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Capítulo 5. Foam rolling, alongamento e aquecimento dinâmico

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Foam rolling, alongamento e aquecimento dinâmico

Sobre a prescrição de atividades e aparatos pré e pós-treinamento, você pode ter certeza de uma coisa: continuará mudando e melhorando à medida que mais pontos de vista funcionais permeiam o treinamento esportivo. Os velhos dias de trabalhar uma série dos mesmos alongamentos estáticos para todo o esporte, só porque deve ser assim, não se aplicam mais.

FOAM ROLLING

Um grau de ceticismo é justificado quando se trata de novos equipamentos e dispositivos. Para cada inovação útil, três ou quatro outras são lixo e não merecem sequer um minuto de exposição nos infomerciais (comerciais informativos) televisivos. No entanto, também precisamos ser receptivos a invenções e soluções criativas, mesmo que inicialmente pareçam estranhas.

Quando a primeira edição de Treinamento Funcional para os Esportes foi publicada em 2004, não tínhamos ainda sequer começado a usar um rolo de espuma (foam roller) em nossa sequência pré-séries. Na verdade, há 10 anos os treinadores de força e condicionamento, os preparadores físicos e fisioterapeutas teriam olhado de modo zombeteiro para um pedaço cilíndrico de espuma de 90 cm de comprimento e perguntado: O que eu devo fazer com isso?

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Medium 9788582711101

Capítulo 10 - Programas de treinamento específicos para o esporte

Steve Cotter Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

PROGRAMAS DE TREINAMENTO

ESPECÍFICOS PARA O ESPORTE

O

treinamento com kettlebell não é apenas benéfico para melhorar o condicionamento físico geral, mas, também, pode complementar a preparação de força e condicionamento de atletas de muitos esportes. Embora alguns esportes tenham um foco restrito, enfatizando uma qualidade sobre todas as outras, a maioria dos esportes exige uma variedade de habilidades, amplitudes de movimento e sistemas de energia. Por exemplo, o halterofilismo concentra-se na qualidade peculiar de desenvolver força máxima, ou no limite; e a maratona foca em maximizar a aptidão cardiorrespiratória e resistência. Mas muitos outros esportes exigem uma combinação integrada de qualidades. Por essa razão, o treinamento com kettlebell é um ótimo complemento para o condicionamento da maioria dos atletas – que é por natureza uma combinação de força, potência, resistência e mobilidade. Ao mesmo tempo, para que um programa de cross-training com kettlebell (ou qualquer outro programa) seja eficaz, os sistemas de energia e padrões de movimento do esporte em questão precisam ser levados em conta também.

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Medium 9788582713822

Capítulo 17 - Surfe

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

17

Tim Brown e Christopher J. Prosser

Surfe

O surfe cresceu para se tornar um esporte global, com uma estimativa de 35 milhões de surfistas e 60 países participando anualmente nos campeonatos mundiais da “International

Surfing Association”. Mendez-Villanueva e Bishop observam que o surfe é um esporte intermitente, cujos participantes tendem a ser mais baixos, mais musculosos e a ter uma massa corporal menor do que outros atletas aquáticos de níveis equivalentes (1). Os autores também notam que 50% do tempo surfando é gasto remando, 40% estacionário, e somente 4% a 5% realmente em cima de uma onda; durante esses períodos aeróbicos e anaeróbicos de alta intensidade, os surfistas têm valores pico de VO2 comparáveis a outros atletas de resistência que fazem uso dos membros superiores.

Considerado um esporte de desenvolvimento precoce, o surfe requer um conjunto de habilidades sensório-motoras similares ao surfe na neve (snowboarding) ou ao skateboarding. De acordo com Treleaven, esse controle sensório-motor pode ser aumentado funcionalmente por um programa de exercícios coordenados de posição de articulações, estabilidade oculomotora e postural (2). Esses programas podem ser introduzidos cedo e modificados conforme a postura individual específica do surfista de pé direito ou esquerdo para frente, e para se adequar à direção, ao tamanho e ao tipo previsto da onda.

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Medium 9788582713709

A função do treinamento de potência

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

A função do treinamento de potência

A necessidade de aumentar a potência melhor uso do que está disponível ao corpo; força funcional; velocidade direcional e agilidade de transição) encaixa-se, de algum modo, no perfil de cada atleta. Mesmo nossas experiências com ultramaratonistas (+ de 80 km) e triatletas nos mostrou que esse método de treinamento para potência pode ajudar na eficiência de cada passo, pedalada ou braçada, auxiliando a resistência pela diminuição da quantidade de movimentos desperdiçados e da perda de energia por movimentos ineficientes e menos potentes.

T

reinar com sobrecargas resistentes ou a gravidade desenvolve uma maior produção de força. O manuseio de sobrecargas temporais de modo neuromuscular e técnico e o manuseio de sobrecargas espaciais (com movimentos nos planos sagital, frontal e transverso) melhora a velocidade. Isso envolve o quociente de distância e vários outros aspectos. Um aspecto é antropometria (a diferença no comprimento do torso e membro afeta a capacidade de se mover com eficiência em uma distância ideal). O quociente de distância envolve mobilidade, agilidade e as capacidades de movimento em alcances efetivos que podem envolver mudanças eficientes de direção. A coordenação também deve ser incluída para totalizar efetivamente as forças durante todas as distâncias requeridas com o tempo apropriado (Fig. 3). A técnica adequada separa atletas que podem aplicar potência durante todo o uso pleno de seus cor-

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Medium 9788582713709

A função do treinamento de agilidade

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

A função do treinamento de agilidade

O treinamento de agilidade funcional envolve a capacidade de mudar o corpo de posição, posicionar-se em um campo ou quadra de jogo e/ou evitar rápida e precisamente obstáculos sem perder equilíbrio. A maioria dos profissionais sugere que isso depende da potência muscular, da coordenação, da mobilidade e das capacidades de reação.

O

s objetivos para melhorar a agilidade são bem definidos. Primeiro, deve-se melhorar a capacidade de mudar de direção em altas velocidades. Segundo, é necessário entender que a agilidade é basicamente a capacidade de “virar e correr”. O correr fazendo mudanças de direção, o que rotularemos de “quebras” e “cortes”, pode ser dividido em duas manobras simples: mudanças de direção em velocidade e mudanças de direção com potência.

A mudança de direção em velocidade envolve ser capaz de brecar sem desacelerar.

É a mudança de direção de ângulos menores, partindo da região medial do pé ou do lado do pé na direção do movimento.

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