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Medium 9788536301976

Capítulo 10: Administrar um ciclo de aprendizagem em equipe

Philippe Perrenoud Grupo A PDF Criptografado

Administrar um ciclo de aprendizagem em equipe

10

A

idéia de um ciclo de aprendizagem plurianual não entra necessariamente em contradição com um atendimento dos alunos por um único professor. Pode-se estender a responsabilidade individual de um professor ao acompanhamento dos mesmos alunos por mais de um ano, mas isso não é realmente uma inovação. Os sistemas educacionais que funcionam por programas anuais apresentam diversas variantes:

• Certos professores passam vários anos do programa mantendo a mesma turma.

• Outros, freqüentemente nas zonas rurais, atendem vários programas anuais paralelamente, nas classes chamadas de “vários cursos”, na

França, e de “séries múltiplas”, na Suíça.*

Essas duas fórmulas podem inspirar o funcionamento de um ciclo plurianual que confie um grupo de alunos a um único professor.

• No primeiro caso, o professor assume um grupo de mesma idade, cuja progressão ele acompanha durante toda a duração do ciclo; dois, três ou quatro anos mais tarde, esse grupo o deixa, e ele recomeça o trajeto com um novo grupo.

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Medium 9788521624578

Capítulo 10 - Linguagem e Cultura

LYONS, John Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 10

Linguagem e Cultura

10.1 O que é cultura?

A palavra ‘cultura’ (e seus equivalentes em outras línguas europeias) tem vários sentidos relacionados, dois dos quais é importante mencionar e distinguir aqui.

Existe, em primeiro lugar, o sentido em que ‘cultura’ é mais ou menos sinônimo de ‘civilização’ e, numa formulação mais antiga e extrema do contraste, oposta a

‘barbarismo’. É esse o sentido, em inglês, do adjetivo ‘cultured’ [“culto”]. Baseia-se, em última instância, na concepção clássica do que constitui excelência em arte, literatura, maneiras e instituições sociais. Revivida pelos humanistas do Renascimento, a concepção clássica foi enfatizada por pensadores do Iluminismo do século XVIII e por eles associada à sua visão da história da humanidade como progresso e autodesenvolvimento.

Essa visão da história foi desafiada, como também muitas das ideias do Iluminismo, por Herder, que disse a respeito do equivalente alemão de ‘cultura’: “Nada é mais indeterminado do que essa palavra, e nada é mais decepcionante do que sua aplicação a todas as nações e períodos” (cf. Williams, 1976:79). Ele criticava especialmente o pressuposto de que a cultura europeia do século XVIII, dominada pelas ideias francesas e pela língua francesa, representasse o ponto alto do progresso humano. É interessante notar, em relação a isso, que a expressão ‘langue de culture’ (literalmente,

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Medium 9788522474967

Parte 2 - 3 Ambiente Interno

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

3

Ambiente Interno

Conhecendo suas potencialidades e fraquezas

Você deve conhecer seu organismo para saber até onde pode ir.

Conteúdo deste capítulo:

�� Como analisar uma organização?

�� Como identificar as potencialidades de uma organização?

�� Como identificar as fraquezas de uma organização?

Ambiente interno diz respeito aos departamentos existentes dentro das portas da organização: como ela é dividida, como são os seus funcionários, se há um organograma, se há um fluxograma de trabalho, como é feita a sua administração, como são contratados seus funcionários, como eles se sentem em relação à empresa, enfim, tudo aquilo que ocorre internamente e que pode ser interessante para o projeto.

