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9 - Sistema de Acreditação em Serviços de Saúde

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Sistema de

Acreditação em

Serviços de Saúde

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Para começar

Neste capítulo trataremos sobre a definição e os níveis de acreditação existentes nos serviços de saúde. Você conhecerá o Manual Brasileiro de Acreditação e também a respeito da Organização

Na­cional de Acreditação – ONA.

Assim como toda empresa busca certificar seus produtos e serviços através de normas inter­ nacionais como ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, as instituições de saúde, que também são empresas, buscam certificações da qualidade dos serviços prestados. Essas certificações de qua­­ lidade para esse segmento, porém, diferem da ISO 9001: são acreditações que uma instituição de saúde recebe quando passa por auditorias de certificação e demonstra sua qualidade através dos níveis de acreditação.

Os hospitais buscam ainda o conceito de sustentabilidade hospitalar, pois também são empresas que consomem muito dos recursos naturais, como água e energia, em vários processos de assistência ao paciente. São responsáveis por produzir impactos ambientais com os resíduos de serviços de saúde, que, diferentemente dos resíduos industriais, são infectantes por possuírem microrganismos que podem levar contaminação ao solo, à água e a toda a comunidade. Então vamos conhecer esse sistema de acreditação exclusiva para instituições de saúde e saber como os hospitais vêm contribuindo para a sustentabilidade hospitalar.

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8 - Auditoria

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Auditoria

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Para começar

Neste capítulo serão definidos auditoria e seus diferentes tipos. Veremos também as características para ser um auditor e conheceremos as diretrizes para auditoria de sistema de gestão, a ISO 19011.

As organizações que buscam a implantação dos sistemas de gestão, seja ela da qualidade ISO

9001, meio ambiente ISO 14001, OHSAS 18001, NBR 16001 ou ISO 22000, todas necessitam, dentro do ciclo PDCA, da fase de “Checar”. É nesse momento que entram as auditorias, uma ferramenta de verificação do cumprimento da primeira fase da implantação de um sistema de gestão, o planejamento. As auditorias são, acima de tudo, importantes aliadas na verificação dos sistemas de gestão implementados.

A auditoria está relacionada à necessidade de confirmação da realidade financeiro-econômica de uma organização. Um dos primeiros cargos criados de auditoria foi na Inglaterra, em 1314

(PINHO, 2007).

A auditoria teve seu grande passo em 1929: com a crise econômica americana, foi criado o

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5 - Sistema de Gestão Integrada

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Sistema de

Gestão Integrada

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Para começar

Neste capitulo, aprenderá sobre as vantagens da implantação do sistema de gestão integrada, assim como o tipo de implantação de SGI existente. Conhecerá também algumas empresas que aplicaram a SGI.

As organizações têm atentado de forma mais concreta para os aspectos que envolvem a satisfação dos clientes internos e externos, a qualidade dos produtos materiais ou serviços, a proteção do meio ambiente e os aspectos sociais, inclusive os que abrangem a saúde e segurança de seus colaboradores.

A realidade presente e, com certeza, futura é de crescente e irreversível conscientização da sociedade e aumento das exigências em relação às questões ambientais. As questões referentes à segurança e saúde do trabalho também têm sido objeto de discussão, assegurando a não admissibilidade da existência de ambientes laborais insalubres e processos produtivos que causem doenças ocupacionais, muitas vezes irreversíveis, ou acidentes que possam gerar lesões que causem incapacidade permanente ou a morte do trabalhador.

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6 - Sustentabilidade Organizacional

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Sustentabilidade

Organizacional

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Para começar

Iniciaremos este capítulo definindo sustentabilidade, a teoria dos três pilares da sustentabilidade e a prática da ecoeficiência e da produção mais limpa P+L. Assim, vamos conhecer os relatórios de sustentabilidade de uma organização.

As questões relacionadas ao meio ambiente e aos impactos negativos causados pelas atividades das empresas passaram a ser um tema mundial em conferências, comissões, fóruns, relatórios.

As empresas e seus gestores começam a entender e aceitar que possuem obrigações sociais e ambientais para com o planeta e que necessitam adotar em seu negócio práticas de sustentabilidade que colaborem com a melhoria das condições dos colaboradores, dos clientes, da sociedade e do meio ambiente.

Com essa prática as empresas buscam transparência em seus negócios. Assim, vem crescendo o número de empresas que recebem prêmios como empresas sustentáveis, assim como vem crescendo o número de empresas que divulgam em redes sociais seus relatórios de sustentabilidade como modelos confiáveis e éticos. Vamos então conhecer essa transparência e esse modelo de sustentabilidade empresarial.

