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Medium 9788521630869

Capítulo 1 - Nossa História: Criando a Sala de Aula Invertida

Bergmann Sams Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

1

NOSSA HISTÓRIA:

Criando A

Sala de Aula Invertida

Enrique tem dificuldades na escola, especificamente em matemática. Todos os dias a professora se posta diante da turma e leciona conforme o currículo escolar estadual. Para tanto, recorre à tecnologia mais recente. Até usa um quadro branco interativo, que deveria atrair a atenção de todas as crianças e cativá-las para a aprendizagem. O problema de

Enrique é que, para ele, a professora fala muito rápido e ele não consegue tomar notas com a mesma velocidade. Mas, mesmo quando faz algumas anotações e as transcreve no caderno, não compreende o que significam. Em casa, ao fazer os trabalhos escolares, continua com problemas, porque o que anotou durante a aula não o ajuda muito nas tarefas. Assim,

Enrique, um aluno diligente, tem poucas opções: chegar à escola mais cedo e pedir ajuda à professora, telefonar para um amigo na esperança de que ele tenha compreendido o que a professora disse, copiar o dever de casa de um colega, ou simplesmente desistir.

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Medium 9788553131099

14. CONCLUSÃO

Ernani Terra Editora Saraiva PDF Criptografado

14.−

conclusão

A linguagem humana é um processo altamente complexo. Utilizamos a língua sem que percebamos essa complexidade, porque julgamos que falar é um processo tão natural para nós como voar é para os pássaros. Vimos que isso

é verdade: o aprendizado da língua que falamos é algo tão rápido e natural que não nos damos conta do tempo de nossas vidas que despendemos nessa tarefa. Parece até que já nascemos falando.

Lembremos ainda que o processo de aquisição da linguagem se faz independentemente de escolarização: nascemos com uma capacidade que nos permite adquirir a linguagem por meio de nossa experiência sensorial.

Observando o uso que outros fazem da língua, construímos nós mesmos uma gramática, que nos torna capazes de efetivar atos de comunicação.

Afinal, o que significa, contudo, conhecer uma língua?

Conhecer uma língua é um processo dinâmico que vai além da compreensão racional de como ela funciona. Conhecer uma língua é saber usá-la. De que adiantaria conhecê-la se não pudéssemos usá-la? Conhecer uma língua é saber tirar dela todas as possibilidades para uma comunicação ampla em qualquer situação. É ter consciência de que ela é um fato social (não existe sociedade sem língua), de que ela existe independentemente de nós. Conhecer uma língua é poder tomar contato com o pensamento dos outros, adquirindo cultura.

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Medium 9788584290512

Capítulo 9 | Caderno de caligrafia da ELiS

Mariângela Estelita Barros Grupo A PDF Criptografado

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Caderno de caligrafia da ELiS

O

termo caligrafia é originário do grego e significa “escrita bela”. Apesar de um dos objetivos da prática de caligrafia ser a expressão estética das letras, e, nesse sentido, uma forma de arte visual, a caligrafia será trabalhada aqui apenas com um intuito didático.

Os exercícios apresentados neste Caderno de caligrafia de ELiS* têm por objetivo principal o conhecimento das formas dos visografemas que a compõem. O treino da discriminação visual precisa de suas formas poderá levar à distinção entre visografemas semelhantes, ao conhecimento da proporção de cada visografema em relação ao espaço que podem ocupar, e mesmo ao aprimoramento estético da escrita dos visografemas.

No Caderno de caligrafia de ELiS, os visografemas estão apresentados segundo a ordem visográfica da ELiS. Nos exercícios são mostrados os passos para a execução de cada visografema. Além da sequência dos traços, indica-se também a sua direção. A atenção à sequência e à direção dos traços confere maior uniformidade aos visografemas e, portanto, maior legibilidade visual a um texto escrito à mão.

