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Medium 9788536311234

Capítulo 23 - Terapia cognitivo-comportamental no t ratamento da fobia social

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

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Cordioli e cols.

Terapia cognitivo- 23 comportamental no tratamento da fobia social

Ligia Montenegro Ito

Miréia Casademunt Roso

Timidez e inibição social são traços comumente encontrados na população em geral. Como conseqüência, o sofrimento associado à ansiedade social patológica, a fobia social (FS), é minimizado, deixando milhares de pessoas sem tratamento adequado. Para essa população, a simples possibilidade de interação com outras pessoas provoca reações emocionais e fisiológicas de terror que conduzem à esquiva da situação. As conseqüências na qualidade de vida pessoal e profissional são devastadoras. Hoje, sabemos que esse transtorno tem alta prevalência, incide precocemente e tende a apresentar curso crônico. Entretanto, diversas pesquisas nos últimos anos indicam grande evolução nas abordagens terapêuticas da FS.

Este capítulo aborda os tratamentos da fobia social considerados eficazes na literatura científica, com especial atenção às intervenções cognitivo-comportamentais.

A expansão do conhecimento sobre a natureza e o tratamento da fobia social (FS) ocorreu desde sua inclusão no DSM-III (APA, 1980) como uma categoria diagnóstica separada da fobia específica. Pesquisas revelaram que esse transtorno representa um problema grave de saúde mental, por suas características incapacitantes em suas diferentes formas de apresentação. A mais comum é o medo de ser humilhado ou ridicularizado em situações sociais por comportar-se de forma inadequada ou por demonstrar sinais visíveis de ansiedade, como tremor, rubor, sudorese excessiva e falta de con-

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Medium 9788527735483

2 Cuidados Comunitários Centrados na Família

Susan Scott Ricci Grupo Gen ePub Criptografado

PALAVRAS-CHAVE

Competência cultural

Comunidade

Enfermagem comunitária

Enfermagem em saúde comunitária

Enfermagem em saúde pública

Epidemiologia

População

Prevenção primária

Prevenção secundária

Prevenção terciária

Promoção da saúde

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Definir as principais palavras utilizadas neste capítulo.

2. Examinar os principais componentes e elementos dos cuidados de saúde comunitários centrados na família.

3. Explicar os motivos para o aumento da ênfase em cuidados comunitários.

4. Diferenciar a enfermagem comunitária da enfermagem nas unidades de atendimento agudo.

5. Integrar os diferentes níveis de prevenção em enfermagem comunitária, fornecendo exemplos de cada um.

6. Citar exemplos de questões culturais que possam ser enfrentadas na prestação de cuidados comunitários.

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Medium 9788527733977

32 - Complicações Agudas em Pacientes Cirróticos

LIU, Davi Jing Jue; LEAL, Ricardo; VENDRAME, Letícia Sandre Grupo Gen PDF Criptografado

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Complicações Agudas em Pacientes Cirróticos

Matheus Candido Hemerly  •

Nathália Ambrozim Santos Saleme

Introdução

A cirrose hepática é uma condição clínica caracterizada por alterações fibróticas no parênquima associadas à distorção da arquitetura do órgão com formação de nódulos de regeneração. É relacionada a uma grande morbimortalidade, com redução importante da qualidade de vida dos pacientes, além de ser considerada a principal indicação de transplante hepático.

Existem várias condições que podem acarretar no desenvolvimento da cirrose, entre elas, o alcoolismo, hepatites virais (B e C), a doen­ça hepática gordurosa não alcoó­lica (DHGNA) e a hepatite autoimune.

As hepatites virais e a DHGNA são consideradas as principais causas.

Acreditava-se que a cirrose hepática era uma afecção irreversível.

Contudo, atualmente, já é visto que o tratamento de alguns fatores causais, como a hepatite C crônica e hemocromatose, ou a cessação completa do ál­cool, podem reverter a fibrose.

