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Medium 9788527728072

6 Controle Genético da Função Celular e Herança

Sheila C. Grossman, Carol Mattson Porth Grupo Gen PDF Criptografado

Controle Genético da Função Celular e Herança

6

Lisa C. Grossman

Jennifer é uma criança com 1 dia de vida, nascida depois de um parto vaginal sem complicações.

Foi percebido que ela tem tônus muscular fraco e fácies irregular, incluindo olhos oblíquos voltados para cima e um perfil facial achatado com depressão da ponte nasal. Ela também apresenta sopro carotídeo, e o pediatra está preocupado com um problema cardíaco em potencial.

O pediatra acredita que ela possa ter síndrome de Down

(trissomia do 21). Uma amostra de sangue foi enviada para cario­tipagem e o resultado encontrado foi 47, XX, +21. O caso de Jennifer é discutido mais adiante neste capítulo e no

Capítulo 7.

Nossa informação genética está armazenada na estrutura do ácido desoxirribonucleico (DNA), uma macromolécula extremamente estável. A informação genética orienta a função das células do nosso organismo, determina nossa aparência e como reagimos ao meio ambiente, além de funcionar como unidade da herança passada de geração em geração. Os genes também determinam nossa suscetibilidade a doenças e o modo como reagimos aos fármacos.

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Medium 9788527732437

19 - Cirurgia das Glândulas Salivares

PRADO, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

19

Cirurgia das

Glândulas Salivares

Renato Kobler Sampaio • Renata Lopes Sampaio • Martha Salim •

Danielle Castex Conde • Roberto Prado • Ramon Gavassoni

INTRODUÇÃO

As glândulas salivares são estruturas que se localizam exclusivamente na região da cabeça e do pescoço, sendo divididas em glândulas salivares maiores (parótida, submandibular e sublingual) e glândulas salivares menores, que são encontradas na região da mucosa oral ou submucosa, com exceção da gengiva e da porção anterior do palato duro.

Estas glândulas produzem uma secreção conhecida com a denominação de saliva, que provavelmente se originou da palavra grega sialon. Entretanto, a saliva é uma secreção constituída a partir do conjunto de glândulas salivares, juntamente com outros elementos oriundos da mucosa oral.

Filogeneticamente estas glândulas estão ausentes nos peixes e nos cetáceos, ocorrem regularmente nos anfíbios, répteis e vertebrados. Estão muito desenvolvidas nos mamíferos, principalmente nos ruminantes, e há produção de cerca de 50  de saliva diariamente.

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Medium 9788527730648

2 - Noções Gerais de Direito e sua Importância para o Exercício Profissional do Cirurgião-dentista

Santos Grupo Gen PDF Criptografado

2

Noções Gerais de Direito e sua

Importância para o Exercício

Profissional do Cirurgião-dentista

Eduardo Daruge e Alexandre de Oliveira Daruge

®® Introdução

A Odontologia é uma profissão que se exerce em benefício da saúde do ser humano. O cirurgião-dentista é, portanto, um profissional da área da saúde. No exercício de sua profissão, lida com pessoas não só no momento da execução do tratamento, mas também por ocasião dos diagnósticos, nas tratativas que precedem a contratação, na elaboração de contratos e fixação de honorários, na prestação de informações aos pacientes e familiares, bem como na atenção dispensada a estes após o tratamento. Também pode ter de enfrentar uma demanda judicial que questione a qualidade dos serviços prestados. Por isso, embora seja um profissional da saúde, não pode se manter­ alheio às regras jurídicas que informam o exercício de sua profissão e da responsabilidade por seus atos.

Assim, o perfil do bom profissional da Odontologia, nos dias atuais, é moldado também pelos conhecimentos jurídicos que detém.

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Medium 9788520434628

Infecção por Herpes-Vírus — Cães

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

752

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Infecção por Herpes-Vírus — Cães

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

I

REVISÃO

• Doença sistêmica geralmente fatal em filhotes de cães, causada pelo herpes-vírus canino.

