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Medium 9788522475063

10 - Comunicação e terceiro setor

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

10

Comunicação e terceiro setor

Cicilia M. Krohling Peruzzo

Este capítulo trata da comunicação no chamado terceiro setor e tem por obje-

tivo apontar breves fundamentos teóricos que norteiam os debates de modo a provocar reflexões nos agentes promotores ou facilitadores dos processos comunicativos. Não se trata de um “manual”1 de atuação, mas de reflexões acerca dos princípios de uma inserção responsável, bem como de implicações do aparente interesse em apenas “fazer o bem”. Situam-se, com base em pesquisa bibliográfica e abordagem histórico-dialética, os principais conceitos de terceiro setor sem a pretensão de esgotar o assunto, até porque a finalidade é discutir a comunicação nesse contexto e não o terceiro setor, propriamente dito.

Apesar das controvérsias devido à falta de precisão na classificação dos atores que compõem o terceiro setor e das diferenças de perspectivas de cada grupo de atores, este já é reconhecido e legitimado como importante esfera de atuação civil, embora com parcerias do poder público e do setor privado, e tem crescido no Brasil. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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Medium 9788521625971

10 - Fonética acústica

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Fonética acústica

A grande mudança no estudo e na classificação do som se deu com a introdução da metodologia acústica, graças a avanços tecnológicos definitivamente consoli­ dados no fim da década de 1940 com o advento do Sonagraph, um instrumento de pesquisa que permitiu estabelecer a correspondência entre as dimensões ar­ ticulatória e acústica, conseguindo que a fonética acústica ocupasse o lugar que lhe correspondia. Jakobson realizou as pesquisas definitivas para consolidar o bi­ narismo – que já vinha amadurecendo desde 1938, quando conseguiu decompor as consoantes em oposições fundamentais – no Massachusetts Institute of Tech­ nology (MIT) e no laboratório psíquico-acústico da Universidade de Harvard junto com G. Fant e M. Halle, e publicou, em 1963, Preliminaries to speech analysis.

O extraordinário avanço tecnológico acontecido nos últimos anos permite-nos analisar a dimensão física do som e conferir as descobertas de Jakobson em qual­ quer computador portátil.

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Medium 9788577803750

10 Tolerâncias

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

320

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

A manufatura intercambiável permite que peças feitas em diferentes lugares se ajustem quando montadas. É essencial para a produção em massa que todas as peças se ajustem adequadamente, e esta intercambialidade requer controle efetivo das dimensões por parte do engenheiro.

Por exemplo, um fabricante de automóveis subcontrata a fabricação de peças a outras companhias – tanto peças para automóveis novos como peças de reposição para reparos.

Todas as peças devem ser suficientemente parecidas para que qualquer uma possa ajustar-se adequadamente em qualquer montagem. As peças podem ser feitas com dimensões muito precisas, até alguns milionésimos de polegada ou milésimos de milímetro – como nos blocos de aferição –, mas peças muito precisas são extremamente caras e ainda haverá alguma variação entre as dimensões exatas e o tamanho real da peça.

Felizmente, não são necessários tamanhos exatos. A precisão necessária de uma peça depende de sua função. Um fabricante de triciclos para crianças sairia rapidamente dos negócios se as peças fossem feitas com a precisão de uma turbina a jato – ninguém estaria disposto a pagar o preço. Fornecer uma tolerância junto com uma cota permite que esta seja especificada com qualquer nível de precisão requerido.

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Medium 9788521625971

11 - Fonologia gerativa

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Fonologia gerativa

11.1 Princípios

M. Halle, antigo colaborador de Jakobson, e N. Chomsky publicaram, em 1968, o livro que constitui o início do que se convencionou chamar posteriormente de fonologia gerativa: The sound patterns of english. Consultamos a obra original na tradução espanhola Princípios de fonología generativa, que recolhe apenas os capítulos “Visão de conjunto” e “A teoria fonológica”, deixando de fora “Fonologia inglesa” e “Evolução do sistema vocálico do inglês moderno” (tradução de José

Antonio Millán. Madri: Fundamentos, 1979). Nessa obra, os dois autores elaboram uma nova teoria dos traços a apresentam-na como uma revisão da teoria jakobsoniana.

