15694 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582715055

Capítulo 32. Síndromes psicóticas (quadros do espectro da esquizofrenia e outras psicoses)

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

32

Síndromes psicóticas

(quadros do espectro da esquizofrenia e outras psicoses)

As síndromes psicóticas caracterizam-se por experiências como alucinações e delírios, desorganização marcante do pensamento e/ou do comportamento ou comportamento catatônico (Janzarik, 2003; APA, 2014; CID-11, 2018).

Experiência intensa de estar sendo perseguido ou ameaçado (por pessoas ou forças estranhas), assim como alterações evidentes na vida pessoal, familiar e social, são frequentes nos quadros psicóticos. São condições, de modo geral, de acentuada gravidade (Schimid, 1991; Gaebel;

Zielasek, 2015).

Não há consenso pleno, entretanto, sobre a definição precisa de “psicose” (Nielsen et al.,

2008). Os autores de orientação psicodinâmica, assim como muitos psicólogos clínicos, tendem a dar ênfase à perda de contato com a realidade e/ou a distorções muito marcantes na percepção e na relação com a realidade. O “teste de realidade”, que é a função do ego em avaliar e julgar de modo objetivo o mundo externo, estaria gravemente prejudicada na psicose (tal visão tem origem nas noções de Freud e de

Ver todos os capítulos
Medium 9788541202404

Capítulo 38 – Osteoporose na mulher

Alexandre Campos Moraes Amato Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

38

Osteoporose na mulher

Ceci Mendes Carvalho Lopes

A osteo­porose é um dos problemas que devem ser destacados no atendimento à mulher após a menopausa, uma vez que, com o aumento da longevidade, passou a ser evidenciada, justamente por atingir as pessoas acima dos 65 anos, e porque as mulheres são mais suscetíveis a ela.

Define-se como osteo­porose um distúrbio ósseo em que há redução na massa óssea, com desarranjo da estrutura esquelética resultando em fragilidade, que compromete a força óssea e aumenta o risco de fraturas.

É um problema de saú­de pública e abrange implicações de ordem emocional, social e econômica, uma vez que se estima que, só no Brasil, haja mais de 12 milhões de pessoas afetadas por ela, cerca de um homem para cada três mulheres; aproximadamente 200 mil mortes sejam ocasionadas por complicações da osteo­porose, após fraturas. Nos Estados

Unidos, mais de dois milhões de fraturas osteo­poróticas ocorrem por ano e em torno de

Ver todos os capítulos
Medium 9788527735483

19 Conduta de Enfermagem na Gravidez de Risco | Complicações Relacionadas com a Gestação

Susan Scott Ricci Grupo Gen ePub Criptografado

PALAVRAS-CHAVE

Aborto

Descolamento prematuro de placenta

Doença trofoblástica gestacional (DTG)

Eclâmpsia

Gestação múltipla

Gravidez de alto risco

Gravidez ectópica

Hiperêmese gravídica

Hipertensão gestacional

Oligo-hidrâmnio

Placenta acreta

Placenta prévia

Poli-hidrâmnio

Pré-eclâmpsia

Ruptura prematura de membranas fetais (RPMF)

Ruptura prematura prétermo de membranas fetais (RPPMF)

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Comparar e contrastar uma gestação normal a uma gestação de alto risco. Determinar os fatores comuns que podem impor um alto risco à gestação.

2. Detectar as causas de sangramento vaginal durante o início e o final da gestação.

3. Delinear a avaliação e a conduta de enfermagem para a gestante com sangramento vaginal.

4. Desenvolver um plano de cuidados para a gestante que apresenta pré-eclâmpsia, eclâmpsia e síndrome HELLP.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527726412

CAPÍTULO 81 – Taquifemia

MARCHESAN, Irene Queiroz; JUSTINO, Hilton; TOMÉ, Marileda Cattelan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 8 1

Taquifemia

C ris t ia n e M o ç o Ca n h e t t i d e O l i v e i r a

Introdução

Taquifemia é um distúrbio da comunicação multidi­ mensional e complexo relacionado com a fluência, a articulação e a linguagem. O espectro amplo da sinto­ matologia da taquifemia, assim como a possibilidade de existir diferentes mecanismos neurais distintos em subgrupos diferentes1, caracteriza a heterogeneidade do distúrbio.