• Herpes-vírus canino — comum na população canina mundial, embora a doença seja pouco frequente; permanece latente em vários tecidos após a infecção primária; latente nos gânglios do nervo trigêmeo; pode ser excretado nas secreções nasais em intervalos imprevisíveis; a recidiva pode ser provocada por estresse ou tratamento com corticosteroide; isolado de cães com doença respiratória, mas sem ligação causal demonstrada.

• Alta mortalidade nas ninhadas; acredita-se que a regulação deficiente da temperatura corporal e os mecanismos imaturos da resposta imunológica sejam responsáveis pela suscetibilidade excepcional de filhotes de cães com menos de 2-3 semanas de vida.

• Todos os sistemas orgânicos são acometidos.

• Doença ocular em cães com mais de 3-4 semanas de vida pode ser mais comum do que se pensava.

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Medium 9788527716109

44 Testes de Suscetibilidade a Drogas Antifúngicas

Clarisse Zaitz, Iphis Campbell, Sílvio Alencar Marques, Ligia Rangel Barboza Ruiz, Valéria Maria de Souza Framil Grupo Gen PDF Criptografado

44

Testes de Suscetibilidade a

Drogas Antifúngicas

Marcia de Souza Carvalho Melhem • Maria Walderez Szeszs

A incidência, cada vez maior, de infecções invasivas por fungos oportunistas e emergentes, como espécies de Candida, Aspergillus,

Fusarium e zigomicetos, trouxe nova visão da importância das micoses sistêmicas. Ao lado de patógenos primários, Paracoccidioides brasiliensis, Histoplasma capsulatum, Cryptococcus neoformans, fungos com menor patogenicidade frequentes em ar atmosférico e/ou componentes da microbiota animal, podem invadir hospedeiros com fatores predisponentes e causar doença invasiva, muitas vezes de curso rápido e fatal. Pesquisas realizadas nos

Estados Unidos e na Europa demonstram que, desde a década de 1970 até os dias atuais, a incidência de micoses invasivas causadas por

Candida aumentou gradativamente, em até

40 vezes, ocupando hoje entre o 3o e 4o lugar de infecções de corrente sanguínea, e a frequência de doenças causadas por Aspergillus spp. cresceu 6,5 vezes, com índices de mortalidade de até 40% e 85%, respectivamente.

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Medium 9788580551310

21. Respostas Tóxicas do Sistema Endócrino

Curtis D. Klaassen, John B. Watkins III Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

21

Respostas Tóxicas do

Sistema Endócrino

Charles C. Capen

INTRODUÇÃO

Indução de enzimas microssomais hepáticas

GLÂNDULA HIPÓFISE

Mecanismos secundários de tumorigênese tireoidiana e avaliação de risco

Estrutura e função normais

Mecanismos de toxicidade para a hipófise

Alterações morfológicas e lesões proliferativas das células da hipófise

Hiperplasia e neoplasia da hipófise

CÓRTEX DA ADRENAL

Estrutura e função normais

Mecanismos de toxicidade para o córtex da adrenal

Alterações patológicas e lesões proliferativas das células corticais

CÉLULAS C TIREOIDIANAS

Estrutura e função normais

Alterações morfológicas e lesões proliferativas das células C da tireoide

GLÂNDULA PARATIREOIDE

Estrutura e função normais das células-chefe

Biossíntese do hormônio da paratireoide

Controle da secreção do hormônio da paratireoide

Dano à paratireoide induzido por xenobióticos químicos

Ozônio

MEDULA ADRENAL

Estrutura e função normais

Mecanismos de toxicidade para a medula adrenal

GLÂNDULA TIREOIDE CÉLULAS FOLICULARES

Estrutura e função normais

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Medium 9788577260546

4. Interven ções para o controle da dor

Jamie H. Von Roenn, Judith A. Paice, Michael E. Preodor Grupo A PDF Criptografado

