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59 - Uso de Onde, Aonde e Donde

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Uso de onde, aonde e donde

1 INTRODUÇÃO

Também nesse ponto, as gramáticas normativas não acompanham os usos dos brasileiros, que não distinguem, nas suas comunicações cotidianas onde e aonde, com verbos de repouso e verbos de movimento.

Como alguns concursos ainda propõem esse tipo de questão, expomos a seguir a diferença que alguns gramáticos ainda estabelecem entre onde, aonde, tratando, em seguida, de donde.

2 ONDE

Onde é empregado em situações estáticas (verbos de repouso ou quietação):

Onde moras?

O local onde se situa a Praça da República é aprazível.

3 AONDE

Aonde é empregado em situações dinâmicas (com verbos de movimento):

Aonde vamos?

Aonde corres com tanta pressa?

Usa-se aonde (e não onde) sempre que podemos empregar para onde; usa-se onde (e não aonde) quando não podemos aplicar para onde:

Para onde te diriges? Aonde te diriges?

Para onde colocaste o livro? Onde colocaste o livro?

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58 - Uso da Palavra Porquê

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Uso da palavra porquê

1 CASOS

A palavra porquê, conforme sua posição e seu significado na frase, aparece escrita de quatro maneiras distintas.

PORQUE junto e sem acento

POR QUÊ separado e com acento

POR QUE separado e sem acento

PORQUÊ junto e com acento

2 POR QUÊ

Escrevemos por quê (duas palavras separadas, com acento circunflexo) quando significa por qual motivo. Ocorre antes de um dos seguintes sinais de pontuação: ponto, ponto e vírgula, dois-pontos ou ponto de interrogação:

Ela está zangada, mas eu não sei por quê.

Você está assim feliz por quê?

Ela está sentida, mas não sabemos por quê: não temos condições de ajudá-la.

Ele é rebelde, sabe-se lá por quê; coisas de criança mimada.

3 PORQUÊ

Neste caso, temos um substantivo. Aparece acompanhado de artigo ou pronome e pode ser pluralizado. Significa motivo ou indagação.

Não sei o porquê de teu entusiasmo.

Naquela noite, estavas procurando resposta aos teus porquês.

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50 - Regência Verbal

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

50

Regência verbal

1 CONCEITO

Regência é a relação de dependência que existe entre os termos de uma frase. Assim, uma palavra que não tenha sentido completo (termo regente) é complementada por uma ou mais palavras (termo regido).

As relações de regência podem ser indicadas pela posição, pela preposição (conetivo vocabular) e pela conjunção subordinativa ou pronome relativo (conetivo oracional). Nos exemplos seguintes, o objeto direto se posiciona depois do verbo:

O filho acompanha o pai.

   suj.        

OD

O pai acompanha o filho.

  suj.    

    OD

Se antecipamos o objeto direto ao verbo e verificamos a possibilidade de dúvida, valemo-nos então o uso da preposição (nesse caso, a presença da preposição já nos alerta que se trata de objeto, uma vez que o sujeito nunca pode ser preposicionado). Exemplo:

Ao filho acompanha o pai.

OD prep.     

  suj.

Se a troca de lugar de sujeito e objeto não prejudica a compreensão, sujeito e objeto direto podem ter sua posição invertida sem a presença da preposição. Exemplo:

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39 - Notações Léxicas

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Notações léxicas

Além das letras do alfabeto, servimo-nos, na língua escrita, de alguns sinais (notações léxicas) que nos auxiliam a pronunciar as palavras corretamente.

As notações léxicas são: a) Acento gráfico, que pode ser agudo (´), grave (`) e circunflexo (^). Atualmente, o acento grave é usado na língua portuguesa apenas para indicar crase. Exemplos:

café, à custa de, você

b) Til (~), que indica nasalidade. Exemplos:

irmã, bênção

c) Trema ( ¨ ), que, para o Acordo Ortográfico de 1990, deixou de ser usado na língua portuguesa, aparecendo apenas em estrangeirismos ou em palavras deles derivadas.