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Medium 9788565848916

Capítulo 3 - Como escrever um artigo de revisão sistemática

Sílvia H. Koller, Maria Clara Pinheiro de Paula Couto, Jean Von Hohendorff Grupo A PDF Criptografado

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Como escrever um artigo de revisão sistemática

Angelo Brandelli Costa

Ana Paula Couto Zoltowski

A ideia contemporânea de uma revisão de pesquisas feita de maneira sistemática surgiu no final da década de 1970 a partir do conceito de metanálise. O termo foi criado por Gene Glass (1976), um pesquisador da área da psicologia, que definia metanálise como “a análise estatística de uma grande coleção de resultados de estudos individuais com a finalidade de integrar esses resultados”

(p. 3). Glass demonstrou seu método em revisões sobre a influência do tamanho das turmas no processo educativo (Glass & Smith, 1979; Smith & Glass,

1980) e sobre a eficácia de psicoterapia (Smith, Glass, & Miller, 1980). Apesar do termo metanálise ser frequentemente utilizado como sinônimo de revisão sistemática, quando a revisão inclui uma metanálise, atualmente os dois termos possuem sentidos distintos (Sousa & Ribeiro, 2009). Metanálise refere-se ao procedimento estatístico de tratamento de dados de diversos estudos com o objetivo de agrupá-los, enquanto revisão sistemática se refere ao processo de reunião, avaliação crítica e sintética de resultados de múltiplos estudos, podendo ou não incluir uma metanálise (Cordeiro, Oliveira, Rentería, Guimarães, &

Grupo de Estudo de Revisão Sistemática do Rio de Janeiro, 2007).

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Medium 9788565848954

Capítulo 6 - A liberdade

José Morais Grupo A PDF Criptografado

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A liberdade

O conceito de liberdade só tem sentido se atribuirmos ao ser humano livre-arbítrio (free will) ou capacidade de escolha. Para o determinismo radical, tudo o que acontece é produto inelutável de causas anteriores: o ato que julgamos ter escolhido foi determinado por forças de que não temos consciência.1 A concepção oposta é a de que podemos sempre fazer algo diferente do que fazemos. A psicologia e as neurociências cognitivas descrevem uma realidade bem mais complexa: há processos automáticos, não conscientes, que são causa direta de ações,2 mas também dispomos de um sistema de autocontrole consciente que utiliza regras de racionalidade lato sensu (processos de raciocínio, conhecimentos verdadeiros ou falsos, normas – religiosas, filosóficas, ideológicas, morais, legais, convencionais – e costumes).

O livre-arbítrio faz parte da estrutura de nossa consciência, embora seja muito difícil prová-lo. Nunca duvidamos dele em situação de decisão

(BAUMEISTER, 2008). Se é uma ilusão, pergunta Searle (2004), por que os homens se afrontam tanto a respeito da liberdade? Talvez por isso, se alguém é induzido a descrer do livre-arbítrio, ele se torna mais agressivo e menos disposto a ajudar os outros (BAUMEISTER; MASICAMPO; DEWALL, 2009).

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Medium 9788565848954

Capítulo 2 - Muito aquém da alfabetização

José Morais Grupo A PDF Criptografado

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Muito aquém da alfabetização

Na Introdução, escrevi que não nascemos todos com os mesmos di­ reitos. O direito a adquirir e praticar a literacia é um direito frágil: depende do direito ao desenvolvimento das capacidades cognitivas, que depende do direito à saúde e do direito a frequentar uma escola de boa qualidade, os quais dependem do direito a nascer numa família que vê satisfeitos os seus próprios direitos ao trabalho e a uma remuneração justa. Os direitos não se contam em lista, entre­tecem relações, e as infrações numa ponta têm efeitos em outras.

O fato de os direitos serem reconhecidos por lei não implica que eles possam ser exercidos em sua plenitude. Alguém pode não estar em con­ dições de exercer plenamente o direito à literacia por sofrer de uma anoma­ lia gené­tica irreparável. É o caso da dislexia de desenvolvimento, transtorno da aqui­sição da habilidade de identificação das palavras escritas.

A biologia tem as suas injustiças, embora não nos pareçam tão in­jus­ tas como as sociais. Em ciência, não se fala de injustiça, mas de desi­gual­ dade. Na origem das desigualdades entre os indivíduos estão os genes e as experiências. Veremos em que medida as desigualdades associadas ao “status socioeconômico” (SSE) influenciam o direito à literacia. O SSE é uma variá­ vel multidimensional que compreende índices de recursos econômicos (p. ex., rendimento) e de status social (p. ex., nível de instrução).