Intervenções para o controle da dor

4

Samuel Samuel, MD, Salim Hayek, MD, PhD e Michael Stanton-Hicks, MB, BS

Os bloqueios nervosos intervencionistas ainda constituem a principal modalidade de tratamento para a dor crônica, apesar dos avanços das modalidades farmacológicas e não-farmacológicas. Contudo, vários fatores (inclusive sociais, emocionais, financeiros e questões legais) acentuam ainda mais a complexidade do tema e exigem uma abordagem terapêutica multidisciplinar. A descrição desses aspectos está fora dos propósitos deste capítulo, que enfatiza principalmente os bloqueios nervosos intervencionistas para o controle de distúrbios dolorosos crônicos, e o processo de encaminhamento por parte do médico de atenção primária de seus pacientes para realizarem tais procedimentos. Este capítulo descreve alguns aspectos técnicos para ajudar o clínico geral a avaliar se determinado paciente conseguiria tolerar o procedimento. Embora o clínico geral provavelmente não realize esses procedimentos, é importante entender os objetivos desses bloqueios, seus benefícios potenciais e as complicações que podem ocorrer.

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Medium 9788520434628

Dermatofitose

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

317

Espécies Canina e Felina

Dermatofitose

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• Infecção fúngica cutânea que acomete as regiões cornificadas dos pelos, das unhas e, ocasionalmente, das camadas superficiais da pele.

• Microrganismos isolados com maior frequência

— Microsporum canis, Trichophyton mentagrophytes e M. gypseum.

FISIOPATOLOGIA

• A exposição a um dermatófito ou o contato com esse microrganismo não resultam necessariamente em infecção.

• A infecção pode não culminar em sinais clínicos.

• Dermatófitos — crescem nas camadas queratinizadas dos pelos, das unhas e da pele; não se desenvolvem no tecido vivo ou persistem na presença de inflamação grave; período de incubação: 1-4 semanas.

• O animal acometido pode permanecer em um estado de portador (assintomático) inaparente por um período de tempo prolongado; alguns animais nunca se tornam sintomáticos.

• Os corticosteroides podem modular a inflamação e prolongar a infecção.

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Medium 9788527730648

42 - Reconstituição Facial como Processo de Identificação Humana

Santos Grupo Gen PDF Criptografado

42

Reconstituição Facial como

Processo de Identificação Humana

Eduardo Daruge, Luiz Francesquini Júnior, Rodrigo Ivo Matoso, Laíse Nascimento Correia Lima,

Mônica Aparecida Francesquini, Gilda Maria Barricatti Francesquini e Eduardo Daruge Neto

®® Introdução

A identificação humana é um dos processos mais complexos nas atribuições dos peritos criminais, médicos-legistas e odontolegistas. Em princípio, no caso de pessoa viva, essa tarefa normalmente é realizada com mais facilidade. Entretanto, no caso de pessoa morta, depende das condições em que o cadáver foi encontrado, horas ou dias após a morte, em avançado estado de decomposição ou não, esquartejado, espostejado ou até mesmo em fase de esqueletização. Todos os processos de identificação baseiam-se fundamentalmente na comparação de caracteres biológicos do indivíduo quando vivo com aqueles encontrados após a morte. Às vezes, muitos casos são reconhecidos por familiares da pessoa morta, o chamado processo de reconhecimento. Entretanto, dependendo do estado em que o cadáver é encontrado, são utilizados processos mais complexos, como a datiloscopia, os processos antropológicos e até mesmo o exame de ácido desoxirribonucleico (DNA). Há situações em que os peritos têm apenas o crânio do indivíduo a ser identificado, não havendo eventos odontológicos e nenhum familiar para que se possam realizar alguns elementos comparativos. Nessa condição, surge a possibilidade de fazer a identificação pelo processo da reconstituição facial, desde que a pessoa suspeita tenha, pelo menos, uma fotografia de boa qualidade em norma frontal ou frontal e lateral.

