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Medium 9788527726184

Capítulo 77 - Síndrome de Emagrecimento Progressivo dos Calitriquídeos

Cubas Cols Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 77

Síndrome de

Emagrecimento

Progressivo dos

Calitriquí­deos

Lilian Rose Marques de Sá

CC

Introdução

Os saguis dos gêneros Callithrix e Saguinus, entre outros primatas neotropicais de pequeno porte (subfamília

Callitrichinae), são espécies ímpares que despertam interesse crescente tanto no cidadão comum como nos pesquisadores, dada a possibilidade de criação dessas espécies em cativeiro e devido ao uso na experimentação animal. Este potencial impulsionou o desenvolvimento de numerosos estudos envol­ vendo tanto animais cativos quanto animais de vida livre desde 1970. Consequentemente, os benefícios advindos da criação de saguis ficaram rapidamente evidentes do ponto de vista conservacionista e biomédico. Os calitriquí­deos, que são representantes importantes da fauna brasileira presentes na Mata Atlântica e na Floresta Amazônica, apresentam espé­ cies amea­çadas de extinção e são amplamente utilizados em pesquisas biomédicas e ensaios toxicológicos na Europa e nos

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Medium 9788527727907

Seção 6 | Genética

Patrícia Sales, Alfredo Halpern, Cintia Cercato Grupo Gen PDF Criptografado

Seção

Genética

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Patrícia Sales

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Augusto Santomauro

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Larissa Pereira Marcon

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Conceitos em Genética

Introdução

O ser humano é formado por células, as quais são compostas por 46 cromossomos cada uma, 23 her‑ dados da mãe e 23 herdados do pai. Cada cromos‑ somo é uma dupla fita de ácido desoxirribonucleico

(DNA), enrolada ao redor de várias proteínas conhe‑ cidas como histonas. Um cromossomo que não está se dividindo fica todo aberto, desenrolado, trans‑ crevendo seus genes, como um barbante enorme.

Quando a célula inicia o processo de divisão, os cro‑ mossomos se condensam. Na fase da divisão celular conhecida como metáfise é quando os cromosso‑ mos se encontram mais condensados, sendo por isso o melhor momento para vê‑los separadamente na placa equatoriana.

Apenas 2% do nosso DNA é codificador de ge‑ nes. O ser humano tem cerca de 30 a 35 mil genes. O gene é um segmento de uma molécula de DNA que contém o código para a produção dos aminoácidos da cadeia polipeptídica e as sequências reguladoras para a ­expressão, embora no genoma humano exis‑ tam grandes sequências não codificantes. As sequên­ cias codificantes são chamadas de éxons. Elas são intercaladas por regiões não codificantes, chamadas de íntrons.

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Medium 9788527734226

4 | Energias Lesivas ou Vulnerantes

Jorge Paulete Vanrell Grupo Gen ePub Criptografado

A matéria pode apresentar-se de diversas maneiras, são os denominados estados da matéria na natureza: sólido, líquido, gasoso, plasmático (em reatores nucleares) e “condensado” (resultante da Bose-Einstein condensation [BEC]).

A energia nada mais é que uma das formas de existência da matéria, pois é equivalente a ela e interconversível com ela, segundo a relação expressa pela equação de Einstein:

E = mc2

em que E é a energia equivalente à massa, m, e c, a constante eletromagnética (velocidade da luz, igual a 3 × 108 m/s).

A energia existe sob diversas formas, podendo passar de uma para outra, sendo que a tendência natural é converter-se na forma mais simples, mais comum, que é a energia térmica. Todavia, nenhum processo de interconversão ocorre com 100% de rendimento, uma vez que parte da energia total de um sistema se dissipa. Isso constitui a degradação da energia ou tendência ao aumento de entropia.

À guisa de exemplo, podemos tomar a energia cinética ou de movimento, que é uma das formas mais comuns e frequentes, e reside nos próprios corpos. Dessa maneira, quando estes se deslocam com uma certa velocidade V, tornam-se capazes de produzir um trabalho. A fórmula dessa energia cinética é E = 1/2 mv2.