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Medium 9788536312576

Capítulo 8: As três funções da avaliação em uma escolaridade organizada em ciclos

Philippe Perrenoud Grupo A PDF Criptografado

As três funções da avaliação em uma escolaridade organizada em ciclos

A

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introdução dos ciclos de aprendizagem plurianuais influi na avaliação dos alunos? Ela deveria. Um ciclo de aprendizagem plurianual digno desse nome necessariamente perturba certas rotinas da avaliação escolar tradicional.

Ante essa perturbação, três atitudes podem ser adotadas:

1. A primeira, mais tímida, contenta-se com ajustes limitados, por falta de ambições fortes para os ciclos, ou simplesmente para não assustar os pais ou os professores.

2. A segunda coloca a avaliação a serviço de aprendizagens orientadas por objetivos plurianuais e visando à individualização dos percursos de formação.

3. A terceira vai ainda mais longe e usa em seu proveito a criação de ciclos para fazer avançar sensivelmente a concepção da avaliação das aprendizagens e sair de certos impasses.

Será preciso empenhar-se, necessariamente, nessa terceira via se a introdução de ciclos for acompanhada de uma real mudança curricular. É assim que, caso se formule o programa em termos de objetivos-núcleo e de satélites, se passe a uma abordagem por competências, se criem áreas pluridisciplinares ou se valorizem as competências transversais, será indispensável, imperativamente, criar meios de avaliação à altura desses novos tipos de objetivos de aprendizagem.

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Medium 9788584290345

Capítulo 9. Orações coordenadas: período composto por coordenação

Roberta Adalgisa de Azevedo Grupo A PDF Criptografado

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Orações coordenadas: período composto por coordenação

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>> A independência das COORDENAÇÃO.

>> ORAÇÕES COORDENADAS SINDÉTICAS: adversativas, aditivas, alconclusivas explicativas.

>> ternativas,

O que é o novo

ACORDOe ORTOGRÁFICO.

ORAÇÕESdas

COORDENADAS

ASSINDÉTICAS.

>> Exemplos

NOVAS REGRAS: alfabeto, trema, acentuação e hífen.

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ORAÇÕES COORDENADAS: PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO

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A INDEPENDÊNCIA DAS RELAÇÕES DE COORDENAÇÃO

JOSÉ

E agora, José?

A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, Você?

Você que é sem nome, que zomba dos outros,

Você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José?

Fonte: Drummond (1978).

Ao lermos o fragmento do poema acima podemos notar que os versos em destaque apresentam autonomia, ou seja, independência sintática dos termos coordenados, que se relacionam a partir de uma ordenação sequencial. Assim, podemos dizer que os períodos desses versos se ligam por meio de uma relação de coordenação, já que nenhuma das orações funciona como termo de qualquer uma das outras orações.

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Medium 9788562937347

Entrevista: concentração total

Heródoto Barbeiro Editora Almedina PDF Criptografado

Entrevista: concentração total

Não há perguntas embaraçosas, só respostas embaraçosas.

— Carl Rowan

Já dizia o filósofo citado anteriormente que quem sai na chuva é para se

“queimar”. Portanto, concentre-se nas suas respostas e não fique irado com as perguntas que você julgar muito duras. Não faça ironias ou dê demonstração de desagrado, como um ministro do Trabalho, um respeitável e idoso senhor, que ficou irritado com minhas perguntas e, quando me despedi e agradeci a entrevista, ele fulminou secamente: “Um grande beijo!”.

Tenho lembrado sempre que o líder deve usar e abusar do pessoal do departamento de comunicação da organização. Na dúvida, peça para a assessoria de imprensa mandar a cavalaria. Porém, não espere ficar com o brejo até os joelhos para isso. Todas as dúvidas para um contrato com a mídia devem ser dirimidas por eles, que têm conhecimento técnico, conhecem os veículos, digitais ou não, a maioria dos jornalistas que lá trabalham, ainda que o turn over seja muito alto. Não se acanhe, é uma tática positiva e vai estabelecer uma parceria produtiva para você, para a mídia e principalmente para a marca. Antes de mergulhar em um tema em uma entrevista, faça um check list com a assessoria, repasse o último alinhamento da organização, uma vez que a conjuntura de mercado, organizacional, política, econômica, tecnológica mudam rapidamente.

