23839 capítulos
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 16 - Transtornos Relacionados a Substâncias e Transtornos Aditivos

PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

Transtornos

Relacionados a Substâncias e Transtornos Aditivos

INTRODUÇÃO

Jonathan Avery

O capítulo do DSM-5 sobre transtornos relacionados a substâncias e transtornos aditivos cobre transtornos associados a 10 classes de drogas, bem como o transtorno do jogo, o primeiro transtorno de adicção comportamental a ser incluído no DSM.

Todos os transtornos por uso de substância do DSM-5 exigem prejuízo ou sofrimento clinicamente significativos e a presença de, no mínimo, duas consequências físicas, psicológicas e sociais decorrentes do uso da substância. O DSM-5 inclui vários especificadores para caracterizar mais minuciosamente os transtornos por uso de substância. Esses especificadores estão relacionados ao curso (p. ex., remissão ini-

Barnhill_16.indd 251

cial, remissão sustentada, etc.) e à gravidade

(com base na quantidade de critérios confirmados). Destaca-se o fato de que o diagnóstico de transtorno por uso de substância substituiu as categorias anteriores de abuso e dependência de substância.

Ver todos os capítulos

Capítulo 18 - A Glândula Hipófise

PDF Criptografado

18

C A P Í T U L O

A Glândula Hipófise

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

a estrutura da glândula hipófise e como ela se relaciona à sua função.

�� Definir os tipos celulares presentes na adeno-hipófise e entender como estas células são controladas em resposta às demandas fisiológicas.

�� Compreender a função dos hormônios derivados da pró-opiomelanocortina em seres humanos e como eles estão envolvidos na regulação da pigmentação em humanos, outros mamíferos e em vertebrados inferiores.

�� Caracterizar os efeitos do hormônio do crescimento no crescimento e na função metabólica e como o fator de crescimento semelhante à insulina do tipo I (IGF-I) pode mediar algumas de suas ações na periferia.

�� Listar os estímulos que regulam a secreção do hormônio do crescimento e definir seus mecanismos subjacentes.

�� Reconhecer a relevância da secreção hipofisária de gonadotrofinas e prolactina e como elas são reguladas.

Ver todos os capítulos

Adenocarcinoma do Pâncreas

PDF Criptografado

36

A

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Adenocarcinoma do Pâncreas

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Tumor maligno de origem ductal ou acinar, originário do pâncreas exócrino.

• Costuma ter sofrido metástase até o momento do diagnóstico.

IDENTIFICAÇÃO

• Raro em cães — 0,5-1,8% de todos os tumores.

• Raro em gatos — 2,8% de todos os tumores.

• As cadelas com idade mais avançada e a raça

Airedale terrier exibem um risco mais elevado do que outros animais.

• Idade média (cães) — 9,2 anos.

SINAIS CLÍNICOS

• Inespecíficos — febre; vômito; fraqueza; anorexia; icterícia; má digestão; perda de peso.

• Dor abdominal — variável.

• É comum a ocorrência de metástases para tecidos

ósseos e moles.

• Há relatos de fraturas patológicas secundárias à metástase.

• Massa abdominal.

• Pode haver síndromes paraneoplásicas de necrose epidérmica, hiperinsulinemia e hiperglucagonemia.

Ver todos os capítulos

160 - Hiperparatireoidismo Secundário Renal

PDF Criptografado

160

Hiperparatireoidismo

Secundário Renal

Luciano Henrique Giovaninni

JJ

Introdução

Doença renal crônica (DRC) frequentemente é diagnos‑ ticada nas espécies felina e canina, caracterizada por lesões estruturais irreversíveis e pela perda con­ tí­ nua de néfrons funcionais e, por conse­quência, da função dos rins, obser‑ vando‑se a progressão da doen­ça para estágios mais graves.1

Além disso, a DRC caracteriza‑se pelo acometimento de dife‑ rentes sistemas (polissistêmica), e muitas das alterações meta‑ bólicas que decorrem da DRC contribuem para a progressão da doen­ça; infelizmente, as alterações bioquí­micas só se mani‑ festam quando dois terços a três quartos do tecido renal apre‑ sentam‑se sem funcão; os sintomas podem não estar evidentes até os estágios mais graves da doen­ça.1,2 Daí a importância de se detectar precocemente os fatores que contribuem para a deterioração progressiva da função renal.2

O hiperparatiroidismo é uma das conse­quências bastante observadas em cães e gatos com DRC, denominado hiper‑ paratireoidismo secundário renal (HPTSR), que, por com‑ prometer o metabolismo de cálcio e fósforo, pode acarretar desmineralização óssea e mineralização de tecidos moles, inclusive do tecido renal, favorecendo perda ainda maior de néfrons; além disso, maiores concentrações séricas de paratormônio (PTH) são incriminadas como uma das mais deletérias toxinas urêmicas, o que faz com que muitas das manifestações clínicas da síndrome urêmica sejam atribuí­ das ao HPTSR.1,3,4

