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2 - Estilo

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

2

Estilo

1 CONCEITO

Tudo o que o ser humano faz traz a marca de sua individualidade. Pois bem, essa maneira pessoal de o homem expressar-se, dentro de determinada época, na pintura, na música ou na literatura, é o que chamamos de estilo.

Particularmente, interessa-nos aqui o estilo relativo à palavra. Mas, mesmo em se tratando da palavra, perguntamos: Existe um estilo não literário?

Considerando o estilo em sentido abrangente, podemos dizer que ele existe, já que cada um tem sua maneira peculiar de comunicação: preferência vocabular, poder de síntese, prolixidade etc.

Ratificando essa posição, mencionamos o estilo epistolar. A carta (que hoje foi substituída por e-mails), mesmo informal, geralmente, traz a marca de seu redator. Algumas, inclusive, são belas peças literárias. Exemplos:

CARTA DE JORGE AMADO AO EDITOR MARTINS,

APRESENTANDO-LHE TEREZA BATISTA

Querido Martins, a portadora é Tereza Batista, receba-a com amizade. Acusam-na de arruaceira, atrevida e obstinada, de não respeitar autoridade e de se meter onde não é chamada. Mas tendo com ela convivido longo tempo, praticamente juntos dia e noite de março a novembro neste ano de 72, sei de suas boas qualidades. Nasceu para a alegria e lutou contra a tristeza, não esconde o pensamento, gosta de aprender e um pouco aprendeu nas cartilhas, muito na vida. De tão doce e terna, o doutor, homem fino, só a tratava de

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Medium 9788521630821

X

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

X

Xeque-mate

Do persa xāh (rei) māt (morto), através do árabe xāyh māka.

O xah (rei) persa, também através do árabe, deu no português xá e xeque, que, em inglês, é sheik. Assim, em português, diz-se que um chefe muçulmano é um xeque e não um sheik. E milk shake não é o resultado do cruzamento de xeque com vaca.

Xerox

A história da xerox começa com dois fatos ocorridos no mesmo país, Estados

Unidos, e no mesmo ano, 1906: o nascimento de Chester Carlson em Seattle e a fundação da Haloid Company, em Rochester (NY), fabricante e vendedora de papel fotográfico.

Carlson se formou em física, mas, em plena Grande Depressão, só conseguiu emprego num escritório de advocacia em Nova Iorque. Mais que advogados, o que particularmente irritava Carlson era a tortura de fazer cópias e mais cópias de documentos, através de processos fotográficos e fotostáticos, caros e lentíssimos.

Com um dinheirinho emprestado pela sogra, Carlson montou uma pequena oficina no Queens e passou três anos pesquisando como fazer cópias mais rápidas e baratas, com a ajuda do amigo Otto Kornei, um físico alemão. Em 1938, a dupla conseguiu a primeira imagem eletrofotográfica (a palavra “xerografia” ainda não existia).

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Medium 9788522481590

Parte I - 2 Comunicação

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF Criptografado

2

Comunicação

1 Teorias da comunicação

Para Maria Schuler, em Comunicação estratégica (2004, p. 11),

“a comunicação está presente em todas as formas de organização conhecidas na natureza, tanto que se pode afirmar que a única maneira de haver organização é através da comunicação”.

Putnam, Phillips e Chapman (In: CLEGG; HARDY; NORD, 2004, p. 110), por sua vez, afirmam que “comunicação e organização são coisas equivalentes”.

Não há executivo de grande empresa que desconsidere a importância da comunicação. Talvez, porém, nada receba tão pouca atenção e reconhecimento como os profissionais que a ela se dedicam. As empresas ocupam-se de seu patrimônio, gastam fortunas contabilizando seus haveres, compram frotas de automóveis, imóveis, armazéns, investem milhares de reais em computadores, convenções, reuniões, viagens, mas pouco interesse têm com a comunicação externa e interna que circula em seu ambiente. Qualquer soma, por mais ínfima que seja, é considerada desperdício se estiver relacionada à área de comunicação. Se é preciso veicular uma informação:

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Medium 9788521630821

Z

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

Z

Zagueiro

Em espanhol, a palavra zaga (do árabe sâqa, retaguarda de um exército) significa a parte de trás de algo e, por extensão, a linha de defesa de uma equipe de futebol.

Zaguero (formado de zaga), além do jogador, é um adjetivo, que significa de trás.

As duas palavras vieram para o português zagueiro e zaga, apenas com aplicação no futebol.