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Medium 9788580551662

Capítulo 21 - Artrite e dorsalgia

C. Keith Stone, Roger L. Humphries Grupo A PDF Criptografado

Artrite e dorsalgia

Ryan P. Woods, MD

Jason Seamon, DO, MHS, FACEP, FAAEM *

Avaliação do paciente com artrite aguda

Tratamento emergencial de condições específicas causadoras de artrites agudas — monoartrites e oligoartrites

Monoartrites e oligoartrites

Artrite traumática

Artrite gotosa aguda

Pseudogota aguda

Artrite séptica

Oligoartrite ou poliartrite

Osteoarteite (doen­ça articular degenerativa)

Febre reumática e artrite reativa pós-estreptocócica

Poliarterite

Artrite reumatoide

Espondiloartropatia

Artrite viral

Lúpus eritematoso sistêmico

// Avaliação

do paciente com artrite

aguda

Ver Figura 21-1.

00 O paciente está sistemicamente adoecido?

Sempre que um paciente com dor articular aguda também apresentar febre, rigores, sintomas sistêmicos ou sinais de envolvimento de sistemas orgânicos adicionais, uma avaliação cuidadosa

é necessária para descartar processos potencialmente ameaçadores à vida como infecção ou vasculites difusas. A hospitalização e a consultoria em reumatologia ou infectologia são geralmente requeridas para pacientes com artrite e sintomas sistêmicos. Obtenha hemoculturas e realize a avaliação delineada a seguir.

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Medium 9788582714560

Capítulo 10. Faça uma mulher feliz: mande-a trabalhar (e lave você a louça)

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

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FAÇA UMA MULHER FELIZ:

MANDE-A TRABALHAR

(E LAVE VOCÊ A LOUÇA)

Você se sente mais feliz no trabalho ou em casa? A resposta depende: se você é mulher, provavelmente é mais feliz... no trabalho! Pois é. Acaba de ser publicado o resultado de um experimento que traz mais informações para enriquecer – e complicar – o debate sobre o até hoje mal equacionado balanço entre carreira e família que desafia a sociedade, em particular as mulheres.

No final da década de 1990, a socióloga Arlie Russell Hochschild publicou um livro apontando uma transformação social que borrava os limites entre trabalho e casa, com as pessoas dedicando progressivamente mais energia a seus empregos do que a seus familiares. E isso apesar de continuarem dizendo que a família era prioridade. Não era só o meio que empurrava nessa direção, mas os próprios indivíduos começavam a se sentir mais seguros, competentes e valorizados nas empresas do que nas suas casas.

Pois bem, cientistas norte-americanos convidaram 122 pessoas para medir, ao longo dos dias, seus níveis de felicidade e estresse não apenas de forma subjetiva, perguntando como eles estavam se sentindo, mas medindo as taxas de cortisol, um hormônio que sobe quando estamos biologicamente estressados. Os resultados foram que, a não ser em situa­

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Medium 9788536322483

6. Enzimas

Srinivasan Damodaran, Kirk L. Parkin, Owen R. Fennema Grupo A PDF Criptografado

Enzimas

6

Kirk L. Parkin

CONTEÚDO

6.1 Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2 Natureza geral das enzimas . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.1 Enzimas como biocatalisadores . . . . . . .

6.2.2 Natureza proteica e não proteica das enzimas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.3 Poder catalítico das enzimas . . . . . . . . . .

6.2.3.1 Teoria de colisões para reações catalisadas . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.3.2 Teoria do estado de transição para catálise enzimática . . . . . . .

6.2.4 Mecanismos de catálise enzimática . . . .

6.2.4.1 Natureza geral dos sítios ativos das enzimas . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.4.2 Mecanismos específicos de catálise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.5 Cinética de reações enzimáticas . . . . . . .

6.2.5.1 Modelos simples para reações enzimáticas. . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.5.2 Expressões de velocidade para reações enzimáticas . . . . . . . . . .

