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Capítulo 21 - A Artéria Vertebral

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C A P Í T U L O 21

A ARTÉRIA VERTEBRAL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia e a distribuição da artéria vertebral.

2. Descrever as quatro porções comumente reconhecidas da artéria vertebral.

3. Resumir as causas de oclusão ou de comprometimento da artéria vertebral.

4. Reconhecer as características de oclusão ou de comprometimento da artéria vertebral.

5. Descrever os vários testes especiais para a avaliação da permeabilidade do sistema vertebrobasilar.

VISÃO GERAL

A circulação principal da fossa craniana posterior origina-se a partir do sistema da artéria vertebrobasilar (AVB). Os primeiros estudos sobre a artéria vertebral (AV) foram registrados nos idos de 1844.1 Em 1962, Williams e Wilson2 apresentaram uma descrição detalhada do comprometimento da AVB, indicando que os sintomas reversíveis estavam relacionados à ineficácia do sistema basilar.

Desde aquela época, o reconhecimento da importância da AV continuou crescendo, sendo que, atualmente, ela é discutida pelos fisioterapeutas com mais detalhes do que qualquer outra artéria. Por essa razão, foi contemplada com seu próprio capítulo. Para compreender totalmente seu significado, faremos a revisão de sua anatomia e função.

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Capítulo 4 - Resposta dos Tecidos Biológicos aos Efeitos da Tensão

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CAPÍTULO 4

RESPOSTA DOS TECIDOS

BIOLÓGICOS AOS EFEITOS

DA TENSÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever os vários tipos de carga que atuam sobre o sistema musculoesquelético.

2. Descrever as respostas dos vários tecidos a diferentes tipos de tensão.

3. Descrever a etiologia e a fisiopatologia das diversas lesões musculoesqueléticas associadas aos diferentes tipos de tecidos do corpo humano.

4. Listar os efeitos nocivos que a imobilização pode ter sobre os tecidos do sistema musculoesquelético.

VISÃO GERAL

Postura e movimento são ambos governados pelo controle das forças. As mesmas forças que movem e estabilizam o corpo têm, também, o potencial de deformá-lo e lesioná-lo.1 Uma ampla variedade de forças externas e internas é gerada ou absorvida pelo corpo humano durante o curso das atividades diárias. Exemplos de forças externas incluem força de reação ao solo, ao atrito, à gravidade e à força aplicada por meio do contato. Exemplos de forças internas incluem contrações musculares, contato articular e forças de cisalhamento articular.

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Capítulo 8 - Exame e Avaliação

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CAPÍTULO 8

EXAME E AVALIAÇÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Entender os princípios dos exames completos.

2. Descrever as diferenças entre exame e avaliação.

3. Entender o valor da observação completa de um paciente e das informações obtidas nessa avaliação.

4. Obter histórias completas.

5. Descrever a importância da revisão de sistemas.

6. Elaborar uma lista de componentes de um teste e mensurar um exame.

7. Descrever os diferentes tipos de estudos de imagem e seu valor relativo nos processos de exames.

8. Descrever os diferentes tipos de modelos diagnósticos.

Rotina do fisioterapeuta

O processo de um exame envolve a relação complexa entre o fisioterapeuta e seu paciente. Os principais objetivos dos processos de exame são fornecer trocas efetivas e eficientes e desenvolver a comunicação saudável entre ambos. O sucesso dessa interação envolve um sem número de habilidades. Os fisioterapeutas bem-sucedidos são aqueles que demonstram habilidades efetivas de comunicação, raciocínio clínico, senso crítico, decisões criativas e competência.

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Capítulo 26 - A Coluna Lombar

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C A P Í T U L O 26

A COLUNA LOMBAR

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever as vértebras, os ligamentos, os músculos e os suprimentos sanguíneo e nervoso que compõem o segmento intervertebral lombar.

2. Descrever os movimentos acoplados da coluna lombar, as barreiras articulares normais e anormais e as reações das várias estruturas a cargas.

3. Fazer um exame detalhado do sistema musculoesquelético, incluindo a história, a observação, a palpação das estruturas articulares e de tecido mole, os testes específicos de mobilidade passiva e articular para as articulações intervertebrais e o teste de estabilidade.

