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MORFOSSINTAXE APLICADA AO TEXTO ESCRITO

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

Emprego do conhecimento sintático

Correto:

�� Meu amigo de Florianópolis venceu o concurso.

�� Vários integrantes daquela enorme comitiva presidencial solicitaram reembolso das despesas pessoais.

�� Sei que você prometeu à sua mãe fazer academia.

MORFOSSINTAXE APLICADA AO TEXTO ESCRITO

Todo texto escrito se organiza a partir de dois sistemas de estruturação: um nível global, formado pelo conjunto das ideias e das informações, constituindo aquilo que se costuma chamar de conteúdo do texto (ou a macroestrutura); e um nível linguístico-textual, que serve para representar esse conteúdo na superfície do texto – a microestrutura. Se o texto é a própria unidade comunicativa, as frases são as unidades do sistema da língua, seus constituintes imediatos, responsáveis por carregar a qualidade final do que se comunica, ou por não conseguir que isso ocorra.

O texto escrito aparecerá sob a forma superficial e linear de frases, dispostas no eixo sintagmático imaginário, local onde, como sabemos, atuam a força e as regras da sintaxe de uma língua. Dito de uma maneira bem simples: aprenda a redigir bem suas frases e seu texto terá dado um grande passo para comunicar bem suas ideias.

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Capítulo 10 - Perspectivas de ação

José Morais Grupo A PDF Criptografado

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Perspectivas de ação

A iniciativa popular

No plano da política de blocos, o mundo, de bipolar durante a confrontação entre os imperialismos norte-americano e soviético, tornou-se multipolar e provavelmente assim ficará nas próximas duas ou três décadas. No plano da economia, porém, o mundo, de oeste a leste, só tem um dono: o capitalismo corporativo e multinacional. Vários cenários são possíveis para o futuro, sendo o mais provável a continuação das tendências atuais: o fosso cada vez maior entre os muito ricos e os muito pobres, assim como a forte diminuição do número dos rendimentos médios, dos quais uma pequena minoria se juntará à classe dos muito ricos e uma larga maioria à dos pobres.

O capitalismo corporativo é destruidor e, se continuar dominante, destruirá a Terra, a menos que a ciência e a tecnologia venham a fornecer às gerações de então outros habitats. Pensando no futuro imediato com lucidez, não me parece que alguém possa duvidar, goste ou não, do fato de que o capitalismo corporativo, servindo-se das instituições internacionais, dos governos e dos aparelhos militares dos países mais desenvolvidos, é uma praça-forte inexpugnável, em todo o caso pelos processos revolucionários clássicos de tomada de poder. Se pode haver revolução, ela será original e terá como instrumento revolucionário a classe que o capitalismo corporativo alimenta para poder existir, crescer e estender-se: aquela que é constituída pelo capital humano. Essa classe é – e será – o foco de uma luta ideológica: a sua estrutura mental dominante será ou o individualismo e a competição, ou a sociabilidade e a cooperação. Uma vez que a praça-forte é inconquistável a golpes de aríete e que qualquer cavalo de Troia seria facilmente identificado e desfeito, resta uma via possível, mas de desfecho incerto: a combinação lenta e progressiva da guerra de trincheiras, com mais avanços do que recuos, e o tratamento do tecido que rodeia o centro nervoso do capitalismo

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Medium 9788565848916

Capítulo 11 - Como manejar o tempo na academia

Silvia H. Koller; Maria Clara P. de Paula Couto; Jean Von Hohendorff Grupo A PDF Criptografado

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Como manejar o tempo na academia

Maria Clara P. de Paula Couto

Imagine, por um momento, a seguinte cena: Você tem uma tarefa importante para fazer. Há um prazo estabelecido para a sua entrega: um mês. Hoje, ao pensar na tarefa, você percebe que afinal já se passaram vinte dias e que, portanto, restam-lhe apenas dez dias para fazê-la. A essa altura, você começa a se sentir um pouco preocupado(a), mas ainda tem aquela convicção de que funciona melhor sob pressão, logo é possível adiar um pouco mais porque ao fim vai dar tudo certo. Agora faltam cinco dias para o final do prazo, o(a) seu(sua) orientador(a) pede que você se envolva em outra atividade, que provavelmente lhe ocupará mais um dia e meio – você aceita mais esse trabalho.

