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1. Educação em Saúde e suas Práticas ao Longo da História Brasileira

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Educação em Saúde e suas Práticas ao Longo da História Brasileira

Cristiane Maria da Costa Silva  •  Fábio Luiz Mialhe  • 

Maria Cecília Focesi Pelicioni  •  Andréa Focesi Pelliccioni

Introdução

No Brasil, observa-se a expansão de experiências educativas no setor da saúde e o tema educação ocupa cada vez mais lugar de destaque no campo de suas produções teóricas (Marques, 2006).

Essa visibilidade, por certo, está relacionada com as reorientações do Ministério da Saúde, que recolocou o incentivo à participação popular no centro da política de saúde do país, ao definir o modelo vigente de atenção à saúde centrada na estratégia de saúde da família (Figueiró, 1999).

As atividades educativas desenvolvidas no campo da saúde pública foram, e ainda são, orientadas pelas concepções de saúde e de educação vigentes em cada período histórico, revelando características dos espaços temporais e sociais nos quais estão inseridas (Rocha, 1997;

Pelicioni e Pelicioni, 2007). Assim, a sucessão de modelos de educação aplicados à área da saúde não significa que há uma sequência evolutiva no decorrer da história, mas evidencia a influência de dimensões estruturais complexas construídas historicamente (Mohr e Schall, 1992; Rocha, 1997;

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39. Promoção da Saúde | Do Global ao Local

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Promoção da Saúde |

Do Global ao Local

Samuel Jorge Moysés  •  Simone Tetu Moysés

Introdução

No Brasil, os desafios no campo da saúde podem ser vistos sob quatro prismas, tendo em vista o enfrentamento das iniquidades e a busca por equidade na organização, gestão, acesso e utilização efetiva das ações e serviços de saúde:

• Melhoria dos indicadores de saúde, particularmente para os grupos mais fragilizados da população, mediante ação intersetorial sinérgica, reduzindo as grandes iniquidades observadas entre classes sociais, regiões geográficas e intramunicípios, mas também relativas a gênero, geração e etnia

• Investimento prioritário na questão socioambiental e na geração de emprego e renda, principalmente em áreas urbanas degradadas, para fazer frente à gênese estrutural da pobreza e doença e influenciar a determinação social do processo saúde-doença

• Acessibilidade, pelo conjunto da população, aos benefícios potenciais que os avanços da ciência e da tecnologia ainda reservam para os mais privilegiados, traduzindo tais avanços em políticas públicas

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5. Considerações Teóricas e Aproximação às Estratégias Metodológicas em Educação em Saúde com Base na Promoção

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Considerações Teóricas e Aproximação às

Estratégias Metodológicas em Educação em Saúde com Base na Promoção

Maria Elisabete Guazzelli  •  Isabel Maria Teixeira Bicudo Pereira

Introdução

Antes de tentarmos falar sobre estratégias metodológicas em educação em saúde com base na promoção, precisamos pensar nos diferentes significados aí presentes. Em primeiro lugar, quando falamos em estratégias metodológicas, estamos falando de instrumentos, recursos e dinâmicas; enfim, um grande número de caminhos dos quais podemos lançar mão para tentarmos atingir determinados objetivos.

Importa então ter clareza sobre quais objetivos desejam ser alcançados e por que desejamos alcançá-los, se esses objetivos são exclusivamente nossos, se são inerentes ao grupo, e se existe clareza nos desdobramentos e dinâmicas que desencadeiam esses objetivos. Assim, as estratégias metodológicas que são cotidianamente utilizadas e discutidas nem sempre estão acompanhadas de uma contextualização consciente e clara, de um elenco de objetivos discutidos, pensados e repensados. Comumente, as estratégias metodológicas ocupam no cenário em questão o papel de protagonista, de espaço central, negligenciando por vezes as reais necessidades e as características culturais e pessoais dos atores ali inseridos.

