1348 capítulos
Medium 9788536507965

1.5 Equação de 2º grau: completa e incompleta

Augusto Massashi Horiguti, Juliane Donadel Editora Saraiva PDF Criptografado

c) 3(2x – 4) + 33 = 129

Iniciamos subtraindo 33 de ambos os membros da equação:

3(2x – 4) + 33 = 129 ⇒ 3(2x – 4) + 33 – 33 = 129 – 33 ⇒ 3(2x – 4) = 96

Como temos parênteses na equação, devemos resolver primeiramente os elementos que estão fora dos parênteses, de forma que o próximo passo é anular o efeito do 3 que está multiplicando os parênteses. Isso é feito dividindo ambos os membros por 3:

3 ( 2 x − 4 ) = 96 ⇒

3 ( 2x − 4 )

3

=

96

⇒ ( 2 x − 4 ) = 32 ⇒ 2 x − 4 = 32

3

Note que, quando temos apenas os elementos dos parênteses num dos membros da equação, podemos dispensar seu uso. A equação obtida deve ter seus membros somados com o número 4 para anular o termo –4:

2x – 4 = 32 ⇒ 2x – 4 + 4 = 32 + 4 ⇒ 2x = 36

Agora dividimos ambos os membros por 2:

2 x = 36 ⇒

2 x 36

=

⇒ x = 18

2

2

Logo, o conjunto solução da equação é S = {18}.

Amplie seus conhecimentos

Uma parábola é sempre simétrica, ou seja, possui um “espelhamento” em relação a uma reta vertical.

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Medium 9788577805211

7. memória virtual

Rômulo Silva de Oliveira, Alexandre da Silva Carissimi, Simão Sirineo Toscani Grupo A PDF Criptografado

176

Sistemas Operacionais

No capítulo anterior, foram apresentadas técnicas de gerência de memória que carregam para a memória principal todo o programa a ser executado. Entretanto, um programa não precisa estar todo na memória para executar. Muitas partes de um programa não são necessárias todo o tempo. Por exemplo, considere o programa editor de texto. Normalmente, os editores de texto oferecem aos usuários funções que raramente são utilizadas. As rotinas que implementam tais funções somente precisam estar na memória naqueles raros instantes em que são realmente necessárias. Um outro exemplo são as partes de um programa que tratam exceções, como erro no acesso aos arquivos. Essa parte de um programa somente é necessária quando efetivamente ocorre um erro, o que é pouco frequente. Se cada programa ocupar, a cada momento, somente a memória física que realmente necessita, haverá uma substancial economia de espaço na memória principal. O espaço liberado permitiria a carga e execução simultânea de mais programas, ou então, programas maiores poderiam ser executados. Programas poderiam até ser maiores que a própria memória física, pois apenas uma parte deles precisaria estar na memória a cada instante. A memória virtual é a técnica que permite o gerenciamento dessas necessidades.

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Medium 9788540701427

Capítulo 15 - Noções de entrada e saída

Raul Fernando Weber Grupo A PDF Criptografado

capítulo

15

noções de entrada e saída

Dos três componentes básicos do modelo de

Von Neumann (UCP, memória e entrada e saída), são os periféricos de um computador que apresentam a maior diversidade e a maior diferenciação operacional. Este capítulo apresenta os conceitos básicos para a compreensão de como o sistema de entrada e saída (E/S) é tratado pela unidade central de processamento (UCP). São discutidos três métodos de comunicação com periféricos: entrada e saída programada através de teste de estado, interrupção e acesso direto à memória.

■ ■

310

15.1

Fundamentos de Arquitetura de Computadores

introdução

Englobam-se sob a denominação de entrada e saída (E/S) todas as atividades de troca de informações entre o computador e o meio externo. Basicamente, o computador utiliza atividades de entrada/saída com as seguintes finalidades:

■ troca de informações com os usuários humanos do sistema, utilizando, para a entrada de informações ou para a exibição, os chamados dispositivos periféricos, que podem ser teclados, vídeos, mouses, impressoras, leitoras de cartões, etc.

