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Medium 9788520429174

Documentos

SILVA, Deonísio da Editora Manole PDF Criptografado

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Ação movida pelo Autor contra a União

Petição inicial, deflagradora da ação movida por

Rubem Fonseca1

Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da Vara

Rubem Fonseca, que também se assina José Rubem Fonseca, brasileiro, escritor e advogado, residente à rua ..., vem propor

Processo Ordinário contra a União Federal, com base nos fatos e razões de direito que expõe a seguir.

Requer a citação da Ré na pessoa do Sr. Procurador da República, com apoio na Constituição da República, art. 153 § 8º.

Requer prova testemunhal e pericial.

Dá à causa, para efeito de custas, o valor de Cr$ 100.000,00.

Rio de Janeiro, 28 de abril de 1977

Clovis Ramalhete

1

Os documentos aqui transcritos foram obtidos junto ao Ministério da Justiça,

1ª vara Federal do Rio de Janeiro e Tribunal Federal de Recursos.

Por apresentarem erros de ortografia e pontuação, alguns deles foram revisados, a fim de facilitar sua leitura e compreensão.

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Medium 9788522474967

Parte 3 - 13 Viabilidade Econômica

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

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Viabilidade Econômica

Nenhuma campanha é boa o suficiente se não for viável

Não se pode dar o passo maior do que as pernas.

Conteúdo deste capítulo:

�� O que é viabilidade econômica?

�� Onde indicar os descontos?

�� Como fazer para mostrar para o cliente o valor e o custo da campanha?

Viabilidade econômica nada mais é do que o casamento perfeito entre a verba disponibilizada pelo anunciante – o budget – e o orçamento proposto pela agência, desde que a campanha proposta tenha uma probabilidade alta de resolver o problema do cliente. Caso contrário, estaremos diante de uma campanha viável economicamente, mas sem nenhum efeito do ponto de vista mercadológico.

O estudo da viabilidade econômica por parte da agência é de vital importância para passar tranquilidade ao anunciante na hora de investir na campanha. Este estudo apresenta exatamente como a campanha deverá ser financiada e como funcionará o fluxo de caixa, pois numa campanha de quatro meses a um custo de um milhão de reais, dificilmente o cliente terá verba para financiar a campanha toda logo no primeiro mês. Essa verba provavelmente será dividida ao longo de todo o tempo de duração da campanha.

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Medium 9788584290512

Capítulo 9 | Caderno de caligrafia da ELiS

Mariângela Estelita Barros Grupo A PDF Criptografado

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Caderno de caligrafia da ELiS

O

termo caligrafia é originário do grego e significa “escrita bela”. Apesar de um dos objetivos da prática de caligrafia ser a expressão estética das letras, e, nesse sentido, uma forma de arte visual, a caligrafia será trabalhada aqui apenas com um intuito didático.

Os exercícios apresentados neste Caderno de caligrafia de ELiS* têm por objetivo principal o conhecimento das formas dos visografemas que a compõem. O treino da discriminação visual precisa de suas formas poderá levar à distinção entre visografemas semelhantes, ao conhecimento da proporção de cada visografema em relação ao espaço que podem ocupar, e mesmo ao aprimoramento estético da escrita dos visografemas.

No Caderno de caligrafia de ELiS, os visografemas estão apresentados segundo a ordem visográfica da ELiS. Nos exercícios são mostrados os passos para a execução de cada visografema. Além da sequência dos traços, indica-se também a sua direção. A atenção à sequência e à direção dos traços confere maior uniformidade aos visografemas e, portanto, maior legibilidade visual a um texto escrito à mão.

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Medium 9788584290345

Capítulo 16. Usos dos porquês

Roberta Azevedo Grupo A PDF Criptografado

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Usos dos porquês

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>> Os diversos significados e USOS DO PORQUÊ.

