143 capítulos
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Medium 9788597019452

36 - Normalização Textual

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

36

Normalização textual

1 FORMATO E IMPRESSÃO

Segundo a NBR 14724, parágrafo 5.1, os textos “devem ser digitados ou datilografados em cor preta, podendo utilizar outras cores somente para as ilustrações. E impresso, utilizar papel branco ou reciclado, no formato A4 (21 cm × 29,7 cm)”.

2 MARGENS

Em relação às margens, os trabalhos acadêmicos seguem as seguintes normas:

■■ Anverso: yy Esquerda e superior: 3 cm. yy Direita e inferior: 2 cm.

■■ Verso: yy Direita e superior: 3 cm. yy Esquerda e inferior: 2 cm.

3 FONTE

A norma ainda orienta sobre o uso da fonte: tamanho 12 para todo o trabalho, inclusive capa. Excetuam-se citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, dados internacionais de catalogação, legendas de ilustrações, quadros, tabelas, que devem ser em fonte menor (10, por exemplo).

4 ESPAÇAMENTO

Para o espaço interlinear, a NBR 14724 estabelece que os textos devem ser digitados com espaçamento 1,5. Excetuam-se as citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações, quadros, tabelas, que são digitados em espaço simples. Prescreve ainda que as referências bibliográficas serão separadas (um autor de outro autor subsequente) por um espaço simples em branco.

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Medium 9788521630821

Z

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

Z

Zagueiro

Em espanhol, a palavra zaga (do árabe sâqa, retaguarda de um exército) significa a parte de trás de algo e, por extensão, a linha de defesa de uma equipe de futebol.

Zaguero (formado de zaga), além do jogador, é um adjetivo, que significa de trás.

As duas palavras vieram para o português zagueiro e zaga, apenas com aplicação no futebol.

Zangão

A palavra tem origem onomatopaica, com base no zumbido produzido pelo inseto. Em razão das características negativas do macho da abelha — não tem ferrão, não trabalha e é sustentado pelas colegas de colmeia —, zangão ganhou o sentido de indivíduo explorador, parasita, inútil e, por extensão, maçante, inconveniente.

Provavelmente zanga e zangar vieram de zangão. Quer dizer, além de indolente e chato, mal-humorado. Quem é que aguenta um sujeito desses na sua colmeia?

Zelo

Os romanos chamavam de zelu um sentimento que poderia ser de inveja, ciúmes, zelo, amor, ardor. Daí vieram, em português, zelo, ciúme e cio. As palavras têm de fato uma proximidade semântica, o que não garante à mulher que um homem ciumento esteja no cio e que despir-se rapidamente é o melhor remédio para acalmar a fera. Muitas vezes o que ele pretende mesmo é uma propriedade exclusiva.

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Medium 9788597019452

31 - Procuração

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

31

Procuração

1 CONCEITO

Procuração é o instrumento por meio do qual uma pessoa física ou jurídica outorga poderes a outra.

A procuração pública é lavrada em cartório; a particular é, geralmente, conservada sem registro.

A estrutura de uma procuração compreende: a) Título: Procuração. b) Qualificação: nome, nacionalidade, estado civil, profissão, CPF e residência do outorgante (constituinte ou mandante) e também do outorgado (procurador ou mandatário). c) Finalidade e poderes: parte em que o outorgante declara a finalidade da procuração, bem como autoriza o outorgado a praticar os atos para os quais é nomeado. d) Data e assinatura do outorgante. e) Assinatura das testemunhas, se houver. Essas assinaturas costumam ficar abaixo da assinatura do outorgante, à esquerda. f) As firmas devem ser todas reconhecidas em cartório.

Portugues Instrumental.indb 167

14/12/2018 14:23:40

168

Capítulo 31

2 MODELOS

PROCURAÇÃO

Outorgante: �Fulano de Tal, brasileiro, casado, industrial, residente e domiciliado em Porto Alegre,

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Medium 9788522485581

7 Ata

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

7

Ata

1 Redação

1.1 Ata

Conceitualmente, define-se ata como um registro em que se relata o que se passou numa reunião, assembleia ou convenção. Daí as várias espécies: ata de assembleia geral extraordinária, de assembleia geral ordinária, ata de condomínio. É, portanto, um relatório pormenorizado de tudo o que se passou em uma reunião.

Uma de suas particularidades é que a ata deve ser assinada em alguns casos pelos participantes da reunião (conforme estatuto da empresa), e pelo presidente ou secretário, sempre. Para sua lavratura, devem ser observadas as seguintes normas:

RR Lavrar a ata em livro próprio ou em folhas soltas. Deve ser lavrada de tal modo que impossibilite a introdução de modificações.