A definição amplamente aceita de taquifemia é de consiste em um distúrbio da fluência caracterizado por uma velocidade que é percebida como sendo rápida, irregular, ou ambas para o falante (embora o fluxo de sílabas por minuto pode não estar aumentado). Tal anormalidade da velocidade pode ser acompanhada por um ou mais dos seguintes sintomas: número ex­ cessivo de disfluências, sendo que a maioria delas não

é típica da gagueira. A localização das pausas e o pa­ drão prosódico não são coerentes com a estrutura sin­ tática e semântica; inapropriada coarticulação (fre­ quentemente excessiva) entre sons, especialmente em palavras polissílabas2.

Ver todos os capítulos
Medium 9788541201483

CAPÍTULO 6 - ARTROPATIAS INFLAMATÓRIAS

FAGUNDES, Djalma José (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

ARTROPATIAS INFLAMATÓRIAS

Figura 6.1 – Artrite psoriática.

Figura 6.2 – Artrite reumatoide.

Artrite psoriática

Artrite reumatoide

capitulo_06.indd 85

18/03/13 09:06

86 ARTROPATIAS INFLAMATÓRIAS

ARTROPATIAS INFLAMATÓRIAS COM MANIFESTAÇÃO

NO MEMBRO SUPERIOR

Artrite é um termo genérico para aproximadamente 100 doenças que produzem inflamação no tecido conectivo ou degeneração não inflamatória desses tecidos. Ela afeta aproximadamente 350 milhões de pessoas no mundo todo. As formas mais comuns são a osteoartrite e a artrite reumatoide.

FISIOPATOLOGIA DAS ARTRITES

A artrite apresenta diferentes fatores desencadeantes, variando desde o desgaste natural pelo uso e pela idade, até o sobrepeso, que sobrecarrega as articulações maiores. Traumas, lesões e cirurgias nas articulações também podem evoluir com osteoartrite. Dependendo de sua forma de manifestação, ela poderá ser classificada como artrite degenerativa, gotosa, piogênica aguda, psoriática ou reumatoide. Alguns casos de artrite podem ser familiares, porém isso não é uma regra.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731294

Parte 11 - 50 - Suínos

GRIMM, Kurt A.; LAMONT, Leigh A.; TRANQUILLI, William J.; GREENE, Stephen A.; ROBERTSON, Sheilah A. Grupo Gen PDF Criptografado

50

Suínos

Lais M. Malavasi

Considerações pré-anestésicas, 923

Manipulação e contenção, 923

Administração de fármacos, 923

Jejum, 924

Medicação pré-anestésica, 924

Agentes parassimpatolíticos, 924

Sedação, 924

Indução da anestesia, 926

Intubação orotraqueal, 928

Considerações pré-anestésicas

��Manipulação e contenção

Os suínos são considerados animais de contenção difícil, em virtude do formato de seu corpo e da falta de apêndices para que se possa segurá-los com facilidade.1 Entretanto, a contenção pode ser facilitada pela adaptação do animal à presença humana e sua manipulação, resultando em um ambiente menos estressante. Como os suínos podem ser muito sensíveis ao estresse, é fundamental que os pesquisadores aclimatem os animais em suas instituições por um período de 2 a 3 semanas antes do experimento.2 Durante esse período, é necessário falar com os suínos de maneira tranquila e manuseá-los com calma. Entretanto, se o tempo for limitado, e o animal não for treinado, ele pode ser isolado em um canto, utilizando uma divisória, conhecida como “tábua de contenção” (hog board). Essa partição pode ser feita de madeira ou metal e deve ter a mesma altura do animal e um comprimento de dois terços do comprimento total do suíno. A “tábua de contenção” é utilizada para proteger o manipulador durante o exame ou na aplicação de injeção intramuscular.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527730808

