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Capítulo 33 - Cingulata (Tatus) e Pilosa (Preguiças e Tamanduás)

CUBAS Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 33

Cingulata (Tatus) e

Pilosa (Preguiças e

Tamanduás)

Flávia Miranda

CC

Ordem Cingulata

■■

Tatus | Família Dasypodidae

Os tatus representam a ordem Cingulata, um antigo e pri‑ mitivo grupo de mamíferos caracterizados por terem o corpo revestido por escudos dérmicos, que cobrem a cabeça, o dorso e as laterais e, em algumas espécies, a cauda e as pernas, como se fosse uma carapaça, com a função de os protegerem dos pre‑ dadores1,2. Esta ordem é composta pela família Dasypodidae, constituí­da por nove gêneros, com 21 espécies. Destes, cinco gêneros e 11 espécies ocorrem no Brasil3. Apenas uma das espécies é endêmica no Brasil, o tatu‑bola do Nordeste

(Tolypeutes tricinctus), encontrado somente na caatinga e no cerrado brasileiro.

Espécies de ocorrência em território brasileiro

Gênero Dasypus

Este gênero tem quatro espécies no Brasil, todas elas pesam até 12 kg e têm carapaça marrom‑escura, com escudos esca‑ pulares e pélvicos e seis a oito cintas móveis. O corpo mede de

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Medium 9788527732901

36 - Controle Mecânico da Placa Supragengival

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 36

Controle Mecânico da Placa

Supragengival

Fridus van der Weijden,1 Dagmar Else Slot,1 José J. Echeverría2 e Jan Lindhe3

Department of Periodontology, Academic Centre for Dentistry Amsterdam (ACTA),

University of Amsterdam and VU University Amsterdam, Amsterdã, Holanda

2

Departamento de Periodoncía, Facultad de Odontología, Universitat de Barcelona, Barcelona, Espanha

3

Department of Periodontology, Institute of Odontology, The Sahlgrenska Academy at

University of Gothenburg, Gotemburgo, Suécia

1

Importância da remoção

�� da placa supragengival

Pessoas escovam seus dentes por diversos motivos: para se sentir refrescadas e confiantes, para ter um bonito sorriso, para evitar o mau hálito. A limpeza oral é importante para a preservação da saúde oral, uma vez que remove a placa microbiana, prevenindo o acúmulo nos dentes e na gengiva

(Löe et al., 1965). A placa dental é um biofilme bacteriano de difícil remoção da superfície dos dentes. O biofilme

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Medium 9788536702643

Capítulo 30 - A endodontia na reabilitação bucal de indivíduos com fissura labiopalatina

Mário Roberto Leonardo, Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

30

A endodontia na reabilitação bucal de indivíduos com fissura labiopalatina

Celso Kenji Nishiyama

Lidiane de Castro Pinto

Claudia Ramos Pinheiro

Renata Pardini Hussne

As fissuras orofaciais representam as alterações craniofaciais mais prevalentes que ocorrem no período embrionário, podendo surgir como um defeito isolado (não sindrômica) ou em conjunto com outros defeitos (sindrômica).1-3 Entre essas, as fissuras de lábio e/ou palato são as malformações craniofaciais congênitas mais frequentes nos seres humanos, ocorrendo na vida intrauterina, no princípio do período fetal (até a 12ª semana gestacional). No Brasil, admite-se que a prevalência oscile em torno de 1:650 nascimentos.4

As fissuras de lábio e rebordo alveolar se formam até a

8ª semana, enquanto as fissuras palatinas até a 12ª semana

de vida gestacional.4,5 A fissura de lábio ocorre quando há ausência de coalescência entre o palato primário e os processos maxilares, levando à interrupção do desenvolvimento do lábio superior, enquanto a fissura de palato ocorre quando há ausência de união entre o palato primário, o processo maxilar e o palato secundário na linha média.6

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Medium 9788536702643

Capítulo 4 - Preparo biomecânico dos canais radiculares Meios mecânicos

Mário Roberto Leonardo, Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Preparo biomecânico dos canais radiculares

Meios mecânicos: instrumentação clássica ou convencional

Este capítulo é dedicado ao Prof. Dr. Jayme

Maurício Leal

Mario Roberto Leonardo

Em 1974, Schilder,1 em trabalho que se tornou um clássico na literatura endodôntica, realçou a importância da instrumentação dos canais radiculares, ao recomendar um novo conceito de limpeza (cleaning) e de modelagem (shaping) do espaço endodôntico. Para esse autor, as grandes dificuldades técnicas para a obturação eram, na verdade, decorrentes da limpeza deficiente e da modelagem pobre dos canais radiculares. A limpeza tem por objetivo, segundo