Ver todos os capítulos

3. Ensino de graduação em enfermagem – legislação brasileira

PDF Criptografado

3

Ensino de graduação em enfermagem – legislação brasileira

Taka Oguisso

Genival Fernandes de Freitas

PONTOS A APRENDER

1. Analisar o papel da enfermeira visitadora para a saúde pública na década de 1920.

2. Descrever a reforma sanitária preconizada por Carlos Chagas.

3. Discutir os pontos controvertidos entre enfermeiras e obstetrizes/ parteiras nas décadas de 1950 a 1970.

PALAVRAS-CHAVE

História da enfermagem, o papel da Lei n. 775/49 para a enfermagem, legislação atual para os cursos de graduação de enfermagem, controvérsias históricas entre enfermeiras e obstetrizes/parteiras.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Educação em enfermagem e sua história. Requisitos para docência no curso de graduação de enfermagem – uma sinopse. A

Enfermagem a partir da Primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação

Nacional. Atuais diretrizes curriculares nacionais para a enfermagem.

Considerações finais. Propostas para estudo. Para saber mais.

Ver todos os capítulos

13. Testes de exame físico para o joelho

PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

Testes de exame físico para o joelho

Ben Stern, Eric J. Hegedus e Dawn Driesner

Ín d ice de te ste s

Testes para fraturas de joelho

424

Regras de Ottawa para o joelho

424

Regras de Pittsburgh para o joelho

424

Regras de Bauer para o joelho

Testes para ruptura do menisco medial

425

426

Combinações de exame físico/agrupamentos diagnósticos 426

Teste de McMurray

428

Teste de Apley

430

Teste de Thessaly a 20°/teste da danceteria

431

Teste de Thessaly a 5°

432

Teste de Ege

433

Teste axial de pivot-shift 434

Dor à palpação da interlinha articular

438

Teste de extensão forçada/bloqueio da extensão/teste do ressalto

(bounce home test) 439

Teste de agachamento/marcha de pato

(duck waddle test)/teste de Childress

440

Bloqueio da flexão/flexão forçada

440

Derrame 441

Ver todos os capítulos

Capítulo 14 - Dinâmica da Ventilação Pulmonar

PDF Criptografado

Dinâmica da Ventilação

Pulmonar

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

●●

Descrever como o centro de comando nervoso hipotalâmico controla a ventilação pulmonar

●●

●●

●●

●●

●●

●●

Explicar como importantes fatores químicos e não químicos regulam a ventilação pulmonar durante o repouso e a atividade física

Fornecer a base lógica para a substituição do limiar do

˙O lactato sanguíneo ou de OBLA pelo V a fim de pre2máx ver o desempenho de endurance

●●

Descrever como a hiperventilação prolonga o tempo de apneia, mas representa também um perigo no mergulho esportivo

Quantificar o custo energético da respiração durante o repouso e no exercício extenuante na saúde e na doença pulmonar

●●

Esboçar as fases dinâmicas da ventilação minuto no início, na fase precoce e no estágio subsequente da atividade física moderada e na recuperação

Descrever os efeitos agudos do tabagismo sobre a frequência cardíaca e o gasto energético da respiração durante a atividade física

Ver todos os capítulos

Capítulo 12. Depressão e transtornos do humor: estimulação magnética transcraniana

PDF Criptografado

12

DEPRESSÃO E TRANSTORNOS

DO HUMOR: ESTIMULAÇÃO

MAGNÉTICA TRANSCRANIANA

BERNARDO DE SAMPAIO, ANDRE RUSSOWSKY BRUNONI

 VISÃO GERAL

Apesar de o uso da eletricidade como ferramenta terapêutica na medicina ser antigo, com relatos de 43-48 d.C., seu avanço ocorreu na psiquiatria no século

XX, com o desenvolvimento da eletroconvulsoterapia (ECT), por Ugo Cerletti e

Lucino Bini. A ECT surgiu como uma forma mais segura de induzir convulsão em pacientes com transtornos psiquiátricos graves em comparação às alterna­ tivas vigentes na época, como injeção intramuscular de óleo de cânfora ou choque insulínico.1 Quase 50 anos mais tarde, o desenvolvimento da estimulação magnética transcraniana (EMT), em 1985, por Barker, trouxe a importância da neu­romodulação como modalidade terapêutica.

Por mais de 60 anos, a ECT foi o único tratamento biológico amplamente uti­ lizado nos transtornos psiquiátricos.2 Entretanto, a ampliação do entendimen­to sobre o funcionamento do sistema nervoso central (SNC) permitiu que fossem desenvolvidos diversos tipos de aparelhos biomédicos com diferentes propostas terapêuticas, como a EMT. Nesse sentido, a aprovação do uso clínico da estimula­

Ver todos os capítulos

Capítulo 82. Anafilaxia em anestesia

PDF Criptografado

Anafilaxia em anestesi

82.

