrer também como uma prevenção de acúmulo de líquidos em local fechado, o que pode retardar o processo de cicatrização. Desde tempos remotos, diversos materiais já foram empregados para esse fim, como metais, ossos, vidro, gaze e borracha, por mecanismos de gravidade, capilaridade, sucção, entre outros.2,3

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Medium 9788527734776

Capítulo 6 Transformações Bioquímicas em Produtos Hortícolas Após a Colheita

KOBLITZ, Maria Gabriela Bello Grupo Gen ePub Criptografado

Ana Paula PreczenhakNatalia Dallocca BernoMaria Cecília de ArrudaIlana Urbano BronRicardo Alfredo Kluge

◗ Introdução

◗ Amadurecimento | Fatores de influência

◗ Amadurecimento | Mudanças bioquímicas

◗ Frutas e hortaliças minimamente processadas

◗ Bibliografia

Os produtos hortícolas originam-se de diferentes estruturas vegetais, e é preciso conhecer as necessidades de cada produto para garantir máxima conservação. Frutos formam o grupo de maior importância comercial e são usados como modelos para as transformações bioquímicas após a colheita.

Os produtos hortícolas são compostos por uma grande variedade de vegetais de importância econômica, presentes na dieta alimentar da população de todo o mundo e também utilizados como ornamentação. São comumente chamados de frutas, hortaliças e flores.

A crescente busca por uma alimentação mais saudável, aliada ao desejo de satisfação do consumidor, tem levado à expansão do mercado para os produtos hortícolas, tanto dentro de cada país quanto entre nações dos diferentes continentes. Esse mercado, especialmente o de exportação, é altamente competitivo e requer profissionalismo para fornecer produtos de qualidade. O profissional da área de pós-colheita necessita, cada vez mais, conhecer as técnicas de conservação e as necessidades de cada vegetal para proporcionar a máxima conservação de suas características. Entretanto, as exigências dos vegetais são diferentes, e é impossível padronizar procedimentos.

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Medium 9788527732277

Capítulo 17 Tanatologia Médico-legal

FRANÇA, Genival Veloso de Grupo Gen ePub Criptografado

31. Conceito. Critérios atuais para um diagnóstico de morte. Resolução CFM no 2.173/2017.

Tanatologia médico-legal é a parte da Medicina Legal que estuda a morte e o morto, e as suas repercussões na esfera jurídico-social.

Hoje, por meio dos critérios estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina (Resolução CFM no 1.480/97), a morte, para fins de remoção de órgãos e tecidos para transplantes, está definida pelo que se chama de morte encefálica. Por sua vez, a Resolução CFM no 1.826/2007 dispõe sobre a legalidade e o caráter ético da suspensão dos procedimentos de suportes terapêuticos quando da determinação de morte encefálica de indivíduo não doador, em conformidade com a Lei no 9.434, de 4 de fevereiro de 1997.

Neste capítulo, estudam-se os critérios atuais para uma definição de morte, os direitos sobre o cadáver e o destino que se dá a ele, as causas jurídicas da morte (homicídio, suicídio ou acidente), a morte piedosa (eutanásia), o diagnóstico da realidade de morte pelos sinais tradicionais, a estimativa do tempo de morte, a morte súbita, agônica e sobrevivência, as técnicas usadas na necropsia médico-legal, a conduta diante das “necropsias brancas”, a exumação e a necropsia pós-exumática e as técnicas de embalsamamento.

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Medium 9788527734929

1 Tecido Conjuntivo e Sistema Musculoesquelético

CARVALHO, Marco Antonio P.; LANNA, Cristina Costa Duarte; BERTOLO, Manoel Barros et al Grupo Gen ePub Criptografado

O conceito de “reumatismo” existe há cerca de 2.400 anos, quando do encontro do termo rheuma (do grego “fluido” ou “fluxo”) em parte da obra de Hipócrates (460 a.C. a 380 a.C.), considerado o “pai da medicina”. Nessa época, acreditava-se que, nos “reumatismos”, o rheuma, um líquido de composição alterada proveniente do cérebro, atingiria as articulações. As doenças, então, baseavam-se no adoecimento de quatro humores – sangue, muco (fleugma), bílis amarela e bílis negra –, provenientes, respectivamente, do coração, do sistema respiratório, do fígado e do baço. A predominância de cada um deles produziria diferentes tipos fisiológicos, isto é, o sanguíneo, o fleumático, o colérico e o melancólico.1

As doenças reumáticas afetam milhões de pessoas em todo o mundo, e, no Brasil, situam-se entre as principais causas de incapacidade e afastamento do trabalho.2

Embora existam mais de 200 doenças reumáticas, reconhecidas e classificadas pelas principais associações médicas mundiais, em virtude de sua imprecisão, não se deve empregar o termo “reumatismo” na definição de diagnósticos, na comunicação entre profissionais ou na orientação de pacientes. Alguns casos acometem somente as articulações e outros apenas as estruturas periarticulares, classicamente conhecidas como “reumatismos de partes moles” (músculos, ligamentos, bursas e tendões).

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14 Alimentação como Recurso de Tratamento

ARANTES, Andrea Maciel Grupo Gen ePub Criptografado

Embora a acupuntura seja o ramo da medicina tradicional chinesa mais conhecido no Ocidente, “a dietoterapia chinesa tem sua história documentada há mais de 2000 anos” (Flaws, 1998). Ela é o recurso mais próximo das pessoas e, segundo Flaws, “a cada dinastia, a dietoterapia recebeu contribuições, encontradas em obras de Qian Jin Yao Fang, Zhang Zhong-Jing, Sun Si Miao, Yin Shi Xu Shi, Liu Shi-Lin, Che Zi, entre outros”.

Segundo Sun Si Miao, mestre chinês da Dinastia Tang, “quando alguém está enfermo, primeiro é necessário reorganizar a alimentação e o estilo de vida. Na maioria dos casos, uma mudança significativa nestes setores já é o suficiente para que a cura se estabeleça, se isso não for suficiente entram os demais recursos, como a acupuntura e a fitoterapia” (apud Flaws, 1998).

É importante ressaltar que, em dietoterapia chinesa, os alimentos são sugeridos conforme suas respectivas qualidades energéticas, e não por suas características nutricionais como zinco, ferro ou vitaminas. Obviamente não se pode negar os estudos acerca da nutrição. Eles também são válidos; entretanto, na época em que a medicina tradicional chinesa surgiu, não havia o conhecimento de carboidratos, proteínas ou lipídios, e o estudo da direção do qi e das naturezas do yin e do yang permaneceu como fator principal na escolha dos alimentos e das ervas para tratamento, sobretudo porque esse é o olhar que permeia o pensamento oriental.

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