53 capítulos
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6. A ARQUITETURA PALEOCRISTÃ E A ARQUITETURA BIZANTINA

Fazio, Michael Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

A ARQUITETURA PALEOCRISTÃ

E A ARQUITETURA BIZANTINA

O

cristianismo, religião desenvolvida pelos seguidores de Jesus de Nazaré, surgiu como uma seita reformista do judaísmo, cujos membros acreditavam que Jesus era o messias prometido. Durante os três séculos seguintes à morte de Jesus, a religião desenvolveu-se em uma igreja organizada por uma hierarquia de bispos e clero. A primeira manifestação de suas crenças

é encontrada no Concílio de Niceia (325 d.C., com revisões posteriores), ainda utilizado pela Igreja Ortodoxa do

Oriente, pela Igreja Católica Romana e por algumas denominações protestantes:

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso; Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os mundos; Deus de Deus, Luz da

Luz, verdadeiro Deus do verdadeiro Deus; Gerado, não feito; Tendo a mesma substância do Pai, por quem todas as coisas foram feitas; Ele, por nós, homens, e para a nossa salvação, desceu dos céus; Se encarnou pelo Espírito

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3. Do parlamentar ao juiz

CARVALHO, Julia Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

3

iz u j o a r a rlament

do pa

até hoje de 1986

Cinco de outubro de 1988. Pela primeira vez na história do Brasil, estava a democracia plena, com todos os direitos individuais garantidos, instituída pela

Constituição:55

Art. 5º

III - Ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;

IV - É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

V - É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;

IX - É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

55 Durante o Império e o período de 1945 a 1964, a liberdade de imprensa foi garantida, mas as diversões públicas ainda eram submetidas à ação da censura. A Constituição de 1988 foi a primeira a garantir a liberdade de expressão em todos os seus âmbitos.

51

XIV - É assegurado a todos o direito à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional.

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Capítulo 11 | História e literatura

Peter Lambert; Phillipp Schofield; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

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HISTÓRIA E LITERATURA

Tim Woods

A nova senha nos recentes estudos literários foi a virada de volta à história, em parte comandada por uma gama de pressões institucionais: por exemplo, a necessidade frenética de garantir verbas de pesquisa, o novo utilitarismo ideológico que permeia os estudos literários em resposta a auditorias de qualidade e classificações de pesquisas e a necessidade de ser visto produzindo pesquisa de natureza

“inovadora”, que pressiona inexoravelmente os acadêmicos e as verbas de pesquisa em direção a arquivos históricos (com frequência “intocados”). Mesmo assim, o debate sobre pesquisa “histórica” versus “literária” está em uma gangorra nos estudos literários pelo menos durante os últimos 25 anos. Já houve discussões acirradas no campo dos estudos literários sobre as formas com que a teoria negligencia a história, principalmente entre pós-estruturalistas e marxistas: quanto mais importância se dá à teoria, mais se excluem a “textualidade” e “o real”.1

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Capítulo 14 | História, identidade e etnicidade

Peter Lambert; Phillipp Schofield; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

HISTÓRIA, IDENTIDADE E ETNICIDADE

John Davidson

14

É um dos clichês da discussão historiográfica dizer que indivíduos e sociedades usam o passado para sustentar suas identidades atuais. Os fundadores da moderna historiografia aceitaram como algo dado que o foco da identidade era o

Estado-Nação, seja concebido em termos do conceito de Volk, seja como o construto de pais-fundadores heroicos, como no caso dos Estados Unidos ou da França pós-revolucionária. Nos últimos tempos, muitos tipos bastante diferentes de grupos têm demandado sua própria história e se juntado aos operários que fabricavam meias de E. P. Thompson na busca pela emancipação em relação à “enorme condescendência da posteridade”. Os primeiros desafios à visão estatista vieram daqueles que defendiam grupos que não eram de elite dentro do Estado-Nação: a classe trabalhadora, mulheres, imigrantes. Mais recentemente, alguns procuraram desmantelar todo o paradigma e as grandes narrativas que ele sustentava. Esses desenvolvimentos são o produto da interação entre mudanças na teoria social e crítica, muitas vezes mediadas por disciplinas intimamente relacionadas, e mudanças no contexto político, social e cultural mais amplo. O aumento, desde cerca de 1970, da atenção que os historiadores e outros prestam às questões relacionadas a etnicidade e identidade demonstra particularmente bem a interação de contexto e teoria. A persistência – na verdade, o ressurgimento – de divisões comunitárias e linguísticas nos Estados pós-coloniais, o surgimento de nacionalismos novos e relembrados na

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Capítulo 10 | História e antropologia

Peter Lambert; Phillipp Schofield; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

10

HISTÓRIA E ANTROPOLOGIA

John Davidson

Segundo Bernard S. Cohn, um norte-americano estudioso do sul da Ásia que percorreu essas disciplinas mais do que a maioria das pessoas, os historiadores e os antropólogos têm um tema em comum: a “alteridade”.

Um dos campos constrói e estuda no espaço, o outro, no tempo. Ambos têm uma preocupação com texto e contexto. Ambos visam, independentemente do que mais façam, explicar o sentido das ações de pessoas enraizadas em um tempo e um espaço a pessoas de outro.1

A maioria dos historiadores praticou seu ofício sem ser influenciada pelos desdobramentos na antropologia e, em muitos casos, ignorando-os. Mas, desde os primeiro dias da história profissional acadêmica, alguns deles têm demonstrado um interesse na antropologia e mesmo visualizado uma indefinição das divisões entre as disciplinas. Os antropólogos, principalmente os antropólogos sociais britânicos, eram mais céticos, mas, nos anos de 1960 e depois, à medida que alguns antropólogos se afastavam dos modelos das ciências naturais, E. E. Evans-Pritchard e

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