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Medium 9788520433089

10. Seu programa personalizado de pilates

Rael Isacowitz, Karen Clippinger Editora Manole PDF Criptografado

A

P Í T UL

C

10

O

SEU PROGRAMA

PERSONALIZADO DE

PILATES

É

hora de praticar! A prática consistente é essencial para colher os frutos do pilates. Um programa bem estruturado é a chave para maximizar os ganhos a cada sessão. Você deve considerar vários fatores ao personalizar um programa às suas necessidades. Certos fatores podem mudar diariamente, enquanto outros permanecem constantes. Os fatores a se considerar são o tipo de corpo, lesões anteriores, restrições médicas, idade, sexo, nível de condicionamento físico e habi­ lidades motoras. Escolha com sabedoria os exercícios para maximizar os benefícios e minimizar o risco de lesões.

Existem diferentes abordagens para a estruturação de um programa de pilates. Joseph Pilates estabeleceu uma sequência muito específica de exercícios, que ainda hoje é usada por algumas pessoas. Outras abordagens têm apenas uma remota semelhança com o sequenciamento clás­ sico de Joseph Pilates. É particularmente difícil aplicar princípios científicos convencionais a um programa de pilates de solo para o corpo inteiro, porque grande parte dos exercícios centra­se na powerhouse, a essência do pilates. No entanto, a esquematização é importante para promover o equilíbrio muscular, a progressão lógica, o fluxo e a continuidade; além disso, oferece um meio para a criatividade.

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Medium 9788582603147

Capítulo 3 - Macroergonomia

Vanderlei Moraes Corrêa, Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Macroergonomia

Hoje se tem uma visão mais ampla da ergonomia, uma visão holística, que não mais se restringe ao operador e sua interação com a máquina, atividade e ambiente, mas também engloba o contexto organizacional, considerando as condições psicofisiológicas do trabalhador e sua interação com a estrutura da organização. A macroergonomia, ou ergonomia organizacional, prioriza o processo participativo envolvendo administração de recursos, trabalho em equipe, jornada e projeto de trabalho, cooperação e rompimento de paradigmas, o que garante intervenções ergonômicas com melhores resultados, reduzindo o índice de erros e gerando maior aceitação e colaboração por parte dos envolvidos. Neste capítulo, são mostrados em detalhes os fatores ambientais dos postos de trabalho e sua relação com a qualidade de vida no trabalho. Ainda, será analisado o contexto organizacional e sua relação com as condições de trabalho.

Objetivos de aprendizagem s Definir ergonomia ambiental e aplicar o conhecimento sobre as questões ambientais na análise ergonômica. s Interpretar e aplicar a norma NR 17 – Ergonomia. s Definir ergonomia organizacional e defender sua aplicação. s Relacionar conceitos como cultura organizacional e satisfação no trabalho com a macroergonomia. s Identificar e discutir as premissas para uma análise macroergonômica do trabalho, comparando-a à análise microergonômica.

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Medium 9788520456880

13. Ácido pantotênico – vitamina B5

Celso Cukier, Vanessa Cukier Editora Manole PDF Criptografado

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Ácido pantotênico – vitamina B5

Camila Ferraz Lucena

Flavia Bulgarelli Vicentini

INTRODUÇÃO

O ácido pantotênico, também conhecido como vitamina B5, é uma vitamina hidrossolúvel e tem importância metabólica por ser parte da coenzima

A (CoA) e da proteína carreadora de grupos acila (ACP) da síntese dos ácidos graxos, ambos necessários para a produção de energia e formação de hormônios. A deficiência dessa vitamina está associada às desordens metabólicas e energéticas em seres humanos (Moreschi e Almeida-Muradian, 2007) e é caracterizada por dermatite, enterite, alopecia e insuficiência adrenal (Li et al.,

2015). Substância amplamente distribuída entre os alimentos, a vitamina B5 é essencial para várias etapas do metabolismo celular e para obtenção de energia

(Depeint et al., 2006).

