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Medium 9788536327938

Capítulo 5. Testes ortopédicos do ombro

Joseph J. Cipriano Grupo A PDF Criptografado

5

Testes ortopédicos do ombro

FLUXOGRAMA DO EXAME

ORTOPÉDICO DO OMBRO

PALPAÇÃO DO OMBRO

135

136

Aspecto anterior

136

Clavícula e articulações esternoclavicular e acromioclavicular

136

Bolsa subacromial (subdeltóidea)

137

Manguito rotador

138

Sulco intertubercular (bicipital)

139

Músculo bíceps

140

Músculo deltoide

141

Aspecto posterior

142

Escápula

142

Músculo trapézio

143

AMPLITUDE DE MOVIMENTO DO OMBRO

Flexão

145

Extensão

146

Rotação interna

Rotação externa

Abdução

149

Adução

150

145

Teste de Speed

Teste de Lippman

Sinal de Gilchrest

BURSITE

151

Teste

Teste

Teste

Teste

da da de de

apreensão posterior

169 gaveta posterior

170 estresse de Norwood

171 empurra­‑puxa

172

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Medium 9788527732673

2 - Fisiologia do Trato Gastrintestinal

DOVERA, Themis Maria Dresch da Silveira Grupo Gen PDF Criptografado

2

Fisiologia do Trato

Gastrintestinal

Introdução

É por meio do tubo digestivo que o suprimento contínuo de água, eletrólitos e nutrientes é fornecido ao organismo. Para isso, são necessárias etapas distintas: o movimento do alimento ao longo do tubo digestivo; a secreção de sucos digestivos e a digestão do alimento; a absorção dos produtos digestivos, da

água e dos vários eletrólitos; e, por fim, a circulação do sangue para transportar as substâncias absorvi-

das e promover todas as funções anteriores, realizadas por um controle nervoso e hormonal. Este capítulo tem como objetivo estudar todas essas etapas.

O trato gastrintestinal tem seu próprio sistema nervoso, o sistema nervoso entérico (Figura 2.1), localizado na parede intestinal, inicia-se no esôfago e estende-se até o ânus. É organizado por dois plexos: o externo, denominado mioentérico ou de

Auerbach (Figura 2.2), e o interno, denominado submucoso ou plexo de Meissner.

Parassimpático

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Medium 9788527722858

Capítulo 8 - Controle Motor / Dos Programas à Visão Dinâmica

PITHON-CURI, Tania Cristina Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 8

Controle Motor | Dos

Programas à Visão

Dinâmica

José Angelo Barela e Ana Maria Forti Barela

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 08.indd 79

Coordenação e controle da atividade m

­ uscular, 80

Circuitos aberto e fechado, 80

Visão centralista de controle motor, 81

Visão dinâmica de controle motor, 82

Coordenação e controle, 82

Controle motor | Ação e percepção, 84

Resumo, 86

Bibliografia, 87

20.03.13 21:11:58

80

CC

Coordenação e controle da atividade ­muscular

Para a rea­li­zação de qualquer ação motora, é preciso coor­ denar e controlar, entre vários elementos, uma grande quan­ tidade de ­músculos e ar­ticulações para que funcionem apro­ priadamente e em conjunto. Assim, diferentes combinações

­muscula­res são necessárias para rea­li­zar diferentes tarefas motoras. Além das diferentes combinações ­muscula­res, a função dos ­músculos envolvidos na rea­li­zação de determi­ nada tarefa motora depende também do contexto em que o movimento é rea­li­zado. Essas afirmações indicam a comple­ xidade inerente ao controle das ações motoras. O controle de um sistema altamente complexo e dependente do contexto em que as ações motoras são rea­li­zadas somente é possível com flexibilidade e atuação do sistema nervoso, e até o momento não é totalmente entendido. Logo, a questão a ser respondida

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Medium 9788527732888

9 - Técnicas de Depuração de Secreção Brônquica Não Assistidas | Ciclo Ativo da Respiração e Drenagem Autógena

