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Medium 9788536529783

5.3 Alimentos transgênicos

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

5.3 Alimentos transgênicos

Os alimentos transgênicos são aqueles geneticamente modificados. Também conhecidos pela sigla AGM, surgiram a partir da evolução da engenharia genética, que descobriu a possibilidade de colocar um gene de uma espécie em outra espécie. O intuito de alterar o DNA de alimentos naturais tem vários objetivos. Dentre alguns deles, está a geração de alimentos mais resistentes a microrganismos, outros com melhor apresentação, alimentos com maior tempo de duração e valor nutricional. Portanto, o interesse na produção dos alimentos geneticamente modificados é bastante diversificado.

Porém, existem controvérsias sobre os benefícios e segurança desses produtos para os consumidores. Por isso, pesquisas sobre esses alimentos despertam o interesse de muitos profissionais preocupados com a saúde dos consumidores, incluindo também, infelizmente, pessoas que visam ao lucro que pode ser obtido com a comercialização dos transgênicos. Assim, é fundamental conhecer as características dos alimentos transgênicos e os detalhes da engenharia genética.

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Medium 9788520456880

4. Água

Celso Cukier, Vanessa Cukier Editora Manole PDF Criptografado

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Água

Dayane Pêdra Batista de Faria

INTRODUÇÃO

A água é um recurso essencial à sobrevivência do ser humano, tanto no aspecto biológico quanto no social (Dias, 2011). É utilizada em diversos setores, como agricultura, pecuária e indústria, entre outros, sendo sua escassez ou abundância determinantes no modo de vida de uma comunidade (Unesco, 2003).

Embora a água potável e o saneamento básico sejam direitos de todos os cidadãos, cerca de 2,1 bilhões de pessoas ao redor do mundo não têm acesso

à água potável segura e 4,5 bilhões não possuem saneamento adequado. Estima-se que mais de 90% da água usada nos países em desenvolvimento não é coletada nem tratada (Ecosoc, 2017).

No Brasil, o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS, 2019) mostrou que em 2017 aproximadamente 35 milhões de brasileiros não tinham acesso à água tratada. As regiões mais afetadas foram o Norte e o Nordeste, com 42,5 e 26,7% da população sem acesso a água potável, respectivamente. Já nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, o índice de atendimento total de água tratada estava acima de 89%. Em relação ao saneamento básico, a realidade não

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Medium 9788520462607

12 Princípios da quimioterapia

Thais Manfrinato Miola, Fernanda Ramos de Oliveira Pires Editora Manole ePub Criptografado

Augusto Takao Akikubo Rodrigues Pereira

O termo quimioterapia pode ser empregado para qualquer droga utilizada para tratar alguma doença, porém comumente se refere às drogas direcionadas ao tratamento do câncer.1 Inicialmente essas drogas foram utilizadas como arma química nas duas guerras mundiais na forma de gás mostarda. Como os soldados expostos ao gás mostarda apresentavam hipoplasia medular e linfoide, decidiu-se usar esse gás no tratamento de doenças hematológicas. Os alquilantes, como a mostarda nitrogenada, foram as primeiras drogas utilizadas para uso clínico no tratamento de linfoma não Hodgkin em 1942.2

A quimioterapia age no ciclo celular das células do corpo que estão em processo de divisão, o que interfere no seu crescimento e proliferação. As células tumorais estão em processo de divisão celular mais acelerado do que as células normais do corpo, processo que também é denominado alto turnover celular, por isso as células tumorais tendem a ser mais afetadas pela quimioterapia. Porém, algumas células normais também apresentam alto turnover celular, como as células hematopoiéticas, da mucosa do trato gastrointestinal, reprodutoras e do folículo piloso, sendo normalmente afetadas pelos quimioterápicos.1

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Medium 9788582715116

Capítulo 36 - Terapia Cognitivo-Comportamental para Pacientes Difíceis ou Resistentes

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

36

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

PARA PACIENTES DIFÍCEIS OU

RESISTENTES

 NEIDE A. ZANELATTO

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS�� O profissional da saúde faz parte de uma das classes trabalhadoras mais afetadas pelo estresse.

�� Embora tenha havido interesse, nas últimas décadas, sobre como o estresse afeta profissionais da saúde e sobre a importância do estudo e de uma intervenção sobre esse tema, “descuidado” talvez seja a palavra que melhor defina o estado em que se encontram esses profissionais.

�� Um dos motivos que geram estresse nos profissionais da saúde é o fato de estarem envolvidos com pacientes difíceis: que não aderem ao tratamento, que desafiam o profissional constantemente ou que usam qualquer tipo de estratégia para conseguirem o que querem.