Anafilaxia em anestesia

Cristiane Gurgel Lopes

Rogean Rodrigues Nunes

O fenômeno anafilaxia foi descrito pela primeira vez na literatura médica por Paul Portier e Charles R. Richet1 em 1902, em um estudo envolvendo protocolos de imunização de cães com toxina de água-viva. A injeção de pequenas doses da actinotoxina em alguns animais, em vez de desencadear proteção, precipitou uma rápida instalação de sintomas fatais ou quase fatais.

Os autores nomearam tal resposta de l’anaphylaxie, termo de origem grega: a (contra) e phylaxis (imunidade ou proteção).2,3

Tradicionalmente, “anafilaxia” é um termo utilizado para descrever eventos dependentes de imunoglobulina E (IgE), e

“reação anafilactoide” é usado para descrever reações independentes de IgE, apesar de ambas as reações serem clinicamente indistinguíveis.4

No início dos anos 2000, a força-tarefa da European Academy of Allergology and Clinical Immunology (EAACI) publicou uma nomenclatura revisada para alergia e reações relacionadas, baseada nos mecanismos promotores dos eventos. Sugeriu-se que a nomenclatura anterior fosse descartada e que anafilaxia fosse descrita como imunológica e não imunológica.4,5

Ver todos os capítulos

Capítulo 10 Documentos Médicos

ePub Criptografado

Os principais documentos médicos utilizados no exercício profissional são: atestados, laudos, boletins, prontuários e receitas.

Atestado ou certificado é um instrumento que tem a finalidade de firmar a veracidade de certo fato ou a existência de determinado estado, ocorrência ou obrigação. É um documento destinado a reproduzir, com idoneidade, uma específica manifestação do pensamento.

O atestado ou certificado médico, por sua vez, é um relato escrito e singelo de uma dedução médica e seus complementos. Segundo Souza Lima, resume-se na “declaração pura e simples, por escrito, de um fato médico e suas consequências”. Tem a finalidade de sintetizar, de forma objetiva e simples, o que resultou do exame feito em um paciente, sugerindo um estado de sanidade ou um estado mórbido, anterior ou atual, para fins de licença, dispensa ou justificativa de faltas ao serviço, entre outros. É, assim, um documento particular, elaborado sem compromisso prévio e independente de compromisso legal, fornecido por qualquer médico que esteja no exercício regular de sua profissão. Enfim, o atestado médico é parte do ato médico.

Ver todos os capítulos

83 | Baço

PDF Criptografado

83

Baço

Brigitte A. Brisson

Anatomia e função

O baço localiza-se ao longo da parede abdominal esquerda no interior da folha superficial do omento maior e é ligado à grande curvatura do estômago pelo omento, mais especificamente pelo ligamento gastresplênico. 1 Embora sua forma, seu tamanho e sua posição variem segundo a espécie, raça e outros fatores como medicamentos ou condições patológicas, o baço é tipicamente oblongo e vermelho-azulado. O sangue entra no baço pela artéria esplênica, um ramo da artéria celía­ca e sai pela veia esplênica, que se esvazia na veia gastresplênica e eventualmente na veia porta.1

Esplenose ou nódulos esplênicos acessórios são encontrados comumente no omento de pequenos animais e provavelmente representam pequenos fragmentos revascularizados do baço resultantes de traumatismo. 1-4

Nódulos solitários de tecido esplênico incluí­d os ao longo da superfície do pân­creas são descritos em gatos mas não são atribuí­veis a traumatismo.4 Placas sideróticas ou siderofibróticas, são depósitos de cálcio de tamanho irregular levemente elevados, amarelos a cinzentos encontrados comumente ao longo da cápsula esplênica de cães velhos.5 Pensa-se que essas placas desenvolvem-se secundariamente ao traumatismo esplênico.6,7 O baço de cães e gatos frequentemente é visível radiograficamente. Na projeção radiográfica ventrodorsal, a cabeça do baço fica lateralmente no lado esquerdo e é frequentemente visível como uma densidade de tecido mole, com forma triangular, imediatamente caudal ao fundo gástrico e cranial ao rim esquerdo. Na projeção radiográfica lateral, a cauda do baço pode ser vista ao longo da parede abdominal ventral imediatamente caudal ao fígado.

