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Medium 9788595150126

7. Nutrição

Ellen Cristina et al. (org.) BERGAMASCO Grupo Gen PDF Criptografado

S E Ç Ã O

7

Nutrição

Ellen Cristina Bergamasco

S U M Á R I O

7.1 Nutrição por Via Oral (Incluindo Alimentos com Espessante) 273

7.3 Nutrição por Gastrostomia

7.4 Nutrição Parenteral

287

292

7.2 Nutrição por Cateter Nasogástrico e Nasoenteral 278

7.1

Nutrição por Via Oral (Incluindo Alimentos com Espessante)

Flavia Fernanda Franco, Maria Clara Paoliello Barnack

1. INTRODUÇÃO

A alimentação é muito mais do que o aspecto de manutenção do aporte calórico necessário para sua sobrevivência.

Ela deve ser vista também como fonte de prazer, mediada por sabores, consistências e aparências diferentes.

O comprometimento do estado nutricional é bastante frequente em pacientes internados e pode ter influência sobre as taxas de morbidade e mortalidade. Segundo a American Public Health Association (APHA), o estado nutricional

é definido como a “condição de saúde de um indivíduo, influenciada pela ingestão e utilização de nutrientes e identificada pela correlação de informações obtidas por meio de estudos físicos, bioquímicos, clínicos e dietéticos”.

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Medium 9788582713631

Capítulo 1. Organização do corpo humano

Gerard J. Tortora, Bryan Derrickson Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

1

ESTÍMULO

ORGANIZAÇÃO DO

CORPO HUMANO

interrompe a homeostasia por meio do aumento ou da diminuição de uma

CONDIÇÃO CONTROLADA

que é acompanhada pelos

RECEPTORES

V

ocê está começando uma fascinante exploração do corpo humano, em que aprenderá como ele está organizado e como funciona.

Inicialmente, você será introduzido às disciplinas científicas de anatomia e fisiologia. Serão considerados os níveis de organização que caracterizam os seres vivos e as propriedades que todos compartilham.

A seguir, examinaremos como o corpo está constantemente regulando seu ambiente interno. Esse processo incessante, denominado homeostasia , é um tema importante em todos os capítulos deste livro. Estudaremos, também, como os vários sistemas individuais que compõem o corpo humano cooperam entre si para manter a saúde como um todo. Finalmente, estabeleceremos um vocabulário básico que nos permita falar sobre o corpo da maneira como é compreendido pelos cientistas e pelos profissionais da saúde.

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Medium 9788527731300

PARTE 14: 148 - Amputação Supracondiliana

E. Christopher Ellison, Robert M. Zollinger Jr Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

148

Amputação Supracondiliana

INDICAÇÕES  As indicações comuns de amputação supracondiliana são traumatismo, irrigação sanguínea insuficiente, tumor e doença progressiva intratável. A amputação só deve ser realizada quando todas as medidas conservadoras falharem.

A amputação na altura da coxa é descrita em detalhes neste texto. Esse é um local frequente depois do insucesso de procedimentos de reconstrução ou derivação arterial ou quando a reconstrução é impossível, segundo arteriografia proximal e distal.

PREPARO PRÉ-OPERATÓRIO  O preparo pré-operatório varia obrigatoriamente com as indicações de amputação, descritas na seção anterior. É preciso fazer uma avaliação cuidadosa para verificar se há obstrução arterial localizada, e a arteriografia é essencial. Caso haja obstrução localizada, a reconstrução proximal (p. ex., um stent ilíaco ou reconstrução aortofemoral) pode restaurar o fluxo sanguíneo satisfatório, ou um enxerto arterial de derivação distal (p. ex., femoropoplíteo) pode eliminar a necessidade de amputação.

