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Medium 9788536702643

Capítulo 26 - Técnicas não convencionais de obturação dos canais radiculares: técnicas de termoplastificação da guta-percha

Mário Roberto Leonardo, Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

26

CAPÍTULO

Técnicas não convencionais de obturação dos canais radiculares: técnicas de termoplastificação da guta-percha

Idomeo Bonetti-Filho

Renato de Toledo Leonardo

A guta-percha tem sido aceita como o melhor material em estado sólido utilizado para a obturação dos canais radiculares1-3 e, consequentemente, considerada a substância de escolha pela maioria dos endodontistas.4

Desde a sua introdução na endodontia por Bowman, em

1867, esse material foi utilizado sob diferentes formas.5

Howard, em 1874, inicialmente, sugeriu a sua utilização mediante a adição de clorofórmio, tornando-o plastificado.6

Nos dias atuais, a guta-percha é bastante aceita sob a forma de cones empregados em técnicas de condensação lateral ou vertical, com um cimento adequado.

Em 1967, Schilder 7 divulgou sua técnica de obturação do sistema de canal radicular em três dimensões, empregando a condensação vertical da guta-percha aquecida. Esse autor acreditava que a condensação vertical oferecia melhor selamento apical, quando comparada com a técnica de condensação lateral, em razão do melhor preenchimento do sistema de canal, evidenciado radiograficamente por meio da obturação das múltiplas ramificações laterais e forames apicais.

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Medium 9788527733632

17 - Medula espinal e Nervos Espinais

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Medula Espinal e

Nervos Espinais

17

IN T RODU Ç Ã O   A medula espinal e os nervos espinais contêm cir‑ cuitos neurais que controlam algumas de nossas reações mais rápi‑ das a mudanças do ambiente. Se pegarmos algo quente com a mão, por exemplo, podemos verificar que os músculos de preensão em nossa mão relaxam, e soltamos o objeto até mesmo antes que a sensação de extremo calor ou dor alcance nossa per‑ cepção consciente. Este é um exem‑ plo de reflexo medular – uma res‑ posta automática rápida a deter‑ minados tipos de estímulos, que envolvem neurônios apenas nos nervos espinais e na medula es‑ pinal. Além de processar os re‑ flexos, a medula espinal cons‑ titui o local de integração da estimulação neuronal que sur‑ ge localmente ou que é defla‑ grada por impulsos nervosos da parte periférica do sistema nervoso e do encéfalo. A medu‑ la espinal também constitui a via principal percorrida por impul‑ sos nervosos sensitivos que se diri‑ gem para o encéfalo, bem como por impulsos nervosos motores provenientes do encéfalo e dirigidos para os músculos estria‑ dos esqueléticos e outros efetores. Conforme estudar‑ mos, precisamos ter em mente que a medula espinal é contínua com o encéfalo e que, juntos, eles constituem a parte central do sistema nervoso. •

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Medium 9788580555219

Capítulo 8 - Abuso e negligência de crianças

William Hay, Myron Levin, Robin Deterding, Mark Abzug Grupo A PDF Criptografado

Abuso e negligência de crianças

Antonia Chiesa, MD

Andrew P. Sirotnak, MD

�F UNDAMENTOS DO DIAGNÓSTICO

00

Tipos de maus-tratos:

•• Abuso físico.

•• Abuso sexual.

•• Abuso e negligência emocional.

•• Negligência física.

•• Privação de atendimento médico.

•• Abuso infantil médico (síndrome de Munchausen por procuração).

00

Características históricas comuns em casos de abuso físico da criança:

•• Mecanismo implausível informado para explicar uma lesão.

•• História discrepante, que se altera, ou ausente.

•• Atraso na procura de cuidados.

•• Evento ou comportamento de uma criança que provoca uma perda de controle pelo cuidador.

•• História de abuso na infância do cuidador.

•• Afeto inadequado do cuidador.

•• Padrão de aumento da gravidade ou do número de danos se não houver intervenção.

•• Isolamento social ou físico da criança ou do cuidador.

•• Estresse ou crise na família ou do cuidador.

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Medium 9788520434628

Peste

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

1035

Espécies Canina e Felina

Peste

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Yersinia pestis — bastonete corado bipolar

Gram-negativo; pertencente à família

Enterobacteriaceae; o reservatório inclui roedores selvagens (silvestres), esquilos terrestres, marmotas, coelhos, linces, coiotes.

• O agente causal (Yersinia pestis) evoluiu em sua forma atual nos últimos 20 mil anos a partir da

Yersinia pseudotuberculosis enteropatogênica.

• Ocorre no mundo todo; o deslocamento dos animais pode resultar na ocorrência de peste em

áreas não endêmicas.

• EUA — casos relatados de regiões como Novo

México, Arizona, Califórnia, Colorado, Idaho,

Nevada, Oregon, Texas, Utah, Washington,

Wyoming e Havaí.

• Comum de maio a outubro (hemisfério norte).

• Vetores infectados (pulgas) transmitem a bactéria pela mordida. Os gatos costumam ser infectados pela ingestão de roedores infectados, e não pela mordida das pulgas de roedores.

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Medium 9788527731096

22 - Cavidade de Classe III com Acesso Vestibular para Restauração com Resina Composta e Cimento Ionomérico (Dente 12)

José Mondelli Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

22

Cavidade de Classe III com Acesso Vestibular para Restauração com

Resina Composta e Cimento

Ionomérico (Dente 12)

Materiais e instrumentos necessários yy Toalha plástica para bancada yy Lápis bem apontado yy Pinça clínica yy Sonda exploradora no 5 yy Espelho clínico plano yy Contra-ângulo convencional yy Escova para limpeza de brocas yy Perfurador de borracha de Ainsworth yy Porta-dique yy Lençol de borracha yy Pinça porta-grampo de Palmer

Posição de trabalho

Acesso vestibular ao arco superior

(região anterior)

Com o plano oclusal dos dentes superiores perpendicular ao plano do solo, o manequim estará na posição adequada para intervenções nos dentes anteriores superiores, por acesso vestibular. O operador, sentado em posição de 12 horas, trabalhará com visão direta, com apoio na face vestibular mais próxima do dente submetido à intervenção.

Caso os preparos sejam realizados a partir da face distal do incisivo lateral direito até a face distal do canino do mesmo lado, uma ligeira inclinação do manequim para o lado oposto permitirá acesso e visão direta mais completos. Para as cavidades

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Medium 9788580553048

Caso 45

Eugene C. Toy, Debra Klamen Grupo A PDF Criptografado

CASO 45

Um jovem de 18 anos apresenta-se a um psiquiatra, insistindo: “Eu tenho esquizofrenia e preciso ser hospitalizado”. Ele afirma que nos últimos dias tem ouvido vozes dizendo para se matar. Também alega que está possuído pelo demônio. Nega se sentir deprimido, mas reitera que poderá se ferir se não for hospitalizado imediatamente. Contudo, nega ter qualquer plano específico de suicídio. Não possui história anterior de tratamento ou queixas psiquiátricas, nenhum problema clínico e não está tomando medicamento. Bebe 1 ou 2 cervejas por semana e nega usar drogas. No final da entrevista, pede de novo para ser hospitalizado. Então, acrescenta que no momento está em licença da marinha e deve voltar a seu navio, que parte em dois dias.

No exame do estado mental, está inicialmente cooperativo e acessível, mas começa a ficar irritado quando solicitado a dar mais detalhes sobre seus sintomas. Seu humor e afeto são eutímicos e com variação completa. Seus processos de pensamento são lógicos, sem desorganização das associações nem bloqueio. Seu conteúdo de pensamento destaca-se pela ideação suicida, mas nenhuma ideação homicida. Diz ter delírios e alucinações auditivas. Seu insight parece bom, considerando a gravidade dos sintomas.