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USOS DOS PORQUÊS

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POR QUE

O “por que” tem dois empregos diferenciados:

Quando for a junção da preposição por + pronome interrogativo ou indefinido que, possuirá o significado de “por qual razão” ou “por qual motivo”: Ex.:

POR QUE VOCÊ NÃO VAI AO CINEMA? (POR QUAL RAZÃO)

NÃO SEI POR QUE NÃO QUERO IR. (POR QUAL MOTIVO)

Quando for a junção da preposição por + pronome relativo que, possuirá o significado de “pelo qual” e poderá ter as flexões: pela qual, pelos quais, pelas quais. Ex.:

SEI BEM POR QUE MOTIVO PERMANECI NESTE LUGAR. (PELO QUAL)

POR QUÊ

Quando vier antes de um ponto, seja final, interrogativo, exclamação. O “por quê” deverá vir acentuado e continuará com o significado de “por qual motivo”, “por qual razão”. Ex.:

VOCÊS NÃO COMERAM TUDO? POR QUÊ? ANDAR CINCO

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Medium 9788522475063

9 - Comunicação, iniciativa privada

DUARTE, Jorge (org.) Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

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Comunicação, iniciativa privada e interesse público

Wilson da Costa Bueno

Organizações, entidades e a própria mídia continuam a insistir, equivocada-

mente, na existência de fronteiras nitidamente demarcadas entre os interesses públicos e privados. Com isso, tentam justificar ações e posturas empresariais, cujo objetivo maior é legitimar a adoção de uma ética bastante particular. Na prática, tal empenho está associado à tese corrente, aceita sem maiores restrições, de que fundamental é garantir a sustentabilidade dos negócios.

Ainda que tal procedimento continue encontrando eco em alguns espaços

(fóruns empresariais, veículos e editorias de negócios), ele não faz sentido numa sociedade globalizada, cada vez mais sensível a decisões de alcance aparentemente localizado. Exemplos que se multiplicam em borbotões estão a indicar que o “efeito borboleta”, imaginado por Eduard Lorenz, efetivamente funciona.1 A disseminação de determinadas informações, acelerada brutalmente pelas novas tecnologias, e derivadas de um tênue e longínquo “bater de asas” empresariais, tem o poder de provocar verdadeiros “tufões” que impactam a sociedade (o mun  Trata-se de um processo e uma expressão cunhados por Eduard Norton Lorenz, um pesquisador que trabalhava, no final da década de 50, no Departamento de Meteorologia do Boston Tech, hoje

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Medium 9788565848954

Capítulo 10 - Perspectivas de ação

José Morais Grupo A PDF Criptografado

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Perspectivas de ação

A iniciativa popular

No plano da política de blocos, o mundo, de bipolar durante a confrontação entre os imperialismos norte-americano e soviético, tornou-se multipolar e provavelmente assim ficará nas próximas duas ou três décadas. No plano da economia, porém, o mundo, de oeste a leste, só tem um dono: o capitalismo corporativo e multinacional. Vários cenários são possíveis para o futuro, sendo o mais provável a continuação das tendências atuais: o fosso cada vez maior entre os muito ricos e os muito pobres, assim como a forte diminuição do número dos rendimentos médios, dos quais uma pequena minoria se juntará à classe dos muito ricos e uma larga maioria à dos pobres.

O capitalismo corporativo é destruidor e, se continuar dominante, destruirá a Terra, a menos que a ciência e a tecnologia venham a fornecer às gerações de então outros habitats. Pensando no futuro imediato com lucidez, não me parece que alguém possa duvidar, goste ou não, do fato de que o capitalismo corporativo, servindo-se das instituições internacionais, dos governos e dos aparelhos militares dos países mais desenvolvidos, é uma praça-forte inexpugnável, em todo o caso pelos processos revolucionários clássicos de tomada de poder. Se pode haver revolução, ela será original e terá como instrumento revolucionário a classe que o capitalismo corporativo alimenta para poder existir, crescer e estender-se: aquela que é constituída pelo capital humano. Essa classe é – e será – o foco de uma luta ideológica: a sua estrutura mental dominante será ou o individualismo e a competição, ou a sociabilidade e a cooperação. Uma vez que a praça-forte é inconquistável a golpes de aríete e que qualquer cavalo de Troia seria facilmente identificado e desfeito, resta uma via possível, mas de desfecho incerto: a combinação lenta e progressiva da guerra de trincheiras, com mais avanços do que recuos, e o tratamento do tecido que rodeia o centro nervoso do capitalismo

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Medium 9788520456057

AS UNIDADES LINGUÍSTICAS E OS NÍVEIS DE ANÁLISE

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

O que é morfossintaxe

As construções (1), (4) e (5) infringem, respectivamente, leis sintáticas, semânticas3 e morfológicas constitutivas do sistema do português, enquanto

(2) e (3) apenas contrariam regras normativas de sua sintaxe de concordância e de colocação4.