Essa vitamina é estável em condições neutras, mas é facilmente destruída pelo calor em soluções alcalinas ou ácidas. Até 50% podem ser perdidos durante o cozimento e até 80% como resultado do processamento e refinamento dos alimentos. A pasteurização do leite causa pequenas perdas de ácido pantotênico. O álcool diminui sua absorção e o ácido acetilsalicílico é uma droga de ação antagonista. A vitamina B12 tem ação de sinergismo na conversão do

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Medium 9788520431665

7. A ALIMENTAÇÃO DO BEBÊ PREMATURO

Renata Dejtiar Waksman, Maria Fernanda P. S. Dornaus, Alice D'Agostini Deutsch Editora Manole PDF Criptografado

A ALIMENTAÇÃO

DO BEBÊ PREMATURO

Alimentar o prematuro é uma importante tarefa que traz satisfação ao bebê e aos pais. Durante o período de internação, são poucos os bebês prematuros que mamam apenas no seio materno. Em geral, após um período inicial de jejum, o prematuro começa a receber o leite materno via sonda, depois, via oral e, posteriormente, de acordo com a evolução de cada bebê, começa a sugar o seio materno.

Até que o bebê atinja essa fase, pode-se massagear a mama e ordenhar o leite, oferecendo-o ao prematuro em mamadeira. Além de garantir os benefícios da oferta do leite materno, a massagem e a ordenha estimulam a mama a manter a produção láctea, além de aliviar a dor se os seios estiverem muito ingurgitados (cheios de leite).

A seguir, explicaremos especialmente as propriedades do leite materno, como deve ocorrer a oferta desse leite para bebês prematuros, as dificuldades que podem ser encontradas e suas soluções – tudo para que o bebê prematuro não fique sem seu leite.

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Medium 9788582714836

Capítulo 26. Terapia familiar e dependência química

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Terapia familiar e dependência química

Roberta Payá

PONTOS-CHAVE medida que a família se moderniza, práticas interventivas devem buscar adequações que considerem a

 Àinclusão e a validação de direitos a todo tipo de configuração familiar. a família no manejo clínico de pessoas que apresentam problemas com o uso de substâncias é uma

 Incluir condição favorável sustentada por evidências. uma diversidade de modelos e abordagens familiares destinada ao campo de tratamento da

 Há dependência de substâncias. acolhimento, a orientação com caráter psicoeducativo, a disponibilidade para adequações e o

 Oconhecimento teórico e técnico são elementos fundamentais para qualquer modelo e abordagem familiar. que enfrentam o problema do uso de álcool e outras drogas apresentam características

 Famílias semelhantes, porém suas particularidades devem ser consideradas para que se alcance um bom desfecho interventivo.

A família é considerada um importante elo entre o indivíduo e a sociedade, fonte de aprendizagem e de interação social fundamental.1 Compreender os elementos que compõem a correlação desse sistema para o campo de tratamento e da prevenção é, consequentemente, uma via imperativa. Identificar sistemicamente as características do membro que apresenta algum comportamento sintomático, da família e da comunidade é requisito essencial para as intervenções voltadas

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Medium 9788582715116

Capítulo 25 - Estrutura das Sessões: Temas Específicos

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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ESTRUTURA DAS SESSÕES: TEMAS

ESPECÍFICOS

 NEIDE A. ZANELATTO

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CH

�� Cada indivíduo tem necessidades específicas, daí a importância de se eleger temas que se aplicam a cada caso, adequando o conteúdo do tratamento

às particularidades do paciente.

�� Se o profissional se dedicar ao tratamento dos transtornos por uso de substâncias (TUSs) única e exclusivamente, desprezando outras demandas do paciente, a intervenção terapêutica pode mostrar-se ineficaz.

�� A investigação minuciosa e a compreensão do caso auxiliam a desenhar o tratamento, de forma a abordar temas específicos para cada caso.

�� Alguns temas específicos são voltados para o tratamento de comorbidades, enquanto outros abordam questões comuns a pacientes com TUSs de gravidade baixa a intensa.