Schilder, a eliminação de todo o conteúdo do sistema de canais radiculares (tecido pulpar, restos necróticos, microrganismos, seus produtos e subprodutos, etc.), ao passo que a modelagem tem por objetivo atribuir ao canal radicular uma conformação regressivamente cônica, desde o orifício de sua entrada, ao nível da câmara pulpar, até o ápice, mantendo-se ao máximo a sua anatomia original. Para nós, é muito importante também, durante a instrumentação, a realização do batente apical (apical stop). Após definir o instrumento apical inicial (IAI) ou anatômico, que é o primeiro instrumento cuja ponta atuará no comprimento real do trabalho (CRT), inicia-se a realização do batente apical, “razão de ser” do sucesso clínico, radiográfico, histológico e jurídico do nosso tratamento.

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Medium 9788536702643

Capítulo 2 - Diagnóstico das alterações patológicas pulpares...

Mário Roberto Leonardo, Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Diagnóstico das alterações patológicas pulpares e periapicais assintomáticas e sintomáticas, com ou sem radioluscência periapical, enquadrando-as em casos de biopulpectomia, necropulpectomia I e necropulpectomia II

Mario Roberto Leonardo

Nova nomenclatura com base no Glossário de Termos Endodônticos (AAE/2012)

Indicações de tratamento local e sistêmico

Renato de Toledo Leonardo

Considerando que a endodontia técnico-biológica minimamente invasiva ao nível apical/periapical, indolor e reparadora, visa, além do sucesso clínico, radiográfico e histológico do tratamento endodôntico, a saúde geral do paciente, o profissional que a pratica não só elevará o seu próprio conceito, como também a importância dessa especialidade, hoje em declínio, junto às outras áreas da saúde.

Até a década de 1960, portanto, há mais de 50 anos, em casos de doenças sistêmicas graves de difícil diagnóstico, a extração dos dentes suspeitos era a recomendação médica, mesmo em casos de dentes com canais radiculares radiograficamente bem obturados.

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Medium 9788536702643

Capítulo 3 - Preparo biomecânico dos canais radiculares

Mário Roberto Leonardo, Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

3

CAPÍTULO

Preparo biomecânico dos canais radiculares: definição, conceituação, importância, finalidades e recursos convencionais para sua aplicação

Meios químicos (soluções irrigadoras) e meios físicos (irrigação, sucção e inundação)

Mario Roberto Leonardo

Juliane Maria Guerreiro-Tanomaru

DEFINIÇÃO E CONCEITUAÇÃO

O preparo biomecânico do canal radicular consiste em se obter, inicialmente, um acesso direto e franco à união cemento-dentina-canal (limite CDC), preparando-se, em seguida, o canal dentinário “campo de ação do endodontista”. Esse preparo é realizado por meio da limpeza químico-mecânica (do inglês cleaning)1 e ao mesmo tempo atribuindo-se ao canal, uma conformação cônica no sentido

ápice/coroa (modelagem, do inglês shaping),1 deixando-se as paredes dentinárias livres de interferências, lisas, inin­ terruptas e sem ondulações (caminho pavimentado/Glide

Path),2,3 realizando-se automaticamente o batente apical,4,5 com o objetivo final de tornar mais fácil e o mais hermética possível a sua obturação, principalmente ao nível dos seus

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Medium 9788536702643

Capítulo 1 - Etapas operatórias do tratamento do sistemade canais radiculares

Mário Roberto Leonardo, Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Etapas operatórias do tratamento do sistema de canais radiculares

Mario Roberto Leonardo

Estabelecido o diagnóstico endodôntico que tem por base a semiologia, tendo os conhecimentos básicos/biológicos para exercer essa especialidade como ciência e não apenas como técnica (histologia, microbiologia, patologia, imunologia, histomicrobiologia, etc.) e, principalmente, já adquirido experiência profissional, o endodontista terá plenas condições de indicar as diferentes modalidades de tratamento de canais radiculares que ainda constituem a principal e a mais extensa atividade diária de um clínico geral e naturalmente do próprio endodontista, em nosso país.

Assim, os tratamentos endodônticos de dentes com vitalidade pulpar, casos geralmente diagnosticados como pulpites irreversíveis sintomáticas e assintomáticas; pulpites crônicas ulcerativas e/ou hiperplásicas; exposições patológicas pulpares; reabsorções internas; e indicações de tratamento

o

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Medium 9788520450444

33. Assistência de enfermagem à pessoa com manifestações de comportamento decorrentes de transtornos de personalidade

Tamara Cianciarullo, Ilza Marlene Kuae Fukuda, Maguida Costa Stefanelli, Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

33

Assistência de enfermagem à pessoa com manifestações de comportamento decorrentes de transtornos de personalidade

Marina Borges Teixeira

Zélia Nunes Hupsel

Maguida Costa Stefanelli

Ilza Marlene Kuae Fukuda

PON­TOS A APREN­DER

1. Identificar as formas mais comuns de transtornos de personalidade.

2. Descrever as manifestações de comportamento decorrentes de transtornos de personalidade.

3. Listar os diagnósticos de enfermagem mais comuns a esses transtornos.

4. Discorrer sobre intervenções de enfermagem.

5. Descrever os critérios de avaliação.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem em saúde mental, enfermagem psiquiátrica, saúde mental, serviços de saúde mental.

