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Medium 9788582714836

Capítulo 37. Psiquiatria forense aplicada à dependência química

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

37

Psiquiatria forense aplicada

à dependência química

Elias Abdalla-Filho, Hewdy Lobo Ribeiro e Antonio Carlos Justino Cabral

PONTOS-CHAVE grau de subjetividade nas perícias de dependência química é significativamente maior quando

 Ocomparado

àquele presente nas perícias de transtornos mentais psicóticos. assistentes devem entender a relação entre dependência química e suas possíveis

 Psiquiatras repercussões jurídicas, uma vez que essa classe de pacientes tem uma probabilidade maior de se envolver em questões judiciais.

e assistentes técnicos em psiquiatria forense devem atentar para avaliações isentas de

 Peritos interferência tendenciosa de operadores do Direito, o que não é raro em casos de dependência química.

A psiquiatria forense é a área de atuação da ciência da psiquiatria que esclarece aos operadores do Direito questões relacionadas aos transtornos mentais em casos judiciais.1

A rigor, o termo “forense” se refere aos casos que passam especificamente pelo fórum, enquanto “psiquiatria legal” seria uma expressão mais ampla que inclui a forense, mas não se restringe a ela. Assim, o termo “legal” se refere à aplicação generalizada da psiquiatria à lei, tanto nos casos que chegam ao fórum como naqueles que não chegam. No entanto, a expressão “psiquiatria forense” vem sendo largamente usada como se fosse sinônimo de psiquiatria legal, e é nesse contexto que ela é aqui usada.

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Medium 9788582603147

Capítulo 5 - Doenças relacionadas ao trabalho

Vanderlei Moraes Corrêa, Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Doenças relacionadas ao trabalho

As doenças ocupacionais são enfermidades diretamente relacionadas à atividade desempenhada pelo trabalhador ou às condições de trabalho às quais ele está submetido. As mais comuns são as lesões por esforços repetitivos (LER/DORT), que englobam mais de 30 doenças, como a tendinite

(inflamação de tendão) e a tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões).

Neste capítulo, veremos em detalhes as doenças ocupacionais mais importantes, programas de prevenção e o que dizem as legislações brasileira e internacional a respeito.

Objetivos de aprendizagem s Distinguir doenças do trabalho de doenças ocupacionais. s Reconhecer as principais doenças relacionadas ao trabalho, identificar suas causas e listar formas de preveni-las. s Aplicar as normas da legislação na prática ergonômica. s Listar os programas de prevenção em SST. s Discutir as responsabilidades da organização e do empregado na prevenção de doenças e acidentes relacionados ao trabalho. s Explicar o que é ginástica laboral e sua importância na prevenção em SST.

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Medium 9788520441053

3. Vitamina D, cálcio e aspectos genômicos e epigenéticos

Ligia Araújo Martini; Bárbara Santarosa Emo Peters Editora Manole PDF Criptografado

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VITAMINA D, CÁLCIO E ASPECTOS

GENÔMICOS E EPIGENÉTICOS

Dennys Esper Cintra

Eduardo Rochete Ropelle

José Rodrigo Pauli

INTRODUÇÃO

As investigações sobre as ações da vitamina D e do cálcio (Ca2+) tiveram seu auge nos anos 1920, iniciadas pelo bioquímico Elmer McCollum, que descobriu, entre outras vitaminas, a vitamina D. Além disso, McCollum conseguiu correlacionar a vitamina D com a presença ou ausência de Ca2+ nos ossos1. Na sequência dos anos, assim como a vitamina D, outras vitaminas e minerais foram descobertos e estudados, havendo compreensão sobre suas formas de obtenção, metabolização e também das consequências de possíveis deficiências. Os estudos bioquímicos avançaram às décadas de 1950 e 1960, contribuindo para o entendimento básico dos mecanismos de ação dessas substâncias, repercutindo na criação de novos produtos alimentícios, medicamentos2 e até de hábitos de vida, já que a exposição ao sol3 e a prática de atividade física estariam fortemente correlacionadas à incorporação de

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Medium 9788520429044

9. Massagem dígito-harmônica

MEYER, Sophie Editora Manole PDF Criptografado

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Massagem dígito-

harmônica

T�cnicas de massagem

A massagem dígito-harmônica é um cuidado holístico que se ocupa do corpo em suas três dimensões: física, energética e mental.