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Medium 9788580552966

Capítulo 1 - Cuidado da criança saudável

Jeannette South-Paul, Samuel C. Matheny M, Evelyn L. Lewis, Marcelo de Araújo Cosendey Grupo A PDF Criptografado

Seção I. Lactância e infância

Cuidado da criança saudável

Sukanya Srinivasan, MD, MPH

Donald B. Middleton, MD

FUNDAMENTOS DO CUIDADO DA CRIANÇA

SAUDÁVEL

O fornecimento de cuidados médicos abrangentes para as crianças é uma parte indispensável e agradável da medicina de família que delimita uma distinção fundamental entre o médico de família e os médicos das demais especialidades. O fornecimento do cuidado à criança saudável por meio de vários exames periódicos configura a base para que o médico de família construa relacionamentos duráveis com toda a família e sua comunidade, a fim de estabelecer os cuidados domiciliares da criança.

O aprimoramento nutricional, os métodos de segurança e as imunizações melhoraram significativamente a saúde das crinças norte-americanas, porém ainda persistem graves problemas da saúde infantil. O cuidado pré-natal de início tardio ou inadequado, a obesidade na infância, a incapacidade de se otimizar o potencial intelectual e o cuidado inadequado dos déficits de desenvolvimento são exemplos dessas questões críticas persistentes. Os obstáculos aos cuidados de saúde como a insuficiência de conhecimentos sobre saúde e a falta de cobertura de seguros de saúde se juntam a esses problemas. Um dos principais guias de referência para a promoção da saúde pediátrica é a terceira edição do Bright Futures: Guidelines for Health Supervision of Infants,

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Medium 9788536323282

Capítulo 7 - Quadro clínico e sinais físicos

Leonardo Caixeta Grupo A PDF Criptografado

C A P í T u LO

7

Quadro clínico e sinais físicos

sintOmas COmpOrtamentais

As alterações de comportamento na DFT são de surgimento mais precoce do que as cognitivas, assim como mais frequentes, proeminentes e variadas (Cummings et al., 1996; Gustafson, 1987, 1993; Neary et al., 1988, 1990). Além disso, são a maior fonte de estresse para os cuidadores de pacientes com demência (Rabins; Mace; Lucas, 1982) e geralmente o motivo que propicia a ida do paciente ao médico e também sua institucionalização (Sanford, 1975; Steele et al., 1990). Apesar disso, o estudo das alterações de comportamento nas demências ainda é negligenciado, sendo a maior parte dos trabalhos dedicada às alterações cognitivas, até porque existe a crença de que a existência das primeiras é secundária e condicionada à presença das segundas, uma falácia apontada por

Cummings e colaboradores (1996) e por Fairburn e Hope (1988). alteração de personalidade

Segundo Johnson (1959 apud Miller et al., 1997a), as características de personalidade encontradas na doença cerebral orgânica seriam exageros, caricaturas de características preexistentes (um indivíduo previamente reservado e parcimonioso, por exemplo, se tornaria avaro e paranoide). Entretanto, Blumer e Benson (1977) advogam que o oposto também pode ocorrer, isto é, a inversão dos hábitos pessoais prévios (um indivíduo quieto e cauteloso, por exemplo, pode se tornar arruaceiro e imprudente). Lebert, Pasquier e Petit

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Medium 9788536702353

Capitulo 10 - Erupções eczematosas

Evandro A. Rivitti Grupo A PDF Criptografado

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Erupções Eczematosas

ECZEMAS (DERMATITES

ECZEMATOSAS)

Os eczemas são dermatites caracterizadas pela presença de eritema, edema, vesiculação, secreção, formação de crostas, escamas e liquenificação. Essas lesões se sucedem ou se associam, formando os aspectos multiformes dos eczemas, e são acompanhadas do prurido, um sintoma constante, que pode ser mínimo, moderado ou intenso. A síndrome eczematosa pode ser classificada em aguda, subaguda ou crônica, de acordo com o aspecto que apresenta. Quando ocorre eritema, edema, vesiculação e secreção, o eczema é agudo; se o eritema e o edema são menos intensos e predominam as manifestações de secreção com formação de crostas, tem-se o subagudo. O eczema de evolução prolongada, com liquenificação, é a forma crônica.

