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Medium 9788582714706

Capítulo 88. Hérnia incisional da parede abdominal

Luiz Rohde; Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A PDF Criptografado

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Hérnia incisional da parede abdominal

Henrique Rasia Bosi

José Ricardo Guimarães

Alceu Migliavacca

Leandro Totti Cavazzola

A hérnia incisional caracteriza-se pela presença de protrusão do peritônio parietal através de um hiato na musculatura da parede abdominal secundário a uma intervenção cirúrgica prévia.

Representa cerca de 10% de todas as hérnias da parede abdominal, embora essa incidência provavelmente seja subestimada.

De ocorrência relativamente comum, as hérnias incisionais constituem uma das mais frequentes complicações pós-operatórias da cirurgia abdominal. Estudos prospectivos estimam que 2 a 15% das laparotomias medianas resultam em hérnia incisional, e que 40% delas ocorrem no primeiro ano após a cirurgia.

Várias técnicas cirúrgicas têm sido aplicadas com o objetivo de prevenir hérnias incisionais, e, até que essas técnicas sejam estabelecidas, o reparo desses defeitos abdominais continuará sendo um importante dilema para os cirurgiões.

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Medium 9788582715291

Metilfenidato (d)

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

METILFENIDATO (D)

TERAPÊUTICA

Marcas �• Focalin

• Focalin XR

Genérico? Sim

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: inibidor da recaptação e liberador de dopamina e norepinefrina (IRLDN)

• Estimulante

Comumente prescrito para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade

(TDAH) em crianças entre 6 e 17 anos (Focalin,

Focalin XR) e adultos (Focalin XR)

• Narcolepsia

• Depressão resistente ao tratamento

• Reavaliar periodicamente a necessidade de tratamento

• Tratamento para TDAH iniciado na infância poderá precisar ser continuado na adolescência e idade adulta, caso seja documentado benefício continuado

Se não funcionar (para TDAH)

• Considerar o ajuste da dose ou troca por uma formulação de d,l-metilfenidato ou por outro agente

• Considerar terapia comportamental

• Considerar a presença de não adesão e aconselhar o paciente e seus pais

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Medium 9788580556025

Capítulo 29. Fadiga generalizada

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

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Seção 3

ApresentAções comuns do pAciente

• O resfriamento por evaporação (usando spray de água fria na pele exposta enquanto ventiladores direcionam um fluxo de ar contínuo sobre a pele úmida) é a técnica mais prática e efetiva para a redução da temperatura corporal. Os métodos invasivos (p. ex., infusão IV de líquidos frios, lavagem torácica e peritoneal com líquido frio, bypass cardiopulmonar) são efetivos, mas raramente necessários.

• Considerando o risco de desidratação, os líquidos IV são necessários ou, no mínimo, apropriados. A PVC, em especial na intermação clássica, pode estar enganosamente elevada; raramente, a medida de pressões de cunha através de um cateter na artéria pulmonar pode ser necessária para orientar a ressuscitação.

Para uma discussão mais detalhada, ver Dinarello CA, Porat R: Febre, Cap. 23, p. 123; Kaye ET, Kaye KM: Febre e exantema, Cap. 24, p.

126; Kaye KM, Kaye ET: Atlas de exantemas associados à febre, Cap.

25e; Bleeker-Rovers CP, van der Meer JWM: Febre de origem obscura, Cap. 26, p. 135; e Danzl DF: Doenças relacionadas ao calor, Cap.

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Medium 9788582715611

Capítulo 25 - Técnicas para a via aérea pediátrica

Calvin A. Brown III; John C. Sakles; Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Técnicas para a via aérea pediátrica

25

C apítulo 25  Técnicas para a via aérea pediátrica     301

Robert C. Luten, Steven A. Godwin e Nathan W. Mick

INTRODUÇÃO

A maioria dos dispositivos e das técnicas utilizados em crianças maiores e em adolescentes não é diferente daqueles usados em adultos. O mesmo não pode ser aplicado a crianças pequenas (menores de 3 anos de idade) e lactentes (menores de 1 ano), principalmente com relação a dois fatores: a anatomia da via aérea nesses grupos etários é muito diferente da de adultos, e alguns dos dispositivos de resgate, comumente usados, não estão disponíveis em tamanhos pediátricos (p. ex., Combitube, ML Fastrach). Limitamos a discussão àqueles dispositivos de resgate disponíveis para a população pediátrica e que têm evidência de uso bem-sucedido em crianças.