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Medium 9788584291427

Capítulo 5. Testagem de hipóteses e significância estatística

Christine Dancey, John Reidy Grupo A PDF Criptografado

5

Testagem de hipóteses e significância estatística

VISÃO GER AL DO CAPÍTULO

No Capítulo 4, mostramos o uso da estatística inferencial. Neste capítulo, iremos um pouco além para explicar como podemos aplicar nosso conhecimento sobre probabilidades e distribuições amostrais para testar hipóteses que estabelecemos em nossas pesquisas. Especificamente, explicaremos o seguinte:

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a lógica do teste de hipóteses; a significância estatística e como ela se relaciona com a probabilidade; como as distribuições de probabilidade formam as bases dos testes estatísticos; os problemas associados em utilizar probabilidades como base para conclusões (i.e.,

Erros do tipo I e do tipo II); hipóteses unilaterais e bilaterais; e como escolher o teste apropriado para analisar seus dados.

5.1 �Outra forma de aplicar probabilidades à pesquisa: teste de hipóteses

Suponha que estejamos interessados em examinar a relação entre o “número de horas de estudo por semana” e a “nota na prova”. Poderíamos, talvez, prever que, quanto maior o número de horas de estudo semanais, maior a nota na prova. Estabelecemos, assim, uma previsão que testaríamos pela realização de um estudo. Nesse estudo, sortearíamos aleatoriamente certo número de estudantes e registraríamos quantas horas por semana eles estudam e verificaríamos se essas horas estão relacionadas à nota da prova. De acordo com a previsão feita, esperaríamos que a população das notas se assemelhasse à ilustrada na Figura 5.1. Aqui você pode verificar que existe uma tendência indicando que, quando o número de horas de estudo aumenta, ocorre o mesmo com a nota. Vamos presumir que isso ocorra com a população subjacente. Um dos problemas que enfrentamos quando realizamos uma pesquisa é que, quando selecionamos amostras de populações, podemos não ter uma representação acurada da população. No Capítulo 3 explicamos que, devido ao erro amostral, uma amostra pode não ser semelhante à população. A Figura 5.1 ilustra três amostras retiradas da população apresentada na mesma figura. Mesmo existindo uma relação positiva entre as duas variáveis na população, duas das amostras não refletem isso. De fato, a primeira amostra (amostra

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Medium 9788521634959

Capítulo 5 - Autovalores e Autovetores

LAY, David C.; LAY, David C.; LAY, Steven R.; MCDONALD, Judi J. Grupo Gen PDF Criptografado

5

Autovalores e

Autovetores

EXEMPLO INTRODUTÓRIO

Sistemas Dinâmicos e as Corujas

Malhadas

Em 1990, a coruja malhada do Norte se tornou o centro de uma controvérsia nacional nos EUA em torno do uso indevido das majestosas florestas no noroeste do Pacífico. Os ambientalistas convenceram o governo federal de que essas corujas estariam em risco de extinção caso continuasse a exploração de madeira em florestas antigas (contendo árvores com mais de 200 anos), onde as corujas preferiam habitar. A indústria madeireira, antecipando uma perda de 30.000 a 100.000 empregos em decorrência das novas restrições governamentais à extração de madeira, argumentou que a coruja não deveria ser considerada uma “espécie em risco de extinção” e citou uma série de publicações científicas para apoiar sua tese.1

Em meio ao fogo cruzado dos dois grupos lobistas, os ecologistas matemáticos intensificaram seus esforços para compreender a dinâmica populacional da coruja malhada. O ciclo de vida de uma coruja malhada se divide naturalmente em três fases: a juvenil (até 1 ano), a pré-adulta (de 1 a 2 anos) e a adulta (acima de 2 anos). A coruja busca um companheiro para toda sua vida durante as fases pré-adulta e adulta, começa a procriar na fase adulta e pode viver até 20 anos. Cada casal de corujas precisa de cerca de 1.000 hectares (10 quilômetros quadrados) para seu território. Um momento crítico no ciclo de vida é quando as corujas jovens deixam o ninho. Para sobreviver e se tornar pré-adulta, uma coruja jovem precisa encontrar um novo território (e, geralmente, um parceiro).

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