6.2.5.3 Análise gráfica de reações enzimáticas. . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520453827

10. Próteses retinianas

Maria Aparecida Onuki Haddad, Marcos Wilson Sampaio, Remo Susanna Jr. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

Próteses retinianas

Paulo Falabella

Vinicius C. Bergamo

Luis F. Nakayama

Rodrigo A. Brant Fernandes

INTRODUÇÃO

O impacto socioeconômico causado pela cegueira é um problema global em ascensão, em grande parte por conta do aumento da expectativa de vida e do envelhecimento populacional.

Estima-se que o número de pessoas com alterações visuais secundárias à idade aumente em

100% nas próximas três décadas.1

As doenças degenerativas e distróficas retinianas, dentre as quais se destacam a degeneração macular relacionada à idade (DMRI) e a retinose pigmentar (RP), respectivamente, estão entre as principais causas de cegueira no mundo. Apesar de apresentarem diferentes etiologias e manifestações clínicas, a DMRI e a RP compartilham desfechos semelhantes em seu estágio avançado, culminando na destruição do epitélio pigmentar da retina (EPR) e dos fotorreceptores, com consequente cegueira.2

Ao longo das últimas décadas, diversas abordagens tecnológicas têm sido propostas e colocadas à prova, na tentativa de mitigar as consequências devastadoras das doenças degenerativas retinianas, congênitas ou adquiridas. Dentre as tecnologias mais promissoras com potencial de promover a preservação ou a recuperação visual diante das doenças mencionadas, encontram-se as próteses retinianas de estimulação elétrica, as terapias celulares e as terapias gênicas. Uma vez

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Medium 9788580552966

Capítulo 37 - Queixas musculoesqueléticas agudas

Jeannette South-Paul, Samuel C. Matheny M, Evelyn L. Lewis, Marcelo de Araújo Cosendey, José Mauro Ceratti Lopes Grupo A PDF Criptografado

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Queixas musculoesqueléticas agudas

Anne S. Boyd, MD

Ronica A. Martinez, MD

Jeffrey P. Feden, MD

Cerca de 20% de todas as consultas realizadas nos consultórios de médicos de atenção primária envolvem queixas musculoesqueléticas. O objetivo deste capítulo é descrever as queixas iniciais mais comuns referidas aos membros superiores e inferiores, ressaltando a etiologia, as manifestações clínicas, o diagnóstico diferencial e as opções de tratamento baseadas em evidências para cada um destes distúrbios.

� MEMBRO SUPERIOR

COMPRESSÃO DO MANGUITO ROTADOR

� Considerações gerais

O termo compressão subacromial descreve qualquer condição que comprometa o espaço subacromial e irrite os tendões do manguito rotador, que normalmente se encontram circundados por sua bainha. A compressão pode envolver quaisquer estruturas localizadas dentro do espaço subacromial e o termo inclui vários distúrbios como bursite subacromial, tendinite calcificada do manguito rotador e tendinose. Em geral, esses distúrbios têm apresentação semelhante e pode ser difícil diferenciá-los.

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Medium 9788527732390

13 - Doenças Benignas de Ovário e Tuba

Ricardo Bassil Lasmar, Ricardo Vasconcellos Bruno, Roberto Luiz Carvalhosa dos Santos, Bernardo Portugal Lasmar Grupo Gen PDF Criptografado

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Doenças Benignas de

Ovário e Tuba

Frederico José Silva Corrêa | Priscila Morais Galvão Souza | Paula Vieira Nunes Brito

j j j j

Introdução, 162

Ovário, 162

Tuba uterina, 168

Considerações finais, 174

INTRODUÇÃO

Conhecer a anatomia, a fisiologia e as principais doenças relacionadas aos ovários e às tubas uterinas é extremamente relevante, tanto para o médico generalista, quanto para o ginecologista.

Os ovários são constituídos por células do estroma, do córtex e do tecido germinativo, e estão em constante modificação fisiológica, com desenvolvimento folicular, ovulação, formação do corpo lúteo, cicatrização e produção dos hormônios sexuais. Devido às suas características, vários tipos de alteração podem ocorrer (desde cistos funcionais, passando por cistos ou tumores benignos, até lesões malignas), sendo extremamente importantes o diagnóstico correto e a implementação da terapêutica adequada, a fim de evitar tratamentos equivocados e iatrogênicos.