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Medium 9788527734073

1. - Exame Neurológico

BICHUETTI, Denis; BASTITELLA, Gabriel Novaes de Rezende Grupo Gen PDF Criptografado

Neurologia.indb 3

1

Exame Neurológico

Denis Bernardi Bichuetti

INTRODUÇÃO

A adequada identificação de um problema neurológico começa com uma história clínica completa, incluindo informações pessoais, queixa e duração, história pregressa da moléstia atual, interrogatório sobre diversos aparelhos, antecedentes pessoais e familiares, bem como informações epidemiológicas (viagens, relacionamento, animais, vacinas e outros fatores) e uso de substâncias ou medicações, seguida por exame clínico minucioso e neurológico completo ou, em alguns casos selecionados, direcionado para a queixa do paciente.

O exame neurológico deve seguir uma ordem padronizada, mas cada um pode adaptá-lo para a ordem que considerar mais adequada. Este capítulo apresenta um guia de orientação conforme aplicado na disciplina de Neurologia da Escola Paulista de Medicina da

Universidade Federal de São Paulo (EPM-UNIFESP), iniciando sempre com inspeção de marcha, funções cognitivas, segmento cefálico e posteriormente apendicular.

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Medium 9788541202411

4 | Evolução da Imagem Radiológica para Avaliação da Face

Mário Cappellette Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

Thiago Frade Said

Os métodos de imagem mais utilizados atualmente para avaliar a disjunção maxilar são a radiografia simples transcraniana e a tomografia computadorizada.

A radiografia panorâmica (Figura 4.1) foi inicialmente utilizada em 1930 pelo Dr. H. Numata.

Posteriormente, o pai da radiografia panorâmica,

Dr. Yrjo Veli Paatero, melhorou a técnica,1 sendo utilizada com frequência em Ortodontia atualmente por meio de imagens digitalizadas. Com a radiografia transcraniana (Figura 4.2), devido aos efeitos de sobreposição de imagem, não é possível obter com precisão a anatomia estudada.2,3

É usada basicamente para estudar as estruturas ósseas. Além disso, a radiografia simples disponibiliza apenas duas dimensões para serem avaliadas.

A tomografia computadorizada cone beam

(Figuras 4.3 a 4.7) é um método para obtenção de imagem utilizado com mais frequência em Ortodontia. O aparelho funciona como um tubo de raios X, com detectores digitais, que mais frequentemente aplica uma rápida rotação de 360 graus, produzindo imagens em duas dimensões, que serão reconstruídas em imagens tridimensionais das estruturas anatômicas estudadas, obtendo-se mais detalhes, sendo possível avaliar de maneira mais precisa as estruturas a serem estudadas, por

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Medium 9788582714560

Capítulo 53. Neurobullshit – como evitar que ouvidos sejam penicos

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

53

NEUROBULLSHIT – COMO EVITAR

QUE OUVIDOS SEJAM PENICOS

Um dos traços mais notáveis de nossa cultura é que se fale tanta merda. Todos sabem disso. Cada um de nós contribui com sua parte. Mas tendemos a não perceber esta situação.

(Harry Gordon Frankfurt, 1986)

A fim de aumentar a consciência pública sobre os benefícios a serem obtidos pela pesquisa sobre o cérebro, o Congresso designou a década que se inicia em 1º de janeiro de 1990 como a “Década do Cérebro”. (George Bush, pai, 1990)

Depois da neuroeconomia, do neuromarketing, da neuroética, da neuroestética, proponho oficialmente a criação da neurobullshit. Li recentemente o ensaio On bullshit (Sobre falar merda, Editora Intrínseca, 2005) e percebi que esse fenômeno descrito pelo filósofo Harry Frankfurt no final dos anos 1980 antecipava exatamente o que viria a acontecer pouco depois com as neurociências. Finda a década do cérebro, nunca se falou tanta bobagem sobre o tema.