MACHADO, Maria da Glória Rodrigues Grupo Gen PDF Criptografado

9

Técnicas de Depuração de

Secreção Brônquica Não

Assistidas | Ciclo Ativo da

Respiração e Drenagem

Autógena

Hilda Angélica Iturriaga Jimenez

Introdução

Por décadas, os pacientes com hipersecreção pulmonar contaram com as técnicas de drenagem postural, percussão e vibração, consideradas técnicas clássicas de depuração de secreções brônquicas, geralmente executadas com assistência de um profissional, o cuidador. Em 1967, no Centro de Reabilitação em Zeepreventorium (Haia, Holanda), foi desenvolvido o método de drenagem autógena (DA), dando início à criação de técnicas que visam à eliminação das secreções de maneira independente. A DA usa a respiração a baixos volumes para deslocar as secreções, um volume corrente normal para coletar as secreções e grandes volumes pulmonares para maximizar o fluxo expiratório e mover as secreções das vias aéreas centrais, possibilitando que sejam eliminadas pela tosse. Essa técnica foi modificada no Hospital Universitário Infantil de Giessen, na Alemanha, e posteriormente adaptada para crianças e pacientes não colaborativos, o que se denominou drenagem autógena assistida.

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Medium 9788520429303

24. Músculos da Mão e do Punho

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

24

Músculos da

Mão e do Punho

Vimos, no capítulo anterior, o antebraço e seus movimentos. Os pronadores e supinadores giram o rádio de forma que a mão possa ser posicionada voltando-se para frente ou para trás. Verificamos também que os principais músculos atuantes no punho e na mão encontram-se no antebraço; eles movem os dedos por meio dos tendões que passam pelo carpo em direção à mão, cruzando o túnel do carpo. Vamos analisar agora os movimentos que podem ser realizados no carpo e nos dedos, e os músculos do antebraço que atuam sobre eles.

Complementando a estrutura óssea do punho e da mão, existem oito ossos carpais dispostos em duas fileiras (Fig. 24.1). Na fileira proximal estão localizados os ossos: escafoide (scaph + oide, “em forma de navio”); semilunar (luna, “forma em crescente”); piramidal (triquetrum, que significa “possuindo três cantos”) e pisiforme (que significa “formato de ervilha”). Na fileira distal estão localizados os ossos: trapézio (do grego “mesa de quatro lados”); trapezoide; capitato (caput, “forma de cabeça”) e hamato (hamus, “gancho”). Em geral, pensamos no punho como a área estreita do antebraço onde colocamos o relógio de pulso, mas é importante considerarmos que os ossos ali existentes compõem a região proximal da mão. Quando engatinhamos ou sustentamos o peso na região proximal da mão, estamos, na verdade, segurando o peso com os ossos do carpo. Sua área estreita, onde usamos o relógio é, na verdade, o local em que os ossos do antebraço terminam e o rádio articula-se com o carpo.

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Medium 9788536702704

Capítulo 44 - Tentativa de suicídio: avaliação e encaminhamento

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS

devem ser garantidos. Na sequência, deve-se analisar a necessidade de administrar líquidos IV, para manter a TFG e repor a perda de liquido, a descontaminação gastrintestinal, para remoção do medicamento ainda não absorvido, e, dependendo da gravidade, a hemodiálise deve ser realizada.

�� Hidratação em adultos Por via IV, com SF isotônica iniciada com dose que seja o dobro da taxa de manutenção para um total de

2 a 3 litros.

�� Descontaminação gastrintestinal. A administração de carvão ativado por VO para lavagem gástrica não previne a absorção de partículas como o lítio; a descontaminação deve ser feita por irrigação intestinal com solução de glicopolietileno, no caso de intoxicação aguda (não tem efeito para a intoxicação crônica).

�� Hemodiálise. O lítio é dialisável devido ao seu peso molecular baixo, pouca ligação proteica e pequeno volume de distribuição. A indicação deste procedimento deve ser considerada quando o lítio sérico tiver concentração > 4 mmol/L (independente de o paciente ter sinais e sintomas de intoxicação); ou quando o lítio sérico tiver concentração > 2,5 mmol/L mais sinais e sintomas clínicos de intoxicação. O clearance do lítio com a hemodiálise varia de 70 a 170 mL/min e deve-se evitar o efeito rebote da intoxicação de lítio (isto é, a absorção gastrintestinal continuada do lítio após a cessação da diálise) com uma nova dosagem de lítio sérico após seis horas da cessação da hemodiálise. Se a litemia sérica estiver aumentando, deve-se repetir o procedimento.

