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Medium 9788522473489

11 - Imprensa e interesse público

Jorge Duarte Grupo Gen PDF Criptografado

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Imprensa e interesse público

Armando Medeiros de Faria

C

om certa ousadia, pode-se afirmar que, a rigor, “interesse público” não existe.

A concepção expressa uma ideia forte, algo monolítico, que carrega em si unidade a totalidade. Ao contrário, e no sentido de invalidar o significado original, interesse público pode ser reconhecido ou identificado de múltiplas formas.

Aí começa a longa espiral de dúvidas e de respostas divergentes: o que existe de comum em uma coletividade? Por meio de quais mecanismos legítimos o interesse público é construído (processo eleitoral, plebiscito, consulta etc.)? Quais as instâncias autorizadas a defini-lo (opinião pública, Estado, imprensa, sociedade civil etc.)?

Ao mergulhar na realidade, o conceito de interesse público encontra uma superfície porosa e fragmentada onde se movimentam lobbies, organizações privadas, interesses pulverizados, além da representação política de grupos e de categorias sociais diversas, muitas vezes, antagônicas.

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Medium 9788530975944

II – CAPÍTULO 4 - ARTIGO

Rodrigo Bezerra Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

ARTIGO

4.1 DEFINIÇÃO

É a classe de palavra variável que, anteposta ao substantivo, determina-o ou indetermina-o.

O artigo, portanto, interfere na extensão semântica do substantivo.

Ademais, pode-se dizer que o artigo serve para destacar de uma classe um ou mais indivíduos. Observe:

î Por favor, pegue um livro para estudar. (Isto é, pegue-se qualquer livro para estudar)

î Por favor, pegue o livro para estudar. (Isto é, deve-se pegar um “determinado” livro para estudar)

î Ele gosta de fruta. (Isto é, ele gosta de qualquer tipo de fruta)

î Ele gosta da fruta. (Isto é, ele gosta daquela fruta, de uma fruta determinada)

4.2 CLASSIFICAÇÃO

Na língua portuguesa os artigos podem ser “definidos” e “indefinidos”. São os seguintes os artigos em nossa língua:

ARTIGOS DEFINIDOS

ARTIGOS INDEFINIDOS

Nova gramatica da lingua portuguesa_8ed_616370.indb 215

MASCULINOS

SINGULAR

PLURAL o os um uns

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Medium 9788597019452

10 - Apostila

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Apostila

1 CONCEITO

Apostila é um ato administrativo adicional cujo objetivo é confirmar ou corrigir dados emitidos em documento anterior. É utilizada para retificar ou atualizar dados funcionais, como nomeação, promoção, ascensão na carreira, recondução, remoção, reintegração, dispensa, demissão, aposentadoria etc.

Ao apostilar um título, a Administração Pública reconhece um direito, criado por norma legal.

Estruturalmente, uma apostila é composta de: título (APOSTILA), texto explicitando a quem se refere, indicação do processo, local, data, assinatura, nome, cargo, código de classificação, classificação de sigilo e classificação de precedência (se aplicáveis).

2 MODELOS

APOSTILA – A SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais,

RETIFICA o ato coletivo que concedeu a gratificação de 50% do vencimento básico do Quadro de

Carreira do Magistério Público Estadual, pelo exercício em Regência de Classe Unidocente, nos termos da letra ....., item ....., do artigo ..... da Lei ....., na parte referente aos professores abaixo relacionados:

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Medium 9788584290512

Capítulo 3 | A iconicidade dos visografemas

Mariângela Estelita Barros Grupo A PDF Criptografado

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A iconicidade dos visografemas

A

escolha das formas gráficas dos visografemas foi motivada pelo elemento visual-linguístico que representam. Assim, todos eles, em maior ou menor grau de transparência, apresentam elementos de iconicidade. Este capítulo pretende explicitar esses elementos a fim de que os usuários da ELiS enxerguem a iconicidade e possam memorizá-los mais facilmente.

A maioria dos visografemas é formada por duas partes: elemento delimitador e elemento diferenciador. O elemento delimitador define um grupo de visografemas e o elemento diferenciador distingue-os entre si. O elemento delimitador é a parte do visografema que se repete em outro vi­so­grafema, por exemplo, todos que representam mão, seja a orientação da palma, sejam os pontos de articulação, possuem um elemento delimitador que é um quadrado. O quadrado tem, portanto, a função de delimitar um grupo de visografemas, aqueles que representam mão. O elemento diferenciador é a parte do visografema que o singulariza, ou seja, que o distingue dos demais. Assim, um elemento diferenciador é acrescentado a um elemento delimitador para representar diferentes elementos visuais, por exemplo, acrescenta-se uma linha horizontal (elemento diferenciador) próxima ao topo do quadrado (elemento delimitador de mão) para representar “palma voltada para cima”. Assim, o objetivo do elemento diferenciador é atribuir especificidade ao elemento delimitador, cujo objetivo, por sua vez, é agrupar visografemas por semelhanças.

