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Medium 9788527718462

23 - Doenças Fúngicas

ELDER, David E. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

23

Molly Hinshaw

B. Jack Longley

Doenças Fúngicas s fungos são protistas eucarió­ticos que são distinguidos das plantas por ausência de clorofila (1). A palavra grega mycoses significa “fungo” e foi registrada pela primeira vez por R. Virchow, em 1856, para descrever infecções por esse grupo de mi­cror­ga­nis­mos. No passado, as infecções bacterianas, linfomas e outros distúrbios também foram denominados micoses apesar de uma ausência de relação com os fungos. A actinomicose, botriomicose e eritrasma são exemplos de doen­ças bacterianas que, historicamente, foram discutidas com as doen­ças fúngicas. Essas entidades são abordadas no Capítulo 21. A prototecose é uma infecção cutâ­nea pela alga do gênero Prototheca e con­ti­nuará a ser incluí­da neste capítulo porque não há capítulo em separado para infecções por algas.

Definir a terminologia nas doen­ças fúngicas ajuda a compreensão e a consistência diagnóstica (Quadro 23.1). As hifas são formas filamentosas alongadas de fungos que, geralmente, formam uma massa entrelaçada denominada micélio. As hifas septadas dão origem aos artrósporos por reprodução assexuada. Frequentemente, podem-se identificar artrósporos cilíndricos curtos, em forma de caixa ou arredondados. As leveduras são fungos geralmente arredondados de única célula que se reproduzem por germinação

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Medium 9788582713594

Capítulo 20. Alcaloides: generalidades e aspectos básicos

Cláudia Maria Oliveira Simões; Eloir Paulo Schenkel; João Carlos Palazzo de Mello Grupo A PDF Criptografado

20

Alcaloides: generalidades e aspectos básicos

Luiz Carlos Klein-Júnior, Amélia T. Henriques

Introdução

305

Histórico

306

Biossíntese

306

Distribuição

309

Localização nos vegetais

309

Papel fisiológico

310

Propriedades físico-químicas

310

Métodos de extração e fracionamento

311

Análise química

313

Propriedades farmacológicas

314

Pontos-chave deste capítulo

314

Referências

315

Introdução

O termo “alcaloide” foi apresentado pela primeira vez no século XIX pelo farmacêutico W. Meißner para descrever os metabólitos que foram isolados no mesmo período e que apresentavam características de álcali (base).

Assim, em sua primeira definição, os alcaloides apresentavam características básicas, continham um nitrogênio e eram obtidos de plantas. Mais tarde, com o conhecimento da sua origem biogênica, os requisitos de serem derivados de aminoácidos e apresentarem o nitrogênio na forma de heterociclo foram acrescentados.1

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Medium 9788527734073

43. - Narcolepsia e Cataplexia

BICHUETTI, Denis; BASTITELLA, Gabriel Novaes de Rezende Grupo Gen PDF Criptografado

Neurologia.indb 413

43

Narcolepsia e

Cataplexia

Fernando Morgadinho Santos Coelho

DEFINIÇÃO

Narcolepsia é uma doen­ça crônica caracterizada por recorrentes ataques irresistíveis de sono, cataplexia (súbita perda do tônus ­muscular após emoção), alucinações hipnagógicas ou hipnopômpicas, paralisia do sono e sono fragmentado.

EPIDEMIOLOGIA

Os sintomas geralmente iniciam na segunda ou terceira década de vida e somente 10% dos casos começam na infância. Ocorre igualmente em ambos os sexos e tem prevalência estimada ao redor de 1:4.000 em in­di­ví­duos brancos, chineses e árabes (Arábia Saudita),

1:2.000 entre judeus e chega a 1:1.600 no Japão.

CLASSIFICAÇÃO

A narcolepsia, segundo a terceira edição da Classificação Internacional das Desordens do Sono (ICSD-3), é dividida em tipos 1 e 2, conforme apresentado no Quadro 43.1.

