128 capítulos
Medium 9788580550771

1. Técnicas de Condicionamento

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

1

Técnicas de Condicionamento

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Examinar os papéis do fisioterapeuta esportivo e do preparador físico na garantia da boa forma física do atleta.

• Identificar os princípios do condicionamento.

• Defender a importância dos períodos de aquecimento e de resfriamento.

• Avaliar a importância da força, da flexibilidade e da resistência cardiorrespiratória tanto para o desempenho atlético quanto para a prevenção de lesões.

■ Sumário

A relação entre os fisioterapeutas esportivos e os preparadores físicos 23

• Analisar técnicas e princípios específicos para melhorar a resistência cardiorrespiratória, a força muscular e a flexibilidade.

• Discutir os testes de aptidão física e identificar testes específicos para avaliar os vários parâmetros desta.

• Aplicar o conceito de periodização e identificar os vários períodos do treinamento em cada fase.

■ Palavras-chave princípio AEDI

exercício isotônico

Princípios do condicionamento 23

resistência cardiorrespiratória

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Medium 9788536327709

8. Massagem de recuperação

Michael McGillicuddy Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Massagem de recuperação

O propósito da massagem de recuperação é reduzir a dor, restabelecer o fluxo sanguíneo, promover a drenagem linfática e restituir o equilíbrio e a sensação de bem-estar. Assim como na pós-evento, a aplicação de massagem no tecido profundo pode ser inapropriada durante a de recuperação, uma vez que isso pode irritar o corpo do atleta. A massagem de recuperação é normalmente administrada de 1 a

3 dias após o evento. O intervalo garante ao corpo tempo suficiente para alcançar um estado mais homeostático – ou seja, que tenha tido oportunidade de voltar ao equilíbrio. Entretanto, mesmo em um período de 24 horas após um evento de longa duração, é improvável que o corpo do atleta tenha se recuperado por completo.

Devido a isso, a massagem realizada durante esse período é referida como massagem de recuperação. Quando o atleta completa sessões de exercício ou provas de longa duração, seu corpo pode estar levemente desidratado, inflamado, exausto e lesionado, assim como pode estar cheio de endorfinas que, naturalmente, reduzem a dor; em função disso, ele pode não sentir com precisão os efeitos que as técnicas de massagem e o alongamento terapêutico estão surtindo em seu corpo. Assim, ele não é capaz de fornecer ao profissional um retorno em relação a profundidade e pressão da massagem.

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Medium 9788580550771

4. Equipamento de Proteção

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

4

Equipamento de Proteção

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Ajustar o equipamento de proteção adequadamente

(p. ex., capacetes de futebol americano, protetores de ombro e calçados de corrida).

• Distinguir aspectos positivos e negativos de cada componente de proteção.

• Comparar vantagens e desvantagens dos protetores de pés e tornozelos feitos sob medida comprados em lojas.

■ Sumário

Padrões de segurança do equipamento e das instalações esportivas 117

Questões jurídicas relacionadas ao uso do equipamento de proteção 117

Restauração e recertificação do equipamento 117

Uso de equipamento comprado em lojas versus feito sob medida 118

Proteção da cabeça 119

Proteção da face 123

Proteção do pescoço 127

Proteção do tronco e do tórax 127

Equipamento de proteção dos membros inferiores 131

Proteção do cotovelo, do punho e da mão 138

Fabricação de acessórios para suporte e proteção 139

Resumo 143

• Avaliar o grau de proteção de vários materiais usados na fabricação de órteses e protetores esportivos.

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Medium 9788530975883

3 - Antes de Hipócrates

Vivian Nutton Grupo Gen PDF Criptografado

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Antes de Hipócrates

Em 1879 o mundo culto soube que o poeta Homero havia escrito a

Ilíada enquanto trabalhava como vice-chefe da equipe médica do exército de Agamemnon na guerra de Troia. Não houve dúvida de que Homero era médico por sua ênfase notável no poema em ferimentos e outros assuntos médicos; e seu cargo de chefia foi comprovado pelo acesso a informações detalhadas das atividades nas duas linhas de frente. Sua posição estratégica, um pouco acima da rotina diária da batalha, demonstrou que ele não participava como soldado, embora tivesse visto cadáveres e pessoas morrerem. Além disso, o posto de chefia da equipe médica não lhe permitiria tempo para escrever, como a de um oficial menos graduado possibilitava. Embora essa conclusão refira-se mais à organização e aos preconceitos do exército real da Saxônia, no qual o Oberstabsarzt Frölich serviu do que a Homero, ela indica um fato inegável: o poeta escolheu incluir muitos detalhes médicos com uma abordagem sofisticada.1

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2 - Exemplos de Doenças

Vivian Nutton Grupo Gen PDF Criptografado

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Exemplos de Doenças

O mundo da Antiguidade clássica era restrito geograficamente e em sua gama de doenças comparado ao mundo atual. Por sua limitação em grande parte à bacia do Mediterrâneo durante quase toda a sua existência, havia poucas incursões de estrangeiros que traziam com eles agentes patogênicos desconhecidos.1 Os comerciantes conseguiam chegar até a China, Malásia e Zanzibar, e a navegação para o Norte da África era feita pela ponta ao norte das ilhas Britânicas, mas essas viagens eram uma exceção.2 Em sua maioria, a população concentrava-se em torno do mar no interior da região, “nosso mar”, como os romanos o chamavam.

Mesmo quando os exércitos do Império Romano alcançaram os rios

Danúbio, Elba e Tigre, e quando soldados da Espanha, Síria e Dácia conquistaram a Muralha de Adriano e misturaram-se a vendedores ambulantes e civis de regiões distantes, como Comagena, na atual Turquia, ou Palmira, no deserto da Síria, que haviam seguido o exército, o padrão das viagens não sofreu uma alteração radical.3

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