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Medium 9788520462607

23 Gastronomia Hospitalar em Oncologia

Thais Manfrinato Miola, Fernanda Ramos de Oliveira Pires Editora Manole ePub Criptografado

Edilene Maturana da Silva

Gilvanete Amorim Gomes

Pacientes adultos diagnosticados com neoplasia maligna frequentemente apresentam o estado nutricional comprometido com perda de peso superior a 10% em até 30% dos casos. O emagrecimento em pacientes oncológicos causa alteração na aparência, o que afeta a autoestima. Maiores taxas de mortalidade e morbidade estão associadas a pacientes desnutridos, assim como redução da resposta e tolerância ao tratamento específico, custos elevados e agravamento da qualidade de vida.1

Atualmente a desnutrição ainda passa despercebida em muitos hospitais, com consequências visíveis na qualidade de vida dos pacientes. A dieta hospitalar tem função coterapêutica em doenças crônicas e agudas e é importante para assegurar o aporte de nutrientes ao paciente hospitalizado, salvaguardando seu estado nutricional. Apesar da preocupação com o aspecto nutricional do paciente, pouca atenção tem sido dada à alimentação hospitalar.2,3

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Medium 9788536327655

Capítulo 89 - Anemias

Gustavo Gusso, Vinicius Pereira silva silva Grupo A PDF Criptografado

� CAPÍTULO 89

ANEMIAS

Luis Antonio Macedo

Mikael Marcelo de Moraes

Aspectos-chave

As anemias podem ter várias origens, várias etiologias específicas.

A principal causa de anemia no mundo é a ferropriva.

As mulheres desenvolvem mais anemia que os homens devido às perdas fisiológicas da menstruação.

A anemia não é uma doença ou um diagnóstico final, e sim uma síndrome de sintomas e sinais. Deve-se sempre investigar sua causa.1

Caso clínico

Neusa Teresinha, 40 anos, empregada doméstica, vem por queixa de cansaço e sonolência há muito tempo. Relata que isso tem lhe prejudicado não apenas no trabalho, mas também sua vida social. Não tem mais a disposição de antes. O cansaço é até quando precisa correr para pegar o

ônibus. Tem sentido dor na cabeça, dormência estranha nas mãos e irritabilidade com os filhos e com o marido. Apresenta uma incontrolável vontade de comer macarrão cru e gelo, mesmo com ardência na língua, queda de cabelo e unhas fracas. Andou meio tonta no trabalho e a patroa até desconfiou de uma possível gravidez. Questionada sobre seu ciclo menstrual, afirma passar mais de sete dias ao mês com o sangramento que vem acompanhado de coágulos e a usar vários absorventes. Já esteve se consultando por esse problema anteriormente e traz exames que não foram vistos por nenhum médico. Ultrassonografia pélvica transvaginal: útero em retroversoflexão, medindo 10,9 × 6,7 × 6,5 cm com volume de 246,9 cm³. Mioma com componente submucoso que mede 5,7 × 4,6 cm. Ovários de aspecto usual e sem alterações em anexos. Hemograma: Eritrócitos

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Medium 9788582714959

Capítulo 105. Pressão Arterial Elevada

Alberto Augusto Alves Rosa, José Luiz Möller Flôres Soares, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

PRESSÃO ARTERIAL ELEVADA

Hachem C, Shaheen N. Diagnosis and Management of Functional Heartburn. Am J Gastroenterol. 2016;

111(1):53-61.

Johnston BT, Castell DO. Sympton overview and quality of live. In: Castell DO, Richter JE. The esophagus. 4th ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins; 2004. p. 3-41.

Katz PO, Gerson LB, Vela MF. Guidelines for the diagnosis and management of gastroesophageal reflux disease.

Am J Gastroenterol 2013; 108:308.

Moraes-Filho JP, Chinzon D, Eisig JN, Hashimoto CL, Zaterka S. Prevalence of heartburn and gastroesophageal reflux disease in the urban Brazilian population. Arq. Gastroenterol. 2005; 42:122-127.

Moraes-Filho JP, Navarro-Rodriguez T, Barbuti R, Eisig J, Chinzon D, Bernardo W; Brazilian Gerd Consensus

Group. Guidelines for the diagnosis and management of gastroesophageal reflux disease: an evidence-based consensus. Arq Gastroenterol. 2010; 47(1):99-115.