FISIOPATOLOGIA

Alteração do sono REM

O principal fenômeno patológico na narcolepsia é a desregulação do controle do sono REM, o qual se caracteriza por:

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Medium 9788527731157

4 - Grupos Farmacológicos

GUARESCHI, Ana Paula Dias França; CARVALHO, Luciane Vasconcelos Barreto de; SALATI, Maria Inês Grupo Gen PDF Criptografado

4

Grupos

Farmacológicos

Ana Paula Dias França Guareschi

Maria Inês Salati

Luciane Vasconcelos Barreto de Carvalho

Anestésicos gerais

Os anestésicos são usados para que o paciente não tenha consciência e não sinta dor nos procedimentos cirúrgicos. Seus principais efeitos são no sistema nervoso central (SNC).

Dividem-se em dois grandes grupos: agentes inalados e agentes intravenosos, ambos devendo ser prontamente controláveis e ajustáveis de acordo com a necessidade cirúrgica.

Com a introdução dos agentes inalatórios, as cirurgias tornaram-se amplamente difundidas e possíveis. O óxido nitroso (gás hilariante), o clorofórmio e o éter foram substâncias inicialmente utilizadas para redução da dor e perda da consciência.

Os anestésicos intravenosos são usados para a indução (p. ex., tiopental e etomidato) e a manutenção da anestesia (p. ex., propofol, associado a relaxantes musculares e analgésicos); já os inalatórios (gases ou líquidos voláteis) para a manutenção da anestesia durante o processo cirúrgico.

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Medium 9788582712672

Capítulo 15. Inferências na compreensão de narrativas e áreas cerebrais ativadas - como danos na "rede do protagonista" contribuem para as dificuldades de compreensão leitora

Newra Tellechea Rotta (org.); César Augusto Bridi Filho (org.); Fabiane Romano de Souza Bridi (org.) Artmed PDF Criptografado

Inferências na compreensão de narrativas e áreas cerebrais ativadas – como danos na “rede do protagonista” contribuem para as dificuldades de compreensão leitora

15

HELENA VELLINHO CORSO

INTRODUÇÃO

A habilidade da leitura não está plenamente desenvolvida antes que se ultrapasse o reconhecimento da palavra para se chegar ao nível da compreensão de textos

(STERNBERG; GRIGORENKO, 2003). Compreender a mensagem de um texto é, afinal, o objetivo último da leitura. Na escola, com o avanço da escolaridade, o rendimento dos alunos passa a ter uma relação cada vez mais direta com a compreensão leitora

(MENEGHETTI; CARRETI; DE BENI, 2006), pois sua ferramenta de aprendizagem, vencidas as etapas iniciais de aprendizado da leitura da palavra, é justamente sua capacidade de compreender textos. Daí a relação que se estabelece entre ler, compreender e aprender (SOLÉ, 1998).

Muitos são os alunos que não aprendem por não compreender os textos escolares de diferentes conteúdos. A dificuldade específica em compreensão leitora pode ser identificada sempre que a criança apresenta um bom desempenho na decifração (isto

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Medium 9788582714072

Capítulo 38 - Avaliação pré-operatória e manejo pós-operatório

Eduardo Pandolfi Passos; José Geraldo Lopes Ramos; Sérgio H. Martins-Costa; José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke; Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

38

Avaliação pré-operatória e manejo pós-operatório

Oly Campos Corleta

Patrícia W. Gamermann

Valentino Magno

Helena von Eye Corleta

A cirurgia no aparelho reprodutor feminino requer uma discussão particularmente cuidadosa com a paciente. Dúvidas sobre a capacidade reprodutora ou a continuação da função sexual podem ser supervalorizadas pela paciente. É importante que a discussão prévia à cirurgia seja clara e honesta, o ginecologista não deve prometer a preservação nem a restauração da fertilidade.

A doença primária pode demandar ressecções, especialmente nas cirurgias oncológicas, e isso é particularmente relevante em pacientes jovens.