ESTRU­TU­RA DOS TÓPI­COS

Introdução. Etiologia. Epidemiologia. Características dos transtornos de personalidade. Tratamento. Processo de enfermagem. Descrição de comportamento. Avaliação final. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

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Medium 9788536326207

4. Ovogênese

Sonia M. Lauer Garcia, Casimiro G. Fernández Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Sonia M. Lauer de Garcia | Casimiro García Fernández

Ovogênese

1. Anatomia do aparelho reprodutor feminino humano 56

2. Atividade mitótica das ovogônias: período germinativo ou de proliferação 57

� Ciclo uterino 64

� Ciclo cervical 64

6.3 Controle hormonal da reprodução em outros mamíferos 66

� Comparação entre o ciclo estral e o ciclo menstrual humano 68

� Diapausa embrionária 68

3. Período de meiose do gameta feminino 58

4. Formação e acúmulo de substâncias de reserva nos diferentes tipos de ovócitos 58

4.1 Tipos de ovos 59

5. Envoltórios celulares do ovócito 61

6. Ovogênese em mamíferos 61

6.1 Desenvolvimento dos folículos ovarianos 61

� Folículos primordiais 61

� Folículos em desenvolvimento 61

� Folículo maduro (ou de Graaf) 62

� Corpo lúteo ou amarelo 63

� Corpo albicans 63

� Folículos atrésicos 63

6.2 Controle hormonal do ciclo menstrual humano 63

� Ciclo ovariano 64

6.4 Controle hormonal na gravidez 69

6.5 Controle hormonal do parto 70

6.6 Controle hormonal da lactação 71

7. Ovogênese em outros grupos animais 72

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Medium 9788520450444

28. Assistência de enfermagem à mulher com manifestações de comportamento depressivo no ciclo gravídico-puerperal identificada por meio da Edinburgh Post-Natal Depression Scale

Tamara Cianciarullo, Ilza Marlene Kuae Fukuda, Maguida Costa Stefanelli, Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

28

Assistência de enfermagem à mulher com manifestações de comportamento depressivo no ciclo gravídico-puerperal identificada por meio da Edinburgh

Post-Natal Depression Scale

Maria da Graça Girade Souza

PONTOS A APRENDER

1. Caracterizar o episódio depressivo no ciclo gravídico-puerperal.

2. Diferenciar os quadros depressivos maternos no período pós-parto.

3. Listar os fatores de risco para o desenvolvimento da depressão nesse ciclo.

4. Descrever as intervenções de enfermagem.

PALAVRAS-CHAVE

Episódio depressivo, gestação, depressão puerperal, Edinburgh Post-Natal

Depression Scale, assistência de enfermagem no ciclo gravídico-puerperal.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Apresentação da depressão gestacional e da depressão pós-parto. Edinburgh Post-Natal Depression Scale (EPDS) – instrumento de rastreio. Tratamento. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

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Medium 9788527734233

8. Letramento em Saúde e Promoção da Saúde

PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luiz Grupo Gen PDF Criptografado

8

Letramento em Saúde e

Promoção da Saúde

Fábio Luiz Mialhe  •  Katarinne Lima Moraes  • 

Virginia Visconde Brasil  •  Helena Alves de Carvalho Sampaio

Introdução

Este capítulo aborda o letramento em saúde, expressão do termo inglês health literacy traduzida para o português. O conceito e o campo de estudos do letramento em saúde ainda não apresentam um consenso entre os pesquisadores, entretanto, envolve muito mais do que a simples habilidade de ler as informações em saúde, ou seja, compreende habilidades influenciadas pela cultura e pela sociedade, como saber ouvir, ler, escrever, expressar-se oralmente, habilidades de numeramento* e de tomar decisões relacionadas com a saúde. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) o incluiu como um dos determinantes sociais da saúde (Rootman e Gordon-El-Bihbety, 2008; WHO, 2008).