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Capítulo 1 - Integrando Psicoterapia e Psicofarmacologia: Desfechos, endofenótipos e os fundamentos teóricos sobre eficácia

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Integrando Psicoterapia e Psicofarmacologia

Desfechos, endofenótipos e os fundamentos teóricos sobre eficácia

Thomas L. Schwartz e Shilpa Sachdeva

Introdução

Este livro objetiva fornecer ao leitor informações relativas a transtornos psiquiátricos específicos e sua receptividade ao tratamento com abordagens integradas de psicoterapia e psicofarmacologia. Informações baseadas em evidências serão apresentadas e, na ausência delas, serão oferecidas abordagens e explicações sobre por que a integração e o uso simultâneo dessas duas modalidades de tratamento devem fazer sentido tanto biológico como psicológico para o clínico e para o paciente. Este capítulo introdutório examinará primeiro alguns estudos integrativos típicos e seus desfechos, quando uma técnica de psicoterapia específica e/ou uma intervenção psicofarmacológica específica foram fornecidas a pacientes com um transtorno psiquiátrico definido. Os desfechos clínicos serão discutidos resumidamente neste capítulo, a fim de estabelecer um tom para os capítulos seguintes, sobre transtornos psiquiátricos específicos, nos quais análises mais profundas serão apresentadas. Mais importante do que revisar os desfechos iniciais mais relevantes,

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CAPÍTULO 11 Técnicas de Sondagem

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Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

e) Retirar as roupas do cliente. f) Se necessário, banhar o corpo do cliente. g) Substituir curativos sujos por limpos e ocluir orifícios. h) Tamponar ouvidos, orofaringe, rinofaringe, vagina e reto com me-

cha de algodão. Usar esparadrapo na boca.

i) Vestir a roupa. j) Colocar a 1ª etiqueta de identificação na pele; a 2ª, no lençol que en-

volverá o cliente; encaminhar a 3ª para a recepção central.

k) Amarrar o queixo, os pés e as mãos com ataduras. l) Transportá-lo, após confirmação da identificação, para o necrotério. m) Anotar todo o procedimento realizado e o encaminhamento do

cliente ao necrotério no seu prontuário.

Dados da etiqueta: a) Nome. b) Leito. c) Clínica. d) Data e hora do óbito. e) Médico responsável.

CAPÍTULO

11

Técnicas de Sondagem

Considerações iniciais

Neste capítulo, descreveremos as técnicas de sondagem realizadas pelos enfermeiros.

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CAPÍTULO 5 Estrutura Organizacional Hospitalar

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CAPÍTULO

5

Estrutura Organizacional Hospitalar

Considerações iniciais

Neste capítulo, estudaremos a necessidade de organização para que a empresa hospitalar aumente a qualidade na prestação de servi­ços, seja eficiente e melhore sua produtividade efetivamente.

Os hospitais, ao longo de sua história, tornam-se organizações complexas que, além das funções de acolhimento de clientes para a prestação de cuidados simples, passaram a ser um local de trabalho profissionalizado.

Os hospitais são empresas que, assim como ocorre com empresas de outros segmentos, precisam se expandir para se manter no mercado. Eles devem ser administrados por profissionais especiali­zados, pois não se caracterizam somente por ser um local para o atendimento a pessoas enfermas que precisam de cuidados, mas por também ser destinado ao atendimento e à assistência integral a seres humanos que merecem respeito e exigem ser atendidos com qualidade, pois hoje em dia, mais do que nunca, conhecem seus direitos como clientes.

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Considerações iniciais

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CAPÍTULO

8

Técnicas de Enfermagem

Considerações iniciais

Neste capítulo, descreveremos as técnicas de enfermagem desenvolvidas conforme conceitos e princípios fundamentais. As descrições das técnicas foram baseadas no Manual de Técnicas de Enfermagem.

Todos os profissionais de enfermagem, no decorrer de sua profissão, visam ao aprimoramento de suas habilidades técnicas associadas aos conceitos teóricos, assegurando a qualidade do atendimento prestado.

A destreza manual e a segurança são adquiridas ao longo do trabalho diário, pois quanto mais procedimentos forem realizados, mais habilidade e confiança o profissional vai adquirir.

Os princípios gerais para a realização das técnicas de enfermagem são:

Quanto à segurança: a) Evitar contaminação:

▪▪ pessoal;

▪▪ do cliente;

▪▪ do material.

b) Evitar acidentes.