Ao final de dois dias, você finalmente começa a trabalhar no que interessa.

Pensa: Nossa, mas essa tarefa é muito mais trabalhosa do que imaginei! Então, você se desdobra e passa por três dias estressantes. Termina a tarefa em cima da hora, mas não consegue fazê-la tão bem como gostaria e acaba por se sentir insatisfeito(a) com você e com o seu desempenho.

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DECOMPONDO OS SINTAGMAS

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

O estudo da sintaxe

Funções adverbiais (como modificadores circunstanciais) também são costumeiramente exercidas pelos sintagmas preposicionados, uma vez que apresentam as mesmas características morfossintáticas e, inclusive, semânticas de um advérbio. Perceba a perfeita correspondência que há em:

(69)  A chuva cai cedo.

(70)  A chuva cai de manhã.

(71)  A chuva cai à mesma hora.

Finalmente, falta comentarmos o sintagma verbal, que é um dos elementos básicos da oração. Esse tipo de sintagma tem o verbo ou a locução verbal como núcleo, podendo constituir-se apenas por esse núcleo ou apresentar diversas configurações, quando acompanhado de outros tipos de sintagmas. É o que temos a seguir:

(72) 

(73) 

(74) 

(75) 

As crianças adormeceram.

O professor perdeu as provas dos alunos.

Todos podem precisar de mais dinheiro.

Os amigos enviaram condolências à família.

De todos os sintagmas descritos, percebe-se que apenas o verbal não pode deixar de figurar em uma oração e, no eixo sintagmático, vai exercer sempre a mesma função, a de predicado. Os demais tipos de sintagma poderão exercer funções diversas, dependendo das relações que desempenharem entre si e das posições que ocuparem na linha horizontal. Apenas o sintagma adverbial, com núcleo advérbio, terá também uma função sintática fixa: a de adjunto adverbial, como veremos no Capítulo 4.

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Medium 9788520456057

CARACTERÍSTICAS MORFOSSINTÁTICAS DOS COMPLEMENTOS VERBAIS

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

Prática de morfossintaxe

(145)  A crisálida vira borboleta. (VL = tornar-se)

PS

(146)  Ele não vê. (VI = não enxerga, é cego)

(147)  Ele não vê filmes de guerra. (VTD = assistir ou presenciar)

OD

CARACTERÍSTICAS MORFOSSINTÁTICAS DOS COMPLEMENTOS VERBAIS

Já vimos que os complementos no padrão sintático SVC podem ser obrigatórios ou não em relação ao sentido contextual dos verbos a que se referem.

Enquanto os verbos intransitivos podem deixar-se acompanhar de complementos acidentais, os transitivos exigem complementos obrigatórios que lhes integrem o sentido. Vejamos a natureza morfossintática desses complementos.

Assim como existe um método prático para localizar o sujeito da oração, também o complemento objeto direto (OD) possui determinadas características que permitem que ele seja facilmente localizado na oração. Todo objeto direto, à semelhança do sujeito, tem uma natureza morfológica substantiva, isto é, só pode ser expresso por meio de um sintagma nominal. Todavia, como contrai, em relação ao verbo, uma função sintática diferente, ocupando a posição C do padrão SVC, não pode ser substituído por um pronome reto (como o sujeito), mas por um pronome do caso oblíquo. Pelo menos é isso que a norma culta do português estipula: pronomes retos podem ocupar a mesma posição do sujeito da oração; pronomes do caso oblíquo (o, a, os, as; no, na, nos, nas; lo, la, los, las) devem ocupar a posição do objeto direto.

