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Capítulo 8 - Beisebol

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

PARTE II Considerações sobre o treinamento de esportes específicos

CAPÍTULO

8

Ken Crenshaw, Nathan Shaw e Neil Rampe

Beisebol

O beisebol é um esporte popular com uma população estimada de 16 milhões de crianças que o praticam de forma organizada apenas nos Estados Unidos (1). A Little League

Baseball, sozinha, contabiliza mais de 2,6 milhões de participantes em 2007 (2). Com o aumento de participantes, também aumentou o número de lesões. Nos Estados

Unidos, estima-se que 131.555 jogadores de nível secundário sofreram lesões entre 2005 e 2006 e entre 2006 e 2007. Uma taxa de lesão de 1,26 eventos por 1.000 exposições atléticas.

Os locais mais comuns de ocorrência de lesões foram os ombros (17,6%), o tornozelo (13,6%), a cabeça/face (12,3%), as mãos/dedos (8,5%) e a coxa (8,2%). Os diagnósticos mais comuns foram: estiramentos ligamentares (rompimentos parciais) (21%), estiramentos musculares (rompimentos parciais) (20,1%), contusões (16,1%) e fraturas (14,2%).

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Medium 9788580552539

Capítulo 1 - Natureza e frequência de erros associados aos cuidados em saúde e de eventos adversos

Robert M. Wachter Grupo A PDF Criptografado

NATUREZA E FREQUÊNCIA

DE ERROS ASSOCIADOS

AOS CUIDADOS EM SAÚDE

E DE EVENTOS ADVERSOS

1

EVENTOS ADVERSOS, EVENTOS

ADVERSOS EVITÁVEIS E ERROS

Embora Hipócrates tenha proposto “antes de tudo, não causar dano” ao tratar pacientes há mais de 2 mil anos, e já por um bom tempo grande parte dos hospitais promovam conferências para discutir erros associados aos cuidados em saúde, até recentemente esses erros eram considerados um subproduto inevitável da medicina moderna ou resquícios indesejáveis de maus provedores de cuidado. Isso começou a mudar no final de 1999, com a publicação To Err is Human:

Building a Safer Health System, do Institute of Medicine (IOM).1 Esse relatório, que estima que 44 mil a 98 mil americanos morram anualmente em decorrência de erros associados aos cuidados em saúde, chamou enorme atenção do público e da mídia e preparou o terreno para esforços sem precedentes para melhorar a segurança do paciente. É claro, esses trabalhos seminais foram desenvolvidos a partir de um rico entrelaçamento de investigação e liderança na área de segurança do paciente (Apêndice III), familiar a um pequeno grupo de interessados, mas geralmente desconhecido para prestadores tradicionais, administradores, políticos e pacientes.

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Medium 9788520434741

1. Parte superior do corpo: posterior

ELLSWORTH, Abigail; ALTMAN, Peggy Editora Manole PDF Criptografado

18 • MASSAGEM – ANATOMIA ILUSTRADA

①PARTE SUPERIOR DO C

N

ossa massagem completa se inicia pelo dorso. Se a última massagem que você aplicou (ou recebeu) limitou-se a uns poucos movimentos de compressão nos ombros, você é um ótimo candidato a um agradável aprendizado.

Nossas instruções começam com alguns toques leves – effleurage ou deslizamento – sobre todo o dorso.

Prossiga gradualmente em direção ao quadril.

PARTE SUPERIOR DO CORPO: POSTERIOR • 19

ORPO: POSTERIOR

20 • MASSAGEM – ANATOMIA ILUSTRADA

DORSO

D

or nas costas! Há muitas situações que conspiram para causá-la: estresse, má postura em pé e ao computador, arrastar malas pesadas, levantar objetos pesados, dirigir, carregar bolsas pesadas, usar salto alto e mesmo andar de chinelos, todos podem ser responsabilizados. Esta parte da massagem vai ajudar a pessoa a relaxar, soltar-se e trazer o merecido alívio para dores na musculatura do dorso.

Um alerta: a coluna é uma área perigosa; nunca a pressione diretamente.

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Medium 9788520427033

31. Câncer

VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

31

Câncer

Mariangela Cor rea

Jorge Sabbaga

Samantha Cabr al Severino da Silva

Juliana de Melo Batista dos Santos

Introdução

É bastante difícil definir o câncer como uma única doença, já que existem cerca de 200 tipos diferentes de tumores malignos (neoplasias), cada um com comportamento clínico diferente. Em geral, a maioria das células cancerosas que compõem os tumores tem a habilidade de proliferar descontroladamente e estabelecer metástases (focos de crescimento do tumor distantes do local de origem). A classificação do câncer é realizada de acordo com a célula e o local de origem. Assim, os tumores malignos que se originam na pele, em glândulas e nas mucosas (da boca ou do intestino, p.ex.) são chamados de carcinoma; os provenientes de gorduras, músculos e ossos, de sarcomas; e outros, com nomes sugestivos das células precursoras, como p.ex., o melanoma, derivado das células da pele que produzem melanina.

Epidemiologia

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Medium 9788520441053

9. Cálcio, vitamina D e câncer

Ligia Araújo Martini; Bárbara Santarosa Emo Peters Editora Manole PDF Criptografado

9

CÁLCIO, VITAMINA D E CÂNCER

Wedson Ferreira Araújo

Vicente de Paulo Castro Teixeira

INTRODUÇÃO

A vitamina D e o cálcio são elementos dietéticos que se encontram em

íntima associação do ponto de vista metabólico e que mantêm uma inter-relação complexa de modulação e regulação entre si. O cálcio participa diretamente de vários aspectos da biologia celular, incluindo a regulação da diferenciação, proliferação e apoptose celular; e a vitamina D desempenha um papel crucial na homeostase do cálcio. Dessa forma, não é nenhuma surpresa que ambas as substâncias possam estar envolvidas em processos fisiopatológicos cuja principal característica seja a ruptura com o processo normal do crescimento celular, sendo o mais emblemático deles o câncer. Neste capítulo abordamos as evidências atuais sobre o envolvimento do cálcio e da vitamina D no campo da oncologia.

Embora não seja completamente conhecido, sabe-se que o desenvolvimento do câncer não é um processo unitário, mas sim o resultado de processos diferentes. Por exemplo, existe um mecanismo relativamente direto no qual o crescimento e a sobrevivência da célula cancerosa dependem de um estímulo inicial, como uma mutação que se associa com um processo mantenedor, isto é, um oncogene definido, um miRNA ou um mecanismo mediado imunologicamente1. Outro mecanismo, menos direto, constitui-se pela chamada oncogênese bate-e-foge (hit-and-run), quando o estímulo

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