28 capítulos
Medium 9788540700376

Capítulo 2 - O sistema de comunicação de dados OSI

Juergen Rochol Grupo A PDF Criptografado

capítulo

2

o sistema de comunicação de dados OSI

Com a rápida disseminação dos computadores na década de 1970 e sua interconexão em redes locais e de longa distância, os órgãos de padronização foram pressionados a criar um modelo padrão de arquitetura de sistema que facilitasse a interconexão desses sistemas entre si. Assim, surge em 1975 o RM-OSI

(Reference Model for Open System Interconnection), que adota uma estratégia de interação em camadas, sendo que a camada mais baixa (ou nível 1) engloba as funções de um subsistema de comunicação de dados genérico. As funções desse nível, que vão desde as diversas técnicas de codificação de canal até as diferentes tecnologias de transmissão e recepção, visam obter um fluxo de dados robusto em relação ao ruído e às interferências e serão o foco principal do restante deste livro.

■ ■

32

2.1

Comunicação de Dados

a era da informação

A década de 1970 foi marcada pelo surgimento e disseminação rápida, em larga escala, de três tecnologias que provocaram uma verdadeira revolução em todas as atividades humanas: 1) Os sistemas de computação de grande porte,1 2) os minicomputadores, também chamados de microcomputadores ou desktops e, por último, 3) as tecnologias de redes de computadores. Com a popularização e disseminação dos computadores, principalmente os de pequeno porte, a cooperação entre os sistemas de computação tornou-se uma necessidade, tendo em vista o surgimento de numerosas aplicações que necessitam interagir com diferentes computadores geograficamente distribuídos em distâncias cada vez maiores. A interconexão de um conjunto de computadores para oferecer serviços de aplicações que necessitam da cooperação de diferentes computadores forma a base do que chamamos de redes de computadores.

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Medium 9788584290703

Capítulo 02 - Materiais didáticos manipulativos para o ensino do Sistema de Numeração Decimal

Heliete Meira C. A. Aragão, Sonia Maria Pereira Vidigal Grupo A PDF Criptografado

Materiais didáticos manipulativos para o ensino do Sistema de

Numeração Decimal

O Sistema de Numeração Decimal

Os números e as operações ocupam boa parte dos currículos e do tempo das aulas de matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental. E saber se os alunos estão avançando em relação a esses conteúdos é muitas vezes confundido com o fato de eles saberem ou não fazer contas. No entanto, como pretendemos mostrar neste texto, muitos são os conceitos e procedimentos envolvidos na efetiva aprendizagem dos números e das operações.

O Sistema de Numeração Decimal (SND) é apontado como um relevante aspecto para a compreensão das quatro operações básicas.

O entendimento das regras que regem esse sistema necessariamente deve ser desenvolvido ao longo da Educação Infantil e do Ensino Fundamental. As pesquisadoras Lerner e Sadovsky (2008, p. 74) afirmam que “[...] as crianças parecem não entender que os algoritmos convencionais estão baseados na organização de nosso sistema de numeração” e que essa dificuldade não é particular dessa ou daquela criança, mas foi verificada por diversos pesquisadores de diferentes países.

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Medium 9788577805211

8. sistema de arquivos

Rômulo Silva de Oliveira, Alexandre da Silva Carissimi, Simão Sirineo Toscani Grupo A PDF Criptografado

208

Sistemas Operacionais

É importante observar que sistemas de arquivos implementam um recurso em software que não existe no hardware. O hardware oferece simplesmente espaço em disco, na forma de setores que podem ser acessados individualmente, em uma ordem aleatória.

O conceito de arquivo, muito mais útil que o simples espaço em disco, é uma abstração criada pelo sistema operacional. Nesse caso, temos o sistema operacional criando um recurso lógico a partir dos recursos físicos existentes no sistema computacional.

8.1

conceitos básicos

Arquivos são recipientes que contêm dados. Cada arquivo contém dados que um usuário, por alguma razão, resolveu colocar juntos no mesmo arquivo. Em geral, cada arquivo contém um conjunto de dados que possui algum significado prático para o usuário ou para o sistema. Um arquivo pode conter um programa executável, um módulo de um programa fonte, um texto, uma planilha, uma figura, uma fotografia, uma música, um conjunto de arquivos compactados, etc. Este capítulo discute diversos aspectos relacionados com o uso dos arquivos, e diversas técnicas usadas na implementação de arquivos, além de mostrar como o espaço livre de um disco pode ser gerenciado.

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Medium 9788577801831

17 Redução de Equações Diferenciais Lineares para um Sistema de Equações de Primeira Ordem

Richard Bronson, Gabriel B. Costa Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 17 • REDUÇÃO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES PARA UM SISTEMA DE EQUAÇÕES DE PRIMEIRA ORDEM

163

Note que se x(0) = 5 e x(0) = –12 em (17.1), então estas condições iniciais são definidas como x(0) = 5, v(0) = –12.

REDUÇÃO DE UMA EQUAÇÃO DE ORDEM N

Como para o caso da equação diferencial de segunda ordem, com condições iniciais associadas, podemos reorganizar problemas de valor inicial de ordem elevada em um sistema matricial de primeira ordem como o ilustrado abaixo:

(17.5)

(17.6)

Com bn(t) ≠ 0, pode ser reduzido para o sistema matricial de primeira ordem

(17.7)

onde A(t), f(t), c e o tempo inicial t0 são conhecidos. O método de redução é o seguinte. n n

Passo 1 Reescrever (17.5) de modo que d x/dt apareça isolada. Assim,

(17.8)

onde aj(t) = – bj(t)/bn(t) (j = 0, 1,..., n – 1) e f(t) = g(t)/bn(t).

Passo 2 Definir n variáveis novas (o mesmo número da ordem da equação diferencial original); x1(t), x2(t),..., xn(t), pelas equações

(17.9)

Essas novas variáveis são inter-relacionadas pelas equações

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Medium 9788584290703

Capítulo 03 - Atividades de Sistema de Numeração Decimal com materiais didáticos manipulativos

Heliete Meira C. A. Aragão, Sonia Maria Pereira Vidigal Grupo A PDF Criptografado

Atividades de Sistema de Numeração Decimal com materiais didáticos manipulativos

Em todo o texto apresentado até aqui, duas perspectivas metodológicas formam a base do projeto dos materiais manipulativos para aprender matemática: a utilização dos recursos de comunicação e a proposição de situações-problema.

Elas se aliam e se revelam, neste texto, na descrição das etapas de cada atividade ou jogo. São sugeridos os encaminhamentos da atividade na forma de questões a serem propostas aos alunos antes, durante e após a atividade propriamente dita, assim como a melhor forma de apresentação do material a ser utilizado.

Para começar, é importante que os alunos tenham a oportunidade de manusear o material livremente para que algumas noções comecem a emergir da exploração inicial, para que depois, na condução da atividade, as relações percebidas possam ser sistematizadas.

De modo geral, cada sequência de atividades apresenta as seguintes partes:

• Conteúdo

• Objetivos

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