Nader FC, Costa JS; Nader GA, Motta GL. Prevalência de pirose em Pelotas, RS, Brasil: estudo de base populacional. Arq. Gastroenterol. 2003; 40 (1): 31-34.

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Medium 9788536510903

12.1 Aplicação na área médica

Sérgio Tomaz Natale Editora Saraiva PDF Criptografado

Além disso, as radiações são ondas eletromagnéticas ou partículas que se propagam com alta velocidade e energia e que, ao interagir com a matéria, podem produzir vários efeitos. Essas radiações são denominadas ionizantes quando produzem íons, elétrons livres e radicais na matéria que sofreu a interação.

As propriedades das radiações, do ponto de vista dos sentidos humanos, são: inodoras (sem cheiro), invisíveis, indolores, inaudíveis e insípidas (sem sabor, sem gosto).

Outra característica das radiações ionizantes é que elas são bastante penetrantes, quando comparadas a outros tipos de radiação.

Sabe-se que metade da radiação a que o homem é exposto tem origem cósmica. Nas regiões polares, esses níveis são mais elevados. Outro ponto importante é a altitude: quanto maior for a altitude, maior será a intensidade.

Já as fontes de radiação terrestres (água, solo) são responsáveis por outra parte da radiação natural à qual o homem é exposto. São fontes terrestres de materiais radioativos encontrados em solos e rochas. Os níveis dessa radiação terrestre diferem de um lugar para outro, pois as concentrações desses materiais podem variar.

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Medium 9788582714959

Capítulo 61. Fibrilação Atrial

Alberto Augusto Alves Rosa, José Luiz Möller Flôres Soares, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

FIBRILAÇÃO ATRIAL

CAPÍTULO 61

FIBRILAÇÃO ATRIAL

GABRIELA FEHRENBACH

MÁRCIO TORIKACHVILI

JOSÉ LUIZ MÖLLER FLÔRES SOARES

► Fibrilação atrial (FA) é uma arritmia supraventricular em que ocorre desorganização completa na atividade elétrica atrial, ocasionando perda da contração atrial e consequente ausência da sístole atrial. É a arritmia mais comum na prática clínica, sendo caracterizada ao eletrocardiograma

(ECG) por ritmo irregularmente irregular, com presença de ondas F (tremor de alta frequência) na linha de base – que substituem as ondas P normalmente presentes – e oscilações de baixa amplitude com frequência atrial entre 300 e 600 batimentos por minuto (bpm) com morfologia e amplitude variáveis.

A frequência ventricular é variável (em geral, rápida), podendo atingir entre

120 e 160 bpm e, em algumas ocasiões, pode até ser maior.

CONCEITOS

ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS ► A incidência da FA na população mundial vem aumentando nos últimos anos, tanto por aumento de diagnósticos dos casos silenciosos bem como por aumento da longevidade e presença de fatores predisponentes. Em adultos com idade acima de 20 anos, a prevalência alcança 3%, com maiores números em idosos e indivíduos com fatores de risco como hipertensão, insuficiência cardíaca, diabetes melito, doença renal crônica, obesos, portadores de valvulopatias e doença arterial coronariana.

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Medium 9788536327655

Capítulo 108 - Abuso infantil

Gustavo Gusso, Vinicius Pereira silva silva Grupo A PDF Criptografado

� CAPÍTULO 108

ABUSO INFANTIL

Fabiano Gonçalves Guimarães

Artur Oliveira Mendes

Aspectos-chave

Maus-tratos são entendidos como a atitude deliberada ou desnecessária de colocar uma criança em situação de perigo.

Abuso é uma ação que causa algum tipo de dano a uma criança.

Negligência é uma “não ação” que causa dano a uma criança, é o não atendimento às suas necessidades básicas (como alimentação, vestuário, higiene, assistência à saúde, proteção, supervisão e acesso à educação formal).

O abuso e a negligência infantil causam sérios danos (físicos e psicológicos) que repercutem na adolescência e na fase adulta e podem afetar o comportamento do indivíduo com as próximas gerações, contribuindo para perpetuar o ciclo de violência familiar.

A notificação de situações de violência familiar, como nos casos de abuso, é obrigatória para os profissionais de saúde.