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10.1 Higiene oral – clientes dependentes da enfermagem

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Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

h) Limpar as olivas do estetoscópio com álcool a 70% antes de colocar nos ouvidos. i) Colocar sobre a artéria braquial do cliente o diafragma e o este­toscópio. j) Fechar a válvula de ar e insuflá-la rapidamente até que o movimento indique 200 mmHg aproximadamente. k) Abrir lentamente a válvula e observar no manômetro o número correspondente ao primeiro ruído – pressão sistólica máxima. l) Observar o número correspondente ao último som em que se ouve modi­ficação e registrar – pressão diastólica mínima. m) Em caso de dúvida, verificar novamente. n) Desprender o manguito. o) Anotar os valores pressóricos verificados.

CAPÍTULO

10

Técnicas de Higiene

Considerações iniciais

Neste capítulo, descreveremos as técnicas de higiene utilizadas pelos profissionais da enfermagem.

10.1  Higiene oral – clientes dependentes da enfermagem

Faz parte da promoção do conforto do cliente a remoção das sujidades dos dentes e da cavidade oral por meio de escovas ou outros recursos. Esse cuidado também previne infecções. É preciso tomar cuidados quanto à sensibilidade das gengivas do cliente para evitar agressões locais.

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10.3 Banho no leito

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Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

e) 1 pacote de gaze; f) 1 copo com água; g) 1 par de luvas de procedimento; h) 1 saco plástico ou cuba rim forrada; i) 1 unidade de toalha.

em possu e u q s s cai s orai

Há lo adore . z i n e i s hig rtávei desca

Procedimentos a) Colocar o cliente em Fowler, se possível. b) Proteger a roupa do leito com toalha. c) Montar as gazes com espátula. d) Proceder à limpeza dos dentes com a solução para higiene oral. e) Fazer a limpeza de toda cavidade oral. f) Secar os lábios do cliente. g) Organizar o material.

10.2  Higiene íntima – feminina e masculina

Técnica fundamental para proporcionar sensação de limpeza e higiene.

Trata-se da limpeza dos órgãos genitais femininos e masculinos.

Materiais a) 1 unidade de bandeja; b) 1 jarro com água morna; c) 1 par de luvas de procedimento; d) 1 unidade de comadre e/ou papagaio; e) 1 biombo, se necessário; f) 1 unidade de toalha.

CAPÍTULO 10

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Considerações iniciais

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Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

16. Observar as normas da NR-32, a fim de minimizar os riscos à saúde da equipe de Enfermagem.

16. Manter na instituição, os cadastros atualizados dos profissionais de enfermagem, por categoria, constando número de inscrição no

Coren-DF, fornecendo-os anualmente, ou quando for solicitado, preservando informações quando ocorrer demissão, admissão, licença por tempo indeterminado, mudança de categoria, mudança de endereço, aposentadoria e falecimento.

18. Verificar a situação de regularidade dos profissionais de enfermagem sob sua responsabilidade, colaborando no encaminhamento dos profissionais notificados, garantindo o cumprimento do Código de

Ética dos Profissionais de Enfermagem, bem como das decisões e deliberações emanadas pelo Coren-DF.

19. Coibir o exercício ilegal da profissão, afastando os profis­ sionais em exercício ilegal das atividades de enfermagem e comuni­cando imediatamente ao Coren-DF, sob pena de responsabilização.

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10.5 Higiene ocular

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Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

j) 1 unidade de biombo, se necessário; k) 20 mL de solução hidratante; l) 1 unidade de bandeja.

Procedimentos a) Explicar o procedimento para o cliente. b) Preparar o material e o ambiente. c) Lavar o couro cabeludo. d) Lavar o rosto do cliente e enxugar. e) Lavar o pescoço e enxugar. f) Lavar os membros superiores sempre de modo distal para o proximal. g) Lavar as axilas e enxugar. h) Lavar as mãos do cliente e enxugar. i) Lavar e enxugar o tórax e o abdômen, começando pelo lado mais

distante e, depois, o mais próximo.

j) Lavar membros inferiores e enxugar. k) Virar o cliente em decúbito lateral. l) Lavar e enxugar as costas. m) Massagear com solução hidratante o tórax anterior e posterior,

abdo­me e braços.

n) Virar o cliente em decúbito dorsal. o) Cobrir a região genital com toalha. p) Lavar as pernas e enxugar. q) Fazer a lavagem íntima colocando a co-

madre ou o papagaio.

