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PARTE III - Robustez fiscal e qualidade do gasto como ferramentas para o crescimento

Chrysostomo, Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

Robustez fiscal e qualidade do gasto como ferramentas para o crescimento

JOAQUIM VIEIRA FERREIRA LEVY

Introdução

Não há dúvida de que o Brasil precisa aumentar seus investimentos, especialmente de infraestrutura, para garantir um crescimento econômico perto de 4% ao ano.1 No entanto, tem havido persistente dificuldade de o investimento público acelerar, não obstante a folga fiscal dos últimos anos, e relativa cautela do setor privado a partir de 2010. O investimento da

União como proporção do PIB se mantém em níveis apenas ligeiramente superiores aos de 2000-2002, após a contração em 2003-2004. Essa timidez se deu apesar de, a partir de 2005, as metas fiscais tratarem de maneira favorável investimentos que passassem por uma avaliação mínima de custo-benefício, incorporando-os ao Projeto Piloto de Investimento (PPI).2

  Ver Honorato e Barros (2009) e Giambiagi e Castelar (2012). Observe-se que o investimento em máquinas e equipamentos não é tão baixo, cf. PUGA, F.;

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Medium 9788521620501

Conclusão

Aswath Damodaran Grupo Gen PDF Criptografado

Conclusão

Regras do Jogo

Quanto mais as coisas mudam, mais continuam as mesmas. Ao empregarmos técnicas tanto de avaliação intrínseca quanto de avaliação relativa para estimar o valor de diversas empresas que se situavam em diferentes momentos dos respectivos ciclos de vida, desde a Evergreen Solar, jovem empresa em crescimento acelerado, até a Sears, empresa cujos melhores dias ficaram para trás, seguimos um script familiar. O tema recorrente é que o valor depende de ingredientes duradouros: geração de caixa, crescimento e risco, embora os efeitos de cada um possam variar entre empresas e ao longo do tempo.

Ingredientes Comuns

Não importa que tipo de empresa se esteja avaliando, é necessário decidir se a avaliação é apenas do patrimônio líquido ou de toda a empresa, escolher a abordagem que se usará para estimar o valor

(avaliação intrínseca versus avaliação relativa) e determinar os principais componentes do valor.

Ao avaliar uma empresa, pode-se optar por considerar apenas o patrimônio líquido ou envolver todo o negócio. Caso se avalie a empresa, pode-se chegar ao valor do patrimônio líquido adicionando de

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Medium 9788530935863

Capítulo VI - A Consolidação da Conquista

Jorge Couto Grupo Gen PDF Criptografado

VI

A Consolidação da Conquista

1. A INSTALAÇÃO DO GOVERNO GERAL

O malogro da empresa colonizadora levada a cabo por Francisco Pereira Coutinho permitiu ao governo joanino incorporar – mediante o pagamento de uma indenização de 400.000 reais por ano ao herdeiro daquele capitão-governador – na Coroa a capitania-donataria da Bahia, transformála em capitania real e aí estabelecer a sede do governo geral.

Os motivos que terão levado D. João III a optar pela Bahia estariam relacionados com o abandono a que se encontrava votada devido à morte do seu titular e de muitos dos seus companheiros em combate com os tupinambás, com as excepcionais condições que proporcionava para a ancoragem de grandes frotas e, finalmente, com o posicionamento geográfico relativamente central que facilitava a inspeção e as operações de socorro às povoações do território então integrado na Província de Santa Cruz.

A instalação do governo geral do Brasil foi cuidadosamente planejada pela administração régia. A 19 de novembro de 1548, o monarca enviou, através do navio comandado por Gramatão Teles, uma mensagem a Diogo Álvares e a um dos seus genros, Paulo Dias Adorno, dando-lhes conhecimento das decisões tomadas, recomendando-lhes que efetuassem diligências junto dos indígenas para que a expedição fosse bem recebida e solicitando-lhes que organizassem o aprovisionamento de mantimentos.1

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Capítulo I - Os Fundamentos Geográficos

Jorge Couto Grupo Gen PDF Criptografado

I

Os Fundamentos Geográficos

1. O “CONTINENTE DO BRASIL”

O Brasil situa-se, na sua totalidade, na América do Sul, subcontinente que se estende dos 12º 11’ de latitude norte aos 56º 31’ de latitude sul, localizando-se majoritariamente na zona intertropical.

