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Medium 9788536301976

Capítulo 4: Ciclos curtos ou ciclos longos: uma escolha estratégica

Philippe Perrenoud Grupo A PDF Criptografado

Ciclos curtos ou ciclos longos: uma escolha estratégica

C

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onsiderando-se que um ciclo de aprendizagem é um espaço-tempo de formação que supostamente permite atingir objetivos definidos em um tempo dado, nada impediria de imaginar um ano escolar comum como um ciclo de aprendizagem. Isso, contudo, aumentaria a confusão. Ao falar de ciclos, entenderemos aqui ciclos plurianuais de aprendizagem, propostos como figura alternativa à organização clássica da escolaridade em etapas de um ano.

Um ciclo de dois anos já é plurianual. Em inúmeros países, essa duração parece razoável. Todavia, certos sistemas educacionais adotam ou têm em vista ciclos de três ou quatro anos. Em última análise, nada impede de imaginar um ciclo único de oito anos que abranja o pré-escolar e o ensino fundamental.

Não há nenhuma duração mágica, tudo depende do que se espera de um ciclo de aprendizagem, da audácia inovadora de que se dá provas, dos acordos feitos entre a organização em etapas anuais da qual se vem e a organização em ciclos anuais que a substitui. O tamanho das escolas e o modo de cooperação esperado entre professores também desempenham um papel. Resta examinar os argumentos em questão e pôr em dúvida a evidência que orienta freqüentemente para ciclos de dois anos.

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Medium 9788521625971

7 - Signos ortográficos alheios à dimensão fonológica

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

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Signos ortográficos alheios à dimensão fonológica*

7.1 Maiúscula

Letra inicial de grande tamanho, alografe da minúscula. Usa-se

• ao iniciar um texto (Hoje em dia…), uma carta (Caro Pedro: Recebi o seu cartão hoje pela manhã…) ou uma citação textual (Disse o diretor: “É preciso superar as vendas.”);

• em nomes próprios (Manoel), sobrenomes (Pereira) e apelidos (o Fera); nomes de cidades (Recife); nomes de instituições (Academia Pernambucana de

Letras); nomes de Deus, de Nossa Senhora e dos santos;

• em títulos de livros (Curso de francês); a tendência, hoje, é grafar os títulos empregando maiúsculas apenas na primeira palavra e em nomes próprios;

• em tratamentos de cortesia (D.ª, Sr…) e pontos cardeais (NO → noroeste; SE

→ sudeste) quando referidos a regiões geográficas, ou abreviados.

7.2 Trema (¨)

Duplo ponto que se põe sobre algumas vogais em palavras estrangeiras, especialmente de origem germânica: Dünkel (presunção, petulância), Lösung (so­ lução).

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Medium 9788520429174

A proibição

SILVA, Deonísio da Editora Manole PDF Criptografado

A proibição

Os bastidores da censura

O

caso Rubem Fonseca começa, para a censura, em 1976, com a proibição de Feliz Ano Novo, publicado no ano anterior pela Editora Artenova. Seu autor, “bem-sucedido executivo

(diretor da Light), realiza o que os profissionais da marginália não conseguem com suas caspas e incompetência ante o sistema e a literatura”, declara Affonso Romano de Sant’Anna em comentário para a revista Veja de 05 de novembro de 1975. Na mesma resenha, o poeta de Que país é este? parece antever a condenação do livro ao afirmar: “Uma leitura superficial desta obra pode tachá-la de erótica e pornográfica.”

