6 capítulos
Medium 9788520434307

1. Ginástica Laboral: Histórico, Definição, Classificações e Objetivos

MENDES, Ricardo Alves; LEITE, Neiva Editora Manole PDF Criptografado

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Ginástica Laboral:

Histórico, Definição,

Classificações e Objetivos

A ginástica laboral (gl) é um programa de qualidade de vida no trabalho

(qvt), de promoção de saúde e lazer realizado durante o expediente de trabalho e é também considerada programa de ergonomia que utiliza atividades físicas planejadas visando à prevenção de lesões por esforços repetitivos e/ou distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (ler/dort).

Este capítulo inicia-se com um breve histórico, seguido de definição, classificações e objetivos de implantação da gl.

1.  Histórico

A ginástica laboral, que parece uma atividade nova, surgiu em 1925

– como uma ginástica de pausa para operários – inicialmente na Polônia, depois na Holanda, Rússia, Bulgária, Alemanha Oriental e em outros países, na mesma época.

No Japão, a gl foi implantada no início do expediente com os trabalhadores do correio. Segundo Lima,1 a gl se consolidou em 1928 como a ginástica pelo rádio (Rádio Taissô), em comemoração à posse do Imperador

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Medium 9788520435144

1. Atividades de equilíbrio e flexibilidade

CANALES, Lindsay K; LYTLE, Rebecca K. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Atividades de equilíbrio e flexibilidade

As 10 atividades neste capítulo enfocam o aumento e a manutenção de equilíbrio e flexibilidade. Essas atividades envolvem estender os membros superiores e inferiores para alcançar algum objeto, mantendo uma posição de alongamento ou determinada postura corporal por um período prolongado, ou manipular um objeto equilibrando-o adequadamente em uma parte específica do corpo.

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Atividade física 01.indd 1

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2  Atividades físicas para jovens com deficiências graves

Desafio do saquinho de feijão

Conceitos primários

Equilíbrio e flexibilidade.

Conceitos secundários

Conceitos preposicionais; identificação de partes do corpo.

Objetivo da atividade

Equilibrar um saquinho de feijão em uma parte específica do corpo enquanto mantém o equilíbrio.

Equipamento

Saquinhos de feijão (um por aluno).

Preparação

Posicione os alunos em círculo e dê a cada um deles um saquinho de feijão.

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Medium 9788582713891

Capítulo 1 - Princípios Básicos do Treinamento Resistido e Prescrição de Exercícios

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Princípios Básicos do Treinamento

Resistido e Prescrição de Exercícios

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. definir os termos básicos geralmente usados na elaboração de programas de treinamento resistido;

2. demonstrar os três tipos de ações musculares;

3. explicar o uso de ações musculares voluntárias e seu papel no ganho de força e hipertrofia muscular;

4. discutir os princípios da elaboração de programas, incluindo intensidade, volume de treina­ mento, períodos de repouso, especificidade, periodização e sobrecarga progressiva; e

5. discutir a importância da segurança, incluindo técnica de auxílio, respiração, técnica de exe­ cução do exercício, amplitude de movimento e equipamento.

O treinamento resistido,* também conhecido co­mo trei­

na­mento de força ou com pesos, tornou-se uma das formas mais populares de exercício para melhorar a ap­ tidão física e para o condicionamento de atletas. Os ter­ mos treinamento de força, treinamento com pesos e trei­ na­mento resistido são todos utilizados para descrever um tipo de exercício que exige que a musculatura corporal se movimente (ou tente se movimentar) contra uma for­

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Medium 9788520434307

3. Modelo de Projeto e Instrumentos de Avaliação para um Programa de Ginástica Laboral

MENDES, Ricardo Alves; LEITE, Neiva Editora Manole PDF Criptografado

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Modelo de Projeto e

Instrumentos de Avaliação para um Programa de Ginástica Laboral

Neste capítulo será apresentado um modelo de projeto de ginástica laboral (gl), que pode ser utilizado como proposta de trabalho em empresas, e alguns instrumentos de avaliação que podem ser aplicados no ambiente de trabalho para auxiliar o processo de diagnóstico na fase inicial e na reavaliação dos resultados após a implantação da gl. Durante esse processo, é importante envolver toda a equipe multidisciplinar, como o pessoal de recursos humanos, do ambulatório médico, engenheiros, técnicos de segurança e médicos do Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho

(sesmt), para que haja um trabalho em equipe.

1.  Modelo de Projeto

O modelo de projeto apresentado no Quadro 3.1 está organizado em cinco tópicos descritos a seguir. Esse modelo pode ser adaptado a cada empresa de acordo com as suas características e realidades.

O resumo é o primeiro tópico do projeto. Nele deverá constar, de forma clara e concisa, a importância da implantação da gl na empresa a que se destina, enfatizando os benefícios para os empresários. O segundo tópico introduz o tema gl e aborda tanto o seu impacto positivo sobre a empresa e os trabalhadores como a sua repercussão nos meios de comunicação. Pode-se aproveitar esse espaço para relatar, de forma resumida, os principais resultados obtidos com a gl em outros locais de trabalho.

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Medium 9788580552539

Capítulo 1 - Natureza e frequência de erros associados aos cuidados em saúde e de eventos adversos

Robert M. Wachter Grupo A PDF Criptografado

NATUREZA E FREQUÊNCIA

DE ERROS ASSOCIADOS

AOS CUIDADOS EM SAÚDE

E DE EVENTOS ADVERSOS

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EVENTOS ADVERSOS, EVENTOS

ADVERSOS EVITÁVEIS E ERROS

Embora Hipócrates tenha proposto “antes de tudo, não causar dano” ao tratar pacientes há mais de 2 mil anos, e já por um bom tempo grande parte dos hospitais promovam conferências para discutir erros associados aos cuidados em saúde, até recentemente esses erros eram considerados um subproduto inevitável da medicina moderna ou resquícios indesejáveis de maus provedores de cuidado. Isso começou a mudar no final de 1999, com a publicação To Err is Human:

Building a Safer Health System, do Institute of Medicine (IOM).1 Esse relatório, que estima que 44 mil a 98 mil americanos morram anualmente em decorrência de erros associados aos cuidados em saúde, chamou enorme atenção do público e da mídia e preparou o terreno para esforços sem precedentes para melhorar a segurança do paciente. É claro, esses trabalhos seminais foram desenvolvidos a partir de um rico entrelaçamento de investigação e liderança na área de segurança do paciente (Apêndice III), familiar a um pequeno grupo de interessados, mas geralmente desconhecido para prestadores tradicionais, administradores, políticos e pacientes.

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