�� É desejável que o profissional tenha conhecimento de intervenções terapêuticas para outras áreas da saúde mental além da especialização no tratamento dos TUSs.

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Medium 9788520430620

7. Dietas saudáveis em unidades de alimentação e nutrição

Sonia Tucunduva Philippi, Sonia Tucunduva Philippi, Rita de Cássia Aquino Editora Manole PDF Criptografado

7

DIETAS SAUDÁVEIS EM

UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO

E NUTRIÇÃO

Ana Maria de Souza Pinto

Mônica Glória Neumann Spinelli

!S

UMÁRIO

A dietética e as unidades de alimentação e nutrição, 187

Aspectos que influenciam na escolha das preparações culinárias, 189

Planejamento do cardápio, 190

Avaliação dos cardápios, 193

Receituário técnico padrão, 194

Marketing do cardápio, 196

Sustentabilidade no serviço de alimentação, 196

Referências, 199

DIETAS SAUDÁVEIS EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

187

A DIETÉTICA E AS UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

Os serviços de alimentação eram os locais (cozinhas industriais ou institucionais) onde eram preparadas as refeições, para servir a grandes coletividades, em empresas, escolas, hospitais, clubes, restaurantes comerciais. Mais recentemente esses locais passaram a ser denominados unidades de alimentação e nutrição (UAN), atendendo à coletividade, planejando e fornecendo refeições dentro de padrões nutricionais e alimentares adequados.

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Medium 9788580551495

Capítulo 9. O complexo articular do joelho

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

O complexo articular do joelho

Visão geral

O complexo articular do joelho inclui três superfícies articulares, que for‑ mam duas articulações distintas, contidas dentro de uma única cápsula arti‑ cular: a patelofemoral e a tibiofemoral.1,2 Um dos problemas enfrentados pelo complexo articular do joelho é o fato de ele não ser originalmente destinado

à movimentação bípede.3 Modificações evolucionárias permitiram sua adap‑ tação a grandes mudanças relacionadas às demandas funcionais.2 Entretanto, apesar dessas adaptações, o joelho é uma das articulações do corpo mais suscetíveis a lesões.

Pérola clínica

Apesar de estar próxima à articulação tibiofemoral, a articulação patelofemoral pode ser considerada uma entidade independente, assim como as articulações craniovertebrais quando comparadas ao resto da coluna cervical.

Anatomia

Articulação tibiofemoral

A articulação tibiofemoral é uma articulação ginglimoide ou de dobradiça modificada, com seis graus de liberdade. A configuração óssea do complexo articular do joelho é geometricamente incongruente e proporciona pouca esta‑ bilidade inerente à articulação.

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Medium 9788563308658

2 Dinâmica Fármaco-Receptor

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

2

Dinâmica Fármaco-Receptor

Os efeitos terapêuticos e tóxicos da maioria dos fármacos resultam de suas interações com os alvos moleculares, ou seja, os receptores no paciente. A molécula do fármaco (o ligante) interage com o receptor, iniciando a cadeia de eventos bioquímicos e fisiológicos que levam aos efeitos observados dos fármacos. Esta interação do ligante-receptor e seus resultados são parte da farmacodinâmica.

O conceito de receptor tem consequências práticas importantes para o desenvolvimento dos fármacos.

Ele forma a base para a compreensão das ações e dos usos clínicos dos fármacos descritos em quase todos os capítulos deste livro. Estas consequências podem ser resumidas a seguir. Primeiro, os receptores basicamente determinam as relações quantitativas entre dose ou concentração do fármaco e os efeitos farmacológicos.

A afinidade do receptor pela ligação com um fármaco determina sua concentração necessária para formar um número significativo de complexos ligante-receptor, podendo o número total de receptores limitar o efeito máximo que um fármaco pode produzir. Segundo, os receptores são responsáveis pela seletividade da ação do fármaco. O tamanho molecular, o formato e a carga elétrica de um fármaco determinam se ele se ligará a um receptor em particular na grande organização de locais de ligação quimicamente diferentes disponíveis no paciente. Consequentemente, as mudanças na estrutura química de um fármaco podem aumentar ou reduzir drasticamente suas afinidades por diferentes classes de receptores, o que resulta em alterações nos efeitos terapêuticos e nos efeitos tóxicos. Terceiro, a ativação e o bloqueio do receptor têm um papel-chave nos mecanismos de muitos efeitos clínicos dos fármacos.

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Medium 9788563308658

3 Farmacocinética

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

3

Farmacocinética

O termo farmacocinética significa os efeitos dos sistemas biológicos sobre os ligantes endógenos e os fármacos.

Quase todos os fármacos, exceto os administrados diretamente no tecido-alvo, onde os receptores sugeridos estão localizados, são absorvidos a partir do local de administração, transportados pela circulação a vários tecidos no corpo e, em seguida, alcançam o tecido-alvo. Ao mesmo tempo, o corpo tenta converter estes fármacos em formas que lhes permitam serem facilmente removidos.

Esta sequência representa a absorção, distribuição, biotransformação, eliminação e excreção dos fármacos.

NATUREZAS FÍSICA E QUÍMICA DOS FÁRMACOS

Os fármacos atualmente disponíveis consistem em íons inorgânicos, moléculas orgânicas não peptídicas, pequenos peptídios e proteínas, ácidos nucleicos, lipídios e carboidratos. Os fármacos podem variar em tamanho e peso molecular (PM), com PM 7 para o lítio e PM acima de 50.000 para as enzimas trombolíticas. Entretanto, a maioria dos fármacos possui pesos moleculares entre

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Medium 9788536322711

Capítulo 8 - Exame e Avaliação

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

EXAME E AVALIAÇÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Entender os princípios dos exames completos.

2. Descrever as diferenças entre exame e avaliação.

3. Entender o valor da observação completa de um paciente e das informações obtidas nessa avaliação.

4. Obter histórias completas.

5. Descrever a importância da revisão de sistemas.

6. Elaborar uma lista de componentes de um teste e mensurar um exame.

7. Descrever os diferentes tipos de estudos de imagem e seu valor relativo nos processos de exames.

8. Descrever os diferentes tipos de modelos diagnósticos.

Rotina do fisioterapeuta

O processo de um exame envolve a relação complexa entre o fisioterapeuta e seu paciente. Os principais objetivos dos processos de exame são fornecer trocas efetivas e eficientes e desenvolver a comunicação saudável entre ambos. O sucesso dessa interação envolve um sem número de habilidades. Os fisioterapeutas bem-sucedidos são aqueles que demonstram habilidades efetivas de comunicação, raciocínio clínico, senso crítico, decisões criativas e competência.

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Medium 9788582714836

Capítulo 62. Espiritualidade e dependência química

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

62

Espiritualidade e dependência química

Ana Carolina Schmidt de Oliveira e Hewdy Lobo Ribeiro

PONTOS-CHAVE religião e a espiritualidade com frequência são buscadas por dependentes químicos como forma de

 Aajuda para si e/ou para alcançar mudanças do estilo de vida. relação com o divino, o apoio da comunidade e os valores compartilhados são protetores tanto para a

 Ainiciação do uso de substâncias como para a recuperação daqueles que já desenvolveram problemas com esse uso.

abstinência ou pelo uso ritualístico, todas as religiões ou vertentes espirituais têm uma forma de se

 Pela relacionar com as substâncias.

Brasil, o uso da Ayahuasca como enteógeno é uma prática comum entre indígenas, neoxamanistas e

 No adeptos das religiões ayahuasqueiras. importante que a ciência esteja aberta para reconhecer e estudar os benefícios da espiritualidade na

 Édependência química.

Independentemente do momento histórico, do país ou da cultura, a espiritualidade e a religião sempre estão entre as áreas mais valorizadas na vida das pessoas.1 De acordo com Herald

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Medium 9788582714836

Capítulo 59. Aspectos transculturais, sociais e ritualísticos do consumo de substâncias

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

59

Aspectos transculturais, sociais e ritualísticos do consumo de substâncias

Daniel Cruz Cordeiro

PONTOS-CHAVE

 As drogas fazem parte da história da humanidade. determinadas épocas, foram usadas abertamente e prescritas por médicos e curandeiros; em outras,

 Em foram proibidas e marginalizadas. dependência química se estabelece por meio de fatores diversos, como o efeito farmacológico da

 Asubstância, as características pessoais do indivíduo, o meio físico e a sociedade onde ele se encontra.

O que faz uma substância ser considerada nociva? Por que a cocaína é considerada droga, e o sal ou o açúcar não, uma vez que os três são encontrados em forma de pó, são brancos, produzem prazer e têm potencial para matar? Se o consumo de álcool provoca mais prejuízos que o consumo de crack, por que as bebidas são legalizadas? O tabaco mata metade de seus consumidores, então por que fumar tabaco é aceito socialmente, ao passo que o consumo da maconha sofre tanta discriminação?

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Medium 9788520429037

12. Massagem tailandesa tradicional

Sophie Meyer Editora Manole PDF Criptografado

12

Massagem tailandesa

tradicional

T�cnicas de massagem

Para terminar com beleza, as fotos da massagem tailandesa tradicional foram realizadas ao ar livre, numa praia da ilha de Ko Samed, minúscula ilhota localizada ao sul de Bangcoc que podemos conhecer a pé em apenas quatro a cinco horas de caminhada. Na

Tailândia realmente é possível ser massageado nas praias. Boa viagem!

A massagem tailandesa tradicional, originalmente denominada Nuad Bo’Rarn, apresenta aspectos da massagem ayurvédica indiana, da massagem taoísta, do shiatsu e da yoga. Contudo, ela não se assemelha a nenhuma dessas técnicas. Essa massagem

é fruto da civilização tailandesa com toda a sua filosofia, na qual o organismo humano é considerado uma entidade energética em relação permanente com

as energias cósmicas. Ela possui a arte de conectar tanto aquele que a recebe quanto aquele que a realiza à energia universal. Essa energia se manifesta, como em todo o mundo asiático, por meio de dois aspectos opostos complementares: o yin e o yang.

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Medium 9788536322711

Capítulo 12 - Mobilizações Neurodinâmicas

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 12

MOBILIZAÇÕES

NEURODINÂMICAS

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Resumir os vários tipos de exames neurodinâmicos e técnicas de mobilização.

2. Descrever os mecanismos propostos para os exames neurodinâmicos e as técnicas de mobilização.

3. Aplicar o conhecimento das várias técnicas de mobilização neurodinâmica no planejamento de programas amplos de reabilitação.

4. Reconhecer as manifestações de tensões nos tecidos nervosos anormais e desenvolver estratégias usando as técnicas de mobilização neurodinâmica para o tratamento das anormalidades.

5. Avaliar a eficácia das técnicas de mobilização neurodinâmica quando usadas como intervenções diretas.

VISÃO GERAL

O sistema nervoso é uma estrutura elétrica, química e mecânica com sequência lógica entre suas duas subdivisões: o sistema nervoso central e o sistema nervoso periférico (ver Cap.

2). Além de possibilitar a comunicação inter e intraneural através de toda a rede, o sistema nervoso é capaz de suportar tensões mecânicas, como resultado de suas características mecânicas únicas. O tecido nervoso, que é um tipo de tecido conjuntivo, é viscoelástico. A viscoelasticidade permite a transferência de tensões mecânicas para todo o sistema nervoso durante os movimentos do tronco ou dos membros. Essa adaptação resulta de mudanças no comprimento da medula espinal1 e da capacidade de adaptação dos nervos periféricos a diferentes posições. Os nervos periféricos adaptam-se por meio de movimentos passivos em relação ao tecido circundante, por intermédio de um dispositivo deslizante em torno do tronco nervoso.2,3 Três mecanismos desempenham papéis fundamentais nesse processo de adaptabilidade:3

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