Não foi outra a leitura da censura. E, em 15 de dezembro de

1976, a tesoura do ministro da Justiça do governo Geisel aparava

Feliz Ano Novo, depois de 30.000 exemplares e de várias semanas na lista dos dez mais vendidos da Veja. O despacho de Armando

Falcão dizia:

Nos termos do parágrafo 8º do artigo 153 da Constituição Federal e artigo 3º do Decreto-Lei nº 1.077, de 26 de janeiro de 1970, proíbo a publicação e circulação, em todo o território nacional, do livro

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Medium 9788536301976

Capítulo 9: Informar os pais

Philippe Perrenoud Grupo A PDF Criptografado

Informar os pais

É

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a informação aos pais uma quarta função da avaliação? Não creio. Os pais estão certamente interessados na certificação e na orientação de seus filhos. A regulação durante o percurso, que traz em si simultaneamente elementos de balanço, de acompanhamento e de prognóstico, concerne igualmente a eles. Ela parece responder a questões onipresentes: meu filho tem os meios e a vontade de aprender? Acompanha o programa normalmente?

Vai conseguir um bom resultado? Tem chances de passar para o grau ou ciclo seguinte ou, ainda, para as mais invejáveis habilitações de nível médio?

Deve-se, por isso, falar de avaliação informativa? A expressão, em voga em certos sistemas educacionais, não me parece muito feliz. Informar os pais não deveria exigir uma forma específica de avaliação. Para mim, basta levar ao conhecimento dos pais, sob formas e com um grau de detalhe correspondente às suas necessidades, dados já disponíveis e de que os professores precisam, de qualquer maneira, para fazer seu trabalho. É assim que um médico não tem nenhum motivo de estabelecer um diagnóstico específico para uso exclusivo de seus pacientes; ele se limita a lhes dar conhecimento do que apreendeu para decidir um tratamento. A idéia de avaliação informativa poderia sugerir que seria oportuno recolher dados com o único fim de informar os pais. Isso levaria a investir uma energia desmedida na informação dos pais, em vez de considerá-la como uma forma de “vulgarização” de dados que são, de qualquer modo, necessários ao profissional para guiar as aprendizagens e os percursos de formação.

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Medium 9788577803750

10 Tolerâncias

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

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COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

A manufatura intercambiável permite que peças feitas em diferentes lugares se ajustem quando montadas. É essencial para a produção em massa que todas as peças se ajustem adequadamente, e esta intercambialidade requer controle efetivo das dimensões por parte do engenheiro.

Por exemplo, um fabricante de automóveis subcontrata a fabricação de peças a outras companhias – tanto peças para automóveis novos como peças de reposição para reparos.

Todas as peças devem ser suficientemente parecidas para que qualquer uma possa ajustar-se adequadamente em qualquer montagem. As peças podem ser feitas com dimensões muito precisas, até alguns milionésimos de polegada ou milésimos de milímetro – como nos blocos de aferição –, mas peças muito precisas são extremamente caras e ainda haverá alguma variação entre as dimensões exatas e o tamanho real da peça.

Felizmente, não são necessários tamanhos exatos. A precisão necessária de uma peça depende de sua função. Um fabricante de triciclos para crianças sairia rapidamente dos negócios se as peças fossem feitas com a precisão de uma turbina a jato – ninguém estaria disposto a pagar o preço. Fornecer uma tolerância junto com uma cota permite que esta seja especificada com qualquer nível de precisão requerido.

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Medium 9788584290345

Capítulo 3. Classes gramaticais

Roberta Azevedo Grupo A PDF Criptografado

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Classes gramaticais

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29/04/2015 16:24:51

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>> SUBSTANTIVOS: classes, flexões de gênero, número e grau.

>> O

ARTIGOS: definidos e indefi nidos. que é o novo

ACORDO

ORTOGRÁFICO.

ADJETIVOS: exões deREGRAS: número ealfabeto, grau. trema, acentuação e hífen.

>> Exemplos dasflNOVAS

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CLASSES GRAMATICAIS

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SUBSTANTIVO

Substantivos são palavras que usamos para designar ou nomear seres em geral, sejam eles reais ou imaginários.

Formalmente falando, pode-se dizer que os substantivos são palavras que podem apresentar flexões de gênero, número e grau, que podem ou não vir precedidas de artigos ou pronomes.