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Medium 9788522473489

13 - Caso Radiobrás: o compromisso com a verdade no jornalismo de uma empresa pública

Jorge Duarte Grupo Gen PDF Criptografado

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Caso Radiobrás: o compromisso com a verdade no jornalismo de uma empresa pública

Eugênio Bucci

A

tradição é perversa: instituições públicas que operam a comunicação social, sejam elas empresas estatais, fundações ou departamentos ligados diretamente ao

Governo, vêm atuando como pequenas máquinas de propaganda a serviço das autoridades do Poder Executivo. Criadas ao longo do século 20, principalmente a partir dos anos 50, essas instituições pouco ou nada tiveram de compromisso com o direito à informação do cidadão.1 Em lugar de informar, dedicam-se a tentar formar a opinião pública segundo os moldes que interessam ao Governo da temporada.

Claro que existem exceções. O quadro geral, no entanto, tomado aqui como quadro geral e não como generalização, é desalentador: as instituições públicas que se dedicam à comunicação social acabam se reduzindo, no todo ou em parte,

à condição de máquina acessória da propaganda do governo.

Como pano de fundo, subsiste a tudo isso uma cultura política que não pode deixar de ser pelo menos mencionada. Mesmo entre os jornalistas, se aceita essa brutal distorção da comunicação gerada por instituições públicas como se ela fosse um dado da natureza. É quase com resignação que se comenta, em rodas de jornalistas de vários de nossos países: “Ah, eles estão aí para passar a versão do

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Medium 9788520441459

10. Comunicação estratégica para empresas familiares

Gustavo Gomes de Matos Editora Manole PDF Criptografado

10. Comunicação estratégica para empresas familiares

Profissionalização da gestão se consolida com o reconhecimento da função estratégica da comunicação

“A comunicação é um processo amplo, que abrange todas as pessoas de uma organização e está balizada por relacionamentos intensos e permanentes com os públicos internos e externos e dos públicos internos entre si.”

Wilson da Costa Bueno

Para fixar com exatidão a imagem de uma empresa, é necessário adequá-la aos novos tempos caracterizados por uma sociedade cada vez mais crítica e engajada. Nesse contexto, a comunicação passou a fazer parte do próprio negócio, agregando valores a produtos e serviços.

No caso da empresa familiar, o processo de profissionalização se consolidará pelo reconhecimento da função estratégica da comunicação como instrumento de gestão corporativa, de integração do corpo funcional e de fidelização dos clientes externos. As lideranças que se identificam com a cultura do diálogo conseguem superar desafios e metas pela concretização de um ambiente organizacional de coesão e corresponsabilização por resultados. E, ainda, pela capacidade de ouvir e compreender as reais necessidades dos clientes e as tendências do mercado.

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Medium 9788562937347

Fontes de notícias ou artistas

Heródoto Barbeiro Editora Almedina PDF Criptografado

Fontes de notícias ou artistas

Se me for dado escolher entre um governo sem imprensa e uma imprensa sem governo, não hesitaria um minuto em preferir a

última alternativa.

—Thomas Jefferson

Já ouvi uma conversa de que Jefferson depois se arrependeu do que disse.

Eu duvido. A liberdade de imprensa é plantada na constituição dos Estados

Unidos e aprimorada ao longo de sua história.

Aparecer nas mídias sociais mexe com o ego de entrevistados e entrevistadores. Às vezes é possível perceber uma disputa entre os dois de forma clara. Um  faz perguntas quilométricas, o outro, respostas não menos extensas. É  verdade que alguns programas permitem perguntas e respostas mais longas, mas são raros. Certa vez, apresentava o Roda

Viva na TV Cultura e as perguntas eram muito longas. No intervalo, pedi aos perguntadores que não se excedessem no tempo e fizessem perguntas mais curtas. O  programa voltou e o primeiro convidado levou sete minutos perguntando. Era uma tese. Alguns querem comparar seus trabalhos com o do entrevistado, parece uma defesa de tese universitária, e não uma entrevista! Os  que querem é ficar o maior tempo possível no ar, com a cara na telinha. Há outros truques, como gestos amplos, caretas propositais, inclinação do corpo no cenário, enfim, ao que no teatro se dá o nome de roubar a cena. Como se diz: o Mr. Bean roubar a cena. Nada disso é compatível com o mundo corporativo, onde conteúdo e marca imperam. Deixe isso para os profissionais liberais, assessores,

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Medium 9788584290345

Capítulo 6. Termos essenciais da oração

Roberta Adalgisa de Azevedo Grupo A PDF Criptografado

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Termos essenciais da oração

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>> As características da unidade mínima do discurso: a frase.