O território brasílico tem atualmente uma superfície de 8.511. 965 km2

(8.456.508 de área terrestre e 55.457 de águas internas), correspondente a

1,7% do globo, a 5,7% das terras emersas, a um quinto das regiões tropicais, a 41,5% da América Latina e a 47,3% da América do Sul. A quinta maior formação política do mundo em extensão atinge 4.320 quilômetros no sentido norte-sul – desde os 5º 16’ 20” de latitude norte (nascentes do rio Ailã, situadas no monte Caburaí, em Roraima) aos 33º 45’ 10” de latitude sul (arroio

Chuí, no Rio Grande do Sul) – e 4.328 quilômetros na direção leste-oeste

– da ponta do Seixas (no cabo Branco, Paraíba) ao rio Moa (Acre) – tendo fronteiras de 15.719 quilômetros com dez estados sul-americanos.

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Medium 9788521625018

PARTE I - Momento de definição na infraestrutura brasileira

Chrysostomo, Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

Momento de definição na infraestrutura brasileira

ARMANDO CASTELAR PINHEIRO

“O fim do mundo em 21 de dezembro de 2012 foi cancelado no Brasil, pois o país não tem estrutura para receber um evento desse porte.”

(Afixado em uma lanchonete na Rua Uruguaiana, Rio de Janeiro.)

Introdução

Há diversas maneiras de reagir às crônicas deficiências de infraestrutura com que se defrontam os brasileiros no seu dia a dia, com os seguidos apagões elétricos e os congestionamentos nas cidades e principais vias de transporte do país, incluindo portos e aeroportos. O humor, bem representado pela citação na epígrafe, é uma dessas maneiras.

Outra, mais disseminada, é a preocupação, refletindo o fato de que a qualidade da infraestrutura brasileira não

é apenas ruim, como está cada vez pior. Há três décadas os investimentos são de pouco mais de 2% do PIB nessa

área, uma fração do que fazem vários de nossos concorrentes diretos no mercado internacional e alguns países da América Latina, onde essa taxa está na faixa de 4% a

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PARTE II - Aspectos práticos das PPPs em um Brasil com grandes obras

Chrysostomo, Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

Aspectos práticos das

PPPs em um Brasil com grandes obras

DENISARD C. O. ALVES

RODRIGO DE LOSSO

BRUNO C. GIOVANNETTI

Introdução

O investimento em infraestrutura é parte essencial de uma estratégia para o desenvolvimento sustentável. É consenso entre analistas econômicos e formuladores de políticas públicas que tal investimento é prioridade no Brasil dos dias de hoje.

Os investimentos em infraestrutura no Brasil ganharam uma nova dimensão com o lançamento do Programa de

Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal.

Com o programa, tais investimentos vêm apresentando forte crescimento. Na primeira etapa do PAC, iniciada em

2007, eles totalizaram R$ 754 bilhões. Sob o PAC 2, iniciado em 2011, R$ 955 bilhões foram investidos até agora.1

Em 2012, o Governo Federal lançou um pacote de concessões de R$ 133 bilhões, que foi um passo importante para o desenvolvimento da infraestrutura do país. No entanto, tal montante corresponde apenas a uma parcela

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Capítulo 8. Conclusões

Reinaldo Gonçalves Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

8

Conclusões

E

ste último capítulo resume as principais conclusões do livro e também apresenta algumas considerações gerais sobre perspectivas de longo prazo. Cabe destacar, mais uma vez, que a análise se concentra nas mudanças estruturais e no desempenho macroeconômico de longo prazo. Para efeitos da perspectiva histórica, divide-se a formação econômica do país nas seguintes fases: sistema colonial (1500-1822); economia agroexportadora escravista (1822-1889); expansão cafeeira e primórdios da industrialização (1889-1930); desenvolvimentismo, substituição de importações e industrialização (1930-1979); crise, instabilidade e transição (1980-1994); e Modelo Liberal Periférico, de 1995 em diante.

8.1 Principais Resultados

A independência não rompeu com a estrutura colonial, visto que, no período 1822-1889, o país continuou com uma economia primário-exportadora, essencialmente agrícola, baseada em poucos produtos. O atraso econômico do país era evidente quando se considera as revoluções tecnológicas que ocorreram ao longo do século XIX. Nesse período, os registros de produção industrial no Brasil são modestos e o trabalho escravo continuou como elemento básico do modelo. Na medida em que o século XIX avançava, a cultura do café expandia-se no Centro-Sul e se tornava a

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Capítulo 1. Economia Primário-Exportadora, Modernização e Subdesenvolvimento

Reinaldo Gonçalves Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

1

Economia PrimárioExportadora, Modernização e

Subdesenvolvimento

E

ste capítulo e o seguinte se concentram no desenvolvimento econômico do Brasil a partir da perspectiva histórica. A ênfase

é dada para as mudanças estruturais, ainda que, eventualmente, haja referências às políticas governamentais, suas causas, sua natureza e seus efeitos. O exercício taxonômico apresentado segue a maior parte dos estudos históricos existentes. Para simplificar, a formação econômica do país é dividida em seis períodos. A periodização é importante para se destacar e analisar o diferencial de desempenho e as mudanças estruturais ao longo do tempo.