A síndrome eczematosa é das mais frequentes afecções cutâneas, sendo causada por agentes exógenos

(con­tactan­tes) ou endógenos (endotan­tes), que atuam com mecanismos patogenéti­cos diversos.

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Medium 9788520429488

6. Protocolo de tratamento com trombólise intra-arterial no AVCI

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Protocolo de tratamento com trombólise intra-arterial no AVCI

Mario Sergio Duarte Andrioli

Eduardo Noda Kihara

A trombólise intra-arterial (IA) justifica-se pela maior concentração de trombolítico que reage com o trombo, uma vez que é administrado diretamente em seu interior através de microcateterismo. Ainda que não existam observações controladas, acredita-se que em casos de obstrução de grandes vasos, há uma recanalização mais frequente após a trombólise

IA do que após o tratamento trombolítico endovenoso. De todo modo, mesmo a trombólise IA pode levar até 2 horas para dissolver completamente um trombo, o que levou ao desenvolvimento de técnicas para otimizar sua eficácia, bem como ao desenvolvimento de tecnologias e técnicas de recanalização mecânica. A trombólise IA pode ter sua efetividade aumentada com uso de técnicas associadas como a fragmentação mecânica do trombo com fio-microguia, que aumenta a superfície do trombo exposto ao trombolítico, e a utilização de outros meios mecânicos como a microangioplastia do trombo ou sua remoção (total ou parcial) com dispositivos apropriados. O uso de stents específicos para implante nos vasos intracranianos também aumenta o sucesso das recanalizações.

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Medium 9788580552713

Capítulo 3 - O Papel das Modalidades Terapêuticas na Cicatrização da Ferida Cutânea

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

3

O Papel das Modalidades

Terapêuticas na

Cicatrização da

Ferida Cutânea

Pamela E. Houghton

O B J ET I VO S k

k

k k

Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: explicar as ações celulares e fisiológicas das modalidades comumente utilizadas na cicatrização da ferida. Revisar a evidência de pesquisa clínica sobre a efetividade das modalidades para feridas com cicatrização retardada ou não cicatrizadas; descrever as técnicas de aplicação, os parâmetros de estímulo e os esquemas de tratamento comumente empregados ao se tratarem feridas crônicas com essas modalidades; rever indicações, contraindicações e riscos potenciais de cada uma das modalidades; utilizar a informação fornecida neste capítulo para selecionar a melhor modalidade para um tipo particular de ferida crônica.

INTRODUÇÃO

Os processos celulares e fisiológicos desencadeados pela lesão tecidual são, muitas vezes, divididos em três fases, a saber: fases de inflamação, de proliferação e de remodelamento (consultar o Capítulo 2). Brevemente, logo após a lesão, a perda sanguínea é minimizada pelas mudanças hemostáticas que envolvem uma cascata de eventos envolvendo a plaqueta que resulta em formação de coágulo de fibrina. Os mediadores químicos liberados pela plaqueta ativada e pelo trauma mecânico atraem leucócitos, incluindo macrófagos e neutrófilos, para o local da lesão onde eles saem dos vasos sanguíneos e entram no tecido lesionado. As atividades fagocíticas dessas células inflamatórias agem para debridar material necrótico e estranho presente no tecido danificado. Os leucócitos também liberam fatores de crescimento que têm potentes propriedades mitogênicas e quimioatrativas, que são responsáveis pela mediação da migração e proliferação de fibroblastos, células endoteliais e células epiteliais. Os fibroblastos e as células endoteliais direcionam síntese de colágeno e angiogênese, respectivamente, e migração e proliferação de células epiteliais resultam na formação de uma nova barreira epidérmica. Durante a fase de remodelamento final, o turnover e a reorganização de colágeno e de outros componentes da matriz extracelular otimizam a integridade e a força do tecido e ajudam a prevenir uma futura quebra da ferida.