Zangão

A palavra tem origem onomatopaica, com base no zumbido produzido pelo inseto. Em razão das características negativas do macho da abelha — não tem ferrão, não trabalha e é sustentado pelas colegas de colmeia —, zangão ganhou o sentido de indivíduo explorador, parasita, inútil e, por extensão, maçante, inconveniente.

Provavelmente zanga e zangar vieram de zangão. Quer dizer, além de indolente e chato, mal-humorado. Quem é que aguenta um sujeito desses na sua colmeia?

Zelo

Os romanos chamavam de zelu um sentimento que poderia ser de inveja, ciúmes, zelo, amor, ardor. Daí vieram, em português, zelo, ciúme e cio. As palavras têm de fato uma proximidade semântica, o que não garante à mulher que um homem ciumento esteja no cio e que despir-se rapidamente é o melhor remédio para acalmar a fera. Muitas vezes o que ele pretende mesmo é uma propriedade exclusiva.

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Medium 9788522485581

7 Ata

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

7

Ata

1 Redação

1.1 Ata

Conceitualmente, define-se ata como um registro em que se relata o que se passou numa reunião, assembleia ou convenção. Daí as várias espécies: ata de assembleia geral extraordinária, de assembleia geral ordinária, ata de condomínio. É, portanto, um relatório pormenorizado de tudo o que se passou em uma reunião.

Uma de suas particularidades é que a ata deve ser assinada em alguns casos pelos participantes da reunião (conforme estatuto da empresa), e pelo presidente ou secretário, sempre. Para sua lavratura, devem ser observadas as seguintes normas:

RR Lavrar a ata em livro próprio ou em folhas soltas. Deve ser lavrada de tal modo que impossibilite a introdução de modificações.

RR Sintetizar de maneira clara e precisa as ocorrências verificadas.

RR O texto será digitado, datilografado ou manuscrito, mas sem rasuras.

RR O texto será compacto, sem parágrafos ou com parágrafos numerados, mas não se fará uso de alíneas.

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Medium 9788597019452

15 - E-mail e Carta Comercial

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

15

E-mail e carta comercial

Dividiremos este capítulo em duas partes: uma trata do uso do computador e da Internet; a outra de e-mails e cartas administrativas.

1 COMPUTADOR1

Criado na década de 1940, nos Estados Unidos, para auxiliar na guerra (cálculos de trajetórias de balas de canhões), esse aparelho foi capaz de realizar operações astronômicas com muito mais rapidez e precisão do que o homem. Um único computador chegava a ocupar uma sala inteira, levando algumas horas para realizar determinadas tarefas, porém, rapidamente, o tamanho das máquinas foi diminuindo, e sua velocidade e utilização aumentando. Agora, os computadores estão presentes em tudo, até no que não se imagina, por exemplo: você já havia pensado que uma simples calculadora de bolso é movida por um tipo de computador?

1.1

Microcomputadores, computadores portáteis e programas de edição de textos

Criam-se, algumas décadas depois, os chamados PCs (personal computers), os microcomputadores. A máquina de escrever foi, então, gradativamente substituída pelo computador pessoal, cujos programas de edição de textos oferecem recursos infinitamente superiores. Sem dúvida, essa passa a ser sua maior utilização em número de usuários, e os mais variados tipos de profissionais ganham um poderoso aliado.

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Medium 9788522481576

Parte III - 3 O LÉXICO

ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio Grupo Gen PDF Criptografado

3

O LÉXICO

Vocabulário e contexto

Denotação e conotação: o sentido das palavras Polissemia e homonímia

Sinônimos e parônimos

Campos semânticos e campos léxicos

Exemplário de textos para análise e discussão

Livro 1.indb 50

3/11/2009 18:12:00

O Léxico

51

Vocabulário e Contexto

Léxico e vocabulário são dois termos empregados usualmente com a mesma acepção – conjunto de palavras de uma língua, um autor ou uma obra. Modernamente, distingue-se léxico de vocabulário: léxico é um inventário, teoricamente finito, mas dificilmente mensurável, de todas as palavras realizadas e potenciais de uma língua. Vocabulário refere-se apenas às palavras efetivamente realizadas ou empregadas no discurso.

O Dicionário de linguística (Dubois et al., 1978, p. 364) esclarece que “o termo léxico é reservado à língua, o termo vocabulário ao discurso. (...) O vocabulário de um texto, de um enunciado qualquer da performance é, desde então, apenas uma amostra do léxico do locutor ou, conforme a perspectiva adotada, do léxico da comunidade linguística considerada”.

