108 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788562938481

EDILSON MARTINS

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

EDILSON MARTINS

17 de abril de 2019

Jornalista diz que postagens em redes sociais são predominantemente lixo, inclusive as dele: “Esta é a era da estupidez planetária e quem quer credibilidade, por óbvio, não as procura”.

“Lula preso, apesar do desconforto de parte do STF e do STJ, de diferentes corporações, e

Temer na fila da cadeia são provas da vitalidade atual da democracia brasileira. Da independência dos Poderes. Até quando nunca se sabe, num país onde as experiências democráticas são pontuadas, interrompidas, por golpes de

Estado”, pontifica Edilson Martins, jornalista, pioneiro em cobertura de ecologia e especialista em Amazônia. O colunista no lendário

Pasquim, mítico jornal dito nanico, pioneiro Edilson trabalha há mais em alternativa à chamada grande imprensa, é de 40 anos em jornalismo e cinema documental impiedoso com a nova versão daquela aventura sobre a questão amazônica e a temática editorial ao declarar: “Nenhuma revolução, até indígena. hoje, foi mais democrática, mais contundente,

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938481

MAYANA ZATZ

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

MAYANA ZATZ

8 de junho de 2019

Geneticista da USP acha que professores do ensino básico deveriam ganhar mais do que seus colegas universitários.

“É terrível ter de decidir entre pagar o tratamento de um paciente ou salvar milhares com doenças tratáveis de baixo custo quando as verbas são escassas. Uma solução seria fazer triagem de mutações em casais que querem procriar. Muitas doenças genéticas de herança recessiva, isto é, em que o paciente para ser afetado precisa receber dois genes com mutação, um de cada progenitor, poderiam ser evitadas com um exame genético preventivo. É o caso, por exemplo, da amiotrofia espinhal (AME), Mayana pesquisa genoma e células-tronco para a qual acaba de ser aprovada uma terano Departamento de pia pelo FDA a um custo de US$ 2,1 milhões,

Genética da USP em busca de avanços ou seja, totalmente inacessível”, diz a bióloga científicos para curar

Maya Zatz, professora titular de genética da doenças ou deficiências.

USP. Na opinião da geneticista, “professores de

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938481

FRED NAVARRO

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

FRED NAVARRO

16 de maio de 2019

Para Fred Navarro, antipetismo e facada elegeram Bolsonaro, e no futuro ideologia será tão útil quanto telégrafo e gravata borboleta.

“No Brasil, o fundo do poço é só uma etapa rumo ao verdadeiro buraco negro que nos espera se não tomarmos juízo e pusermos as contas públicas no azul”, previu o dicionarista pernambucano Fred Navarro. Na sua opinião, duas forças elegeram Bolsonaro presidente:

“Em primeiro lugar, disparado, o antipetismo, uma força poderosa ainda não dimensionada corretamente à esquerda ou à direita, nem estudada pelos futuros ou atuais doutores da USP, PUC, Unicamp, UFRJ ou UnB. E em

Fred autografa seu segundo, a facada, um marco divisor no proDicionário do Nordeste, cesso eleitoral.” Ele também não vê muito cuja última edição (da futuro no Fla-Flu permanente das ideologias

Cepe) em 2013, com 716 na política nacional. “A ideologia, no futuro, páginas, conta com mais de 10 mil verbetes. será tão útil quanto o telégrafo e a gravata

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938481

JOSÉ AUGUSTO GUILHON DE ALBUQUERQUE

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

JOSÉ AUGUSTO GUILHON

DE ALBUQUERQUE

13 de dezembro de 2018

Para Guilhon, Bolsonaro ganhou porque prometeu acabar com tudo o que, em cinco anos de indignação popular, não mereceu resposta da elite política.

Para o especialista em ciências políticas paraense, radicado em São Paulo, José Augusto

Guilhon de Albuquerque, o capitão e deputado Jair Bolsonaro ganhou a disputa eleitoral em outubro “porque foi o único que, em vez de dizer ‘vou fazer o mesmo de sempre, só que

Professor Guilhon acha melhor, mais bonito ou mais radical’, disse que, em 2013, o povo disse estar “por aqui” que ia acabar com tudo o que, em cinco anos com a política e os de indignação popular, não mereceu resposta políticos, com o modo da elite política”. O professor titular aposencomo somos tratados tado da USP analisou em profundidade a cena pelas elites dirigentes.

Foto: Hélvio Romero/ política nacional, tema de sua especialidade,

Estadão. desde os movimentos de rua há cinco anos até a eleição de dois meses atrás. Ao explicar por que as massas que saíram à rua não se mobilizaram, como era de esperar, em torno do impeachment de Dilma, ele ponderou: “A aprovação das massas foi silenciosa porque já estava rouca de se esgoelar em vão. Note-se que o impeachment só foi encaminhado pelo PSDB quando se tornou evidente que o tapetão não garantiria a posse de Aécio sem uma nova eleição, mas não em resposta aos 80% que rejeitavam Dilma, e continuaram rejeitando o seu legítimo herdeiro, Temer, o que mostra

11

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938467

JOSÉ PAULO CAVALCANTI FILHO

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

JOSÉ PAULO CAVALCANTI FILHO

25 de julho de 2018

Para Cavalcanti, como no caso do tríplex, o Führer não assinou ordem para matar judeus e só 0,6% dos recursos contra prisão após 2ª instância foram revistos.

Não há um papel assinado por Hitler ordenando a matança dos judeus, lembra o jurista José

Paulo Cavalcanti Filho, que fez parte da Comissão de Notáveis para fazer um projeto para a

Constituição, convidado por

Tancredo Neves, e da Comissão

Cavalcanti confessa que escolherá candidato menos ruim à Presidência

Nacional da Verdade sobre os na última hora. crimes da ditadura, a convite de

Foto: Acervo familiar.

Dilma Rousseff. Segundo ele, “a pergunta é se a ausência de um documento assinado por Hitler seria suficiente para negar ter sido ele responsável pelo Holocausto.

Basicamente, temos depoimentos dos sobreviventes. Sem nada em comum entre eles. Como nas delações premiadas do triplex. O que nos leva à questão básica de saber se, ausente uma assinatura, depoimentos ou documentos assim valeriam, como prova, para condenar alguém. Problema, contra Hitler, é não ser crível que algo assim pudesse ter ocorrido longe de seus olhos. Ou de seu comando. Sem conhecimento, e consentimento, da autoridade maior. Do chefe.

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938467

CELSO LAFER

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

CELSO LAFER

21 de setembro de 2018

Ex-chanceler prega moderação e tolerância e não aceita polarização e intolerância na disputa eleitoral, nem na formação, conduta e gestão do presidente a ser eleito.

O professor emérito da USP Celso Lafer confessou ter “uma preocupação salutar com o futuro que faz velar e ingressar no combate político, o que, no meu caso, significa afirmar a moderação da tolerância e sustentar a inaceitabilidade das polaridades extremistas.” O ex-chanceler citou seu colega na USP e na Academia Paulista de

Letras, José de Souza Martins, “tanto no conturbado processo eleitoral como no futuro governo, que deverá ser um governo para todos Celso Lafer na Faculdade de Direito da USP, os brasileiros.” Lafer lembrou ainda que, ao em que está aposentado insistir na versão não confirmada pela reacomo titular. lidade da perseguição de polícia, Ministério

Foto: Acervo pessoal.

Público e Justiça a Lula, “o uso abrangente, mesmo instrumentalizado, desses recursos legais patenteia que em nosso país, como cabe numa democracia, verifica-se a plenitude do respeito ao devido processo legal e do direito à ampla defesa e ao contraditório, que a Constituição assegura. É um mérito político da democracia brasileira e do papel que nela desempenha o Poder

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938467

HELOISA STARLING

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

HELOISA STARLING

17 de maio de 2018

Memorando da CIA a Kissinger em 1974 põe fim a mito de que torturas e execuções em delegacias e quartéis no Regime Militar dependiam da exclusiva iniciativa de oficiais e delegados, conclui especialista na História do período.

A revelação feita pela descoberta do pesquisador Matias Spektor, da Fundação Getúlio

Vargas (FGV), de um memorando do diretor da

CIA em 1974, William Colby, ao então secretário de Estado dos EUA, Henry Kissinger, de que Geisel autorizou execuções de “subversivos perigosos” presos pôs fim ao mito da autonomia dos chamados “porões da ditadura” à época do Regime Militar. Esta é uma Para Starling, revelação das conclusões da entrevista da historiadora de memorando da CIA mineira Heloísa Starling, que assessorou nos deixa muito perto do

“coração das trevas”. a Comissão Nacional da Verdade (CNV)

Foto: Acervo pessoal. nesse período de nossa história. É que não se sabia até agora que a decisão sobre a vida e a morte de prisioneiros cuja vida estava sob guarda do Estado fosse tomada no Palácio do

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938481

JOACI DE GÓES

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

JOACI DE GÓES

11 de abril de 2019

Relator do Código do Consumidor acha que ação moralizadora da Lava

Jato e choque de liberalismo produzirão impacto moral e material que porá fim à crise.