Somente no Capítulo 3 é que se faz a análise dos indicadores de desempenho macroeconômico de longo prazo e o confronto dos resultados segundo as distintas fases, com destaque para o exame do desempenho da economia brasileira durante o Governo Lula.

Todo exercício de periodização da formação econômica corre o risco da simplificação exagerada. Esse risco aumenta quando se associa períodos da história econômica com a própria evolução política. Não obstante, para efeitos didáticos, pode-se dividir a formação econômica do país nas seguintes fases: sistema colonial

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PARTE I - A teoria econômica das PPPs: concessões, participação do governo e renovações

Chrysostomo, Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

A teoria econômica das PPPs: concessões, participação do governo e renovações1

VINICIUS CARRASCO

JOÃO MANOEL PINHO DE MELLO

PABLO SALGADO

Introdução

O site do governo brasileiro define uma parceria públicoprivada como “um contrato de prestação de serviços e obras [...] com duração mínima de cinco anos e no máximo de 35 anos firmado entre empresa privada e o governo”, no qual “o agente privado é remunerado exclusivamente pelo governo ou em uma combinação de tarifas cobradas dos usuários dos serviços mais recursos públicos”.2

A definição faz referência explícita a duas dimensões de uma PPP. A primeira dimensão é que a parceria entre a empresa privada e o governo se dá ao longo do tempo.

Naturalmente, ao longo da interação do governo com uma empresa privada em uma PPP, é provável que a empresa não só tenha mais informação a respeito de quão custosa

  Conversas com Rogério Werneck e Klênio Barbosa estimularam o interesse dos autores pelo tópico. Por seus comentários e sugestões, Edmar Bacha merece um agradecimento especial.

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Medium 9789724420141

A casa na Rua Herren

Ladislas Farago Grupo Almedina PDF Criptografado

XXIA casa na Rua HerrenUm ou dois dias após o Dia D, o quartel-general de Eisenhower emitiu um comunicado. Este revelava um importante segredo: que ao longo de toda a testa de ponte nas praias da Normandia fora servido aos soldados gelado de diversos e deliciosos sabores, dez horas apenas após o desembarque inicial. Isto destinava-se a sossegar as pessoas que ainda assistiam tranquilamente em casa à grande guerra, mas a invasão foi mais do que um teste supremo à eficácia de um batalhão de homens bem dispostos.Quando o primeiro GI desembarcou na Normandia no Dia D, com água pela cintura, era um homem contra aquilo a que o historiador Percy Ernst Schramm, que mantinha o diário de guerra ­oficial do alto-comando alemão, descreveu como «o máximo de forças disponíveis [que os Alemães] conseguiam posicionar a ocidente».Durou algum tempo até os Aliados, que chegavam ininterruptamente pelo Canal, se equivalerem em número aos defensores. Mesmo uma semana após o Dia D, quando já tínhamos 326 000 homens em terra, os Alemães continuavam a ser mais numerosos, na proporção de dois para um. Foram precisos milhões de soldados aliados, e quase

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Livre na Sicília

Ladislas Farago Grupo Almedina PDF Criptografado

XIILivre na SicíliaA União Soviética, tradicionalmente a principal potência da espionagem mundial, herdara da Rússia czarista uma complexa organização de serviço secreto, que aumentou e aperfeiçoou.Antes da guerra, a espionagem soviética estava muito bem organizada, tinha um propósito e era dirigida com excecional perícia, pese embora a troca frequente de diretores e os muitos serviços repetidos. No conjunto, o Kremlin tinha à sua disposição seis grandes organizações de serviços de informação, cinco delas operacionais em diversas áreas, e uma encarregada da análise estratégica. Estaúltima era o chamado Departamento Confidencial do Secretariado do Comité Central do Partido Comunista, veículo para a transmissão de informações das agências de investigação ao Politburo e aoComité Central.Entre as cinco organizações operacionais, a 4.a Divisão do­Estado-Maior do Exército Vermelho e o Departamento dos NegóciosEstrangeiros do Comissariado (mais tarde Ministério) do Interior, a infame NKVD, igualavam-se em importância e influência. A terceira divisão consistia no departamento de informações políticas do

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Um homem chamado «Ramsey»