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Medium 9786558040002

40. Náuseas, vômitos e indigestão

J. Larry Jameson, Anthony S. Fauci, Dennis L. Kasper, Stephen L. Hauser, Dan L. Longo, Joseph Loscalzo Grupo A ePub Criptografado

40

NÁUSEAS E VÔMITOS

Náuseas se referem ao desejo iminente de vomitar e costumam preceder ou acompanhar os vômitos. Vômitos se referem à expulsão forçada do conteúdo gástrico através da boca. Ânsia de vômitos se refere à atividade respiratória rítmica forçada que precede os vômitos. Regurgitação se refere à expulsão suave do conteúdo gástrico na ausência de náuseas e contração do músculo diafragmático abdominal. Ruminação se refere à regurgitação, repetição da mastigação e nova deglutição do alimento proveniente do estômago.

FISIOPATOLOGIA

O conteúdo gástrico é propelido para o interior do esôfago quando ocorre o relaxamento do fundo gástrico e do esfincter gastresofágico, seguido por um aumento rápido na pressão intra-abdominal produzido pela contração das musculaturas abdominal e diafragmática. A pressão intratorácica aumentada resulta em movimento adicional do material para a boca. A elevação reflexa do palato mole e o fechamento da glote protegem a nasofaringe e a traqueia e completam o ato de vomitar. O vômito é controlado por duas regiões do tronco encefálico, o centro do vômito e a zona do gatilho quimiorreceptor. A ativação da zona do gatilho quimiorreceptor resulta em impulsos para o centro do vômito, que controla o ato físico de vomitar.

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Medium 9788527733977

27 - Tromboembolismo Venoso

LIU, Davi Jing Jue; LEAL, Ricardo; VENDRAME, Letícia Sandre Grupo Gen PDF Criptografado

27

Tromboembolismo

Venoso

Ana Luí­sa Pimentel Maia • Camila Melo Coelho Loureiro •

Roberta Pulcheri Ramos

Introdução

A trombose venosa profunda (TVP) e o tromboembolismo pulmonar

(TEP) são apresentações clínicas do tromboembolismo venoso (TEV).

A grande maioria dos casos se apresenta como TVP.

Trombose venosa profunda

A TVP de membros inferiores (MMII) é a trombose venosa mais comum. Pode ser classificada de acordo com o vaso acometido em:

��

��

TVP proximal: veias ilía­cas, femorais ou poplíteas

TVP distal: veias distais às veias poplíteas.

Os principais fatores de risco são: imobilidade, neo­pla­sia, quimioterapia, gestação e puerpério, uso de anticoncepcional oral ou terapia hormonal, grande trauma, cirurgia recente, trombofilias, idade avançada e obesidade.

Diagnóstico

O diagnóstico de TVP deve ser considerado em todo paciente com dor e edema em MMII, principalmente se unilateral e de início súbito.

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Medium 9788580551662

Capítulo 11 - Choque

C. Keith Stone, Roger L. Humphries Grupo A PDF Criptografado

11 

Choque

Willian F. Young, Jr., MD

Fisiopatologia do choque

Causas de choque

Apresentação clínica

Avaliação inicial do choque

Há uma causa reversível?

Obtenha indícios da causa do choque a partir da história clínica

Faça um desafio de fluidos

Obtenha os testes laboratoriais apropriados

O choque é um estado de grave redução na perfusão tecidual caracterizada por diminuição da oferta celular de oxigênio, bem como da remoção de ferimentos metabólicos. A hipotensão, embora seja comum, não é sinônimo de choque. Pode-se ter hipotensão e perfusão normal, ou choque sem hipotensão em um paciente que normalmente é muito hipertenso. O choque é o evento pré-terminal em muitas doen­ças. A hipoxia tecidual progressiva resulta na perda da integridade da membrana celular, uma reversão a um estado catabólico anaeróbio, além da perda dos gradientes eletroquímicos criados pelas bombas de íons dependentes de energia. A produção energética mitocondrial começa a falhar. A disfunção múltipla de órgãos advém da morte celular localizada, seguindo-se a morte do organismo. Apesar de avanços recentes no tratamento, a mortalidade continua alta: mais de 50% no choque cardiogênico e mais de 35% no choque séptico.