RR Sintetizar de maneira clara e precisa as ocorrências verificadas.

RR O texto será digitado, datilografado ou manuscrito, mas sem rasuras.

RR O texto será compacto, sem parágrafos ou com parágrafos numerados, mas não se fará uso de alíneas.

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Medium 9788597019452

56 - Pronomes de Tratamento

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

56

Pronomes de tratamento

1 CONCEITO

Pronomes de tratamento são formas de interação comunicativa utilizada para nos dirigirmos ou nos referirmos a outra pessoa. É, pois, uma expressão que tem valor de pronome tanto no tratamento familiar (você, vocês), como no tratamento cerimonioso (senhor, senhora) ou ainda para demonstrar reverência (Vossa Excelência, Vossa Senhoria, Vossa Magnificência etc.).

2 USOS DE PRONOMES DE TRATAMENTO

QUADRO DEMONSTRATIVO

Destinatário

1

Vocativo

Senhor1

Envelope

Tratamento

Abreviatura

Il.mo

Sr. Fulano de

Tal ou

Ao Sr. Fulano de

Tal

M. D. Diretor do...

Vossa Senhoria

V. S.a

Oficiais até Coronel

Funcionários graduados (diretores, chefes de seção)

Prezado

Monsenhores,

Cônegos, Padres e

Religiosos

Reverendíssimo(a)

Senhor(a)

Reverendíssimo(a)

Senhor Padre

(Senhora Madre)...

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Medium 9788521630821

N

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

N

Nada

Nas construções negativas, os romanos, para serem enfáticos, usavam frequentemente a expressão res nata, coisa nascida. Res é coisa (na função de objeto direto

é grafado rem); nata é o particípio feminino do verbo nascere, nascer. Assim, os romanos diziam non vidi rem nata, não vi coisa nascida, non audio rem nata, não ouço coisa nascida etc.

Antes de criticarmos os romanos, olhemos o próprio rabo. As negações enfáticas são muito frequentes no português: “não sei nada”, “não vi ninguém”. São expressões gramaticalmente corretas mesmo agredindo a lógica, já que, ao pé da letra, matematicamente, uma negação contradiz a outra: “não sei nada” = sei algo; “não vi ninguém” = vi alguém.

Também são comuns, corretas e igualmente ilógicas negações enfáticas como

“não sei não”, “não vi não”. Para negar sem ênfase, joga-se fora o segundo “não”.

Já o nordestino brasileiro muitas vezes omite o primeiro e diz “sei não”, “vi não”.

De volta à Roma. Daquela expressão rem nata, os portugueses e os espanhóis ficaram com o nata, que originou nada.

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Medium 9788522481590

Parte IV - 21 Formação Educacional, Regulamentação da Profissão e Código de Ética

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF Criptografado

21

Formação Educacional,

Regulamentação da Profissão e Código de Ética

1 Formação geral

Nossos tempos são marcados pela necessidade de preparação e estudo constante. Permanecerão empregadas apenas as pessoas que acenam com possibilidades de progresso profissional.

As empresas conhecem hoje o dilema da competitividade. A sobrevivência delas depende da capacidade de seus profissionais, que trabalham em equipe, ajudando-se mutuamente. A secretária funciona não apenas como elo de ligação entre profissionais, mas também como parceira. E a parceria exige sobretudo confiança, objetivos comuns, competência. O executivo necessita de sua ajuda, e ela precisa ser competente para poder auxiliá-lo.

No Brasil, são antigos os cursos de formação de técnicos em secretariado. Com a chegada, porém, das multinacionais e o desenvolvimento do parque industrial brasileiro, foi necessário preparar muito melhor profissionais para o mercado de trabalho.

As secretárias conquistaram, a partir da década de 70, os primeiros cursos de 3º grau de secretariado. Em 30 de setembro de 1985, o Presidente José Sarney assinou a Lei nº 7.377, que regulamentou a profissão. Em 7-7-89, foi publicado no Diário Oficial da

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Medium 9788522485581

3 Cartas Comerciais

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

3

Cartas Comerciais

1 Redação

1.1 Conceito de correspondência

Correspondência é um ato que se evidencia pela troca de informação e se caracteriza pela emissão e recepção de mensagens. Em sentido especial, indica todas as formas de comunicação escrita que ligam indivíduos distantes com a finalidade de manterem uma troca de ideias. Mais estritamente, significa a série de afirmativas transmitidas por meio de cartas, telegramas, radiogramas, fonogramas, cartões, bilhetes, ou outros meios em que as pessoas que se encontram em lugares diferentes transmitem, reciprocamente, seus pensamentos.

