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4 Construções geométricas e fundamentos do modelamento

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CAPÍTULO 4 • CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS E FUNDAMENTOS DO MODELAMENTO

4.1 PONTOS E LINHAS

Um ponto representa uma localização no espaço ou em um desenho e não tem largura, altura ou profundidade. Em um esboço, um ponto é representado pela interseção de duas linhas, por uma pequena barra transversal sobre uma linha, ou uma pequena cruz.

O ponto nunca é representado por uma simples marca no papel com a ponta do lápis, uma vez que são mais facilmente mal interpretados e tornam o esboço sujo e amador. Exemplos de esboços de pontos são mostrados na Figura 4.1.

Uma linha foi definida por Euclides como “a que tem comprimento sem largura”. Uma linha reta é a menor distância entre dois pontos e é comumente referida apenas como uma linha. Se

4.2 ÂNGULOS

Um ângulo é formado por duas linhas que se interceptam. O símbolo ∠ é normalmente utilizado para indicar um ângulo. A medida de um ângulo é geralmente expressa em graus. Existem

360 graus (360o) em uma circunferência (Figura 4.3).

Um grau é dividido em 60 minutos (60’) e um minuto é dividido em 60 segundos (60”). O ângulo designado por 37o 26’10” é lido como 37 graus, 26 minutos e 10 segundos. Para indicar apenas minutos, coloca-se 0o em frente do número de minutos, como em 0o 30’. Os ângulos também podem ser medidos em graus decimais, por exemplo 45,20o. Outros sistemas, tais como grados e radianos, também são usados para medir ângulos.

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8 Vistas auxiliares, desenvolvimento de superfícies e interseções

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COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Planos inclinados e linhas oblíquas não aparecem com suas dimensões reais em nenhum dos planos principais de projeção. Para mostrar a verdadeira grandeza de um segmento de uma linha oblíqua ou uma face em um plano inclinado, deve ser criada uma vista auxiliar. Os princípios para a criação de vistas auxiliares são os mesmos independentemente de se estar utilizando o desenho tradicional, esboço ou em sistema

CAD: devem ser definidos uma linha de visada e um plano de referência. Com o desenho tradicional, a vista é manualmente criada ao longo das projetantes da linha de visada. Com o desenho em CAD, o computador gera a vista automaticamente, se originalmente foi criado uma forma em 3-D.

INTRODUÇÃO

Muitos objetos são criados sem que suas faces principais sejam paralelas aos principais planos de projeção. Por exemplo, na Figura 8.1a, a base do projeto para o mancal é mostrada em sua verdadeira grandeza, mas a parte superior arredondada é situada em ângulo que não aparece em verdadeira grandeza e forma em nenhuma das três vistas regulares. Para mostrar a verdadeira grandeza dos círculos, use uma direção de visada perpendicular aos planos dessas curvas, como mostrado na Figura 8.1b. O resultado é conhecido como vista auxiliar. Esta vista, e a vista superior, descrevem completamente o objeto. A vista frontal e a lateral direita não são necessárias.

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10 Tolerâncias

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COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

A manufatura intercambiável permite que peças feitas em diferentes lugares se ajustem quando montadas. É essencial para a produção em massa que todas as peças se ajustem adequadamente, e esta intercambialidade requer controle efetivo das dimensões por parte do engenheiro.

Por exemplo, um fabricante de automóveis subcontrata a fabricação de peças a outras companhias – tanto peças para automóveis novos como peças de reposição para reparos.

Todas as peças devem ser suficientemente parecidas para que qualquer uma possa ajustar-se adequadamente em qualquer montagem. As peças podem ser feitas com dimensões muito precisas, até alguns milionésimos de polegada ou milésimos de milímetro – como nos blocos de aferição –, mas peças muito precisas são extremamente caras e ainda haverá alguma variação entre as dimensões exatas e o tamanho real da peça.

Felizmente, não são necessários tamanhos exatos. A precisão necessária de uma peça depende de sua função. Um fabricante de triciclos para crianças sairia rapidamente dos negócios se as peças fossem feitas com a precisão de uma turbina a jato – ninguém estaria disposto a pagar o preço. Fornecer uma tolerância junto com uma cota permite que esta seja especificada com qualquer nível de precisão requerido.