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Medium 9788582715512

Capítulo 32. A Consciência de Zeno, de Italo Svevo

Táki Athanássios Cordás; Daniel Martins de Barros ; Michele de Oliveira Gonzalez Grupo A PDF Criptografado

32

A CONSCIÊNCIA DE ZENO

DE

ITALO SVEVO

Guilherme Spadini

Daniel Martins de Barros

Filho de pai alemão e mãe italiana, Italo Svevo é o pseudônimo de Aron

Ettore Schmitz, nascido em 1861, em Trieste, então parte do Império

Austríaco. Sua família era grande – sua mãe teve 16 filhos – e algo sofrida

– apenas oito sobreviveram e um declínio na fortuna da família obrigou-o a trabalhar como bancário.

Seu livro mais conhecido, A consciência de Zeno, só veio à luz por uma coincidência bastante curiosa. Ele é o terceiro de uma trilogia: o primeiro, Uma vida, já fora praticamente ignorado pelo mercado; o segundo, Senilidade, recebeu críticas muito desfavoráveis. Com isso, ele deixou de escrever por 25 anos. Na verdade, ele nunca parou de escrever, mas desistiu de tentar publicar qualquer coisa, produzindo fragmentos esparsos reunidos estoicamente por sua mulher, filha de um fabricante de tintas marítimas. Após o nascimento de sua filha, Letizia, Italo Svevo converteu-se ao catolicismo, mas suas raízes judaicas e o intenso interesse pela psicanálise, do também judeu Sigmund Freud, estão presentes em

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Medium 9788582712597

Capítulo 11 - Neoplasias hematológicas: leucemias e linfomas

Paulo Henrique da Silva; Hemerson Bertassoni Alves; Samuel Ricardo Comar; Railson Henneberg; Júlio Cezar Merlin; Sérvio Túlio Stinghen Grupo A PDF Criptografado

NEOPLASIAS HEMATOLÓGICAS

LEUCEMIAS E LINFOMAS

11

Oncogênese

O número normal de cromossomos de uma célula (cariótipo) é 46 (diploidia).

Situações em que o número de cromossomos é anormal são denominadas de aneuploidias, sendo hipoploidia uma diminuição e hiperploidia um aumento nesse número. As alterações cromossômicas podem ainda ser classificadas em numéricas ou estruturais.1,2

As alterações numéricas são representadas pela perda ou ganho no número de cromossomos. Por exemplo, uma linhagem celular com uma perda de um cromossomo 8 terá um cariótipo 45, XY ou XX, -8, ou seja, uma monossomia desse cromossomo e, no caso de um ganho, caracterizará uma trissomia, determinando um cariótipo do tipo 47, XY ou XX, +8. Podem ocorrer monossomia ou trissomia em mais de um tipo de cromossomo.1,2

As alterações estruturais são representadas pela perda de parte de um cromossomo (deleção), pela troca de segmentos entre dois cromossomos (translocação) ou pelo ganho de um segmento cromossômico (adição). Essas alterações são representadas, por exemplo: del(8q) – deleção no braço longo do cromossomo 8; del(5)(q13a33) – deleção no braço longo do cromossomo 5, entre as regiões 13 e

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Medium 9788527732888

5 - Avaliação Ultrassonográfica do Diafragma

MACHADO, Maria da Glória Rodrigues Grupo Gen PDF Criptografado

5

Avaliação Ultrassonográfica do Diafragma

Antonio Vieira Machado  •  Maria de Fátima Lobato Vilaça  • 

Maria da Glória Rodrigues Machado

Introdução

O diafragma é um m

­ úsculo tendíneo extenso, fino, que separa as cavidades torácica e abdominal e tem uma superfície de 270 cm3. É composto por fibras m

­ uscula­res de diferentes propriedades, com aproximadamente 55% de fibras m

­ uscula­res do tipo I (altamente resistentes à fadiga), possibilitando, assim, manter contrações rítmicas e permanentes, com baixo grau de fadiga. O diafragma é responsável por 75% do volume inspiratório total e, na respiração tranquila, o aumento do volume requer somente 12% da contração diafragmática máxima. Em circunstâncias normais, o diafragma atinge a contração máxima apenas com engasgo ou espirro.