Baixos níveis de letramento em saúde estão relacionados com o aumento da mortalidade

(Cavanaugh et al., 2010; Moser et al., 2015) e da taxa de hospitalização (Wu et al., 2013); à menor utilização de serviços de saúde preventivos

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Medium 9788527730075

7. Sistema Articular

Paulo Ricardo. R. Larosa Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Sistema Articular

Paulo Ricardo R. Larosa

Introdução

Articulação é uma união funcional entre diferentes partes rígidas do esqueleto e é classificada em fibrosa, cartilaginosa e sinovial, de acordo com o tipo de tecido interposto entre as á­ reas de contato (superfícies ar­ticulares). As estruturas rígidas envolvidas em uma ar­ticulação podem ser ossos, cartilagens ou dentes.

Articulações fibrosas

As articulações fibrosas compreendem as suturas, as gonfoses e as sindesmoses.

Suturas

São ar­ticulações encontradas exclusivamente no crânio e que, no decorrer da vida, sofrem um processo de deposição óssea denominado sinostose, quando se ossificam por completo (Figura 7.1).

De acordo com seu formato, as suturas podem ser classificadas em: planas, quando seus bordos de encontro são lisos (p. ex., sutura internasal e sutura palatina mediana); escamosas, quando uma superfície ar­ticular se sobrepõe à outra (p. ex., ar­ticulação temporoparietal); serráteis, quando seus bordos se apresentam unidos como encaixes de uma serra (p. ex., sutura sagital); e esquindileses, quando seus bordos se unem por meio de um entalhe (p. ex., sutura esfenovomeral).

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Medium 9788520433188

4. Alimentação complementar

Glauce Hiromi Yonamine, Andréa Gislene do Nascimento, Patrícia Azevedo de Lima, Patrícia Zamberlan, Ana Paula Alves da Silva Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Alimentação complementar

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Ana Paula Alves da Silva

Quais alimentos devo usar no suco, na papa de fruta e na sopa ou papa salgada?

Suco e papa de fruta: a criança pode comer todo tipo de fruta. Escolha as frutas da época e da região, pois, além de serem mais baratas, são mais saborosas. Quando for comprar frutas para os sucos ou papas do seu filho, escolha as que não apresentem partes moles, batidas ou perfuradas.

Dê preferência às frutas naturalmente doces (laranja, maçã, pera, mamão, banana, melancia, melão, pêssego, manga), pois não precisam ser adoçadas e, assim, o bebê perceberá melhor o sabor da fruta. Lembre-se de que a criança não conhece o sabor adocicado e, por isso, não precisará de açúcar.

Ofereça uma fruta de cada vez. Se for usar mais de uma fruta na mesma refeição, coloque-as separadas no prato e ofereça-as separadamente, para que a criança identifique o sabor de cada uma. Quando seu filho já conhecer o sabor de diferentes frutas, você poderá misturar duas ou três na mesma papa.

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Medium 9788520433188

6. Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

Glauce Hiromi Yonamine, Andréa Gislene do Nascimento, Patrícia Azevedo de Lima, Patrícia Zamberlan, Ana Paula Alves da Silva Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Cardápio variado e colorido: estimule seu filho a comer diariamente frutas, verduras e legumes, para que ele receba vitaminas, minerais e fibras, para ficar bem nutrido e crescer.

O cardápio muito repetitivo pode levar a criança a ter deficiência de alguns nutrientes (vitaminas, ferro e outros), não ter um bom apetite e deixá-la fraca. Não deixe de levar em conta o sabor, a cor e o aroma dos alimentos que vai oferecer ao seu filho, pois ele está desenvolvendo suas preferências e precisa conhecer diferentes sabores. O prato colorido atrai a atenção e o apetite da criança.

Alimentos preferidos: conforme o seu filho for conhecendo os novos alimentos, ele terá suas preferências. Sempre que for possível, ofereça seus alimentos preferidos junto com os rejeitados, para que ele aceite os alimentos novos com mais facilidade.

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Medium 9788520433188

1. Aleitamento materno

Glauce Hiromi Yonamine, Andréa Gislene do Nascimento, Patrícia Azevedo de Lima, Patrícia Zamberlan, Ana Paula Alves da Silva Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Aleitamento materno

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que todas as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno até os seis meses de vida, quando, então, deverão ser introduzidos outros alimentos.

O leite materno, além de conter todos os nutrientes que a criança precisa, também funciona como uma verdadeira vacina, protegendo-a de muitas doenças. E o mais importante: já está pronto; não precisa ser comprado nem preparado.

A amamentação deve ser incentivada até os dois anos.

O que é aleitamento materno exclusivo?

É quando a criança recebe somente leite materno, diretamente da mama ou extraído, e nenhum outro alimento (líquido ou sólido), com exceção de xaropes de vitaminas, minerais e/ou medicamentos em gotas.

Como o leite materno é recomendado até os seis meses de vida, neste período não há necessidade de oferecer água ou chás.

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