338 capítulos
Medium 9788582714836

Capítulo 7. Critérios diagnósticos e classificação

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

7

Critérios diagnósticos e classificação

Cláudio Jerônimo da Silva

PONTOS-CHAVE reducionistas, as classificações têm o propósito de uniformizar a linguagem e prover ferramentas

 Embora para o direcionamento terapêutico. os profissionais que tratam pessoas com transtornos por uso de substâncias, independentemente

 Todos de sua formação, devem conhecer os critérios diagnósticos oficiais em vigência. cação internacional de doenças e problemas relacionados à saúde (CID-10, Organização Mundial

 AdaClassifi

Saúde) e o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-5, American Psychiatric

Association) são os sistemas de classificação utilizados atualmente e devem ser amplamente divulgados aos profissionais da saúde.

Research Domain Criteria (RDoC, National Institute of Mental Health) apresenta um novo paradigma em

 Oclassifi cação, que aproxima a biologia dos comportamentos, mas ainda é mais utilizado em pesquisa.

A necessidade de uniformizar a linguagem e contabilizar dados estatísticos acerca das doenças, estabelecendo critérios para classificá-las, faz-se presente desde os primórdios da medicina.1 Em psiquiatria, chegar a um consenso sobre quais seriam os critérios que melhor definem as doenças mentais é sempre um desafio, por dois motivos particulares:1

Ver todos os capítulos
Medium 9788580550771

17. O Joelho e as Estruturas Relacionadas

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

17

O Joelho e as Estruturas

Relacionadas

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Reconhecer a anatomia estrutural e funcional normal do joelho.

• Demonstrar os vários testes da estabilidade de ligamentos e meniscos discutidos neste capítulo.

• Explicar como as lesões no joelho podem ser prevenidas.

• Comparar e contrastar as diferenças entre homens e mulheres em termos de lesões no ligamento cruzado anterior (LCA).

■ Sumário

• Discutir fatores etiológicos, sinais e sintomas e procedimentos de controle das lesões em ligamentos e meniscos.

• Identificar os vários fatores etiológicos, sinais e sintomas e procedimentos de controle das lesões que ocorrem na articulação patelofemoral e no mecanismo dos extensores.

• Elaborar protocolos de reabilitação apropriados para joelhos lesionados.

■ Palavras-chave

Anatomia do joelho 495

patela alta

hemartrose

Anatomia funcional 500

patela baixa

translação

Avaliação da articulação do joelho 501

geno valgo

Prevenção de lesões no joelho 515

geno varo

síndrome do atrito do trato iliotibial

Ver todos os capítulos
Medium 9788563308658

12 Introdução à Farmacologia dos Fármacos que Atuam no Sistema Nervoso Central

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

12

Introdução à Farmacologia dos Fármacos que Atuam no Sistema Nervoso Central

Os fármacos que atuam no sistema nervoso central

(SNC) fazem parte dos primeiros fármacos descobertos pelo homem e, ainda, é o grupo de agentes farmacológicos mais usado. Além do seu emprego na terapia, muitos fármacos que atuam no SNC são utilizados sem prescrição para aumentar a sensação de bem-estar das pessoas.

Os mecanismos pelos quais vários fármacos atuam no SNC ainda não são totalmente compreendidos.

Como as causas de muitas das doenças para as quais estes fármacos são usados (p. ex., esquizofrenia, ansiedade) são pouco compreendidas, não surpreende que no passado grande parte da farmacologia do SNC fosse exclusivamente descritiva. Entretanto, os expressivos avanços na metodologia da farmacologia do SNC tornam agora possível estudar a ação de um fármaco sobre as células e até em apenas canais iônicos dentro das sinapses. Estas informações forneceram a base para muitos dos principais desenvolvimentos em estudos do SNC.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580550771

20. O Cotovelo

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

620

William E. Prentice

ANATOMIA DA ARTICULAÇÃO

DO COTOVELO

Ossos

A articulação do cotovelo é composta por três ossos:

úmero, rádio e ulna (Fig. 20.1). A extremidade distal do

úmero forma dois côndilos articulares. O côndilo lateral

é chamado capítulo, e o medial, tróclea. O capítulo, que

é convexo, articula-se com a cabeça côncava do rádio.

A tróclea, que tem a forma de um carretel, encaixa-se em um sulco articular, a incisura troclear, que se encontra na ulna, entre os processos do olécrano e coronoide.

Acima de cada côndilo, está uma projeção chamada epicôndilo. A formação estrutural da articulação do cotovelo permite a flexão e a extensão por meio da articulação da tróclea com a incisura troclear da ulna. A pronação e a supinação do antebraço são possíveis porque a cabeça do rádio roda contra o capítulo livremente, sem quaisquer limitações ósseas.20

Articulações

O complexo do cotovelo é constituído por três articulações distintas: umeroulnar, umerorradial e radioulnar proximal (Fig. 20.2). A articulação umeroulnar é a articulação entre o úmero distal medialmente e a ulna proximal. Quando o cotovelo está em flexão, a ulna desliza para a frente até que o processo coronoide da ulna atinja o assoalho da fossa coronoide do úmero. Na extensão, a ulna desliza para trás até que o processo do olécrano da ulna entre em contato com a fossa olecraniana do úmero

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715116

Capítulo 5 - Principais Comorbidades Associadas ao Transtorno por Uso de Substâncias

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

5

PRINCIPAIS COMORBIDADES ASSOCIADAS

AO TRANSTORNO POR USO DE

SUBSTÂNCIAS

 ALESSANDRA DIEHL

 PAULO MÁRCIO SOUZA

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CH

�� A comorbidade entre um transtorno por uso de substâncias (TUS) e outro transtorno mental parece ser mais a regra do que a exceção.

�� O uso de substâncias pode causar outra doença mental. A doença mental pode levar ao uso de substâncias. O uso de substâncias e a doença mental podem, ambos, ser causados por outro fator de risco em comum.

�� É fato que as comorbidades psiquiátricas associadas ao uso de álcool e outras substâncias tendem a resultar em piores prognósticos para ambas as doenças.

�� Diagnosticar a comorbidade nem sempre é uma tarefa fácil, pois exige, da equipe de saúde mental, treinamento adequado, e, do paciente, pelo menos um mês de abstinência.

�� O tratamento integrado das comorbidades associadas ao uso de substâncias tem sido o mais recomendado.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos