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Medium 9788565848916

Capítulo 8 - Erros comuns na escrita científica em língua portuguesa

Sílvia H. Koller, Maria Clara Pinheiro de Paula Couto, Jean Von Hohendorff Grupo A PDF Criptografado

8

Erros comuns na escrita científica em língua portuguesa

Diogo Araújo DeSousa

Tiago Cavalcanti

Embora seja frequente escutar de graduandos e pós-graduandos desabafos sobre as dificuldades que encontram para produzir seus textos acadêmicos, a tarefa de escrever é, em tese, simples. Sim, simples. Escrever é tão somente unir um conjunto de símbolos restritos – em nossa língua, exatamente, vinte e seis – em um espaço branco. O problema está em outra instância da escrita, a instância que deve ser pretendida pelos acadêmicos: escrever bem. E escrever bem, no entanto, não é tão simples.

Para a realização dessa tarefa hercúlea, uma porção de regras, restrições, dúvidas e revisões somam-se às já dezenas de leituras imprescindíveis e ao bloqueio intelectual, muitas vezes só rompido às vésperas do prazo de entrega. ­Nesse empenho – e muitos se empenham de verdade para escrever o melhor possível –, diversas são as peças que a nossa língua prega.

O objetivo deste capítulo é, então, discutir alguns “erros” comumente encontrados em artigos, teses, dissertações e outros manuscritos no tocante

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Medium 9788597019452

16 - Carta Oficial

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

16

Carta oficial

(Ver OFÍCIO)

1 CONCEITO

Carta oficial é um gênero administrativo utilizado por alguns órgãos públicos, em situações não cerimoniosas, com relação a pessoas estranhas ao serviço público.

Modernamente, as cartas oficiais vêm sendo absorvidas pelos ofícios, e estes cada vez mais se generalizam.

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124

Capítulo 16

O esquema gráfico de uma carta oficial é o seguinte:

TIMBRE

2 espaços duplos

Setor – Data

2 espaços duplos

Destinatário

Endereço

Número de protocolo

8 espaços

15 espaços

10 espaços

7 espaços

espaço 1 ou 1 1/2 espaço 2 ou 3

4 espaços

Saudações

4 espaços

Assinatura

Nome

CARGO

Iniciais do redator e do digitador

Portugues Instrumental.indb 124

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Carta oficial

125

2 MODELO

INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL

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Medium 9788530951009

Capítulo 2 - A TÓPICA E O RACIOCÍNIO JURÍDICO

Manuel Atienza Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

A Tópica e o Raciocínio Jurídico

1. O CONTEXTO DO SURGIMENTO DA TÓPICA JURÍDICA

O que normalmente se entende hoje por teoria da argumentação jurídica tem sua origem numa série de obras dos anos 1950 que compartilham entre si rejeição da lógica formal como instrumento para analisar os raciocínios jurídicos. As três concepções mais relevantes (às quais dedicarei, respectivamente, este capítulo e os dois seguintes) são a tópica de Viehweg, a nova retórica de Perelman e a lógica informal de Toulmin.

Em 1953 foi publicada a primeira edição da obra de

Theodor Viehweg Topik and Jurisprudenz, cuja ideia fundamental consistia em reivindicar o interesse que, para a teoria e a prática jurídicas, tinha a ressurreição do modo de pensar tópico ou retórico. O livro de Viehweg teve grande êxito na teoria do Direito da Europa continental1 e se converteu, desde então, num dos centros de atenção da polêmica em torno do chamado “método jurídico”. Com relação às muitas discussões que, a partir daí, se sucederam – sobretudo,

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Medium 9788522473489

2 - A singularidade da comunicação pública

Jorge Duarte Grupo Gen PDF Criptografado

2

A singularidade da comunicação pública

Graça França Monteiro

Existem alguns termos dos quais nos apropriamos sem nos deter para pensar

em seu real significado. Eles aparecem, integram-se ao uso corrente e passam a compor o cotidiano das notícias e dos pronunciamentos de pessoas públicas, o material promocional de entidades diversas e as discussões promovidas pelos mais variados fóruns, tornando-se habituais em nossas conversas do dia-a-dia.