A paciente deve ter assegurado o direito de decidir sobre seu tratamento. O ginecologista deve se esforçar para que as demandas da paciente não entrem em conflito com as necessidades médicas de tratamento. É de grande importância envolver os familiares nos esclarecimentos pré-operatórios, sobre as expectativas dos resultados terapêuticos e sobre os riscos de complicações pós-operatórias. Com o aumento da média de idade da população feminina, mais pacientes com problemas clínicos são candidatas a tratamento cirúrgico. O procedimento cirúrgico poderá

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Medium 9788582710883

Transtornos Disruptivos, do Controle de Impulsose da Conduta

American Psychiatric Association Grupo A PDF Criptografado

Transtornos Disruptivos, do Controle de Impulsos e da Conduta

Os transtornos disruptivos,

do controle de impulsos e da conduta incluem condições que envolvem problemas de autocontrole de emoções e de comportamentos. Enquanto outros transtornos do DSM-5 também podem envolver problemas na regulação emocional e/ou comportamental, os transtornos inclusos neste capítulo são exclusivos no sentido de que esses problemas se manifestam em comportamentos que violam os direitos dos outros (p. ex., agressão, destruição de propriedade) e/ou colocam o indivíduo em conflito significativo com normas sociais ou figuras de autoridade. As causas subjacentes dos problemas de autocontrole das emoções e do comportamento podem variar amplamente entre os transtornos apresentados neste capítulo e entre indivíduos pertencentes a determinada categoria diagnóstica.

Este capítulo inclui o transtorno de oposição desafiante, o transtorno explosivo intermitente, o transtorno da conduta, o transtorno da personalidade antissocial (descrito no capítulo “Transtornos da Personalidade”), a piromania, a cleptomania, outro transtorno disruptivo, do controle de impulsos e da conduta especificado e transtorno disruptivo, do controle de impulsos e da conduta não especificado. Embora todos os transtornos inclusos neste capítulo envolvam problemas na regulação tanto emocional quanto comportamental, a fonte de variação entre os transtornos

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Medium 9788520433447

38. Insuficiência renal crônica

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

38

Insuficiência renal crônica

Rodrigo Della Méa Plentz

Antonio Marcos Vargas da Silva

Luis Ulisses Signori

Evidência

Certeza

Recomendação

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

I

24,26,27

20,21

II1

17,32

18

23

II2

II3

III

Alta

26,27

Moderada

17,24,32 

18

23

Baixa

20,21

A

32

B

17,24,26,27

23

C

18,20,21

D

I

INTRODUÇÃO

A doença renal crônica consiste em lesão renal com perda progressiva e irreversível da função dos rins. Em sua fase mais avançada

(chamada de fase terminal de insuficiência renal crônica [IRCT]), os rins não conseguem mais manter a homeostase1. Os indivíduos com

IRCT apresentam perda de aproximadamente 90% da função renal, o que provoca significativas alterações em quase todos os sistemas,

Insuficiência renal crônica 449

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Medium 9788527732611

30 - Ectoparasitoses

SALOMÃO, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

30

Ectoparasitoses

Silvio Alencar Marques

Escabiose

Conceito

QQ

Escabiose, também conhecida como sarna, sarna norueguesa ou sarna crostosa, é causada pelo Sarcoptes scabiei var. hominis, ácaro exclusivo da pele humana, portanto, de contágio inter-humano ou por fômites, e que causa dermatose intensamente pruriginosa. É conhecida desde o perío­do do império romano, e a palavra sarna era utilizada para designar todas as doen­ças pruriginosas então existentes.

Patogênese e epidemiologia

É enfermidade de distribuição universal, com maior incidência em paí­ses em desenvolvimento. Todas as classes sociais são acometidas, mas a infestação é mais comum quando associada às más condições de higiene, educação sanitária e de moradia. Guerras e desastres naturais que provoquem aglomerados de pessoas facilitam a propagação da infestação. Presídios, asilos e orfanatos também reú­nem condições para instalação e manutenção da infestação.

O contágio se dá por contato íntimo e direto pessoa a pessoa ou por via indireta, por meio de roupas contaminadas de uso pessoal ou de cama de uso comum. O S. scabiei sobrevive até 3 dias fora da pele humana e mantém seu potencial de contágio.