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7 - Responsabilidade Social

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Responsabilidade

Social

7

Para começar

Neste capítulo você conhecerá os indicadores e selos de responsabilidade social, como o selo

Abrinq. Também aprenderá sobre as normas para certificação em responsabilidade social, a SA 8000 e a

NBR 16001, assim como a ISO 26000.

Há muito se achava que empresa com responsabilidade social era aquela que fazia doações a entidades sociais. Essa relação porém não é verdadeira, uma vez que na prática a responsabilidade social das empresas vai desde o cumprimentos das legislações vigentes a ações que contribuam para a qualidade de vida dos colaboradores e seus familiares, a preservação do meio ambiente e uma efetiva participação em ações na comunidade em que a empresa está inserida.

Portanto, a relação da empresa com a responsabilidade social pode ser medida por meio de indicadores, sendo as empresas reconhecidas de acordo com suas iniciativas e mesmo certificadas através de um sistema de gestão em responsabilidade social. Então vamos conhecer na prática o que

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4 - Sistema de Gestão em Saúde e Segurança do Trabalho

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Sistema de

Gestão em Saúde e Segurança do

Trabalho

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Para começar

Este capítulo discorrerá sobre o sistema de gestão em saúde e segurança ocupacional conforme a

OHSAS 18001 e a metodologia de implantação do sistema utilizando o método PDCA. Abordará também algumas ferramentas para identificação e avaliação dos riscos.

Os diretores e líderes das organizações estão cada vez mais conscientes da importância de implantar sistema de gestão em saúde e segurança ocupacional, pois a organização que não implantar um sistema desse tipo conviverá com níveis elevados de vulnerabilidade e a possibilidade de ocorrência de acidentes e incidentes no trabalho.

Segundo o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho no Brasil, em 2012 foram registrados

705.239 acidentes de trabalho envolvendo os três tipos de acidente: trajeto, típico e doenças ocupacionais, o número de trabalhadores mortos em 2012 foi de 2.731, e 14.755 trabalhadores ficaram permanentemente incapacitados. Entre os setores de atividade econômica que registraram mais acidentes estão de Comércio e Reparação de Veículos Automotores, com 95.659 acidentes; em segundo estão setor de Saúde e Serviços Sociais, com 66.302 acidentes, e o terceiro maior índice de registros de acidentes é o do setor da Construção Civil, que apresentou aumento, passando de 60.415 em 2011 para 62.874 em 2012 (BRASIL, 2012).

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3 - Sistema de Gestão Ambiental

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Sistema de

Gestão Ambiental

3

Para começar

Neste capitulo você irá conhecer a história política ambiental no Brasil, as legislações ambientais e como as organizações devem fazer a licença ambiental. Posteriormente, trataremos dos requisitos da

ISO 14001, sobre sistema de gestão ambiental, assim como as definições sobre aspecto e impacto am­­ biental e um modelo de LAIA.

Os problemas ambientais provocados pela ação humana decorrem do uso do meio ambiente para obter os recursos necessários para produzir os bens de consumo e serviços de que necessitam, mas nem sempre o homem degradou o meio ambiente.

Podemos apontar como marco do início da degradação do meio ambiente a Revolução Industrial, quando surgiu uma diversidade de substâncias e materiais que não existiam na natureza, como as substâncias químicas sintetizadas, cada vez em maior número, a exploração dos recursos naturais e o aumento significativo das descargas de resíduos industriais no meio ambiente. Os sinais dos problemas ambientais provocados pela atividade humana vêm se agravando ao longo do tempo, adquirindo dimensões globais como perda de biodiversidade, redução da camada de ozônio, aumento dos gases de efeito estufa provocando aquecimento global, contaminação das águas e do solo.

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2 - Sistema de Gestão da Qualidade

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Sistema de

Gestão da Qualidade

2

Para começar

Neste capítulo, você irá conhecer o significado e a história da palavra “ISO”. Também definiremos o que é qualidade e trataremos dos requisitos da Norma ISO 9001 e dos prêmios de qualidade que as organizações podem receber.