Comunicação pública é um desses termos.

Em 1995, Pierre Zémor, presidente fundador da associação francesa “Communication Publique”, lançou o livro La comunication publique1 que, a partir de um resumo traduzido livremente pela Profa. Elizabeth Brandão, passou a ser referência obrigatória para estudantes e profissionais interessados no assunto. Ainda em fase de construção, o conceito vem sendo discutido por vários estudiosos brasileiros, tais como a própria Elizabeth Brandão (1998), Heloiza Matos (1999),

Luiz Martins da Silva (2002), Maurício Lara (2003), Maria José da Costa Oliveira

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Medium 9788522459865

Parte III - 18 Organização do Trabalho da Secretária

João Bosco Medeiros, Sônia Hernandes Grupo Gen PDF Criptografado

18

Organização do Trabalho da Secretária

1 Introdução

Segundo Nivaldo Maranhão Faria (1984), há algumas técnicas de organização do trabalho que têm proporcionado vantagens enormes aos administradores.

São elas: o definição dos objetivos a alcançar; o divisão da empresa em departamentos (daí resultando a estrutura de poder); o coordenação das várias partes envolvidas no processo produtivo; o delegação de autoridade; o supervisão; o assessoria.

É necessário ter presente três princípios básicos: o Objetivo: deve ser claramente estabelecido de modo que seja compreendido. o Autoridade: a cada pessoa deve-se atribuir autoridade correspondente. Jamais uma pessoa deverá receber ordens de vários gerentes. o Subordinação: cada pessoa precisa saber de quem deve receber ordens.

A organização do trabalho também compreende o conhecimento dos propósitos da organização, de suas dependências, de seu modo de produzir, das técnicas que emprega.

Em geral, as empresas esperam de suas secretárias: consciência de seus deveres, dedicação ao trabalho, equilíbrio emocional para bem desempenharem tarefas, que sejam dignas de confiança, que saibam delegar tarefas quando necessário, que saibam resolver conflitos entre colegas de trabalho, que sejam capazes de trabalhar em grupo.

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Medium 9788520441459

27. Sustentabilidade, comunicação e ética pela perpetuidade da organização Terra

Gustavo Gomes de Matos Editora Manole PDF Criptografado

27. Sustentabilidade, comunicação e ética pela perpetuidade da organização Terra

A interdependência entre pessoas e empresa é uma constatação cada vez mais contundente

“O respeito à vida como verdade universal leva a um estado em que agimos como os guardiões dela.”

Marcelo Gleiser

Sustentabilidade é um conceito amplo, que envolve consciência planetária, preservação ambiental, convivência das diversidades, qualidade de vida, desenvolvimento econômico e social, senso de sobrevivência e evolução humana.

Garantir o direito de vida plena e saudável às populações do presente e

às gerações futuras, em um meio ambiente limpo e preservado em sua integridade, é um desafio para o cidadão planetário e para as empresas. É uma questão ética e estreitamente ligada ao exercício da comunicação ampla e irrestrita entre cidadãos, empresas, governos e todo tipo de organização.

O grau de interdependência entre todas as pessoas e organizações no planeta Terra é uma constatação cada vez mais contundente. Estamos todos no mesmo transatlântico, a navegar por um universo quântico. Cada um depende de todos, nas dimensões econômica, social, política, cultural e ambiental, e, ao mesmo tempo, todos dependem das consequências dos atos, comportamentos e atitudes de cada um em suas respectivas esferas de ação e planos de vida.