Entender o funcionamento da empresa é fundamental para o desenvolvimento do projeto de comunicação da mesma, tanto que o público interno é também considerado um público estratégico de comunicação. Tanto os vendedores quanto os compradores do departamento de suprimentos da empresa, os gerentes financeiros, os profissionais de recursos humanos e qualquer funcionário da companhia devem ser considerados como ferramentas de comunicação, pois mantêm contato

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Medium 9788536303239

Capítulo 12 - Sobre os Desvios Fonológicos

Regina Ritter Lamprecht; Giovana Ferreira Gonçalves Bonilha; Gabriela Castro Menezes de Freitas; Carmen Lúcia Barreto Matzenauer; Carolina Lisbôa Mezzomo; Carolina Cardoso Oliveira; Letícia Pacheco Ri Grupo A PDF Criptografado

Aquisição Fonológica do Português

193

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Sobre os Desvios Fonológicos

Regina Ritter Lamprecht

Em todos os capítulos anteriores foi enfocado o desenvolvimento do sistema fonológico do português como ele é observado na absoluta maioria das crianças. Pela sua preponderância, a aquisição dos diferentes segmentos e estruturas silábicas, como exposta nos Capítulos 3 a 9 e resumida, quanto à cronologia, no Capítulo 10, constitui o perfil esperado, é o caminho previsível.

No caso da maioria das crianças, entre o nascimento e a idade de 5:01, aproximadamente, ocorre o amadurecimento do conhecimento fonológico num processo gradativo, não-linear e com variações individuais, como é mostrado nos capítulos mencionados. O resultado desse desenvolvimento é o estabelecimento de um sistema fonológico condizente com o alvo-adulto, que é a fala do grupo social em que a criança está inserida.

No entanto, existem crianças cuja aquisição fonológica não tem um desenrolar semelhante ao dessa maioria absoluta. A maneira como o seu sistema fonológico é construído difere quanto ao caminho percorrido e, também, quanto ao resultado que atingem, e que não é aquele esperado.

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Medium 9788520429174

Relatar ou descrever

SILVA, Deonísio da Editora Manole PDF Criptografado

Relatar ou descrever

A opção narrativa de um herói problemático

T

al como ocorreu algum tempo depois em A grande arte, o narrador em relevo na coletânea de narrativas curtas, que veio a tornar-se tão polêmica por causa da proibição, defende as ideias do Autor, travestido numa espécie de alter ego. Frequente na ficção de Rubem Fonseca, a figura desse narrador já aparecera em seu livro de estreia, Os prisioneiros, muito embora tenha sido possível tipificá-lo apenas depois de considerado seu périplo até A grande arte.

A opção por uma narrativa na primeira pessoa do singular — predominância absoluta na ficção do Autor — revela um recurso estratégico de extraordinário vigor para a ficção documental e testemunhal de Rubem Fonseca, além de cindir, vertical e profundamente, a ficção de cunho social, levando aquele que narra a ser um dos rebelados que se junta aos personagens, personagem ele também, ao mesmo tempo em que conduz a narrativa. É exatamente essa tomada de poder no interior da narrativa que possibilita ao personagem dar sua própria versão dos acontecimentos do enredo, opinar sobre a condição dos outros personagens, extravasar seus sentimentos mais fundos, dominar a crítica, notadamente aquela

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Medium 9788565848701

Capítulo 7 - Crianças com dificuldades inesperadas decompreensão de leitura

Maria Regina Maluf; Cláudia Cardoso-Martins Grupo A PDF Criptografado

Crianças com dificuldades inesperadas de compreensão de leitura1

7

S. Helene Deacon e Xiuli Tong

Quem são as crianças com dificuldades inesperadas de compreensão de leitura?