Ao se observar os substantivos do ponto de vista funcional, pode-se dizer que eles caracterizam-se por serem núcleos dos sintagmas nominais de nossa língua. Assim, os substantivos são as palavras que constituem:

▶ Sujeitos (A festa estava ótima.)

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Medium 9788521625971

10 - Fonética acústica

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Fonética acústica

A grande mudança no estudo e na classificação do som se deu com a introdução da metodologia acústica, graças a avanços tecnológicos definitivamente consoli­ dados no fim da década de 1940 com o advento do Sonagraph, um instrumento de pesquisa que permitiu estabelecer a correspondência entre as dimensões ar­ ticulatória e acústica, conseguindo que a fonética acústica ocupasse o lugar que lhe correspondia. Jakobson realizou as pesquisas definitivas para consolidar o bi­ narismo – que já vinha amadurecendo desde 1938, quando conseguiu decompor as consoantes em oposições fundamentais – no Massachusetts Institute of Tech­ nology (MIT) e no laboratório psíquico-acústico da Universidade de Harvard junto com G. Fant e M. Halle, e publicou, em 1963, Preliminaries to speech analysis.

O extraordinário avanço tecnológico acontecido nos últimos anos permite-nos analisar a dimensão física do som e conferir as descobertas de Jakobson em qual­ quer computador portátil.

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Medium 9788522474967

Parte 2 - 3 Ambiente Interno

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

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Ambiente Interno

Conhecendo suas potencialidades e fraquezas

Você deve conhecer seu organismo para saber até onde pode ir.

Conteúdo deste capítulo:

�� Como analisar uma organização?

�� Como identificar as potencialidades de uma organização?

�� Como identificar as fraquezas de uma organização?

Ambiente interno diz respeito aos departamentos existentes dentro das portas da organização: como ela é dividida, como são os seus funcionários, se há um organograma, se há um fluxograma de trabalho, como é feita a sua administração, como são contratados seus funcionários, como eles se sentem em relação à empresa, enfim, tudo aquilo que ocorre internamente e que pode ser interessante para o projeto.

Entender o funcionamento da empresa é fundamental para o desenvolvimento do projeto de comunicação da mesma, tanto que o público interno é também considerado um público estratégico de comunicação. Tanto os vendedores quanto os compradores do departamento de suprimentos da empresa, os gerentes financeiros, os profissionais de recursos humanos e qualquer funcionário da companhia devem ser considerados como ferramentas de comunicação, pois mantêm contato

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Medium 9788520456057

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO I

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

Respostas dos exercícios de aplicação

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO I

Nível 1

Questão 1:

�� Morfemas lexicais: preto, branco, pente, pele, pássaro, espalmado, céu, escuro, recesso, fontes, vida, sangrar, inúteis, feridas.

�� Morfemas gramaticais: o, no (em + o), na (em + a), quase, as, da (de + a), a, por, duas.

Questão 2:

�� Substantivos: preto, branco, pente, pele, pássaro, céu, recesso, fontes, vida, feridas.

�� Adjetivos: espalmado, branco (em céu quase branco), escuro, inúteis. a.

b. c.

d.

Questão 3:

Por meio de um critério sintático, pois não é um elemento mórfico que marca o gênero masculino da palavra, mas sua relação sintagmática com determinantes ou modificadores. Por exemplo: o táxi, meu táxi, táxi amarelo.

Por meio de um critério mórfico, pois é a estrutura da palavra que contém um gramema dependente interno (a desinência nominal -s) que indica o plural.

Em o rio desce a montanha vagaroso, a palavra em destaque é um adjetivo, pois é variável, deixa-se anteceder por um intensificador (tão vagaroso) e articula-se a um substantivo (rio). Por exemplo: os rios descem a montanha

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Medium 9788521622840

PARTE I | 1 - REFLEXÕES IMPORTANTES

SCHUMACHER, Cristina A. Grupo Gen PDF Criptografado

1 REFLEXÕES

IMPORTANTES

¡¡ NÃO ESTAMOS FALANDO DE REGRAS

N

este livro você não vai aprender regras. Já existem muitas obras sobre elas.

