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32 - Relatório

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Relatório

1 CONCEITO

Relatório é o documento através do qual se expõem os resultados de atividades variadas.

O relatório assume, a cada dia que passa, maior relevo na administração moderna, porque

é impossível para um administrador ou um técnico, em cargo executivo, conhecer e acompanhar pessoalmente todos os fatos, situações e problemas que, por seu vulto, devam ser examinados.

Para redigir um bom relatório, não basta alinhar os fatos. Ele deve ser objetivo, informativo e apresentável.

2 NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DE UM RELATÓRIO

Lido, examinado e arquivado, ele será, a qualquer tempo, um documento hábil e a demonstração do trabalho de seu autor. Daí a necessidade de as pessoas encarregadas de sua feitura aprimorarem, ao máximo, sua execução, obedecendo a algumas normas básicas que lhe darão coerência, tornando-o claro, fácil de ser consultado e substancial. Essas normas são:

2.1 Extensão

Sempre que possível, convém evitar o relatório muito longo, pressupondo-se que ele é feito exatamente para economizar o tempo da pessoa que o lê.

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Medium 9788565848916

Capítulo 11 - Como manejar o tempo na academia

Silvia H. Koller; Maria Clara P. de Paula Couto; Jean Von Hohendorff Grupo A PDF Criptografado

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Como manejar o tempo na academia

Maria Clara P. de Paula Couto

Imagine, por um momento, a seguinte cena: Você tem uma tarefa importante para fazer. Há um prazo estabelecido para a sua entrega: um mês. Hoje, ao pensar na tarefa, você percebe que afinal já se passaram vinte dias e que, portanto, restam-lhe apenas dez dias para fazê-la. A essa altura, você começa a se sentir um pouco preocupado(a), mas ainda tem aquela convicção de que funciona melhor sob pressão, logo é possível adiar um pouco mais porque ao fim vai dar tudo certo. Agora faltam cinco dias para o final do prazo, o(a) seu(sua) orientador(a) pede que você se envolva em outra atividade, que provavelmente lhe ocupará mais um dia e meio – você aceita mais esse trabalho.

Ao final de dois dias, você finalmente começa a trabalhar no que interessa.

Pensa: Nossa, mas essa tarefa é muito mais trabalhosa do que imaginei! Então, você se desdobra e passa por três dias estressantes. Termina a tarefa em cima da hora, mas não consegue fazê-la tão bem como gostaria e acaba por se sentir insatisfeito(a) com você e com o seu desempenho.

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Medium 9788597019452

57 - Pontuação Gráfica

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Pontuação gráfica

1 INTRODUÇÃO

Pontuação é o conjunto de sinais que representam, na língua escrita, as pausas e a entonação da língua falada. Esse conjunto de sinais serve também para organizar as relações das partes do discurso.

A ausência de pontuação em um texto pode servir à criação de efeito de sentido especial.

Entre os exemplos, podemos citar o poema a “Rosa de Hiroxima”, de Vinicius de Moraes, em que o único sinal de pontuação é um ponto final no último verso (Disponível em: http://www.viniciusdemoraes.com.br/pt-br/poesia/poesias-avulsas/rosa-de-hiroxima. Acesso em: 13 dez. 2017).

Iniciemos nosso estudo sobre pontuação com a leitura de uma crônica.

A VIDA ENTRE PARÊNTESES

Leitor pergunta por que uso tantos parênteses nas minhas crônicas (leitores inteligentes conseguem descobrir no texto particularidades significativas). A pergunta me fez pensar

(não chega a ser um evento raro na minha existência, mas pensar entre parênteses não era algo que eu fizesse com frequência). E então me dei conta de que os sinais gráficos, mais que as letras (por muito importantes que estas sejam), veiculam emoções. Quanta emoção numa exclamação! E pode haver dúvida maior que a do ponto de interrogação? Sobre isto sempre somos reticentes... Mas temos que admitir que certos sinais, como, por exemplo, a vírgula, esta pequenina serpente que, de espaço em espaço, atravessa o caminho, sempre acidentado, de nossa frase, é uma evidência, não muito clara, decerto, mas evidência, sim, de nossa indecisão.