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Medium 9788527732895

8 - Compartimentos Líquidos do Organismo

RIELLA, Miguel Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

8

Compartimentos Líquidos do Organismo

Miguel Carlos Riella  •  Maria Aparecida Pachaly  •  Leonardo Vidal Riella  • 

Cristian Vidal Riella

INTRODUÇÃO

Os líquidos do corpo humano podem ser conceitualmente divididos em compartimentos que, embora não se constituam, literalmente, compartimentos anatômicos, representam uma divisão de como água, solutos e outros elementos em solução se segregam.

A água representa o principal constituinte do corpo humano e de todos os organismos vivos. O próprio organismo

é uma solução aquosa na qual estão dissolvidos vários íons e moléculas. Em circunstâncias normais, mesmo havendo variações na dieta, o conteúdo de água e eletrólitos se mantém estável por meio de modificações na excreção urinária.1

A distribuição dessa solução aquosa e de seus vários constituintes no organismo corresponde a um objeto de discussão nas próximas páginas.

UNIDADES DE MEDIDA DE ÁGUA E

DE ELETRÓLITOS

O corpo humano é formado por uma solução aquosa que representa 45 a 60% do peso corporal.2 Nessa solução, o solvente

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Medium 9788527728553

9 - Manejo de Dentes Impactados

M. Anthony Pogrel, Karl-Erik Kahnberg, Lars Andersson Grupo Gen PDF Criptografado

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Manejo de Dentes Impactados

O manejo de dentes impactados é provavelmente o problema mais comum de cirurgia bucal e maxilofacial em todo o mundo. Dentes que não conseguem erupcionar geralmente são os que erupcionam por último em determinada região onde não existe espaço suficiente ou em virtude do apinhamento dentário. Os que são impactados com mais frequência são os terceiros molares inferiores e superiores, seguidos dos caninos superiores e pré-molares inferiores.

O dente impactado é o que está impedido de erupcionar completamente em uma posição funcional normal.

Isso pode decorrer de falta de espaço, obstrução por outro dente ou outra via anormal de erupção. Ele pode ser impactado por tecidos moles ou duros e pode não estar erupcionado ou parcialmente erupcionado. A impacção por si só não é uma indicação para a extração dentária, mas somente uma descrição da posição do dente.

Contudo, às vezes os dentes impactados podem dar origem a complicações se mantidos na posição, e durante diversas décadas têm-se estabelecido recomendações no sentido de removê-los, mesmo quando assintomáticos. Nos últimos 20 anos, porém, houve muita discussão e controvérsia em relação à necessidade de tratamento profilático de dentes impactados, e atualmente existem evidências de que, se forem assintomáticos, não devem ser removidos. Essa discussão de cirurgia profilática do terceiro molar tem sido estimulada pelas pesquisas quanto a tomada de decisão clínica, análise de saúde pública, estudos de custo-efetividade, e pela incorporação de preferências do paciente ao processo de tomada de decisão.

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Medium 9788536317946

Capítulo 10. O sistema muscular: musculatura axial

Frederic H. Martini; Michael J. Timmons; Robert B. Tallitsch Grupo A PDF Criptografado

10

O Sistema Muscular

Musculatura Axial

Introdução

262

A musculatura axial

262

O BJ E T I VO D O C A P Í T U L O :

1. Identificar e localizar os principais músculos axiais do corpo, suas inserções de origem (pontos fixos) e inserções terminais (pontos móveis) e descrever suas inervações e ações.

262

O SISTEMA MUSCULAR

A classificação do sistema esquelético em divisões axial e apendicular oferece um roteiro útil para a subdivisão do sistema muscular. A musculatura axial localiza-se no esqueleto axial. Ela posiciona a cabeça e a coluna vertebral e contribui na mecânica da respiração por meio da movimentação da caixa torácica. Os músculos axiais não atuam na movimentação ou estabilização dos cíngulos dos membros superior ou inferior, nem dos próprios membros superiores e inferiores. Aproximadamente 60% dos músculos esqueléticos do corpo são músculos axiais. A musculatura apendicular estabiliza ou movimenta componentes do esqueleto apendicular. Os principais músculos axiais e apendiculares encontram-se ilustrados nas Figuras 10.1 e 10.2.

