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Capítulo 43. Prevenção ao uso de substâncias

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Prevenção ao uso de substâncias

Alessandra Diehl, Neliana Buzi Figlie e Geraldo M. Campos

PONTOS-CHAVE dos programas de prevenção atuais é agir de maneira multifatorial e multidimensional.

 AOutendência seja, é desejável que vários domínios da vida do indivíduo recebam a atenção preventiva. programas de prevenção devem ser planejados de modo a reforçar aspectos positivos (fatores de

 Os proteção) da vida do indivíduo ou de uma determinada coletividade e diminuir aspectos negativos (fatores de risco) que possam vir a ser prejudiciais a eles.

sociedade organizada poderá cobrar ações governamentais e não governamentais que visem a

 Uma disponibilização de serviços e políticas públicas que possam minimizar os riscos do uso de substâncias. de prevenção ao uso de substâncias não precisam, necessariamente, abordar direta e unicamente

 Ações questões relacionadas a álcool e outras drogas. Também são estratégias preventivas aquelas que se dedicam à melhora da qualidade de vida na comunidade, ao fortalecimento dos vínculos familiares e institucionais e à atenção à saúde física e emocional da população.

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Capítulo 33. Idosos

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Idosos

Érico Castro-Costa e Alessandra Diehl

PONTOS-CHAVE uso de substâncias por idosos é um problema frequente e crescente em alguns lugares do mundo e

 Oenvolve substâncias lícitas e ilícitas. reconhecimento do uso de substâncias por idosos é por vezes difícil, devido às alterações biológicas e

 Osociais decorrentes do envelhecimento, as quais dificultam o emprego dos critérios diagnósticos habituais. consideração do risco real de uso de substâncias nos idosos de forma problemática é vital para o

 Adiagnósti co precoce, encaminhamentos e seguimentos adequados para essa condição.

Dados norte-americanos revelam que atualmente há 43,1 milhões de pessoas com 65 anos ou mais vivendo nos Estados

Unidos. A prevalência de transtornos por uso de substâncias em idosos permanece relativamente constante até os 60 anos.

Depois disso, a taxa desses transtornos cai para 6%. Os dados do The National Survey on Drug Use and Health (NSDUH) de

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Capítulo 22. Terapias cognitivo-comportamentais aplicadas ao tratamento da dependência química

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Terapias cognitivo-comportamentais aplicadas ao tratamento da dependência química

Neide Zanelatto

PONTOS-CHAVE terapias cognitivo-comportamentais (TCCs) integram técnicas e conceitos vindos da teoria cognitiva

 As e da teoria comportamental, mas se traduzem em algo mais do que a simples combinação de ambas as teorias.

 Mudanças na cognição tornam as mudanças comportamentais mais duradouras. dos principais objetivos das TCCs é identificar e corrigir erros de pensamento que geram problemas

 Um para o indivíduo em decorrência de suas vulnerabilidades cognitivas e auxiliar no desenvolvimento de estratégias de enfrentamento de situações que põem em risco o alcance dos objetivos estabelecidos durante o tratamento.

dependência de substâncias, esse referencial teórico tem sido apontado como um dos que apresenta

 Na maior eficácia (padrão ouro) em termos de resultados obtidos com o tratamento.

A dependência de substâncias é um fenômeno complexo e tem sido considerada em um sem número de visões, muitas vezes contraditórias em seu veredito. O clínico dessa área, ao observar os vários contextos que circundam tal fenômeno, deve ter em mente que seu papel fundamental é auxiliar os indivíduos que buscam ajuda no sentido de modificarem seus comportamentos dependentes da forma mais eficaz possível, diante dos recursos de que dispõem. O trabalho com dependentes de substâncias é árduo, dadas as características desse transtorno e consideradas as limitações dos vários modelos de tratamento. Nosso trabalho é compreender e tratar o indivíduo como um todo, vendo além do seu problema de dependência, mas não perdendo o foco clínico do tratamento. Muitos referenciais teóricos têm sido desenvolvidos para tornar essa tarefa factível.