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Medium 9788584290512

Capítulo 5 | A ordem “alfabética” na ELiS

Mariângela Estelita Barros Grupo A PDF Criptografado

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A ordem “alfabética” na ELiS

O

s dicionários de línguas de sinais são produtos muito recentes se comparados aos dicionários de línguas orais. Também constituem um importante instrumento de registro de determinada língua e servem aos mais diversos fins, desde sua documentação léxica até a consulta pedagógica durante os processos de aprendizagem.

A fim de atender às necessidades específicas a que foi destinado e ao seu público-alvo, as entradas de um dicionário podem ser organizadas de várias maneiras. Essa diversidade pode ser abrigada sob duas estruturas principais: a onomasiológica e a semasiológica. Um dicionário onomasiológico é aquele que agrupa as entradas por critérios semânticos, por exemplo, por temas. Já o semasiológico organiza as entradas de acordo com um critério formal da estrutura do léxico, no caso da ordem alfabética.

Mesmo para a estruturação de um dicionário em ordem alfabética, há variações, pois se pode obedecer à ordem alfabética considerando-se apenas a primeira letra da palavra (ordem A), a primeira e a segunda (ordem AB), a primeira, a segunda e a terceira (ordem ABC), ou todas as letras. Essa forma é denominada “ordem alfabética linear” (Welker, 2004, p. 82) e não realiza qualquer agrupamento semântico.*

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10 - Apostila

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

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Apostila

1 CONCEITO

Apostila é um ato administrativo adicional cujo objetivo é confirmar ou corrigir dados emitidos em documento anterior. É utilizada para retificar ou atualizar dados funcionais, como nomeação, promoção, ascensão na carreira, recondução, remoção, reintegração, dispensa, demissão, aposentadoria etc.

Ao apostilar um título, a Administração Pública reconhece um direito, criado por norma legal.

Estruturalmente, uma apostila é composta de: título (APOSTILA), texto explicitando a quem se refere, indicação do processo, local, data, assinatura, nome, cargo, código de classificação, classificação de sigilo e classificação de precedência (se aplicáveis).

2 MODELOS

APOSTILA – A SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais,

RETIFICA o ato coletivo que concedeu a gratificação de 50% do vencimento básico do Quadro de

Carreira do Magistério Público Estadual, pelo exercício em Regência de Classe Unidocente, nos termos da letra ....., item ....., do artigo ..... da Lei ....., na parte referente aos professores abaixo relacionados:

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Medium 9788597019452

18 - Comunicação (Comunicado)

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

18

Comunicação (comunicado)

1 CONCEITO

A comunicação, quando pública, assemelha-se ao edital; quando interna, assemelha-se ao memorando.

Quando publicada pela imprensa, ela deve ter o verbo na terceira pessoa, porque é veiculada por terceiro(s) – correspondência indireta.

2 MODELOS

2.1

Modelo de comunicação externa

COMUNICAÇÃO

PRONTO SOCORRO VITAE

Comunica a seus clientes e amigos a transferência de seu POSTO ZONA SUL para o Hospital de

Pronto Socorro Vitae, na Av. GETULIO VARGAS, ........, COM ATENDIMENTO DE URGÊNCIA e SERVIÇO MÉDICO-HOSPITALAR.

FONES ............... – ............... – ............... – ...............