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Medium 9788522457526

Parte III - 5 O PARÁGRAFO

Maria Margarida de Andrade, Antonio Henriques Grupo Gen PDF Criptografado

5

O PARÁGRAFO

Conceitos

Qualidades do parágrafo

Estrutura do parágrafo

Tópico frasal

Desenvolvimento

Conclusão

Formas de desenvolvimento do parágrafo

Organização do texto: coesão entre os parágrafos

Exemplário para análise de estrutura de parágrafo, identificação do tópico frasal etc.

Livro 1.indb 83

3/11/2009 18:12:01

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Língua Portuguesa • Andrade e Henriques

Conceitos

Parágrafo é a unidade de composição do texto que apresenta uma ideia básica à qual se agregam ideias secundárias relacionada pelo sentido.

Conceituando-se o parágrafo como unidade de ideias, verifica-se que o parágrafo de descrição deve corresponder a cada aspecto do objeto descrito; o parágrafo de narração reflete cada fato da sequência narrada; o de dissertação corresponde a cada argumento ou raciocínio.

De maneira geral, nos textos bem escritos, a cada parágrafo relaciona-se uma ideia importante.

É variável a extensão do parágrafo: pode conter apenas uma frase ou alongarse por uma página inteira. A tendência moderna é a intercalação de parágrafos curtos aos de média extensão. Não se usam, atualmente, parágrafos demasiadamente longos.

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Medium 9788522473489

7 - Comunicação e cidadania

Jorge Duarte Grupo Gen PDF Criptografado

7

Comunicação e cidadania

Marcia Yukiko Matsuuchi Duarte

O debate sobre a potencialidade da comunicação e, conseqüentemente, das no-

vas mídias como rede possibilitadora do exercício de uma renovada democracia direta é permanente e deságua na questão da cidadania e nas peculiaridades do caso brasileiro. O problema da cidadania no Brasil não se limita à sua dimensão política, enquanto direito, mas em se definir quem pode exercê-la e em que termos. Dependendo do momento histórico1 e do lugar, somente parcelas da população brasileira puderam exercer plenamente sua cidadania, porque uma das grandes dificuldades do país residiu na incapacitação política dos cidadãos, que é diretamente proporcional ao grau de domínio dos recursos sociais e de acesso a eles.

No Brasil, a aquisição de direitos em nível legal foi uma grande conquista da sociedade e de seus movimentos, mas a democratização do campo socioeconômico ainda tem um longo caminho a ser percorrido, pois são enormes os problemas gerados pela concentração de renda, a precariedade da formação cultural e o difícil acesso à educação formal básica, e a limitada participação política na discussão e definição dos temas de interesse coletivo (PERUZZO, 2003, p. 286-287).

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Medium 9788530975944

II – CAPÍTULO 2 - SUBSTANTIVO

Rodrigo Bezerra Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

SUBSTANTIVO

2.1 DEFINIÇÃO

É a classe de palavra variável com a qual se denomina os seres em geral.

Aqui, a palavra “ser” precisa ser entendida não só como aquilo que possui uma existência concreta (pedra, homem, carro, lua), mas também como aquilo que possui uma existência imaginária (Saci, fada, Minotauro), abstrata (fé, alegria, tristeza), ou mesmo de comprovação discutível (anjo, alma, inferno).

Por isso, classificam-se como substantivos as coisas, os sentimentos, as qualidades, as ações, os estados considerados em si mesmos.

Observe os primeiros exemplos:

î beleza î morte

î vida

î vingança

î casamento î vento

î cobre

î água

î árvore

î sonho

î Terra

î símbolo

î pureza î revolução î átomo

î eletricidade î caderno

î uva

2.2 CARACTERIZAÇÃO DO SUBSTANTIVO

Nem sempre é fácil para um estudante da língua portuguesa identificar com segurança um substantivo. Por isso, para fazê-lo, convém observar duas características fundamentais:

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Medium 9788597011128

1 - GÊNEROS DISCURSIVOS

João Bosco Medeiros, Carolina Tomasi Grupo Gen PDF Criptografado

Gêneros discursivos

parte

1

I

Competências

Comunicativas

1

Gêneros discursivos

Os autores em geral parecem ficar muito pouco à vontade quando o assunto é tipologia textual ou gêneros discursivos. Isso porque os gêneros com frequência não têm características só deles, havendo características de um que se adequam muito bem a outros (MESQUITA In: TRAVAGLIA; FINOTTI; MESQUITA, 2008, p. 135).