Enfim, correspondência é um meio de comunicação escrita entre pessoas.

É o ato ou estado de corresponder, adaptar, relatar ou o acordo de uma pessoa com outra. É uma comunicação efetiva por meio de papéis, cartas ou documentos. Por ampliação de sentido, passou a designar todo o conjunto de instrumentos de comunicação escrita: bilhetes, cartas, circulares, memorandos, ofícios, requerimentos, telegramas.

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Medium 9788597019452

60 - Emprego do Infinitivo

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

60

Emprego do infinitivo

1 CONCEITO

O infinitivo é uma das três formas nominais dos verbos. Há dois tipos de infinitivo: o impessoal, que não flexiona, e o pessoal (inexistente na maioria das línguas conhecidas), que flexiona. Exemplos:

Viver é bom. (= infinitivo impessoal)

É interessante leres com atenção. (= infinitivo pessoal)

2 INFINITIVO IMPESSOAL

O infinitivo impessoal é empregado, nas seguintes situações: a) com sujeito idêntico ao do verbo regente, formando uma locução verbal:

Não ousaste encarar teu ofensor. suj.

tu

Costumamos levantar cedo. suj.

nós

Tomaram a resolução de resistir até o fim. suj.

eles

b) com sentido passivo (geralmente, vem depois de um adjetivo + preposição e funciona como complemento nominal):

Esses livros são bons de ler (= de serem lidos).

Portugues Instrumental.indb 403

14/12/2018 14:23:51

404

Capítulo 60

Tais coisas não são fáceis de perceber (= de serem percebidas).

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Medium 9788522485581

18 Narração Comercial

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

18

Narração Comercial

1 Redação

1.1 Conceito de narração

A narração comercial caracteriza-se como um relato organizado de acontecimentos empresariais reais ou possíveis. Em primeiro lugar, torna-se imperioso dar movimento aos fatos, manter aceso o interesse do leitor, expor os acontecimentos com rapidez, relatando-se apenas o que é significativo. A narração envolve:

RR Quem? Personagens.

RR Quê? Fatos.

RR Quando? A época em que ocorreram os acontecimentos.

RR Onde? O lugar da ocorrência dos fatos.

RR Como? O modo como se desenvolveram os acontecimentos.

RR Por quê? A causa dos acontecimentos.

Onde, quando e quem pertencem à introdução. O quê consta em geral do desenvolvimento e o como aparece sobretudo no clímax da narrativa. Reserva-se o porquê para a conclusão.

Estruturalmente, em uma narrativa temos um sujeito que quer (não quer), que deve (não deve), que sabe (não sabe) e que pode (não pode) fazer alguma coisa (ação). Para entrar em conjunção ou em disjunção com um valor investido em algum objeto, ele depara-se com um antissujeito, que são os obstáculos que precisa vencer. Nem sempre uma narrativa se explica por um simples fazer, visto que as próprias emoções do sujeito (estado de alma) podem constituir-se numa narrativa. Para aprofundamento desse estudo, consultar Diana Luz Pessoa de Barros (1990) e José Luiz Fiorin (1989).

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Medium 9788597019452

42 - Hífen

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

42

Hífen

1 CONCEITO

Hífen é o sinal usado para ligar os elementos de uma palavra composta (couve-flor; ex-prefeito), o pronome pessoal átono ao verbo (atendê-lo-ei; oferece-me) ou, no final da linha, separando a palavra em duas partes, sempre obedecendo à separação das sílabas (quei-jo; ami-ga).

2 NORMAS PARA O EMPREGO DO HÍFEN

1.  Em primeiro lugar, só admitem hífen elementos morfologicamente individualizados, isto é, com integridade gráfica e semântica: bem-querer (mas benquisto sem hífen)

2.  Usa-se hífen quando a sua falta pode resultar pronúncia indevida ou falta de clareza: bem-aventurado (para não ficar be-ma-ven-tu-ra-do na leitura) bem-me-quer (para evitar que se juntem dois “m”, ou, excluindo-se um, que se leia be-me-quer) sobre-humano (para não se ler so-breu-ma-no) ad-rogar (para não ficar a-drogar)

3.  Em se tratando de palavras compostas, usa-se hífen sempre que os termos conservem integridade mórfica e tonicidade, passando aqueles a constituir um novo todo semântico: abaixo-assinado amor-perfeito redatores-chefes salário-mínimo porta-voz quarta-feira alto-falante arranha-céu sul-rio-grandense porto-alegrense

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Medium 9788522481590

Parte I - 11 Novo Acordo Ortográfico

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF Criptografado

11

Novo Acordo Ortográfico

1 O que mudou na acentuação

1.1 Trema

Deixa de existir o trema, exceto em nomes próprios e seus derivados.