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Medium 9788597019452

16 - Carta Oficial

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

16

Carta oficial

(Ver OFÍCIO)

1 CONCEITO

Carta oficial é um gênero administrativo utilizado por alguns órgãos públicos, em situações não cerimoniosas, com relação a pessoas estranhas ao serviço público.

Modernamente, as cartas oficiais vêm sendo absorvidas pelos ofícios, e estes cada vez mais se generalizam.

Portugues Instrumental.indb 123

14/12/2018 14:23:38

124

Capítulo 16

O esquema gráfico de uma carta oficial é o seguinte:

TIMBRE

2 espaços duplos

Setor – Data

2 espaços duplos

Destinatário

Endereço

Número de protocolo

8 espaços

15 espaços

10 espaços

7 espaços

espaço 1 ou 1 1/2 espaço 2 ou 3

4 espaços

Saudações

4 espaços

Assinatura

Nome

CARGO

Iniciais do redator e do digitador

Portugues Instrumental.indb 124

14/12/2018 14:23:38

Carta oficial

125

2 MODELO

INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL

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4 - Discurso Direto, Indireto e Indireto Livre

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

4

Discurso direto, indireto e indireto livre

1 DISCURSO DIRETO

São características do discurso direto:

■■ Reprodução exata da fala dos interlocutores ou das personagens de um texto de ficção.

■■ Geralmente, há um verbo dicendi (falar, dizer, responder, afirmar, indagar, perguntar etc.).

■■ Na falta do verbo dicendi, um recurso de pontuação: há dois pontos, travessão, aspas ou mudança de linha.

Exemplo:

Encontrei-me com ele um dia. O olhar estava distante, distante. Aí, ele falou: – Puxa, velho, bem que hoje o dia está especial para matar o serviço...

Como se vê, todas as características estão presentes nesse exemplo, a saber:

■■ Fala da própria personagem: – Puxa, velho, bem que hoje o dia está especial para matar o serviço...

■■ Verbo dicendi: falou

■■ Recursos de pontuação: dois-pontos e travessão.

2 DISCURSO INDIRETO

São características do discurso indireto:

■■ Fala de um indivíduo ou de uma personagem apresentada pela voz do narrador

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Medium 9788521630821

A

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

A

À beça

Gumercindo Bessa (1859-1913), jornalista e jurista sergipano, foi adversário de

Rui Barbosa na Questão Acreana, em que o estado do Amazonas pretendia incorporar o território do Acre. Bessa venceu a questão em favor do Acre, apresentando argumentos irrefutáveis e numa quantidade impressionante.

Posteriormente mas não muito, Rodrigues Alves (presidente do Brasil de 1902 a 1906) diria a um cidadão que lhe apresentava um pedido com justificativas infindáveis: “O senhor tem argumentos à Bessa.” A partir daí, popularizou-se a expressão à beça com o sentido de em grande quantidade ou intensidade.

Por que os dois esses viraram cê-cedilha? Ninguém sabe.

A dar com um pau

Avoantes são aves que vêm, em grandes bandos, da África para o Brasil e pousam em algumas regiões do Nordeste, para desova. Exaustas e famintas, são mortas, aos milhares, pelos sertanejos a pauladas. Daí veio a expressão a dar com um pau com o sentido de em grande quantidade.

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Medium 9788522485581

25 Normas de Apresentação do TCC: A NBR 14724:2011

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

25

Normas de Apresentação do TCC: a NBR 14724:2011

1 Redação

1.1 Normas da ABNT para a Elaboração de Trabalhos Acadêmicos: a NBR 14724:2011

A apresentação gráfica do TCC é regulada pela NBR 14724:2011. Ela estabelece um conjunto de definições de expressões comuns na elaboração de um trabalho científico. Trabalho científico é um nome genérico para TCC, dissertação de mestrado, tese de doutorado e para as mais diversas monografias. A seguir, expomos em ordem alfabética os elementos que compõem qualquer desses tipos de trabalho arrolados:

1. Abreviatura é a representação de uma palavra por meio de alguma(s) de suas letras ou sílabas. Recomenda-se que se elabore lista própria com todas as abreviaturas usadas no interior do trabalho e que seja colocada logo após o sumário.

2. Agradecimentos é um texto em que o autor reconhece a contribuição de algumas pessoas na elaboração do trabalho. É elemento opcional. Seu lugar

é depois da dedicatória.

