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51 - Regência Nominal

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Regência nominal

1 CONCEITO

Assim como alguns verbos não podem vir desacompanhados de complemento (por vezes, regidos de preposição), alguns nomes (substantivos e adjetivos) ou advérbios também, por não encerrarem, em si mesmos, sentido completo, necessitam de complementação. A essa complementação dá-se o nome de complemento nominal.

Se dissermos, por exemplo, Pedrinho tem medo, pode-se perguntar: Medo de quê? A palavra medo não tem, por si só, significação completa. Ela necessita de algo mais que a explique – um complemento nominal.

Pedrinho tem medo de fantasmas.

complemento nominal (CN)

O complemento nominal representa para o nome o que o objeto (direto ou indireto) representa para o verbo: ambos complementam palavras que não têm sentido completo. Exemplos:

Maria ama seus filhos.

OD

Maria gosta de seus filhos.

OI

O amor ao próximo é uma virtude.

CN

O gosto pela política fez dele um expert no assunto.

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29 - Ordem de Serviço

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Ordem de serviço

1 CONCEITO

Ordem de serviço é o ato através do qual são expedidas determinações a serem executadas por órgãos subordinados ou por seus servidores.

É um gênero administrativo oficial interno ou interdepartamental, com numeração própria, que apresenta, algumas vezes, características de circular, quando é expedida a diversos departamentos situados em locais diferentes.

Para Beltrão (1973, p. 248), “há uma certa confusão com a ordem de serviço, chegando algumas repartições a substituí-la, erroneamente, pela papeleta, equivalente, no máximo, ao memorando interno”.

É frequente, em muitos órgãos administrativos, esta divisão:

OS → �ordem de serviço para chefias superiores e, por sua vez, subordinada a resoluções

(Res. ou RS).

ODS → �orientação de serviço para essas mesmas chefias superiores, como veículos de explicação de resoluções ou até de ordem de serviço.

DS → �determinação de serviço para chefias subordinadas às anteriores, como veículo de suas ordens diretas ou de ordens provindas do escalão superior (cf. BELTRÃO,

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6 - Tipos Textuais

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Tipos textuais

1 COMPETÊNCIAS EXIGIDAS PELO EXAME DO ENEM

O primeiro texto que apresentamos a seguir relaciona os critérios de avaliação das redações do exame do Enem.

■■ Competência 1: demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa.1

■■ Competência 2: compreender a proposta de redação e aplicar conceitos de várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa.

■■ Competência 3: selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

■■ Competência 4: demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

■■ Competência 5: elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos (REDAÇÃO NO ENEM 2017).

No segundo texto, destacamos a linguagem verbal como criadora de mundos. Antes se entendia que a linguagem servia para reproduzir o mundo. Hoje, entende-se que a linguagem cria mundos por meio da palavra. Vejamos o texto:

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11 - Ata

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Ata

1 CONCEITO

Ata é o resumo escrito dos fatos e decisões de uma assembleia, sessão ou reunião para determinado fim.

2 CONVENÇÕES

Antigamente, as atas eram transcritas a mão pelo secretário, em livro próprio, que devia conter um termo de abertura e um termo de encerramento, assinados pela autoridade máxima da entidade ou por quem recebia daquela autoridade delegação de poderes para tanto. A essa autoridade também cabia numerar e rubricar todas as folhas do livro. Hoje, já se utiliza computador (em geral, notebook) para registrar as decisões tomadas em reuniões formais, como

é o caso de atas de condomínio. Terminada a reunião, o(a) secretário(a) imprime a ata, que é assinada por todos os presentes.

Como a ata é um documento de valor jurídico, deve ser lavrada de tal forma, que nada lhe possa ser acrescentado ou modificado. Quando eram escritas a mão, se havia engano, o secretário escrevia a expressão “digo”, retificando o enunciado. Se o engano era notado no final da ata, escrevia-se: “Em tempo: Onde se lê...., leia-se...”

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Parte III - 19 Secretária Moderna

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF Criptografado

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Secretária Moderna

1 Que é ser secretária no mundo moderno

Secretária é uma profissional que assessora o executivo, transmite-lhe informações e executa as tarefas que lhe são confiadas. Ela transformou-se, no mundo moderno dos negócios e nessa era de globalização da economia, em assistente executiva que domina as habilidades requeridas num escritório, demonstra capacidade para assumir responsabilidade sem supervisão direta e tem iniciativa para tomar decisões segundo os objetivos assinalados pela autoridade. Atualmente, o executivo espera dela capacidade para desempenhar funções de assistente administrativa que possam aliviá-lo de trabalhos rotineiros e de alguns especializados. Daí o mercado de trabalho passar a recrutar profissionais com conhecimentos para realizar tarefas que antes eram da competência do executivo.

Em suas funções diárias, a secretária deve ser mais do que uma pessoa encarregada de digitação da correspondência, manutenção de arquivo e atendimento de telefonemas. Ela, às vezes, é a ponte entre aqueles que tomam decisões gerenciais e os que executarão tais decisões; muitas vezes, porém, ela própria, tomando decisões, executa tarefas relevantes para a empresa. É, pois, nesse momento verdadeira assessora, profissional altamente qualificada. Em geral, os executivos preferem secretárias que lhes transmitem segurança na realização das tarefas, pois não dispõem de tempo para conferência de pormenores. Por isso, esse papel de assistente administrativa não se resume a ser elo entre a administração e o pessoal de linha; consiste também em ser suporte para o executivo.

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