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Medium 9788522485581

8 Atestado

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

8

Atestado

1 Redação

1.1 Atestado

Atestado é uma declaração, um documento firmado por uma autoridade em favor de alguém ou algum fato de que se tenha conhecimento. É um documento oficial com que se certifica, afirma, assegura, demonstra algo que interessa a outrem.

ATESTADO

DE IDONEIDADE MORAL

Eu, . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ., . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ., atesto para os nome

profissão

devidos fins que conheço . . . . . . . . há . . . . . . . . (. . . .) anos e que é pessoa de alto conceito, digna de toda confiança e que nada existe que possa desaboná-la.

Por ser expressão de verdade, firmo o presente atestado.

. . . . . . . . . . . . . . . . . ., . . . de . . . . . . . . . . . . . de 200X.

(a) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

2 Gramática

2.1 Pronome pessoal

O traço definidor dos pronomes pessoais (eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas) é sua capacidade de identificar de forma pura a pessoa gramatical.

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Medium 9788597019452

28 - Ofício

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

28

Ofício

1 CONCEITO

Ofício é um gênero administrativo oficial usado, principalmente, por órgãos de governo e autarquias.

O papel utilizado é o tamanho ofício.

Portugues Instrumental.indb 158

14/12/2018 14:23:39

Ofício

159

Seu esquema gráfico é o seguinte:

TIMBRE

5,5 cm

6,5 cm

10 cm

2,5 cm

N Prot. o

Local/Data

1,5 cm

VOCATIVO

5,0 cm

Parágrafo (texto)

1,5 cm

2,5 cm

Margem (texto)

Fecho

2,0 cm

Assinatura

Nome

Cargo ou função

2,0 cm

End. Destinatário

2,0 cm

1.  Quando se numeram os parágrafos, o primeiro e o fecho não são numerados.

2. �Quanto ao endereçamento, recomenda-se que se coloque apenas o cargo, embora se verifique que, algumas vezes, se coloca também o nome civil do destinatário.

Portugues Instrumental.indb 159

14/12/2018 14:23:40

160

Capítulo 28

3. �Quando o ofício constar de mais de uma folha, o endereço irá ao pé da primeira página.

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Medium 9788597019452

7 - Gêneros Discursivos

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

7

Gêneros discursivos

1 O QUE SE ENTENDE POR GÊNEROS DISCURSIVOS

Inicialmente, a noção de gêneros esteve relacionada aos gêneros literários. Aristóteles classificava-os em epopeia, tragédia e comédia. Entendia, ainda, que, na oratória, os discursos retóricos eram: deliberativo, judiciário, demonstrativo (epidítico). O discurso deliberativo servia para aconselhar ou desaconselhar; o judiciário, para acusar ou defender; o demonstrativo, para elogiar ou censurar. O deliberativo voltava-se para o futuro; o judiciário, para o passado; o demonstrativo, para o presente.

Modernamente, a noção de gêneros textuais ampliou-se, abrangendo os mais diversos tipos de textos. Marcuschi (2011, p. 155) assim o define:

Os gêneros textuais são os textos que encontramos em nossa vida diária e que apresentam padrões sociocomunicativos característicos definidos por composições funcionais, objetivos enunciativos e estilos concretamente realizados na integração de forças históricas, sociais, institucionais e técnicas. Em contraposição aos tipos [narrativo, descritivo, argumentativo, expositivo, injuntivo, dialogal], os gêneros são entidades empíricas em situações comunicativas e se expressam em designações diversas, constituindo em princípio listagens abertas.

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Medium 9788521630821

J

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

J

Jacuzzi

No início do século XX, o sr. e a sra. Jacuzzi moravam na Itália e já tinham gerado sete filhos e seis filhas. Decididos a partir para outra atividade, emigraram para os Estados Unidos e se estabeleceram na Califórnia. Ali os rapazes começaram a trabalhar em engenharia de aviação. O fracasso não demorou a chegar: em

1921, o primeiro monoplano Jacuzzi se espatifou em seu voo inaugural. “Mama

Jacuzzi” fez um escândalo à italiana e proibiu os filhos de continuarem a fazer seus aviõezinhos. Foram tão obedientes à “mama” – e ai do italiano que não o seja – que partiram para outra novidade bem afastada da aviação: inventaram e patentearam uma bomba de água para regar jardins.