Portugues Instrumental.indb 132

14/12/2018 14:23:39

Comunicação (comunicado)

CELESC  

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CENTRAIS ELÉTRICAS DE SANTA CATARINA

LOGOTIPO

CONCORRÊNCIA PÚBLICA No 034/98

COMUNICADO

A Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. – CELESC – comunica que prorrogou o prazo de vencimento da Concorrência Pública no 034/98 (inicialmente previsto para o dia 18 de novembro de

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Medium 9788520441459

22. Cultura é a essência da boa navegação

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

22. Cultura é a essência da boa navegação

A importância dos valores humanos nas empresas

“É possível transformar pessoas e organizações, mas, sem intervir na cultura, as transformações são frágeis, e não resistem às condições adversas.”

Francisco Gomes de Matos

Não se pode pensar em tecnologias digitais, inovação, alta performance e rede de relacionamento com os stakeholders sem compreender a importância e a essencialidade da cultura para o sucesso de qualquer iniciativa empresarial. Fora dessa perspectiva, qualquer estratégia de gestão, marketing digital ou comunicação corporativa torna-se superficial, inconsistente e efêmera.

Muitas empresas ainda desconsideram a cultura organizacional e tentam desenvolver projetos e processos, implantar estratégias de comunicação e lançar produtos e serviços inovadores imaginando que o sucesso será certo, pois a demanda do mercado é garantida e o seu negócio está muito bem planejado. No entanto, a desatenção para os valores e a cultura da empresa garantirá o fracasso daquilo que teria todo o potencial para ser um verdadeiro sucesso.

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Medium 9788520441459

29. O despertar da consciência começa pela comunicação

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

29. O despertar da consciência começa pela comunicação

A importância da palavra falada e pensada para o desenvolvimento humano

“Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo.”

Ludwig Wittgenstein

“Uma das piores maldades que se pode fazer a um ser humano é impor-lhe o silêncio – seja pelo medo, poder ou pela violência –, decepando-lhe a liberdade de expressão, impedindo-o de se comunicar e interagir com o meio em que subsiste.”

Werner Herzog

A ficção O enigma de Kaspar Hauser, baseada em fatos reais, narra a história de um homem que até os 18 anos vivia confinado em um porão escuro, apenas recebendo pão e água por um buraco na parede. Sem contato com o mundo exterior ou com pessoas, Kaspar não pôde aprender atos básicos que julgamos instintivos, como andar, falar, rir e chorar. Em seu cotidiano, restava apenas comer e dormir.

Ele foi privado da comunicação como linguagem simbólica que se utiliza da palavra como signo e possibilita ao ser humano sair da realidade factual e concreta e abstraí-la, penetrando na esfera do pensamento subjetivo, no qual é possível refletir sobre o passado, avaliar o presente e planejar o futuro.

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Medium 9788565848916

Capítulo 4 - Como escrever um artigo empírico

Silvia H. Koller; Maria Clara P. de Paula Couto; Jean Von Hohendorff Grupo A PDF Criptografado

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Como escrever um artigo empírico

Manoela Ziebell de Oliveira

Um dos primeiros conhecimentos que pesquisadores adquirem sobre sua rotina de trabalho é que a publicação de um artigo científico é uma longa e complexa empreitada. O principal objetivo deste capítulo é auxiliar você na elaboração de artigos empíricos com boas chances de publicação por meio da apresentação de um roteiro operacional. Ele é destinado tanto àqueles que nunca submeteram um artigo empírico para um periódico científico quanto aos que já tiveram seus artigos prontamente rejeitados ou aceitos. O texto a seguir foi organizado de acordo com os seguintes tópicos: como planejar um artigo empírico, como escrevê-lo, sua estrutura e como reescrevê-lo e aperfeiçoá-lo. Cada tópico apresentará orientações gerais e exemplos que poderão ajudar os autores a compreender melhor o que devem fazer e o que devem evitar ao (re)escrever seu artigo empírico. Você perceberá que, de maneira geral, não serão feitas distinções entre artigos quantitativos e qualitativos, pois a estrutura de ambos deve ser semelhante. No entanto, quando for necessário, as diferenças serão ressaltadas.

