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Medium 9788536322711

Capítulo 6 - Controle do Desempenho de Músculos Deficientes

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

CONTROLE DO DESEMPENHO

DE MÚSCULOS DEFICIENTES

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever as propriedades biomecânicas do músculo esquelético humano.

2. Definir a insuficiência ativa e a insuficiência passiva de um músculo.

3. Descrever os fatores que influenciam a quantidade de tensão desenvolvida no músculo.

4. Fazer a diferenciação entre força, resistência e potência muscular.

5. Descrever estratégias para aumentar a força muscular.

6. Enumerar os diferentes tipos de resistência que podem ser utilizados para fortalecer os músculos.

7. Enumerar os diferentes tipos de contrações musculares e as suas respectivas vantagens e desvantagens.

8. Descrever os vários tipos de progressão de exercício e os seus componentes.

9. Descrever estratégias para aumentar a resistência muscular.

10. Descrever estratégias para aumentar a potência muscular.

11. Explicar os princípios básicos da pliometria.

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Medium 9788520427910

7. Satisfação por meio de uma carreira próspera

RIGGS, Art Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2   Técnicas gerais

7

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Satisfação

Por Meio de

Uma Carreira

Próspera

O trabalho de terapeuta corporal pode envolver um caminho longo e tortuoso. Se há vinte e cinco anos, quando eu estava na faculdade estudando fisiologia do exercício, alguém tivesse descrito a vida e a satisfação que esse trabalho proporciona, eu nunca teria pensado que isso era possível. A verdade é que não há um dia em que não me sinta uma pessoa de extrema sorte quando olho pela janela de meu tranqüilo consultório as

árvores do lado de fora, realizando um trabalho que amo com pessoas com quem eu realmente me importo. Ainda que, em algum dia futuro, seja possível que eu trabalhe apenas alguns dias da semana, eu espero continuar meu trabalho enquanto for fisicamente capaz.

A satisfação tem significados diferentes para as pessoas. Para alguns massoterapeutas, ela pode ser representada pela liberdade de se trabalhar meio-período e ter mais tempo e energia para a família, interesses artísticos ou viagens. Para outros, pode ser representada pelas relações próximas e amigáveis que estabelecem com os clientes regulares. E para outros ainda, o objetivo maior pode ser a possibilidade de ter uma boa renda e, ao mesmo tempo, realizar um trabalho recompensador. Enquanto você puder manter uma atitude renovada e entusiástica em seu trabalho, trabalhar com dois ou vinte clientes por semana não será tão importante. No entanto, é importante conseguir trabalhar com quantos clientes desejar. Há excelentes massoterapeutas que se sentem insatisfeitos por não conseguirem criar um negócio bem-sucedido.

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Medium 9788520427033

32. Por que alternar grupos musculares em dias distintos?

VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

32

Por que alternar grupos musculares em dias distintos?

Car los Eduardo Polazzo Machado

Emilson Colantonio

Fer nando Cezar Alves de Salles

Marco Túlio de Mello

Introdução

Muitos treinadores e atletas organizam os programas de treinamento de força de acordo com os grupos musculares, de modo que sejam treinados em dias diferentes. No triatlo, a alternância acontece principalmente entre corrida e ciclismo. Qual o motivo para esse recurso? Não seria ideal treinar todos os dias cada grupo muscular, ter um maior estímulo e, conseqüentemente, maior rendimento? Para responder a essas perguntas, é necessário compreender os princípios básicos do treinamento, entender os efeitos do excesso de treino (overreaching e overtraining) e a importância dos períodos regenerativos entre os estímulos.

Em qualquer programa de treinamento, é imprescindível delimitar os objetivos almejados pelo atleta e verificar se são realistas,1 conhecer o nível e o histórico de treinamento e aplicar a carga de treino suficiente para promover um estímulo adaptativo (hipertrofia, aumento da capacidade e potência aeróbica ou anaeróbica, velocidade, força, agilidade, coordenação, entre outros).

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Medium 9788520434307

1. Ginástica Laboral: Histórico, Definição, Classificações e Objetivos

MENDES, Ricardo Alves; LEITE, Neiva Editora Manole PDF Criptografado

1

Ginástica Laboral:

Histórico, Definição,

Classificações e Objetivos

A ginástica laboral (gl) é um programa de qualidade de vida no trabalho

(qvt), de promoção de saúde e lazer realizado durante o expediente de trabalho e é também considerada programa de ergonomia que utiliza atividades físicas planejadas visando à prevenção de lesões por esforços repetitivos e/ou distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (ler/dort).