�� A terapia cognitivo-comportamental (TCC), mantendo seu foco na relação terapêutica (profissional-paciente), pode ajudar a melhorar essas relações e proporcionar um cuidado maior para o profissional.

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Medium 9788582715116

Capítulo 3 - Classificação das Substâncias Psicoativas

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

3

CLASSIFICAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS

PSICOATIVAS

 PAULO ROBERTO O. H. SANTANA

 ALESSANDRA DIEHL

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS�� Existem muitas formas de classificar as substâncias psicoativas, seja de acordo com efeitos comportamentais e formas de apresentação, seja de acordo com aspectos sociolegais.

�� Os efeitos do uso de determinada substância psicoativa estão relacionados a diversas variáveis individuais, sociais e psicológicas.

�� A forma de apresentação de uma substância psicoativa influencia a rapidez de início de sua ação, modificando o potencial gerador de dependência.

�� O status legal de uma substância é determinante no modo como a sociedade interage com determinada droga.

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26  ZANELATTO & LARANJEIRA (ORGS.)

O uso de substâncias pode produzir impactos negativos significativos em várias sociedades ao redor do mundo, sendo que muitas pessoas da população leiga já apresentam certa familiaridade com alguns aspectos relacionados ao uso de determinada droga. No entanto, diversas expressões relacionadas às drogas mostram-se pouco respaldadas na literatura científica, sendo embasadas muito mais na mera observação empírica. Oliveira,

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Medium 9788582710128

Capítulo 3 - Joelho

David H. Perrin Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Joelho

A

articulação do fêmur distal com a tíbia proximal forma o joelho. A fíbula e a tíbia proximal também criam uma articulação que é mais relevante para a inversão e a eversão normal do tornozelo do

que para o movimento do joelho. A ação de deslizamento da patela na fossa intercondilar do fêmur cria a articulação patelofemoral, região essencial para o funcionamento normal do joelho.

Joelho anterior

Fêmur

Epicôndilo medial

Epicôndilo lateral

Patela

Cartilagem hialina articular

Côndilo lateral da tíbia

Côndilo medial da tíbia

Cabeça fibular

Tuberosidade da tíbia

Fíbula

Tíbia

Cortesia: Primal Pictures.

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David H. Perrin

Os movimentos do joelho incluem flexão e extensão (Fig. 3.1). O joelho é uma articulação em dobradiça modificada, pois a tíbia faz a rotação internamente durante a flexão e externamente durante a extensão.

Vários ligamentos estabilizam a articulação relativamente frouxa entre o fêmur e a tíbia. O ligamento colateral medial, denominado colateral tibial, dá suporte ao aspecto medial do joelho, evitando o des-

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Medium 9788520456880

17. Cobalamina – vitamina B12

Celso Cukier, Vanessa Cukier Editora Manole PDF Criptografado

17

Cobalamina – vitamina B12

Renata Juliana da Silva

INTRODUÇÃO

Uma anemia letal causada por transtornos digestivos foi descrita inicialmente em 1824, por Combe e Addison. Posteriormente, Austin Flint (1860) relatou uma nova possível causa relacionada a uma grave atrofia gástrica para esse tipo de anemia. Durante cerca de um século, essa doença permaneceu com um caráter “mortal”, sendo denominada em 1872 de anemia perniciosa de Biermer (Lee e Herbert, 1999; Pruthi e Tefferi, 1994).

Whipple e Robscheit-Robbins (1925) demonstraram em experimentos com cães que a doença poderia ser curada a partir do consumo de grandes quantidades de fígado. A partir dessa observação, Fueron Minot e Murphy (1926) descreveram a eficácia da alimentação com fígado no tratamento da anemia perniciosa, o que rendeu o primeiro Prêmio Nobel a esses pesquisadores

(Green e Miller, 2014). Dando continuidade à história e às descobertas, outros pesquisadores sugeriram como causa da anemia a incapacidade de completar alguns mecanismos essenciais da digestão gástrica, uma vez que certos tipos de anemia só poderiam ser tratados a partir de doses de vitamina B12 injetável.

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Medium 9788536529783

4.4 Limpeza e sanitização na indústria de alimentos

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

4.4 Limpeza e sanitização na indústria de alimentos

A limpeza consiste em um conjunto de procedimentos mecânicos, químicos e/ou biológicos para remover sujeiras, como poeira, terra, materiais inorgânicos e orgânicos, além de pequena quantidade de microrganismos. Já a sanitização, também conhecida como desinfecção ou higienização, representa um conjunto de procedimentos físicos e/ou químicos para remover quantidades significativas de microrganismos e proteínas tóxicas por meio de agentes químicos. O termo sanitização se refere à higienização dos objetos, como equipamentos.