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Medium 9788521619017

Capítulo III - LÓGICA MATERIAL: CÁLCULO SENTENCIAL

Vicente Masip Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo III

LÓGICA MATERIAL: CÁLCULO SENTENCIAL

A Lógica Material é a base de todas as operações mentais, sintetizadas nos primeiros princípios, que são três:

• Princípio de identidade: qualquer substância é igual a si própria: Uma cadeira é uma cadeira; João é João; Uma árvore é uma

árvore. Esse princípio apoia-se num outro, chamado de razão suficiente (Leibniz [1647-1716]), baseado em dois postulados:

Todo ser é inteligível, isto é, pode ser abstraído pelo intelecto humano. Por exemplo, uma planta, uma cadeira ou uma pessoa são passíveis de abstração;

Todo ser tem sua razão de ser, ou seja, uma série de características que fundamentam a sua existência. Nenhuma substância existe por acaso. Por exemplo, um cachorro é um ser vivo do gênero animal e da espécie canina, descendente de cães, os quais, por sua vez, sucederam a outros cães.

Fórmula: A

¬A Leitura da fórmula: A se opõe a não A. Exemplo: Antônio não pode ser outra pessoa, a não ser Antônio.

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Medium 9788522473489

1 - Conceito de comunicação pública

Duarte, Jorge (Org.) Grupo Gen PDF Criptografado

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Conceito de comunicação pública

Elizabeth Pazito Brandão

A expressão comunicação pública (CP) vem sendo usada com múltiplos signifi-

cados, frequentemente conflitantes, dependendo do país, do autor e do contexto em que é utilizada. Tamanha diversidade demonstra que a expressão ainda não é um conceito claro, nem mesmo uma área de atuação profissional delimitada. Pelo menos por enquanto, comunicação pública é uma área que abarca uma grande variedade de saberes e atividades e pode-se dizer que é um conceito em processo de construção.

Pesquisando e analisando os múltiplos significados e acepções que existem para comunicação pública, na bibliografia, em sites, em cursos universitários, é possível identificar cinco áreas diferentes de conhecimento e atividade profissional.

1a CP identificada com os conhecimentos e técnicas da área de Comunicação Organizacional

Em muitos países, o entendimento de CP está claramente identificado com a comunicação organizacional, isto é, a área que trata de analisar a comunicação no interior das organizações e entre ela e seus públicos, buscando estratégias e soluções. Sua característica é tratar a comunicação de forma estratégica e planejada, visando criar relacionamentos com os diversos públicos e construir uma identidade e uma imagem dessas instituições, sejam elas públicas e/ou privadas.

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Medium 9788597019452

45 - Grafia de Nomes Próprios

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar Grupo Gen PDF Criptografado

45

Grafia de nomes próprios

1 INTRODUÇÃO

A grafia de nomes próprios está sujeita às mesmas regras ortográficas dos nomes comuns, exceto nas listas de referências bibliográficas. Todavia, são comuns no Brasil, em virtude de constantes mudanças na ortografia oficial, alterações na grafia de nomes antigos: troca de z por s, de y por i, acréscimo ou decréscimo de acentos etc. É possível, pois, encontrarmos um nome como Claudio Antonio da Camara Queiroz substituído por Cláudio Antônio da Câmara Queirós.

Vejamos alguns pormenores: a) O nome das pessoas vivas é escrito de acordo com o seu registro:

Maria Bethania b) O nome das pessoas já falecidas pode ser reformulado de acordo com a ortografia vigente (Eça de Queirós, Cecília Meireles, Euclides da Cunha, Gregório de Matos

Guerra, Luís de Camões etc.). Quando, porém, citamos uma obra numa lista de referências bibliográficas, transcrevemos seu nome como se apresenta na capa ou no frontispício da obra. Se aparece z e não s, mantemos a ortografia antiga; se aparece Manuel e não Manoel, escrevemos Manuel; se aparece Moraes e não Morais, escrevemos Moraes; se consultamos Os lusíadas em uma edição em que aparece na capa Luiz de Camões, o z é reproduzido nas referências bibliográficas. Em um texto em que nos referimos a Rui Barbosa, por exemplo, atualizamos a ortografia: não usamos

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38. Más notícias ou mais comunicação

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

38. Más notícias ou mais comunicação

Está cada vez mais difícil acompanhar os noticiários sem se atordoar com a tempestade de informações

“Soterrados sob o peso da informação, tomamos-na por ‘conhecimento’.