Este capítulo inicia-se com um breve histórico, seguido de definição, classificações e objetivos de implantação da gl.

1.  Histórico

A ginástica laboral, que parece uma atividade nova, surgiu em 1925

– como uma ginástica de pausa para operários – inicialmente na Polônia, depois na Holanda, Rússia, Bulgária, Alemanha Oriental e em outros países, na mesma época.

No Japão, a gl foi implantada no início do expediente com os trabalhadores do correio. Segundo Lima,1 a gl se consolidou em 1928 como a ginástica pelo rádio (Rádio Taissô), em comemoração à posse do Imperador

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Medium 9788582710128

Capítulo 1 - Introdução a Bandagens e Órteses

David H. Perrin Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Introdução a

Bandagens e Órteses

A

quinta edição das Competências Educacionais do

Athletic Trainer, da National Athletic Trainer’s

Association (NATA), identificou oito áreas que refletem a prática clínica da fisioterapia esportiva. Uma

área adicional, Proficiências da Integração Clínica

(CIP, Clinical Integration Proficiencies), indica a prática clínica e demonstra a natureza global das proficiências. Para se tornar um fisioterapeuta esportivo competente, o estudante deve dominar os conhecimentos, as habilidades e as capacidades clínicas de todas as áreas relacionadas no item Competências educacionais do athletic trainer. Conhecer as habilidades físicas e atitudes relativas aos atletas e a seus respectivos esportes ou atividades físicas também é importante para a aplicação de bandagens e órteses.

Competências educacionais do athletic trainer

Prática baseada em evidências (PBE)

Prevenção e promoção da saúde (PPS)

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Medium 9788536322711

Capítulo 31 - Estudos de Imagem em Ortopedia

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 31

ESTUDOS DE IMAGEM EM ORTOPEDIA

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Elaborar uma lista dos vários estudos de imagens disponíveis.

2. Discutir as vantagens e as desvantagens de cada estudo de imagem.

3. Descrever como os vários tecidos musculoesqueléticos são apresentados em estudos de imagens.

4. Compreender os pontos fortes e fracos de cada estudo de imagem.

5. Descrever o fundamento lógico para a escolha entre técnicas alternativas de geração de imagens.

6. Descrever como os resultados dos estudos de imagens podem ajudar no processo de tomada de decisões clínicas.

VISÃO GERAL

Para os profissionais da saúde envolvidos no tratamento primário de distúrbios musculoesqueléticos, o diagnóstico obtido por meio da geração de imagens é essencial. A disponibilidade de imagens diagnósticas depende das instalações das clínicas. Por exemplo, os fisioterapeutas do exército dos Estados

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Medium 9788582715116

Capítulo 8 - A Dependência Química e o Modelo Cognitivo de Aaron Beck

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

8

A DEPENDÊNCIA QUÍMICA E O MODELO

COGNITIVO DE AARON BECK

 CLÁUDIO JERÔNIMO DA SILVA

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CH

�� O modelo cognitivo proposto por Beck considera o uso de substâncias como uma estratégia compensatória que tem a função de eliminar e neutralizar crenças disfuncionais básicas e centrais a respeito da substância, de si mesmo, do outro, do mundo e das relações entre eles.

�� O uso contínuo de substâncias leva ao desenvolvimento de um grupo de crenças muito próprias a respeito da substância utilizada. Essas crenças, no conjunto dos usuários, compõem a subcultura do consumo de substâncias e constituem fatores de risco para o uso.

�� A terapia cognitiva de Beck propõe técnicas que visam a desafiar as crenças relacionadas ao uso de substâncias, identificando e desafiando as crenças centrais que as ativam. O processo de modificação da estrutura cognitiva do indivíduo permite educá-lo a respeito da própria técnica, tornando-o terapeuta de si mesmo.

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Medium 9788520431665

12. COMO LIDAR COM A POSSÍVEL PERDA OU COM A SITUAÇÃO GRAVE

DEUTSCH, Alice D'Agostini; DORNAUS, Maria Fernanda P. S.; WAKSMAN, Renata Dejtiar Editora Manole PDF Criptografado

COMO LIDAR COM A

POSSÍVEL PERDA OU

COM A SITUAÇÃO GRAVE

Todos os pais que estão com seu filho em uma UTI neonatal sofrem e ficam muito ansiosos por causa do risco de óbito de seu recém-nascido.

Os sentimentos, a emoção, o equilíbrio são sensações muito difíceis de serem controladas em um momento tão estressante.