Exemplos:

Müller – mülleriano

d) Apóstrofo ( ’ ), que serve para assinalar a supressão de um fonema. Exemplos:

vinha-d’alho, mãe-d’água

e) Cedilha (Ç), que é colocado sob o “c” para que ele tenha valor de “ss”. Exemplos:

açúcar, miçanga

f) Hífen (-), que é usado para ligar elementos de palavras compostas, pronomes átonos a verbos e para a translineação silábica. Exemplos:

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31 - Procuração

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

31

Procuração

1 CONCEITO

Procuração é o instrumento por meio do qual uma pessoa física ou jurídica outorga poderes a outra.

A procuração pública é lavrada em cartório; a particular é, geralmente, conservada sem registro.

A estrutura de uma procuração compreende: a) Título: Procuração. b) Qualificação: nome, nacionalidade, estado civil, profissão, CPF e residência do outorgante (constituinte ou mandante) e também do outorgado (procurador ou mandatário). c) Finalidade e poderes: parte em que o outorgante declara a finalidade da procuração, bem como autoriza o outorgado a praticar os atos para os quais é nomeado. d) Data e assinatura do outorgante. e) Assinatura das testemunhas, se houver. Essas assinaturas costumam ficar abaixo da assinatura do outorgante, à esquerda. f) As firmas devem ser todas reconhecidas em cartório.

Portugues Instrumental.indb 167

14/12/2018 14:23:40

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Capítulo 31

2 MODELOS

PROCURAÇÃO

Outorgante: �Fulano de Tal, brasileiro, casado, industrial, residente e domiciliado em Porto Alegre,

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30 - Parecer

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Parecer

(Ver INFORMAÇÃO e EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS)

1 CONCEITO

Parecer é a análise de um caso que faz parte de um processo para o qual aponta uma solução favorável ou contrária, através de dispositivos legais e informações.

O parecer difere da informação, porque, enquanto o primeiro interpreta fatos, a segunda apenas os fornece.

O parecer, dependendo do assunto, pode ser técnico, administrativo ou científico.

A estrutura de um parecer compreende: a) Timbre b) No do parecer e ano c) Assunto (ementa) d) Contexto (exposição e apreciação da matéria) e) Conclusão: parecer do relator e da comissão (quando houver) f) Data e assinatura(s)

Portugues Instrumental.indb 165

14/12/2018 14:23:40

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Capítulo 30

2 MODELO

INSTITUTO NACIONAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL

PARECER No 72/18

ASSUNTO: Al no 00000 de 15/03/18. Cláudio Rodrigues

1  –  Cláudio Rodrigues, a quem foi atribuída, neste Instituto, a inscrição 00.000.00000, foi autuado por infração do art. 79, inciso II, da Lei no X, de ....../....../......

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28 - Ofício

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28

Ofício

1 CONCEITO

Ofício é um gênero administrativo oficial usado, principalmente, por órgãos de governo e autarquias.

O papel utilizado é o tamanho ofício.

Portugues Instrumental.indb 158

14/12/2018 14:23:39

Ofício

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Seu esquema gráfico é o seguinte:

TIMBRE

5,5 cm

6,5 cm

10 cm

2,5 cm

N Prot. o

Local/Data

1,5 cm

VOCATIVO

5,0 cm

Parágrafo (texto)

1,5 cm

2,5 cm

Margem (texto)

Fecho

2,0 cm

Assinatura

Nome

Cargo ou função

2,0 cm

End. Destinatário

2,0 cm

1.  Quando se numeram os parágrafos, o primeiro e o fecho não são numerados.

2. �Quanto ao endereçamento, recomenda-se que se coloque apenas o cargo, embora se verifique que, algumas vezes, se coloca também o nome civil do destinatário.

Portugues Instrumental.indb 159

14/12/2018 14:23:40

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Capítulo 28

3. �Quando o ofício constar de mais de uma folha, o endereço irá ao pé da primeira página.

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21 - Declaração

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21

Declaração

   (Ver ATESTADO)

1 CONCEITO

Declaração é um documento que se assemelha ao atestado. Não é expedido por órgãos públicos.

2 MODELOS

DECLARAÇÃO

DECLARAMOS que o senhor João Armando Ferraz pertence ao quadro de empregados de nossa empresa desde 2 de maio de 1990, percebendo mensalmente dois salários-mínimos.

Porto Alegre, 22 de outubro de 2018.

