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Capítulo VII - JUÍZO – PRIMEIRA PARTE

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo VII

JUÍZO – PRIMEIRA PARTE

O juízo é um processo mental que vincula ideias ou conceitos mediante o verbo ser: João é brasileiro. A mansão é linda.

Para elaborar um juízo é preciso detectar ideias ou conceitos, contrastá-los, elaborar um diagnóstico e, finalmente, proferir uma sentença ou proposição. Exemplo de geração de um juízo: eu conheço muitas cadeiras e sei perfeitamente o que é conforto. Após contrastar a cadeira do meu escritório com outras, elaboro um diagnóstico e profiro a seguinte sentença: A minha cadeira é confortável.

A linguagem realiza três funções básicas: informativa (João é professor.), expressiva (Que dor!) e diretiva (Fecha a porta.). Somente sentenças informativas, sujeitas a verdade ou falsidade, podem ser consideradas juízos, o que corresponde a algumas orações declarativas em português; portanto, orações exortativas, dubitativas, interrogativas e exclamativas não expressam juízos.

Um juízo compõe-se de sujeito, cópula e predicado:

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21. Manifestar-se é direito e dever de todos

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

21. Manifestar-se é direito e dever de todos

Figura do consumidor passivo está em vias de extinção

“O cliente tem sempre razão.”

Provérbio popular

Faz parte do passado, cada vez mais, empresas que manipulam a informação e divulgam o que querem a seus usuários e consumidores, e não o que interessa a eles. Esse cenário vem se transformando, gradativamente, impulsionado pela conscientização da sociedade quanto aos conceitos de cidadania, ética, governança corporativa, responsabilidade social e ambiental.

O consumidor não quer apenas a satisfação de seu desejo ou de sua necessidade imediata, mas a certeza de ser atendido com serviços e produtos de qualidade, produzidos e comercializados por empresas que respeitam os valores humanos e o bem comum. Essa tendência se reflete na crescente demanda da sociedade por ética, comunicação e transparência.

O cidadão está se tornando cada dia mais consciente e exigente de seus direitos, ao mesmo tempo em que assume atitudes e iniciativas de cumprimento de seus deveres nos contextos social e político. A figura do consumidor passivo e pouco exigente, que aceita qualquer coisa que lhe é oportunamente oferecida, é cada vez menos presente no cenário de mercado global da atualidade.

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36. Falta comunicação na sociedade da informação

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

36. Falta comunicação na sociedade da informação

A comunicação é essencialmente humana e extremamente humanizadora

“Ninguém vale pelo que sabe, mas pelo que faz com aquilo que sabe.”

Leonardo Boff

Há consenso de que uma das causas principais dos insucessos nas empresas é a falta de feedback, o que torna as comunicações deficientes e geradoras de conflitos e improdutividade. De modo geral, as pessoas não se sentem comprometidas em dar retorno, seja por uma equivocada sensação de poder, por falta de hábito, por negligência, desvalorização do outro ou por simples falta de educação. Daí as crises crônicas de relacionamento, disputas de poder e falta de integração.

Geralmente, as escolas não educam as pessoas para a comunicação plena, que engloba as dimensões do falar, ouvir e dar feedback. Na realidade, tem faltado até mesmo educar para pensar. Recebemos apenas instruções técnicas, com que, em geral, somos treinados a não pensar, e, portanto, induzidos a simplesmente memorizar e arquivar informações. Privilegia-se o escutar mecânico, e não o ouvir orgânico. Não fomos incentivados a refletir sobre a relação de causa e efeito dos fatos que acontecem em nosso bairro, cidade, país, quanto mais em nosso planeta. Chega a ser raro encontrarmos um ambiente de verdadeiro diálogo nas empresas, nas famílias, nos colégios e nas universidades. É um verdadeiro contrassenso: falta comunicação na Era da Informação e do Conhecimento.

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Medium 9788520441459

32. Reaprender a se relacionar é preciso: antes tarde do que nunca

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

32. Reaprender a se relacionar é preciso: antes tarde do que nunca

O bom relacionamento é determinado pela comunicação eficiente

“A empatia, habilidade de reconhecer o que os outros sentem, desempenha um papel fundamental numa vasta gama de áreas da vida. Nasce da autoconsciência. Só sendo capazes de reconhecer as próprias emoções seremos capazes de reconhecer as dos outros.”

Daniel Goleman

Todo e qualquer relacionamento está baseado em um processo interativo, ou seja, na ação e influência recíprocas entre as partes envolvidas. É como agir afetando e, ao mesmo tempo, sendo afetado pela reação do outro. Afinal, constantemente, estamos influenciando e sendo influenciados.

O bom relacionamento é determinado pela capacidade de interagir e conviver com diferentes padrões de cultura, pensamento e comportamento. Logo, se nos comunicamos melhor, nossos relacionamentos e nossa capacidade de entendimento interpessoal serão bem melhores.

Paulo Freire procurava reforçar em suas palestras que o verdadeiro educador era aquele que buscava incentivar a busca do conhecimento pela capacidade de “leitura do mundo”, fruto da riqueza dos relacionamentos humanos à procura do saber pensar e do saber fazer.

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Capítulo 3. Uso da língua portuguesa culta

Ada Magaly Matias Brasileiro Grupo A PDF Criptografado

3

Uso da língua portuguesa culta

>> �O objetivo do uso da NORMA CULTA da língua portuguesa e qual é a função da gramática.

>> �CONCORDÂNCIA verbal e nominal, seus desdobramentos e exemplos ilustrando os diferentes casos.

>> �Utilização e exemplos de REGÊNCIA verbal e nominal e outras regras gramaticais, como PONTUAÇÃO e uso dos PORQUÊS.

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leitura e produção textual

O objetivo fundamental da aula de língua portuguesa é levar os alunos a desenvolverem a competência comunicativa, ou seja, a capacidade do sujeito de mobilizar todas as suas habilidades para ser eficiente em uma situação de interação. Essas habilidades passam por conhecimentos gramaticais, sociolinguísticos, estratégicos e discursivos (CANALE, 1983).

Sendo a gramática, o conjunto de regras, normas, princípios e ensinamentos de um idioma, os conhecimentos gramaticais são aqueles relacionados à utilização padrão desse idioma. Os conhecimentos sociolinguísticos dizem respeito à habilidade dos interlocutores, principalmente do emissor, de adequarem a linguagem à situação comunicativa, o que demanda o conhecimento das variedades de uma língua e do contexto social no qual ela é utilizada. Por sua vez, os conhecimentos discursivos são aqueles relativos ao gênero textual a ser utilizado em cada situação, bem como à finalidade global do texto dentro de contextos e campos de atividades específicos. Já os conhecimentos estratégicos relacionam-se ao modo como o produtor do texto se porta para alcançar o objetivo pretendido, selecionando palavras, estratégias argumentativas e outros meios.

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