1

ANTIGUIDADE DOS ESTUDOS DE GÊNEROS

O exame dos gêneros do discurso ou gênero textual vem de longa data. Na tradição ocidental, o estudo de gêneros esteve relacionado aos estudos literários. Constituem antecedentes dos estudos modernos: Platão, Aristóteles, Horácio, Quintiliano. Hoje, os estudos sobre gêneros ganhou extensão maior e não se atêm apenas aos estudos literários: gênero passou a ser visto como uma categoria que se utiliza para se referir a discursos de todo tipo, falado ou escrito, com aspirações literárias ou não.

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Medium 9788553131099

3.2 GRAMATICALIDADE E AGRAMATICALIDADE

Ernani Terra Editora Saraiva PDF Criptografado

26

Linguagem, Língua e Fala   

3.2 GRAMATICALIDADE E AGRAMATICALIDADE

Com base nesse conceito de gramática, daremos o nome de gramaticais às frases construídas segundo essas regras internalizadas pelos falantes e de agramaticais àquelas que não obedecem a tais regras.

Frases como “Fazem dois anos que ele saiu”, “Haviam quatro pessoas na sala”, “Ocorreu muitos fatos estranhos naquele dia”, “Me emprestaram o livro” e “Prefiro mais cinema do que teatro” devem, segundo essa ótica, ser julgadas gramaticais, embora possam não ser aceitas pela gramática normativa,5 que costuma chamá-las de gramaticalmente incorretas. Segundo essa gramática, as formas corretas deveriam ser: “Faz dois anos que ele saiu”,

“Havia quatro pessoas na sala”, “Ocorreram muitos fatos estranhos naquele dia”, “Emprestaram-me o livro” e “Prefiro cinema a teatro”.

Uma frase como “Nos aquele engordou homem meses muito últimos” é agramatical, porque as palavras, por não estarem combinadas segundo as regras gramaticais intrínsecas da língua, geram uma frase que não pode ser entendida. Se a combinação das palavras fosse “Aquele homem engordou muito nos últimos meses”, teríamos evidentemente uma frase gramatical, pois a combinação dos elementos que a constituem se fez em consonância com a gramática internalizada da língua.

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Medium 9788584290512

Capítulo 8 | Respostas dos exercícios para a prática da ELiS

Mariângela Estelita Barros Grupo A PDF Criptografado

8

Respostas dos exercícios para a prática da ELiS respostas

1) Ver atividade no Capítulo 9 – Caderno de caligrafia da ELiS.

2) wgsqçTé ththzzv@_-ù tgqzKám egalJä eozTÀ qggqv@á, yqv@ém tgqvAà hlwgsqzv@%-ê wgsqzçJÌà.

3)

CD

OP

PA

M

4) eozTÀ e (polegar curvo) o (demais dedos curvos) z (palma para a medial)

T (testa)

À (abrir e fechar a mão)

Tradução: (Aprender)

wgsqçTé

(pessoa)

egalJä

(direito) tgqvAà

(língua)

ththzzv@_-ù

(todos) eozTÀ

(aprender)

tgqzKám

(tem) qggqv@á, yqv@ém

(ler)

(escrever)

hlwgsqzv@%-ê wgsqzçJÌà.