O domínio dessas técnicas é importante e necessário para alguém que deve manejar a via aérea pediátrica de emergência. A discussão a seguir descreve o uso apropriado das diversas modalidades em pediatria, com ênfase na adequação do método à idade.

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Medium 9788580552980

Caso 51

Eugene C. Toy; Benton Baker III; Patti Jayne Ross; John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 51

Uma mulher de 24 anos, G2P2, teve parto vaginal há oito meses. O parto foi complicado por hemorragia pós-parto que necessitou de curetagem uterina e transfusão sanguínea de duas unidades de eritrócitos. Ela queixa-se de amenorreia desde o parto; nega uso de medicamentos ou de episódios de cefaleia ou anormalidades visuais. O teste de gravidez é negativo. Ela não foi capaz de amamentar o recém-nascido.

Qual é o diagnóstico mais provável?

Quais são as outras prováveis complicações nessa condição?

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TOY, BAKER, ROSS & JENNINGS

RESPOSTAS PARA O CASO 51:

Amenorreia (síndrome de Sheehan)

Resumo: Uma mulher de 24 anos, G2P2, tem amenorreia desde um parto vaginal complicado por hemorragia pós-parto e curetagem uterina. Ela não foi capaz de amamentar.

• Diagnóstico mais provável: Síndrome de Sheehan (necrose da adeno-hipófise).

• Outras prováveis complicações nessa condição: Insuficiência da adeno-hipófise, como hipotireoidismo ou insuficiência corticossuprarrenal.

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Medium 9788520433690

22. Psiquiatria na graduação da FMABC

MAIA, João Maurício Castaldelli; ANDRADE, Arthur Guerra de Editora Manole PDF Criptografado

22 – Psiquiatria na graduação da FMABC

Sergio Pedro Baldassin

Nilson Silva

Fabio Armentano

Nas disciplinas de Psiquiatria e Psicologia Médica tem-se como objetivos pedagógicos a busca progressiva do aprimoramento profissional e a integração do conhecimento técnico avançado aos aspectos psicológicos na relação médico-paciente, destacando os conhecimentos necessários por ciclos de vida ou de gênero, como a abordagem de idosos, crianças e mulheres, procurando seguir as recomendações da

Lei de Diretrizes Básicas em Educação, do convênio com o Pró-Saúde e da Lei n. 8.080.

Essas metas também se baseiam nas recomendações da Federação Internacional de Educação Médica, da Associação Mundial de Psiquiatria e da Organização Mundial de Saúde, que preconizam que as escolas médicas devem incorporar e identificar dentro de seus currículos temas relacionados às ciências do comportamento, ciências sociais e ética médica no ciclo básico, interagindo ativamente com os instrumentos da rede assistencial desde o início da graduação1.

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Medium 9788582714072

Capítulo 6 - Sangramento uterino anormal

Eduardo Pandolfi Passos; José Geraldo Lopes Ramos; Sérgio H. Martins-Costa; José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke; Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

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Sangramento uterino anormal

Maria Celeste Osório Wender

Eduardo Pandolfi Passos

Fernando Freitas

Beatriz Vailati

Mona Lúcia Dall’Agno

Representando uma das principais queixas referidas pelas pacientes em idade reprodutiva, o sangramento uterino anormal (SUA) compreende até um terço das consultas médicas ginecológicas e impacta de forma significativa a qualidade de vida dessas mulheres.1,2

Em 2011, a International Federation of

Ginecology and Obstetrics (FIGO), por meio do Menstrual Disorders Working Group

(MDWG), publicou novas recomendações para definição e terminologia, e propôs uma nova classificação para o SUA, já aceita internacionalmente por importantes associações de ginecologistas, como American Congress of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) nos Estados Unidos e Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG) no

Reino Unido.3 Essa mudança teve o propósito de padronizar os termos utilizados para descrever os padrões anormais de sangramento uterino por médicos de diferentes nacionalidades, cientistas e, principalmente, pacientes.