4. Avaliar os resultados do exame e determinar um diagnóstico.

5. Descrever as patologias comuns e as lesões dessa região.

6. Descrever as estratégias de intervenção com base nos achados clínicos e nos objetivos estabelecidos.

7. Planejar uma intervenção com base na educação do paciente, no tratamento manual e no exercício terapêutico.

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Capítulo 24 - A Articulação Temporomandibular

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C A P Í T U L O 24

A ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia da articulação temporomandibular, incluindo os ossos, os ligamentos, os músculos e os suprimentos sanguíneo e nervoso.

2. Descrever a biomecânica da articulação temporomandibular, incluindo os movimentos, as barreiras articulares normais e anormais, a cinesiologia e as reações a várias tensões.

3. Resumir as diversas causas da disfunção temporomandibular.

4. Descrever a associação entre a articulação temporomandibular, o ouvido médio e a coluna cervical.

5. Realizar exame abrangente do sistema musculoesquelético temporomandibular, incluindo a palpação das estruturas articulares e do tecido mole e testes de mobilidade articular passiva, de mobilidade passiva específica e de estabilidade.

6. Avaliar os dados do exame total para estabelecer diagnósticos.

7. Reconhecer as manifestações da função da articulação temporomandibular anormal e desenvolver estratégias para corrigir essas anormalidades.

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Capítulo 14 - O Complexo do Ombro

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C A P Í T U L O 14

O COMPLEXO DO OMBRO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia das articulações, dos ligamentos, dos músculos e dos suprimentos sanguíneo e nervoso que compõem o complexo do ombro.

2. Descrever a biomecânica do complexo do ombro, incluindo as posições com atrito articular e com espaço articular, a força muscular acoplada e os estabilizadores estáticos e dinâmicos.

3. Descrever a relação entre desequilíbrio muscular e desempenho funcional do ombro.

4. Descrever o propósito e os componentes dos testes e das medidas para o complexo do ombro.

5. Realizar um exame pormenorizado do complexo do ombro, incluindo história, revisão de sistemas, palpação das estruturas articulares e moles, testes de mobilidade passiva específica, testes de mobilidade articular passiva e testes especiais.

6. Avaliar os achados principais provenientes dos dados do exame para estabelecer o diagnóstico e o prognóstico.

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Capítulo 1 - Sistema Musculoesquelético

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CAPÍTULO 1

SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever os vários tipos de tecidos biológicos do sistema musculoesquelético.

2. Descrever os tipos de tecido conjuntivo.

3. Resumir a função do colágeno e da elastina.

4. Descrever as semelhanças e as diferenças estruturais entre fáscia, tendões e ligamentos.

5. Descrever a estrutura e a função dos ossos.

6. Classificar os diferentes tipos de tecido cartilagíneo.

7. Enumerar os componentes sinoviais.

8. Descrever os componentes celulares do músculo esquelético.

9. Resumir a sequência de fatos envolvidos nas contrações musculares.

10. Descrever os vários processos de produção de energia usados pelo corpo.

11. Listar os vários tipos de fibras musculares e indicar o papel que desempenham na função muscular.

12. Descrever algumas das patologias comuns envolvendo os vários tipos de tecido conjuntivo.

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Capítulo 28 - Reabilitação Pós-Cirúrgica da Extremidade Superior

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C A P Í T U L O 28

REABILITAÇÃO PÓS-CIRÚRGICA

DA EXTREMIDADE SUPERIOR

Procedimentos envolvendo o ombro

Reconstrução capsular anterior

Sempre ocorre um alongamento capsular significativo quando a articulação glenoumeral subluxa ou desloca-se de forma traumática ou atraumática. Dependendo da gravidade, o alongamento capsular apresenta frouxidão ou instabilidade dessa articulação.