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Capítulo 42. Sexualidade, saúde sexual e dependência química

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Sexualidade, saúde sexual e dependência química

Alessandra Diehl, Flávio Henrique Barros De Simoni e Maria Elisa Bezerra

PONTOS-CHAVE

 Saúde sexual é um dos direitos fundamentais de todos os seres humanos.

 Há estreita relação entre os diversos comportamentos sexuais e o uso de substâncias. de lapsos e recaídas em dependentes químicos podem estar ligados a comportamentos sexuais

 Episódios de risco. sexualidade e a saúde sexual devem ser parte integrante dos centros de tratamento para a dependência

 Aquímica. abordagem respeitosa, inclusiva e ética, em uma atmosfera de não julgamento e com mais

 Uma acolhimento, deixa as pessoas confortáveis e favorece o compartilhamento de suas experiências sobre sexualidade e problemas sexuais.

SAÚDE SEXUAL E SAÚDE PÚBLICA

Saúde sexual é um direito fundamental e extremamente importante para indivíduos, casais e famílias, bem como para o desenvolvimento social e econômico de comunidades e países.1,2 Em 2006, a Organização Mundial da Saúde (OMS) ampliou o conceito de saúde apresentado em 1948, ao declarar que a saúde sexual não é apenas “o completo bem-estar emocional, físico e mental dos indivíduos e ausência de doenças ou enfermidades”, mas também o entendimento de elementos como identidade sexual e de gênero, expressão sexual, relacionamento e prazer.2 A OMS também cita condições ou consequências negativas, como infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), vírus da imunodeficiência humana (HIV), infecções do trato reprodutivo, infertilidade, gestação não planejada, aborto, disfunções sexuais, violência sexual e práticas nocivas, como a mutilação genital feminina praticada em alguns países da África por razões não médicas.1,3,4

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Capítulo 38. Suicídio e uso de substâncias

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38

Suicídio e uso de substâncias

Leonardo Afonso dos Santos e Alessandra Diehl

PONTOS-CHAVE

 O suicídio é um problema de saúde pública global.

 O uso e a dependência de substâncias são fatores de risco importantes para o suicídio. suicídio é um fenômeno passível de prevenção, e o tratamento dos transtornos relacionados a

 Osubstâncias e a prevenção ao uso de drogas devem fazer parte dessas medidas.

O termo “suicídio” é derivado do latim a partir das palavras sui (si mesmo) e caedes (ação de matar). Fenômeno presente desde os primórdios da história humana, recebeu, ao longo do tempo, uma ampla gama de significações filosóficas e conceituais: da veemente proibição à glorificação heroica do ato.1 Em 400 a.C., por exemplo, Hipócrates já atribuía o suicídio à melancolia como consequência da depressão. Já a cultura cristã, baseada na teologia de Santo Agostinho (354-430 d.C.), o considera intrinsecamente ligado ao pecado e à condenação, já que não haveria tempo para o arrependimento e o perdão. Em 967, na Inglaterra, ele se torna um ato criminoso. Somente em 1827, com Esquirol, o fenômeno adquire a conotação de um problema psiquiátrico, e, apenas recentemente, em 1976, passou a ser compreendido em uma abordagem mais biológica.2

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Capítulo 66. Álcool, publicidade e propaganda

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66

Álcool, publicidade e propaganda

Ilana Pinsky e Nelson D. Fragoso

PONTOS-CHAVE

 As veiculações comerciais de bebidas alcoólicas na mídia estão fortemente ligadas ao esporte. televisão, os pontos de vendas alternativos e as revistas demonstram uma ação massiva em direção ao

 Apúblico jovem quando o produto é bebida alcoólica. governamental em relação à propaganda terá um efeito positivo, da mesma maneira que

 Regulamentação ocorreu com o cigarro.