Caso clínico

Luciana, 23 anos, há tempos não leva a filha Marina, 5 anos, ao centro de saúde. Em função de solicitação do Conselho Tutelar, marca consulta com o Dr. Antônio, médico de família e da comunidade de sua equipe de saúde da família. No dia da consulta, Luciana entrega ao médico o relatório do conselheiro que solicita avaliação médica de Marina em função de denúncia de maus-tratos. Durante a anamnese,

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Medium 9788582714959

Capítulo 102. Perda Auditiva

Alberto Augusto Alves Rosa, José Luiz Möller Flôres Soares, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

PERDA AUDITIVA

de polineuropatia fica evidente. As características da evolução do quadro favorecem determinada etiologia. Nos casos de parestesias ascendentes associadas à paresia progressiva, também ascendente, em evolução aguda, deve-se suspeitar da síndrome de Guillain-Barré. A evolução subaguda ou crônica de um quadro semelhante tem diagnóstico diferencial mais amplo, que envolve causas metabólicas, inflamatórias e autoimunes, demandando abordagem com exames laboratoriais e realização de eletroneuromiografia.

Em geral, a eletroneuromiografia mostra alterações somente após 2 semanas do início dos sintomas, não devendo ser utilizada na fase aguda.

TRATAMENTO ► Tendo em vista as inúmeras etiologias possíveis para as

parestesias, não é possível resumir o tratamento a uma abordagem única.

O tratamento das parestesias varia de acordo com a causa, assim como o prognóstico.

REFERÊNCIAS ►

Bähr M, Frotscher M, Duus P, Spitzer G, Gay B. Duus’ topical diagnosis in neurology: anatomy, physiology, signs, symptoms. 5th ed. Stuttgart: Thieme; 2012.

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Medium 9788582712771

Capítulo 7. Exame neurológico

Alba Lucia Bottura Leite de Barros Grupo A PDF Criptografado

7

Exame neurológico

Solange Diccini // Iveth Yamaguchi Whitaker //

Eliane de Araujo Cintra

O exame neurológico é complexo e extenso, fato que, às vezes, dificulta sua realização. No entanto, ele é parte indispensável do aprendizado do aluno de enfermagem, pois, em situações pertinentes, um exame neurológico detalhado e cuidadoso traz informações relevantes para a assistência de enfermagem.

O objetivo da avaliação neurológica conduzida pelo enfermeiro compreende a realização do exame neurológico inicial na admissão do paciente, a identificação de disfunções no sistema nervoso, a determinação dos efeitos dessas disfunções na vida diária do indivíduo e a detecção de situações de risco de vida. A frequência de realização desse exame dependerá das condições de admissão e da estabilidade do paciente.

Cada item do exame neurológico é importante na identificação do diagnóstico de enfermagem. Neste capítulo, será abordado, basicamente, o exame neurológico do paciente adulto, uma vez que a semiologia da criança tem suas particularidades no enfoque atual do estudo da neurologia. Para uma adequada avaliação neurológica, é importante que o exame seja feito após a entrevista, aspecto já abordado no Capítulo 4. Os dados coletados poderão nortear a ênfase em pontos relevantes e necessários para o exame neurológico. Ressalta-se a importância de um exame neurológico bem feito, com conhecimento e aplicação de técnicas corretas de pesquisa dos sinais clínicos.

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Medium 9788527731300

PARTE 6: 81 - Hepatectomia Direita (Segmentos V, VI, VII, VIII ± Segmento I)

E. Christopher Ellison, Robert M. Zollinger Jr Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

81

Hepatectomia Direita

(Segmentos V, VI, VII, VIII ± Segmento I)

INDICAÇÕES A excisão local bem‑sucedida de tumores benignos de fígado incentivou uma abordagem cirúrgica mais agressiva para a excisão de metástases hepáticas de neoplasias malignas colorretais. Durante os primei‑ ros 2 anos ou mais após a retirada de um tumor colorretal, os níveis de antí‑ geno carcinoembrionário (CEA) são determinados a cada 3 meses. Quando os níveis de CEA começam a aumentar, deve‑se considerar a possibilidade de recidiva. Na ausência de qualquer prova de metástases ou recidiva no reto, cólon, pulmão ou cavidade peritoneal, deve‑se proceder a uma pes‑ quisa à procura de metástases hepáticas. São realizados exames de imagem por meio de TC, RM ou PET. Em geral, não há necessidade de angiografia hepática, que tem sido substituída por TC ou RM com reconstrução coronal para definir a anatomia regional. Qualquer evidência de metástases hepáti‑ cas exige uma avaliação do número, tamanho e localização das metástases.