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Medium 9788527714068

28 - Leishmânias e Leishmaníases Cutâneas do Velho Mundo

Luís Rey Grupo Gen PDF Criptografado

28

Leishmânias e Leishmaníases

Cutâneas do Velho Mundo

INTRODUÇÃO

LEISHMANÍASE CUTÂNEA ZOONÓTICA

Infectividade e imunidade

Patologia e clínica

Diagnóstico e tratamento

Epidemiologia

Controle

LEISHMANÍASE CUTÂNEA ANTROPONÓTICA

Etiologia

INTRODUÇÃO

As leishmaníases cutâneas do Velho Mundo são conhecidas há milênios, encontrando-se referências a elas nos textos bíblicos e nos manuscritos orientais. As primeiras descrições científicas foram feitas no século XVIII, e os parasitos, descobertos por Borovski, em 1897.

As principais espécies identificadas como responsáveis por essas formas de leishmaníases são:

• Leishmania major,

• Leishmania tropica,

• Leishmania infantum (variedade dermotrópica) e

• Leishmania aethiopica.

Muitas das características gerais desses parasitos, tanto morfológicas como fisiológicas, imunológicas etc., foram analisadas no Cap. 25. Eles têm poucas relações, do ponto de vista bioquímico, com as espécies americanas.

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Medium 9788527726689

12 - Avaliação de Enfermagem | Funções Circulatória e Cardiovascular

Linda Honan Pellico Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Janet A. Parkosewich

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Descrever a relação entre as estruturas anatômicas e a função fisiológica do coração e da circulação periférica

2. Discorrer sobre a importância da história de saú­de e da avaliação física para o diagnóstico dos distúrbios cardiovasculares

3. Discutir as indicações clínicas, a preparação do cliente e outras implicações para a enfermagem relacionadas com os exames e procedimentos indicados para avaliação da função circulatória e cardiovascular

4. Comparar os métodos de monitoramento hemodinâmico (como monitoramento da pressão venosa central, pressão da artéria pulmonar e pressão arterial) quanto às indicações para uso, às potenciais complicações e às responsabilidades da enfermagem.

Avaliação de Enfermagem |

Funções Circulatória e Cardiovascular

A doen­ça cardiovascular (DCV) refere-se às doen­ças que envolvem o coração e os vasos sanguí­neos. No Brasil, é responsável por 29,4% de todas as mortes registradas no país em um ano. Dada a prevalência dessa doença, as enfermeiras que trabalham na maioria dos cenários de atenção à saúde vão avaliar e tratar clientes com um ou mais distúrbios associados aos vasos sanguíneos ou ao coração. Entender a estrutura e a função do sistema cardiovascular é essencial para o desenvolvimento das habilidades de avaliação.

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Medium 9788520429723

5. Representação Tabular e Gráfica

FRANCO, Laércio Joel; PASSOS, Afonso Dinis Costa Editora Manole PDF Criptografado

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Representação

Tabular e Gráfica

Afonso Dinis Costa Passos

Uma vez cumpridas as etapas de coleta e apuração dos dados de uma pesquisa, eles devem ser representados de maneira a facilitar a visualização e a interpretação. Isso é conseguido por meio da construção de tabelas e gráficos capazes de organizar e resumir aquilo que os dados possam apresentar de mais relevante.

Representação Tabular

Os princípios que regem a construção de tabelas, bem como os detalhes técnicos da sua elaboração, estão padronizados pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constando da publicação intitulada Normas de Apresentação Tabular (3).

Com base nessa padronização e à guisa de orientação geral, serão aqui reproduzidas as principais características de uma tabela.

Para obtenção de outros detalhes e complementos, recomenda-se a leitura das normas em sua totalidade.

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Medium 9788520433058

10. Dor: percepção e mecanismos

David J. Magee, James E. Zachazewski, William S. Quillen Editora Manole PDF Criptografado

c ap í t u l o

10

Dor

Percepção e mecanismos

Marie K. Hoeger Bement e Kathleen A. Sluka

Introdução

Este capítulo revisa a neurobiologia da dor. Por ser um assunto complexo, o capítulo somente esclarece os pontos principais. Para obter informações mais profundas sobre a neurobiologia da dor e seu manejo, consulte os seguintes textos: Sensory Mechanisms of the Spinal Cord, terceira edição;1 The Textbook of Pain, quarta edição;2 e Bonica’s Management of Pain, terceira edição.3 Além disso, quando apropriado, revisões e livros-texto serão citados para oferecer fontes adicionais de informações.