Mário Barcellos

Diretor-Presidente da Cia. X

DECLARAÇÃO

Declaro que foram extraviadas as cautelas nos 0.395.737 – 0.421.870 – 0.504.490 de ações preferenciais nominativas e as cautelas nos 0.255.725 – 0.342.329 – 0.408.089 – 0.538.002 de ações ordinárias nominativas, emitidas em meu nome por PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS, o que as torna sem efeito.

Porto Alegre, 22 de maio de 2018.

Fulano de Tal

EXERCÍCIO

Elabore uma declaração (assunto livre).

Portugues Instrumental.indb 142

14/12/2018 14:23:39

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15 - E-mail e Carta Comercial

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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E-mail e carta comercial

Dividiremos este capítulo em duas partes: uma trata do uso do computador e da Internet; a outra de e-mails e cartas administrativas.

1 COMPUTADOR1

Criado na década de 1940, nos Estados Unidos, para auxiliar na guerra (cálculos de trajetórias de balas de canhões), esse aparelho foi capaz de realizar operações astronômicas com muito mais rapidez e precisão do que o homem. Um único computador chegava a ocupar uma sala inteira, levando algumas horas para realizar determinadas tarefas, porém, rapidamente, o tamanho das máquinas foi diminuindo, e sua velocidade e utilização aumentando. Agora, os computadores estão presentes em tudo, até no que não se imagina, por exemplo: você já havia pensado que uma simples calculadora de bolso é movida por um tipo de computador?

1.1

Microcomputadores, computadores portáteis e programas de edição de textos

Criam-se, algumas décadas depois, os chamados PCs (personal computers), os microcomputadores. A máquina de escrever foi, então, gradativamente substituída pelo computador pessoal, cujos programas de edição de textos oferecem recursos infinitamente superiores. Sem dúvida, essa passa a ser sua maior utilização em número de usuários, e os mais variados tipos de profissionais ganham um poderoso aliado.

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6 - Tipos Textuais

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Tipos textuais

1 COMPETÊNCIAS EXIGIDAS PELO EXAME DO ENEM

O primeiro texto que apresentamos a seguir relaciona os critérios de avaliação das redações do exame do Enem.

■■ Competência 1: demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa.1

■■ Competência 2: compreender a proposta de redação e aplicar conceitos de várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa.

■■ Competência 3: selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

■■ Competência 4: demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

■■ Competência 5: elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos (REDAÇÃO NO ENEM 2017).

No segundo texto, destacamos a linguagem verbal como criadora de mundos. Antes se entendia que a linguagem servia para reproduzir o mundo. Hoje, entende-se que a linguagem cria mundos por meio da palavra. Vejamos o texto:

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12 - Atestado

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Atestado

1 CONCEITO

Atestado é o documento assinado por uma pessoa a favor de outra, afirmando ser verdadeiro determinado fato.

As repartições públicas, em razão de sua natureza, fornecem atestados e não declarações.

O atestado difere da certidão: enquanto esta prova fatos permanentes, aquele se refere a fatos transitórios.

2 MODELOS

ATESTADO

ATESTO, a pedido da parte interessada, que João dos Santos, no presente momento, goza de sanidade física e mental.

Porto Alegre, 14 de agosto de 2018.

Fulano de Tal

Médico

ATESTADO

Para os fins de direito, atestamos que Paulo Oliveira foi aluno deste estabelecimento de ensino, nos anos de 1997 e 1998, não tendo praticado nenhum ato desabonatório à sua conduta.

   Porto Alegre, 6 de agosto de 2018.

                      Fulano de Tal

                      Diretor

Portugues Instrumental.indb 106

14/12/2018 14:23:37

Atestado

107

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20 - Curriculum Vitae

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20

Curriculum vitae

1 CONCEITO

Curriculum vitae é o texto que fornece uma visão geral com relação à formação e à experiência profissional de alguém que se candidate a um cargo, curso, emprego etc. Ele pode ser encaminhado por Correio ou eletronicamente, acompanhado de um ofício ou de uma carta de apresentação. Pode ainda ser introduzido por uma resposta de anúncio.

Portugues Instrumental.indb 139

14/12/2018 14:23:39

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Capítulo 20

2 MODELO

Porto Alegre, 24 de janeiro de 2018.

