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Capítulo 9 - Testes de Hipóteses em Relação à Média Aritmética e em Relação à Proporção

MANN, Prem S. Grupo Gen PDF Criptografado

9

© Mash Audio Visuals Pvt. Ltd. Agency/iStockphoto

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CAPÍTULO

Testes de Hipóteses em Relação à Média

Aritmética e em Relação à Proporção

Você vai se graduar na faculdade levando dívidas? Em caso afirmativo, quanto dinheiro você imagina que estará devendo? Você sabia que estudantes que se graduaram em faculdades em 2010 com financiamentos tiveram uma média de endividamento de 25.250 dólares? A média do endividamento da turma de 2010 variou significativamente de estado para estado, com a média mais alta de US$31.048 para o endividamento correspondente aos estudantes que se graduaram em faculdades de New Hampshire e a média mais baixa de US$15.509 para o endividamento correspondente aos estudantes que se graduaram em faculdades de

Utah. (Veja o Estudo de Caso 9-1.)

9.1 Testes de Hipóteses: Uma

Introdução

Este capítulo introduz o segundo tópico na estatística inferencial: testes de hipóteses. Em um teste de hipóteses, testamos certa teoria ou crença preestabelecida sobre o parâmetro de uma população.

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Medium 9788577803828

2 abordagem entidade-relacionamento

Carlos Alberto Heuser Grupo A PDF Criptografado

34

Projeto de Banco de Dados

A técnica de modelagem de dados mais difundida e utilizada é a abordagem entidade-relacionamento(ER). Nesta técnica, o modelo de dados é representado através de um modelo entidade-relacionamento (modelo ER). Geralmente, um modelo ER é representado graficamente através de um diagrama entidade-relacionamento (DER). A abordagem ER foi criada em 1976 por

Peter Chen, podendo ser considerada como um padrão de fato para a modelagem conceitual. Mesmo as técnicas de modelagem orientada a objetos, que têm surgido nos últimos anos, como a UML, baseiam-se nos conceitos da abordagem ER.

Este capítulo apresenta os conceitos centrais da abordagem ER: entidade, relacionamento, atributo, generalização/especialização e entidade associativa.

Junto com estes conceitos, é apresentada uma notação gráfica para diagramas ER. A notação gráfica usada no capítulo é a notação originalmente introduzida por Peter Chen. No capítulo 3, são discutidas as principais notações usadas na prática para construir diagramas ER.

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Medium 9788521632535

Capítulo 14 - Planejamento de Experimentos com Vários Fatores

MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C. Grupo Gen PDF Criptografado

14

Planejamento de

Experimentos com

Vários Fatores

Sumário do Capítulo

14-1 Introdução

14-2 Experimentos Fatoriais

14-3 Experimentos Fatoriais com Dois Fatores

14-3.1 Análise Estatística do Modelo de Efeitos Fixos

14-3.2 Verificação da Adequação do Modelo

14-3.3 Uma Observação por Célula

14-4 Experimentos Fatoriais em Geral

14-5 Planejamentos Fatoriais 2k

14-5.1 Planejamento 22

Carotenoides são pigmentos solúveis em gordura que existem naturalmente em frutas e em vegetais e são recomendados em dietas saudáveis.

Um carotenoide bem conhecido é o betacaroteno. Astaxantina é outro carotenoide que é um forte antioxidante comercialmente produzido.

Um exercício mais adiante, neste capítulo, descreve um experimento na revista Biotechnology Progress, para promover a produção de astaxantina. Sete variáveis foram consideradas importantes na produção: densidade do fluxo de fótons e concentrações de nitrogênio, de fósforo, de magnésio, de acetato, de ferro e de NaCl. Foi importante estudar não só os efeitos desses fatores, mas também os efeitos de combinações, sobre

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Medium 9788521629252

11 - Números de Forma Especial

BURTON, David M. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

NÚMEROS DE FORMA ESPECIAL

Na maioria das ciências uma geração destrói o que a outra construiu e o que uma confirmou a outra desfaz. Apenas na matemática cada geração constrói uma nova história para a velha estrutura.

Hermann Hankel

11.1  MARIN MERSENNE

O primeiro exemplo que conhecemos de reuniões regulares de matemáticos é o grupo que se reunia com uma figura improvável — o padre francês Marin Mersenne (1588–1648).

Filho de um modesto agricultor, Mersenne recebeu uma educação completa no Colégio

Jesuíta de La Flèche. Em 1611, depois de dois anos estudando teologia na Sorbonne, ele se juntou à recém‑fundada Ordem Franciscana dos Mínimos. Mersenne entrou no Convento dos Mínimos em Paris em 1619, onde, com exceção de viagens curtas, permaneceu pelo resto de sua vida.

Mersenne lamentava a ausência de qualquer tipo de organização formal a qual os estu­ diosos pudessem recorrer. Ele respondeu a essa necessidade, tornando seus próprios quartos no Convento dos Mínimos disponíveis como ponto de encontro para aqueles que possuíam interesses comuns, ansiosos por discutir as suas respectivas descobertas e ouvir sobre ativi­ dades semelhantes em outros lugares. O círculo de conhecidos que ele promoveu — composto principalmente por matemáticos e cientistas parisienses, mas incrementado por colegas de passagem pela cidade — parece ter se encontrado quase continuamente desde 1635 até a sua morte em 1648. Em um desses encontros, o precoce de 14 anos de idade, Blaise Pascal distribuiu seu folheto Essay pour les coniques que contém seu famoso teorema do “hexa­ grama místico”; Descartes só poderia reclamar que ele não poderia “fingir estar interessado no trabalho de um menino”.

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Medium 9788565837156

Capítulo 35 - Integrais Impróprias

Frank Ayres Jr.; Elliott Mendelson Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 35

Integrais Impróprias

Para uma integral definida

ser calculada, basta que a e b sejam números reais e que f(x) seja contínua em

[a, b]. Estudaremos agora dois tipos diferentes de integrais que chamamos de integrais impróprias.

LIMITES INFINITOS DE INTEGRAÇÃO

Ver os Problemas 1-3, 5 e 6.

Ver o Problema 4 desde que ambos os limites à direita existam. Ver o Problema 7.

DESCONTINUIDADES DO INTEGRANDO

(a) Se f é contínua em [a, b], mas não à direita de a, então

Ver o Problema 16.

(b) Se f é contínua em [a, b], mas não à esquerda de b, então

Ver os Problemas 9, 10, 12, 14 e 15.

(c) Se f é contínua em [a, b], com exceção de um ponto c em (a, b), então

desde que ambas as integrais à direita da igualdade existam. Ver os Problemas 11 e 13.

Quando o limite definindo uma integral imprópria existe, dizemos que a integral é convergente. Caso contrário, dizemos que ela é divergente. Se a integral é divergente, dizemos que ela é igual a +∞ (respectivamente, −∞) se o limite definindo a integral imprópria se aproxima de +∞ (respectivamente, −∞).

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