Ver todos os capítulos

10 - Função e Tratamento Respiratórios

PDF Criptografado

Unidade

2

Saú­de Respiratória

10

Função e Tratamento

Respiratórios

Considerações gerais e avaliação, 191

Função respiratória, 191

Dados subjetivos, 192

Dados objetivos, 193

Exames laboratoriais, 193

Radiologia e exames de imagem, 200

Outros exames diagnósticos, 201

Procedimentos e modalidades terapêuticas gerais, 205

Estabilização da via respiratória artificial, 205

CONSIDERAÇÕES GERAIS E AVALIAÇÃO

Função respiratória

A função principal do sistema pulmonar (pulmões e circulação pul­ monar) é fornecer oxigênio (O2) às células e remover dió­xido de car­ bono (CO2) dos tecidos (troca gasosa). A adequação da oxigenação e da ventilação é determinada pela pressão parcial de oxigênio arterial

(PaO2) e pela pressão parcial de dió­xido de carbono (PaCO2). O sis­ tema pulmonar também funciona como reservatório de sangue para o ven­trículo esquerdo, quando é necessário reforçar o débito cardía­ co; como protetor da circulação sistêmica quando filtra restos/partí­ culas; como regulador do volume de líquidos, de modo que a água possa ser mantida fora dos alvéo­los; e como órgão efetor de funções metabólicas (inclusive produção de surfactante) e endócrinas.

Ver todos os capítulos

19 – Transtornos alimentares

ePub Criptografado

C A P Í T U L O  [ 19 ]

RAFAEL ARCENO

Muitos aspectos da cultura atual apresentam forte ligação com preocupações acerca do peso e da imagem corporais. Revistas de beleza, saúde e bem-estar geralmente incluem matérias sobre controle de peso, dieta ou exercícios. Celebridades, como modelos e atores, com frequência exibem níveis de beleza e padrão corporais difíceis de alcançar. As mídias sociais também têm importante papel na caracterização dos padrões atuais de beleza e magreza, pois são constantemente abastecidas com fotos e vídeos ligados à imagem de indivíduos com características corporais idealizadas. Programas de computador são usados para alterar imagens e fazer com que as pessoas pareçam mais magras e sem imperfeições físicas. Essa preocupação intensa acerca do peso e da imagem corporais atinge diversas faixas etárias, mas é principalmente observada em jovens, que acabam atrelando sua autoestima a um biotipo de corpo magro, muitas vezes além dos limites saudáveis, o que acarreta o risco de agravos à saúde física ou mental.

Ver todos os capítulos

Capítulo 20 - Indicação de Máscaras como Barreira Física

PDF Criptografado

Capítulo

20

Indicação de Máscaras como Barreira Física

Sylvia Lemos Hinrichsen  Rafael Sacramento

As máscaras são usadas para proteger os profissionais da

área de saúde. (Sylvia Lemos Hinrichsen)

Introdução

O uso correto de máscara como barreira física para proteção respiratória, como equipamento de proteção individual (EPI), evita ou reduz a eliminação de microrganismos no ambiente e protege o profissional contra respingos de secreções oriundas do paciente. É utilizada como EPI em instituições de saúde, hospitais, visitas domiciliares e locais com risco de contami‑ nação ambiental, como asilos, unidades prisionais etc. Pode ser do tipo cirúrgico, N95, ou cirúrgica tripla.

A máscara do tipo cirúrgico, facial, descartável, está indi‑ cada para a proteção da mucosa oronasal, bem como para a proteção ambiental de secreções respiratórias do profissional e/ou pacientes/familiares/cuidadores. Em média, tem vida

útil máxima de 2 h e deve ser trocada quando alcançado esse tempo ou antes, se estiver visivelmente suja, úmida ou com suspeita de contaminação. Deve apresentar resistência, gra‑ matura efetiva de barreira e resistência à passagem de gotas e fluidos ao contato (não são equipamentos impermeáveis).

Ver todos os capítulos

Caso 35

PDF Criptografado

CASO 35

Uma enfermeira de 41 anos procura o setor de emergência por temer estar com hipoglicemia decorrente de insulinoma. Ela relata repetidos episódios de cefaleia, sudorese, tremor e palpitações. Nega qualquer problema clínico anterior, e o único medicamento que toma é um anti-inflamatório não esteroide para cólicas menstruais. No exame físico, observa-se que é uma mulher bem vestida, inteligente, educada e cooperativa. Seus sinais vitais são estáveis, exceto por uma leve taquicardia. No exame são percebidas diaforese, taquicardia e numerosas cicatrizes em seu abdome, assim como marcas de agulha em seus braços.

Quando questionada sobre isso, ela diz que está confusa devido à hipoglicemia.

A paciente é então internada no serviço médico. As avaliações laboratoriais demonstram redução no nível de açúcar no sangue em jejum e um aumento no nível de insulina, mas um nível reduzido do peptídeo-C plasmático, o que indica injeção exógena de insulina. Quando confrontada com essa informação, ela logo fica zangada, afirma que a equipe do hospital é incompetente e exige ser liberada, contra os conselhos médicos.

Ver todos os capítulos

Carregar mais