Mais tarde, um dos Jacuzzinhos começou a padecer de artrite reumatoide (inflamações, deformações e dores nas articulações). Cândido Jacuzzi, um dos irmãos, desenvolveu então uma bomba portátil que provocava torvelinhos na água de uma banheira, gerando uma hidromassagem de efeito terapêutico para a doença do irmão.

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Medium 9788522481576

Parte II - 2 BREVES NOÇÕES METODOLÓGICAS DE LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio Grupo Gen PDF Criptografado

2

BREVES NOÇÕES

METODOLÓGICAS

DE LEITURA E

INTERPRETAÇÃO

DE TEXTO

O ato de ler

A técnica de sublinhar

Como redigir resumos

Elaboração de esquemas

Fichamentos

Livro 1.indb 34

3/11/2009 18:12:00

Breves Noções Metodológicas de Leitura e Interpretação de Texto

35

O Ato de Ler

Embora estejamos no século da informação através da imagem (“uma imagem vale mais que mil palavras”), são inegáveis a importância e a necessidade da leitura, pois, além de desempenhar suas funções informativa e recreativa, a transmissão da História, da Cultura e da Ciência, ainda hoje, faz-se através da linguagem escrita.

Não basta, porém, ser alfabetizado para fazer da leitura um ato de “crítica”, que envolve constatação, reflexão e transformação de significados.

A leitura pode não ser encarada como simples decodificação de signos, atividade mecânica que determina uma postura passiva diante do texto. Paulo Freire

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Medium 9788597019452

59 - Uso de Onde, Aonde e Donde

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

59

Uso de onde, aonde e donde

1 INTRODUÇÃO

Também nesse ponto, as gramáticas normativas não acompanham os usos dos brasileiros, que não distinguem, nas suas comunicações cotidianas onde e aonde, com verbos de repouso e verbos de movimento.

Como alguns concursos ainda propõem esse tipo de questão, expomos a seguir a diferença que alguns gramáticos ainda estabelecem entre onde, aonde, tratando, em seguida, de donde.

2 ONDE

Onde é empregado em situações estáticas (verbos de repouso ou quietação):

Onde moras?

O local onde se situa a Praça da República é aprazível.

3 AONDE

Aonde é empregado em situações dinâmicas (com verbos de movimento):

Aonde vamos?

Aonde corres com tanta pressa?

Usa-se aonde (e não onde) sempre que podemos empregar para onde; usa-se onde (e não aonde) quando não podemos aplicar para onde:

Para onde te diriges? Aonde te diriges?

Para onde colocaste o livro? Onde colocaste o livro?

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Medium 9788521630821

T

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

T

Tabefe

Do árabe tabih, cozido.

Tabefe, originariamente, é um doce feito de leite, açúcar e ovos. Passou a ser sinônimo de bofetada porque a farinha de trigo, que entra no cozimento do leite com o açúcar, é batida com a mão aberta.

É também o caso de bolacha (de bolo + a terminação pejorativa -acha), que originariamente é um biscoito feito de farinha achatada com a mão aberta.

Tampax

Uma inscrição egípcia de aproximadamente 1550 a.C. descrevia como a introdução de um chumaço de algodão na vagina poderia evitar a gravidez. Claro, muitos egipciozinhos devem ter provado a falência do novo método anticoncepcional. Mas talvez aí estivesse o primeiro passo para outra concepção: a do tampão para a menstruação. Infelizmente, nenhum comerciante egípcio vislumbrou a excelente oportunidade de negócio: bastaria inverter a mão dos fluidos, constatar que o algodão impediria a saída do escorrimento menstrual e, pronto, ali estaria um novo e sensacional produto feminino para ser lançado no mercado. Mas, na

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18 - Comunicação (Comunicado)

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

18

Comunicação (comunicado)

1 CONCEITO

A comunicação, quando pública, assemelha-se ao edital; quando interna, assemelha-se ao memorando.

Quando publicada pela imprensa, ela deve ter o verbo na terceira pessoa, porque é veiculada por terceiro(s) – correspondência indireta.

2 MODELOS

2.1

Modelo de comunicação externa

COMUNICAÇÃO

PRONTO SOCORRO VITAE

Comunica a seus clientes e amigos a transferência de seu POSTO ZONA SUL para o Hospital de

Pronto Socorro Vitae, na Av. GETULIO VARGAS, ........, COM ATENDIMENTO DE URGÊNCIA e SERVIÇO MÉDICO-HOSPITALAR.

FONES ............... – ............... – ............... – ...............