3. Anexo é texto não elaborado pelo autor e serve como ilustração para sua exposição e argumentação. É colocado ao final do trabalho, após as referências bibliográficas e glossário (se houver). É elemento opcional. Os anexos são identificados por letras maiúsculas, travessão e respectivos títulos.

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16 - Carta Oficial

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

16

Carta oficial

(Ver OFÍCIO)

1 CONCEITO

Carta oficial é um gênero administrativo utilizado por alguns órgãos públicos, em situações não cerimoniosas, com relação a pessoas estranhas ao serviço público.

Modernamente, as cartas oficiais vêm sendo absorvidas pelos ofícios, e estes cada vez mais se generalizam.

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Capítulo 16

O esquema gráfico de uma carta oficial é o seguinte:

TIMBRE

2 espaços duplos

Setor – Data

2 espaços duplos

Destinatário

Endereço

Número de protocolo

8 espaços

15 espaços

10 espaços

7 espaços

espaço 1 ou 1 1/2 espaço 2 ou 3

4 espaços

Saudações

4 espaços

Assinatura

Nome

CARGO

Iniciais do redator e do digitador

Portugues Instrumental.indb 124

14/12/2018 14:23:38

Carta oficial

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2 MODELO

INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL

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39 - Notações Léxicas

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

39

Notações léxicas

Além das letras do alfabeto, servimo-nos, na língua escrita, de alguns sinais (notações léxicas) que nos auxiliam a pronunciar as palavras corretamente.

As notações léxicas são: a) Acento gráfico, que pode ser agudo (´), grave (`) e circunflexo (^). Atualmente, o acento grave é usado na língua portuguesa apenas para indicar crase. Exemplos:

café, à custa de, você

b) Til (~), que indica nasalidade. Exemplos:

irmã, bênção

c) Trema ( ¨ ), que, para o Acordo Ortográfico de 1990, deixou de ser usado na língua portuguesa, aparecendo apenas em estrangeirismos ou em palavras deles derivadas.

Exemplos:

Müller – mülleriano

d) Apóstrofo ( ’ ), que serve para assinalar a supressão de um fonema. Exemplos:

vinha-d’alho, mãe-d’água

e) Cedilha (Ç), que é colocado sob o “c” para que ele tenha valor de “ss”. Exemplos:

açúcar, miçanga

f) Hífen (-), que é usado para ligar elementos de palavras compostas, pronomes átonos a verbos e para a translineação silábica. Exemplos:

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Medium 9788521630821

W

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

W

Wella

A história da fabricante de cosméticos para cabelos começa em 1872, na região de Thuringia, na Alemanha. Um cabeleireiro chamado Franz Ströher decide confeccionar e vender perucas. O negócio prospera e em 1880 ele funda sua empresa.

Depois da Primeira Guerra Mundial, na década de 1920, entra na moda um corte de cabelo feminino, bem curtinho, chamado Bob (no século XVIII, existia uma peruca Bob, bem curta, usada pelos homens que não tinham recursos para comprar perucas longas). Com isso, as perucas saem de moda, mas a fábrica do

Sr. Ströher não fecha as portas e, em 1924, passa a fazer produtos para cabelos.

No mesmo ano, sua marca, Wella, é patenteada na Alemanha.

O nome veio do alemão welle, onda. A logomarca da Wella traz o desenho de uma mulher de perfil, com cabelos longos e ondulados ao vento.

White Horse

O uísque foi vendido pela primeira vez em 1890 na White House Inn, uma taverna em Edimburgo, localizada no beco White Horse, de onde partiam as carruagens que iam para Londres.

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6 Memorando

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

6

Memorando

1 Redação

1.1 Memorando

A comunicação interna utiliza-se de linguagem que se aproxima de níveis informais. Não se devem, portanto, usar preciosismos e tampouco terminologia excessivamente técnica em memorandos (memo), ou CI (Comunicado Interno). Deles devem constar:

RR Para: nome ou cargo do destinatário.

RR De: nome ou cargo do emissor.

RR Assunto ou referência: o título que resume o teor da comunicação.

RR Data.

RR Mensagem.

RR Fecho.

RR Assinatura.

Por se tratar de comunicação rotineira e corriqueira, evita-se explicar siglas e apresentar personagens envolvidos na comunicação.

Quando o memorando é distribuído em diversos departamentos, deve-se evitar colocar apenas as siglas do departamento emissor ou somente o primeiro nome do receptor das cópias. Outros procedimentos desejáveis: evitar chavões, frases feitas, adjetivações inúteis.

Memorando 

123

MEMORANDO

PARA: DEPARTAMENTO

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