Essa técnica utiliza, em essência, manobras de acupuntura com os dedos associadas a certas manobras de drenagem e massagem. É realizada com óleos essenciais, que atingirão as camadas profundas graças à sua excepcional capacidade de penetração.

Além disso, as moléculas odoríferas das essências aromáticas, muito voláteis, absorvidas pelo nariz, atuarão direta e rapidamente sobre os centros nervosos, provocando dessa forma uma reação psicofisiológica.

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Ações fisiológicas

A estimulação dos pontos de acupuntura com os dedos produzirá no cliente um relaxamento profundo e uma rearmonização do fluxo energético nos diferentes meridianos.

Além disso, a digestão e a evacuação vão melhorar, graças ao desbloqueio dos nós emocionais.

Enfim, as manobras de drenagem e as técnicas específicas de massagem conferirão uma melhor flexibilidade muscular e um profundo relaxamento das tensões nervosas pela via reflexa.

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Medium 9788520430620

5. Recomendações nutricionais para o planejamento dietético

PHILIPPI, Sonia Tucunduva; AQUINO, Rita de Cássia de Editora Manole PDF Criptografado

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RECOMENDAÇÕES

NUTRICIONAIS PARA O

PLANEJAMENTO DIETÉTICO

Rita de Cássia de Aquino

Ana Carolina Colucci Paternez

Margareth Lage Leite de Fornasari

!S

UMÁRIO

Recomendações nutricionais, 103

Planejamento do valor energético total da dieta, 104

Recomendações de macronutrientes, 111

Recomendações de proteínas, 114

Planejamento da distribuição de macronutrientes, 121

Recomendações de micronutrientes, 123

O uso das DRI no planejamento de dietas, 127

O uso do conceito de alimentos-fonte, 128

Os grupos de alimentos e os alimentos-fonte de nutrientes, 130

A escolha dos nutrientes, 131

Referências, 132

Anexo, 135

RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS PARA O PLANEJAMENTO DIETÉTICO

103

RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS

Recomendações nutricionais são definidas tradicionalmente como a quantidade de energia e de nutrientes que atende às necessidades da maioria dos indivíduos de um grupo ou de uma população. Do ponto de vista dietético, as recomendações nutricionais podem significar as escolhas alimentares, ou seja, a seleção e o conjunto de alimentos que promovam a saúde do indivíduo ou do grupo por meio de uma alimentação adequada.

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Medium 9788563308658

25 Fármacos que Afetam a Homeostase Mineral dos Ossos

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram Katzung Grupo A PDF Criptografado

25

Fármacos que Afetam a

Homeostase Mineral dos Ossos

O cálcio e fosfato são os principais constituintes minerais dos ossos, consistindo também nos dois minerais mais importantes para a função celular geral.

Consequentemente, o corpo desenvolveu um complexo conjunto de mecanismos pelos quais a homeostase do cálcio e fosfato é cuidadosamente mantida.

Aproximadamente 98% dos 1 a 2 kg de cálcio e 85% do quilo de fósforo no corpo de um adulto estão nos ossos, o principal reservatório destes minerais. A homeostase mineral é dinâmica, ocorrendo constante remodelagem do osso e rápida troca de minerais do osso com

íons livres no fluido extracelular. O osso também serve como principal suporte estrutural para o corpo e fornece espaço à hematopoiese na medula óssea. As anormalidades na homeostase mineral dos ossos podem indicar distúrbios eletrolíticos, resultando em manifestações clínicas de fraqueza muscular, tetania e coma. A disfunção da homeostase mineral dos ossos também pode afetar o apoio estrutural do corpo na forma de osteoporose e fraturas. A capacidade hematopoiética pode, igualmente, ser reduzida em quadros, como a osteopetrose infantil.