1.2 Acento diferencial

Não se usará acento para distinguir: a) Para (flexão do verbo parar) de para (preposição) b) Pela (flexão do verbo pelar) de pela (combinação da preposição com o artigo c) Polo (substantivo) de polo (combinação antiga e popular de por e lo) d) Pelo (flexão do verbo pelar), pelo (substantivo) e pelo (combinação da preposição com o artigo) e) Pera (substantivo – fruta), pera (substantivo arcaico – pedra) e pera (preposição arcaica)

O pôr (verbo) continua com acento, assim como pôde (pretérito perfeito).

1.3 Acento circunflexo

Não se usará: a) Nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos crer, dar, ler, ver e seus derivados (descrer, reler). A grafia correta será: creem, deem, leem, veem, descreem, releem.

Book 1.indb 176

29/4/2010 16:04:39

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Medium 9788597019452

59 - Uso de Onde, Aonde e Donde

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

59

Uso de onde, aonde e donde

1 INTRODUÇÃO

Também nesse ponto, as gramáticas normativas não acompanham os usos dos brasileiros, que não distinguem, nas suas comunicações cotidianas onde e aonde, com verbos de repouso e verbos de movimento.

Como alguns concursos ainda propõem esse tipo de questão, expomos a seguir a diferença que alguns gramáticos ainda estabelecem entre onde, aonde, tratando, em seguida, de donde.

2 ONDE

Onde é empregado em situações estáticas (verbos de repouso ou quietação):

Onde moras?

O local onde se situa a Praça da República é aprazível.

3 AONDE

Aonde é empregado em situações dinâmicas (com verbos de movimento):

Aonde vamos?

Aonde corres com tanta pressa?

Usa-se aonde (e não onde) sempre que podemos empregar para onde; usa-se onde (e não aonde) quando não podemos aplicar para onde:

Para onde te diriges? Aonde te diriges?

Para onde colocaste o livro? Onde colocaste o livro?

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Medium 9788521630821

H

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

H

Haicai

Do japonês haicai, composto de hai, brincadeira + kai, harmonia, realização.

O haicai é uma forma de poema, de origem japonesa, com apenas três versos.

O primeiro e o terceiro com cinco sílabas e o segundo com sete. Originariamente, falava da natureza ou das estações do ano. Mas os poetas enveredaram por outros temas, porque o que seduz mesmo no haicai é o desafio de expor uma ideia completa em tão exíguo espaço.

O seguinte haicai é de autoria do poeta brasileiro Guilherme de Almeida.

Infância:

Um gosto de amora comida com sol. A vida chamava-se: “Agora.”

Halloween

A tradicional comemoração inglesa e norte-americana se dá na noite de 31 de outubro, véspera de 1o de novembro, dia de Todos os Santos, o que explica a origem da palavra. Halloween é o resultado da junção das palavras all hallows’ even, véspera do dia de Todos os Santos (hallow, em inglês antigo, significa santo).

Antigamente, na Inglaterra, na Escócia e na Irlanda, celebrava-se anualmente a festa celta de Samhain em 31 de outubro, o último dia do ano no calendário dos celtas. Grandes fogueiras eram acesas no alto de montanhas para afastar os maus espíritos porque se acreditava que as almas dos mortos queriam voltar às suas casas e que fantasmas, bruxas, duendes, fadas e demônios de toda espécie ficavam à solta.

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Medium 9788522481590

Parte I - 5 Como Escrever Relatórios

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF Criptografado

5

Como Escrever Relatórios

1 Comunicações internas e externas

A organização de uma empresa depende basicamente do fluxo de informações relacionadas com as pessoas, interna e externamente, e sobre ela. A comunicação interna permite à empresa ter consciência de si mesma, adaptar-se ao ambiente. A comunicação externa permite a realização de negócios.

Uma empresa, para ser eficaz, depende de seus padrões de comunicação atuais ou passados, tanto internos como externos.

A comunicação externa é realizada da empresa para fora e vice-versa.

O sucesso de uma empresa depende em grande parte das transações de comunicação que deve haver entre seus membros e dos membros com o ambiente externo.

O administrador que não transmite informações, que não comunica seus objetivos a seus subordinados, que não avalia a efetividade de sua comunicação não pode esperar desempenho positivo de sua empresa. A secretária deve auxiliá-lo nesta tarefa de busca e transmissão de informações. E a ela compete manifestar sempre interesse pela compreensão dos objetivos da empresa. Quando estes não forem explícitos, deverá procurar, através do diálogo, descobrir para onde a empresa está indo e ajudar seu executivo a manifestar-se claramente.

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