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Medium 9788527732840

42 - Inflamação, Morbidade Perinatal e Desfecho a Longo Prazo

MACDONALD, Mhairi G.; SESHIA, Mary M. K. Grupo Gen PDF Criptografado

42

Inflamação, Morbidade Perinatal e Desfecho a Longo Prazo

Olaf Dammann e T. Michael O’Shea

Introdução

A inflamação se refere a um arranjo de processos moleculares que desempenham uma função na fisiopatologia de determinados distúrbios da gravidez e neonatais. A inflamação perinatal pode ligar distúrbios maternos e gestacionais específicos à morbidez na descendência, incluindo disfunções agudas de órgãos, comprometimentos do desenvolvimento e, possivelmente, programação em relação a doen­ças no adulto. Portanto, é um possível alvo para os esforços preventivos para melhorar o desfecho da gravidez. Além disso, marcadores da inflamação apresentam um potencial como preditores precoces de distúrbios neonatais, tais como sepse e enterocolite necrosante (ECN) e como biomarcadores para monitorar o progresso da doen­ça e a eficácia das intervenções clínicas.

As informações a respeito dos possíveis efeitos da inflamação perinatal no neonato derivam de estudos nos quais a inflamação perinatal é quantificada com a utilização de dados a respeito dos iniciadores clínicos da inflamação, do exame histológico da placenta e do cordão umbilical em relação a evidências de infiltração de células imunes, e de medições de proteí­nas relacionadas à inflamação no líquido amnió­tico, no sangue materno, no sangue fetal e no sangue neonatal. Amostras arquivadas têm sido utilizadas para estudos epidemiológicos de biomarcadores dos desfechos relacionados ao cérebro que podem ser diagnosticados apenas anos após o parto (1-3).

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Medium 9788527724227

34 - Enemas

Vicky R. Bowden, Cindy Smith Greenberg Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

34

Enemas

Diretrizes clínicas

• O enema pode ser rea­li­zado por uma enfermeira ou por um técnico treinado (com prescrição do médico)

• O objetivo do enema é instilar solução no intestino grosso para:

° Amolecer as fezes, auxiliar na peristalse e evacuar o reto e o cólon quando ocorre impactação fecal aguda

° Preparação para exames diagnósticos ou procedimentos cirúrgicos

• O enema também é utilizado para reduzir intussuscepção quando prescrito e supervisionado por um médico

• O tipo e o volume da solução do enema a ser instilado varia de acordo com a idade e o tamanho da criança e com o motivo para sua rea­li­zação (Quadro 34.1 e Tabela 34.1).

• A administração de enema é contraindicada em crianças recentemente submetidas a cirurgia de cólon ou reto, com condições abdominais agudas e/ou distúrbio hemorrágico ou plaquetopenia.

Equipamento

• Óleo mineral ou solução salina para enema (o volume depende da idade e do tamanho da criança, veja a Tabela 34.1) e uma bolsa com tubo e sonda retal ou solução de enema prépreparado pelo fabricante

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Medium 9788520434383

4. Exame e avaliação

Peggy A. Houglum Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Exame e avaliação

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Identificar os principais fatores do exame subjetivo.

2. Delinear um processo de exame objetivo que inclua todos os principais fatores.

3. Explicar os diferentes tipos de sensação final e distinguir entre sensação final normal e patológica.

4. Explicar como um plano de tratamento é concebido e sobre quais fatores ele se baseia.

5. Definir a nota SOAP e explicar sua importância para a reabilitação.

6. Identificar dois outros registros utilizados na reabilitação e demonstrar sua importância.

Exercicio terapeutico cap. 04.indd 81

19/2/15 4:53 PM

Parte I | Conceitos básicos

Catherine An instrui estudantes de treinamento esportivo ingressantes nos procedimentos de exame de reabilitação. No passado, ela descobriu que o primeiro ponto de confusão dos alunos é identificar a diferença entre o exame de uma lesão aguda para os primeiros socorros e o exame de uma lesão para a reabilitação. Suas aulas com a nova classe começam hoje. Sua primeira meta é identificar as diferenças entre um exame de lesão aguda e um exame de reabilitação. Catherine, então, introduzirá os procedimentos para um exame de reabilitação, explicará como identificar os problemas do paciente, como definir as metas a partir de tais problemas e como desenvolver um plano de tratamento com base nos problemas e nas metas.

