16 capítulos
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Capítulo 5 - Processo de Cicatrização

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

PROCESSO DE CICATRIZAÇÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever os vários tipos de lesões nos tecidos.

2. Descrever a etiologia e a fisiopatologia das lesões musculoesqueléticas associadas aos diferentes tipos de tecidos do corpo humano.

3. Descrever a fisiologia e a fisiopatologia no processo de cicatrização.

4. Identificar fatores que podem impedir o processo de cicatrização.

5. Descrever os estágios da cicatrização para os diversos tecidos musculoesqueléticos.

VISÃO GERAL

O processo de cicatrização é um fenômeno complexo que ocorre após uma lesão ou doença. As lesões no sistema musculoesquelético resultam de uma ampla variedade de causas.1-4

Este capítulo descreve a fisiologia da cicatrização para cada um dos principais componentes do sistema musculoesquelético. O Capítulo 10 apresenta as implicações desses processos de cicatrização nas intervenções em lesões musculoesqueléticas.

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Medium 9788582713822

Capítulo 5 - O processo de avaliação clínica e a determinação do elo principal

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Craig Liebenson

O processo de avaliação clínica e a determinação do elo principal

INTRODUÇÃO

Os objetivos primários na assistência ao paciente ou seu desenvolvimento atlético são diminuir a intolerância as atividades (p. ex., andar, sentar, se curvar), eliminar a dor, promover a forma física e prevenir lesões. Para melhorar a função é necessário, antes, uma avaliação da capacidade funcional e/ou dos padrões de movimentos do paciente ou atleta, em particular, identificar o “elo-chave” da patologia funcional que ele apresenta. Padrões de movimento defeituosos comuns que não devem passar despercebidos incluem:

• capacidade de carregar peso ou de se agachar em um paciente de disco lombar (1);

• agachamento em apoio monopodal em um paciente com síndrome de dor patelofemoral ou para reduzir o risco de lesão do ligamento cruzado anterior (2);

• ritmo escapuloumeral deficiente em um paciente com síndrome do manguito rotatório (3);

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Medium 9788536529783

9.2 Modelos de gestão

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

alguma supervisão médica, mas sem um sistema administrativo organizado. Apenas mais tarde desenvolveu-se o sistema de gastronomia hospitalar. Em comparação, pode-se pensar na alimentação oferecida em ambientes escolares. O cardápio servido aos alunos tem o objetivo de alimentá-los e nutri-los de modo específico. Portanto, o ambiente voltado para a alimentação dos estudantes tornou-se uma Unidade de

Alimentação e Nutrição, conforme exemplificado na Figura 9.1.

É importante entender também que, com o crescimento e consolidação das

UAN, houve a necessidade de implantação de um sistema de gestão nutricional, capaz de organizar o sistema e permitir uma administração diferenciada.

9.2 Modelos de gestão

A gestão das UAN, independentemente do porte ou público atendido, pode ser realizada por autogestão ou de forma terceirizada. Na modalidade de autogestão, a empresa incentivada assume toda a responsabilidade, inclusive técnica e operacional, pela elaboração das refeições, desde a contratação de pessoal até a distribuição das refeições. Ela arca com custos de implantação e manutenção de toda infraestrutura. O modelo de serviço, no entanto, segue totalmente em acordo com a filosofia da empresa e expectativas dentro do orçamento estipulado. Já no serviço terceirizado, o fornecimento das refeições é formalizado por meio de contrato firmado entre a empresa incentivada e a prestadora de serviços (concessionária) devidamente credenciada.

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4.7 Industrialização de alimentos

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

o uso de solventes. O aparelho mais utilizado para esse procedimento é o Soxhlet, que também é empregado na determinação do índice de fibras dos alimentos. A retirada da amostra é realizada com éter, ácido sulfúrico, hidróxido de sódio e álcool, mistura capaz de extrair fibras de celulose e lignina.

Para especificar quantidades de celulose e lignina, outros testes são realizados. Uma das possibilidades é o método Fibra Detergente Ácido (FDA), para determinação especialmente de lignina, embora também possa estimar valores de hemicelulose.

O teor alcoólico em bebidas é outro teste realizado com frequência. Um dos métodos empregados envolve a destilação para separação do álcool, seguida do uso do alcoômetro (dispositivo empregado para determinar o teor do álcool).

A determinação da densidade do alimento também pode ser uma medição importante. Como exemplo, há o caso do leite, em que a avaliação auxilia no controle de adição de água ao leite. A densidade do caldo de cana é outro índice fundamental na fabricação de açúcar, álcool e aguardente, principalmente para avaliar teor de impurezas. Alimentos sólidos também precisam ter sua densidade controlada, assim como a umidade. Para a determinação de umidade são empregados métodos de secagem.

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4.2 Conservação de alimentos

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

4.1 INTRODUÇÃO

Hoje em dia, o processamento dos alimentos envolve muitas tecnologias em comparação a processos utilizados em décadas passadas. Essas tecnologias podem estar presentes desde a seleção da matéria-prima até o armazenamento do produto final, independentemente se é estabelecida ou não em uma indústria.

Na primeira etapa do processamento, a matéria-prima é selecionada e tratada antes de seguir no fluxo. Já na fase final, é necessário realizar o armazenamento correto do produto, para evitar que ele sofra contaminações. Durante cada fase do processo, da seleção de matéria-prima até o armazenamento do produto final, existem etapas importantes, como a conservação dos alimentos, a escolha e elaboração de embalagens, a realização de análises físico-químicas, principalmente para controle de qualidade. Existem ainda higienização e sanitização, processos fundamentais que ocorrem ao longo do processamento.

4.2 Conservação de alimentos

A conservação dos alimentos sempre foi uma preocupação da humanidade, embora tenha havido o tempo em que o preparo e consumo eram imediatos após a colheita. De acordo com Evangelista (2005), desde a época dos engenhos naturais até os tempos modernos, com meios revolucionários associados à tecnologia dos alimentos, muitos recursos vêm sendo testados para promover a conservação dos alimentos. Muitos dos processos empregados há séculos são utilizados até hoje, como exposição ao sol, correntes de ar aquecido, formas de calor, frio, defumação, salga, uso de vinagre, bálsamos e resinas.

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