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Medium 9788520460696

22. Dor do quadril e joelho infantis

Reinaldo José Gianini, Tarcísio Eloy Pessoa de Barros Filho, Alexandre Fogaça Cristante, Luiz Angelo Vieira, David Gonçalves Nordon Editora Manole ePub Criptografado

David Gonçalves Nordon

 

 

Classificação pelo CID-10

M00.9

Artrite piogênica, não especificada

M67.3

Sinovite transitória

M91.1

Doença de Legg-Calvé-Perthes

M93.0

Epifisiolistese do fêmur proximal

M93.2

Osteocondrite dissecante

M93.8

Outras osteocondropatias especificadas (especificar: doença de Osgood-Schlatter)

Dor não traumática dos quadris ou joelho da criança. Não inclui displasia do desenvolvimento do quadril e dor secundária a deformidades em varo e valgo dos joelhos (Capítulos 26 e 27).

A avaliação da queixa de dor no joelho de uma criança deve sempre levantar a suspeita de uma afecção no quadril – e vice-versa. Em virtude do eixo mecânico do membro inferior, alterações na dinâmica da marcha e nos eixos anatômico ou mecânico em si podem levar uma afecção do joelho a causar dor por sobrecarga no quadril. De outra forma, afecções do quadril, por sua inervação, podem levar a uma dor referida no joelho.

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Medium 9788536327655

Capítulo 72 - Trabalhando em ambientes violentos, cultura da paz

Gustavo Gusso, Vinicius Pereira silva silva Grupo A PDF Criptografado

� CAPÍTULO 72

TRABALHANDO EM AMBIENTES VIOLENTOS,

CULTURA DA PAZ

Luciane Loures dos Santos

Marcelo Loures dos Santos

Aspectos-chave

A violência é definida como “o uso intencional da força física ou do poder, real ou ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou uma comunidade, que resulte ou tenha grande possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência do desenvolvimento ou privações”, segundo o Relatório

Mundial sobre Violência e Saúde.

Violência no ambiente de trabalho é conhecida pelos incidentes relacionados a agressões ou ameaças ao patrimônio ou aos profissionais durante a atividade laboral, incluindo o trajeto de ida e volta, praticado por quem quer que seja (assaltante, usuário, colega de trabalho ou familiar), que produzam dano ou desconforto, afetando seu bem-estar, sua saúde e causando riscos à sua segurança.

A violência é um fenômeno complexo e de múltiplas causas, sendo um problema de ordem social e econômica, que envolve questões históricas e culturais e acarreta um alto custo emocional. Em cidades onde a violência e a sensação de insegurança são elevadas, o cotidiano, os hábitos e o comportamento da população são afetados. Os cidadãos passam a viver atrás de muros e cercas, cercados pela insegurança e pelo medo, em

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Medium 9788541202336

Capítulo 27 - Diagnóstico por Imagem em Implantodontia

Marlene Fenyo Pereira Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

27

Diagnóstico por Imagem em Implantodontia

Israel Chilvarquer, Lilian Waitman Chilvarquer, Jorge Elie

Hayek, Michel Eli Lipiec Ximenez e Claudio Costa

Atualmente, o número de profissionais que utilizam os implantes como forma de tratamento vêm em uma crescente constante. A especialidade torna-se atrativa pelas alternativas que possibilita o tratamento reabilitador e também como meio auxiliar em outras especialidades, como, por exemplo, ancoragem em movimentações ortodônticas.

Após a anamnese e o exame clínico inicial, a indicação precisa de um exame radiográfico adequado otimiza o resultado final, minimizando os casos de insucesso e evitando surpresas desagradáveis.

As técnicas inovadoras cada vez mais possibilitam a reabilitação de casos, que há poucos anos restaria como modo de tratamento o uso de próteses totais, se ainda isto fosse possível.

