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Medium 9788547221843

5.3 Concav idade e ponto de inflexão

MORETTIN,Pedro A. ; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton O. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 5

Aplicações de derivadas

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29. Um consumidor consegue certo nível de satisfação consumindo x unidades de um

produto A e y de um produto B; os valores de x e y se relacionam pela curva de

18 indiferença y = . Se cada unidade de A custa $ 2,00 e cada unidade de B custa x

$ 1,00, qual a combinação que dará ao consumidor aquele nível de satisfação a um custo mínimo?

30. Um banco capta dinheiro pagando a seus aplicadores uma taxa anual de juros igual

a i e repassa esse valor captado à taxa de 24% ao ano. Sabendo que a quantia captada C é dada por C = 1.000i, obtenha o valor de i que maximiza o lucro anual do banco.

31. Um investidor aplica seu patrimônio em duas ações A e B; ele aplica uma porcen-

tagem x na ação A e (1 – x) na ação B. A lucratividade esperada (µ) e o risco da carteira (s 2) são dados por:

µ= 0,15 – 0,07x

2 s = 0,0047x2 – 0,0068x + 0,0025 a) Quais as porcentagens que deve aplicar em A e B para ter o menor risco pos­sível? b) Nas condições do item a, qual a lucratividade esperada da carteira?

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Medium 9788553604753

2. Por que Nicolai Hartmann

ADEODATO, João Maurício Editora Saraiva PDF Criptografado

mais acabados de pensamento ontológico, tanto na teoria do conhecimento como na ética. Suas verdades são absolutas e, se o ser humano diverge sobre o mundo, isso se dá porque não dispõe de razão suficiente para isso, tem limitações em seu próprio ser humano, em sua ontologia.

2. Por que Nicolai Hartmann

Certamente é preciso refletir sobre a escolha deste guia. Nem todos os pensadores, parece, produziram uma filosofia adequada ao objetivo deste trabalho no sentido de argumentar contra o pensamento ontológico. Hartmann foi escolhido por diversos motivos que se revelarão ao longo do livro.

Nicolai Hartmann (1882-1950) tem andado esquecido: seu pensamento não tem sido mais discutido e pouco se escreve hoje sobre ele. Mais do que devido aos méritos ou deméritos do filósofo, isso revela uma característica dos tempos modernos.

Ele é representante expressivo de um tipo de pensamento que floresceu principalmente na Alemanha e que, embora com representantes importantes em outras nações, garantiu a predominância alemã na filosofia ocidental por mais de dois séculos. Tal maneira de pensar ganhou importância a ponto de ser confundida com a própria filosofia3, ainda que pareça um tanto enfraquecida na época de hoje. É o mesmo tipo de metonímia de que se falou acima: a espécie tomada pelo gênero, dada a importância dela. Ainda que as últimas décadas se tenham mostrado mais céticas, estudar Hartmann é um ponto de partida sólido para compreender este tipo de filosofia: a filosofia

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Medium 9788547233532

8. Condenado pela Justiça Federal, Militar ou Eleitoral, quando recolhido a estabelecimento sujeito à jurisdição ordinária

MARCÃO, Renato Editora Saraiva PDF Criptografado

quando do julgamento dos pedidos de liminares nas Ações Declaratórias de

Constitucionalidade (ADCs) n. 43 e 44 e do julgamento do Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 964.246/SP, que teve repercussão geral reconhecida, é possível a execução provisória do sursis antes do trânsito em julgado definitivo, quando estiver pendente de julgamento recurso especial ou extraordinário.

7.4. Juízo competente em sede de execução provisória

Transitando em julgado a sentença para a acusação e havendo recurso da defesa, se o réu estiver encarcerado por força de prisão preventiva, aberta estará a possibilidade de execução provisória. Para tanto, é preciso que o juízo de conhecimento determine a expedição da guia de recolhimento provisória e seu envio à Vara de Execução competente, onde deverá tramitar a execução propriamente dita, e, de consequência, os pedidos a ela relacionados.

Competente para a execução provisória, portanto, é o Juízo da Vara das

Execuções Penais e não o juízo da condenação.

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Medium 9788553603145

LXII - NÃO CANCELAMENTO DE RESTOS A PAGAR

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

Não CANCELAMENTO DE

RESTOS A PAGAR

LXII

Sumário: 1. Bem jurídico tutelado. 2. Sujeitos do crime. 2.1. Sujeito ativo.

2.2. Sujeito passivo. 3. Tipo objetivo: adequação típica. 4. Inscrição não su­ perior ao limite permitido: atipicidade. 5. Tipo subjetivo: adequação típica.

5.1. Erro de tipo e erro de proibição. 6. Consumação e tentativa. 7. Conflito aparente de normas: arts. 359-F e 359-B. 7.1. Exceção à teoria monística.

8. Pena e ação penal.

Não cancelamento de restos a pagar

Art. 359-F. Deixar de ordenar, de autorizar ou de promover o cancelamento do montante de restos a pagar inscrito em valor superior ao permitido em lei:

Pena — detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos.

• Artigo acrescentado pela Lei n. 10.028, de 19 de outubro de 2000.

Antecedente legislativo: art. 1º, § 1º, da LC n. 101/2000.

1. Bem jurídico tutelado

Bem jurídico protegido é a gestão fiscal responsável, representada pela estrita regularidade da Administração Pública, particularmente em relação às operações realizadas no âmbito das finanças públicas da União, Estados, Distrito Federal e

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Medium 9788547221911

Capítulo XIX - PRISÃO

MOUGENOT, Edilson Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XIX

PRISÃO

Sumário: 1. Conceito e modalidades. 2. Cautelaridade: social e processual.

3. Prisão e inviolabilidade de domicílio. 4. Prisão especial. 5. Mandado de prisão.

5.1. Banco de dados controlado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 6.

Prisão em flagrante. 6.1. Classificações. 6.2. Casos especiais. 6.3. Formalidades da prisão em flagrante. Súmula Vinculante 11: algemas. 6.4. Procedimento ao receber o auto de prisão em flagrante. 6.4.1. Relaxar a prisão ilegal (inciso I).

6.4.2. Converter a prisão em flagrante em preventiva, quando presentes os requisitos constantes do art. 312 do CPP, e se revelarem inadequadas ou insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão (inciso II). 6.4.2.1. Fim da autonomia da prisão em flagrante. 6.4.3. Conceder a liberdade provisória, com ou sem fiança (inciso III). 6.5. Liberdade provisória e relaxamento da prisão. 6.6.

Quem pode ser preso em flagrante? 6.7. Sujeito ativo do flagrante. 6.8. Autoridade. 7. Prisão preventiva. 7.1. Generalidades e conceitos. 7.2. Decretação. 7.3.

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