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Medium 9788530975883

7 - A Religião e a Medicina nos Séculos V e IV na Grécia

Vivian Nutton Grupo Gen PDF Criptografado

7

A Religião e a Medicina nos Séculos V e IV na Grécia

Em uma colina distante no sul da Grécia localizava-se um dos mais belos templos antigos. O templo de Apolo Epicuro, em Bassae, foi construído pelo arquiteto Ictinos, com recursos financeiros da pequena cidade de

Figaleia, em torno de 425 a.C.1 O custo da construção desse templo, desde o transporte do mármore a uma distância considerável no pico da colina, as esculturas e a decoração sublime, foi enorme, como previsível, muito mais do que os recursos disponíveis de uma cidade insignificante em meio

à guerra. Pausânias, nosso antigo informante, associou o culto a Apolo Epicuro (o Portador da Ajuda) à adoração em Atenas na mesma época a Apolo

Alexikakos (o Guardião para Afastar o Mal) para eliminar a grande peste.2

A intuição de Pausânias, não seus argumentos, era sólida.3

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2

3

Pausânias, Descrição da Grécia, 8, 42, 7-9; Jost, 1985: 90-7, para a localização e os santuários das montanhas adjacentes. Tanto a data quanto o nome do arquiteto são discutíveis: para uma pesquisa que defende a tese de Pausânias, ver Winter 1980. Cf. também Beard e Henderson (1995) com relação a meditações nesse templo.

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Medium 9788520431467

Glossário

Paul Massey Editora Manole PDF Criptografado

Glossário

Agonista

Antagonista

Ver motor primário.

Músculo que, posicionado no lado oposto de uma articulação do músculo motor primário, deve relaxar para permitir que este se contraia.

Cifose

Coluna neutra

Curvatura excessiva na parte torácica da coluna vertebral.

É definida como a posição neutra da espinha ilíaca anterossuperior (EIAS) e da sínfise púbica quando a EIAS está paralela no plano transverso. Postura que mantém a curvatura natural da coluna.

Contração em que as conexões musculares se aproximam, causando movimento articular.

Contração em que as fibras musculares relaxam de forma controlada para tornar mais lentos os movimentos que a gravidade, caso não fosse controlada, poderia acelerar demais.

Uma contração isométrica ocorre quando um músculo aumenta sua tensão, sem que seu comprimento seja alterado.

Contração muscular que resulta na criação de movimento.

Contração concêntrica

Contração excêntrica

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Medium 9788580550771

22. A Coluna Vertebral

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

22

A Coluna Vertebral

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Descrever a anatomia da coluna cervical, torácica e lombar.

• Entender como as raízes nervosas da medula espinal se combinam para formar um determinado nervo periférico.

• Organizar um procedimento para avaliar as lesões da coluna cervical, torácica e lombar.

• Avaliar e identificar as diversas deformidades posturais.

■ Sumário

Anatomia da coluna vertebral 734

Anatomia funcional 741

Prevenção de lesões da coluna 741

Avaliação da coluna vertebral 744

Reconhecimento e tratamento de lesões e condições específicas 756

Técnicas de reabilitação para a coluna cervical 772

Técnicas de reabilitação para a coluna lombar 774

Resumo 781

• Apontar medidas para evitar lesões na coluna vertebral.

• Classificar a lesão específica que pode ocorrer nas diversas regiões da coluna vertebral em relação a sua etiologia, seus sinais e sintomas e em relação ao tratamento.

• Planejar técnicas de reabilitação para a lesão cervical.

• Criar metas de reabilitação para o tratamento das lesões lombares.

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Medium 9788582711101

Capítulo 5 - Aquecimento e resfriamento

Steve Cotter Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

5

AQUECIMENTO E RESFRIAMENTO

I

niciar um novo programa de exercícios é motivador e emocionante. Com a sua decisão de começar o treinamento com kettlebell feita, a orientação do objetivo inspira você a começar o treinamento e a executar os exercícios. Antes de fazer isso, considere que um treino não deve apenas incluir a sessão de exercícios, mas também o aquecimento antes para preparar o seu corpo para o exercício vigoroso, e o resfriamento depois para permitir que o corpo se acalme e relaxe antes continuar o seu dia.

Um treino com kettlebell bem projetado é composto de três fases:

1. Fase de preparação ou aquecimento

2. Fase principal ou treino

3. Fase final ou resfriamento

A fase principal é o que as pessoas geralmente se referem quando dizem que estão se exercitando ou treinando (você encontrará as técnicas de kettlebell para a fase principal nos Capítulos 6, 7 e 8). A fase principal envolve adquirir habilidades

(aprendizagem), dominar os exercícios de kettlebell e praticar e progredir nesses exercícios. Essa parte do treino faz você respirar profundamente e realmente funciona. Entretanto, um erro comum é fazer somente a fase principal e nada mais. Um treino bem preparado e bem estruturado também contém uma fase de preparação, o aquecimento, e uma fase final, o resfriamento. O aquecimento prepara gradualmente os seus músculos e o coração para sair da inatividade para uma atividade moderada ou intensa e prepara a sua mente para o treino duro que vem pela frente. O resfriamento faz o processo inverso, gradualmente reduz sua frequência cardíaca e prepara seus músculos até a próxima sessão de treinamento. O treinamento duro na fase principal,

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Medium 9788582714010

Capítulo 6. Programas para o aumento de massa muscular

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Programas para o aumento de massa muscular

Para aumentar a massa muscular, são necessários consistência e tempo dentro de uma academia. No entanto, a consistência pode apresentar um problema relacionado à rápida adaptação dos músculos a um tipo de treino, quando este é realizado durante muito tempo. Com o objetivo de evitar a estagnação das adaptações musculares,

é preciso expor, com frequência, os músculos a diferentes métodos de treino, o que permite haver continuamente novos estímulos para um crescimento muscular otimizado. Este capítulo apresenta os métodos mais efetivos para maximizar a massa muscular.

Tais métodos são classificados segundo o tipo de variável aguda manipulada em cada sessão de treino.

Além disso, cada um deles é classificado em uma escala de 1 a 5, em quatro áreas críticas:

1. Tempo – É o período que a sessão leva para ser executada. Auxilia a determinar se o método se encaixa na agenda: quanto maior o número, maior o tempo necessário para completar a sessão.

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