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Medium 9788527718998

14 Administração de Anestesia Geral

LEVINE, Wilton C. (ed.) Grupo Gen PDF Criptografado

14

Administração de Anestesia Geral

Victor A. Chin e Stuart A. Forman

Os objetivos primários da anestesia geral são manter a saú­de do paciente e, ao mesmo tempo, proporcionar amnésia, hipnose (inconsciên­cia), analgesia e imobilidade. Os objetivos secundários variam de acordo com a condição clínica do paciente, o procedimento e o ambiente cirúrgico (p. ex., unidade cirúrgica ambulatorial ou sala de cirurgia hospitalar). O planejamento perioperatório integra a atenção pré-operatória, intraoperatória e pós-operatória. A flexibilidade, a capacidade de prever problemas e de pôr em prática planos alternativos são habilidades que definem o anestesiologista experiente.

O Plano de Anestesia. A elaboração do plano de anestesia antes de entrar na sala de cirurgia ajuda o anestesiologista a reunir recursos apropriados e a prever possíveis dificuldades. Os elementos importantes a levar em conta no plano de anestesia são:

1. Avaliação do risco (classificação ASA)

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Medium 9788582713402

Capítulo 8 - Analgésicos não opioides de ação central

Robert K. Stoelting; James P. Rathmell; Pamela Flood; Steven Shafer Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Analgésicos não opioides de ação central

I. Introdução

A. Os analgésicos opioides são fármacos amplamente utilizados para o manejo de dores aguda e crônica. Os efeitos colaterais dos opioides podem limitar seu uso, bem como as preocupações referentes à dependência de fármacos.

B. Analgésicos não opioides administrados centralmente aliviam a dor por meio de mecanismos não relacionados a receptores opioides; eles não causam depressão respiratória, dependência física ou abuso e não estão regulamentados pelo Controlled Substances Act*.

C. Visando a minimizar os efeitos adversos dos medicamentos analgésicos opioides, os anestesiologistas e cirurgiões estão cada vez mais se voltando para as técnicas analgésicas não opioides (analgesia multimodal) como coadjuvantes para o controle da dor durante o período perioperatório.

D. A administração de fármacos neuroaxiais é um conjunto de técnicas que libera o fármaco na próximo à medula espinal (intratecalmente dentro do líquido cerebrospinal [LCS] ou no espaço peridural para dentro de tecidos adiposos que circundam a dura) através de injeção ou infusão (evitando a barreira hematencefálica [BHE], o que resulta em concentrações muito mais altas no LCS por meio de quantidades reduzidas de medicação para a obtenção de doses equipotentes).

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Medium 9788580555585

Capítulo 52. Doença de Alzheimer

Barbara G. Wells; Joseph T. DiPiro; Terry L. Schwinghammer; Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

SEÇÃO 9

CAPÍTULO

DISTÚRBIOS NEUROLÓGICOS

52

Editada por Barbara G. Wells

Doença de Alzheimer

•• A doença de Alzheimer (DA) é uma demência progressiva e eventualmente fatal, de causa desconhecida, que se caracteriza por perda das funções cognitivas e físicas, em geral com sintomas comportamentais.

FISIOPATOLOGIA

•• As formas de DA de herança dominante representam menos de 1% dos casos. Mais de 50% dos

casos de herança dominante de início no indivíduo jovem são atribuídos a alterações nos cromossomos 1, 14 ou 21. A suscetibilidade genética à DA de início tardio está principalmente ligada ao genótipo da apolipoproteína E (APOE), porém uma interação de múltiplos genes com o ambiente pode desempenhar um papel.

•• Os fatores de risco associados à DA incluem idade, diminuição da capacidade de reserva do cérebro, lesão craniana, síndrome de Down, depressão, comprometimento cognitivo leve e fatores de risco para doença vascular, incluindo hipertensão, níveis elevados de colesterol das lipoproteínas de baixa densidade, baixos níveis de colesterol das lipoproteínas de alta densidade e diabetes melito.