A partir dos anos de 1980, vários levantamentos foram realizados sobre o consumo de bebidas alcoólicas entre adolescentes e jovens no Brasil. As pesquisas mais recentes apontam o início do consumo entre 12 e 14 anos,1 sendo que a idade legal para consumo de álcool no Brasil é de 18 anos. O único levantamento probabilístico nacional, finalizado em 2006, mostrou que 66% dos adolescentes (14-17 anos) não consumiram álcool nos 12 meses anteriores à pesquisa, e pouco menos de um quarto já bebeu em binge ao menos uma vez no mesmo período.1 Entre as bebidas alcoólicas consumidas, cerveja ou chope representam cerca de metade.1 Segundo o site Cervesia,2 o mercado brasileiro de cerveja é dominado por grandes marcas;

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Capítulo 34. Lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais LGBTTQQIA +

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34

Lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais

LGBTTQQIA +

Alessandra Diehl

“O mundo não é dividido em ovinos e caprinos. Nem todas as coisas são pretas nem todas as coisas brancas.

Somente a mente humana inventa categorias e tenta forçar os fatos em escaninhos separados. O mundo vivo é um continuum em cada e todos os seus aspectos. O quanto antes nós aprendermos a este respeito do comportamento sexual humano, mais brevemente alcançaremos o som do entendimento da realidade sobre sexo.”

Kinsey1

PONTOS-CHAVE gays, bissexuais, transexuais e intersexuais (LGBTI) estão sob maior risco de uso de álcool e

 Lésbicas, outras drogas, assim como de transtornos e problemas mentais como depressão, ansiedade, suicídio e tentativas de suicídio em comparação com a população em geral ou com seus pares heterossexuais e cisgêneros.

específicas, como homofobia, bullying homofóbico, preconceito, discriminação, assédio,

 Vulnerabilidades maus-tratos e outras formas de violência tentam explicar as taxas aumentadas de consumo de substâncias em indivíduos LGBTI a partir da teoria do estresse das minorias.

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Capítulo 46. Redução de danos

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Redução de danos

Julia Machado Khoury, André Augusto Corrêa de Freitas e Frederico Garcia

PONTOS-CHAVE redução de danos é um conjunto de políticas e programas estruturados para reduzir os danos

 Aassociados ao uso das drogas, e não necessariamente para alterar o padrão de uso das drogas. redução de danos surgiu na Inglaterra e se expandiu após o aumento exponencial da transmissão do HIV

 Aentre os usuários de drogas injetáveis. as principais técnicas da redução de danos, estão a troca de seringas e agulhas, a substituição

 Entre de heroína por metadona, a distribuição de preservativos e o aconselhamento para seu uso e o aconselhamento e testagem para o HIV.

vidade da redução de danos parece ser reduzida no Brasil pela falta de consistência conceitual

 Anaefeti definição das abordagens e nas estratégias propostas e pela falta de compreensão plena de seus pressupostos e bases.

A redução de danos pode ser definida como um conjunto de políticas e programas estruturados com o propósito de reduzir as consequências adversas das drogas do ponto de vista sanitário, social e econômico.1 Ela pode compreender: (1) a abstinência ou redução do consumo de drogas;

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Capítulo 8. Neuropsicologia e reabilitação cognitiva na dependência química

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Neuropsicologia e reabilitação cognitiva na dependência química

Priscila Previato de Almeida

PONTOS-CHAVE

 A avaliação neuropsicológica auxilia na investigação de aspectos clínicos e cognitivos.

 O uso de substâncias pode alterar o funcionamento cognitivo.

 Prejuízos cognitivos podem influenciar o prognóstico e a adesão ao tratamento. reabilitação cognitiva é uma importante ferramenta no tratamento da dependência química e envolve

 Aaspectos que vão além dos déficits cognitivos encontrados, visando a promoção da qualidade de vida do paciente usuário de substâncias.