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Medium 9788565848916

Capítulo 1 - Hoje vou escrever um artigo científico: a construção e atransmissão do conhecimento

Silvia H. Koller; Maria Clara P. de Paula Couto; Jean Von Hohendorff Grupo A PDF Criptografado

1

Hoje vou escrever um artigo científico: a construção e a transmissão do conhecimento

Piotr Trzesniak

O artigo científico tem de ser escrito em linguagem científica e oferecer um avanço, solidamente construído, no conhecimento à disposição da humanidade.

Neste capítulo, serão percorridos passo a passo estes dois aspectos, discutindo-se e indicando-se a maneira de melhor atender a cada um.

O TEXTO CIENTÍFICO E SUA LINGUAGEM

Hoje vou escrever um artigo científico. Seria ótimo se pudesse ser assim, mas infelizmente não é! Ninguém acorda e decide que, neste dia, escreverá um artigo científico. Embora decidir fazê-lo seja indispensável para a tarefa, essa condição não é nem a mais importante, nem a que tem o maior peso. A redação de um artigo não resulta primariamente da vontade, nem é uma empreitada de um fôlego só.

Produzir o “compuscrito” (i.e., digitar no computador a versão de submissão do texto, que muitos autores precipitadamente pensam ser a “versão final” do artigo) é uma etapa na construção do conhecimento, e é uma etapa tardia;

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Medium 9788536301976

Capítulo 10: Administrar um ciclo de aprendizagem em equipe

Philippe Perrenoud Grupo A PDF Criptografado

Administrar um ciclo de aprendizagem em equipe

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A

idéia de um ciclo de aprendizagem plurianual não entra necessariamente em contradição com um atendimento dos alunos por um único professor. Pode-se estender a responsabilidade individual de um professor ao acompanhamento dos mesmos alunos por mais de um ano, mas isso não é realmente uma inovação. Os sistemas educacionais que funcionam por programas anuais apresentam diversas variantes:

• Certos professores passam vários anos do programa mantendo a mesma turma.

• Outros, freqüentemente nas zonas rurais, atendem vários programas anuais paralelamente, nas classes chamadas de “vários cursos”, na

França, e de “séries múltiplas”, na Suíça.*

Essas duas fórmulas podem inspirar o funcionamento de um ciclo plurianual que confie um grupo de alunos a um único professor.

• No primeiro caso, o professor assume um grupo de mesma idade, cuja progressão ele acompanha durante toda a duração do ciclo; dois, três ou quatro anos mais tarde, esse grupo o deixa, e ele recomeça o trajeto com um novo grupo.

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Medium 9788522474967

Parte 1 - D Tudo Começa no Briefing

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

D

Tudo Começa no Briefing

Mas, depois de pronto, onde colocar o briefing?

Não há pão sem farinha, assim como não há projeto sem briefing. Mas, depois de pronto, onde está a farinha do pão?

Este capítulo aborda os seguintes tópicos:

�� Qual é a origem do termo briefing?

�� Como desenvolver um briefing?

�� Quais itens deve conter um briefing?

�� Qual é a importância do briefing para o projeto?

�� Onde colocá-lo depois de pronto?

�� Como manter um bom relacionamento com o cliente?

�� Como o briefing pode ajudar no desenvolvimento do projeto?

O briefing é o documento que informa do ponto de vista do anunciante: seu mercado, seus concorrentes, seu produto/serviço, sua marca e seu público-alvo, além de indicar seu problema.

A palavra teve a sua origem na Segunda Guerra Mundial, sendo utilizada inicialmente pelo militares da aeronáutica. Para evitar o vazamento de informações e ainda assim informar o pessoal envolvido na missão, foram idealizadas reuniões

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Medium 9788520456057

TIPOS DE SINTAGMAS

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

O estudo da sintaxe

que chamamos de força das leis sintáticas em uma língua. O português também tem as suas e, adiante, veremos qual é esse padrão de construção de frases em nosso idioma.

Tomemos outro período simples:

(60)  Em certos dias enevoados, o sol de verão parece ficar muito fraco.