Senhor Diretor:

Em resposta ao anúncio publicado no XYZ de 19 de janeiro, solicito a inclusão de meu nome entre os candidatos à vaga de .......................... na sua empresa (estabelecimento de ensino, banco etc.).

Eis aqui o meu Curriculum Vitae:

Dados de Identificação:

Nome:

Data e local de nascimento:

Filiação:

Estado civil:

Residência: 

Tel.:

E-mail:

Rua e no

CEP:

Cidade e Estado:

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61 - Dificuldades Frequentes na Língua Portuguesa

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61

Dificuldades frequentes na língua portuguesa

1 INTRODUÇÃO

Verificaremos, neste capítulo, dúvidas que ocorrem, no dia a dia, em relação ao português brasileiro na escrita.

2 A FIM OU AFIM?

Escrevemos afim, quando queremos dizer semelhante. Exemplo:

O gosto dela era afim ao da turma.

Escrevemos a fim (de), quando queremos indicar finalidade. Exemplo:

Veio a fim de conhecer os parentes.

Pensemos bastante, a fim de que respondamos certo.

Ela não está a fim do rapaz.

3 A PAR OU AO PAR?

A expressão ao par significa sem ágio no câmbio, pelo valor nominal. Portanto, se quisermos utilizar esse tipo de expressão, significando ciente, deveremos escrever a par. Exemplos:

As ações foram cotadas ao par.

Fiquei a par do ocorrido.

Maria não está a par do assunto.

4 A CERCA DE, ACERCA DE OU HÁ CERCA DE?

A cerca de significa a uma distância. Exemplo:

Portugues Instrumental.indb 408

14/12/2018 14:23:52

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59 - Uso de Onde, Aonde e Donde

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

59

Uso de onde, aonde e donde

1 INTRODUÇÃO

Também nesse ponto, as gramáticas normativas não acompanham os usos dos brasileiros, que não distinguem, nas suas comunicações cotidianas onde e aonde, com verbos de repouso e verbos de movimento.

Como alguns concursos ainda propõem esse tipo de questão, expomos a seguir a diferença que alguns gramáticos ainda estabelecem entre onde, aonde, tratando, em seguida, de donde.

2 ONDE

Onde é empregado em situações estáticas (verbos de repouso ou quietação):

Onde moras?

O local onde se situa a Praça da República é aprazível.

3 AONDE

Aonde é empregado em situações dinâmicas (com verbos de movimento):

Aonde vamos?

Aonde corres com tanta pressa?

Usa-se aonde (e não onde) sempre que podemos empregar para onde; usa-se onde (e não aonde) quando não podemos aplicar para onde:

Para onde te diriges? Aonde te diriges?

Para onde colocaste o livro? Onde colocaste o livro?

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52 - Crase

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Crase

1 CONCEITO

Crase é “um fenômeno fonético que se estende a toda fusão de vogais, e não só ao a acentuado” (BECHARA, 2015, p. 324). Essa fusão também ocorre com o início de aquele(s), aquela(s), aquilo, a, as. Estes dois últimos demonstrativos referem-se a aquele(s), aquela(s), aquilo, isso e são chamados por Câmara Jr. (2004, p. 91) de demonstrativos vagos. Essa fusão é marcada por um acento grave (`).

Assim, em vez de escrevermos “entregamos a mercadoria a a vendedora”, “esta blusa é igual a a que compraste” ou “eles deveriam ter comparecido a aquela festa”, devemos sobrepor os dois a e indicar esse fato com um acento grave: “Entregamos a mercadoria à vendedora”. “Esta blusa

é igual à que compraste”. “Eles deveriam ter comparecido àquela festa.”

1. �O acento grave que aparece sobre o a não constitui, pois, a crase: é apenas um sinal gráfico que indica ter havido a união de dois a (crase).

2. �Para haver crase, é indispensável a presença da preposição a e de um outro a, que pode ser um artigo, um pronome demonstrativo ou a inicial dos pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s), aquilo. É, pois, um problema de regência. Por isso, quanto mais se conhece regência verbal e nominal, mais fácil se torna o domínio sobre a crase (ver Regência Verbal e Nominal nos

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