Pela mesma razão, isto é, pelo conhecimento e pelo domínio de sua gramática interiorizada, qualquer usuário de nossa língua é capaz de perceber, ainda que intuitivamente, “alguma coisa que lembra o português”, em uma frase assim:

(6) *As falemas do fanto mevem em fiscos.

Nessa frase, há a evidência de leis morfológicas e sintáticas do português que nos permitem localizar não só flexões típicas de gênero e número em prováveis substantivos (*falemas, *fanto, *fiscos) como, também, flexões verbais em

*mevem (um possível verbo na 3ª pessoa do plural do presente do indicativo).

Leis sintáticas de construção estão tão presentes na frase que conseguimos distinguir perfeitamente um sujeito (*as falemas do fanto), um verbo intransitivo (*mevem) e um adjunto adverbial (*em fiscos). Sabemos que a frase não usa “palavras” (lexemas) do português, mas organiza-se e autoriza-se mediante suas regras constitutivas.

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Medium 9788536301976

Capítulo 1: Um conceito definido muito diversamente

Philippe Perrenoud Grupo A PDF Criptografado

Um conceito definido muito diversamente

A

1

idéia de ciclo de aprendizagem está longe de admitir uma definição estável. Ela é mais como um albergue espanhol: nele se encontra o que se leva. Para uns, um ciclo de aprendizagem se define pura e simplesmente pela supressão ou limitação drástica da reprovação dentro de um ciclo de estudos, cuja estrutura permanece inalterada.

De acordo com uma definição mais ambiciosa, um ciclo de aprendizagem poderia servir de quadro integrador e de ponto de apoio a uma evolução do ofício de professor, dos programas e das formações escolares, da avaliação e da luta contra as desigualdades.

Em todos os casos, trata-se, em geral, de partir de um ciclo de estudos existente e de reordená-lo. Um ciclo de estudos é concebido aqui como uma seqüência de séries (ou níveis) anuais formando um todo. Um estabelecimento escolar agrupa geralmente os alunos que freqüentam o mesmo ciclo de estudos. Existe, dentro de um ciclo de estudos, uma certa unidade de concepção dos objetivos, das disciplinas, dos programas e dos modos de ensino. As professoras e os professores têm uma formação e um estatuto homogêneos, dependem da mesma direção e do mesmo regulamento. Pertencer a um ciclo de estudos é, para eles, uma forma de identidade, às vezes, de orgulho. Para os alunos e suas famílias, a progressão de um ciclo de estudos para o seguinte marca as grandes etapas da escolaridade. No interior do ciclo de estudos, as séries anuais levam os alunos da entrada à saída.

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Medium 9788522474967

Parte 2 - 1 Por que Começar com uma Introdução

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

1

Por que Começar com uma Introdução

Qual é a função da introdução?

Não se julga um livro pela capa, mas pela sua contracapa.

Este capítulo do livro pretende responder às seguintes dúvidas:

�� Como fazer a introdução?

�� Quais itens deve conter a introdução?

�� Por que a introdução é importante?

�� A introdução deve ser a primeira coisa a ser escrita, ou a última?

Antes de qualquer coisa, o primeiro texto que deve constar no projeto é a introdução para que o leitor saiba do que se trata. Como o próprio nome diz, introdução é o primeiro contato que o leitor terá com seu texto, e nesse primeiro contato ele deve ficar ciente de tudo que irá encontrar pela frente.