Portugues Instrumental.indb 132

14/12/2018 14:23:39

Comunicação (comunicado)

CELESC  

133

CENTRAIS ELÉTRICAS DE SANTA CATARINA

LOGOTIPO

CONCORRÊNCIA PÚBLICA No 034/98

COMUNICADO

A Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. – CELESC – comunica que prorrogou o prazo de vencimento da Concorrência Pública no 034/98 (inicialmente previsto para o dia 18 de novembro de

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14 - Aviso

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

14

Aviso

    (Ver COMUNICADO e EDITAL)

1 CONCEITO

Aviso é um gênero administrativo cujas características são amplas e variáveis.

O aviso, na administração pública, pode ser uma comunicação direta ou indireta; unidirecional ou multidirecional; redigida em papel próprio, afixada em local público ou publicada através da imprensa.

O aviso, porém, não é usado apenas na administração pública; é também utilizado na administração privada e na correspondência particular. Muitas vezes, aproxima-se do comunicado, do edital ou do ofício.

Geralmente, não traz destinatário, fecho ou expressões de cortesia.

Embora a Instrução Normativa no 04, de 06/03/92 (Diário Oficial de 09/03/92), regulamente que o AVISO e o OFÍCIO são modalidades praticamente idênticas e que a única diferença entre os dois é ser o aviso expedido exclusivamente por Ministros de Estado, Secretário-Geral da Presidência da República, Consultor-Geral da República, Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, Chefe do

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57 - Pontuação Gráfica

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

57

Pontuação gráfica

1 INTRODUÇÃO

Pontuação é o conjunto de sinais que representam, na língua escrita, as pausas e a entonação da língua falada. Esse conjunto de sinais serve também para organizar as relações das partes do discurso.

A ausência de pontuação em um texto pode servir à criação de efeito de sentido especial.

Entre os exemplos, podemos citar o poema a “Rosa de Hiroxima”, de Vinicius de Moraes, em que o único sinal de pontuação é um ponto final no último verso (Disponível em: http://www.viniciusdemoraes.com.br/pt-br/poesia/poesias-avulsas/rosa-de-hiroxima. Acesso em: 13 dez. 2017).

Iniciemos nosso estudo sobre pontuação com a leitura de uma crônica.

A VIDA ENTRE PARÊNTESES

Leitor pergunta por que uso tantos parênteses nas minhas crônicas (leitores inteligentes conseguem descobrir no texto particularidades significativas). A pergunta me fez pensar

(não chega a ser um evento raro na minha existência, mas pensar entre parênteses não era algo que eu fizesse com frequência). E então me dei conta de que os sinais gráficos, mais que as letras (por muito importantes que estas sejam), veiculam emoções. Quanta emoção numa exclamação! E pode haver dúvida maior que a do ponto de interrogação? Sobre isto sempre somos reticentes... Mas temos que admitir que certos sinais, como, por exemplo, a vírgula, esta pequenina serpente que, de espaço em espaço, atravessa o caminho, sempre acidentado, de nossa frase, é uma evidência, não muito clara, decerto, mas evidência, sim, de nossa indecisão.

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Medium 9788597019452

41 - Ortografia

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

41

Ortografia

1 INTRODUÇÃO

Toda língua que dispõe de escrita tende a fixar um sistema de grafia, a sua ortografia. Esse sistema é convencional e regulado por variados critérios: fonético (as letras B, F, P e V representam sempre o mesmo som em português brasileiro), etimológico (palavras escritas com H em português), sociolinguístico (a ortografia oficial apoia-se em determinada variedade linguística; não há, por exemplo, grafia para o R retroflexo (ou “R caipira”) etc. Em um sistema ideal, teríamos apenas uma unidade gráfica para um valor fônico, mas não é isso o que ocorre. Por exemplo, em português, a letra X tem valor de CH (xarope), S (texto), SS (próximo), Z (exílio), KS (oxigênio),

KZ (hexâmetro). O mesmo problema temos com o fonema /s/, que é representado por s, ss, c, sc, ç, sç, z, xc, xs: sábado, assoar, céu, descer, caça, desça, traz, excelência, exsudar.

A história da ortografia no Brasil é longa: reforma ortográfica em 1911; Acordo Ortográfico em 1931, que se tornou obrigatório em 1933; publicação, em 1943, do Formulário Ortográfico e do Pequeno Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) pela Academia Brasileira de

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23 - Exposição de Motivos

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

23

Exposição de motivos

1 CONCEITO

Exposição de motivos é um gênero legislativo, que hoje é também utilizado na área empresarial.