É importante que os pais saibam que os profissionais que atuam na UTI neonatal estão preparados para informar constantemente a situação de seu filho, inclusive da possibilidade de óbito. No caso de óbito, a equipe também está habilitada para dar andamento nos primeiros procedimentos, abordar, aconselhar e amparar os pais. Assim, os pais podem se sentir menos desamparados, apesar de todos sabermos que a perda de um filho é uma situação muito complicada de ser aceita.

Alguns hospitais oferecem apoio à família com atendimento psicológico, abordando a parte emocional dessa família que está tão abalada.

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COMO DAR A NOTÍCIA AOS IRMÃOS E À FAMÍLIA

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Medium 9788520432914

4. Os cinco principais exercícios abdominais

CALAIS-GERMAIN, Blandine Editora Manole PDF Criptografado

4

Os cinco principais exercícios abdominais

74 Para trabalhar os abdominais: a “receita” com base na fundamentação anatômica

75 Quais são os riscos associados aos exercícios abdominais?

76 Flexões de tronco ou flexões abdominais

90 A elevação de pernas na posição deitada

98 As flexões de braços

104 As rotações de tronco na posição deitada

110 A retração do abdome na expiração forçada

abdos sans risque.indd 73

22/3/13 4:20 PM

Para trabalhar os abdominais:

a “receita” com base na fundamentação anatômica

O princípio básico é sempre o mesmo.

É necessário fixar ou mobilizar as partes do tronco sobre as quais os músculos abdominais estão inseridos:

- a pelve;

- as costelas;

- a coluna lombar ou toracolombar.

É necessário criar ou aumentar a resistência à ação proposta, o que a torna mais difícil de ser realizada

(ver p. 71).

Como criar ou aumentar uma resistência?

Pode ser o peso da cabeça que traciona a caixa torácica

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Medium 9788580550771

11. Doenças Infecciosas, Patógenos de Transmissão Sanguínea e Precauções Universais

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

11

Doenças Infecciosas, Patógenos de Transmissão Sanguínea e

Precauções Universais

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Discutir como as doenças infecciosas são transmitidas de uma pessoa a outra.

• Descrever como o sistema imunológico neutraliza e elimina antígenos que invadem o corpo.

• Explicar o que são os patógenos de transmissão sanguínea e como eles podem infectar pacientes e fisioterapeutas esportivos.

• Descrever a transmissão, os sintomas, os sinais e o tratamento da hepatite B.

• Descrever a transmissão, os sintomas, os sinais e o tratamento da hepatite C.

• Descrever a transmissão, os sintomas e os sinais do vírus da imunodeficiência humana.

■ Sumário

• Explicar as formas de transmissão mais frequentes vírus da imunodeficiência humana.

• Relacionar os prós e os contras da participação esportiva de atletas com vírus da hepatite B, vírus da hepatite C ou vírus da imunodeficiência humana.

• Avaliar as precauções universais conforme determinado pela Occupation Safety and Health

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Medium 9788563308658

1 Introdução

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

1

Introdução

A farmacologia pode ser definida como o estudo das substâncias que interagem com os sistemas vivos através de processos químicos, especialmente pela ligação a moléculas reguladoras e ativando ou inibindo processos normais do corpo. Nesse livro, tais substâncias são chamadas de fármacos, os quais são administrados para obter um efeito terapêutico benéfico em alguns processos no paciente ou seus efeitos tóxicos nos processos reguladores em organismos que infectam o paciente.

Tais aplicações terapêuticas deliberadas podem ser consideradas o principal papel da farmacoterapêutica, frequentemente definida como farmacologia médica (ou seja, os fármacos usados para prevenir, diagnosticar e tratar doenças). Além disso, farmacoterapêutica pode ser subdividida em farmacodinâmica e farmacocinética. A farmacodinâmica avalia o efeito da substância nos processos biológicos, sendo discutida no Cap. 2. A farmacocinética estuda a absorção, distribuição e eliminação das substâncias, sendo discutida no Cap. 3. A toxicologia é o ramo da farmacologia que lida com os efeitos indesejáveis dos produtos químicos nos sistemas vivos, desde células a ecossistemas complexos.

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Medium 9788580550771

21. Antebraço, Punho, Mão e Dedos

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

Fisioterapia na Prática Esportiva

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ANATOMIA DO ANTEBRAÇO

Musculatura do antebraço

Ossos

Os músculos do antebraço consistem em flexores e pronadores, que estão em posição anterior, e extensores e supinadores, que se encontram posteriormente. Os flexores de punho e dedos são separados em músculos superficiais e profundos (Fig. 21.2). Os flexores profundos têm origem na ulna, no rádio e na membrana interóssea anteriormente; os flexores superficiais se originam no côndilo medial do úmero. Os extensores de punho e dedos se originam no aspecto posterior do côndilo lateral do úmero

(Tab. 21.1).