Ladislas Farago Grupo Almedina PDF Criptografado

XVUm homem chamado «Ramsey»Na primavera de 1935, chegou a Nova Iorque um turista vindo deTóquio e com destino a Berlim. Registou-se no Hotel Lincoln, na 44.aRua Oeste, sob o nome de Dr. Richard Sorge, correspondente estrangeiro do Frankfurter Zeitung, um dos principais jornais a­ lemães.Os serviços de informações de vários países tinham tentado manter atualizada uma ficha com dados biográficos sobre este homem, mas o seu percurso errático revelara-se algo difícil de acompanhar.A  sua «ficha de suspeito» nos arquivos dos serviços de contrainformação americanos datava já de 1929 e continha uma série de­entradas sensacionais, indicando Sorge como membro muito importante do grande aparelho soviético de espionagem.Este Sorge era um intelectual melancólico, nascido em Baku, noSul da Rússia. O seu avô fora Adolph Sorge, secretário de Karl Marx na I Internacional, e o pai um engenheiro alemão que trabalhava para uma companhia petrolífera no Cáucaso; a sua mãe era de origem mais obscura, e dizia-se que era russa. Sorge fora um rapaz sensível, bonacheirão e estudioso, e algo mimado pelos seus pais, que lhe chamavam «Ika».

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A raposa na sua toca

Ladislas Farago Grupo Almedina PDF Criptografado

IIA raposa na sua tocaA 31 de agosto de 1939, a Wehrmacht, que fora utilizada na­campanha da Polónia, fervilhava de entusiasmo e tensão. Mas, em ­Berlim, num escritório simples e escassamente mobilado, um homem pequeno e pálido, de cabelo branco, recostava-se, descontraído. Para Wilhelm Canaris, a eclosão da guerra fora um anticlímax. Ele trabalhara longa e arduamente para a preparar; agora, as batalhas que a Wehrmacht ainda tinha de vencer ou perder já eram para ele um assunto arrumado. Canaris e os seus homens travaram a sua própria guerra clandestina com enorme dedicação e rara perícia. Apesar de terem perdido algumas escaramuças, haviam ganho a maioria das batalhas. E julgavam-se agora confiantes de que ganhariam a guerra.Quem era este homem, este grande comandante e o cérebro deste vasto exército clandestino? Tendo sido o mais importante chefe de uma organização de espionagem da Segunda Guerra Mundial, Canaris foi também uma das suas figuras mais controversas. Um antigo e destacado alto oficial germânico escreveu: «Raramente foi uma importante personagem histórica julgada com tantos veredictos c­ontrastantes

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As difíceis ervas daninhasda Inglaterra

Ladislas Farago Grupo Almedina PDF Criptografado

XAs difíceis ervas daninhas da InglaterraNo verão de 1940, a Abwehr atingira o seu auge e estava a deteriorar-se impercetivelmente. Os serviços de informações britânicos haviam saído da sua letargia e inépcia, tendo-se tornado, quase de um dia para o outro, um braço crucial do governo de Sua M­ ajestade.Estas alterações exerceram considerável influência na História:Hitler precisava da Abwehr mais do que tudo para preparar o caminho para o próximo destino; Churchill necessitava do conselho dos seus Serviços de Informações para impedir que o Führer o atingisse.Após a conclusão da campanha francesa, Hitler estava algo indeciso quanto ao que fazer. Durante alguns dias chegou a pensar em sugestões de paz. O rei da Suécia, entre outros, surgiu nos bastidores a oferecer os seus serviços para mediar alguma forma de acordo de paz que permitisse ao nazi manter o seu saque. Os serviços de­Gustavo V foram rejeitados por ambos os lados; de forma indignada por Churchill, e perplexa por Hitler. Depois disto, Hitler não hesitou.

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Churchill ao leme

Ladislas Farago Grupo Almedina PDF Criptografado

IXChurchill ao lemeA eclosão da guerra acabara com o isolamento de Churchill, e a3 de setembro de 1939 este foi de novo chamado para o governo deSua Majestade como primeiro lorde do Almirantado. Ainda mal se sentara na sua velha cadeira em frente ao suporte de madeira para mapas, que ele em 1911 mandara colocar no espaçoso escritório do primeiro lorde, quando foi enviada à Frota a seguinte mensagem via rádio: «Winston está de volta!» A sua presença eletrizante foi­imediatamente sentida por todos; e de forma especial pelo serviço de informações.Ao longo da sua pitoresca carreira, Churchill foi um defensor e adepto do Serviço de Informações. Na Primeira Guerra Mundial, tivera estreitas relações com a Divisão de Informações Navais do­Almirantado [DNI]. Mais tarde, quando não desempenhava qualquer cargo oficial, manteve um serviço secreto particular que lhe permitia falar sobre os assuntos da atualidade com conhecimento específico.Um dos seus primeiros atos no Almirantado foi rever a organização dos serviços de informações, e o que encontrou não lhe

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