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Capítulo XIV - TABELAS SEMÂNTICAS PARA CÁLCULO SENTENCIAL E DE PREDICADOS

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XIV

TABELAS SEMÂNTICAS PARA CÁLCULO

SENTENCIAL E DE PREDICADOS

As tabelas semânticas constituem um método de cálculo dedutivo, sistematizado pelos pesquisadores holandeses E. W. Beth e J.

Hintikka em 1955, que possibilitou a definitiva implementação do cálculo computacional, baseado na noção de consequência lógica.

O método de tabelas semânticas fundamenta-se em que, numa dedução correta, não pode acontecer que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa; trata-se de um procedimento mecânico que consiste na busca sistemática e exaustiva de contraexemplos que invalidem um argumento. Para levá-lo a efeito, presume-se que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa, procedendo-se logo a efetuar a dedução. Se em cada uma das trajetórias que compõem a

árvore lógica da tabela for detectada uma contradição (a ocorrência de uma mesma fórmula atômica, isto é, composta de um único verbo, afirmada e negada), então, a tabela será fechada e o fato de não ter surgido um contraexemplo demonstrará a validade do argumento; mas se um contraexemplo surgir (se alguma trajetória permanecer aberta), então ficará demonstrado que o argumento é inválido.

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Parte 3 - 12 Verba do Cliente e Orçamento da Campanha

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

12

Verba do Cliente e

Orçamento da Campanha

A melhor campanha é aquela que o anunciante pode pagar

Não se gasta com comunicação, se investe.

Conteúdo deste capítulo:

�� A diferença entre verba e orçamento.

�� A importância da determinação da verba.

�� Como montar um orçamento de criação.

�� Como montar um orçamento de produção.

�� Como montar um orçamento de veiculação

�� Qual é a diferença entre orçamento e viabilidade econômica?

Orçamento é outra parte negligenciada pelos estudantes de comunicação. Ironicamente, esta é a parte mais importante para o anunciante. Não é preciso pensar muito para entender que qualquer anunciante quer, no fim das contas, investir a menor quantidade possível de capital numa grande campanha. Essa é a chamada

“melhor relação custo-benefício”, base de qualquer transação com fundo racional.

Mas, apesar de todo interesse do anunciante no orçamento, na maioria das vezes ele esconde a quantia que pretende investir e assim não informa a agência durante a reunião de briefing. Essa atitude se dá provavelmente porque o anun-

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Medium 9788521624578

Capítulo 6 - Mudança Linguística

LYONS, John Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Mudança Linguística

6.1 Linguística histórica

O que hoje se denomina linguística histórica desenvolveu-se, pelo menos em suas linhas gerais, no decorrer do século XIX (v. Seção 2.1).

Os especialistas há muito tinham consciência de que as línguas mudam com o tempo. Sabiam igualmente que muitas das línguas europeias descendiam, de certo modo, de línguas mais antigas. Por exemplo, sabia-se que o inglês tinha se desenvolvido a partir do anglo-saxão, e o que hoje chamamos de línguas românicas – o francês, o espanhol, o italiano etc. – teve sua origem no latim. Entretanto, antes de se estabelecerem os princípios da linguística histórica não se tinha consciência, de um modo geral, de que a mudança linguística é universal, contínua e consideravelmente regular.

Mais tarde discutiremos em detalhes cada um desses três aspectos da mudança linguística. Aqui registramos que a universalidade e a continuidade do processo de mudança linguística – o fato de que todas as línguas vivas são sujeitas a isso e de que o processo em si não para – foram ofuscadas para a maioria das pessoas pelo conservadorismo das línguas literárias padrão da Europa e pelas atitudes normativas da gramática tradicional (v. Seção 2.4). O status do latim é particularmente importante nesse sentido. Tinha sido usado durante séculos na Europa Ocidental como a língua dos sábios, da administração e da diplomacia internacional. A partir do

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Capítulo X - RACIOCÍNIO: REGRAS

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo X

RACIOCÍNIO: REGRAS

As regras silogísticas são o conjunto de normas que regem os raciocínios analítico-dedutivos.

10.1. Primeira regra

Todo silogismo deve possuir três termos, repetidos duas vezes:

Correto: Todos os pernambucanos são brasileiros // Todos os caruaruenses são pernambucanos // Todos os caruaruenses são brasileiros.

Incorreto (dois termos): Todos os pernambucanos são brasileiros // Todos os nascidos em Pernambuco têm nacionalidade brasileira...

Incorreto (quatro termos): Todos os pernambucanos são brasileiros // Todos os paraguaios são latino-americanos...

10.2. Segunda regra

Os termos devem ter a mesma extensão (o mesmo sentido) nas duas vezes que se repetem:

Correto. Todos os pernambucanos são brasileiros // João é pernambucano // João é brasileiro.

Incorreto. Todos os pernambucanos são brasileiros // Fritz é pernambucano (de coração)...

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Fundamentos Lógicos da Interpretação de Textos e da Argumentação • Vicente Masip

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Capítulo 4 - Como escrever um artigo empírico

Silvia H. Koller; Maria Clara P. de Paula Couto; Jean Von Hohendorff Grupo A PDF Criptografado

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Como escrever um artigo empírico

Manoela Ziebell de Oliveira

Um dos primeiros conhecimentos que pesquisadores adquirem sobre sua rotina de trabalho é que a publicação de um artigo científico é uma longa e complexa empreitada. O principal objetivo deste capítulo é auxiliar você na elaboração de artigos empíricos com boas chances de publicação por meio da apresentação de um roteiro operacional. Ele é destinado tanto àqueles que nunca submeteram um artigo empírico para um periódico científico quanto aos que já tiveram seus artigos prontamente rejeitados ou aceitos. O texto a seguir foi organizado de acordo com os seguintes tópicos: como planejar um artigo empírico, como escrevê-lo, sua estrutura e como reescrevê-lo e aperfeiçoá-lo. Cada tópico apresentará orientações gerais e exemplos que poderão ajudar os autores a compreender melhor o que devem fazer e o que devem evitar ao (re)escrever seu artigo empírico. Você perceberá que, de maneira geral, não serão feitas distinções entre artigos quantitativos e qualitativos, pois a estrutura de ambos deve ser semelhante. No entanto, quando for necessário, as diferenças serão ressaltadas.

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