354 capítulos
Medium 9788520435342

1. A dinâmica da respiração

KAMINOFF, Leslie; MATTHEWS, Amy Editora Manole PDF Criptografado

cApÍtULo

A dinâmicA dA respirAção

1

E

ste capítulo explora a anatomia da respiração do ponto de vista da yoga, tomando a célula como ponto de partida. Essa unidade mais básica de vida pode nos ensinar muito sobre a yoga.

Na verdade, os conceitos essenciais da yoga nasceram da observação da forma e das funções da célula. Além disso, quando compreendemos os princípios de uma única célula, podemos compreender os princípios de qualquer coisa que seja constituída por células, como o corpo humano.

LiçÕeS De Yoga com BaSe na cÉLuLa

As células são os elementos essenciais da vida, tanto para plantas unicelulares quanto para os animais que possuem trilhões delas. O corpo humano, que é composto por cerca de 100 trilhões de células, inicia-se com duas células recém-criadas.

A célula consiste em três partes: a membrana plasmática, o núcleo e o citoplasma. A membrana separa o ambiente interno da célula, que consiste em citoplasma e núcleo, do seu ambiente externo, que contém os nutrientes de que ela precisa.

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Medium 9788520431467

3. Aplicação do método pilates

MASSEY, Paul  Editora Manole PDF Criptografado

Aplicação do método pilates

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Pilates – Uma abordagem anatômica

APLICAÇÃO DO MÉTODO PILATES

O pilates integra todo o corpo, treinando áreas corporais isoladamente ou em conjunto por meio da aplicação dos princípios de movimento e estabilidade. Cada exercício de pilates tem um foco muscular (i. e., controle motor, flexibilidade e equilíbrio muscular) ou um objetivo. As áreas de foco trabalham em níveis progressivos diferentes para tornar possível à pessoa construir habilidade e coordenação enquanto realiza o exercício.

Equilíbrio muscular

O equilíbrio muscular é determinado como a relação entre o tônus ou a força e o comprimento dos músculos em torno de uma articulação. Os músculos podem ser classificados em dois tipos básicos: aqueles que estabilizam uma articulação e aqueles que são responsáveis pelo movimento.

Estabilizadores e mobilizadores

Músculos estabilizadores, como o nome indica, são aqueles que estabilizam uma articulação; são compostos de fibras de contração lenta – que produzem resistência – e ajudam na manutenção da postura. Eles podem ser subdivididos ainda em estabilizadores primários – que têm inserções muito profundas, situadas próximo ao eixo de rotação articular – e estabilizadores secundários, que são músculos potentes, com uma habilidade de absorver grandes quantidades de força. Os estabilizadores trabalham contra a gravidade e tendem a ficar fracos e alongados com o tempo. Pessoas com um alinhamento postural deficiente ou um estilo de vida sedentário tendem a apresentar tônus insuficiente nesses músculos.

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Medium 9788536322711

Capítulo 17 - A Articulação do Quadril

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 17

A ARTICULAÇÃO DO QUADRIL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia da articulação, dos ligamentos, dos músculos e dos suprimentos nervoso e sanguíneo que compreendem o complexo da articulação do quadril.

2. Descrever a biomecânica da articulação do quadril, incluindo posições de espaço e atrito articular, barreiras articulares normais e anormais, pares de força e estabilizadores da articulação.

3. Descrever o propósito e os componentes do exame da articulação do quadril.

4. Realizar um exame abrangente da articulação do quadril incluindo palpação das estruturas articulares e do tecido mole, testes de mobilidade passiva específica, de mobilidade articular passiva e testes de estresse de estabilidade.

5. Avaliar os dados totais do exame para estabelecer um diagnóstico.

6. Descrever a relação entre desequilíbrio muscular e desempenho funcional do quadril.

7. Resumir as várias causas da disfunção do quadril.

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Medium 9788563308658

23 Corticosteroides e Antagonistas dos Corticosteroides

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

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Corticosteroides e Antagonistas dos Corticosteroides

Os corticosteroides endógenos, produzidos pelo córtex suprarrenal, são essenciais à vida. Como os hormônios esteroides gonadais discutidos no Cap. 22, a matériaprima para a síntese dos corticosteroides é o colesterol.

Compreendem dois dos principais grupos fisiológicos e farmacológicos, os glicocorticoides e mineralocorticoides (Fig. 23.1). Os glicocorticoides possuem efeitos importantes no metabolismo intermediário, no catabolismo, nas respostas imunológicas e na inflamação.

Os mineralocorticoides regulam o transporte de sódio e potássio nos tubos coletores dos rins. Um terceiro grupo, os androgênios suprarrenais (deidroepiandrosterona [DHEA] e androstenediona), é o principal precursor endógeno do estrogênio em mulheres nas quais a função ovariana é deficiente ou ausente (p. ex., na pósmenopausa) e nos meninos pré-adolescentes. Também são abordados no capítulo os fármacos que modulam os efeitos fisiológicos dos corticosteroides endógenos, mimetizam os corticosteroides ou inibem a síntese dos corticosteroides ou as interações com os receptores.

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Medium 9788582713822

Capítulo 27 - Prevenção de lesões na corrida

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV Considerações específicas por região

CAPÍTULO

27

Michael Fredericson, Cameron Harrison, Adam Sebastin Tenforde e Venu Akuthota

Prevenção de lesões na corrida

Os atletas que participam em esportes de corrida necessitam de programas únicos e específicos que enfatizem a força, a potência e a resistência. Contudo, os rigores do treinamento de corrida colocam altas cargas de estresse sobre os músculos, articulações e ossos das extremidades inferiores, fato que pode resultar em lesões nessas estruturas.

Lesões comuns dos membros inferiores costumam ser fraturas por estresse, tendinopatia dos isquiotibiais, síndrome patelofemoral, síndrome da fricção da banda iliotibial, síndrome medial da tíbia, tendinite no tendão de Aquiles, fascite plantar e torções do tornozelo (1, 2).

Embora os sintomas particulares de cada lesão possam variar, o desenvolvimento de cada uma pode resultar do efeito cumulativo de diferentes etiologias. A causa mais frequente de problemas costuma ser um abrupto aumento na quilometragem semanal ou na intensidade dos treinamentos. Outros fatores associados costumam ser o uso de calçados antigos ou inadequados, falta de alongamento de músculos importantes nos membros inferiores, desalinhamento postural e desequilíbrios musculares. O ato de correr é executado, predominantemente, no plano sagital, fato que tende a desenvolver flexores de quadril fortes e/ou contraturados, assim como extensores do quadril, flexores do joelho e plantares além dos abdutores do quadril inibidos (fracos).

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