253 capítulos
Medium 9788521625971

13 - Atividades resolvidas (gabaritos)

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

Atividades resolvidas

(gabaritos)

Assinale as grafias que realizam o fonema /i/ (cf. item 2.1.1)

Negrinha olhou para os lados, ressabiada, com o coração aos pinotes. Que aventura, santo Deus! Seria possível? Depois pegou a boneca. E muito sem jeito, como quem pega o Senhor Menino, sorria para ela e para as meninas, com assustados relanços d’olhos para a porta. Fora de si, literalmente… Era como se penetrara no céu e os anjos a rodeassem, e um filhinho de anjo lhe tivesse vindo adormecer no colo. Tamanho foi o seu enlevo que não viu chegar a patroa, já de volta (LOBATO, Monteiro. Negrinha).

Assinale as grafias que realizam o fonema /e/ (cf. item 2.2.1)

Um sábado amanheci enfermo, a cabeça e a espinha doíam-me. O médico ordenou absoluto repouso; era excesso de estudo, não devia ler nem pensar. Não devia saber sequer o que se passava na cidade e no mundo. Assim fiquei cinco dias; no sexto levantei-me, e só então soube que o canário, estando o criado a tratar dele, fugira da gaiola. O meu primeiro gesto foi para esganar o criado; a indignação sufocou-me, caí na cadeira, sem voz, tonto. O culpado defendera-se, jurou que tivera cuidado, o passarinho é que fugira por astuto… (ASSIS, Machado de. Ideias de canário).

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Medium 9788521625971

8 - Síntese fonológica, fonética e ortográfica

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Síntese fonológica, fonética e ortográfica

8.1 Simbologia

8.1.1 Segmentos vocálicos

Fonologia

Fonética

Fonema

Sons

Letras

Exemplos

[i] oral

i, í, e y

pisa, lívido, verde, York

[i] nasalizado

i, í, in,

ín, im, ím

dinheiro, mínimo, indicativo, síntese, simples, ímpeto

[] semivogal oral

i, y

baile, azeite, oito, Clayton

[] semivogal nasalizado

e, i em, en

êm, ém

sermões, mãe, cãibra, muito, cabem, trenzinho têm, também

/e/ Ant Md/Al Pl

[e] oral

[e] nasalizado

e, ê

ê, ém, em, en

cera, você trêmulo, também, tempo, renda

// Ant Md/Bx Pl

[] oral

e, é

festa, quero, filé, papéis, céu

[a] oral

[ã] nasalizado

à, á, a a, â, ân,

âm, am, an

ã, ãi, uão, ão, ãe

à, será, vai ama, tâmara, cândido,

âmbar, campo, ando sã, cãibra, saguão, são, mãe

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Medium 9788522475063

5 - Comunicação e opinião pública

DUARTE, Jorge (org.) Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

5

Comunicação e opinião pública

Ana Lucia Romero Novelli

A

prerrogativa de participação da sociedade nos assuntos políticos, iniciada após as revoluções liberais do século XVIII, fez com que a opinião pública se tornasse uma instância de vital importância para o funcionamento das democracias modernas. Coube à opinião pública, desde então, o papel de intermediar a relação entre o Estado e a sociedade e atuar como fonte de legitimação política. Em muitos casos, a história recente demonstrou que a grande luta de vários governos traduziu-se na busca da aceitação de suas iniciativas pela opinião pública.

Enquanto regime político sustentado pelo consentimento, a democracia requer que as decisões públicas sejam constantemente justificadas pelo governo a fim de que recebam a aprovação da sociedade para que possam ser implantadas na prática. Esse movimento contínuo transforma a esfera pública em local privilegiado de negociação. Para Sérgio Costa (1997, p. 180), “cabe à esfera pública uma posição central: ela se torna a arena onde se verificam, numa direção, a aglutinação da vontade coletiva e, no sentido oposto, a justificação de decisões políticas previamente acertadas”.

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Medium 9788577803750

8 Vistas auxiliares, desenvolvimento de superfícies e interseções

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

218

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Planos inclinados e linhas oblíquas não aparecem com suas dimensões reais em nenhum dos planos principais de projeção. Para mostrar a verdadeira grandeza de um segmento de uma linha oblíqua ou uma face em um plano inclinado, deve ser criada uma vista auxiliar. Os princípios para a criação de vistas auxiliares são os mesmos independentemente de se estar utilizando o desenho tradicional, esboço ou em sistema

CAD: devem ser definidos uma linha de visada e um plano de referência. Com o desenho tradicional, a vista é manualmente criada ao longo das projetantes da linha de visada. Com o desenho em CAD, o computador gera a vista automaticamente, se originalmente foi criado uma forma em 3-D.

INTRODUÇÃO

Muitos objetos são criados sem que suas faces principais sejam paralelas aos principais planos de projeção. Por exemplo, na Figura 8.1a, a base do projeto para o mancal é mostrada em sua verdadeira grandeza, mas a parte superior arredondada é situada em ângulo que não aparece em verdadeira grandeza e forma em nenhuma das três vistas regulares. Para mostrar a verdadeira grandeza dos círculos, use uma direção de visada perpendicular aos planos dessas curvas, como mostrado na Figura 8.1b. O resultado é conhecido como vista auxiliar. Esta vista, e a vista superior, descrevem completamente o objeto. A vista frontal e a lateral direita não são necessárias.

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Medium 9788536303086

Capítulo 3 - Morfologia das línguas de sinais

Quadros, Ronice Müller de Grupo A PDF Criptografado

LÍNGUA DE SINAIS BRASILEIRA

81

3

MORFOLOGIA DAS LÍNGUAS DE SINAIS

DIFERENÇA ENTRE FONOLOGIA E MORFOLOGIA

O segundo capítulo deste livro dedicou-se ao estudo da fonologia. Neste capítulo será abordada a morfologia da língua de sinais brasileira. Inicialmente serão apresentadas a(s) diferença(s) entre fonética, fonologia e morfologia.

A fonética e a fonologia das línguas de sinais são áreas da lingüística que estudam as unidades mínimas dos sinais que não apresentam significado isoladamente. Por terem o mesmo objeto de estudo, são áreas relacionadas. No entanto, esse mesmo objeto é tomado de pontos de vista diferentes.

A principal preocupação da fonética é descrever as unidades mínimas dos sinais. A fonética descreve as propriedades físicas, articulatórias e perceptivas de configuração e orientação de mão, movimento, locação, expressão corporal e facial. São investigações típicas desta área, por exemplo, descrever a seleção dos dedos (número de dedos selecionados), a configuração dos dedos

(mão fechada ou aberta, dedos flexionados ou estendidos, contato e abertura entre os dedos), entre outros. Assim, pode-se descrever a configuração de mão [i] como sendo articulada com a mão fechada e com o dedo mínimo selecionado.

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