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44 - Emprego de Maiúsculas e Minúsculas

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Emprego de maiúsculas e minúsculas

1 MAIÚSCULAS

Empregam-se letras maiúsculas nos seguintes casos:

1. Em nomes próprios (incluindo pessoas, cidades, países, acidentes geográficos, logradouros públicos, títulos de obras, fatos históricos ou comemorativos, nomes de ciências, nomes de agremiações ou repartições etc.):

Berenice, Xavier, Tocantins, Carazinho, Av. Protásio Alves, Praça da Alfândega,

Incidente em Antares, Correio do Povo, Pontifícia Universidade Católica, Associação

Atlética do Banco do Brasil, Física, História da Linguística, Semana da Pátria, Dia das

Mães etc.

2. Em nomes que expressam conceitos políticos ou religiosos:

Estado, Igreja etc.

3. Em citações diretas (transcrições literais):

O livro Vidas secas, de Graciliano Ramos, inicia assim: “Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes”.

4. No começo dos versos (uso não obrigatório; alguns modernistas, como Drummond, utilizam letra minúscula; outros, como Bandeira, usam letra maiúscula; os românticos, como Gonçalves Dias, a seguir citado, faz uso de maiúsculas):

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59 - Uso de Onde, Aonde e Donde

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Uso de onde, aonde e donde

1 INTRODUÇÃO

Também nesse ponto, as gramáticas normativas não acompanham os usos dos brasileiros, que não distinguem, nas suas comunicações cotidianas onde e aonde, com verbos de repouso e verbos de movimento.

Como alguns concursos ainda propõem esse tipo de questão, expomos a seguir a diferença que alguns gramáticos ainda estabelecem entre onde, aonde, tratando, em seguida, de donde.

2 ONDE

Onde é empregado em situações estáticas (verbos de repouso ou quietação):

Onde moras?

O local onde se situa a Praça da República é aprazível.

3 AONDE

Aonde é empregado em situações dinâmicas (com verbos de movimento):

Aonde vamos?

Aonde corres com tanta pressa?

Usa-se aonde (e não onde) sempre que podemos empregar para onde; usa-se onde (e não aonde) quando não podemos aplicar para onde:

Para onde te diriges? Aonde te diriges?

Para onde colocaste o livro? Onde colocaste o livro?

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41 - Ortografia

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Ortografia

1 INTRODUÇÃO

Toda língua que dispõe de escrita tende a fixar um sistema de grafia, a sua ortografia. Esse sistema é convencional e regulado por variados critérios: fonético (as letras B, F, P e V representam sempre o mesmo som em português brasileiro), etimológico (palavras escritas com H em português), sociolinguístico (a ortografia oficial apoia-se em determinada variedade linguística; não há, por exemplo, grafia para o R retroflexo (ou “R caipira”) etc. Em um sistema ideal, teríamos apenas uma unidade gráfica para um valor fônico, mas não é isso o que ocorre. Por exemplo, em português, a letra X tem valor de CH (xarope), S (texto), SS (próximo), Z (exílio), KS (oxigênio),

KZ (hexâmetro). O mesmo problema temos com o fonema /s/, que é representado por s, ss, c, sc, ç, sç, z, xc, xs: sábado, assoar, céu, descer, caça, desça, traz, excelência, exsudar.

A história da ortografia no Brasil é longa: reforma ortográfica em 1911; Acordo Ortográfico em 1931, que se tornou obrigatório em 1933; publicação, em 1943, do Formulário Ortográfico e do Pequeno Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) pela Academia Brasileira de

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52 - Crase

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Crase

1 CONCEITO

Crase é “um fenômeno fonético que se estende a toda fusão de vogais, e não só ao a acentuado” (BECHARA, 2015, p. 324). Essa fusão também ocorre com o início de aquele(s), aquela(s), aquilo, a, as. Estes dois últimos demonstrativos referem-se a aquele(s), aquela(s), aquilo, isso e são chamados por Câmara Jr. (2004, p. 91) de demonstrativos vagos. Essa fusão é marcada por um acento grave (`).

Assim, em vez de escrevermos “entregamos a mercadoria a a vendedora”, “esta blusa é igual a a que compraste” ou “eles deveriam ter comparecido a aquela festa”, devemos sobrepor os dois a e indicar esse fato com um acento grave: “Entregamos a mercadoria à vendedora”. “Esta blusa

é igual à que compraste”. “Eles deveriam ter comparecido àquela festa.”

1. �O acento grave que aparece sobre o a não constitui, pois, a crase: é apenas um sinal gráfico que indica ter havido a união de dois a (crase).