2.1 Conceitos gerais

A demanda de qualidade dos produtos teve início na época dos artesãos europeus, ou seja, antes da Revolução Industrial, quando o artesão tinha o domínio desde a fabricação até o pós-venda, e o atendimento às necessidades do cliente era muito importante. Havia uma relação de confiança entre o cliente e o produtor, que nessa época era o artesão. Com a Revolução Industrial, muitos artesãos passaram a trabalhar dentro das fábricas como supervisores de produção, e então a qualidade passou a ser uma habilidade dos trabalhadores e dos supervisores dos departamentos de produção, onde os produtos defeituosos eram retrabalhados ou sucateados. Muitos desses produtos, porém, passavam pela supervisão de qualidade e chegavam defeituosos ao cliente. Com isso criou-se um departamento para essa inspeção da qualidade, visando impedir que os produtos defeituosos saíssem da fábrica e chegassem aos clientes.

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1 - Sistema de Gestão

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Sistema de Gestão

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Para começar

Neste primeiro capítulo, iremos ver as definições de sistema, os fundamentos de gestão como cultura e clima organizacionais e também as principais ferramentas para implantar um sistema de gestão na empresa, como método 5S, diagrama de causa e efeito, fluxograma, entre outras.

Atualmente, muitas são as organizações que buscam a implantação de um sistema de gestão, principalmente com a globalização e com a competitividade entre os países. Para que essas organizações ganhem mercado internacional e continuem crescendo no mercado nacional, elas devem buscar a gestão em seus processos. Para isso, elas devem implantar metodologias que auxiliem nesse sistema.

1.1 O que é sistema

Sistema é um conjunto de partes integrantes e interdependentes que formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função, produzindo um ou mais resultados.

Um Sistema de Gestão é o conjunto de pessoas, recursos e procedimentos, dentro de qualquer nível de complexidade, cujos componentes associados interagem de uma maneira organizada para realizar uma tarefa específica e atingem ou mantêm um dado resultado (CHAIB, 2005).

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Capítulo 21 - Reparação dos Traumas Cutâneos e de Tecidos Moles

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CAPÍTULO 21    Reparação dos Traumas Cutâneos e de Tecidos Moles

135

Seção II

Pele e Anexos

21

35

Reparação dos Traumas

Cutâneos e de Tecidos Moles

Carlos Henrique Fröner Souza Góes

XX

INTRODUÇÃO

As lesões de partes moles constituem capítulo desafia­dor para o cirurgião plástico no atendimento da ur­gência. Em sua grande maioria são vítimas de politraumas, podendo ter outras lesões associadas que, muitas vezes, acarretam risco de vida; portanto, neces­sitam de atendimento rápido e efeti­ vo, tendo as con­dutas emergenciais de suporte à vida priori­ dade no atendimento inicial.

Os ferimentos de partes moles podem ser dividi­dos, de uma maneira mais ampla, em superficiais e pro­fundos. Os ferimentos superficiais são caracterizados quando a lesão acomete pele, tecido subcutâneo, apo­neurose e músculos.

Nas lesões profundas, estruturas como nervos, vasos calibro­ sos, tendões, ossos e vísceras também são acometidas.

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Capítulo 63 - Reabilitação Pós-amputação

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Capítulo 63

Reabilitação

Pós‑amputação

Nelson De Luccia

Introdução

As amputações associadas às doenças vasculares periféricas são praticadas em grande maioria nos membros inferiores.1 O conceito de reabilitação nessa área é, portanto, relacionado com a restauração da locomoção pela deambulação.2

Sintomas iniciais de doenças vasculares já podem se mani‑ festar pelas alterações do aparelho locomotor, como, por exemplo, os das doenças arteriais por claudicação intermi‑ tente. Ao praticar operações de revascularização, o cirurgião está reabilitando o paciente à condição de caminhar normal‑ mente. Nessa situação, entretanto, não houve perda corpórea, e o retorno ao deslocamento normal depende das condições gerais do paciente.

A recuperação da deambulação após a amputação de seg‑ mentos menores ou maiores dos membros inferiores implica outras considerações. Além de conceitos de técnica operatória, relacionados com a função do membro residual à amputação, características dos aparelhos ortopédicos devem ser conheci‑ das, para o atendimento ideal ao paciente.

