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Parte III - 3 O LÉXICO

Maria Margarida de Andrade, Antonio Henriques Grupo Gen PDF Criptografado

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O LÉXICO

Vocabulário e contexto

Denotação e conotação: o sentido das palavras Polissemia e homonímia

Sinônimos e parônimos

Campos semânticos e campos léxicos

Exemplário de textos para análise e discussão

Livro 1.indb 50

3/11/2009 18:12:00

O Léxico

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Vocabulário e Contexto

Léxico e vocabulário são dois termos empregados usualmente com a mesma acepção – conjunto de palavras de uma língua, um autor ou uma obra. Modernamente, distingue-se léxico de vocabulário: léxico é um inventário, teoricamente finito, mas dificilmente mensurável, de todas as palavras realizadas e potenciais de uma língua. Vocabulário refere-se apenas às palavras efetivamente realizadas ou empregadas no discurso.

O Dicionário de linguística (Dubois et al., 1978, p. 364) esclarece que “o termo léxico é reservado à língua, o termo vocabulário ao discurso. (...) O vocabulário de um texto, de um enunciado qualquer da performance é, desde então, apenas uma amostra do léxico do locutor ou, conforme a perspectiva adotada, do léxico da comunidade linguística considerada”.

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Capítulo 4 - Como as crianças aprendem regras fonológicas condicionais e como elas podem ser ensinadas

Terezinha Nunes, Peter Bryant Grupo A PDF Criptografado

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Como as crianças aprendem regras fonológicas condicionais e como elas podem ser ensinadas

No capítulo anterior, vimos que as crianças levam algum tempo para aprender a interpretar o papel dos dígrafos na leitura e a usá-los quando escrevem textos. A aprendizagem dos dígrafos resulta da mistura de conhecimento específico de palavras e sequência de letras, mas também de um conhecimento bastante abstrato, que pode ser caracterizado como um conhecimento de regras, mesmo que seja implícito, e só se torne explícito quando a criança precisa explicar como sabe que uma grafia é correta e outra não.

Essas observações levantam uma questão óbvia, mas importante. Precisamos saber como as crianças aprendem com esse conhecimento mis­to. Que experiências formam a base dessa aprendizagem? Como conse­guem dar esse grande passo no desenvolvimento? Se conseguirmos res­ponder essas perguntas, será mais fácil ensinarmos grafemas e fonemas às crianças e, por extensão, ajudá-las ao longo de uma caminhada que, para muitas, é bastante árdua.

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Medium 9788553131099

3.1 AS LIMITAÇÕES DO USO

Ernani Terra Editora Saraiva PDF Criptografado

3.

a língua tem suas regras

3.1 AS LIMITAÇÕES DO USO

Vimos que a fala, ao contrário da língua, é individual, o que nos permitiu equipará-la a um bem privado. Assim como os demais bens privados, ela também sofre restrições de uso, ou seja, é sujeita a restrições de duas espécies: a) �restrições intrínsecas: aquelas decorrentes da própria estrutura da língua, que limita o conjunto de possibilidades. Trata-se de regras inerentes à própria estrutura da língua. b) �restrições extrínsecas: aquelas impostas pela comunidade linguística, ou seja, pelo conjunto dos falantes, ou por parte de algumas pessoas ou grupos sociais que ditam as regras para seu uso. Como o próprio nome indica, são ditadas de fora para dentro.

Para entender bem esses dois tipos de restrição, façamos uma analogia com um outro bem: um automóvel, por exemplo.

Caso quiséssemos andar com um automóvel comum pelas ruas da cidade a 300 km/h, evidentemente não poderíamos, pois haveria restrições de ordem intrínseca: a própria potência do motor não permitiria ao carro chegar a essa velocidade. Além disso, admitindo-se por hipótese que essa

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14. CONCLUSÃO

Ernani Terra Editora Saraiva PDF Criptografado

14.−

conclusão

A linguagem humana é um processo altamente complexo. Utilizamos a língua sem que percebamos essa complexidade, porque julgamos que falar é um processo tão natural para nós como voar é para os pássaros. Vimos que isso

é verdade: o aprendizado da língua que falamos é algo tão rápido e natural que não nos damos conta do tempo de nossas vidas que despendemos nessa tarefa. Parece até que já nascemos falando.

Lembremos ainda que o processo de aquisição da linguagem se faz independentemente de escolarização: nascemos com uma capacidade que nos permite adquirir a linguagem por meio de nossa experiência sensorial.

Observando o uso que outros fazem da língua, construímos nós mesmos uma gramática, que nos torna capazes de efetivar atos de comunicação.