Ambos os procedimentos, limpeza e sanitização, são essenciais dentro de uma indústria de alimentos para garantir que o alimento chegue ao consumidor de modo seguro dentro dos parâmetros da Anvisa. Todos os cuidados necessários devem ocorrer continuamente, tanto no planejamento quanto no funcionamento da fábrica alimentícia.

4.4.1 �Limpeza e higiene no planejamento e funcionamento da fábrica alimentícia

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Medium 9788580551495

Capítulo 12. A coluna torácica e as costelas

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

A coluna torácica e as costelas

Visão geral

Na coluna torácica, a proteção e o funcionamento das vísceras torácicas têm precedência sobre a mobilidade espinal segmentar. Embora a região torácica seja fonte significativa de sintomas locais e reflexos, o diagnóstico diferencial nessa área às vezes é difícil. Isso se deve à biomecânica e ao funcionamento complexo da região, à proximidade de órgãos vitais e ao grande número de articulações.

Anatomia

A coluna torácica forma uma curva cifótica entre as curvas lordóticas das co‑ lunas cervical e lombar. A curva começa em TI-II e desce até TXII, estando o

ápice no espaço do disco TVI-VII.1

Pérola clínica

A cifose torácica é uma curva estrutural presente desde o nascimento.2 Dife‑ rentemente das regiões lombar e cervical, que derivam suas curvas a partir das diferenças correspondentes da altura dos discos intervertebrais, a curva torácica é mantida por corpos vertebrais em forma de cunha, cerca de 2 mm mais altos posteriormente do que anteriormente.

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Medium 9788520456880

13. Ácido pantotênico – vitamina B5

Celso Cukier, Vanessa Cukier Editora Manole PDF Criptografado

13

Ácido pantotênico – vitamina B5

Camila Ferraz Lucena

Flavia Bulgarelli Vicentini

INTRODUÇÃO

O ácido pantotênico, também conhecido como vitamina B5, é uma vitamina hidrossolúvel e tem importância metabólica por ser parte da coenzima

A (CoA) e da proteína carreadora de grupos acila (ACP) da síntese dos ácidos graxos, ambos necessários para a produção de energia e formação de hormônios. A deficiência dessa vitamina está associada às desordens metabólicas e energéticas em seres humanos (Moreschi e Almeida-Muradian, 2007) e é caracterizada por dermatite, enterite, alopecia e insuficiência adrenal (Li et al.,

2015). Substância amplamente distribuída entre os alimentos, a vitamina B5 é essencial para várias etapas do metabolismo celular e para obtenção de energia

(Depeint et al., 2006).

Essa vitamina é estável em condições neutras, mas é facilmente destruída pelo calor em soluções alcalinas ou ácidas. Até 50% podem ser perdidos durante o cozimento e até 80% como resultado do processamento e refinamento dos alimentos. A pasteurização do leite causa pequenas perdas de ácido pantotênico. O álcool diminui sua absorção e o ácido acetilsalicílico é uma droga de ação antagonista. A vitamina B12 tem ação de sinergismo na conversão do

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Medium 9788582713709

Treinamento de força

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

Treinamento funcional para atletas de todos os níveis 97

Treinamento de força

Bom dia

OBJETIVO: Melhorar o movimento do quadril, fortalecer os músculos da região lombar e isquiotibiais para arrancar, saltar e correr rápido.

POSIÇÃO INICIAL: Fique em pé com um haltere de peso leve a moderado na parte posterior dos seus ombros.

Mantenha os joelhos levemente flexionados e os pés mais próximos do que a largura do quadril.

Posição inicial

1

Imagine uma mesa colocada no meio de suas coxas. Flexionando na linha dos quadris e mantendo as costas arqueadas, coloque seu tórax sobre essa mesa imaginária. O centro de gravidade deve ficar sobre o dorso ou a porção média de seus pés, de modo que estejam em contato total com o solo. A forma apropriada irá lhe permitir sentir como se pudesse saltar de qualquer posição neste movimento.

2

Retorne para a posição inicial usando os músculos da região lombar e os isquiotibiais.