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Medium 9788582714836

Capítulo 64. Dependência química no currículo da graduação e pós-graduação de profissionais da saúde: dilemas e desafios da formação em saúde

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Dependência química no currículo da graduação e pós-graduação de profissionais da saúde: dilemas e desafios da formação em saúde

Sandra Cristina Pillon, Marluce Mechelli de Siqueira, Cláudio Jerônimo da Silva e Manoel Antonio dos Santos

PONTOS-CHAVE profissionais da saúde têm recebido pouco treinamento durante a graduação para cuidar de usuários

 Os de substâncias, além de não recebem capacitação em programas de educação permanente. treinamento adequado dos profissionais da saúde deve incluir não apenas o conhecimento de métodos

 Oe técnicas eficazes e o custo-efetividade do cuidar dos usuários, mas também aspectos relacionados às suas atitudes diante desse grupo de pessoas.

a dependência de álcool é a de maior prevalência, os profissionais da saúde deveriam estar aptos a

 Como diagnosticá-la precocemente e oferecer tratamento aos usuários e dependentes, por meio da intervenção breve.

Dados do World Drug Report1 apontam que 1 em cada 20 adultos, ou 1 bilhão de pessoas entre 15 e 64 anos, usaram drogas no ano anterior à realização da pesquisa. Destas, 29 milhões sofrem com algum transtorno relacionado ao uso de substâncias. Além disso, o Substance Abuse and Mental

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Medium 9788536322711

Capítulo 10 - Princípios de Intervenção

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 10

PRINCÍPIOS DE INTERVENÇÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender e descrever os princípios dos programas de reabilitação.

2. Discutir os vários componentes de uma intervenção e sua importância.

3. Elaborar uma lista das ferramentas clínicas usadas para controlar dores, inflamações e edemas, bem como suas respectivas lógicas.

4. Discutir os estímulos intrínsecos e extrínsecos empregados para promover e desenvolver a cicatrização.

5. Descrever os benefícios de cada modalidade eletroterapêutica.

6. Descrever os benefícios de cada agente físico e de cada modalidade mecânica.

7. Compreender a lógica das técnicas terapêuticas nos três estágios de cicatrização.

8. Descrever cada um dos cinco tipos de transferência de calor, bem como as modalidades envolvidas em cada um deles.

9. Relatar os efeitos fisiológicos das aplicações locais de calor e de crioterapia.

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Medium 9788582711101

Capítulo 8 - Exercícios avançados

Steve Cotter Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

8

EXERCÍCIOS AVANÇADOS

O

s exercícios deste capítulo são avançados porque requerem uma grande ênfase no controle da respiração, da coordenação, da flexibilidade, da estabilidade, da força pura e da potência absoluta.

Cada levantamento reflete uma progressão extrema.

Alguns movimentos enfatizam um aumento nos múltiplos atributos atléticos simultaneamente. Devido

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às elevadas exigências desses exercícios avançados, uma fundamentação sólida nos exercícios básicos e intermediários é um pré-requisito para incorporá-los em seus programas de treinamento. Como sempre, atenção especial deve ser dada para a segurança na mecânica, alinhamento e respiração.

18/07/14 17:00

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Steve Cotter

CLEAN COM O KETTLEBELL VIRADO PARA CIMA

a

Figura 8.1

b

c

d

e

Clean com o kettlebell virado para cima.

O clean com o kettlebell virado para cima é o mesmo movimento do clean convencional em termos da mecânica de quadris e joelhos. Entretanto, a posição final é diferente – em vez do kettlebell repousar no antebraço, ele é mantido com o fundo virado para cima. Isso necessita um maior nível de concentração mental e trabalha a pegada e os músculos do core.