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Medium 9788580551471

Capítulo 19 - Sistema Nervoso Autônomo

Hershel Raff, Michael G. Levitzky Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

Sistema Nervoso Autônomo

19

Susan M. Barman

OBJETIVOS

Descrever a localização dos corpos celulares e as trajetórias axonais dos neurônios pré-ganglionares simpáticos e parassimpáticos.

Descrever a localização dos corpos celulares e as trajetórias axonais dos neurônios pós-ganglionares simpáticos e parassimpáticos.

Nomear os neurotransmissores que são liberados pelos neurônios autonômicos pré-ganglionares e pós-ganglionares.

Listar as principais funções do sistema nervoso autônomo.

Identificar algumas das aferências neurais aos neurônios simpáticos e parassimpáticos.

INTRODUÇÃO

O sistema nervoso autônomo* (SNA) é um dos sistemas de controle responsáveis pela homeostasia e é a origem da inervação dos demais órgãos efetores que não sejam os músculos esqueléticos. As terminações nervosas estão localizadas na musculatura lisa (p. ex., vasos sanguíneos, parede do trato digestório, bexiga urinária), no músculo cardíaco e nas glândulas (p. ex., glândulas sudoríparas e salivares). Embora a sobrevivência seja possível sem um SNA, a capacidade para se adaptar a estressores ambientais ou a qualquer outro desafio fica gravemente comprometida em doenças que afetem esse componente do sistema nervoso. O SNA possui duas importantes divisões: o sistema nervoso simpático e o parassimpático. Cada uma das divisões simpática e parassimpática está classicamente definida por neurônios pré-ganglionares e pós-ganglionares. Uma definição mais moderna do SNA considera as vias descendentes de várias regiões prosencefálicas e do tronco encefálico, como também as vias aferentes que determinam o nível de atividade dos nervos simpáticos e parassimpáticos.

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Medium 9788527736688

36 Manejo de Pacientes com Distúrbios de Deficiência Imune

Janice L. HINKLE, Kerry H. CHEEVER Grupo Gen ePub Criptografado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Identificar a fisiopatologia, as manifestações clínicas e o manejo dos pacientes com distúrbios de imunodeficiência primária.

2 Descrever os modos de transmissão da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e as estratégias de prevenção.

3 Explicar a fisiopatologia associada às manifestações clínicas do HIV e da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) e o objetivo da terapia antirretroviral (TAR).

4 Aplicar o processo de enfermagem como um referencial para os cuidados do paciente com HIV/AIDS.

5 Identificar os recursos disponíveis para o paciente e para seus familiares de promoção do automanejo dos distúrbios de imunodeficiência.

candidíase: infecção causada por espécies de Candida (levedura), geralmente na pele e nas mucosas

complexo Mycobacterium avium (MAC): infecção oportunista causada por micobactérias que comumente causam manifestações respiratórias, mas que também podem infectar outros sistemas corporais

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Medium 9788580552591

Caso 53

Eugene C. Toy, Terrence H. Liu, Andre R. Campbell Grupo A PDF Criptografado

CASO 53

Uma menina de 1 mês foi examinada por apresentar icterícia persistente. O bebê nasceu com 39 semanas de gestação. A progenitora era uma mulher saudável, com 28 anos, sem história familiar de problemas médicos. O parto foi feito por cesariana, após o rompimento prematuro das membranas. O bebê nasceu pesando 3.200 g e com escores de Apgar iguais a 9 em 1 e 5 minutos.