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Medium 9788580551495

Capítulo 9. O complexo articular do joelho

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

O complexo articular do joelho

Visão geral

O complexo articular do joelho inclui três superfícies articulares, que for‑ mam duas articulações distintas, contidas dentro de uma única cápsula arti‑ cular: a patelofemoral e a tibiofemoral.1,2 Um dos problemas enfrentados pelo complexo articular do joelho é o fato de ele não ser originalmente destinado

à movimentação bípede.3 Modificações evolucionárias permitiram sua adap‑ tação a grandes mudanças relacionadas às demandas funcionais.2 Entretanto, apesar dessas adaptações, o joelho é uma das articulações do corpo mais suscetíveis a lesões.

Pérola clínica

Apesar de estar próxima à articulação tibiofemoral, a articulação patelofemoral pode ser considerada uma entidade independente, assim como as articulações craniovertebrais quando comparadas ao resto da coluna cervical.

Anatomia

Articulação tibiofemoral

A articulação tibiofemoral é uma articulação ginglimoide ou de dobradiça modificada, com seis graus de liberdade. A configuração óssea do complexo articular do joelho é geometricamente incongruente e proporciona pouca esta‑ bilidade inerente à articulação.

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Medium 9788582714010

Capítulo 19. Bíceps

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Bíceps*

Este capítulo contém descrições detalhadas dos principais exercícios que enfatizam os músculos flexores do cotovelo, que incluem o bíceps braquial e o braquial. O bíceps braquial apresenta duas cabeças, a longa e a curta, que podem ser visualizadas na figura a seguir. Já o braquial localiza-se sob o bíceps braquial. Os exercícios para

os flexores do cotovelo são divididos em roscas em pé; roscas sentado; roscas com cabo; roscas Scott e concentradas; roscas com o peso corporal; e roscas neutra e invertida.** Independentemente do exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo.

Bíceps braquial

(cabeça longa)

Bíceps braquial

(cabeça curta)

N de R. T.: O autor refere-se ao grupo dos flexores do cotovelo

(i.e., bíceps braquial e braquial).

*

Braquial

(sob o bíceps)

N de R. T.: O autor refere-se à posição de pronação da articulação radioulnar (punho).

**

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Medium 9788582714010

Capítulo 14. Peito

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

Peito

Este capítulo contém descrições detalhadas dos principais exercícios que enfatizam os músculos do peito

(peitorais), que são divididos nas porções superior (peitoral maior – parte clavicular) e inferior (peitoral maior

– parte esternocostal) (observe a figura). Embora muitos desses exercícios sejam movimentos de empurrar

(p. ex., o supino) – os quais são multiarticulares – e requeiram o trabalho do deltoide e do tríceps, eles são considerados exercícios que enfatizam primeiramente

o peito, devido ao movimento dos braços.* Os exercícios de peito são divididos em atividades de empurrar executadas com barra, com halteres, com cabos, com bandas elásticas ou em equipamentos, do tipo crucifixo e do tipo apoio,** mergulho e pullover. Independentemente do movimento utilizado na sessão de treino, pode-se substituí-lo por outro do mesmo tipo (p. ex., o supino inclinado pode substituir qualquer exercício de empurrar com barra).

Peitoral superior (clavicular)

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Medium 9788582713822

Capítulo 24 - Treinamento para o hóquei

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

24

Michael Boyle

Treinamento para o hóquei

CONSIDERAÇÕES GERAIS

A chave para se treinar um atleta do hóquei, ou qualquer atleta, é entender que, apesar de haver peculiaridades em cada caso, o sucesso vem quando se identifica e se treina os princípios básicos do esporte. Um dos maiores problemas enfrentados para quem treina jogadores de hóquei e outros atletas é a noção equivocada de que há necessidade de um tipo especial e único de treinamento para cada esporte.

Em uma análise simplificada, um jogador de hóquei é um velocista, um velocista que se move com muito mais rapidez do que qualquer outro atleta que joga em um time. Estima-se que a velocidade máxima nos patins atinja

48 km/h. Imagine a energia de um impacto frontal entre dois atletas, pesando cerca de 100 kg, a essa velocidade, ou atingindo as paredes de proteção do ringue. O desenvolvimento de força, particularmente nos membros superiores, é a única proteção dos atletas nesses impactos. Adicionalmente, a fim de desenvolver essas velocidades, o desenvolvimento de força também nos membros inferiores é determinante. Sendo assim, o atleta do hóquei necessita treinar como um velocista de pista para poder desenvolver a velocidade e a potência necessárias para ser bem-sucedido no esporte. A única maneira de se obter esses resultados é por meio do uso de exercícios multiarticulares compostos*, que compõem a maioria dos programas de treinamento de qualquer esporte de velocidade.

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