Trata-se do principal ­músculo respiratório, cujas fibras

­muscula­res anteriores são mais curtas que as posteriores, dando assim a configuração de uma cúpula com convexidade em direção ao tórax. É formado por duas cúpulas, direita e esquerda, divididas em três porções: esternal, costal e crural (lombar), inseridas no centro tendíneo. A parte esternal origina-se atrás do processo xifoide e dá passagem aos vasos sanguí­neos epigástricos superiores, pela fenda chamada trígono esternocostal. A parte costal origina-se das superfícies internas das quatro últimas costelas e das seis cartilagens costais inferiores, sendo responsável pela formação das cúpulas direita e esquerda. A parte crural (lombar ou vertebral) origina-se dos corpos e arcos fibrosos das vértebras lombares mais altas e tem segmento medial e lateral.

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Medium 9788527731812

22 - Sistema Genital Feminino

JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José Grupo Gen PDF Criptografado

22

Sistema Genital Feminino

Introdução, 442

Ovários, 442

Tubas uterinas, 450

Útero, 451

Vagina, 456

Genitália externa, 457

Glândulas mamárias, 457

Bibliografia, 460

Junqueira 22.indd 441

02/05/17 10:32

Histologia Básica | Texto e Atlas

442

Introdução

O sistema genital feminino é formado por dois ovários, duas tubas uterinas, o útero, a vagina e a genitália externa

(Figura 22.1). Suas funções são: (1) produzir gametas femi‑ ninos (ovócitos); (2) manter um ovócito fertilizado durante seu desenvolvimento completo ao longo das fases embrio‑ nária e fetal até o nascimento; e (3) produzir hormônios sexuais que controlam órgãos do sistema genital e têm influência sobre outros órgãos do corpo.

A partir da menarca, época em que ocorre a primeira menstruação, o sistema reprodutor sofre modificações cíclicas em sua estrutura e em sua atividade funcional, con‑ troladas por mecanismos neuro‑humorais. A menopausa é um período variável durante o qual as modificações cícli‑ cas se tornam irregulares e acabam cessando. No período de pós‑menopausa há uma lenta involução do sistema reprodutor. Embora as glândulas mamárias não pertençam ao sistema genital, elas também serão estudadas, porque sofrem mudanças diretamente conectadas com o estado funcional do sistema reprodutor.

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Medium 9788536702735

Capítulo 7 - A comunicação no ensino de odontologia

Carlos Estrela Grupo A PDF Criptografado

7

A comunicação no ensino de odontologia

Carlos Estrela

Sicknan Rocha

Introdução

A comunicação constitui uma maneira recorrente de interação entre os homens pertencentes a todos os níveis da sociedade.

O limite entre o silêncio e a expressão da pronúncia determina as diferentes relações sociais. O potencial das semelhanças expressas nos setores da vida humana está vinculado ao conteúdo e à forma da comunicação. No trabalho, nas relações sociais e no ambiente familiar, a comunicação é o meio de interação que alimenta a incorporação do conteúdo da mensagem entre os indivíduos.1-16

O poder da comunicação é algo fantástico, pois favorece as interações nas relações bem como sustenta as separações.

A linguagem representa o sistema de signos simbólicos empregados na intercomunicação social com o fim de expressar e comunicar ideias, sentimentos, conteúdos da consciência.1,2

Bechara1 relaciona cinco dimensões universais da atividade humana de falar (representada pela linguagem) – “criatividade

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Medium 9788570065391

2 - Princípios Matemáticos da Topografia Corneana

Renato Ambrósio Junior Grupo Gen PDF Criptografado

Princípios Matemáticos da Topografia

Corneana

2

Gabriel Martin

Traduzido por Marcelo Vieira Netto

Introdução

A topografia corneana é uma representação gráfica da geometria da face anterior da córnea. O conhecimento da geometria corneana tem diversas aplicações ópticas e clínicas, como a adaptação de lentes de contato, estudo das aberrações corneanas, diagnóstico de patologias associadas à morfologia corneana, entre outras.

Apesar do uso da topografia corneana constar de quase 20 anos, o real significado e a interpretação de seus mapas apresentam ainda algumas limitações e várias informações fornecidas precisam ser melhor elucidadas. Neste capítulo, discutiremos a origem, significado e limitações dos métodos geométricos mais comumente utilizados para a representação das características corneanas: curvaturas axial e tangencial.