O termo “dificuldade de compreensão” é geralmente usado para se referir a crianças que têm dificuldades de compreensão de leitura apesar de lerem palavras isoladas de forma acurada, fluente e apropriada para sua idade (Nation, 2005; Oakhill, 1994; Stothard; Hulme, 1996; Yuill; Oakhill,

1991). Optamos por usar o termo “dificuldades inesperadas de compreensão” para ressaltar o fato de que as dificuldades dessas crianças são surpreendentes, tendo em vista sua habilidade adequada de leitura de palavras. As crianças com dificuldades inesperadas de compreensão conseguem ler as palavras contidas em um texto, mas têm dificuldade em compreender o sentido geral do que leem, incluindo dificuldades de fazer inferências e monitorar sua compreensão (para uma revisão da literatura, ver Cain; Oakhill, 2007; Nation, 2005). Tendo em vista seu nível razoável de habilidade de leitura de palavras, é inesperado que essas crianças tenham dificuldades de compreensão. Em contraste, as dificuldades de compreensão de leitura de crianças com dislexia de desenvolvimento não são surpreendentes. Uma vez que as crianças disléxicas têm dificuldades em identificar as palavras que aparecem ao longo dos textos, é natural que também tenham problemas em compreendê-los. É im-

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Medium 9788565848954

Capítulo 1 - Alfabetismo e literacia

José Morais Grupo A PDF Criptografado

1

Alfabetismo e literacia

Alfabetizar é ensinar a ler e a escrever num sistema alfabético.

Tem-se dito que é alfabetizado quem sabe ler e compreender um texto simples, bem como escrever de maneira inteligível o que quer comunicar. Essa de­ finição é demasiado imprecisa. De acordo com a psicolinguística cognitiva, é alfabetizado quem é capaz de ler e escrever com autonomia. A definição científica, partilhada por muitos alfabetizadores, especifica a aquisição e posse de uma habilidade (no sentido de skill, competência técnica cuja aquisição requer treino) que pode ser avaliada objetivamente sem que os critérios da avaliação variem segundo o indivíduo. Ser alfabetizado é ter um nível mínimo de habilidade que permita, por um lado, ler palavras e textos independentemente da sua familiaridade, mesmo sem compreender o que se lê, e, por outro lado, escrever qualquer enunciado mesmo sem conhecer o conteúdo do que se escreve. Veremos no Capítulo 3 que esse mínimo requer processos – na leitura – de decodificação controlada e sequencial da escrita e – na escrita – de codificação da linguagem. São os

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Medium 9788578680725

3. Do parlamentar ao juiz

CARVALHO, Julia Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

3

iz u j o a r a rlament

do pa

até hoje de 1986

Cinco de outubro de 1988. Pela primeira vez na história do Brasil, estava a democracia plena, com todos os direitos individuais garantidos, instituída pela

Constituição:55

Art. 5º

III - Ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;

IV - É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

V - É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;

IX - É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

55 Durante o Império e o período de 1945 a 1964, a liberdade de imprensa foi garantida, mas as diversões públicas ainda eram submetidas à ação da censura. A Constituição de 1988 foi a primeira a garantir a liberdade de expressão em todos os seus âmbitos.

51

XIV - É assegurado a todos o direito à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional.

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Medium 9788521625971

2 - Emissão e grafia das vogais portuguesas

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Emissão e grafia das vogais portuguesas*

O português falado no Brasil tem sete fonemas vocálicos em sílaba tônica (acentuada ortográfica ou prosodicamente): /i/ fita, /e/ mesa, // café, /a/ massa,

// glória, /o/ poço, /u/ susto; cinco em sílaba átona: /i/ felicidade, /e/ esperar,

/a/ artesão, /o/ fogão, /u/ furado; e apenas três em sílaba átona final de palavra:

/i/ verde, júri; /a/ casa; /u/ campo, bizu. O latim tinha vogais longas e breves; algumas destas últimas se ditongaram em espanhol e se abriram em português: pie, pé; prueba, prova (cf. LAPESA, 1991, p. 76-81; TEYSSIER, 1997, p. 24-26; MASIP,

2003, p. 37-47).