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Medium 9788582715826

Capítulo 16 - Nefrologia

Stephen Doral Stefani, Elvino Barros Grupo A ePub Criptografado

Samantha Pereira de souza gonçalves de oliveira

João Batista Saldanha de Castro Filho

Verônica Verleine Hörbe Antunes

Fabiani palagi machado

Gustavo Gomes Thomé

elvino barros

O exame de urina avalia as características físicas e químicas da urina, além da análise do sedimento urinário, auxiliando na investigação de doenças do trato urinário.

Deve ser coletado o jato médio urinário, de preferência na primeira urina da manhã.

Cor: amarelo-claro ao âmbar. É indicativo indireto da concentração urinária, sendo mais claro na urina diluída, e mais escuro na concentrada. Urina vermelha ou rosa pode indicar hematúria. A urina purulenta sugere infecção do trato urinário (ITU). Urina leitosa pode indicar depósito de fosfatos ou quilúria. Urina laranja pode ser devida ao uso de pyridium; azul ou verde, pelo uso de azul de metileno ou propofol. Urina esverdeada pode ser devido ao uso do antiparasitário nitazoxanida.

Densidade: avalia a capacidade de concentração. Varia entre 1.005 e 1.040, conforme a hidratação do paciente. A densidade pode aumentar de acordo com a presença de solutos ou moléculas de elevado peso molecular.

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Medium 9788536527284

10.2 Condições ergonômicas nos locais de trabalho

Paulo Roberto Barsano, Rildo Pereira Barbosa Editora Saraiva PDF Criptografado

182

Segurança do Trabalho • Guia Prático e Didático

10.2 Condições ergonômicas nos locais de trabalho

A Norma Regulamentadora NR 171 do MT visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, para proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente.

As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.

Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho, que deve abordar, no mínimo, as condições de trabalho, conforme estabelecido na Norma Regulamentadora NR 17.

10.2.1 Levantamento, transporte e descarga individual

de materiais

O termo transporte manual de cargas é usado para designar todo transporte de carga cujo peso é suportado inteiramente por um só trabalhador. Compreende do levantamento à deposição da carga. Quando esse transporte for regular, designa toda atividade realizada de maneira contínua ou que inclua, mesmo de forma descontínua, o transporte manual de cargas.

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Medium 9788536327655

Capítulo 117 - Problemas da mama

Gustavo Gusso, Vinicius Pereira silva silva Grupo A PDF Criptografado

X I I

S E Ç Ã O

� CAPÍTULO 117

PROBLEMAS DA MAMA

Monique M. M. Bourget

Grasiela Benini dos Santos Cardoso

Aspectos-chave

O exame clínico das mamas faz parte da consulta médica na saúde da mulher devido à alta incidência de câncer de mama.

Os principais tipos de câncer a acometer as mulheres, no ano de

2009, excluídos os casos de câncer de pele não melanoma, são os cânceres de mama (49.400 casos) e colo de útero (18.680 casos).1

O rastreamento em mulheres assintomáticas deve ser oferecido, pois quanto mais cedo é diagnosticada a doença, maior a sobrevida e chance de cura. As taxas de mortalidade por câncer de mama

no Brasil aumentaram em, aproximadamente, 20% entre 1995 e

2005.1

Estimular hábitos saudáveis, como dieta, atividade física e não consumir bebidas alcoólicas, evitando, assim, a obesidade e o alcoolismo como fatores de risco para câncer de mama.

É importante descartar sinais de alerta para câncer de mama para diagnosticar e iniciar o tratamento o mais rápido possível.