(própria)

(dela)

124 Estelita

5)

Alto da cabeça

Testa

Olho

W

Lateral da cabeça

E

T

U

Y

Espaço à frente do rosto

Q

Nariz

O

Bochecha

D

Buço

Sobrancelha

R

Orelha

I

Maçã do rosto

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Medium 9788565848701

Capítulo 2 - Aquisição da habilidade de leitura de palavras e sua influência na pronúncia e na aprendizagem do vocabulário

Maria Regina Maluf, Cláudia Cardoso-Martins Grupo A PDF Criptografado

Aquisição da habilidade de leitura de palavras e sua influência na pronúncia e na aprendizagem do vocabulário1

2

Linnea C. Ehri

Um dos grandes mistérios que desafia os pesquisadores é como as pessoas aprendem a ler e a compreender textos com facilidade e rapidez. Quando as pessoas leem um texto, suas mentes se enchem de ideias. A rota para estas ideias se dá através das palavras escritas individuais. Estudos sobre o movimento dos olhos durante a leitura mostram que, quando os leitores leem um texto, seus olhos recaem em praticamente todas as palavras (Rayner; Pollatsek, 1989). As palavras são unidades muito confiáveis para os olhos dos leitores processarem, porque são sempre escritas da mesma forma. Em contraste, as correspondências letra-som podem variar, especialmente em inglês. O mesmo som pode ser escrito de mais de uma maneira, e uma mesma letra pode simbolizar mais do que um som. E mais: palavras escritas ativam significados, enquanto letras isoladas, não. Isso indica que as palavras são a unidade básica que os olhos dos leitores captam e processam para construir significado a partir do texto. A chave para entender como a habilidade de leitura se desenvolve consiste em compreender como os leitores iniciantes aprendem a reconhecer palavras escritas automaticamente e com precisão (Ehri, 1980,

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Medium 9788522473489

8 - Cidadania ativa e liberdade de informação

Jorge Duarte Grupo Gen PDF Criptografado

8

Cidadania ativa e liberdade de informação

Adriana Studart

A

expressão calcada por Hannah Arendt, “direito de ter direitos”, em seu Origens do totalitarismo, ressoa como uma melodia diante de tantas supressões ocorridas e sentidas todos os dias ou até mesmo diante das dificuldades para o exercício efetivo do alcance da expressão, mormente considerando o desconhecimento pelos cidadãos de caminhos legais simplificados e acessíveis, em busca de suas respostas.1

O arcabouço legislativo brasileiro, ao mesmo tempo em que assegura evoluídos direitos em diplomas modernos e de longo alcance humano (como aqueles inseridos no Estatuto da Criança e do Adolescente),2 isola o brasileiro, deixandoo à mercê sobre como, onde e de que modo agir face a possíveis violações a esses direitos fundamentais tidos como basilares para o exercício de sua dignidade e cidadania.

Em nosso país, diante do inegável universo de leis,3 em meio a uma grave crise de leitura (leia-se cultura, como pano de fundo), a indagação persiste: como

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Medium 9788530975944

II – CAPÍTULO 8 - ADVÉRBIO

Rodrigo Bezerra Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

ADVÉRBIO

8.1 CONCEITO

É a classe de palavras invariáveis que, modificando um verbo, um adjetivo ou outro advérbio, transmitem-lhes alguma circunstância.

Veja alguns exemplos de advérbios e locuções adverbiais:

î “Hoje quatro braças de terra, amanhã seis, depois mais outras, ia o vendeiro conquistando todo o terreno que se estendia pelos fundos da sua bodega.”

(Aluísio Azevedo)

î “A parede oriental da igreja é o muro do quintal de um lado, mas as comunicações foram vedadas provavelmente quando a coroa alienou o palácio e o separou assim perpetuamente do templo.” (A. Garrett)

î “Os meus doentes, senhora condessa, respondeu Carlos, não são bastante numerosos para formar uma quadrilha.” (Eça de Queiroz)

î “Ao despedir-se da pupila, Lemos apertou-lhe a mão: – Desejo-lhe que seja muito e muito feliz.” (José de Alencar)

î “A história repete-se. Antônio Conselheiro foi um gnóstico bronco. Veremos mais longe a exação do símile.” (Euclides da Cunha)

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