2 capítulos
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3. Modelo de Projeto e Instrumentos de Avaliação para um Programa de Ginástica Laboral

MENDES, Ricardo Alves; LEITE, Neiva Editora Manole PDF Criptografado

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Modelo de Projeto e

Instrumentos de Avaliação para um Programa de Ginástica Laboral

Neste capítulo será apresentado um modelo de projeto de ginástica laboral (gl), que pode ser utilizado como proposta de trabalho em empresas, e alguns instrumentos de avaliação que podem ser aplicados no ambiente de trabalho para auxiliar o processo de diagnóstico na fase inicial e na reavaliação dos resultados após a implantação da gl. Durante esse processo, é importante envolver toda a equipe multidisciplinar, como o pessoal de recursos humanos, do ambulatório médico, engenheiros, técnicos de segurança e médicos do Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho

(sesmt), para que haja um trabalho em equipe.

1.  Modelo de Projeto

O modelo de projeto apresentado no Quadro 3.1 está organizado em cinco tópicos descritos a seguir. Esse modelo pode ser adaptado a cada empresa de acordo com as suas características e realidades.

O resumo é o primeiro tópico do projeto. Nele deverá constar, de forma clara e concisa, a importância da implantação da gl na empresa a que se destina, enfatizando os benefícios para os empresários. O segundo tópico introduz o tema gl e aborda tanto o seu impacto positivo sobre a empresa e os trabalhadores como a sua repercussão nos meios de comunicação. Pode-se aproveitar esse espaço para relatar, de forma resumida, os principais resultados obtidos com a gl em outros locais de trabalho.

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Medium 9788536314082

Capítulo 3 – Análise de risco e estabelecimento de metas e objetivos em programas de controle de infecções

Kathleen M. Arias; Barbara M. Soule Grupo A PDF Criptografado

Análise de risco e estabelecimento de metas e objetivos em programas de controle de infecções

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BARBARA M. SOULE

VISÃO GERAL DOS PADRÕES

Os padrões para “Vigilância, Prevenção e Controle de Infecções” da Joint Commission exigem que as organizações acreditadas avaliem os riscos (Padrão CI.2.10) e estabeleçam metas com base nos resultados da avaliação (Padrão CI.3.10). Essas atividades não são novidade para os profissionais de controle de infecções. Esses profissionais sempre avaliaram riscos, principalmente com base em estudos de dados, surtos e lacunas óbvias nas práticas desejadas. Entretanto, os padrões de controle de infecções permitiram avaliar riscos e estabelecer metas de forma mais estruturada, bem como possibilitaram que os processos formais enfatizassem as abordagens mais bem desenhadas e idealizadas das atividades relacionadas ao controle de infecções. Os padrões de controle de infecções e seus elementos de desempenho delineiam claramente as expectativas e o conteúdo mínimo dos programas organizacionais de avaliação de risco e de estabelecimento de metas.

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