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Medium 9788520436776

8. Exercícios para problemas de equilíbrio

Carolyn Kisner, Lynn Allen Colby Editora Manole PDF Criptografado

Exercícios para problemas de equilíbrio

8 capítulo

n  Anne D. Kloos, PT, PhD, NCS  

Contexto

n  Deborah L. Givens, PT, PhD, DPT

geral e conceitos  260

Equilíbrio: termos básicos e definições  260

Controle do equilíbrio  261

Sistemas sensoriais e controle do equilíbrio  262

Estratégias motoras para controle do equilíbrio  263

Controle do equilíbrio sob condições variadas  265

Comprometimento

do equilíbrio  268

Comprometimento dos impulsos sensoriais  268

Comprometimento da integração sensório-motora 268

Déficits biomecânicos e da resposta motora  269

Déficits com o envelhecimento  269

Déficits decorrentes de medicamentos  270

Tratamento

Atividades

Perda de equilíbrio e quedas são problemas que afetam as pessoas com uma grande variedade de diagnósticos. Em geral, os fisioterapeutas avaliam o equilíbrio e usam o treinamento ou os exercícios de equilíbrio como intervenções primárias ou secundárias para pacientes submetidos a vários tipos de programas de reabilitação. Em virtude da importância da avaliação e do tratamento do equilíbrio na prática clínica, o Guia para a

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Medium 9788582712641

Capítulo 17. Disgnosias

Newra Tellechea Rotta, Lygia Ohlweiler, Rudimar dos Santos Riesgo Grupo A PDF Criptografado

17

DISGNOSIAS

LYGIA OHLWEILER

ANA GUARDIOLA

A

s gnosias são as funções corticais ligadas ao conhecimento. Para melhor entender essa definição, é preciso comentar que toda gnosia constitui uma percepção mais elaborada, abrangendo uma maior área cortical, sendo um processo mais complexo que envolve, além da detecção, da discriminação e da identificação, o reconhecimento.

Este último processo necessita da integração de esquemas elaborados em experiências anteriores.

A percepção é a tomada de consciência sensorial de acontecimentos exteriores que originaram sensações diversas. Atendo-se a essa definição, existem tantos tipos de percepções quanto de sentidos: visuais, olfativas, auditivas, táteis e cinestésicas. À medida que essas percepções se integram, surgem as complexas, que dão origem às gnosias mais elaboradas, como as noções de esquema corporal, espaço, tempo, movimento e velocidade.

Pode-se considerar que percepção e gnosia não são sinônimos, embora para alguns autores possa tratar-se do mesmo fenômeno.

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Medium 9788527730808

55 - Farmacologia Dermatológica

Helenice de Souza Spinosa, Silvana Lima Górniak, Maria Martha Bernardi Grupo Gen PDF Criptografado

55

Farmacologia Dermatológica

Carlos Eduardo Larsson | Carlos Eduardo Larsson Júnior

INTRODUÇÃO nn

No cotidiano da clínica médica veterinária, os agravos que acometem o tegumento cutâ­n eo e seus fâneros são sempre motivo de preocupação manifestada pelos proprietários. A despeito da exposição con­ti­nuada da pele aos agravos, mormente aqueles de natureza exógena, pelas suas características morfoestruturais e bioquí­micas, pode, a pele, ser considerada como um órgão bastante resistente ao assentamento de entidades mórbidas. Todavia, em que pese a aparente resistência desse órgão, por vezes a higidez tegumentar é cindida. Nessas condições e, talvez, pela pele se constituir no maior órgão da economia animal, bastante visível aos olhos dos proprietários, quando acometida pelos distintos quadros mórbidos, de natureza endócrina, nutricional, metabólica, parasitária, micótica, bacteriana, degenerativa e neoplásica, sempre há a busca de auxílio do médico-veterinário para interposição da terapia, muitas vezes não se dando a devida importância ao estabelecimento de um preciso diagnóstico.

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