É preciso esclarecer, inicialmente, que a fonética é a parte da linguística que sofre menos variações, pois, do ponto de vista articulatório, acústico ou perceptivo, não pode desvincular-se dos dados empíricos. Tais dados, por sua vez, denominados de um ou de outro modo, são os mesmos em cada uma das teorias. Mas essas mudam, às vezes radicalmente. Jakobson fizera uma fonologia clássica, isto

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Medium 9788522475063

11 - Imprensa e interesse público

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

11

Imprensa e interesse público

Armando Medeiros de Faria

C

om certa ousadia, pode-se afirmar que, a rigor, “interesse público” não existe.

A concepção expressa uma ideia forte, algo monolítico, que carrega em si unidade a totalidade. Ao contrário, e no sentido de invalidar o significado original, interesse público pode ser reconhecido ou identificado de múltiplas formas.

Aí começa a longa espiral de dúvidas e de respostas divergentes: o que existe de comum em uma coletividade? Por meio de quais mecanismos legítimos o interesse público é construído (processo eleitoral, plebiscito, consulta etc.)? Quais as instâncias autorizadas a defini-lo (opinião pública, Estado, imprensa, sociedade civil etc.)?

Ao mergulhar na realidade, o conceito de interesse público encontra uma superfície porosa e fragmentada onde se movimentam lobbies, organizações privadas, interesses pulverizados, além da representação política de grupos e de categorias sociais diversas, muitas vezes, antagônicas.

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Medium 9788577803750

11 Roscas, dispositivos de fixação e molas

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

350

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

O desenvolvimento do conceito de rosca de parafuso é atribuído a Arquimedes, que viveu no século III a.C. Ele foi um matemático que escreveu sobre espirais e inventou dispositivos simples aplicando o princípio do parafuso.

No primeiro século a.C, o parafuso tornou-se um elemento familiar, mas era produzido manualmente com madeira ou eixos metálicos. A partir desse ponto, nada mais se ouviu falar dos parafusos até o século XV.

Leonardo da Vinci entendeu o princípio do funcionamento do parafuso e criou esboços mostrando como construí-lo e usá-lo em máquinas. No século XVI, apareceram parafusos em relógios alemães e foram utilizados para fixar armaduras. Em

1569, um francês chamado Besson inventou um torno para usinar parafusos, mas esse método de produção de parafusos só foi difundido um século e meio mais tarde; porcas e parafusos continuaram sendo feitos em grande parte à mão. No século

XVIII, durante a revolução industrial, começou a produção industrial de parafusos na Inglaterra.

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Medium 9788577803750

12 Desenhos de execução

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

388

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Os desenhos de execução consistem em desenhos de detalhe, que mostram todas as informações necessárias para manufaturar as peças em desenhos de conjunto e de montagem, que mostram como as peças devem se ajustar. Os desenhos de execução descrevem o trabalho final da criação de peças individuais que devem trabalhar em conjunto. A revisão e aprovação de desenhos são atividades importantes no processo de projeto. Revisões devem ser acompanhadas, identificadas, registradas e armazenadas para referência futura. O armazenamento, eletrônico ou em forma de papel, é uma tarefa importante para a equipe de projeto.

12.1 DESENHOS DE EXECUÇÃO

No projeto de um produto ou sistema, um conjunto de desenhos de execução ou de produção e mais as especificações que fornecem todas as informações necessárias devem ser produzidos, verificados e aprovados. Os desenhos de execução são especificações para a manufatura de um projeto e, portanto, devem ser corretamente feitos e cuidadosamente verificados.

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Medium 9788521625971

12 - O emprego dos signos ortográficos em textos desmembrados

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

O emprego dos signos ortográficos em textos desmembrados

Um texto desmembrado é uma peça discursiva unitária, que foge ao padrão linear ininterrupto ao ser dividido em itens. Não diverge, do ponto de vista normativo, de um texto corrido, mas percebe-se nos escritores certa hesitação no uso dos signos ortográficos, especialmente antes e depois da introdução de alternativas ou variáveis.

O objetivo deste breve excerto é elaborar uma listagem simples de casos concretos, baseada na normativa ortográfica e na lógica, para auxiliar os profissionais da língua escrita, especialmente os professores que elaboram questionários para concursos.

1. O parágrafo introdutório de um texto desmembrado terminará sem nenhum tipo de signo ortográfico quando mantiver continuidade lógica e sintática com as variáveis, cada uma das quais começará com letra minúscula e terminará em ponto quando não estiver relacionada com as demais.