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Medium 9788521619017

Capítulo IV - TÓPICOS TEXTUAIS

Masip Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo IV

TÓPICOS TEXTUAIS

Os textos são entidades complexas quando analisadas sob uma perspectiva linguística, estética, psicológica ou sociológica, mas relativamente simples do ponto de vista lógico, pois, como já vimos, a composição de pensamento só acontece mediante os conectores e, ou, se, se e somente se, afirmados ou negados, acrescidos do matiz universalidade/particularidade.

4.1. Esqueleto lógico do discurso e argumentação implícita

Nosso objetivo final é descobrir o arcabouço, ou esqueleto, lógico dos textos, falados ou escritos, a partir da delimitação do sentido e da referência, com o objetivo de encontrar modelos e paradigmas que facilitem sua leitura e interpretação, para, ao final, descobrir a argumentação implícita e fazer o diagnóstico lógico do conjunto.

Os textos têm muitas palavras, mas um número restrito de ideias substanciais que os substantivos, ou as palavras substantivadas, expressam, como já comprovamos no Capítulo 2.

As peças, especialmente as discursivas, constroem-se em torno de um problema, fato, tema ou tópico, que é preciso desenvolver, explicar, esclarecer ou resolver.

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Medium 9788547216641

3 CRASE

Eduardo Sabbag Editora Saraiva PDF Criptografado

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CR AS E

A crase (do grego krâsis, ou seja, “mistura”) é a fusão de duas vogais da mesma natureza. Assinalamos com o acento grave (`) o fenômeno da crase, que se traduz na fusão ou contração da preposição a com...

– o artigo definido feminino singular a, resultando em À;

– o artigo definido feminino plural as, resultando em ÀS;

– o pronome demonstrativo aquela(s), aquele(s), aquilo, resultando em ÀQUELA(S),

ÀQUELE(S), ÀQUILO;

– o pronome relativo a qual, as quais, resultando em À QUAL, ÀS QUAIS.

Observemos as frases abaixo:

Leve a encomenda à secretária.

(à = a1 + a2) a1 = preposição (da regência do verbo levar); a2 = artigo (que acompanha o substantivo feminino secretária).

Refiro-me àquele hóspede.

(àquele = a1 + aquele2) a1 = preposição (da regência do verbo referir-se); aquele2 = pronome demonstrativo.

Note a regra prática para se certificar de que haverá o sinal indicador da crase:

1º Passo: substitua a palavra antes da qual aparece o “a” ou “as” por um termo masculino.

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Medium 9788521622840

PARTE II | 3 - CONCEITOS BÁSICOS DA GRAMÁTICA INTUITIVA

SCHUMACHER, Cristina A. Grupo Gen PDF Criptografado

3 CONCEITOS

BÁSICOS DA

GRAMÁTICA

INTUITIVA

I. PARTES DE PALAVRAS

M

uitas palavras (a maioria), embora sejam o nome de algo ou alguém, ou de um lugar, um fazer, uma característica, enfim, embora cada palavra sirva para representar uma coisa ou ter uma função pelo menos, já vimos que elas não são todas totalmente “originais”.20 Quer dizer, as palavras também são formadas de partes que se repetem em outras palavras, seguindo um padrão.

Usando uma comparação que nos permite manter a noção de uma estrutura, as palavras são como “minifrases”. São constituídas de partes que têm um significado que podemos reconhecer, inclusive porque aparecem em outras palavras.

20

Reveja Vivência 5.

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Parte II

Essas partes têm também o seu significado, embora não apareçam independentemente de outras partes de palavras, como uma unidade que se usa sozinha. É o que vimos fartamente exemplificado no Comentário 6, aliás. Assim, porque se repetem e aparecem em outras palavras, temos familiaridade com essas unidades, essas partes formadoras das palavras em nossa língua.