48 - Anabolizantes

SPINOSA, Helenice de Souza; GÓRNIAK, Silvana Lima; BERNARDI, Maria Martha Grupo Gen PDF Criptografado

48

Anabolizantes

João Palermo-Neto

INTRODUÇÃO nn

Segundo a Food and Agriculture Organization/Organização

Mundial da Saú­de (FAO/OMS), anabolizantes são substâncias que aumentam a retenção de nutrientes fornecidos pela alimentação. O termo, no entanto, tem sido empregado em outro contexto; é nome genérico que se atribui especificamente aos esteroides anabólicos, os quais são um grupo de compostos naturais e sintéticos. Em especial, quando usados, aumentam a retenção do nitrogênio proteico e não proteico presentes nos alimentos e sua subsequente transformação em proteí­na, par­ticular­mente nos ­músculos esqueléticos. Portanto, produzem aumento da massa

­muscular e do peso dos animais.

A palavra “anabolizante” deriva de “anabolismo”, nome dado ao conjunto de processos fisiológicos que resultam na fixação de nutrientes e, consequentemente, na formação e no crescimento dos tecidos. Neste contexto, é relevante comentar que os esteroides anabólicos têm em comum a capacidade de produzir, em maior ou menor proporção, efeitos androgênicos e efeitos anabólicos. Efeitos androgênicos são aqueles responsáveis pelo desenvolvimento do sistema reprodutor masculi­no e pelas características sexuais secundárias dos machos; efeitos anabólicos são aqueles que se traduzem pela maior retenção do nitrogênio alimentar com consequente aumento da massa e da força ­muscular (efeito miotrófico), fato que ocorre por ação específica destes compostos em receptores presentes no núcleo das células.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527733632

27 - Anatomia de Superfície

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

ANATOMIA DE SUPERFÍCIE

27

INTRODUÇÃO   No Capítulo 1, apresentamos vários ramos da anato‑ mia e assinalamos a relação entre esses ramos e nosso conhecimen‑ to sobre a estrutura do corpo. Agora que você conhece todos os sistemas do corpo, neste último capítulo vamos estu‑ dar mais detidamente as estruturas que podem ser vistas ou palpadas na superfície. O conhe‑ cimento da anatomia de superfície ajuda não apenas a identificar estruturas externas, mas também a localizar a posição de várias es‑ truturas internas. Essa é a verdadeira utilidade da anatomia de superfície, sobretudo na prá‑ tica clínica – visualizar estruturas anatômi‑ cas que não são vistas na superfície. •

?

Mark Nielsen

Tortora 27.indd 933

Você já se perguntou por que os profissionais de saúde usam o conhecimento de anatomia de superfície ao fazer o exame físico e alguns exames complementares? Você pode encontrar a resposta na página 934.

28/11/18 16:02

934 

PRINCÍPIOS DE ANATOMIA HUMANA

Ver todos os capítulos
Medium 9788536325750

Capítulo 21 - Paciente com sofrimento espiritual em cuidados paliativos

Miriam de Abreu Almeida, Amália de Fátima Lucena, Elenara Franzen, Maria do Carmo Laurent Grupo A PDF Criptografado

21

Paciente com Sofrimento espiritual em cuidados paliativos

Rosmari Wittmann-Vieira, Rose Mary Devos Valejos

Caren Jaqueline Gomes

Estudo de caso

Paciente feminina, 47 anos, dona de casa, católica. Procurou atendimento médico em dezembro de 2008 por apresentar queixas de dor no baixo­‑ventre e na região anal, de forma intermitente, com fezes afiladas e sangramento anal.

Em janeiro de 2009, realizou retossigmoidoscopia, evidenciando adenocarcinoma invasivo de colo. Em abril, iniciou a quimioterapia e, em julho, a radioterapia. Com a evolução da doença, foi internada e submetida a retossigmoidectomia abdominal e colostomia. Nesse momento, foi avaliada pela equipe médica como estando “fora de possibilidades terapêuticas de cura” (FPTC) e foi solicitada a transferência ao núcleo de cuidados paliativos (NCP).