Exemplo: Assinale apenas a alternativa correta. As pessoas desligadas costumam

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Medium 9788522475063

12 - Publicidade do poder, poder da publicidade

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

12

Publicidade do poder, poder da publicidade

Luiz Martins da Silva

É

próprio da República a transparência. E essa é a razão para que um Estado democrático tenha de manter em suas rotinas a publicização de tudo que é feito com o dinheiro público; de tudo que é de interesse público e de tudo que possa afetar o bem público e o patrimônio público. A publicidade seria, então, um compromisso natural e ético, não só dos governantes eleitos, mas também de todo e qualquer servidor público. Entretanto, para não ficar cada um deles, avulsamente, tornando, à sua maneira, pública a coisa pública, espera-se que faça parte da própria estruturação do Estado a manutenção de um Sistema de Publicidade (e de publicização da coisa pública), por sua vez, subdividido em atribuições, tantas as obrigações para com a divulgação dos assuntos de interesse público.

A publicização da coisa pública pode ser entendida de várias maneiras. Poder-se-ia até estabelecer uma escala de níveis de publicidade. É forçoso compreender que o primeiro patamar desse proposto escalonamento esteja relacionado ao princípio republicano da publicidade, qual seja, o princípio da publicidade legal: aquele segundo o qual todos os atos do Poder Público têm de ser publicados, sendo no Brasil o principal meio de publicização dos assuntos públicos o Diário

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Medium 9788521625971

13 - Atividades resolvidas (gabaritos)

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

Atividades resolvidas

(gabaritos)

Assinale as grafias que realizam o fonema /i/ (cf. item 2.1.1)

Negrinha olhou para os lados, ressabiada, com o coração aos pinotes. Que aventura, santo Deus! Seria possível? Depois pegou a boneca. E muito sem jeito, como quem pega o Senhor Menino, sorria para ela e para as meninas, com assustados relanços d’olhos para a porta. Fora de si, literalmente… Era como se penetrara no céu e os anjos a rodeassem, e um filhinho de anjo lhe tivesse vindo adormecer no colo. Tamanho foi o seu enlevo que não viu chegar a patroa, já de volta (LOBATO, Monteiro. Negrinha).

Assinale as grafias que realizam o fonema /e/ (cf. item 2.2.1)

Um sábado amanheci enfermo, a cabeça e a espinha doíam-me. O médico ordenou absoluto repouso; era excesso de estudo, não devia ler nem pensar. Não devia saber sequer o que se passava na cidade e no mundo. Assim fiquei cinco dias; no sexto levantei-me, e só então soube que o canário, estando o criado a tratar dele, fugira da gaiola. O meu primeiro gesto foi para esganar o criado; a indignação sufocou-me, caí na cadeira, sem voz, tonto. O culpado defendera-se, jurou que tivera cuidado, o passarinho é que fugira por astuto… (ASSIS, Machado de. Ideias de canário).

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13 - Caso Radiobrás: o compromisso com a verdade no jornalismo de uma empresa pública

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

13

Caso Radiobrás: o compromisso com a verdade no jornalismo de uma empresa pública

Eugênio Bucci

A

tradição é perversa: instituições públicas que operam a comunicação social, sejam elas empresas estatais, fundações ou departamentos ligados diretamente ao

Governo, vêm atuando como pequenas máquinas de propaganda a serviço das autoridades do Poder Executivo. Criadas ao longo do século 20, principalmente a partir dos anos 50, essas instituições pouco ou nada tiveram de compromisso com o direito à informação do cidadão.1 Em lugar de informar, dedicam-se a tentar formar a opinião pública segundo os moldes que interessam ao Governo da temporada.

Claro que existem exceções. O quadro geral, no entanto, tomado aqui como quadro geral e não como generalização, é desalentador: as instituições públicas que se dedicam à comunicação social acabam se reduzindo, no todo ou em parte,

à condição de máquina acessória da propaganda do governo.

Como pano de fundo, subsiste a tudo isso uma cultura política que não pode deixar de ser pelo menos mencionada. Mesmo entre os jornalistas, se aceita essa brutal distorção da comunicação gerada por instituições públicas como se ela fosse um dado da natureza. É quase com resignação que se comenta, em rodas de jornalistas de vários de nossos países: “Ah, eles estão aí para passar a versão do

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14 - A dimensão interna da comunicação

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

14

A dimensão interna da comunicação na administração pública

João José Azevedo Curvello

A temática de comunicação pública cresce em interesse na academia, nos órgãos

do Estado e na sociedade, mas a dinâmica da comunicação interna na área pública ainda é pouco pesquisada. Uma das motivações pode estar na maior visibilidade da relação entre as democracias contemporâneas e a questão da representatividade provocada por novas configurações na troca de informações entre Estado,

Sociedade Civil e cidadão.