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Capítulo 52 - Fraturas Nasoetmoido-orbitárias

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52

Fraturas Nasoetmoido-orbitárias

Marcelo Paulo Vaccari Mazzetti  •  Clarissa Leite Turrer  •  Bruno Alves Costa

XX

INTRODUÇÃO

Descrições iniciais das fraturas sobre o tratamento cirúrgico do complexo orbitário foram realizadas por Smith e

Regan, em 1957, focalizando o mecanismo e a correção das fraturas da parede medial da órbita.1

O termo naso-orbitário foi sugerido por Converse e Smith

(1963), ao observarem a ocorrência da retroprojeção da estrutura da projeção nasal, entre as órbitas, ante traumas de grande impacto.2

Após 1963, a filosofia do tratamento passou a ser redução aberta, fixação interna e realização da cirurgia o quanto antes, quando indicada. Com a ocorrência de novas publicações, a terminologia nasoetmoido-orbitária (NEO) foi a mais aceita, devido à sua melhor adequação.2

Fraturas NEO são aquelas resultantes de uma força direta aplicada sobre o dorso nasal, com deslocamento dos ossos nasais para dentro do espaço interorbitário, com colapso das estruturas nasais, lesão dos ligamentos cantais da pálpebra e das vias lacrimais. Geralmente ocorrem bilateralmente e associadas a fraturas do assoalho da fossa cranial anterior ou da parede posterior do seio frontal.3-6

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Capítulo 47 - Osteotomias Faciais nos Portadores de Fissuras Labiopalatinas

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381

CAPÍTULO 47    Osteotomias Faciais nos Portadores de Fissuras Labiopalatinas

47

Osteotomias Faciais nos Portadores de

Fissuras Labiopalatinas

Nivaldo Alonso  •  Renato da Silva Freitas

XX

INTRODUÇÃO

As fissuras labiopalatinas apresentam uma incidência bastante elevada, estimada entre 1:500 e 1:2.000 nascidos vivos, estando situada entre as malformações congênitas mais frequentes, e sendo a malformação craniofacial mais frequentemente encontrada. Por ser uma anomalia que compromete aspectos estéticos e funcionais da face, a reabilitação final desses pacientes fica condicionada à sua reintegração à sociedade. Seu completo tratamento tem importância cultural e socioeconômica, principalmente nos países desenvolvidos, implicando necessariamente cirurgias na face em idade bem precoce, o que pode causar restrições ao crescimento facial.1

Pacientes com fissura de lábio ou palato necessitam de inúmeros procedimentos para obterem a completa reabilitação. Com o desenvolvimento dos centros de tratamento, melhora dos protocolos e melhor entendimento dos tempos e estágios para cada procedimento, resultados mais consistentes têm sido obtidos com menor número de cirurgias.

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Capítulo 123 - Otoplastia

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123

Otoplastia

Mauro Speranzini  •  Romeu Fadul

XX

INTRODUÇÃO

A orelha de abano caracteriza-se por uma abertura exagerada em relação ao crânio. Considera-se como normal uma distância da sua margem lateral ao crânio igual ou inferior a

2 cm. É a deformidade mais comum da orelha (38,7%), ocorrendo em 5% da população. É bilateral na maioria das vezes

(80% a 99% dos casos), havendo, frequentemente, história familiar, e não há diferença significativa de incidência entre os sexos.

O abano é perceptível já ao nascimento, mas podem ser necessárias algumas semanas para que fique mais evidente.

Embora seja detectado na infância, muitos pacientes procuram a correção somente na fase adulta.

As orelhas atingem 95% do seu tamanho aos 7 anos de idade, tornando-se, nessa fase da vida, desproporcionalmente grandes. Ao contrário de outras deformidades, que geram compaixão, o abano pode ser motivo para brincadeiras e apelidos que geram insegurança e comprometem a autoestima. A reação depende da sensibilidade individual, podendo levar à introspecção e, em alguns casos, a grave depressão.

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Capítulo 68 - Reconstrução da Fronte, do Couro Cabeludo e da Calvária

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563

CAPÍTULO 68    Reconstrução da Fronte, do Couro Cabeludo e da Calvária

Seção X

Reconstruções Faciais nas Deformidades

Congênitas e Adquiridas

68

35

Reconstrução da Fronte, do Couro

Cabeludo e da Calvária

José Mario Camelo-Nunes  •  Maria Estela Puglisi Munhoz

Alberto de Almeida Sartorelli Jr.  •  Jean-François Tulasne

XX

INTRODUÇÃO

O couro cabeludo é a área com maior densidade de folículos pilosos do corpo humano, e sua pele é fina, medindo entre 3 e 8 mm. Devido à sua anatomia única, as reconstruções dessa área sempre se apresentam como um grande desafio para o cirurgião. Assim, o conhecimento minucioso da sua anatomia é imprescindível. O fechamento primário de grandes feridas no couro cabeludo é muito difícil, por ser constituído de tecido relativamente inelástico. Enxertos ou retalhos de outras regiões nem sempre são esteticamente satisfatórios, já que não são encontrados locais com a mesma textura, cor e consistência de pele, além da grande densidade de pelos, presentes apenas no couro cabeludo.

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