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Treinamento de força

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

Treinamento funcional para atletas de todos os níveis 97

Treinamento de força

Bom dia

OBJETIVO: Melhorar o movimento do quadril, fortalecer os músculos da região lombar e isquiotibiais para arrancar, saltar e correr rápido.

POSIÇÃO INICIAL: Fique em pé com um haltere de peso leve a moderado na parte posterior dos seus ombros.

Mantenha os joelhos levemente flexionados e os pés mais próximos do que a largura do quadril.

Posição inicial

1

Imagine uma mesa colocada no meio de suas coxas. Flexionando na linha dos quadris e mantendo as costas arqueadas, coloque seu tórax sobre essa mesa imaginária. O centro de gravidade deve ficar sobre o dorso ou a porção média de seus pés, de modo que estejam em contato total com o solo. A forma apropriada irá lhe permitir sentir como se pudesse saltar de qualquer posição neste movimento.

2

Retorne para a posição inicial usando os músculos da região lombar e os isquiotibiais.

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Capítulo 30 - Tratamento e prevenção de lesões dos atletas de arremesso

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

30

Michael M. Reinold e Charles D. Simpson II

Tratamento e prevenção de lesões dos atletas de arremesso

INTRODUÇÃO

Os atletas que participam de esportes que requeiram a ação de arremesso por cima da cabeça são um tipo de cliente extremamente desafiador, devido às características únicas das lesões resultantes de sua prática atlética. O estresse traumático e repetitivo desafia os limites fisiológicos dos tecidos e acaba por ocasionar microlesões no complexo do ombro.

Esportes como o beisebol, softball*, tênis, vôlei e a natação requerem programas específicos de reabilitação e de prevenção de lesões.

Consequentemente, é imperativo enfatizar o cuidado profilático e o tratamento desses atletas. As lesões podem ocorrer em razão de fadiga muscular, desativação neuromuscular, fraqueza ou desequilíbrios musculares. Também podem ocorrer em função da estabilidade estática ou dinâmica alterada. É necessário um programa compreensivo enfatizando força, estabilidade e mecânica adequadamente projetado para essa população, visando prevenir lesões e aumentar o rendimento atlético. Esse programa deverá utilizar estratégias e condicionamento físico total, de maneira a prevenir a fadiga e a deterioração da biomecânica, que acabam por resultar em forças indevidas na extremidade superior.

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Capítulo 22 - Treinamento para beisebol

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

22

Eric Cressey

Treinamento para beisebol

A adequada preparação de atletas, tanto amadores como profissionais, do beisebol exige que os treinadores e os demais especialistas que trabalhem com essa população dominem as diferentes facetas sobre a complexa biomecânica envolvida nesse esporte. Contudo, as considerações importantes não terminam aqui. O técnico deve compreender a natureza da estrutura de competição da temporada e as diferentes demandas funcionais a que cada jogador é submetido, em razão das atribuições específicas das posições em que ele joga; seja receptador ou o arremessador.

Um aspecto do jogo de beisebol que deve ser enfatizado ao atletas é que dificilmente o ato de arremessar uma bola pode ser considerado um ato natural. De fato, as velocidades angulares encontradas durante a fase acima da cabeça do arremesso são as maiores encontradas em qualquer esporte. Durante a fase de aceleração, o úmero pode rotacionar internamente a velocidades maiores do que 7.000°/s (sete mil graus por segundo), e o cotovelo pode estender-se a velocidades maiores do que 2.300°/s (dois mil e trezentos graus por segundo). As forças envolvidas que geram as acelerações necessárias para que os segmentos atinjam essas velocidades impõem um grande estresse nas estruturas musculotendíneas, ligamentares e nas estruturas labrais da articulação glenoumeral. Esse estresse é amplificado quando o atleta arremessa a bola de cima da plataforma em vez do chão*.

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Capítulo 24 - Treinamento para o hóquei

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

24

Michael Boyle

Treinamento para o hóquei

CONSIDERAÇÕES GERAIS

A chave para se treinar um atleta do hóquei, ou qualquer atleta, é entender que, apesar de haver peculiaridades em cada caso, o sucesso vem quando se identifica e se treina os princípios básicos do esporte. Um dos maiores problemas enfrentados para quem treina jogadores de hóquei e outros atletas é a noção equivocada de que há necessidade de um tipo especial e único de treinamento para cada esporte.

Em uma análise simplificada, um jogador de hóquei é um velocista, um velocista que se move com muito mais rapidez do que qualquer outro atleta que joga em um time. Estima-se que a velocidade máxima nos patins atinja

48 km/h. Imagine a energia de um impacto frontal entre dois atletas, pesando cerca de 100 kg, a essa velocidade, ou atingindo as paredes de proteção do ringue. O desenvolvimento de força, particularmente nos membros superiores, é a única proteção dos atletas nesses impactos. Adicionalmente, a fim de desenvolver essas velocidades, o desenvolvimento de força também nos membros inferiores é determinante. Sendo assim, o atleta do hóquei necessita treinar como um velocista de pista para poder desenvolver a velocidade e a potência necessárias para ser bem-sucedido no esporte. A única maneira de se obter esses resultados é por meio do uso de exercícios multiarticulares compostos*, que compõem a maioria dos programas de treinamento de qualquer esporte de velocidade.

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Medium 9788520431467

Grupos musculares

MASSEY, Paul  Editora Manole PDF Criptografado

Grupos musculares

Flexores profundos do pescoço

Longo do pescoço

Longo da cabeça

Escalenos

Escaleno anterior

Escaleno médio

Escaleno posterior

Eretores da espinha

Iliocostais do lombo (parte lombar e parte torácica) e do pescoço

Longuíssimos da cabeça, do pescoço e do tórax

Espinais do pescoço e do tórax

Estabilizadores escapulares

Trapézio (parte ascendente)

Serrátil anterior

Latíssimo do dorso

Manguito rotador

Supraespinal

Infraespinal

Redondo menor

Subescapular

Abdominais (parede abdominal anterior)

Oblíquos

Transverso do abdome

Reto do abdome

Abdominais (parede abdominal posterior)

Quadrado do lombo

Psoas maior

Ilíaco

Glúteos

Glúteo máximo

Glúteo mínimo

Glúteo médio

Rotadores mediais do quadril

Glúteo médio

Glúteo mínimo

Tensor da fáscia lata

Adutor magno (parte)

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