A paciente foi admitida ao NCP com vistas ao controle da dor e dos demais sintomas decorrentes da evolução da doença, acompanhada pelo marido, com incentivo ao apoio psicoespiritual e social e com suporte a sua família.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714560

Capítulo 117. Ansiedade de morrer

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

117

ANSIEDADE DE MORRER

E se eu não conseguir escrever um bom texto sobre o livro Meus tempos de ansiedade? Minha reputação será arruinada para sempre. Minhas mãos suam no teclado enquanto penso nisso, acho que vou deixar para mais tarde, escrever agora parece impossível. Expor assim a ansiedade não pode ser pior? Ainda existe tanto preconceito com relação aos transtornos mentais. Não foram exatamente essas as angústias que acometeram o autor,

Scott Stossel, na jornada que empreendeu pelo mundo da ansiedade nesse mais recente livro? Misturando relato pessoal, pesquisa científica e história cultural, o livro lançado no Brasil pela Cia. das Letras é talvez o mais completo e abrangente trabalho leigo sobre os transtornos de ansiedade.

É muita responsabilidade resenhar uma obra de tamanho alcance – e se eu não estiver à altura da tarefa? Se ficar pensando nisso, aí mesmo que não conseguirei escrever nada.

Essa emoção tão perturbadora, Stossel revela em suas pesquisas, pode literalmente bloquear o pensamento racional. Simplificando bastante um mecanismo complexo: as principais áreas cerebrais responsáveis pela sinalização de perigo são chamadas amígdalas, localizadas numa região profunda do cérebro. Quando estão ativas, alertam para uma ameaça potencial – por vezes, antes mesmo que tenhamos consciência disso. No

Ver todos os capítulos
Medium 9788541202725

Parte 1 - Capítulo 13 - Defeitos de Desenvolvimento de Esmalte não Fluoróticos na Dentição Decídua

ANTUNES, José Leopoldo Ferreira; PERES, Marco Aurélio; CRIVELLO Jr., Oswaldo (coord.) Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 13

Defeitos de Desenvolvimento de Esmalte não Fluoróticos na Dentição Decídua

Fabiana Vargas-Ferreira

Sandra Espíndola Lunardelli

Marco Aurélio Peres

Introdução

O esmalte dentário é um tecido incomum, que uma vez formado não sofre remodelação como os outros tecidos duros. Assim, alterações durante sua formação são permanentemente registradas na superfície dentária,1-3 podendo tais modificações ocorrerem nos períodos pré, neo e pós-natal.1-2 Por esse aspecto, estudos de antropologia têm inferido ao esmalte, especificamente aos defeitos de desenvolvimento de esmalte não fluoróticos – DDE, um possível caráter de identificador de “risco” individual associado com condições gerais de saúde ou ambientais, ou seja, um biomarcador para eventos de saúde/doença em tenra idade, como desnutrição.4-6

Outro aspecto importante refere-se à presença de DDE na dentição decídua como fator de risco para a ocorrência de cárie dentária identificado em estudos longitudinais7-11 Além disso, uma série de estudos tem enfocado a influência de fatores pré, neo e pós-natais no desenvolvimento de DDE, tais como prematuridade, baixo peso ao nascimento, condições nutricionais e doenças8-9,12-15 e fatores socioe-

Ver todos os capítulos
Medium 9788527730730

Parte 2 - 7 - Biofilmes no Desenvolvimento da Cárie

FEJERSKOV, Ole; NYVAD, Bente; KIDD, Edwina Grupo Gen PDF Criptografado

7

Biofilmes no

Desenvolvimento da Cárie

P. D. Marsh, N. Takahashi e B. Nyvad

Introdução...................................................................................................................................................................................................... 95

Microbiota residente.................................................................................................................................................................................... 95