2 CARACTERÍSTICAS

A exposição de motivos apresenta as seguintes características:

■■ o assunto deve ser resumido em itens que, individualmente, apresentam argumento;

■■ a legislação citada deve ser transcrita;

■■ a conclusão deve ser clara e objetiva.

Os itens são numerados em algarismos arábicos. Se necessário, são desdobrados em alíneas

(assinaladas com letras). A divisão de capítulos é feita com algarismos romanos.

A autoridade competente despachará a exposição de motivos com uma das seguintes fórmulas: APROVADO – APROVO – ARQUIVE-SE – CONCORDO – EXPEÇA-SE O ATO – SIM.

No rodapé da exposição de motivos, registra-se a referência: número do processo (se for o caso) e iniciais do redator e digitador.

Portugues Instrumental.indb 145

14/12/2018 14:23:39

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Capítulo 23

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16 Edital e Recibo

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

16

Edital e Recibo

1 Redação

1.1 Edital

É um traslado, cópia autêntica de leis, decretos ou posturas para se publicar pela imprensa periódica ou por meio de afixação nos lugares públicos.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Pelo presente Edital, ficam convocados os senhores delegados dos Sindicatos filiados, membros do Conselho de Representantes desta Federação, que se encontram no gozo de seus direitos, observada a legislação vigente e as normas estatutárias aplicáveis, para se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, do dia . . . . de . . . . . . . . de 200X, na sede da entidade, sita na Av. . . . . . . . . . . . . . ., conjuntos . . . . ., São Paulo (SP), em observância aos termos do Edital de Convocação de eleições para escolha de Juízes Classistas e respectivos suplentes, do Tribunal Regional do Trabalho da II Região, publicado no DOE, no dia .

. . de . . . . . . . . . . de 200X.

São Paulo, . . . de . . . . . . . . . de 200X.

(a) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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61 - Dificuldades Frequentes na Língua Portuguesa

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

61

Dificuldades frequentes na língua portuguesa

1 INTRODUÇÃO

Verificaremos, neste capítulo, dúvidas que ocorrem, no dia a dia, em relação ao português brasileiro na escrita.

2 A FIM OU AFIM?

Escrevemos afim, quando queremos dizer semelhante. Exemplo:

O gosto dela era afim ao da turma.

Escrevemos a fim (de), quando queremos indicar finalidade. Exemplo:

Veio a fim de conhecer os parentes.

Pensemos bastante, a fim de que respondamos certo.

Ela não está a fim do rapaz.

3 A PAR OU AO PAR?

A expressão ao par significa sem ágio no câmbio, pelo valor nominal. Portanto, se quisermos utilizar esse tipo de expressão, significando ciente, deveremos escrever a par. Exemplos:

As ações foram cotadas ao par.

Fiquei a par do ocorrido.

Maria não está a par do assunto.

4 A CERCA DE, ACERCA DE OU HÁ CERCA DE?

A cerca de significa a uma distância. Exemplo:

Portugues Instrumental.indb 408

14/12/2018 14:23:52

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Medium 9788522481590

Parte III - 18 Organização do Trabalho da Secretária

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF Criptografado

18

Organização do Trabalho da Secretária

1 Introdução

Segundo Nivaldo Maranhão Faria (1984), há algumas técnicas de organização do trabalho que têm proporcionado vantagens enormes aos administradores.

São elas: o definição dos objetivos a alcançar; o divisão da empresa em departamentos (daí resultando a estrutura de poder); o coordenação das várias partes envolvidas no processo produtivo; o delegação de autoridade; o supervisão; o assessoria.

É necessário ter presente três princípios básicos: o Objetivo: deve ser claramente estabelecido de modo que seja compreendido. o Autoridade: a cada pessoa deve-se atribuir autoridade correspondente. Jamais uma pessoa deverá receber ordens de vários gerentes. o Subordinação: cada pessoa precisa saber de quem deve receber ordens.

A organização do trabalho também compreende o conhecimento dos propósitos da organização, de suas dependências, de seu modo de produzir, das técnicas que emprega.

Em geral, as empresas esperam de suas secretárias: consciência de seus deveres, dedicação ao trabalho, equilíbrio emocional para bem desempenharem tarefas, que sejam dignas de confiança, que saibam delegar tarefas quando necessário, que saibam resolver conflitos entre colegas de trabalho, que sejam capazes de trabalhar em grupo.

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