125 capítulos
Medium 9788573073751

CAPÍTULO 8QUADRO SINTÉTICO DAS ETAPAS E DOS PASSOS DO PROCESSO LINGUALIZADOR

Ferreyra, Erasmo Norberto Grupo A PDF Criptografado

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Erasmo Norberto Ferreyra

• Estimular a pesquisa da realidade.

• Fomentar a identificação prioritária de um problema como processo de diagnóstico.

• Favorecer o descobrimento da função comunitária de cada um.

• Envolver o adulto como pesquisador e diagnosticador de sua própria situação.

O QUE SE FAZ

O docente propõe ao grupo falar sobre os problemas, necessidades ou assuntos que preocupem a todos em geral, a fim de reconhecê-los.

Uma vez “listados” os diversos assuntos, procede-se à eleição de um deles para seu tratamento, na procura de alguma solução.

Expõe-se tudo isso através de tarefas de aprendizagens de acordo com o nível de cada grupo: desde cartazes, anúncios, letreiros (executando, os analfabetos, suas primeiras “escritas”) até informes e estatísticas.

PERGUNTAS SUGERIDAS

• Quais são nossos problemas, necessidades ou interesses mais comuns?

• Qual dos assuntos comentados escolheremos para tratar a fundo e tentar buscar-lhe uma solução?

DINÂMICA DO TRABALHO

Trabalhos em grupo e individuais. Plenárias. Debates. Palestras informais.

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Medium 9788584290307

Chapter 4 - Instruction/user manual

Rafaela Fetzner Drey; Isabel Cristina Tedesco Selistre; Tânia Aiub Grupo A PDF Criptografado

chapter 4

Instruction/user manual

Manual de instruções ou manual do usuário

Em diversos momentos da carreira técnica, é possível que você tenha que apresentar ou ler instruções de uso em inglês, referentes a um produto, um sistema ou um serviço que você desenvolveu. Estas situações irão demandar conhecimentos específicos sobre as características de um manual de instruções, necessários para poder produzir e ler um texto desse gênero em seu ambiente de atuação profissional ou ao longo das aulas do curso técnico. Esse aprendizado também será útil para que você compreenda como esse gênero está estruturado, facilitando sua leitura e a aquisição de informações a respeito do produto ou do serviço apresentado. Assim, neste capítulo, apresentaremos o gênero textual do manual de instruções.

Objetivos de aprendizagem s Identificar os principais objetivos comunicacionais do gênero manual de instruções. s Distinguir as funções comunicacionais do gênero manual de instruções. s Reconhecer o funcionamento da estrutura desse gênero. s Listar os principais elementos de linguagem usados nos manuais de instrução de produtos ou serviços, em língua inglesa.

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Medium 9788536301976

Capítulo 3: Três condições para aprender

Philippe Perrenoud Grupo A PDF Criptografado

Três condições para aprender

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E

spaço-tempo de formação, cuja duração e funções podem ser definidas de maneiras muito diferentes: um ciclo de aprendizagem leva a uma reflexão intensiva sobre as estruturas, os dispositivos, os calendários, os espaços e os tempos de formação e a organização do trabalho.

Ante essa complexidade, não é pequeno o risco de perder de vista o essencial: a razão de ser da escola é fazer aprender, todo o resto é apenas meio.

Os ciclos não têm nenhum interesse se não possibilitam colocar um maior número de alunos, mais freqüentemente, em melhores condições para aprender.

São muitas essas condições. Eu me limitarei a três grandes categorias.

Para aprender, é preciso encontrar-se tão freqüentemente quanto possível:

• em uma situação que não ameace a identidade, a segurança, a solidariedade dos que aprendem;

• em uma situação mobilizadora, que tenha sentido e que provoque uma atividade na qual o aprendiz se envolva pessoal e duradouramente;

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Medium 9788565848954

Capítulo 2 - Muito aquém da alfabetização

José Morais Grupo A PDF Criptografado

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Muito aquém da alfabetização

Na Introdução, escrevi que não nascemos todos com os mesmos di­ reitos. O direito a adquirir e praticar a literacia é um direito frágil: depende do direito ao desenvolvimento das capacidades cognitivas, que depende do direito à saúde e do direito a frequentar uma escola de boa qualidade, os quais dependem do direito a nascer numa família que vê satisfeitos os seus próprios direitos ao trabalho e a uma remuneração justa. Os direitos não se contam em lista, entre­tecem relações, e as infrações numa ponta têm efeitos em outras.

O fato de os direitos serem reconhecidos por lei não implica que eles possam ser exercidos em sua plenitude. Alguém pode não estar em con­ dições de exercer plenamente o direito à literacia por sofrer de uma anoma­ lia gené­tica irreparável. É o caso da dislexia de desenvolvimento, transtorno da aqui­sição da habilidade de identificação das palavras escritas.

A biologia tem as suas injustiças, embora não nos pareçam tão in­jus­ tas como as sociais. Em ciência, não se fala de injustiça, mas de desi­gual­ dade. Na origem das desigualdades entre os indivíduos estão os genes e as experiências. Veremos em que medida as desigualdades associadas ao “status socioeconômico” (SSE) influenciam o direito à literacia. O SSE é uma variá­ vel multidimensional que compreende índices de recursos econômicos (p. ex., rendimento) e de status social (p. ex., nível de instrução).

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Medium 9788584290345

Capítulo 7. Predicação verbal e complementos verbais

Roberta Azevedo Grupo A PDF Criptografado

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Predicação verbal e complementos verbais

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>> VERBO INTRANSITIVO.

>> O

VERBO direto e indireto. que é TRANSITIVO: o novo ACORDO

ORTOGRÁFICO.

VERBO DEdas

LIGAÇÃO.

>> Exemplos

NOVAS REGRAS: alfabeto, trema, acentuação e hífen.

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PREDICAÇÃO VERBAL E COMPLEMENTOS VERBAIS

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Quanto à predicação os verbos podem se classificar em transitivos, intransitivos e verbos de ligação.

VERBOS INTRANSITIVOS

São aqueles que apresentam, dentro de determinado contexto, um sentido completo, não necessitando assim de complemento (objeto direto e objeto indireto).

Ex.: O bebê de Joana acabou de nascer.

No exemplo acima é possível notar que o verbo “nascer” não precisa de complemento para transmitir a ação expressa pelo verbo. Logo, dizemos que “nascer” é um verbo intransitivo.

VERBOS TRANSITIVOS

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