A introdução não deve ser muito longa para não se tornar cansativa e nem muito resumida para que não deixe de informar do que trata o projeto. Deve ser escrita em prosa, evitando-se ao máximo segmentá-la em tópicos como: problema, objetivo etc. Essa segmentação pode ter sido útil na fase de projeto para facilitar a sua construção, mas agora, na introdução, o texto deve ser um só.

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Medium 9788520456057

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO I

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

Respostas dos exercícios de aplicação

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO I

Nível 1

Questão 1:

�� Morfemas lexicais: preto, branco, pente, pele, pássaro, espalmado, céu, escuro, recesso, fontes, vida, sangrar, inúteis, feridas.

�� Morfemas gramaticais: o, no (em + o), na (em + a), quase, as, da (de + a), a, por, duas.

Questão 2:

�� Substantivos: preto, branco, pente, pele, pássaro, céu, recesso, fontes, vida, feridas.

�� Adjetivos: espalmado, branco (em céu quase branco), escuro, inúteis. a.

b. c.

d.

Questão 3:

Por meio de um critério sintático, pois não é um elemento mórfico que marca o gênero masculino da palavra, mas sua relação sintagmática com determinantes ou modificadores. Por exemplo: o táxi, meu táxi, táxi amarelo.

Por meio de um critério mórfico, pois é a estrutura da palavra que contém um gramema dependente interno (a desinência nominal -s) que indica o plural.

Em o rio desce a montanha vagaroso, a palavra em destaque é um adjetivo, pois é variável, deixa-se anteceder por um intensificador (tão vagaroso) e articula-se a um substantivo (rio). Por exemplo: os rios descem a montanha

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Medium 9788522474967

Parte 3 - 7 Objetivos e Estratégias de Marketing

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

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Objetivos e Estratégias de Marketing

Onde você pretende chegar no mercado?

Defina um objetivo que seja ao mesmo tempo desafiador e alcançável.

Um objetivo fácil é tão desestimulante quanto um objetivo impossível.

Conteúdo deste capítulo:

�� Diferenças entre objetivo e metas

�� Quantos objetivos de marketing eu tenho que definir?

�� Objetivos gerais e específicos × objetivos primários e secundários

�� A diferença entre objetivos de marketing e objetivos de comunicação

�� Qual é a diferença entre objetivos e estratégias?

�� Objetivos de marketing mais comuns

�� Estratégias mercadológicas

Para alguns autores, há uma distinção entre objetivo e meta. O primeiro possui uma definição mais ampla, enquanto que a segunda é mais restrita quanto ao tempo e a intensidade do seu cumprimento. Assim, o objetivo está relacionado a termos qualitativos, ou seja, onde se quer chegar. Já meta está relacionada a termos quantitativos, exprimindo tempo, quantidades e/ou valores.

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Medium 9788577803750

8 Vistas auxiliares, desenvolvimento de superfícies e interseções

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

218

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Planos inclinados e linhas oblíquas não aparecem com suas dimensões reais em nenhum dos planos principais de projeção. Para mostrar a verdadeira grandeza de um segmento de uma linha oblíqua ou uma face em um plano inclinado, deve ser criada uma vista auxiliar. Os princípios para a criação de vistas auxiliares são os mesmos independentemente de se estar utilizando o desenho tradicional, esboço ou em sistema

CAD: devem ser definidos uma linha de visada e um plano de referência. Com o desenho tradicional, a vista é manualmente criada ao longo das projetantes da linha de visada. Com o desenho em CAD, o computador gera a vista automaticamente, se originalmente foi criado uma forma em 3-D.

INTRODUÇÃO

Muitos objetos são criados sem que suas faces principais sejam paralelas aos principais planos de projeção. Por exemplo, na Figura 8.1a, a base do projeto para o mancal é mostrada em sua verdadeira grandeza, mas a parte superior arredondada é situada em ângulo que não aparece em verdadeira grandeza e forma em nenhuma das três vistas regulares. Para mostrar a verdadeira grandeza dos círculos, use uma direção de visada perpendicular aos planos dessas curvas, como mostrado na Figura 8.1b. O resultado é conhecido como vista auxiliar. Esta vista, e a vista superior, descrevem completamente o objeto. A vista frontal e a lateral direita não são necessárias.