Por quantidade entendemos erroneamente ‘abundância’. A riqueza material é confundida com ‘felicidade’. Somos primatas acumulando dinheiro e armas.”

Tom Waits

O fracasso das políticas econômicas e sociais, como também as falências empresariais e amorosas, tem em comum a inabilidade do ser humano

– dito civilizado – em lidar com as diferenças interpessoais, as incertezas da vida e as imprevisibilidades dos acontecimentos.

Segundo uma amiga psicanalista e diretora de RH de uma grande empresa, o ser humano – demasiadamente urbano – fica emperrado na barreira psicológica dos conflitos intersubjetivos de sentimentos e emoções.

Em outras palavras, temos extrema dificuldade de compreender que a objetividade do mundo é constituída pela subjetividade de cada indivíduo.

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Medium 9788565848954

Conclusão

José Morais Grupo A PDF Criptografado

Conclusão

Vivemos em pseudodemocracia e mesmo em falsa democracia. No entanto, a pseudodemocracia contém elementos da democracia, tal como as pseudopalavras contêm propriedades das palavras. Por isso, “alfabetizar para a democracia” não é utópico. É possível agir e ocupar o terreno para criar letrados e democracia lá onde a governança mundial faz da educação uma fábrica de capital humano.

É alfabetizando no espírito da democracia, como se estivéssemos em regime democrático, que se pode contribuir pela alfabetização para construir a democracia.

O que é então alfabetizar para a democracia?

É ler às crianças desde o berço, rodeá-las de livros, imergi-las na cultura escrita, como dádiva de amor e do desejo de que descubram um mundo extraordinário.

É utilizar a leitura para estimular o desenvolvimento linguístico e cognitivo das crianças, a sua imaginação, a sua capacidade de reação emocional, a sua curiosidade.

É ensinar-lhes que a escrita é um código da língua, que os caracteres do alfabeto representam as unidades elementares da fala (o princípio alfabético) e que, para representar palavras, eles se combinam segundo regras (o código ortográfico).

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Medium 9788536312576

Conclusao

Philippe Perrenoud Grupo A PDF Criptografado

Conclusão

E

ste livro não pretendia responder a todas as questões que podem surgir acerca dos ciclos de aprendizagem. Ele desenvolveu uma concepção ambiciosa delas, associando-as constantemente à luta contra o fracasso escolar por meio de uma pedagogia diferenciada, insistindo sobre a ruptura com os recortes em anos, sobre a constituição de equipes responsáveis por um ciclo, sobre a autonomia em reconhecer essas equipes em matéria de organização de seu trabalho, sobre as novas formas de avaliação, sobre a distância a tomar dos programas e da padronização dos percursos.

Seria preciso ser muito otimista para imaginar que os sistemas educacionais vão-se aventurar rapidamente nesse sentido. A observação mostra que eles adotam mais facilmente ciclos de dois anos, não tocam no individualismo dos professores, não mexem na avaliação nem na concepção dos objetivos.

É possível que este livro se acrescente à lista das utopias pedagógicas, mas talvez também delineie um futuro possível para os ciclos de aprendizagem prudentemente implementados no início dos anos 2000. Pode ser que esses ciclos não dêem em nada e que sejam suprimidos pela oscilação habitual nos sistemas educacionais. É possível que eles entrem nos costumes sem mudar nada, o que conviria sem dúvida às administrações e à maioria dos professores.

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