Esses fonemas apresentam

��outros

tantos alofones orais (sons) em distribuição complementar: sete em sílaba tônica: [i], [e], [], [a], [], [o], [u]; cinco em sílaba átona: [i], [e],

[a], [o], [u]; e três em sílaba átona, final de palavra: [i], [a], [u], além das semivogais [j] (vai), [w] (água, causa). Duas ressalvas:

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Medium 9788565848954

Capítulo 7 - A igualdade

José Morais Grupo A PDF Criptografado

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A igualdade

Somos todos desiguais. Seja no padrão de nossas capacidades mentais e físicas, seja nas impressões digitais. Ainda bem: se cada um se visse nos outros como num espelho, ou fugia ou quebrava o espelho. Somos di­ver­sos e a diversidade aproxima-nos.

Por que pretendemos então ser iguais num regime democrático? Iguais em que, se não o somos física e mentalmente? Na teoria, concordamos que deve­ríamos sê-lo em direitos políticos e cívicos. Mas de que serve reconhecer um direito se não existem as condições que permitem exercê-lo? Os direitos, tal como os indivíduos, são interdependentes. O direito de votar não é inde­ pendente do direito de ser informado correta e plenamente; o direito à alfabetização não é independente de um enorme feixe de direitos, incluindo os de alimentação, de habitação, de saúde.

Aqueles que só enxergam a igualdade de direitos políticos e cívicos sofrem de um escotoma que não resulta de lesão mental reconhecível, mas de uma ocultação em sua visão da sociedade, talvez determinada pela pers­ pectiva do autointeresse. Se a democracia não é votar todos os x anos e mais uns poucos atos esporádicos, mas sim a organização da vida em sociedade de cidadãos diversos, porém interdependentes, que se respeitam e cola­bo­ ram, então não há como não reconhecer que a democracia pressupõe a igualdade de todos os direitos que garantem a dignidade humana.

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Medium 9788565848701

Capítulo 5 - Como a ciência cognitiva forneceu as bases teóricas para resolução do “grande debate” sobre métodos de leitura em ortografias alfabéticas

Maria Regina Maluf; Cláudia Cardoso-Martins Grupo A PDF Criptografado

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Como a ciência cognitiva forneceu as bases teóricas para resolução do “grande debate” sobre métodos de leitura em ortografias alfabéticas1

William E. Tunmer

Este capítulo tem como objetivo apresentar uma visão geral das pesquisas psicológicas mais recentes que têm ajudado a resolver a longa história de conflito acerca do modo mais efetivo de ensinar as crianças a ler em ortografias alfabéticas, sobretudo em ortografias opacas como a inglesa. O pêndulo oscilou entre abordagens que enfatizam o desenvolvimento de habilidades de codificação alfabética ou fonológica e aquelas que não o fazem, como, por exemplo, o método da palavra inteira

(whole-word method) ou, mais recentemente, da linguagem total (whole language) (Snow; Juel, 2005; Tunmer; Nicholson, 2011). O argumento central deste capítulo é que a busca do “melhor método” para ensinar a ler é fundamentalmente equivocada, na medida em que a abordagem mais efetiva a ser usada com qualquer criança depende, de modo crucial, dos conhecimentos, habilidades e experiências que a criança traz consigo para a tarefa de aprendizagem da leitura.

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Medium 9788521624578

Capítulo 5 - Semântica

LYONS, John Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 5

Semântica

5.1 A diversidade do significado

A semântica é o estudo do significado. Mas o que é o significado? Os filósofos vêm debatendo a questão, com referência especial à linguagem, já há bem mais de dois mil anos. Ninguém conseguiu ainda apresentar uma resposta satisfatória. Uma das possíveis razões para isso é que, da forma como está elaborada, a pergunta é irrespondível. Apresenta duas pressuposições que são, no mínimo, problemáticas:

(a) de que aquilo a que nos referimos com a palavra ‘significado’ tem algum tipo de existência ou realidade; (b) que tudo aquilo a que nos referimos usando esse termo apresenta uma natureza semelhante, se não idêntica. Podemos chamar a uma de (a) pressuposição de existência e a outra de (b) pressuposição de homogeneidade.