2. �Para haver crase, é indispensável a presença da preposição a e de um outro a, que pode ser um artigo, um pronome demonstrativo ou a inicial dos pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s), aquilo. É, pois, um problema de regência. Por isso, quanto mais se conhece regência verbal e nominal, mais fácil se torna o domínio sobre a crase (ver Regência Verbal e Nominal nos

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32 - Relatório

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Relatório

1 CONCEITO

Relatório é o documento através do qual se expõem os resultados de atividades variadas.

O relatório assume, a cada dia que passa, maior relevo na administração moderna, porque

é impossível para um administrador ou um técnico, em cargo executivo, conhecer e acompanhar pessoalmente todos os fatos, situações e problemas que, por seu vulto, devam ser examinados.

Para redigir um bom relatório, não basta alinhar os fatos. Ele deve ser objetivo, informativo e apresentável.

2 NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DE UM RELATÓRIO

Lido, examinado e arquivado, ele será, a qualquer tempo, um documento hábil e a demonstração do trabalho de seu autor. Daí a necessidade de as pessoas encarregadas de sua feitura aprimorarem, ao máximo, sua execução, obedecendo a algumas normas básicas que lhe darão coerência, tornando-o claro, fácil de ser consultado e substancial. Essas normas são:

2.1 Extensão

Sempre que possível, convém evitar o relatório muito longo, pressupondo-se que ele é feito exatamente para economizar o tempo da pessoa que o lê.

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31 - Procuração

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Procuração

1 CONCEITO

Procuração é o instrumento por meio do qual uma pessoa física ou jurídica outorga poderes a outra.

A procuração pública é lavrada em cartório; a particular é, geralmente, conservada sem registro.

A estrutura de uma procuração compreende: a) Título: Procuração. b) Qualificação: nome, nacionalidade, estado civil, profissão, CPF e residência do outorgante (constituinte ou mandante) e também do outorgado (procurador ou mandatário). c) Finalidade e poderes: parte em que o outorgante declara a finalidade da procuração, bem como autoriza o outorgado a praticar os atos para os quais é nomeado. d) Data e assinatura do outorgante. e) Assinatura das testemunhas, se houver. Essas assinaturas costumam ficar abaixo da assinatura do outorgante, à esquerda. f) As firmas devem ser todas reconhecidas em cartório.

Portugues Instrumental.indb 167

14/12/2018 14:23:40

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Capítulo 31

2 MODELOS

PROCURAÇÃO

Outorgante: �Fulano de Tal, brasileiro, casado, industrial, residente e domiciliado em Porto Alegre,

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37 - Normalização de Referências Bibliográficas

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Normalização de referências bibliográficas

1 CONCEITO

A normalização de referências bibliográficas (NBR 6023:2018) compreende o conjunto de indicações que nos permite identificar, total ou parcialmente, uma publicação.

2 ELEMENTOS ESSENCIAIS E COMPLEMENTARES

A normalização bibliográfica abrange elementos essenciais (os indispensáveis à identificação de uma publicação, quando mencionada em um texto) e elementos complementares (os que enriquecem a informação com dados facultativos).

A referência bibliográfica pode aparecer:

■■

■■

■■

■■

■■

incluída no texto; incluída parcialmente no texto e em nota; em nota de rodapé ou de fim de texto; em lista de referências bibliográficas; encabeçando resumos e resenhas.

Quando a publicação é considerada no todo, os elementos devem ser retirados, sempre que possível, da folha de rosto.

Quando se trata de parte de uma publicação, os elementos são retirados do cabeçalho dessa parte.

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9 - Abaixo-Assinado

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9

Abaixo-assinado

1 CONCEITO

Abaixo-assinado é um requerimento coletivo, em que não se colocam, no início, os nomes dos requerentes, mas apenas uma referência para identificá-los. É, pois, um documento em que várias pessoas, em geral, solicitam algo a alguém que tem o poder de solucionar determinado problema. Estruturalmente, tem o título “Abaixo assinado” e começa com um vocativo (“Sr.

Fulano de Tal”, por exemplo. Se se tratar de prefeito, governador ou alguma autoridade, esse tratamento exige alguma formalidade: “Exmo. Sr. Governador...”). Em seguida, vem o corpo do texto, que é composto de exposição das solicitações e de argumentos que as justifiquem.

Finalmente, local, data e assinaturas.

2 MODELO

Os abaixo assinados, moradores na Rua Quintino Bocaiuva, vêm solicitar ao Senhor Prefeito desta cidade a iluminação do trecho compreendido entre os números 300 e 520, que se encontra às escuras, expondo a comunidade a toda sorte de perigos.