Se resultar no desgaste da cápsula anterior do lábio glenoidal, o alongamento é conhecido como lesão de Bankart.1 Para a recuperação da estabilidade do ombro, as lesões desse tipo podem exigir reparos cirúrgicos com o objetivo de aliviar a dor e permitir que a amplitude de movimento (ADM) e a força retornem aos níveis pré-mórbidos.2-6

Indicações

A extensão e a direção da instabilidade articular, bem como os requisitos físicos do paciente, determinam se a abordagem inicial deve ser conservadora ou cirúrgica. A abordagem conservadora inclui um programa de fortalecimento muscular do deltoide, do

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Capítulo 9 - Diagnóstico Diferencial

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CAPÍTULO 9

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Entender a importância do diagnóstico diferencial.

2. Fazer a distinção entre um diagnóstico de fisioterapia e um diagnóstico médico.

3. Reconhecer sinais e sintomas que exigem encaminhamento médico (bandeiras vermelhas).

4. Elaborar uma lista contendo as principais patologias médicas ou sistêmicas que podem imitar patologias musculoesqueléticas.

VISÃO GERAL

Um importante componente da lei Vision 2020 estabelecida pela American Physical Therapy Association (APTA)1 é obter o acesso direto por meio de ações e julgamentos independentes, autodeterminados e profissionais.1 Com a maioria dos estados permitindo acesso direto aos fisioterapeutas, muitos profissionais têm agora a responsabilidade primária de serem os guardiões do cuidado com a saúde e de fazer encaminhamentos médicos. Na percepção da “Vision 2020” a definição operacional da prática autônoma e em relação ao profissional de fisioterapia é definido pela APTA da seguinte maneira:

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Capítulo 19 - O Tornozelo e o Pé

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C A P Í T U L O 19

O TORNOZELO E O PÉ

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia das articulações, dos ligamentos, dos músculos e dos suportes sanguíneo e nervoso que compreendem o complexo do pé e do tornozelo.

2. Descrever a biomecânica do complexo do pé e do tornozelo, incluindo as posições com espaço articular e com atrito articular, as sensações normais e anormais de final do movimento, a cinesiologia e os efeitos das atividades das cadeias aberta e fechada.

3. Descrever o objetivo e os componentes dos testes e das medidas do complexo do pé e do tornozelo.

4. Realizar um exame detalhado do complexo do pé e do tornozelo, incluindo palpação das estruturas de tecido mole e articulares, teste de amplitude de movimento, testes de mobilidade articular passiva e testes de estabilidade.

5. Discutir a importância dos achados principais a partir de testes e medidas.

6. Avaliar os dados de exame totais para estabelecer um diagnóstico fisioterapêutico.

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Capítulo 22 - A Articulação Craniovertebral

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C A P Í T U L O 22

A ARTICULAÇÃO CRANIOVERTEBRAL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia das vértebras, dos ligamentos, dos músculos e do suporte sanguíneo e nervoso que compreendem os segmentos craniovertebrais.

2. Descrever a biomecânica das articulações craniovertebrais, incluindo os movimentos acoplados, as barreiras articulares normais e anormais e a cinesiologia.

3. Realizar uma revisão abrangente da história e dos sistemas para a região craniovertebral.

4. Realizar um exame detalhado do sistema musculoesquelético craniovertebral, incluindo a palpação das estruturas articulares e de tecido mole, testes de mobilidade passiva específicos, testes de mobilidade articular passiva e testes de estabilidade.

5. Avaliar os dados do exame total para estabelecer um diagnóstico.

6. Aplicar as técnicas manuais apropriadas para as articulações craniovertebrais, usando o grau, a direção e a duração corretos.

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Capítulo 15 - O Complexo do Cotovelo

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C A P Í T U L O 15

O COMPLEXO DO COTOVELO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia das articulações, ligamentos, músculos e suprimento sanguíneo e nervoso que formam o complexo do cotovelo.

2. Descrever a biomecânica do complexo do cotovelo, incluindo as posições com espaço e com atrito articular, as barreiras articulares normais e anormais, as forças acopladas e os estabilizadores.

3. Descrever o objetivo e os componentes dos testes e das medidas para o complexo do cotovelo.

4. Executar um exame abrangente do complexo do cotovelo, incluindo palpação das estruturas articulares e do tecido mole, testes de mobilidade passiva específica e articular passiva e testes de estabilidade.