Desde a segunda metade do século XX, o conceito de cidadania adquire importância crescente, devido à visão de que o Estado é o legítimo representante dos interesses do cidadão e ao incremento dos movimentos sociais e da participação da sociedade civil nos processos decisórios. Mais recentemente, presenciamos o fortalecimento das Organizações Não-Governamentais que se apresentam como complementares à ação do Estado e lideram movimentos regionais e globais.

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15 - As formas da comunicação pública

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As formas da comunicação pública1

Pierre Zémor

E

m sua prática, a comunicação pública assume diferentes formas ligadas às missões das instituições públicas. Ela é encarregada de tornar a informação disponível ao público, de estabelecer a relação e o diálogo capazes de tornar um serviço desejável e preciso, de apresentar os serviços oferecidos pela administração, pelas coletividades territoriais e pelos estabelecimentos públicos, de tornar as próprias instituições conhecidas, enfim, de conduzir campanhas de informação e ações de comunicação de interesse geral. A esses registros, soma-se aquele de natureza mais política, ou seja, da comunicação do debate público que acompanha os processos decisórios.1

A disponibilização de dados públicos

Desde a Antiguidade, todo poder público civilizado acumula dados que estão ligados à sua identidade e ao seu desenvolvimento: cadastro, estado civil, cartografia, recenseamentos, códigos, tratados, convenções, traços de situações militares, econômicas e sociais, decisões públicas etc.

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16 - Proposta geral de comunicação pública

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

16

Proposta geral de comunicação pública1

Juan Camilo Jaramillo López

Muito já foi escrito sobre comunicação pública e os caminhos que aproximam e

distanciam diferentes enfoques, permitindo identificar pelo menos três aspectos em comum: a noção de comunicação associada à compreensão do público; o que opera em diferentes cenários, entre eles o estatal, o político, o organizacional e o midiático; e o que é um conceito vinculado a princípios como visibilidade, inclusão e participação.

Como os demais que abordam o tema, não pretendo posicionar-me frente à diferença de enfoques. Entre outros motivos, por pensar que são indicativos da complexidade do conceito e que dão a entender, provavelmente, que todos estão corretos em relação à ênfase que colocam ao caráter do processo comunicativo e seus atores. Entendo o caráter como o “conjunto de qualidades ou circunstâncias próprias de algo, de uma pessoa ou de um coletivo que as distingue, pelo modo de ser ou atuar, das demais”. Acredito também que o reconhecimento das diferentes ênfases enriquece a compreensão do que é comunicação pública. Contribui para consolidar a importância de recorrer a esse conceito quando se quer mencionar um conjunto de temas, definições, fatos e metodologias referentes à forma como os sujeitos lutam por intervir na vida coletiva e na evolução dos processos políticos provenientes da convivência com “o outro”, por participar da esfera pública, concebida como o lugar de convergência das distintas vozes presentes na sociedade1 ou, como afirma Denis McQuail: “a complexa rede de transações in-

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1 - Conceito de comunicação pública

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

1

Conceito de comunicação pública

Elizabeth Pazito Brandão

A expressão comunicação pública (CP) vem sendo usada com múltiplos signifi-

cados, frequentemente conflitantes, dependendo do país, do autor e do contexto em que é utilizada. Tamanha diversidade demonstra que a expressão ainda não é um conceito claro, nem mesmo uma área de atuação profissional delimitada. Pelo menos por enquanto, comunicação pública é uma área que abarca uma grande variedade de saberes e atividades e pode-se dizer que é um conceito em processo de construção.

Pesquisando e analisando os múltiplos significados e acepções que existem para comunicação pública, na bibliografia, em sites, em cursos universitários, é possível identificar cinco áreas diferentes de conhecimento e atividade profissional.

1a CP identificada com os conhecimentos e técnicas da área de Comunicação Organizacional

Em muitos países, o entendimento de CP está claramente identificado com a comunicação organizacional, isto é, a área que trata de analisar a comunicação no interior das organizações e entre ela e seus públicos, buscando estratégias e soluções. Sua característica é tratar a comunicação de forma estratégica e planejada, visando criar relacionamentos com os diversos públicos e construir uma identidade e uma imagem dessas instituições, sejam elas públicas e/ou privadas.

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