O político, empresário e intelectual baiano

Joaci de Góes prevê que, “como o Bolsa

Família deixa de ser do PT e passa a ser do novo governo, Jair Bolsonaro pouco a pouco vai substituindo o Lula na adoração popular, como se verá nas eleições municipais do próximo ano”. O presidente da Academia de

Letras da Bahia diz também que “o patológico patrimonialismo que se adonou dos recursos oficiais, num nível sem precedentes na históPara Joaci, “a sólida ria do mundo, responde pela grave crise em aliança que se formou que estamos fundamente imersos. Dessa crise entre a corrupção e a sairemos pela ação moralizadora conjunta da incompetência levou à

Lava Jato com o choque de liberalismo redentor lona nossas maiores empresas públicas”. que começamos a experimentar.” E completa:

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938481

ASTIER BASÍLIO

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

ASTIER BASÍLIO

15 de março de 2019

No relato da guerrilha comunista, Astier constatou que presidente deposto em 1964 só foi procurado no exílio por seu adversário, o direitista Lacerda.

O poeta, crítico, jornalista, dramaturgo e professor paraibano Astier Basílio, que tem pesquisado e escrito, inclusive no blog O

Estado da Arte, no portal do Estado, reuniu argumentos e documentos para desfazer dois mitos da “resistência” da esquerda na cena política brasileira: a de que teria pegado em armas para defender a democracia contra a ditadura militar e a de que o ex-presidente João Goulart, homenageado por Fernando Haddad com o Astier diante da casa em nome do Minhocão, substituindo o de outro que viveu Dostoievski, ex-presidente, o marechal Costa e Silva, tivesse gênio da literatura russa, que venera desde as sido herói e exemplo para seus militantes. “Se leituras de juventude a esquerda armada lutava pela democracia, na Paraíba. então, obrigatoriamente, tinha de ter sido a

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938467

JANAÍNA PASCHOAL

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

JANAÍNA PASCHOAL

17 de outubro de 2018

Para a deputada mais votada na História do Brasil, esta eleição, de que foi protagonista, não derrubou apenas o PT, mas também todos quantos acreditaram que podiam tudo.

A professora de Direito Penal da Universidade de São Paulo (USP) Janaína Paschoal entende que uma reforma política de verdade se apoia em dois pilares: o fim do financiamento de campanhas com dinheiro público e a permissão de candidaturas independentes. De acordo com a lente da Faculdade de

Direito da USP, que ajudou os colegas Hélio

Bicudo e Miguel Reale Júnior no projeto de impeachment de Dilma Rousseff, “não foi só o PT que caiu” na eleição que a consagrou. Em 31 de agosto de 2016,

“Caíram muitos daqueles que acreditavam que Janaína beija a bandeira após o impeachment de podiam tudo. Aqueles que se julgavam deuses. Dilma passar por 61 a 20

O povo está mostrando que só há um Deus. no Senado:

Foto:

Marcelo

Camargo/

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938467

ROBERTO LIVIANU

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

ROBERTO LIVIANU

9 de agosto de 2018

Para Roberto Livianu, presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, demora da Justiça em aplicar Lei da Ficha Limpa confunde eleitor e é ruim para democracia.

“Lula não estará na cédula eleitoral em

7 de outubro. Isso é tão certo como a luz do sol”, disse o fundador do Instituto Não

Aceito Corrupção, o promotor de Justiça

Roberto Livianu. Para ele, “a Lei da Ficha

Limpa veda expressamente sua candidatura e é sempre bom lembrar que essa lei nasceu de um projeto de iniciativa popular, tendo sido aprovado no Congresso e sancionado por Lula. Seu partido sabe disso, mas não o declara publicamente para se beneficiar de

Livianu acha que sua popularidade até o último segundo que informação sobre a lei permitir”. O promotor reconhece que a condição de se eleger do candidato é imperativo de demora da resposta final da Justiça, esperada segurança jurídica. para o fim do mês, “é ruim para a democracia.”

Foto: Acervo pessoal.

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938481

RUBENS BARBOSA

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

RUBENS BARBOSA

16 de agosto de 2019

Rubens Barbosa acha que, sem reduzir papel do Estado e desburocratizar,

Brasil não terá como aproveitar preferências com abertura do mercado europeu.