A menina evacuou mecônio em seu primeiro dia de vida e já apresenta uma icterícia leve no momento da alta hospitalar, no segundo dia. Nos últimos dias, a paciente tem eliminado fezes acólicas e urina escura. Ao exame, a bebê apresentava-se profundamente ictérica. Os achados do exame cardiopulmonar foram irrelevantes. Seu fígado é palpável e firme. Não foram identificadas outras massas abdominais. Os exames de laboratório revelaram um hemograma normal, níveis de bilirrubina total e bilirrubina direta de 28 mg/dL e 24 mg/dL, respectivamente, bem como níveis séricos de aspartato aminotransferase/alanina aminotransferase (AST/ALT) e fosfatase alcalina iguais a 300/250 U/L e

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Medium 9788527731300

PARTE 9: 105 - Correção de Hérnia Inguinal Indireta (Shouldice)

E. Christopher Ellison, Robert M. Zollinger Jr Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

105

Correção de Hérnia Inguinal

Indireta (Shouldice)

INDICAÇÕES  A herniorrafia tornou‑se um procedimento cirúrgico ambu‑ latorial, independentemente da idade do paciente. A técnica de Shouldice foi defendida durante alguns anos como procedimento de escolha para adultos com hérnias inguinais.

PREPARO PRÉ‑OPERATÓRIO  O paciente obeso deve perder peso, de pre‑ ferência dentro de 10% do peso ideal calculado. Essa exigência pode retar‑ dar a operação durante um tempo considerável. Quaisquer infecções da pele devem ser tratadas antes da operação. Tosse produtiva ou de infecção respiratória alta também retarda o procedimento. Os tabagistas crônicos devem ser incentivados a reduzir o fumo de cigarros. Devem‑se investigar sinais de obstrução prostática em homens mais idosos. Todos os pacientes devem ser orientados sobre a maneira de levantar do leito com mínimo de desconforto e aconselhados a praticar a técnica. Deve‑se verificar a exis‑ tência de sensibilidade a fármacos, incluindo anestésicos locais. Deve‑se administrar um catártico brando na véspera da operação para assegurar o esvaziamento do cólon. Pode‑se administrar um laxativo suave ou óleo mineral para assegurar a limpeza do intestino sem esforço excessivo após a cirurgia. É fundamental proceder a uma avaliação clínica completa nos pacientes idosos. A hérnia deve ser relativamente assintomática, a não ser que se torne encarcerada. Quaisquer outros sintomas precisam ser avalia‑ dos, visto que podem ser devidos a outras causas além da hérnia.

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Medium 9788536317946

Capítulo 6. O sistema esquelético: esqueleto axial

Frederic H. Martini; Michael J. Timmons; Robert B. Tallitsch Grupo A PDF Criptografado

6

O Sistema Esquelético

Esqueleto Axial

O BJ E T I VO S D O C A P Í T U L O :

1. Identificar os ossos do esqueleto axial e suas funções.

2. Identificar os ossos do crânio e explicar a importância das estruturas nos ossos individuais.

3. Localizar e descrever as principais estruturas do crânio.

4. Descrever a estrutura do complexo nasal e as funções dos seus elementos individuais.

5. Descrever os ossos associados ao crânio e discutir suas funções.

6. Demonstrar as diferenças estruturais entre crânios de bebês, crianças e adultos.

7. Descrever a estrutura geral da coluna vertebral.

8. Identificar e descrever as curvaturas da coluna vertebral e suas funções.

9. Identificar e descrever as partes de uma vértebra típica.

10. Identificar os grupos vertebrais e descrever as diferenças entre eles em termos estruturais e funcionais.

11. Descrever as características e os referenciais anatômicos em uma costela típica e ser capaz de diferenciar costelas verdadeiras de falsas.

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Medium 9788536313320

4 - Os principais campos e tipos de psicopatologia

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais

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4

Os principais campos e tipos de psicopatologia

Umas das principais características da psicopatologia, como campo de conhecimento, é a multiplicidade de abordagens e referenciais teóricos que tem incorporado nos últimos 200 anos. Tal multiplicidade é vista por alguns como “debilidade” científica, como prova de sua imaturidade. Os psicopatólogos são criticados por essa diversidade de “explicações” e teorias, por seu aspecto híbrido em termos epistemológicos.

Dizem alguns que, quando se conhece realmente algo, se tem apenas uma teoria que explica cabalmente os fatos; quando não se conhece a realidade que se estuda, são construídas centenas de teorias conflitantes. Discordo de tal visão; querer uma

única “explicação”, uma única concepção teórica, que resolva todos os problemas e dúvidas de uma área tão complexa e multifacetada como a psicopatologia é impor uma solução simplista e artificial, que deformaria o fenômeno psicopatológico. A psicopatologia é, por natureza e destino

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