Antecedentes

Os intrumentos mais popularmente utilizados para a medida da curvatura corneana são os ceratômetros, muitas vezes chamados oftalmômetros. Em 1796, Ramsden desenhou um aparelho com o objetivo de determinar se existia alteração da curvatura corneana durante a acomodação.

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Medium 9788527733618

Capítulo 15 - Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva

BRODY, Lori Thein; HALL, Carrie M. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

15

Facilitação Neuromuscular

Proprioceptiva

Kyle M. Yamashiro

Rafael F. Escamilla

História e bases teóricas

Os fundamentos da facilitação neuromuscular proprioceptiva

(FNP) foram estabelecidos inicialmente pelo neurofisiologista

Sir Charles Scott Sherrington no início do século XX, quando publicou o estudo On Plastic Tonus and Proprioceptive Reflexes

(em português, Sobre o Tônus Plástico e os Reflexos Proprioceptivos),1 no qual ele delineou as propriedades neurofisiológicas inibitórias e excitatórias do sistema neuromuscular. Em meados da década de 1940, esses princípios foram mais desenvolvidos pelo neurofisiologista Dr. Herman Kabat que, naquela época, descreveu-os como “facilitação proprioceptiva” e publicou seus primeiros artigos utilizando esta expressão.2 Em 1946, o Dr. Kabat começou a investigar os padrões de movimento naturais para reabilitar os músculos dos pacientes com paralisia flácida causada por poliomielite e, pouco tempo depois, descobriu que os padrões típicos de movimento dos seres humanos envolviam padrões diagonais que utilizavam vários músculos e articulações. Antes da “facilitação proprioceptiva”, a reabilitação geralmente era realizada com uma articulação e um músculo de cada vez.

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Medium 9788536327655

Capítulo 178 - Hirsutismo

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes Grupo A PDF Criptografado

� CAPÍTULO 178

HIRSUTISMO

Joel Schwartz

Emanuela Plech Thomé

Carolina Degen Meotti

Aspectos-chave

As principais causas de hirsutismo são a idiopática e a síndrome dos ovários policísticos.

O aparecimento rápido do hirsutismo e/ou dos sinais de virilização associados sugerem etiologia neoplásica.

A avaliação diagnóstica deve focar na identificação da etiologia e no risco de comorbidades associadas.

Os objetivos do tratamento são diminuir o excesso de pelos com medidas cosméticas e/ou farmacológicas e tratar doenças subjacentes se houver.

Caso clínico

Madalena, 52 anos, secretária, veio à consulta com queixa de excesso de pelos no rosto. Sua menarca ocorreu aos 13 anos de idade e tem ciclos menstruais regulares. Tem dois filhos de gestações normais. O crescimento de pelos faciais piorou gradativamente com o passar dos anos. Tem utilizado laser para remover pelos no lábio superior, mas está preocupada com o excesso de pelos em toda a face. Ao exame físico, pôde-se constatar que é magra e tem pressão arterial normal. Apresenta excesso de pelos terminais escuros nas regiões supralabial, mento, lombar e periareolar. A dosagem de testosterona sérica é de 40 ng/mL (valor de referência < 90 ng/mL).

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Medium 9788527714068

17 - Os Plasmódios e a Malária: Ecologia e Epidemiologia

REY, Luís Grupo Gen PDF Criptografado

17

Os Plasmódios e a Malária:

Ecologia e Epidemiologia

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA

O ECOSSISTEMA: FOCOS NATURAIS E ZONAS

MALARÍGENAS

OS INSETOS VETORES: ANOFELINOS

Caracteres gerais e biologia

Atividade e hábitos dos insetos

Longevidade

Dispersão e distribuição dos insetos adultos

Principais espécies transmissoras

Principais vetores nas Américas

Principais vetores na África Equatorial e Austral

OS HOMENS: FONTES DE INFECÇÃO E HOSPEDEIROS

SUSCETÍVEIS

DISTRIBUIçãO GEOGRáFICA

No passado a malária já ocupou extensas áreas geográficas em quase todo o mundo, desde os 60°N, na Rússia, até os 32°S, na Argentina. Zonas hiperendêmicas existiram entre 45°N e

30°S, principalmente na América Central, no Norte e Centro da América do Sul, na África Central (das costas do Oceano

Atlântico às do Índico), na África do Norte, no Sul e Sudoeste da Europa, na Ásia (Próximo e Médio Oriente, Paquistão, Índia,

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