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Medium 9788582714010

Capítulo 18. Tríceps

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 18

Tríceps

Este capítulo contém descrições detalhadas dos principais exercícios que enfatizam o tríceps – as cabeças curta, longa e medial. Observe, na figura a seguir, a localização de cada uma delas. Os exercícios para tríceps são divididos em exercícios de empurrar, mergulhos e apoios de frente

no solo, bem como em exercícios na polia alta e “coices”, exercícios de rosca testa e em máquinas, e exercícios realizados acima da cabeça (como o tríceps francês). Independentemente do exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo.

Cabeça curta

Cabeça longa

Cabeça medial

400   Jim Stoppani

Exercícios de empurrar, mergulhos e apoios de frente no solo

Exercícios de rosca testa e em máquinas

Supino com a pegada fechada

400

Supino com a pegada invertida

401

Supino com halteres e pegada fechada

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Mergulho 402

Tríceps no banco

402

Mergulho na máquina

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Medium 9788582713891

Capítulo 8 - Destreinamento

Steven J. Fleck, William J. Kraemer, Matheus Daros Pinto Grupo A PDF Criptografado

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Destreinamento

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as circunstâncias sob as quais ocorre o destreinamento;

2. descrever a linha de tempo característica da perda da capacidade física durante o destrei­na­mento;

3. discutir os mecanismos fisiológicos resultantes do destreinamento;

4. discutir os efeitos do destreinamento na temporada em diferentes esportes, e os fatores que afetam o destreinamento durante a temporada;

5. discutir por que o destreinamento, no final de uma carreira, é importante para um atleta musculoso; e

6. recomendar práticas de treinamento para um atleta musculoso após encerrar sua carreira.

A definição clássica de destreinamento é “a interrupção

dos exercícios de treinamento”. Entretanto, o destreinamento também pode ocorrer com o planejamento da interrupção, como num programa de treino periodizado, ou sem o planejamento da interrupção, em consequência de uma lesão, redução do volume ou da intensidade de treinamento. O destreinamento é um processo de descondicionamento físico que acontece quando o treino é diminuído ou cessado por completo, e pode influenciar o desempenho em função da diminuição da capacidade fisiológica. Sempre que acontecem diminuições na capacidade de força e potência, ou quando a massa muscular é perdida, pode ter acontecido algum tipo de destreinamento. Ele pode se dar após várias semanas ou ao longo de vários anos, em consequência de ausência de treinamento, do envelhecimento ou término da carreira de um atleta.

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Medium 9788520433089

8. Exercícios laterais para um core eficaz

ISACOWITZ, Rael; CLIPPINGER, Karen Editora Manole PDF Criptografado

EXERCÍCIOS LATERAIS

PARA UM CORE EFICAZ

P Í T UL

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O

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A

E

ste capítulo centra-se em exercícios que envolvem a flexão lateral e a rotação da coluna vertebral. Realizar esses tipos de movimento é uma forma de enfatizar o uso dos oblíquos em detrimento do reto do abdome. Conforme descrito no Capítulo 2, as fibras musculares dos oblíquos estão localizadas mais lateralmente no tronco. Os músculos oblíquos, particularmente o interno, atuam com o transverso do abdome para proteger as costas e estabilizar o core durante o movimento das pernas. Muitas atividades esportivas e recreativas – como natação, canoagem, golfe, esportes de arremesso e tênis – envolvem um uso extensivo dos oblíquos. Melhorar o conhecimento a respeito dos oblíquos, de sua força e utilização coordenada, pode aprimorar o desempenho atlético e prevenir lesões nas costas. Portanto, inclua os exercícios deste capítulo em todos os programas, a menos que sejam contraindicados para você.