Em (60), destacando-se outra vez o núcleo verbal como referência, teríamos dois sintagmas anteriores a ele: a. em certos dias enevoados b. o sol de verão e um posterior a ele: c. muito fraco

Os sintagmas organizam-se em torno de um elemento fundamental, ao qual chamamos núcleo. Assim, o sintagma o sol de verão tem por núcleo o substantivo sol, e o sintagma muito fraco tem por núcleo o adjetivo fraco. Por isso, dizemos que o sol de verão é um sintagma nominal, pois tem como base ou núcleo uma palavra substantiva, e que muito fraco é um sintagma adjetival, pois sua base nuclear é um adjetivo. Já o sintagma em certos dias enevoados tem uma configuração diferente: em + certos dias enevoados, ou seja, é formado por uma preposição e um sintagma nominal. Esse é o caso dos sintagmas preposicionados, que poderiam ser representados pela seguinte fórmula: SP = preposição + SN.

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Medium 9788573073751

CAPÍTULO 3 - CICLO DO PROCESSO DA COMUNICAÇÃO ESTABELECIDO

Ferreyra, Erasmo Norberto Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Ciclo do Processo da

Comunicação Estabelecido

Não somos todos iguais, daí que este processo tenha tantas alternativas quantas pessoas houver.

A dinamização deste processo perceptivo-expressivo é realizada de maneira incessante no transcurso da vida, de maneira que, se aprofundássemos nossa pesquisa, poderíamos considerar um grande círculo subdividido em outros menores e esses, sucessivamente, em outros tantos. Dessa maneira, o desenvolvimento de um ciclo pode abarcar tanto uma situação que transcorra em anos, como outra que represente breves experiências cognoscitivas que realizamos em poucos segundos. Até o mais simples e cotidiano processo de compreensão, relação ou comunicação que praticamos em nossa vida assemelha-se a isso.

O processo perceptivo-expressivo que apresentamos está esquematizado com o propósito de realizar sua análise e, apesar de parecer, a uma primeira vista, algo congelado, imóvel e invariável, é, em realidade, uma prática tão dinâmica e vital que sua análise nos leva a diagramá-lo desta maneira para tomar consciência dele. Em virtude disso, consideramos esse diagrama como modelo quanto a seus passos, não quanto ao fato que eles se deem nessas dimensões.

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Medium 9788521625971

11 - Fonologia gerativa

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Fonologia gerativa

11.1 Princípios

M. Halle, antigo colaborador de Jakobson, e N. Chomsky publicaram, em 1968, o livro que constitui o início do que se convencionou chamar posteriormente de fonologia gerativa: The sound patterns of english. Consultamos a obra original na tradução espanhola Princípios de fonología generativa, que recolhe apenas os capítulos “Visão de conjunto” e “A teoria fonológica”, deixando de fora “Fonologia inglesa” e “Evolução do sistema vocálico do inglês moderno” (tradução de José

Antonio Millán. Madri: Fundamentos, 1979). Nessa obra, os dois autores elaboram uma nova teoria dos traços a apresentam-na como uma revisão da teoria jakobsoniana.

É preciso esclarecer, inicialmente, que a fonética é a parte da linguística que sofre menos variações, pois, do ponto de vista articulatório, acústico ou perceptivo, não pode desvincular-se dos dados empíricos. Tais dados, por sua vez, denominados de um ou de outro modo, são os mesmos em cada uma das teorias. Mas essas mudam, às vezes radicalmente. Jakobson fizera uma fonologia clássica, isto

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Medium 9788565848954

Capítulo 8 - Falsos amigos, falsas democracias

José Morais Grupo A PDF Criptografado

8

Falsos amigos, falsas democracias

Um falso amigo é uma palavra que tem a mesma pronúncia e/ou pronúncia em duas línguas, mas um significado diferente. Por vezes pode ser na mesma língua, mas em dialetos diferentes.