Afinal, o que significa, contudo, conhecer uma língua?

Conhecer uma língua é um processo dinâmico que vai além da compreensão racional de como ela funciona. Conhecer uma língua é saber usá-la. De que adiantaria conhecê-la se não pudéssemos usá-la? Conhecer uma língua é saber tirar dela todas as possibilidades para uma comunicação ampla em qualquer situação. É ter consciência de que ela é um fato social (não existe sociedade sem língua), de que ela existe independentemente de nós. Conhecer uma língua é poder tomar contato com o pensamento dos outros, adquirindo cultura.

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Cultura e artes

Daniel Martins de Barros Editora Manole PDF Criptografado

A verdade e Pirandello

Se eu tinha alguma dúvida, não tenho mais: Pirandello é mesmo meu autor favorito. A última peça dele que li, Assim é (se lhe parece), está até agora rodando em minha mente.

Conta a história de um funcionário novo que chega à cidade após um terremoto ter destruído completamente seu vilarejo. Ele vem com a esposa e a sogra, e o trio é cercado de mistérios, pois a mulher fica dia e noite trancada no alto de um prédio, só falando com a mãe, e, apenas, pela janela. Os habitantes da cidade põem-se em polvorosa, tentando descobrir as razões daquele arranjo tão singular, girando a peça inteira em torno das especulações e maquinações mil que se fazem para descobrir a verdade.

A primeira explicação é dada pela sogra, que diz que o genro a impede de ver a filha. “Ah, que cruel”, dizem todos. Na sequência, vem o genro e diz que a sogra é louca e não sabe que a filha morreu, mas que ele mantém a farsa para poupá-la. “Ah, que bondoso”, pensam. Contudo, a sogra retorna e diz que sabe que o genro diz que ela é louca, e só não contesta para não criar

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Medium 9788547216641

11 MEMORIMACETES

Eduardo Sabbag Editora Saraiva PDF Criptografado

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M E M O R I M ACE T ES

Os MEMORIMACETES objetivam oferecer ao estudioso, mediante processo de memorização, a aprendizagem dos elementos gramaticais mais importantes de nosso idioma. Por meio do confronto entre o acerto e o erro, pode o leitor visualizar o melhor caminho a seguir, memorizando as dicas afetas àquele questionamento. Será possível perceber que, em alguns casos

– em virtude da complexidade dos pontos gramaticais –, serão ofertadas explicações detalhadas acerca do tema, enriquecidas com exemplos e comentários. Passemos, então, a seu estudo.1 2

MEMORIMACETES

ERRO: Houveram confusões.

ACERTO: Houve confusões.

O verbo haver no sentido de “existir” é impessoal, não podendo concordar com o nome a que se refere. Exemplo:

�� No mês passado, havia muitas amoras na árvore.

Há construções pouco recomendáveis, documentadas até mesmo em alguns dos melhores escritores da Língua, especialmente do século passado, que não devem ser imitadas:

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Medium 9788520428795

3. A demanda dos níveis de excelência

Edvaldo Pereira Lima Editora Manole PDF Criptografado

1. Jornalismo e literatura, fronteiras interpermeáveis

De todas as formas de comunicação jornalística, a reportagem, especialmente em livro, é a que mais se apropria do fazer literário. De fato, o jornalismo impresso e a literatura aproximam-se, intersectam-se, afastam-se, em particular desde a etapa histórica em que a imprensa ganha sua feição moderna, industrial, a partir da última metade do século XIX.

Entre o jornalismo e a literatura havia em comum, nesses tempos pioneiros da era moderna, o ato da escrita. À medida que o texto jornalístico evolui da notícia para a reportagem, surge a necessidade de aperfeiçoamento das técnicas de tratamento da mensagem. Por uma condição de proximidade, estabelecida pelo elo comum da escrita, é natural compreender que, mesmo intuitivamente ou sem maior rigor metodológico, os

A demanda dos níveis de excelência

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jornalistas sentiam-se então inclinados a se inspirar na arte literária para encontrar os seus próprios caminhos de narrar o real.

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Medium 9788597019452

31 - Procuração

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Procuração

1 CONCEITO

Procuração é o instrumento por meio do qual uma pessoa física ou jurídica outorga poderes a outra.

A procuração pública é lavrada em cartório; a particular é, geralmente, conservada sem registro.