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Medium 9788580552980

Caso 37

Eugene C. Toy; Benton Baker III; Patti Jayne Ross; John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 37

Uma mulher nulípara de 18 anos queixa-se de secreção vaginal com “odor de peixe” há duas semanas. Ela afirma que o odor é especialmente proeminente após a relação sexual. O UPM ocorreu há três semanas. Ela nega ter sido tratada para vaginite ou DSTs. Sua condição de saúde é boa e ela não faz uso de medicações, exceto contraceptivos orais. Ao exame, a PA é 110/70 mmHg, a

FC é 80 bpm e a temperatura é normal. A tireoide é normal à palpação. O exame do coração e dos pulmões é normal. As mamas estão no estágio de Tanner

V, bem como os pelos pubianos e axilares. A genitália externa é normal; o exame especular revela secreção vaginal branca e homogênea, e “odor de peixe”. Não são observados eritemas ou lesões vaginais.

Qual é o diagnóstico mais provável?

Qual é o melhor tratamento para essa condição?

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TOY, BAKER, ROSS & JENNINGS

RESPOSTAS PARA O CASO 37:

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Medium 9788582715055

Capítulo 11. Introdução às funções psíquicas elementares

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

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Introdução às funções psíquicas elementares

ADVERTÊNCIA: LIMITAÇÕES

DE UMA PSICOPATOLOGIA

DAS FUNÇÕES PSÍQUICAS

Apesar de ser absolutamente necessário o estudo analítico das funções psíquicas isoladas e de suas alterações, nunca é demais ressaltar que a separação da vida e da atividade mental em distintas áreas ou funções psíquicas é um procedimento essencialmente artificial. Trata-se apenas de uma estratégia de abordagem da vida mental que, por um lado, é bastante

útil, mas, por outro, um tanto arriscada, pois pode suscitar enganos e simplificações inadequadas. É útil porque permite o estudo mais detalhado e aprofundado de determinados fatos da vida psíquica normal e patológica; é arriscada porque facilmente se passa a acreditar na autonomia desses fenômenos, como se fossem objetos naturais.

Com o passar do tempo, na prática clínica diária, passa-se inadvertidamente a crer que a memória, a sensopercepção, a consciência do

Eu, a vontade, a afetividade, etc., são áreas autônomas e naturais, separadas umas das outras e com vida própria. Deixa-se de lembrar o que elas realmente são, isto é, construtos aproximativos da psicologia e da psicopatologia que permitem uma comunicação mais fácil e um melhor entendimento dos fatos. Que fique claro: não existem funções psíquicas isoladas e alterações psicopatológicas compartimentalizadas desta ou daquela função.  É sempre a pessoa na sua totalidade que adoece.

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Medium 9788527731294

Parte 8 - 31 - Fisiologia, Fisiopatologia e Manejo Anestésico de Pacientes com Doenças Gastrintestinais e Endócrinas

GRIMM, Kurt A.; LAMONT, Leigh A.; TRANQUILLI, William J.; GREENE, Stephen A.; ROBERTSON, Sheilah A. Grupo Gen PDF Criptografado