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Medium 9788573073751

CAPÍTULO 3 - CICLO DO PROCESSO DA COMUNICAÇÃO ESTABELECIDO

Ferreyra, Erasmo Norberto Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Ciclo do Processo da

Comunicação Estabelecido

Não somos todos iguais, daí que este processo tenha tantas alternativas quantas pessoas houver.

A dinamização deste processo perceptivo-expressivo é realizada de maneira incessante no transcurso da vida, de maneira que, se aprofundássemos nossa pesquisa, poderíamos considerar um grande círculo subdividido em outros menores e esses, sucessivamente, em outros tantos. Dessa maneira, o desenvolvimento de um ciclo pode abarcar tanto uma situação que transcorra em anos, como outra que represente breves experiências cognoscitivas que realizamos em poucos segundos. Até o mais simples e cotidiano processo de compreensão, relação ou comunicação que praticamos em nossa vida assemelha-se a isso.

O processo perceptivo-expressivo que apresentamos está esquematizado com o propósito de realizar sua análise e, apesar de parecer, a uma primeira vista, algo congelado, imóvel e invariável, é, em realidade, uma prática tão dinâmica e vital que sua análise nos leva a diagramá-lo desta maneira para tomar consciência dele. Em virtude disso, consideramos esse diagrama como modelo quanto a seus passos, não quanto ao fato que eles se deem nessas dimensões.

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Medium 9788578680725

5. O pai dos perseguidos

CARVALHO, Julia Editora Manole PDF Criptografado

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capítulo

5

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Nelson R

Flor de obsessão. Eis um dos apelidos que melhor define Nelson Rodrigues, cravado por Cláudio Mello e

Souza, um dos jornalistas mais conhecidos do ramo.

As passagens de Cláudio pelo Jornal do Brasil e suas crônicas esportivas no O Globo marcaram, respectivamente, o jornalismo das décadas de 1960 e 1980.

Em retribuição ao apelido, Nelson o chamaria, em crônica, de “remador de Ben Hur”, em razão de seu permanente bronzeado. A amizade entre os dois permitiu que Cláudio acertasse em cheio. O também jornalista, escritor e dramaturgo era mesmo um obcecado: pela morte, pelo sexo, pelo Fluminense e

— como eterna vítima — pela censura. Quase todas as suas peças sofreram algum tipo de corte, quando não foram totalmente vetadas. Seu livro, O casamento, foi retirado das livrarias. Suas novelas só seriam liberadas graças à influência dos diretores da TV Globo, que escreviam longas cartas tentando convencer

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Medium 9788565848916

Capítulo 11 - Como manejar o tempo na academia

Silvia H. Koller; Maria Clara P. de Paula Couto; Jean Von Hohendorff Grupo A PDF Criptografado

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Como manejar o tempo na academia

Maria Clara P. de Paula Couto

Imagine, por um momento, a seguinte cena: Você tem uma tarefa importante para fazer. Há um prazo estabelecido para a sua entrega: um mês. Hoje, ao pensar na tarefa, você percebe que afinal já se passaram vinte dias e que, portanto, restam-lhe apenas dez dias para fazê-la. A essa altura, você começa a se sentir um pouco preocupado(a), mas ainda tem aquela convicção de que funciona melhor sob pressão, logo é possível adiar um pouco mais porque ao fim vai dar tudo certo. Agora faltam cinco dias para o final do prazo, o(a) seu(sua) orientador(a) pede que você se envolva em outra atividade, que provavelmente lhe ocupará mais um dia e meio – você aceita mais esse trabalho.

Ao final de dois dias, você finalmente começa a trabalhar no que interessa.

Pensa: Nossa, mas essa tarefa é muito mais trabalhosa do que imaginei! Então, você se desdobra e passa por três dias estressantes. Termina a tarefa em cima da hora, mas não consegue fazê-la tão bem como gostaria e acaba por se sentir insatisfeito(a) com você e com o seu desempenho.

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