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Capítulo 15 - Fisioterapia Associada a Prevenção Primária, Redução de Risco e Descondicionamento

William E. DeTurk; Lawrence P. Cahalin Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 15

FISIOTERAPIA ASSOCIADA A

PREVENÇÃO PRIMÁRIA, REDUÇÃO DE

RISCO E DESCONDICIONAMENTO

Gary Brooks

INTRODUÇÃO

Fisioterapeutas com freqüência são chamados para tratar pacientes/clientes com uma ou mais condições clínicas crônicas que são causas inerentes de lesão, disfunção ou incapacidade e/ou aumentam o risco de outras condições patológicas.

Exemplos dessas condições são o diabete e a doença arterial coronariana (DAC). O diabete é, por si só, uma causa de considerável disfunção e incapacidade, bem como um fator de risco para DAC, principal causa de morte nos Estados Uni1 dos. Ambos, o diabete e a DAC, além de outras doenças cardiorrespiratórias, são altamente prevalentes e podem estar presentes em pacientes/clientes atendidos por fisioterapeutas em um amplo contexto. A DAC está associada a outras condições médicas (hipertensão, hiperlipidemia e obesidade) e comportamentais (tabagismo e sedentarismo) consideradas fatores de risco. Esses fatores de risco também costumam ser encontrados pelos fisioterapeutas na prática clínica. A fisioterapia (FT) pode ajudar a prevenir doenças cardiorrespiratórias em desenvolvimento, mesmo entre indivíduos com fatores de risco. Esse processo é chamado de prevenção primária, e os indivíduos encaminhados à fisioterapia para o controle dos fatores de risco são melhor nomeados como clientes. Os fisioterapeutas também podem auxiliar pacientes com doença cardiorrespiratória conhecida, visando à redução dos sintomas e/ou à desaceleração da progressão da doença. Esse processo é chamado de prevenção secundária, e tais indivíduos costumam ser considerados pacientes. Independentemente de os indivíduos que procuram fisioterapeutas serem clientes ou pacientes, eles podem estar restritos em suas atividades devido ao descondicionamento. Alguns têm condições clínicas

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Medium 9788536309156

Capítulo 1 - História da Reabilitação Cardiorrespiratória

William E. DeTurk; Lawrence P. Cahalin Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 1

HISTÓRIA DA REABILITAÇÃO

CARDIORRESPIRATÓRIA

Catherine M. Certo

William E. DeTurk

Lawrence P. Cahalin

INTRODUÇÃO

A importância relativa da atividade física foi primeiramente observada em 1772, quando o famoso médico William Heberden publicou um relatório descrevendo um programa de exercícios com 30 minutos diários, com duração de seis meses, para um paciente do sexo masculino com “distúrbio to1 rácico”. Suspeita-se que o diagnóstico era doença arterial coronariana e que o paciente apresentava angina ou estava se recuperando de um infarto do miocárdio. Em 1799, um médico inglês, C. H. Parry, notou os efeitos benéficos da atividade

2 física em pacientes que sofriam de dor torácica, mas essa idéia encontrou muita resistência por parte da comunidade médica e não foi assimilada na prática. Em 1912, Herrich fez a primeira descrição clínica de um infarto do miocárdio grave e encorajou os médicos a reavaliarem o papel da atividade física no tratamento de pacientes com doença cardíaca coro3 nariana. No entanto, a comunidade médica temia que o aumento da atividade física pudesse levar a risco de aneurisma ventricular, ruptura miocárdica ou aumento da hipoxemia arterial. O tratamento conservador consistia de 6 a 8 semanas de descanso no leito para aqueles com infarto do miocárdio, sendo este o protocolo mais usado durante o século XX.

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Medium 9788580550771

8. Intervenção Psicossocial nas Lesões e Doenças Esportivas

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

8

Intervenção Psicossocial nas

Lesões e Doenças Esportivas

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Analisar a resposta psicológica do paciente à lesão.

• Reconhecer a importância do apoio social ao atleta lesionado.

• Explicar a relação entre estresse e overtraining no risco de lesões.

• Descrever o papel do fisioterapeuta esportivo como conselheiro do atleta lesionado.

• Identificar os fatores psicológicos importantes na reabilitação do atleta lesionado.

■ Sumário

• Comparar e contrastar as técnicas de treinamento mental usadas para controlar aspectos psicológicos relacionados à lesão.

• Reconhecer os diferentes transtornos mentais e as técnicas de tratamento e encaminhamento apropriadas.

■ Palavras-chave

A resposta psicológica à lesão 221

estresse

O atleta e a resposta sociológica à lesão 222

ansiedade

Indicadores de lesão 225

Como lidar com atletas lesionados 227

Fatores psicológicos no processo de reabilitação 228

Técnicas de treinamento mental 231

Transtornos mentais 235

Resumo 237

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Medium 9788582713822

Capítulo 11 - Dança

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Robert Lardner e Jonathan A. Mackoff

Dança

A dança, como arte, em todas as suas diferentes formas, requer uma grande condição atlética dos dançarinos para que sejam executados os muitos padrões de movimentos complicados, posições corporais sozinho e em parceria, em vários esforços coreográficos. Os dançarinos devem realizar isso em vários ritmos, incluindo movimentos explosivos, trabalho aéreo e manutenção de posições difíceis por longos períodos de tempo.

No treinamento e na execução da arte da dança, o dançarino pode se arriscar a lesões, devido a diversos fatores que serão discutidos adiante. O Quadro 11-1 lista lesões comuns representativas encontradas na dança (1-10).

Uns poucos fatores predisponentes podem aumentar a probabilidade de lesão se não abordados ou contidos com exercícios apropriados e terapia.

• Fatores genéticos (p. ex., escoliose, síndrome de hipermobilidade, pé plano, angulação da cabeça do fêmur e discrepância no comprimento das pernas).

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Medium 9788582603147

Capítulo 3 - Macroergonomia

Vanderlei Moraes Corrêa; Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Macroergonomia

Hoje se tem uma visão mais ampla da ergonomia, uma visão holística, que não mais se restringe ao operador e sua interação com a máquina, atividade e ambiente, mas também engloba o contexto organizacional, considerando as condições psicofisiológicas do trabalhador e sua interação com a estrutura da organização. A macroergonomia, ou ergonomia organizacional, prioriza o processo participativo envolvendo administração de recursos, trabalho em equipe, jornada e projeto de trabalho, cooperação e rompimento de paradigmas, o que garante intervenções ergonômicas com melhores resultados, reduzindo o índice de erros e gerando maior aceitação e colaboração por parte dos envolvidos. Neste capítulo, são mostrados em detalhes os fatores ambientais dos postos de trabalho e sua relação com a qualidade de vida no trabalho. Ainda, será analisado o contexto organizacional e sua relação com as condições de trabalho.

Objetivos de aprendizagem s Definir ergonomia ambiental e aplicar o conhecimento sobre as questões ambientais na análise ergonômica. s Interpretar e aplicar a norma NR 17 – Ergonomia. s Definir ergonomia organizacional e defender sua aplicação. s Relacionar conceitos como cultura organizacional e satisfação no trabalho com a macroergonomia. s Identificar e discutir as premissas para uma análise macroergonômica do trabalho, comparando-a à análise microergonômica.

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