Não quero dizer que ambas sejam falsas, mas simplesmente que são filosoficamente controvertidas. Muitas são as introduções à semântica que passaram por cima desse fato. Neste capítulo tentaremos não nos comprometer com nenhuma das duas.

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Medium 9788573073751

CAPÍTULO 7 - DISCREPÂNCIAS DE APRECIAÇÃO ENTRE ALFABETIZAÇÃOE LINGUALIZAÇÃO

Ferreyra, Erasmo Norberto Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Discrepâncias de Apreciação entre

Alfabetização e Lingualização

Alfabetização

Lingualização

Treina o aluno no manejo de um sistema, o alfabeto, em cujo ensino centra, geralmente, todo seu esforço. Guia-se por uma pedagogia e uma andragogia criadas para este propósito.

O adulto descobre e adestra-se no manejo das variadas linguagens que o homem usa para comunicar-se. A pedagogia e a andragogia deverão servir a esse propósito.

A psicopedagogia, geralmente, trata as possíveis dificuldades que o aluno possa apresentar no manejo deste sistema de signos e seu código.

A psicoandragogia para a lingualização deverá tratar as dificuldades que os alunos apresentem na comunicação, devidas a bloqueios internos ou externos.

A percepção e a expressão do aluno, desenvolvidas através do código alfabético, são alteradas de tal maneira que costumam funcionar deficientemente quando a pessoa enfrenta a realidade.

O desenvolvimento de percepção e de expressão que se vivencia através de todas as linguagens ao alcance das pessoas amplia-se e aperfeiçoa suas funções frente à realidade.

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Medium 9788521625971

10 - Fonética acústica

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Fonética acústica

A grande mudança no estudo e na classificação do som se deu com a introdução da metodologia acústica, graças a avanços tecnológicos definitivamente consoli­ dados no fim da década de 1940 com o advento do Sonagraph, um instrumento de pesquisa que permitiu estabelecer a correspondência entre as dimensões ar­ ticulatória e acústica, conseguindo que a fonética acústica ocupasse o lugar que lhe correspondia. Jakobson realizou as pesquisas definitivas para consolidar o bi­ narismo – que já vinha amadurecendo desde 1938, quando conseguiu decompor as consoantes em oposições fundamentais – no Massachusetts Institute of Tech­ nology (MIT) e no laboratório psíquico-acústico da Universidade de Harvard junto com G. Fant e M. Halle, e publicou, em 1963, Preliminaries to speech analysis.

O extraordinário avanço tecnológico acontecido nos últimos anos permite-nos analisar a dimensão física do som e conferir as descobertas de Jakobson em qual­ quer computador portátil.

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Medium 9788521619017

Capítulo IX RACIOCÍNIO: PRIMEIRA FIGURA SILOGÍSTICA

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo IX

RACIOCÍNIO: PRIMEIRA FIGURA

SILOGÍSTICA

Um raciocínio é uma fórmula lógica analítico-dedutiva, isto é, um processo mental que parte de uma afirmação universal, considerada verdadeira a priori, até concluir.

Existem três tipos de raciocínios analíticos: silogismo, entimema e sorites.

9.1. Silogismo

Um silogismo é um raciocínio completo, explícito, desdobrado, composto de três juízos, dois dos quais são premissas e o terceiro, conclusão:

• Todos os pernambucanos são brasileiros.

• João é pernambucano.

• João é brasileiro.

9.1.1. Juízos que compõem o silogismo

Observemos os juízos que compõem o exemplo que acabamos de propor:

• Todos os pernambucanos são brasileiros. – Juízo analítico

(a priori), afirmativo, universal, categórico, assertivo

• João é pernambucano. – Juízo sintético (a posteriori), afirmativo, singular, categórico, assertivo

• João é brasileiro. – Juízo sintético (a posteriori), afirmativo, singular, categórico, assertivo

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