>> A obrigatoriedade de um predicado na oração.

>> As possibilidades de sujeito.

>> O

Predicado: verbal, nominal e verbo-nominal. que é o novo

ACORDO

ORTOGRÁFICO.

>> Exemplos

Frase, oração, período,REGRAS: sujeito e alfabeto, predicado. das NOVAS trema, acentuação e hífen.

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TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO

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FRASE

É um enunciado linguístico que, independentemente de sua estrutura ou extensão, traduz um sentido completo em uma situação de comunicação. Caracteriza-se por apresentar uma entonação que delimita o seu início e fim. Constitui assim, a unidade mínima no nível do discurso.

São exemplos de frases:

SOCORRO!

QUE HORROR!

QUANTOS PROBLEMAS!

EU GANHEI UMA CASA NOVA.

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Medium 9788547216641

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Eduardo Sabbag Editora Saraiva PDF Criptografado

R E F E R Ê NCI AS B I B L I O G R Á F I CAS

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Bloch, 1981; 3. ed. Imprensa Nacional, 1999; 4. ed. Imprinta, 2004; 5. ed. Global Editora, 2009.

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Dicionário de questões vernáculas. 4. ed.

São Paulo: Ática, 1998.

______. Gramática metódica da língua portuguesa. 28. ed. São Paulo: Saraiva,

1979; 44. ed. 1999.

AMARAL, A. Revista da Academia Paulista de Letras 26 (73): 171-2, 1969.

ANDRÉ, Hildebrando A. de. Gramática ilustrada. 2. ed. São Paulo: Moderna,

1982.

ARISTÓTELES. Arte retórica e arte poética. Rio de Janeiro: Ediouro, 1985.

ARRUDA, Geraldo Amaral (Des.) Notas sobre a linguagem do juiz. São Paulo:

Corregedoria Geral de Justiça – TJSP, 1988.

______. Como aperfeiçoar frases. São Paulo: Corregedoria Geral de Justiça

– TJSP, 1988.

ASSIS, Machado de. O alienista. São Paulo: Ática, 1994.

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Medium 9788521619017

Capítulo I - SEMIOLOGIA E SEMIÓTICA

Masip Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo I

SEMIOLOGIA E SEMIÓTICA

A Semiologia, idealizada pelo linguista Ferdinand de Saussure

(1857-1913), é a ciência que estuda todos os modos de comunicação no seio da vida social. Baseia-se em sinais, que são convenções em sistemas abertos.

A Semiótica [Charles Morris (1901-1999) foi o primeiro pensador a usar o termo.] é a parte da Semiologia que estuda a comunicação mediante signos, que são convenções em sistemas fechados.

O signo linguístico, convenção que comanda a comunicação verbal, compõe-se de significante, ou imagem acústica, estudado pela Fonologia e pela Fonética, e significado, ou conteúdo cognitivo conceitual, estudado pela Lexicografia e pela Lexicologia ou

Semântica.

Aprofundaremos ao longo do curso a lógica formal, também denominada lógica binária, clássica ou lógica matemática moderna. É o sistema que serve como ponto de referência para a ciência.

A sintaxe semiótica estuda as relações entre signos; a semântica semiótica, as relações entre signo e objeto; e a pragmática semiótica, as relações entre signo e sujeito.

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Medium 9788584290307

Appendix - Extra activity: designing a curriculum

Rafaela Fetzner Drey, Isabel Cristina Tedesco Selistre, Tânia Aiub Grupo A PDF Criptografado

appendix

Extra activity: designing a curriculum

Atividade extra: redigindo um currículo

HINTS AND TIPS

No geral, não há um modelo único de currículo mais adequado em que você possa se basear.

Mas algumas empresas, especialmente as maiores, especificam quais tópicos e informações devem estar presentes no currículo a ser enviado.

O currículo, ou curriculum vitae (da expressão latina que significa “período de carreira da vida”), é um gênero textual específico que resume e agrega, em um único texto, as qualificações, os dados pessoais e as experiências acadêmicas e profissionais que uma pessoa possui. Também chamado resumé, o currículo apresenta uma biografia concisa sobre a educação profissionalizante e a experiência profissional de um candidato a uma vaga de emprego.

Conforme afirmam os autores Miron Stoffels e Hanna Götz (2002), o currículo não deixa de ser um anúncio de você mesmo, revelando aspectos positivos sobre sua carreira acadêmica e profissional, e possivelmente garantindo uma futura entrevista a partir do texto disponibilizado. Justamente por funcionar como seu cartão de visitas, os fatos mencionados nele devem ser verdadeiros e convincentes, para que as empresas e os recrutadores possam se interessar por seu perfil.