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Medium 9788582713556

Capítulo 6. Avaliação e manejo da obesidade e da apneia do sono

Patrícia W. Gamermann, Luciana Cadore Stefani, Elaine A. Felix Grupo A PDF Criptografado

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Avaliação e manejo da obesidade e da apneia do sono

Patrícia W. Gamermann

Clarissa Mendanha

Um número crescente de obesos e obesos mórbidos vem sendo submetido a procedimentos sob anestesia. Esses pacientes apresentam aumento da morbidade e da mortalidade perioperatória. A obesidade está associada à síndrome metabólica (hipertensão, resistência insulínica, diabetes e dislipidemia); além disso, outras comorbidades, como doença coronariana, acidente cerebrovascular e síndrome da apneia-hipopneia obstrutiva do sono

(SAHOS), podem estar presentes. Esse quadro resulta em um estado pró-trombótico e pró-inflamatório que aumenta drasticamente o risco de desenvolvimento de doença aterosclerótica, tumores sólidos, trombose venosa e tromboembolia pulmonar

(TEP). O manejo anestésico desses pacientes pode ser desafiador e inclui diversas medidas com o objetivo de reduzir as complicações.1-4

Graduação da obesidade

A obesidade é definida por um índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 30 kg/m2. Esse

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Medium 9788536509143

7.6 Gestão de documentos

Caroline Freire, Débora Peixoto de Araújo Editora Saraiva PDF Criptografado

as necessidades e as oportunidades tecnológicas; também é onde as soluções tecnológicas são planejadas, desenhadas, desenvolvidas e implantadas, constituindo-se num processo administrativo das atividades da pesquisa tecnológica, assim como da transferência dos seus resultados às unidades produtivas. O que é importante para a produtividade é a capacidade de se demarcar os desenvolvimentos tecnológicos dentro de uma estratégia da empresa.

Nesse sentido, pode-se concluir que os interesses dos gestores da tecnologia da informação e gestores de controladoria das organizações são semelhantes, e faz-se necessário estabelecer parâmetros de interesse e auxílio entre as duas áreas.

7.6 Gestão de documentos

Segundo Cruz (1998), a informática possibilita a gestão da informação existente sob a forma eletrônica, em termos do seu ciclo de vida dentro das organizações, potencializando a indexação e o arquivo da documentação, previamente existente em papel ou em qualquer outro suporte. Caso se alie a essa vertente a publicação dessa informação de uma forma global, acessível por todos dentro da organização, verifica-se a interferência da controladoria na gestão desses processos, uma vez que a necessidade de controle dos documentos físicos e a necessidade de obtenção/divulgação de informações são de sua responsabilidade.

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Medium 9788527735384

34 Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Lucas Porteiro Prospero, Débora Yumi Hayashida, Clineu de Mello Almada Filho Grupo Gen ePub Criptografado

Jane Érika Frazão Okazaki  •  Flavio Arbex

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é prevalente em indivíduos de meia-idade, previamente tabagistas ou submetidos a outras exposições. Associa-se a altos custos e morbimortalidade, constituindo, atualmente, a terceira causa de morte nos EUA.

O principal fator de risco é o tabagismo; porém, em países em desenvolvimento, como o Brasil, outras exposições também têm grande influência na prevalência da enfermidade. Os principais fatores de risco são:1

■ Tabagismo

■ Poeira ocupacional

■ Irritantes químicos

■ Fumaça de lenha

■ Infecções respiratórias graves na infância

■ Condição socioeconômica

■ Deficiência de alfa-1-antitripsina

■ Deficiência de glutamina transferase

■ Alfa-1-antitripsina

■ Hiper-responsividade brônquica

■ Desnutrição

■ Prematuridade

■ Desequilíbrio protease-antiprotease.

Cerca de 60% dos pacientes com DPOC apresentam doença progressiva, sendo o valor do volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) um dos principais preditores de mortalidade.