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jeitos, comparando ao que é esperado para a média populacional, considerando aspectos como sexo, idade, nível cognitivo e sociocultural.3

A entrevista de anamnese também é parte importante da avaliação. Nela são colhidos dados da história clínica do paciente a respeito de seu funcionamento pré-mórbido, bem como é investigado o impacto dos transtornos neuropsicológicos em sua vida diária atual.4

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Capítulo 17. Alucinógenos

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Alucinógenos

Daniel Cruz Cordeiro

PONTOS-CHAVE drogas alucinógenas são usadas pelo homem há milênios e ganharam novas características de venda e

 As consumo em tempos de internet.

 Trata-se de uma classe constituída de diversos tipos de substâncias naturais ou produzidas em laboratório.

 O consumo não parece produzir dependência química, o que não impede que produza prejuízos reais. drogas alucinógenas estão sendo estudadas como forma de tratamento para diversos males,

 Muitas incluindo a própria dependência química.

Há milênios, os alucinógenos vêm desempenhando diversos papéis na sociedade. No passado, algumas culturas os usavam em rituais de cura e espiritualidade, e hoje observamos a venda desses mesmos alucinógenos pela internet transformando-se em importante problema de saúde pública. Neste exato momento, alguém deve estar usando uma dessas substâncias na busca da “cura” da dependência química, do câncer ou de tanto outros males ou, mesmo, do autoconhecimento, de uma espiritualidade nunca antes sentida ou pelo simples desejo de uma experiência psicodélica recreativa.

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Capítulo 14. Benzodiazepínicos, hipnóticos e ansiolíticos

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Benzodiazepínicos, hipnóticos e ansiolíticos

Anne Orgler Sordi, Felix Henrique Paim Kessler, Vilma Cecilia Rodriguez Rodriguez, Patricia de Saibro e Thiago Hartmann

PONTOS-CHAVE uso de benzodiazepínicos (BZDs) deve ser feito sob cuidados médicos, avaliando-se os riscos e os

 Obenefí cios de tal prescrição. síndrome de dependência pode ocorrer mesmo em doses terapêuticas. Nesse sentido, ela deve ser

 Ainvesti gada em todos os pacientes, no passado e no presente. muito importante psicoeducar o paciente em relação aos riscos agudos e crônicos da medicação,

 Éespecialmente os riscos de dependência. evitar seu uso prolongado (mais de quatro semanas), pois aumenta a possibilidade de tolerância

 Deve-se e dependência. diferenciar os pacientes que desenvolveram dependência com doses terapêuticas daqueles que

 Deve-se apresentam comorbidade com outro transtorno psiquiátrico e/ou outra dependência química, pois a abordagem e o tratamento não são semelhantes.

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Capítulo 59. Aspectos transculturais, sociais e ritualísticos do consumo de substâncias

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59

Aspectos transculturais, sociais e ritualísticos do consumo de substâncias

Daniel Cruz Cordeiro

PONTOS-CHAVE

 As drogas fazem parte da história da humanidade. determinadas épocas, foram usadas abertamente e prescritas por médicos e curandeiros; em outras,

 Em foram proibidas e marginalizadas. dependência química se estabelece por meio de fatores diversos, como o efeito farmacológico da

 Asubstância, as características pessoais do indivíduo, o meio físico e a sociedade onde ele se encontra.

O que faz uma substância ser considerada nociva? Por que a cocaína é considerada droga, e o sal ou o açúcar não, uma vez que os três são encontrados em forma de pó, são brancos, produzem prazer e têm potencial para matar? Se o consumo de álcool provoca mais prejuízos que o consumo de crack, por que as bebidas são legalizadas? O tabaco mata metade de seus consumidores, então por que fumar tabaco é aceito socialmente, ao passo que o consumo da maconha sofre tanta discriminação?