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CPÍTULO 12 Técnicas para Incontinência Urinária

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CAPÍTULO

12

Técnicas para

Incontinência Urinária

Considerações iniciais

Neste capítulo, descreveremos as técnicas de enfermagem desenvolvidas para a incontinência urinária.

Dispositivo para incontinência urinária masculina:

Quanto menor for o tempo de uso da sonda vesical, melhor será para o cliente, pois são reduzidos os riscos de infecção. Por isso, é sempre indicado nos casos em que, ao retirar a sonda, se o cliente apresentar incontinência urinária, seja colocado um dispositivo para incontinência que também pode ser usado em casos em que o cliente não tem controle sobre o ato de urinar, como alguns idosos.

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Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

Figura 12.1  Dispositivo para incontinência urinária.

Materiais a) 1 unidade de dispositivo para incontinência urinária (tem o forma-

to de um preservativo conectado a um frasco de drenagem);

b) 20 cm de fita adesiva; c) 1 par de luvas de procedimento.

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10.4 Tricotomia

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Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

j) 1 unidade de biombo, se necessário; k) 20 mL de solução hidratante; l) 1 unidade de bandeja.

Procedimentos a) Explicar o procedimento para o cliente. b) Preparar o material e o ambiente. c) Lavar o couro cabeludo. d) Lavar o rosto do cliente e enxugar. e) Lavar o pescoço e enxugar. f) Lavar os membros superiores sempre de modo distal para o proximal. g) Lavar as axilas e enxugar. h) Lavar as mãos do cliente e enxugar. i) Lavar e enxugar o tórax e o abdômen, começando pelo lado mais

distante e, depois, o mais próximo.

j) Lavar membros inferiores e enxugar. k) Virar o cliente em decúbito lateral. l) Lavar e enxugar as costas. m) Massagear com solução hidratante o tórax anterior e posterior,

abdo­me e braços.

n) Virar o cliente em decúbito dorsal. o) Cobrir a região genital com toalha. p) Lavar as pernas e enxugar. q) Fazer a lavagem íntima colocando a co-

madre ou o papagaio.

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10.6 Lavagem intestinal

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Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

Procedimentos a) Lavar as mãos. b) Organizar o material. c) Orientar o cliente quanto ao procedimento. d) Embeber a gaze com soro fisiológico 0,9%. e) Passar levemente a gaze entre as pálpebras. f) Se o cliente estiver consciente, solicitar que abra os olhos. g) Realizar o procedimento quantas vezes for necessário, para remo-

ver as secreções.

h) Retirar e desprezar o material utilizado. i) Retirar as luvas. j) Lavar as mãos. k) Fazer as anotações de enfermagem.

10.6  Lavagem intestinal

Consiste na remoção das fezes por meio de soluções próprias instiladas no local.

Materiais a) 1 frasco de Clister ou Fleet Enema (conforme prescrição/geralmente

1 por dia);

b) 1 unidade de papel higiênico; c) 1 unidade de comadre e/ou papagaio; d) 1 par de luvas de procedimento.

Procedimentos a) Explicar ao cliente o procedimento. b) Preparar o material. c) Colocar o cliente em posição de Sims, de decúbito lateral esquerdo

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10.7 Cuidados com o corpo após a morte

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Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

Procedimentos a) Lavar as mãos. b) Organizar o material. c) Orientar o cliente quanto ao procedimento. d) Embeber a gaze com soro fisiológico 0,9%. e) Passar levemente a gaze entre as pálpebras. f) Se o cliente estiver consciente, solicitar que abra os olhos. g) Realizar o procedimento quantas vezes for necessário, para remo-

ver as secreções.

h) Retirar e desprezar o material utilizado. i) Retirar as luvas. j) Lavar as mãos. k) Fazer as anotações de enfermagem.

10.6  Lavagem intestinal

Consiste na remoção das fezes por meio de soluções próprias instiladas no local.

Materiais a) 1 frasco de Clister ou Fleet Enema (conforme prescrição/geralmente

1 por dia);

b) 1 unidade de papel higiênico; c) 1 unidade de comadre e/ou papagaio; d) 1 par de luvas de procedimento.

Procedimentos a) Explicar ao cliente o procedimento. b) Preparar o material. c) Colocar o cliente em posição de Sims, de decúbito lateral esquerdo

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