31

Fisiologia, Fisiopatologia e Manejo

Anestésico de Pacientes com

Doenças Gastrintestinais e Endócrinas

Jennifer G. Adams, Juliana Peboni Figueiredo e Thomas K. Graves

Introdução ao sistema endócrino, 635

Pâncreas, 636

Pancreatite, 640

Glândulas adrenais, 641

Glândula tireoide, 646

Glândulas paratireoides, 650

Anatomia do trato gastrintestinal, 651

Efeitos dos agentes anestésicos sobre a função gastrintestinal, 652

Náuseas e vômitos, 653

Refluxo gastresofágico, 654

Esofagite e estenose esofágica, 656

Introdução ao sistema endócrino

Os hormônios são substâncias secretadas na circulação em quantidades muito pequenas para produzir um efeito biológico em órgãos ou células-alvo distantes. O sistema endócrino regula a secreção desses hormônios a partir de vários órgãos periféricos, sob o comando do hipotálamo (HPT), em associação com a hipófise. O hipotálamo é uma pequena área localizada na face ventral do diencéfalo, estendendo-se em cada lado do terceiro ventrículo, quase diretamente acima da faringe caudal. Além do controle endócrino do metabolismo, do crescimento e da reprodução, o hipotálamo ajuda a coordenar outros aspectos vitais da fisiologia dos mamíferos, incluindo o sistema nervoso autônomo, o comportamento, a emoção e a digestão.1,2

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Medium 9788527732291

40 - Mecanismos Renais e Respiratórios de Regulação do pH

CURI, Rui; PROCOPIO, Joaquim Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

40

Mecanismos Renais e Respiratórios de Regulação do pH

Paulo Ivo Homem de Bittencourt Júnior

Produção e eliminação de ácidos do organismo, 516

Concentração de íons hidrogênio em soluções aquosas e fluidos biológicos |

Conceito de pH, 517

Equilíbrios químicos de ácidos fracos e bases fracas | Equação de

Henderson‑Hasselbalch, 518

Impedindo distorções do pH nas soluções | Sistemas-tampões, 519

Equilíbrio entre pH intra e extracelular, 521

Sistemas-tampões abertos e fechados | Tampão bicarbonato, 523

Eliminação do excesso de ácidos do organismo | Os rins na regulação do equilíbrio acidobásico, 526

Mecanismos de acidificação urinária, 527

Acoplamento entre reabsorção de bicarbonato e eliminação de ácidos, 527

Produção e eliminação de

ácidos do organismo

Devido às peculiares características do binômio metabolismo– alimentos disponíveis, o metabolismo celular dos seres hu‑ manos (na verdade, de seus parentes mais primitivos) passou, durante a evolução, a gerar (e ainda gera) muito mais ácidos que bases. A metabolização de proteínas e aminoácidos, em particular, leva à produção de ácidos fortes, como ácido sul‑ fúrico (metabolização de resíduos de metionina e cisteína de proteínas), ácido clorídrico (metabolização de lisina, argini‑ na e histidina), além de inúmeros ânions orgânicos de áci‑ dos graxos livres e outros metabólitos teciduais específicos, como lactato e corpos cetônicos. Além disso, a microbiota intestinal, cuja interação com o intestino (especialmente, o grosso) determina o próprio status metabólico e energético do organismo, também produz ácidos graxos de cadeia curta

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Medium 9788580552553

Capítulo 4 - Reações em solução aquosa

Raymond Chang; Ken Goldsby Grupo A PDF Criptografado

4

Reações em solução aquosa

4.1

4.2

4.3

4.4

4.5

4.6

4.7

4.8

Propriedades gerais das soluções aquosas

Reações de precipitação

Reações ácido-base

Reações de oxidação-redução

Concentração de soluções

Análise gravimétrica

Titulações ácido-base

Titulações redox

Quando a água superaquecida, rica em minerais, é expulsa para o leito do oceano por meio da lava de um vulcão oceânico, formam-se fumarolas negras. O sulfeto de hidrogênio converte os íons metálicos em sulfetos metálicos insolúveis.