De falsos amigos o vocabulário político está cheio. Chamei de pseudodemocracias a todos os regimes que se intitulam democracias, por analogia com as pseudopalavras, porque nenhuma, em maior ou menor grau, tem respeitado os princípios básicos de liberdade e igualdade. Depois de ter examinado o significado desses dois conceitos, não só não restam dúvidas de que o prefixo “pseudo” se justifica, como também se pode pensar que há uma intenção de falsificação, que alguém nos vende gato por lebre persistindo em chamar-lhe lebre. Esse alguém é o capitalismo ultraliberal e são também os Estados, os políticos e os meios de comunicação que o servem.

Por que razão o liberalismo político precisa de falsas democracias?

Porque, para o liberalismo político, em particular o que está a serviço do capitalismo, a democracia não é um fim, mas sim um meio. Em circunstâncias normais, um meio que é mais eficaz do que a ditadura e um meio que pode tomar diferentes formas. Adapta-se às vantagens de um papel maior ou menor da representatividade popular e de uma maior ou menor intervenção do Estado na vida econômica, em função das necessidades do capitalismo e da capacidade de resistência dos trabalhadores.

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Medium 9788565848954

Introdução

José Morais Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Sabemos como começa a Declaração Universal dos Direitos Humanos: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. Mas também sabemos que, apesar da boa intenção dos seus autores, os seres humanos não nascem e nunca se tornam livres e iguais.

Entre os direitos humanos, deveria ser universal o direito à alfabetização – nos países que utilizam o alfabeto – e, de modo geral, os direitos à literacia, à instrução e à cultura. Porém, as potencialidades de acesso a esses direitos são desiguais desde o nascimento. Precisamos saber se isso resulta de uma fatalidade biológica ou da natureza do sistema social, e em que medida e até quando a plasticidade do cérebro permite que a instrução e a ação educativa conduzam ao desenvolvimento cognitivo.

Este livro trata da alfabetização e da literacia no contexto de uma forma de organização política e social das comunidades humanas: a democracia. Inventada em Atenas há mais de dois milênios e meio, e depois abolida, a democracia é hoje considerada a única forma política e social coerente com os princípios de liberdade e de igualdade que foram

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Medium 9788520456057

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CRITÉRIOS PARA A CLASSIFICAÇÃO DAS PALAVRAS

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

A classificação morfológica das palavras

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CRITÉRIOS PARA A CLASSIFICAÇÃO

DAS PALAVRAS

As palavras existentes em qualquer língua são agrupadas em várias classes, conforme a semelhança de formas que apresentam paradigmaticamente, ou, para alguns autores, conforme o tipo de funções que podem desempenhar no eixo sintagmático ou, ainda, conforme o sentido que podem expressar. Tradicionalmente, os gramáticos organizaram todos os tipos de palavras de nossa língua em dez classes gramaticais, ou seja, os conhecidos conjuntos de palavras variáveis e de palavras invariáveis.

Com o avanço dos estudos linguísticos, entretanto, a existência dessas classes gramaticais, justificada pela necessidade de se organizar um repertório tão grande de palavras, passou a ser vista necessariamente pelo fato de elas constituírem um modelo: têm características mórficas (estruturais) que permitem contrair ou não determinadas funções sintáticas, propiciando diversas expressões de sentido.

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Parte 2 - 4 Análise Swot

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

4

Análise Swot

Forças, fraquezas, ameaças e oportunidades

“Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ”

(Sun Tzu, 500 a.C.)

Este capítulo do livro pretende responder às seguintes dúvidas:

�� Como está o mercado?

�� Como está o seu anunciante em relação ao mercado?

�� Quais são as principais oportunidades do ambiente?

�� Quais são as principais ameaças do ambiente?

�� Quais são as forças de seu anunciante em relação aos concorrentes?

�� Quais são os pontos fracos de seu anunciante?

A análise Swot é uma ferramenta bastante útil para verificar qual é a atual situação da organização no momento estudado. Apesar de simples, esta ferramenta

é bastante polêmica. Diversos autores a utilizam de maneiras muito variadas, o que pode confundir a cabeça dos iniciantes na área do planejamento estratégico.

Apesar de polêmica, essa ferramenta é bastante eficiente no diagnóstico da situação atual de uma determinada organização, marca ou produto.

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