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Medium 9788563308658

17 Controle Farmacológico da Doen ça de Parkinson e Outros Distúrbios Motores

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

17

Controle Farmacológico da

Doença de Parkinson e Outros

Distúrbios Motores

Os principais distúrbios motores consistem na doença de Parkinson, doença de Huntington, doença de Wilson e síndrome de Tourette. O Quadro 17.1 apresenta um resumo dos distúrbios motores comuns.

Existem vários tipos de movimento anormal ou sinal destes distúrbios, como atetose, balismo, coreia, discinesia, distonia, tiques e tremores, descritos no Quadro 17.2, e que podem ser causados por várias condições médicas gerais e certos fármacos, além dos distúrbios neurológicos mencionados.

Para compreender como os distúrbios motores são tratados, é importante conhecer sua patogênese básica.

Muitas dos distúrbios motores são atribuídos a distúrbios dos gânglios basais, mas a função exata destas estruturas anatômicas ainda não foi totalmente compreendida, não sendo possível relacionar os sintomas das pessoas com o envolvimento de locais específicos. Além disso, as pessoas que apresentam a mesma doença, como a doença de Parkinson, podem ter sintomas muito diferentes e responder de forma diversa às terapias medicamentosas e de reabilitação. Os principais grupos de fármacos e os fármacos representativos usados na doença de Parkinson bem como nos outros distúrbios motores estão indicados na Fig. 17.1.

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Medium 9788520430620

6. Biodisponibilidade de nutrientes e o planejamento dietético

Sonia Tucunduva Philippi, Sonia Tucunduva Philippi, Rita de Cássia Aquino Editora Manole PDF Criptografado

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BIODISPONIBILIDADE DE

NUTRIENTES E O

PLANEJAMENTO DIETÉTICO

Carla Cristina de Morais

Cristiane Cominetti

Maira Chiquito Alves

Silvia Maria Franciscato Cozzolino

!S

UMÁRIO

Introdução, 141

Interações nutriente-nutriente, 142

Fortificações e suplementações versus biodisponibilidade de nutrientes e planejamento dietético, 149

Biodisponibilidade de compostos bioativos, 154

Situações especiais em que a biodisponibilidade dos nutrientes deve ser recomendada, 159

Intolerância à lactose e alergia às proteínas do leite de vaca, 164

Procedimentos culinários que podem alterar a biodisponibilidade dos nutrientes, 168

Referências, 172

Anexo, 181

BIODISPONIBILIDADE DE NUTRIENTES E O PLANEJAMENTO DIETÉTICO

141

INTRODUÇÃO

Muitas vezes, compreender o conceito de biodisponibilidade pode não ser uma tarefa fácil. Inicialmente utilizado em estudos de farmacologia para descrever quanto da substância ativa em sua forma disponível alcançava a circulação sanguínea e atingia o órgão-alvo (Sheth, 1974), passou a ser aplicado também na área da nutrição. O primeiro conceito de biodisponibilidade de nutrientes, um tanto simplificado, partiu do pressuposto de que uma parcela do nutriente presente no alimento ingerido não era aproveitada pelo organismo. A partir de outros estudos, definiu-se biodisponibilidade como “a proporção do nutriente que é digerido, absorvido e metabolizado pelo organismo, capaz de estar disponível para uso ou armazenamento” (Southgate, 1987; Cozzolino e

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Medium 9788520432914

4. Os cinco principais exercícios abdominais

Blandine Calais-Germain Editora Manole PDF Criptografado

4

Os cinco principais exercícios abdominais

74 Para trabalhar os abdominais: a “receita” com base na fundamentação anatômica

75 Quais são os riscos associados aos exercícios abdominais?

76 Flexões de tronco ou flexões abdominais

90 A elevação de pernas na posição deitada

98 As flexões de braços

104 As rotações de tronco na posição deitada

110 A retração do abdome na expiração forçada

abdos sans risque.indd 73

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Para trabalhar os abdominais:

a “receita” com base na fundamentação anatômica

O princípio básico é sempre o mesmo.

É necessário fixar ou mobilizar as partes do tronco sobre as quais os músculos abdominais estão inseridos:

- a pelve;

- as costelas;

- a coluna lombar ou toracolombar.

É necessário criar ou aumentar a resistência à ação proposta, o que a torna mais difícil de ser realizada

(ver p. 71).

Como criar ou aumentar uma resistência?

Pode ser o peso da cabeça que traciona a caixa torácica

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Medium 9788582710128

Capítulo 6 - Cotovelo e Antebraço

David H. Perrin Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Cotovelo e Antebraço

A

ligação do úmero distal com a ulna proximal forma o cotovelo. O ligamento colateral medial, chamado de ulnar, e o colateral lateral, denominado radial, limitam o deslocamento valgo e varo, respectivamente.

A dobradiça do cotovelo permite a flexão e a extensão (Fig. 6.1). A flexão ocorre pela ação dos músculos anteriores do braço, que incluem o bíceps braquial e o braquial. As três cabeças do tríceps braquial compreendem os músculos posteriores e produzem a extensão do cotovelo.

Cotovelo anterior

Úmero

Fossa coronoidea

Capítulo

Tróclea

Cabeça do rádio

Coronoide

Articulação radioulnar proximal

Ulna

Rádio

Tuberosidade radial

Cortesia: Primal Pictures.

114

David H. Perrin

Cotovelo posterior

Úmero

Fossa do olécrano

Epicôndilo lateral

Epidôndilo medial

Olécrano

Ulna

Cortesia: Primal Pictures.

Ligamentos da articulação do cotovelo

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Medium 9788520456880

6. Vitamina D

Celso Cukier, Vanessa Cukier Editora Manole PDF Criptografado

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Vitamina D

Gina Roberta Borsetto

Liane Athayde Beringhs-Bueno

Naiara Cabral

INTRODUÇÃO

A vitamina D é uma substância lipossolúvel, precursora de hormônios, classificada como um nutriente essencial para o organismo dos seres humanos. Diversas funções são exercidas no organismo humano pela vitamina D, dentre elas o metabolismo da insulina, a regulação do metabolismo de minerais, em especial do cálcio (saúde óssea), a participação na manutenção da homeostasia, como crescimento, diferenciação e apoptose celular, e a participação na regulação dos sistemas imunológico, cardiovascular e musculoesquelético (Oliveira et al., 2014).

A deficiência de vitamina D teve sua prevalência muito aumentada após a

Revolução Industrial, incidindo principalmente em crianças, causando o raquitismo e o retardo do crescimento, e em adultos, causando osteomalácia e hiperparatireoidismo secundário. Nessas desordens, ocorrem o aumento da reabsorção óssea, favorecendo a perda de massa óssea, e o desenvolvimento de osteopenia e osteoporose (os ossos contêm menos cálcio: a relação entre o cálcio e o osso orgânico está reduzida). A fraqueza muscular também pode ocorrer, contribuindo para elevar ainda mais o risco de quedas e de fraturas ósseas em pacientes com baixa massa óssea (Maeda et al., 2014; Premaor e Furlanetto,

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