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Medium 9788520442074

2. Avaliação fisioterapêutica

Author: MARQUES, Amélia Pasqual; ASSUMPÇÃO, Ana; MATSUTANI, Luciana Akemi Editora Manole PDF Criptografado

2

Avaliação fisioterapêutica

Amélia Pasqual Marques

O estabelecimento dos critérios de classificação da fibromialgia pelo Colégio

Americano de Reumatologia (ACR) liderado por Wolfe, em 1990, representou um marco na pesquisa e nos cuidados dessa síndrome. Muitas discussões têm sido geradas em virtude de os critérios diagnósticos contarem primariamente com características subjetivas, como a própria dor. Quanto a isso, não há exames laboratoriais ou radiológicos que confirmem ou excluam o diagnóstico, pois os pacientes não apresentam alterações evidentes em órgãos ou sistemas, embora refiram elevados níveis de dor, fadiga, ansiedade e outros sintomas associados, o que é semelhante a outras doenças, mas sem uma fisiopatologia evidente, como a artrite reumatoide (Martinez et al., 1994).1

Em 2010, o ACR propôs critérios alternativos, que contemplam outros sintomas relevantes na síndrome além da dor e não necessitam do exame de tender points.2,3

Os novos critérios de diagnóstico para fibromialgia do ACR consideram dois aspectos: Índice de Dor Generalizada (IDG) e Severidade dos Sintomas (SS). No IDG, soma-se o número de áreas em que o paciente refere dor na última semana, resultando em um escore que pode variar entre 0 e 19 pontos. A análise da SS é feita pela soma da gravidade dos três sintomas (fadiga, acordar cansado e sintomas cognitivos) com o valor correspondente ao número de sintomas somáticos presentes, resultando em um escore entre 0 e 12 pontos.

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Medium 9788582713822

Capítulo 20 - A corrida em esportes

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

20

Sue Falsone

A corrida em esportes

INTRODUÇÃO

“Quando poderei voltar a correr?” Essa é uma pergunta que frequentemente os médicos e treinadores ouvem de seus pacientes ou clientes. “Meu médico disse que eu poderia voltar a correr oito semanas após minha lesão”. Essa é outra frase famosa que os especialistas em reabilitação frequentemente ouvem. Como se algo miraculoso fosse acontecer no plano fisiológico entre as semanas seis, sete e oito. Estamos bem familiarizados com as leis da fisiologia e sabemos que as coisas não funcionam dessa maneira. Sabe-se que o corpo necessita de tempo para se adaptar ao estresse e que é necessário sobrecarregar lenta e gradualmente os tecidos de forma que as adaptações que buscamos possam ocorrer (1). Se permitirmos que o princípio da supercompensação trabalhe para nós, nosso corpo irá responder ficando mais forte e mais resistente. Caso contrário, os tecidos que estão sendo estressados irão acumular micro traumas que logo se transformarão em uma lesão e sinalizarão isto com dor. Não importa qual tecido o corpo está tentando curar (ossos, músculos, tendões ou ligamentos), esse princípio fundamental da fisiologia – a supercompensação – precisa ser observado (1). É necessário introduzir padrões de movimento com várias cargas e velocidades, gradual e precisamente, de maneira a preparar o corpo para o que ele necessita fazer quando em prova. Neste capítulo, o foco será o retorno à corrida. Como fazer para reabilitar alguém que acaba de sofrer algum tipo de lesão nos tornozelos, joelho, quadril, região lombar ou, até mesmo, uma lesão nos ombros? Como retornar gradualmente o atleta reintroduzindo movimentos lineares a diversas velocidades?

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Medium 9788582710128

Capítulo 1 - Introdução a Bandagens e Órteses

David H. Perrin Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Introdução a

Bandagens e Órteses

A

quinta edição das Competências Educacionais do

Athletic Trainer, da National Athletic Trainer’s

Association (NATA), identificou oito áreas que refletem a prática clínica da fisioterapia esportiva. Uma

área adicional, Proficiências da Integração Clínica

(CIP, Clinical Integration Proficiencies), indica a prática clínica e demonstra a natureza global das proficiências. Para se tornar um fisioterapeuta esportivo competente, o estudante deve dominar os conhecimentos, as habilidades e as capacidades clínicas de todas as áreas relacionadas no item Competências educacionais do athletic trainer. Conhecer as habilidades físicas e atitudes relativas aos atletas e a seus respectivos esportes ou atividades físicas também é importante para a aplicação de bandagens e órteses.

Competências educacionais do athletic trainer

Prática baseada em evidências (PBE)

Prevenção e promoção da saúde (PPS)

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