Porto Alegre, ........ de ......................... de ...........

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22 - Edital

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Edital

   (Ver COMUNICADO)

1 CONCEITO

Edital é um instrumento de notificação pública que se afixa em local de acesso dos interessados ou se publica (integral ou resumidamente) num órgão de imprensa oficial ou particular.

Nem sempre, no EDITAL, aparece a palavra EDITAL.

2 MODELOS

VELEIROS DO SUL

CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

O Comodoro do VELEIROS DO SUL – SOCIEDADE NÁUTICA DESPORTIVA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 45 do Estatuto, CONVOCA todos os associados maiores de 21 anos, filiados há mais de seis (6) meses, e em pleno gozo de seus direitos sociais, para a Reunião de

Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se no dia 3 de junho de 2018 (terça-feira), às 19 horas, em primeira convocação, e às 20 horas, em segunda convocação, a fim de eleger 1/3 dos MEMBROS

DO CONSELHO DELIBERATIVO E TODOS OS SUPLENTES, de conformidade com o item I do art. 44 do Estatuto.

Porto Alegre, 2 de maio de 2018.

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60 - Emprego do Infinitivo

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60

Emprego do infinitivo

1 CONCEITO

O infinitivo é uma das três formas nominais dos verbos. Há dois tipos de infinitivo: o impessoal, que não flexiona, e o pessoal (inexistente na maioria das línguas conhecidas), que flexiona. Exemplos:

Viver é bom. (= infinitivo impessoal)

É interessante leres com atenção. (= infinitivo pessoal)

2 INFINITIVO IMPESSOAL

O infinitivo impessoal é empregado, nas seguintes situações: a) com sujeito idêntico ao do verbo regente, formando uma locução verbal:

Não ousaste encarar teu ofensor. suj.

tu

Costumamos levantar cedo. suj.

nós

Tomaram a resolução de resistir até o fim. suj.

eles

b) com sentido passivo (geralmente, vem depois de um adjetivo + preposição e funciona como complemento nominal):

Esses livros são bons de ler (= de serem lidos).

Portugues Instrumental.indb 403

14/12/2018 14:23:51

404

Capítulo 60

Tais coisas não são fáceis de perceber (= de serem percebidas).

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14 - Aviso

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Aviso

    (Ver COMUNICADO e EDITAL)

1 CONCEITO

Aviso é um gênero administrativo cujas características são amplas e variáveis.

O aviso, na administração pública, pode ser uma comunicação direta ou indireta; unidirecional ou multidirecional; redigida em papel próprio, afixada em local público ou publicada através da imprensa.

O aviso, porém, não é usado apenas na administração pública; é também utilizado na administração privada e na correspondência particular. Muitas vezes, aproxima-se do comunicado, do edital ou do ofício.

Geralmente, não traz destinatário, fecho ou expressões de cortesia.

Embora a Instrução Normativa no 04, de 06/03/92 (Diário Oficial de 09/03/92), regulamente que o AVISO e o OFÍCIO são modalidades praticamente idênticas e que a única diferença entre os dois é ser o aviso expedido exclusivamente por Ministros de Estado, Secretário-Geral da Presidência da República, Consultor-Geral da República, Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, Chefe do

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5 - Parágrafo

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5

Parágrafo

1 APRESENTAÇÃO

O parágrafo é uma unidade de discurso de um texto. Em geral, expressa uma ideia, um argumento sobre o tema tratado. Serve para dividir o texto (que é um todo) em partes menores, tendo em vista os diversos enfoques.

Mudança de parágrafo não significa mudança de tema, do assunto tratado. Vamos abrindo novos parágrafos, conforme acrescentamos novas ideias ao tema que estamos desenvolvendo.

O assunto, a rigor, deve ser o mesmo, do princípio ao fim do texto. A abordagem, porém, pode mudar. E é aqui que o parágrafo entra em ação. A cada novo enfoque, a cada nova abordagem, haverá novo parágrafo.

Formalmente, o parágrafo é indicado através da mudança de linha e de um afastamento da margem esquerda.

Funcionalmente, a compreensão da estrutura do parágrafo é o melhor caminho para a segura compreensão do texto.

2 ELEMENTOS QUE COMPÕEM O PARÁGRAFO

O parágrafo apresenta algumas partes bem distintas. Dentre elas, a mais importante é o tópico frasal.

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