O essencial sobre a bullshit, Frankfurt teoriza, não é que se trate de mentiras deliberadas, nem tentativas de enganar. O ponto é que a “bullshi­

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Medium 9788527728126

Capítulo 30 - Tomografia Computadorizada Espiral nas Patologias Vasculares Arteriais

Vários autores Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 30

Tomografia

Computadorizada

Espiral nas

Patologias

Vasculares

Arteriais

Renato Campos Soares de Faria e Fernando Calhau Nery

Introdução

Alguns tópicos discutidos neste capítulo já o foram nas edi‑

ções anteriores deste livro, portanto, busca‑se atualizar alguns dados e informações pertinentes, além de acrescentar infor‑ mações e casos novos. O leitor desta obra tende a ser um espe‑ cialista que quer se manter atualizado e, na maioria das vezes, compra o livro a cada edição, por isso, a opção por acrescentar casos novos, para que a obra não fique repetitiva.

O objetivo é tornar os dois capítulos sobre angiotomografia

(angioTC, arterial e venosa) referências rápidas e práticas para aqueles que querem se aprofundar nesse método diagnóstico, trazendo muitos casos interessantes com imagens tridimen‑ sionais e referência bibliográfica atualizada.

CC

Tomografia computadorizada espiral ou helicoidal multicortes (multi‑slice) de 3a geração

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Medium 9788520427125

8. Doença Hipertensiva Específica da Gravidez

Sebastião Piato Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 8

Doença Hipertensiva Específica da Gravidez

Mônica López Vázquez

Neste capítulo serão analisados os aspectos mais relevantes da doença hipertensiva específica da gestação (DHEG), em suas fases de pré-eclâmpsia e de eclâmpsia. São feitas ainda considerações acerca da síndrome

HELLP, que se constitui em grave complicação da DHEG.

PRÉ-ECLÂMPSIA

Define-se pré-eclâmpsia como a síndrome em que ocorre o aparecimento de hipertensão e proteinúria, após a 20ª semana de gravidez. Essa complicação obstétrica é caracterizada por generalizada disfunção do endotélio vascular materno.1

A incidência da pré-eclâmpsia varia entre 3 e 8%2. É alarmante o dado que mostrou aumento de 40% nas taxas dessa doença entre 1990 e 1999.3

Em todo o mundo, as doenças hipertensivas na gravidez, incluindo a

DHEG, provocam preocupação, pois suas complicações são responsáveis por elevadas taxas de mortalidade materna, em torno de 12%.4

Complicações em Obstetrícia

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Medium 9788536311234

Capítulo 26 - Terapia cognitivo-comportamental no transtorno obsessivo-compulsivo

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

26 Terapia

cognitivo-comportamental no transtorno obsessivo-compulsivo

Aristides Volpato Cordioli

O presente capítulo apresenta um breve histórico das origens e fundamentos da terapia cognitivo-comportamental (TCC) do TOC. Descreve a avaliação do paciente, o início da terapia, a psicoeducação, o uso das técnicas comportamentais de exposição e prevenção de respostas (rituais), de técnicas cognitivas, assim como a alta e a prevenção de recaídas. São discutidos, ainda, os alcances e limites da TCC no TOC, as evidências de eficácia, os desafios e as perspectivas futuras.

O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

é um transtorno heterogêneo que se caracteriza pela presença de obsessões e/ou compulsões que consomem tempo ou interferem de forma significativa nas rotinas diárias do indivíduo, no seu trabalho, na sua vida familiar ou social e causam acentuado sofrimento (APA, 2002).

O TOC acomete em torno de 2,5% da população em geral, com os sintomas iniciandose, geralmente, ao final da adolescência e, muitas vezes, ainda na infância, sendo raro seu início depois dos 40 anos. Por vários motivos, é considerado um transtorno mental grave, pois, em aproximadamente 10% dos casos, seus sintomas são muito graves e incapacitantes. Além disso, seu curso geralmente é crônico e, se não

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