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Capítulo 3. Epidemiologia do uso de substâncias no Brasil

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Epidemiologia do uso de substâncias no Brasil

Raul Caetano

PONTOS-CHAVE epidemiologia do uso de substâncias avançou consideravelmente no Brasil a partir de 2006, com o

 Adesenvolvimento de vários estudos nacionais, entre eles o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e

Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), repetido a cada ano.

vigilância epidemiológica é mais completa em relação ao uso e abuso de álcool e ao ato de dirigir

 Essa após beber. Outros importantes indicadores epidemiológicos, como, por exemplo, o transtorno por uso de

álcool, não são cobertos.

indicadores epidemiológicos sinalizam estabilidade de uso abusivo de álcool e de dirigir após beber no

 Os

Brasil entre 2006 e 2015. vigilância epidemiológica não cobre o uso, o abuso e os transtornos por uso de drogas ilícitas ou lícitas

 Ausadas sem prescrição médica. Essa área foi coberta por dois estudos acadêmicos, em 2006 e 2012, e por um único estudo nacional entre universitários, em 2010. Infelizmente, esses estudos não são periódicos.

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Capítulo 56. Internação em hospital psiquiátrico e clínica de recuperação

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Internação em hospital psiquiátrico e clínica de recuperação

Alessandra Diehl, Aline Coraça, Priscila Jacheta Lauri, Juliana C. Santos Ribeiro, Daniele R. Colosso Craveiro,

Lincoln Eduardo Cardoso e Marcelo Ortiz de Souza

PONTOS-CHAVE internação psiquiátrica pode representar a oportunidade de resgate da segurança e da dignidade e ser

 Ao início, quando indicado, de um processo de tratamento que em seguida deverá contar com todas as modalidades necessárias para a recuperação.

hospitais psiquiátricos não integram a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Ministério da Saúde

 Os no Brasil. Apesar das iniciativas de criação e fortalecimento dos equipamentos constituintes da RAPS,

indivíduos com condições graves têm poucos equipamentos disponíveis que permitam a estabilização do quadro de forma intensiva e em ambiente seguro.

de internação em hospital psiquiátrico podem combinar uma variedade de estratégias

 Modelos terapêuticas de reconhecida evidência e ser humanizados, éticos e inclusivos. proposta de tratamento em regime de internação em hospital psiquiátrico pode se beneficiar, por

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Capítulo 24. Prevenção da recaída

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Prevenção da recaída

Neide Zanelatto

PONTOS-CHAVE

 O modelo de prevenção da recaída (PR) supõe que o indivíduo é capaz de autocontrole. dinâmico da recaída prevê que o processo não é linear e que muitas variáveis estão envolvidas

 Onomodelo alcance da abstinência.

 O processo de recaída começa antes do consumo propriamente dito. desenvolvimento de estratégias de enfrentamento auxilia na manutenção da mudança do

 Ocomportamento. forma como se lida com um eventual lapso é determinante se haverá ou não uma recaída propriamente

 Adita.

 A recaída não significa o fracasso do tratamento; ela pode ser prevenida e, portanto, evitada.

Nas últimas três décadas, tem-se estudado mais efetivamente as causas das recaídas em transtornos de comportamento, bem como têm sido desenvolvidos modelos de tratamento com vistas a sua prevenção, uma vez que sua prevalência nesses transtornos é bastante alta.

A recaída tem sido definida por alguns teóricos como o retorno aos sintomas após um período de remissão e, por outros, como qualquer retomada dos comportamentos disfuncionais. Outros autores a definem, ainda, como um processo dinâmico que, no fim das contas, resulta no retorno aos padrões anteriores de comportamentos-problema, incluindo aí uma série de variáveis que podem ser medidas por meio da frequência e da intensidade desses comportamentos, de indicadores cognitivos e afetivos, do nível de funcionamento e, por fim, das consequências de tais comportamentos.1

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