Biofilmes dentais | Desenvolvimento, estrutura, composição e propriedades................................................................................ 97

Microbiologia da cárie | Breve perspectiva histórica........................................................................................................................... 106

Problemas metodológicos nos estudos microbiológicos da cárie dentária................................................................................... 107

Ver todos os capítulos
Medium 9788580553697

Capítulo 43 - Anormalidades da determinação e da diferenciação sexuais

Jack W. McAninch, Tom F. Lue Grupo A PDF Criptografado

43

Anormalidades da determinação e da diferenciação sexuais

Laurence S. Baskin, MD

O que define nossa sexualidade é uma interação complexa entre a nossa composição genética, o estímulo ambiental e as influências culturais. As origens de nossa sexualidade ocorrem por ocasião da concepção, quando o material genético de duas fontes do sexo oposto coalesce em um novo indivíduo. A partir daquele momento, a diferenciação sexual ocorre por um processo altamente organizado. Os cromossomos sexuais e os autossômicos ditam o desenvolvimento das gônadas; as gônadas, por sua vez, produzem hormônios, que, então, direcionam o desenvolvimento da genitália interna e externa. Os distúrbios do desenvolvimento e da diferenciação sexual (DDS) surgem a partir de anormalidades nos cromossomos, no desenvolvimento das gônadas ou na produção/atividade hormonal.

Os DDSs tornam-se aparentes (1) durante o período neonatal, pelos pacientes terem genitália ambígua ou fenótipo discordante do genótipo encontrado por ocasião da amniocentese,

Ver todos os capítulos
Medium 9788527732574

61 - Malformações Fetais

Carlos Antonio Barbosa Montenegro, Jorge de Rezende Filho Grupo Gen PDF Criptografado

61

Malformações

Fetais jj jj jj jj jj jj jj jj jj jj jj jj

Rezendinho - CAP-61.indd 915

Classificação, 916

Malformações do sistema nervoso central, 916

Fenda labiopalatina, 929

Malformações cardíacas, 930

Malformações pulmonares, 931

Hérnia diafragmática congênita, 933

Defeitos da parede abdominal, 936

Malformações gastrintestinais, 939

Malformações urinárias, 940

Displasias esqueléticas, 948

Teratoma sacrococcígeo, 952

Síndrome da brida amniótica, 953

04/10/2017 14:38:15

Os defeitos congênitos afetam cerca de 5% dos nascimentos. Aproximadamente 50% das anomalias maiores são detectadas ao nascimento, sendo a outra metade diagnosticada apenas na infância ou na vida adulta. São inúmeras as causas das malformações fetais; no entanto, elas podem ser agrupadas em três categorias: genética, ambiental e desconhecida. Quanto ao desenvolvimento dos eventos, podem ser classificadas em pré- ou pós-concepcionais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527725866

2 - Transportadores, Receptores e Enzimas como Alvos da Ação de Psicofármacos

Stephen M. Stahl Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

2

Transportadores, Receptores e Enzimas como Alvos da Ação de Psicofármacos

Transportadores de neurotransmissores como alvos da ação de psicofármacos, 28

Transportadores vesiculares (família do gene

SLC18) como alvos de psicofármacos, 34

Classificação e estrutura, 28

Transportadores de monoaminas (família do gene SLC6) como alvos de psicofármacos, 29

Outros transportadores de neurotransmissores

(família dos genes SLC6 e SLC1) como alvos de psicofármacos, 32

Onde se encontram os transportadores de histamina e de neuropeptídios?, 33

Transportadores vesiculares | Subtipos e função, 33

Receptores ligados às proteínas G, 34

Os psicofármacos têm diversos mecanismos de ação, porém todos se dirigem a sítios moleculares específicos que exercem efeitos profundos sobre a neurotransmissão. Desse modo, é necessário conhecer a infraestrutura anatômica e os substratos químicos da neurotransmissão (Capítulo  1) para entender como os psicofármacos funcionam. Embora mais de

Ver todos os capítulos

Carregar mais