A estrutura de uma procuração compreende: a) Título: Procuração. b) Qualificação: nome, nacionalidade, estado civil, profissão, CPF e residência do outorgante (constituinte ou mandante) e também do outorgado (procurador ou mandatário). c) Finalidade e poderes: parte em que o outorgante declara a finalidade da procuração, bem como autoriza o outorgado a praticar os atos para os quais é nomeado. d) Data e assinatura do outorgante. e) Assinatura das testemunhas, se houver. Essas assinaturas costumam ficar abaixo da assinatura do outorgante, à esquerda. f) As firmas devem ser todas reconhecidas em cartório.

Portugues Instrumental.indb 167

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Capítulo 31

2 MODELOS

PROCURAÇÃO

Outorgante: �Fulano de Tal, brasileiro, casado, industrial, residente e domiciliado em Porto Alegre,

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8.2 DIVERSIDADE E UNIFORMIDADE

Ernani Terra Editora Saraiva PDF Criptografado

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Linguagem, Língua e Fala   

A norma que impede os homens de usarem joias envelheceu por não mais refletir o fato social; em consequência, perdeu sua eficácia. É digno de nota que, no enunciado daquela norma, ainda se fale em “anel com as armas da família”. Podemos comparar essa norma com aquela estabelecida pela gramática normativa que obriga o uso da mesóclise

(“convidar-me-ão”, “revelar-nos-iam”), que efetivamente envelheceu e não mais representa um uso efetivo da língua, embora ainda seja prescrita pela gramática tradicional.

Para ter eficácia, é importante que a norma reflita o fato social da maneira como ele ocorre no momento em que a regra foi formulada; por isso,

é fundamental que a norma seja sempre revista para que esteja adequada ao fato que normatiza. A norma sobre o limite máximo de velocidade de veículos automotores nas estradas, avenidas e ruas teve de ser modificada para se adequar a uma nova realidade social: o aumento de vítimas em acidentes de trânsito.

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45 - Grafia de Nomes Próprios

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Grafia de nomes próprios

1 INTRODUÇÃO

A grafia de nomes próprios está sujeita às mesmas regras ortográficas dos nomes comuns, exceto nas listas de referências bibliográficas. Todavia, são comuns no Brasil, em virtude de constantes mudanças na ortografia oficial, alterações na grafia de nomes antigos: troca de z por s, de y por i, acréscimo ou decréscimo de acentos etc. É possível, pois, encontrarmos um nome como Claudio Antonio da Camara Queiroz substituído por Cláudio Antônio da Câmara Queirós.

Vejamos alguns pormenores: a) O nome das pessoas vivas é escrito de acordo com o seu registro:

Maria Bethania b) O nome das pessoas já falecidas pode ser reformulado de acordo com a ortografia vigente (Eça de Queirós, Cecília Meireles, Euclides da Cunha, Gregório de Matos

Guerra, Luís de Camões etc.). Quando, porém, citamos uma obra numa lista de referências bibliográficas, transcrevemos seu nome como se apresenta na capa ou no frontispício da obra. Se aparece z e não s, mantemos a ortografia antiga; se aparece Manuel e não Manoel, escrevemos Manuel; se aparece Moraes e não Morais, escrevemos Moraes; se consultamos Os lusíadas em uma edição em que aparece na capa Luiz de Camões, o z é reproduzido nas referências bibliográficas. Em um texto em que nos referimos a Rui Barbosa, por exemplo, atualizamos a ortografia: não usamos

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Medium 9788520441459

12. Administração sem burocratização

Gustavo Gomes de Matos Editora Manole PDF Criptografado

12. Administração sem burocratização

É preciso atenção para o controle não gerar burocracia

“Na burocracia, as pessoas tendem a ser reduzidas a um número, a um código, a uma descrição sumária num formulário padronizado. A burocracia tem um ideal: transformar todos em ninguém.”

Francisco Gomes de Matos

Um paradoxo tem importunado muitas empresas: em busca de certificações de excelência em gestão, elas têm ressuscitado o dinossauro da burocracia. O foco em regras e procedimentos padrões, como engrenagens de uma máquina para a obtenção de certificações, tem favorecido o desenvolvimento de projetos de comunicação apenas como mais um quesito a ser cumprido nessa odisseia.

A desmesurada busca de projetos e processos “em conformidade” tem isolado empresas e profissionais em uma mentalidade avessa à riqueza do relacionamento humano concretizada no diálogo, na troca de ideias, sentimentos e emoções. Essas são as mais poderosas fontes de qualidade, produtividade e competitividade.

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Medium 9788521619017

Capítulo XV - FALÁCIAS E SOFISMAS

Masip Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XV

FALÁCIAS E SOFISMAS

Do ponto de vista etimológico, falácia vem do latim (fallacia, fallaciae: engano, trapaça, manha) e sofisma, do grego (sophisma, sophísmatos: habilidade, destreza, invenção engenhosa, expediente, artifício, intriga); as falácias seriam não intencionais (erros, enganos, equívocos) e os sofismas, intencionais (formulados propositadamente para confundir).