A Radiologia também evoluiu muito, possibilitando aos profissionais recursos diversificados, desde uma radiografia intrabucal periapical digital para controle pós-operatório aos protocolos de tomografia computadorizada com reconstruções odontológicas, tridimensionais e prototipagem. A interação multidisciplinar, com maior aproximação entre o implantodontista e o radiologista é fundamental para uma indicação precisa dos exames de diagnóstico por imagem.

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Medium 9788536702704

Capítulo 109 - Morbidade materna grave

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

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ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

infecções virais. O quadro clínico é de dor epigástrica intensa, em faixa, que pode se irradiar para o dorso, náuseas e vômitos profusos. Geralmente há febre, taquicardia e hipotensão. No exame físico, há rigidez e distensão abdominal.

Os níveis de amilase e lipase no soro ficam elevados. Usualmente, há leucocitose e hipocalcemia. Em grande parte dos casos, o diagnóstico inicial é confundido com hiperemese gravídica.

O tratamento se faz com analgésicos, hidratação endovenosa e jejum oral para diminuir a secreção pancreática. Antibióticos devem ser prescritos somente na pancreatite necrotizante. Geralmente, a pancreatite é autolimitada com remissão em 3 a 7 dias.

REVISÃO

�� Durante o ciclo gravidicopuerperal, a mulher pode apresentar patologias que determinem quadros de abdome agudo (AA) e a própria gestação pode cursar com intercorrências que originem quadros de urgência abdominal.

�� O AA pode ser classificado em obstétrico, ginecológico e extratocoginecológico.

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Medium 9788536327655

Capítulo 147 - Doenças do sistema venoso

Gustavo Gusso, Vinicius Pereira silva silva Grupo A PDF Criptografado

� CAPÍTULO 147

DOENÇAS DO SISTEMA VENOSO

Marco Túlio Aguiar Mourão Ribeiro

Tatiana Monteiro Fiuza

Henrique de Martins e Barros

Renan Montenegro Jr.

Aspectos-chave

Os principais métodos diagnósticos da doença venosa crônica são examinador-dependentes e requerem habilidade clínica específica.

Anamnese e exame físico bem feitos associados ao Doppler de ondas contínuas são o ponto de partida para o diagnóstico e o plano terapêutico.

A classificação CEAP é fundamental para o diagnóstico clínico, etiológico, anatômico, fisiopatológico e para o plano terapêutico adequado da doença venosa crônica.

O tromboembolismo pulmonar (TEP) é a complicação mais grave do tromboembolismo venoso, sendo que mais da metade das pessoas que sofrem de TEP não possui afecções cirúrgicas e sim clínicas.

As doenças tromboembólicas, ou as condições com potencial para causá-las, são frequentemente encontradas na prática ambulatorial.

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Medium 9788580552591

Caso 19

Eugene C. Toy, Terrence H. Liu, Andre R. Campbell Grupo A PDF Criptografado

CASO 19

Homem com 65 anos apresenta-se com dispneia, ao fazer exercício, e angina.

Os sintomas atuais do paciente surgiram há aproximadamente 3 a 4 semanas.

Ele nega ter tosse, perda de peso e sintomas do trato gastrintestinal (GI). Sua história clínica pregressa é significativa para hipertensão, angina estável e pólipos colônicos que foram removidos há 7 ou 8 anos por colonoscopia. O exame físico revela um homem bem-nutrido que não está com desconforto agudo. Os achados da cabeça e do pescoço, cardiopulmonares e neurológicos nada têm de notável.

O exame do abdome revela um abdome obeso, sem sensibilidade ou massas palpáveis. O exame retal não revela massas, sua próstata está lisa e aumentada e há fezes altamente positivas para sangue oculto na ampola retal. O hemograma completo revela leucometria normal, hemoglobina de 8,7 g/dL, hematócrito de 29% e volume celular médio de 72 fL (normal de 76-100 fL). O nível de eletrólitos e as provas de função hepática estão dentro dos limites normais. Um eletrocardiograma de 12 derivações revela ritmo sinusal normal e hipertrofia ventricular direita leve. Uma radiografia de tórax revela silhueta cardíaca normal, sem infiltrado pulmonar e sem derrame pleural ou massa pulmonar.

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