Vai, sim, ao longo dos capítulos, ser reapresentado a um velho amigo seu: o idioma que você fala em casa, no trabalho, em toda parte. Você vai descobrir que já conhece muito bem esse amigo, e que, se quiser, vai finalmente poder andar de braços dados com ele, para todo mundo ver. Não vai mais precisar negar esse relacionamento tão próximo e de tantos anos, como quando faz afirmações do tipo “não sei português”. Quantas vezes ouvimos as pessoas

à nossa volta dizer isso? E nós mesmos, quantas vezes evitamos escrever de determinado jeito, ou falar determinada palavra, bastando para isso estarmos em alguma situação em que é preciso “falar ou escrever bem”? Por insegurança ou medo de fazer feio evitamos uma certa palavra ou abandonamos uma pequena

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Parte I

ou grande expressão de nossa individualidade na comunicação. Ou ainda, usando nossa metáfora, agimos assim por medo de nos verem tão íntimos de alguém tão importante, tão distante, o “português”. Esse nosso medo constante de errar e a consciência emprestada e impositiva de não saber colocaram alguns sérios problemas no nosso caminho: o primeiro problema, e o mais sério, é que no fundo não sabemos bem o que é errar.

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Medium 9788521619017

GLOSSÁRIO E ÍNDICE DE MATÉRIAS

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

GLOSSÁRIO E ÍNDICE DE MATÉRIAS

A

A = Símbolo que caracteriza um juízo universal afirmativo no quadrado de

Psellos.§7.3. abdução. Fonologia. Movimento pelo qual as cordas vocais se afastam uma da outra, causando a abertura da glote e a interrupção da atitude vocal (cf. Dubois, 1993:

11)  Lógica. Hipótese que se apoia numa constatação a partir de uma afirmação universal (Peirce). §6.2.1. abstração. Representação mental da substância de um objeto. A ideia mesa, por exemplo, é a imagem mental de uma substância corpórea inanimada; é realizada pelo entendimento paciente. §2. abstrato. Substância que não pode ser captada diretamente pelos sentidos. Substância segunda. Beleza, por exemplo, é uma ideia que expressa uma qualidade abstrata de determinado objeto, comum a outros objetos. §2.1. ação. Categoria aristotélica, que pode fazer parte de um conceito, complementando uma ideia substancial. Reflete a passagem substancial do repouso ao movimento.

Dinamismo. Processo. Realizam-na alguns verbos: Mônica trabalha de segunda a sexta. Nós andamos meia hora todos os dias. acepção. Cada um dos sentidos de uma palavra (cabo: acidente geográfico  grau militar  extremo de um utensílio etc.). §4. acidente próprio. Critério de predicabilidade de uma ideia substancial (Aristóteles).

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Medium 9788521625971

9 - Grafia dos números

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Grafia dos números

9.1 Número cardinal. Expressa unidades inteiras em abstrato

0 zero

18 dezoito

1 um/uma

19 dezenove

2 dois

20 vinte

3 três

21 vinte e um

4 quatro

22 vinte e dois

5 cinco

23 vinte e três

6 seis

24 vinte e quatro

7 sete

25 vinte e cinco

8 oito

26 vinte e seis

9 nove

27 vinte e sete

10 dez

28 vinte e oito

11 onze

29 vinte e nove

12 doze

30 trinta

13 treze

31 trinta e um

14 catorze (quatorze)