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Medium 9788582714959

Capítulo 111. Síncope

Alberto Augusto Alves Rosa, José Luiz Möller Flôres Soares, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

SÍNCOPE

CAPÍTULO 111

SÍNCOPE

MAURÍCIO NICOLA BRANCHI

MARCELO NICOLA BRANCHI

CONCEITOS ► Síncope é uma síndrome clínica na qual ocorre perda transitória da consciência ocasionada por um período de perfusão cerebral inadequada, resultando em perda do tônus muscular. Normalmente é de curta duração (cerca de 8-10 segundos) e autolimitada.

► A síncope está presente em até 20% da população mundial. Sua incidência aumenta após os 70 anos de idade, sendo mais frequente em pacientes do sexo feminino.

ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS

CLASSIFICAÇÃO ► As síncopes podem classificadas em:

• Síncope vasovagal: é caracterizada por fatores desencadeantes como estresse emocional, dor ou medicamentos. Em geral, é precedida por pródromos (diaforese, náusea, palidez, cansaço), e seu mecanismo envolve hipotensão vasodepressora e/ou bradicardia inapropriada;

• Síndrome do seio carotídeo: síncope reflexa associada à hipersensibilidade do seio carotídeo, a qual é definida por pausa > 3 segundos e/ou queda da pressão arterial (PA) > 50 mmHg durante estimulação do seio carotídeo. É mais frequente em pacientes idosos;

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Medium 9788580552690

Seção I - Como abordar problemas clínicos

Eugene C. Toy, Donald Briscoe, Bruce Britton Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO I

Como abordar problemas clínicos

1

2

3

Abordagem ao paciente

Abordagem à solução de problemas clínicos

Abordagem pela leitura

2

TOY, BRISCOE & BRITTON

1 Abordagem ao paciente

Aplicar o “aprendizado formal” a uma situação clínica específica é uma das tarefas mais desafiadoras em medicina. Para fazer isso, o clínico precisa não só memorizar informações, organizar fatos e recordar grandes volumes de dados, como também aplicar tudo isso ao paciente. O propósito do presente texto é facilitar esse processo.

O primeiro passo, também conhecido como estabelecer a base de dados, envolve a coleta de informações, que inclui fazer a anamnese, realizar o exame físico e obter exames laboratoriais seletivos, exames específicos e/ou exames de imagem. Sempre é preciso ter tato e respeito ao entrevistar os pacientes. Um bom clínico também sabe como fazer a mesma pergunta de várias formas diversas, usando terminologias diferentes. Por exemplo, pacientes podem negar ter “insuficiência cardíaca congestiva”, mas responderão afirmativamente que estão sendo tratados para “água nos pulmões”.

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Medium 9788580553505

Capítulo 50 - Manifestações reumáticas das artrites virais agudas e crônicas

John Imboden, David Hellman, John Stone Grupo A PDF Criptografado

Manifestações reumáticas das artrites virais agudas e crônicas

Dimitrios Vassilopoulos, MD

VÍRUS DA HEPATITE C

F UNDAMENTO S DO DIAGN Ó S T IC O c Diagnóstico sugerido por um teste positivo para anticorpo contra o vírus da hepatite C (HCV) e confirmado por um ensaio qualitativo sensível para RNA do HCV. c Os pacientes com infecção crônica pelo HCV têm artralgias e, raramente, artrite não erosiva com ou sem crioglobulinemia associada. c A coexistência de artrite reumatoide (AR) e a infecção pelo HCV podem causar dificuldades diagnósticas e terapêuticas.

c Considerações gerais

A hepatite C crônica é superada apenas pela hepatite B (veja seção subsequente) entre as infecções virais mais comuns em todo o mundo, com estimativa de 170 milhões de pessoas infectadas. Nos EUA, a infecção crônica pelo HCV afeta 4,1 milhões de americanos, representa a causa principal dos transplantes de fígado e morte por doença hepática e suplantou a infecção pelo

HIV como uma das causas de morte neste país.

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