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Medium 9788565848954

Capítulo 9 - Ideias sobre a educação

José Morais Grupo A PDF Criptografado

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Ideias sobre a educação

O PRIME (Plano de Redistribuição

Igualitária de Meios Educativos)

Sonhei!

Que um governo no Brasil – não sei que governo, nem que Brasil – criou e aplicou o PRIME:

1. Todas as crianças recém-nascidas serão examinadas por um(a) pediatra e nessa ocasião receberão livros para o berço e para o banho, sendo depois visitadas periodicamente para controle do seu estado de saúde.

2. Todas as famílias com filhos receberão, cada uma, 500 livros infantis, juvenis e para adultos, de variados gêneros e domínios, e serão visitadas periodicamente por um especialista em leitura e literacia.

3. Todas as famílias poderão escolher a escola em que querem que os seus filhos estudem, sob condição de que cada escola respeite uma quota de inscritos oriundos das diferentes classes socioculturais correspondente à sua proporção na sociedade.

4. Todas as crianças receberão um computador e um dispositivo de leitura digital e terão acesso a um “tutor” personalizado que poderá orientá-las em suas leituras e produções escritas.

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Medium 9788565848916

Capítulo 10 - Como preparar e realizar apresentações orais

Sílvia H. Koller, Maria Clara Pinheiro de Paula Couto, Jean Von Hohendorff Grupo A PDF Criptografado

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Como preparar e realizar apresentações orais

Luísa F. Habigzang

Este capítulo oferece sugestões para preparar e qualificar apresentações orais de estudos científicos. Uma apresentação oral pode ser definida como uma explanação breve de um tópico específico para um grupo de ouvintes, com objetivo de transmitir conhecimentos ou estimular uma discussão (Peoples, 2001).

A produção científica pode ser disseminada de diferentes formas e as apresentações orais representam uma estratégia para compartilhar resultados de estudos e interagir com grupos de pares ou com a comunidade geral.

Assim como a capacidade de escrever de forma efetiva é importante para a divulgação dos resultados de pesquisas científicas, a habilidade de comunicá-los oralmente também o é (Hemphill, 2009). Porém, a comunicação oral é diferente da comunicação escrita, uma vez que o público ouvirá a explanação apenas uma vez, enquanto os leitores poderão reler o artigo quantas vezes forem necessárias para compreendê-lo. Dessa forma, a comunicação oral deve ser clara, objetiva e simples. Além disso, a apresentação oral não deve ter como objetivo substituir a leitura do artigo, mas incitar o público a ler e conhecer aprofundadamente o estudo realizado (Hill, 1997). A apresentação oral do trabalho pode ser um “cartão de visitas”, promovendo convites para palestras, cursos ou conferências em eventos científicos, abrindo portas e ampliando a rede de contatos profissionais.

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Medium 9788584290345

Capítulo 16. Usos dos porquês

Roberta Adalgisa de Azevedo Grupo A PDF Criptografado

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Usos dos porquês

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>> Os diversos significados e USOS DO PORQUÊ.

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USOS DOS PORQUÊS

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POR QUE

O “por que” tem dois empregos diferenciados:

Quando for a junção da preposição por + pronome interrogativo ou indefinido que, possuirá o significado de “por qual razão” ou “por qual motivo”: Ex.:

POR QUE VOCÊ NÃO VAI AO CINEMA? (POR QUAL RAZÃO)

NÃO SEI POR QUE NÃO QUERO IR. (POR QUAL MOTIVO)

Quando for a junção da preposição por + pronome relativo que, possuirá o significado de “pelo qual” e poderá ter as flexões: pela qual, pelos quais, pelas quais. Ex.:

SEI BEM POR QUE MOTIVO PERMANECI NESTE LUGAR. (PELO QUAL)

POR QUÊ

Quando vier antes de um ponto, seja final, interrogativo, exclamação. O “por quê” deverá vir acentuado e continuará com o significado de “por qual motivo”, “por qual razão”. Ex.:

VOCÊS NÃO COMERAM TUDO? POR QUÊ? ANDAR CINCO

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