Os ossos do antebraço são a ulna e o rádio (Fig. 21.1).

A ulna, que se acredita que seja uma extensão direta do

úmero, é um osso longo, reto e maior proximalmente do que distalmente. O rádio, considerado uma extensão da mão, é mais espesso distalmente do que proximalmente.

Articulações

O antebraço possui três articulações: radioulnar proximal, média e distal. A articulação radioulnar proximal é uma articulação em pivô, que se move em um anel formado pela ulna, pelo ligamento anular.

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Medium 9788582714010

Capítulo 3. Ciclos de treino

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Ciclos de treino

A periodização – termo referente à manipulação sistemática das variáveis agudas do treinamento (discutidas no Cap. 2) durante um período que pode variar de dias a anos – é considerada muito importante, pois está relacionada ao calendário competitivo do atleta, garantindo que este esteja no pico de desempenho para a competição. Sua concepção inicial foi desenvolvida nos países do antigo bloco oriental* no final dos anos de 1950, a fim de otimizar as adaptações dos atletas submetidos ao treinamento resistido.

A base da periodização é a síndrome da adaptação geral (SAG), que descreve três estágios que um organismo

– assim como um atleta – enfrenta quando exposto a um estresse (Selye, 1936). No momento em que um novo estresse é aplicado (p. ex., um treino pesado variando entre

3 e 5 repetições), o músculo passa pela fase de alarme, durante a qual o atleta fica temporariamente mais fraco.

Entretanto, com a exposição continuada ao estresse (sessões de treino sucessivas), o corpo entra na fase de adaptação, estágio em que ele supercompensa – aumentando a força muscular – para melhor suportar o estresse.

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Medium 9788520431467

2. Avaliação da postura e do movimento

MASSEY, Paul  Editora Manole PDF Criptografado

Avaliação da postura e do movimento

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Pilates – Uma abordagem anatômica

AVALIAÇÃO DA POSTURA E DO MOVIMENTO

Postura

Postura é a posição na qual você mantém seu corpo contra a gravidade enquanto está em pé, sentado ou deitado. A boa postura implica treinar o corpo para ficar em pé, andar, sentar e deitar em posições que gerem a menor tensão possível nos músculos de suporte e nos ligamentos, seja durante o movimento ou nas atividades de suporte de peso. A postura correta inclui manter os ossos e articulações no alinhamento ideal, de forma que os músculos sejam usados apropriadamente, o que ajuda a evitar que a coluna se fixe em posições anormais.

Ferramentas de avaliação

A avaliação postural é crucial como ponto de início para criar um programa de pilates abrangente. O processo de avaliação pode adotar uma das seguintes abordagens:

1. Estática: indica desequilíbrios musculares ou alterações no comprimento do músculo (longo, fraco, curto ou tenso). A postura estática irá indicar áreas possíveis de se observar e, assim, modificar a qualidade do movimento e a habilidade de realizar o exercício.

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Medium 9788582713822

Capítulo 30 - Tratamento e prevenção de lesões dos atletas de arremesso

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

30

Michael M. Reinold e Charles D. Simpson II

Tratamento e prevenção de lesões dos atletas de arremesso

INTRODUÇÃO

Os atletas que participam de esportes que requeiram a ação de arremesso por cima da cabeça são um tipo de cliente extremamente desafiador, devido às características únicas das lesões resultantes de sua prática atlética. O estresse traumático e repetitivo desafia os limites fisiológicos dos tecidos e acaba por ocasionar microlesões no complexo do ombro.

Esportes como o beisebol, softball*, tênis, vôlei e a natação requerem programas específicos de reabilitação e de prevenção de lesões.

Consequentemente, é imperativo enfatizar o cuidado profilático e o tratamento desses atletas. As lesões podem ocorrer em razão de fadiga muscular, desativação neuromuscular, fraqueza ou desequilíbrios musculares. Também podem ocorrer em função da estabilidade estática ou dinâmica alterada. É necessário um programa compreensivo enfatizando força, estabilidade e mecânica adequadamente projetado para essa população, visando prevenir lesões e aumentar o rendimento atlético. Esse programa deverá utilizar estratégias e condicionamento físico total, de maneira a prevenir a fadiga e a deterioração da biomecânica, que acabam por resultar em forças indevidas na extremidade superior.

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