5. Avaliar os dados totais de exame para estabelecer um prognóstico.

6. Descrever a relação entre desequilíbrio muscular e desempenho funcional do cotovelo.

7. Descrever o significado dos achados-chave dos testes e das medidas e estabelecer um diagnóstico.

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Capítulo 6 - Controle do Desempenho de Músculos Deficientes

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CAPÍTULO 6

CONTROLE DO DESEMPENHO

DE MÚSCULOS DEFICIENTES

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever as propriedades biomecânicas do músculo esquelético humano.

2. Definir a insuficiência ativa e a insuficiência passiva de um músculo.

3. Descrever os fatores que influenciam a quantidade de tensão desenvolvida no músculo.

4. Fazer a diferenciação entre força, resistência e potência muscular.

5. Descrever estratégias para aumentar a força muscular.

6. Enumerar os diferentes tipos de resistência que podem ser utilizados para fortalecer os músculos.

7. Enumerar os diferentes tipos de contrações musculares e as suas respectivas vantagens e desvantagens.

8. Descrever os vários tipos de progressão de exercício e os seus componentes.

9. Descrever estratégias para aumentar a resistência muscular.

10. Descrever estratégias para aumentar a potência muscular.

11. Explicar os princípios básicos da pliometria.

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Capítulo 12 - Mobilizações Neurodinâmicas

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C A P Í T U L O 12

MOBILIZAÇÕES

NEURODINÂMICAS

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Resumir os vários tipos de exames neurodinâmicos e técnicas de mobilização.

2. Descrever os mecanismos propostos para os exames neurodinâmicos e as técnicas de mobilização.

3. Aplicar o conhecimento das várias técnicas de mobilização neurodinâmica no planejamento de programas amplos de reabilitação.

4. Reconhecer as manifestações de tensões nos tecidos nervosos anormais e desenvolver estratégias usando as técnicas de mobilização neurodinâmica para o tratamento das anormalidades.

5. Avaliar a eficácia das técnicas de mobilização neurodinâmica quando usadas como intervenções diretas.

VISÃO GERAL

O sistema nervoso é uma estrutura elétrica, química e mecânica com sequência lógica entre suas duas subdivisões: o sistema nervoso central e o sistema nervoso periférico (ver Cap.

2). Além de possibilitar a comunicação inter e intraneural através de toda a rede, o sistema nervoso é capaz de suportar tensões mecânicas, como resultado de suas características mecânicas únicas. O tecido nervoso, que é um tipo de tecido conjuntivo, é viscoelástico. A viscoelasticidade permite a transferência de tensões mecânicas para todo o sistema nervoso durante os movimentos do tronco ou dos membros. Essa adaptação resulta de mudanças no comprimento da medula espinal1 e da capacidade de adaptação dos nervos periféricos a diferentes posições. Os nervos periféricos adaptam-se por meio de movimentos passivos em relação ao tecido circundante, por intermédio de um dispositivo deslizante em torno do tronco nervoso.2,3 Três mecanismos desempenham papéis fundamentais nesse processo de adaptabilidade:3

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Capítulo 3 - Cinesiologia do Sistema Musculoesquelético

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CAPÍTULO 3

CINESIOLOGIA DO SISTEMA

MUSCULOESQUELÉTICO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Definir os termos mais comuns usados em biomecânica.

2. Descrever os diferentes planos do corpo humano.

3. Descrever os diferentes eixos do corpo e os movimentos que ocorrem ao seu redor.

4. Definir os termos osteocinemático e artrocinemático.

5. Diferenciar os tipos de movimento que ocorrem nas superfícies articulares.

6. Descrever a biomecânica básica dos movimentos articulares em termos de relações côncavo-convexas.

7. Descrever os componentes dos movimentos normais e anormais.

8. Definir os termos posição com espaço articular e posição de atrito articular.

VISÃO GERAL

A cinesiologia envolve a aplicação de princípios mecânicos no estudo da estrutura e da função do movimento. A palavra cinesiologia é derivada do grego kinesia, mover-se, e logia, estudar. A cinemática é uma ramificação da mecânica que descreve o movimento de um corpo. As interações das estruturas musculoesqueléticas são um bom exemplo de sistema mecânico. As funções primárias do sistema musculoesquelético são transmitir forças de uma parte do corpo para outra e proteger determinados órgãos

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