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Medium 9788527726689

22 - Manejo de Enfermagem | Distúrbios Orais e Esofágicos e Clientes com Intubação Gastrintestinal e Nutrição Parenteral e Enteral

PELLICO, Linda Honan Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Zachary R. Krom

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Descrever o manejo de enfermagem de clientes com distúrbios na cavidade oral

2. Usar o processo de enfermagem para o cuidado de clientes submetidos à dissecção do pescoço

3. Discorrer sobre as várias condições do esôfago, suas manifestações clínicas e seu manejo

4. Relatar os objetivos e os tipos de intubação gastrintestinal

5. Discutir o manejo de enfermagem do cliente com tubo nasogástrico ou nasoenteral

6. Identificar os propósitos e usos da nutrição parenteral.

Manejo de Enfermagem |

Distúrbios Orais e Esofágicos e

Clientes com Intubação Gastrintestinal e Nutrição Parenteral e Enteral

A digestão começa na boca; a nutrição adequada está relacionada com a boa saú­de bucal e com a condição da cavidade oral. Qualquer desconforto ou condição adversa na cavidade oral pode afetar o estado nutricional de uma pessoa, influenciando o tipo e a quantidade de alimento ingerido, bem como o grau ao qual as partículas de alimentos são expostas às enzimas salivares. Devido à correlação entre a ingestão nutricional adequada e as estruturas do trato gastrintestinal (GI) superior (lábios, boca, dentes, faringe, esôfago), justificam-se a avaliação da enfermagem e as orientações de saú­de relativas à ingestão alimentar e hídrica, à saú­de nutricional geral, à fala e à autoimagem. Em alguns clientes, determinadas patologias impedem a função do sistema GI, havendo necessidade de inserção de dispositivos artificiais para auxiliar a ingestão nutricional. É importante que a enfermeira esteja familiarizada com os procedimentos de inserção, com sua função e com as complicações associadas ao cuidado de clientes que recebem nutrição parenteral ou enteral suplementar.

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Medium 9788541202411

18 | Disjunção Maxilar na Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono em Crianças

CAPPELLETTE Jr., Mario Grupo Gen PDF Criptografado

Juliana Alves de Sousa Caixêta, Mario Cappellette Jr. e Reginaldo Raimundo Fujita

Ronco e respiração bucal são queixas que frequentemente levam os pais de crianças a procurarem o otorrinolaringologista.1-4

Seu pico de incidência ocorre em crianças entre 4 e 7 anos de idade. Nesta fase, além do aumento natural das tonsilas faríngea e palatina, ocorrem infecções de repetição que levam à hipertrofia do tecido linfoide tonsilar, alterando o quadro respiratório para um padrão obstrutivo de maneira crônica.5-7

Apesar de a adenotonsilectomia ser o tratamento de escolha para as crianças com apneia do sono, estudos mostram persistência dos sintomas após a cirurgia que varia de 8 a 30%. Algumas condições clínicas podem estar associadas à falha do tratamento, como malformações craniofaciais, obesidade e doenças neuromusculares.8-11

Muitas crianças que não melhoram após a cirurgia apresentam estreitamento do espaço aéreo epifaríngeo, desenvolvimento maxilar ineficiente e retrusão mandibular.12 Diversos tratamentos ortopédicos funcionais dos maxilares ou ortodônticos têm sido propostos para corrigir as diferentes más oclusões. Embora a avaliação da respiração bucal seja rotineira na clínica ortopédica e ortodôntica, pouca atenção tem sido dispensada pelos profissionais aos distúrbios respiratórios do sono.

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Medium 9788582715291

Fluoxetina

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

FLUOXETINA

TERAPÊUTICA

Marcas �• Prozac

• Prozac semanal

• Sarafem

Genérico? Sim

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: inibidor da receptação de serotonina (IRS)

• ISRS (inibidor seletivo da recaptação de serotonina); frequentemente classificado como um antidepressivo, mas não é apenas um antidepressivo

Comumente prescrita para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Transtorno depressivo maior (acima dos 8 anos)

• Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) (acima dos 7 anos)

• Transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM)

• Bulimia nervosa

• Transtorno de pânico

• Depressão bipolar [em combinação com olanzapina (Symbyax)]

• Depressão resistente ao tratamento [em combinação com olanzapina (Symbyax)]

• Transtorno de ansiedade social (fobia social)

• Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT)

Como a substância atua

• Estimula o neurotransmissor serotonina

• Bloqueia a bomba de recaptação de serotonina

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