15.1. Falácias linguísticas

Para Aristóteles, a linguagem é uma fonte inesgotável de equívocos e ambiguidades. Como nos servimos dela quase sempre (exceto quando usamos fórmulas) para expressar o que pensamos, convém apresentar as principais armadilhas da comunicação oral. a) Homonímia (nomes iguais). Uma vez que alguns vocábulos são polissêmicos (têm várias acepções), a interpretação pode prestar-se a enganos, pois o seu perfil fonético, ortográfico e morfossintático é idêntico: vela. b) Anfibolia (proposições ambíguas). Frases, orações ou períodos contêm uma mesma palavra, empregada segundo acepções diversas. Por exemplo, na máxima “Cumpra seu dever (obrigação moral), mesmo que fique devendo (endividado)”. c) Falsa conjunção ou disjunção. Um enunciado pode mudar totalmente de significação devido ao modo como são vinculadas ou

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Medium 9788597011128

8 - FUNÇÃO SOCIOCOMUNICATIVA DOS TEXTOS

João Bosco Medeiros, Carolina Tomasi Grupo Gen PDF Criptografado

8

Função sociocomunicativa dos textos

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FUNÇÃO DE DAR CONHECIMENTO DE ALGO A

ALGUÉM, PRESTAR CONTAS, RELATAR

1.1 Memorando

O memorando, também conhecido como Comunicado Interno (CI), é um recurso mais ou menos informal de comunicação que circula no meio empresarial. É uma comunicação eminentemente interna, que estabelece relações entre várias unidades de uma empresa, ou de um mesmo órgão, de mesmo nível hierárquico ou distinto. Enfim, é uma comunicação endereçada a funcionários de uma mesma empresa ou órgão e, por isso, dispensa formalidades, como seria o caso de uma carta ou um ofício. Tem como função sociocomunicativa dar conhecimento de algo a alguém, mas não só: pode também servir para repreender, pedir aceleração ou moderação de produção de um bem, reclamar sobre um atraso de produção, pedir informação etc.

Às vezes, o despacho é aposto no próprio documento.

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Capítulo 8

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5 - Parágrafo

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Parágrafo

1 APRESENTAÇÃO

O parágrafo é uma unidade de discurso de um texto. Em geral, expressa uma ideia, um argumento sobre o tema tratado. Serve para dividir o texto (que é um todo) em partes menores, tendo em vista os diversos enfoques.

Mudança de parágrafo não significa mudança de tema, do assunto tratado. Vamos abrindo novos parágrafos, conforme acrescentamos novas ideias ao tema que estamos desenvolvendo.

O assunto, a rigor, deve ser o mesmo, do princípio ao fim do texto. A abordagem, porém, pode mudar. E é aqui que o parágrafo entra em ação. A cada novo enfoque, a cada nova abordagem, haverá novo parágrafo.

Formalmente, o parágrafo é indicado através da mudança de linha e de um afastamento da margem esquerda.

Funcionalmente, a compreensão da estrutura do parágrafo é o melhor caminho para a segura compreensão do texto.

2 ELEMENTOS QUE COMPÕEM O PARÁGRAFO

O parágrafo apresenta algumas partes bem distintas. Dentre elas, a mais importante é o tópico frasal.

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Capítulo 1 - DIREITO E ARGUMENTAÇÃO

Manuel Atienza Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Direito e Argumentação

1. INTRODUÇÃO

Ninguém duvida de que a prática do direito consista, fundamentalmente, em argumentar, e todos costumamos convir em que a qualidade que melhor define o que se entende por um “bom jurista” talvez seja a sua capacidade de construir argumentos e manejá-los com habilidade. Entretanto, pouquíssimos juristas leram uma única vez um livro sobre a matéria e seguramente muitos ignoram por completo a existência de algo próximo a uma “teoria da argumentação jurídica”. Este livro pretende expor – aliás, de modo incompleto – o que significa argumentar juridicamente, e além disso mostrar como outros autores têm definido esse tipo de argumento. Evidentemente, alguém pode evidenciar uma boa – até mesmo excelente – capacidade argumentativa e ao mesmo tempo ter muito pouco a dizer sobre essas duas questões. Mas essa circunstância (sem dúvida feliz) parece compatível com a pretensão de que um livro como este – de teoria do Direito – possa despertar, pelo menos em princípio, algum interesse entre os juristas em geral.

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