Autorizado pela experiência adquirida como embaixador do Brasil em Londres e

Washington, Rubens Barbosa acredita que “o acordo comercial Mercosul-União Europeia pode trazer, em médio prazo, em dois ou três anos, quando entrar em vigência, resultados bastante positivos para as exportações brasileiras, se melhorarem as condições de competitividade da economia e do setor produtivo nacional”. Barbosa avisa que “para a redução do chamado custo Brasil devemos

Barbosa acha que o acordo comercial do avançar na agenda de reformas, de redução do

Mercosul com a União papel do Estado e da desburocratização. Sem

Europeia poderá abrir isso, dificilmente o setor industrial poderá em médio prazo boas perspectivas para beneficiar-se das preferências que receberá o Brasil. com a abertura do mercado europeu.” Barbosa

Ver todos os capítulos
Medium 9788562938467

ROBERTO RODRIGUES

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

ROBERTO RODRIGUES

29 de maio de 2018

Para Roberto Rodrigues, paralisação de caminhoneiros manifestou sensação de “falta” de tudo – educação, saúde, transporte, segurança, emprego e oportunidades.

O sucesso e a força do bloqueio dos caminhoneiros autônomos, ao que parece com apoio de transportadoras de cargas, devem-se ao cansaço da sociedade de tudo o quanto esta vem sendo informada sobre recorrentes problemas do Estado brasileiro. Esta é a opinião de um dos mais respeitados especialistas no Brasil em cooperativismo e agronegócio, o professor da USP e da Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Roberto Rodrigues, que foi secretário da

Agricultura do Estado de São Paulo no governo

Roberto Rodrigues

Fleury e ministro da Agricultura no primeiro na plantação de soja, símbolo do sucesso mandato de Lula. Em sua opinião, a situação do agronegócio, nossa chegou ao estágio que atingiu por erros do galinha dos ovos de ouro. governo Temer, “que deveria ter tomado proFoto: Acervo pessoal. vidências antecipadas, eventualmente até as mesmas que tomou depois de pressionado, o que deu a impressão a todo mundo de falta de firmeza, falta de autoridade e falta de rumo”.

Ver todos os capítulos
Medium 9786586618181

UMA HISTÓRIA QUE NÃO DEVE SER ESQUECIDA

Adriano de Paula Rabelo Editora Almedina PDF Criptografado

UMA HISTÓRIA QUE NÃO DEVE SER ESQUECIDA

Durante todo o tempo em que estive envolvido na tradução das cartas de Sacco e Vanzetti, bem como nos estudos em torno do processo no qual eles foram envolvidos e que resultou em sua bárbara execução, com frequência me veio à mente o aforismo bastante repetido do filósofo espanhol naturalizado americano George Santayana:

“Os que esquecem o passado estão condenados a repeti-lo”.( 1) Por isso, definitivamente a história dos dois anarquistas italianos não deve nem pode ser esquecida.

O longo processo e o posterior assassinato de Sacco e Vanzetti constituem um dos casos mais rumorosos da década de 1920, tendo gerado muitos protestos tanto dentro dos Estados Unidos quanto em muitos outros países, em todos os continentes. Intelectuais, políticos e jornalistas influentes se envolveram nessas manifestações, pedindo inicialmente um julgamento limpo para os réus e, após sua absurda condenação à morte, a clemência do governador do estado de Massachusetts, que tinha então o poder de suspender a execução.

Ver todos os capítulos
Medium 9786586618181

PARTE I - NICOLA SACCO

Adriano de Paula Rabelo Editora Almedina PDF Criptografado

PARTE I

NICOLA SACCO

CAPÍTULO 1

1921-1926

Nicola Sacco tinha vinte e nove anos quando foi preso com Vanzetti num bonde em Brockton, no estado de Massachusetts, no dia 5 de maio de 1920. Nenhum dos dois tinha passagem pela polícia. Seus doze anos de Estados Unidos anteriores àquela data haviam sido passados principalmente como operário em sapatarias das cidades-satélite de Boston, onde ele desembarcou ao chegar da Itália. Seu primeiro emprego foi como carregador de água para uma turma de operários que trabalhavam na construção de uma estrada em Milford, Massachusetts. Após passar algum tempo trabalhando no setor de fundição de algumas oficinas em Hopedale, no mesmo estado, ele conseguiu empregos melhores numa fábrica de sapatos em Webster e, posteriormente, na fábrica da Milford Shoe Company, na cidade homônima. Trabalhou nesta empresa de 1909 a 1917, fazendo economias por meio de depósitos bancários semanais. Nessa última empresa, ele aprendeu o ofício mais qualificado de dar acabamento aos sapatos.

Ver todos os capítulos

Carregar mais