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Medium 9788597019452

56 - Pronomes de Tratamento

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

56

Pronomes de tratamento

1 CONCEITO

Pronomes de tratamento são formas de interação comunicativa utilizada para nos dirigirmos ou nos referirmos a outra pessoa. É, pois, uma expressão que tem valor de pronome tanto no tratamento familiar (você, vocês), como no tratamento cerimonioso (senhor, senhora) ou ainda para demonstrar reverência (Vossa Excelência, Vossa Senhoria, Vossa Magnificência etc.).

2 USOS DE PRONOMES DE TRATAMENTO

QUADRO DEMONSTRATIVO

Destinatário

1

Vocativo

Senhor1

Envelope

Tratamento

Abreviatura

Il.mo

Sr. Fulano de

Tal ou

Ao Sr. Fulano de

Tal

M. D. Diretor do...

Vossa Senhoria

V. S.a

Oficiais até Coronel

Funcionários graduados (diretores, chefes de seção)

Prezado

Monsenhores,

Cônegos, Padres e

Religiosos

Reverendíssimo(a)

Senhor(a)

Reverendíssimo(a)

Senhor Padre

(Senhora Madre)...

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Medium 9788584290512

Capítulo 6 | A fonte ELiS

Mariângela Estelita Barros Grupo A PDF Criptografado

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A fonte ELiS

A

ELiS possui fonte própria para escrita digital, desenvolvida por Dimas

William d’Oliveira, o Bill, entre 2009 e 2011. Para sua utilização, basta salvá-la na pasta de fontes do computador.

A atribuição das teclas foi feita de modo que os visografemas ficassem dispostos sequencialmente no teclado, na ordem visográfica em que são apresentados em seus respectivos grupos. Por exemplo: nas teclas de “Q”

(maiúsculo) até “P” e continuando de “A” até “G” estão os visografemas de PA

– cabeça, e, na sequência de “H” até “Ç” estão os visografemas de PA – tronco.

Para atribuição dos movimentos, foi necessária a utilização de acento agudo, grave, circunflexo, til e trema. Cada um desses símbolos foi associado a uma vogal, na sequência “a” “e” “i” “o” “u”, em suas formas minúscula e maiúscula, a fim de se alcançar o total de 44 visografemas de M.

Outros recursos do teclado são necessários para a digitação em ELiS:

– Para colocar um diacrítico localizado acima e à direita do visografema, pressionar as teclas ctrl, shift e + ao mesmo tempo. Para voltar ao normal, pressionar novamente as mesmas teclas. Se preferir, pode-se clicar no botão “sobrescrito” (x2) na barra de ferramentas para inserir o visografema como diacrítico, e clicar novamente para voltar à função normal.

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Medium 9788597019452

35 - Resumo

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

35

Resumo

1 CONCEITO

Resumo é a apresentação concisa dos pontos mais importantes de um texto. Sua característica principal é a fidelidade ao conteúdo. Deve revelar o fio condutor traçado pelo autor: introdução, desenvolvimento e conclusão. O resumo deve ter, ainda, um cunho pessoal que permita mostrar os conceitos fundamentais do texto a partir da assimilação individual de quem o redige.

2 TIPOS

De acordo com a NBR 6028, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o resumo pode ser indicativo, informativo ou crítico.

O resumo indicativo indica os pontos principais do texto, não apresentando dados qualitativos ou quantitativos. O resumo informativo se caracteriza por informar sobre finalidade, metodologia, resultados e conclusões do texto original. Já o resumo crítico é redigido por especialistas, com análise crítica do texto. É também chamado de resenha ou recensão.

Exemplo de resumo indicativo:

Texto contido in: CÂMARA JR., J. M. Princípios da linguística geral. Rio de Janeiro: Livraria

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Medium 9788521624578

Capítulo 5 - Semântica

John Lyons Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 5

Semântica

5.1 A diversidade do significado

A semântica é o estudo do significado. Mas o que é o significado? Os filósofos vêm debatendo a questão, com referência especial à linguagem, já há bem mais de dois mil anos. Ninguém conseguiu ainda apresentar uma resposta satisfatória. Uma das possíveis razões para isso é que, da forma como está elaborada, a pergunta é irrespondível. Apresenta duas pressuposições que são, no mínimo, problemáticas:

(a) de que aquilo a que nos referimos com a palavra ‘significado’ tem algum tipo de existência ou realidade; (b) que tudo aquilo a que nos referimos usando esse termo apresenta uma natureza semelhante, se não idêntica. Podemos chamar a uma de (a) pressuposição de existência e a outra de (b) pressuposição de homogeneidade.

Não quero dizer que ambas sejam falsas, mas simplesmente que são filosoficamente controvertidas. Muitas são as introduções à semântica que passaram por cima desse fato. Neste capítulo tentaremos não nos comprometer com nenhuma das duas.

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