40 quarenta

15 quinze

50 cinquenta

16 dezesseis

60 sessenta

17 dezessete

70 setenta

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GRAFIA DOS NÚMEROS

131

80 oitenta

1 001 mil e um

90 noventa

1 100 mil e cem

100 cem

1 101 mil cento e um

101 cento e um

10 000 dez mil

200 duzentos

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Medium 9788565848930

Capítulo 2 - Transição das relações entre sons e letras para as relações entre grafemas e fonemas

Terezinha Nunes; Peter Bryant Grupo A PDF Criptografado

2

Transição das relações entre sons e letras para as relações entre grafemas e fonemas

O caso dos dígrafos consonantais

Os estudos e as discussões a respeito da aprendizagem da leitura e da escrita giram de modo desproporcional em torno dos primeiros passos nesta aprendizagem. É fácil encontrar pesquisas e opiniões claras sobre questões como “de que modo as crianças começam a aprender a ler e a escrever?” e “que experiências no período pré-escolar dão às crianças o melhor embasamento possível para aprenderem a ler na escola?”. Entre­ tanto, quem estiver procurando descobertas e ideias semelhantes sobre os processos de leitura e escrita a partir de 9 anos, logo perceberá que essa busca de informações é bem mais difícil. Existem algumas pesquisas sólidas e resultados intrigantes acerca da leitura e da escrita após as fases iniciais, como também sistemas de ensino eficientes, mas temos bem menos informação sobre como o conhecimento das crianças sobre leitura e escrita se desenvolve após terem dado seus primeiros passos rumo à alfabetização, e sobre a eficácia de diferentes métodos de ensino.

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Medium 9788577803750

9 Cotagem e processos de fabricação

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 9 • COTAGEM E PROCESSOS DE FABRICAÇÃO

VISÃO GERAL

Com certeza já ouvimos falar de algumas formas práticas de se fazer as coisas. Antigamente, uma polegada era definida como a largura de um dedo polegar, e um pé era simplesmente o comprimento do pé de um homem. Na antiga Inglaterra, uma polegada costumava representar "três grãos de cevada, redondo e seco". No tempo de Noé e da arca, o côvado era o comprimento do antebraço de um homem, ou cerca de 18 polegadas.

Em 1791, a França adotou o metro (1 metro = 39,37 polegadas; 1 polegada = 25,4 mm), a partir do qual desenvolveuse o sistema métrico. Nesse meio tempo, a Inglaterra estava estabelecendo uma medida mais precisa para a jarda, que foi definida legalmente em 1824 por decreto do Parlamento. Um pé era um terço de uma jarda, e uma polegada era um trinta e seis avos de uma jarda. Baseados nessas especificações, réguas graduadas, escalas e muitos tipos de dispositivos de medição têm sido desenvolvidos, possibilitando a obtenção de medidas e inspeções mais precisas.

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Medium 9788565848916

Capítulo 9 - Como preparar um pôster científico

Silvia H. Koller; Maria Clara P. de Paula Couto; Jean Von Hohendorff Grupo A PDF Criptografado

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Como preparar um pôster científico

Susana Núñez Rodriguez

Um pôster científico é um documento no qual se apresentam graficamente um projeto, os dados preliminares ou os resultados de uma pesquisa (Flinn,

2002). Esse tipo de apresentação combina o texto, que deve ser escrito de forma clara e concisa, com tabelas e figuras, que ajudam os leitores a compreender a informação e a se engajar no tema apresentado. Um pôster científico tem como principal finalidade atrair a atenção para o tema de pesquisa apresentado, portanto, deve ser claro, de fácil leitura, e seguir padrões de estética simples e atrativos.

As apresentações nesse formato são muito valorizadas em congressos, exposições e simpósios, pois permitem que se faça uma leitura relativamente aprofundada de um tema em função dos interesses e das expectativas de cada um. Além disso, possibilitam a interação direta com os autores do trabalho em uma conversa que pode gerar maior nível de compreensão do assunto, troca de informação e o estabelecimento de contato com pessoas que tenham os mesmos interesses de pesquisa (Graves, 2006; Morin, 1996).

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