A dor é a razão mais comum pela qual os pacientes buscam assistência médica. No entanto, a dor é subtratada e seu manejo é difícil, particularmente quando crônica. A Associação Internacional para o Estudo da Dor

(International Association for the Study of Pain, IASP) define a dor como uma experiência sensorial e emocional desagradável associada com dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos desse dano (Tab. 10.1).4

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Medium 9788520434710

11. Adaptações aos treinamentos aeróbio e anaeróbio

W. Larry Kenney, Jack H. Wilmore, David L. Costill Editora Manole PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

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Adaptações aos treinamentos aeróbio e anaeróbio

Cap 11.indd 246

27/11/14 5:59 PM

Neste capítulo

Adaptações ao treinamento aeróbio

248

Resistência muscular versus resistência cardiorrespiratória 248

Avaliação da capacidade de resistência cardiorrespiratória 249

Adaptações cardiovasculares ao treinamento

250

Adaptações respiratórias ao treinamento

260

Adaptações no músculo

260

Adaptações metabólicas ao treinamento

264

O que limita a potência aeróbia e o desempenho de resistência?

266

Melhora na potência aeróbia e na resistência cardiorrespiratória em longo prazo

267

Fatores que afetam a resposta do indivíduo ao treinamento aeróbio

267

Resistência cardiorrespiratória em esportes anaeróbios

271

Adaptações ao treinamento anaeróbio

273

Mudanças na potência anaeróbia e na capacidade anaeróbia

273

Adaptações no músculo com o treinamento anaeróbio 274

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Medium 9788527716482

Capítulo 40 - Fissuras Labiais Bilaterais

José Marcos Mélega, Fausto Viterbo, Flávio Henrique Mendes Grupo Gen PDF Criptografado

40

Fissuras Labiais Bilaterais

Marco Aurélio Lopes Gamborgi

“Nenhum gesto é pequeno quando um futuro inteiro está em jogo.”

Para Lorena, Pamella e Murilo, obrigado pela ajuda.

XX

Introdução

As fissuras bilaterais reais são, dentre as deformidades lábio-palatinas, as que mais trazem desafios para o cirurgião plástico e para a equipe multidisciplinar que atende pacientes com essa deformidade.

A meta é tentar equilibrar o resultado final nos aspectos estéticos e funcionais do lábio, palato e nariz com o crescimento facial.

Mesmo sendo uma deformidade simétrica, na maioria dos casos, a fissura bilateral não deve ser tratada como uma fissura unilateral dos dois lados, pois a fissura bilateral possui características anatômicas específicas. Existem nessa deformidade um prolábio e uma pré-maxila, que devem ser considerados na hora do tratamento.6

Nos casos das fissuras bilaterais completas, a pré-maxila está isolada, projetada e muitas vezes rodada, o que dificulta um tratamento cirúrgico único e definitivo do lábio.

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Medium 9788582712283

Capítulo 2. Eritrograma

Renato Failace, Flavo Fernandes Grupo A PDF Criptografado

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ERITROGRAMA

INTRODUÇÃO

Eritrograma é a seção do hemograma que avalia o eritrônio, termo eufônico para designar um “órgão difuso” que engloba os 25 a 30 trilhões de eritrócitos circulantes e o tecido eritroblástico da medula óssea que lhes dá origem.

Como a função do eritrônio – transporte de oxigênio pulmão ⇒ tecidos – é exercida pelo conteúdo hemoglobínico da massa eritroide, sua patologia é essencialmente quantitativa. Assim, a insuficiência funcional do eritrônio – anemia – é definida como diminuição da hemoglobina sanguínea. Essa diminuição costuma acompanhar-se, mas não necessariamente, nem de modo paralelo, de eritrocitopenia, ou seja, baixa da contagem de eritrócitos.

Excepcionalmente pode haver insuficiência funcional do eritrônio sem haver baixa da hemoglobina: a intoxicação pelo monóxido de carbono torna a hemoglobina incapaz de carrear oxigênio; a transfusão após uma hemorragia repõe a hemoglobina, mas esta tem a afinidade ao oxigênio transitoriamente afetada pela falta de 2-3-difosfoglicerato no sangue estocado e, somente horas depois, corrige a hipoxemia. O termo anemia não se aplica a esses casos.

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