Neste capítulo

• Começamos estudando as propriedades das soluções preparadas pela dissolução de substâncias na água, chamadas soluções aquosas. As soluções aquosas podem ser classificadas como eletrólitos ou não eletrólitos, dependendo de sua capacidade de conduzir eletricidade. (4.1)

• Vamos ver que as reações de precipitação são aquelas nas quais o produto é um composto insolúvel. Aprenderemos a representar essas reações utilizando equações iônicas e equações iônicas líquidas. (4.2)

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Medium 9788520437636

107. Rotulagem de alimentos

ROSS, A. Catharine; CABALLERO, Benjamin; COUSINS, Robert J. Editora Manole PDF Criptografado

107

Rotulagem de alimentos*

F. Edward Scarbro u g h

Bases legais da rotulagem de alimentos nos Estados Unidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1505

Informações nutricionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1505

Histórico nos Estados Unidos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1505

Exigências. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1506

Rotulagem para restaurantes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1510

Rotulagem de suplementos alimentares. . . . . . . . . . . . . 1511

Informações nutricionais internacionais. . . . . . . . . . . . . 1511

Alegações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1513

Alegações sobre teor de nutrientes . . . . . . . . . . . . . . . 1513

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Medium 9788527722155

22. Infecções da Corrente Sanguínea e do Acesso Vascular

HINRICHSEN, Sylvia Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

22

Infecções da Corrente

Sanguínea e do Acesso Vascular

Sylvia Lemos Hinrichsen, Viviane de Araú­jo Gouveia e

Karla Romana Ferreira de Souza

Cerca de 60% dos pacientes hospitalizados nos Estados

Unidos da América (EUA) utilizam cateter intravenoso, sendo registrados cerca de 850  mil casos de infecções associadas a cateteres, com taxas de infecção estimadas que variam de 0,2 a 20%.

As infecções das correntes intravasculares são altamente representativas no contexto das infecções durante uma hospitalização não só pelo seu alto custo, mas também pela alta taxa de mortalidade, que varia de 14 a 38%.

Um programa efetivo de controle de infecção poderá prevenir 20 a 40% das infecções relacionadas à assistência

à saú­de (IrAS), por conta do uso de cateteres intravasculares.

São 2 os tipos de dispositivos de cateteres intravasculares: cateter periférico (local de inserção são vasos periféricos) e cateteres centrais (inserção em vasos centrais por meio de punção periférica ou central), que podem ser de longa (≥ 30 dias e/ou > 2 a 3 meses) ou de curta permanência.

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Medium 9788520433447

7. Fundamentos em criança e adolescente

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Fundamentos em criança e adolescente

capítulo

Flavia Meyer

Paulo Lague Sehl

INTRODUÇÃO

As respostas agudas e as adaptações da criança ao exercício físico e ao treinamento nem sempre são de similar magnitude àquelas do adulto. Estudos vêm esclarecendo várias dessas respostas e as diversas aplicações do exercício, da atividade física e dos esportes não apenas na criança esportista, mas também naquela fisicamente ativa, ou naquela que apresenta alguma doença crônica, incluindo a obesidade, e com maior risco para o sedentarismo.

Muitas crianças com menos de 13 anos de idade participam de atividade física em quantidades adequadas, mas tendem a diminuir a partir da adolescência, de maneira que muitos jovens não atingem as recomendações atuais de atividade física1,2. Isso é preocupante, pois a obesidade e o sedentarismo são fatores de risco cardiovasculares que, quando presentes na criança, tendem a permanecer na fase adulta.

Um aspecto distinto na criança e no adolescente não é somente aquele correspondente a determinada idade cronológica, mas principalmente ao processo da maturação biológica. As mudanças decorrentes dos estímulos hormonais e do avanço maturacional repercutem acentuadamente no tamanho e na composição corporal e, consequentemente, nas respostas fisiológicas e metabólicas que influenciam o desempenho e a treinabilidade de diversas atividades físicas e esportivas. A maturação psicossocial também apresenta impacto nas atividades físicas e esportivas que são representativas para diferentes grupos etários. Dessa forma, os profissionais e educadores envolvidos com o atendimento de crianças devem conhecer essas respostas para ajudar nas recomendações sobre os tipos de exercícios físicos eficazes e segu-

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