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Apêndice

Kathleen M. Arias; Barbara M. Soule Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

Listas de verificação dos padrões de controle de infecções

A lista de verificação a seguir fornece meios para avaliar a adesão aos padrões de acreditação da Joint Commission aplicáveis ao controle de infecções (ver Cap.

“Estudo, Prevenção e Controle de Infecções”do manual de acreditação da JCAHO). Essa lista deve ser usada em conjunto com as atividades de avaliação, monitoramento e melhorias. Além disso, ela avalia os elementos de desempenho de cada padrão. Antes dela, será apresentada uma relação de padrões para referência.

Padrões Internos para Estudo, Prevenção e

Controle de Infecções

Nota: Intencionalmente, os padrões e a lista de verificação a seguir não se aplicam de forma específica a determinado tipo de instalação hospitalar de assistência à saúde. As organizações devem consultar os respectivos manuais de acreditação para verificar as expectativas de adesão ou a aplicabilidade às suas próprias peculiaridades.

Padrões

Veja a seguir a lista de todos os padrões do capítulo sobre controle de infecções.

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Capítulo 7 – Administração de programas de controle de infecções

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Administração de programas de controle de infecções

KATHLEEN MEEHAN ARIAS

BARBARA M. SOULE

PADRÃO CI.7.10

A administração dos programas de controle de infecções deve ser eficiente.

Princípio Lógico

A gestão dos programas de controle de infecções em geral é conduzida por um indivíduo (ou indivíduos) com conhecimentos compatíveis com o nível de risco identificado pelas instituições de assistência à saúde. Além disso, esse(s) indivíduo(s) deve(m) estar familiarizado(s) com atividades como análise de risco de infecções, princípios da prevenção e controle de infecções e análise de dados. A pessoa responsável pela coleta dos dados para os programas de controle de infecções não precisa ser necessariamente a mesma que analisa esses dados e que administra os programas. Esses indivíduos podem ser funcionários das organizações ou terceirizados. O número de indivíduos e as respectivas qualificações baseiam-se no tamanho, na complexidade e nas necessidades das organizações.

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Capítulo 1 – Visão geral dos padrões de controle de infecções da Joint Commission

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Visão geral dos padrões de controle de infecções da Joint Commission

PADRÕES DE CONTROLE DE INFECÇÕES

DA JOINT COMMISSION

O estudo, a prevenção e o controle de infecções representam uma das iniciativas mais importantes na segurança dos pacientes em organizações de assistência à saúde. As infecções não se limitam apenas aos hospitais. Elas podem ser adquiridas em praticamente todas as entidades de assistência à saúde, podem ser transferidas entre organizações ou introduzidas pela comunidade nas instalações hospitalares. Considerando que as infecções são fatores de risco para a segurança dos pacientes e dos indivíduos que trabalham nas áreas de atendimento em entidades prestadoras de serviços de assistência à saúde, as atividades de prevenção e de controle devem permanecer na linha de frente e na base de todas as organizações.

Para auxiliar as organizações a manter o foco no controle de infecções, bem como nos assuntos correlatos, a Joint Commission definiu alguns padrões no capítulo “Estudo, Prevenção e Controle de Infecções”, nos seguintes manuais de acreditação: assistência à saúde ambulatorial, assistência à saúde comportamental, assistência à saúde domiciliar, hospitais, laboratórios e tratamentos de longo prazo. Além dos padrões, a Joint Commission instituiu o National Patient Safety Goal, relacionado ao controle de infecções. Em cumprimento a essas metas de segurança, as organizações obrigam-se a

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Capítulo 6 – Planejamento e administração de emergências em doenças infecciosas

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Planejamento e administração de emergências em doenças infecciosas

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RUTH CARRICO

TERRI REBMANN

PADRÃO CI.6.10

As organizações devem se preparar para responder ao afluxo, ou risco de afluxo, de pacientes infectados, como parte integrante das atividades de administração de emergências.

RESPOSTA AO AFLUXO DE PACIENTES

INFECTADOS

O padrão CI.6.10 é o dispositivo regular mais recente e talvez mostre de forma mais efetiva a natureza horizontal das funções de prevenção e controle de infecções. Historicamente, o termo “horizontal” significa integração de funções e de processos dentro das organizações e de algumas instituições e parcerias externas. Esse padrão facilita o planejamento, a comunicação e a interação com parceiros externos, além da colaboração histórica com o serviço de saúde pública dos Estados Unidos. Além disso, exige que as organizações – por meio das respectivas estruturas de lideranças individuais – tenham conhecimento total das capacidades existentes e estejam aptas para avaliá-las em relação às necessidades e debilidades identificadas. Em outras palavras, os tempos estão mudando, e os planos e as atividades relacionados às funções de prevenção e controle de infecções estão se tornando cada vez mais importantes, transparentes e abrangentes.

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Capítulo 10 – Segurança dos pacientes e controle de infecções

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10Segurança dos pacientes e controle de infecçõesJANET FRAINJOINT COMMISSION – METAS NACIONAIS DESEGURANÇA DOS PACIENTES NOCONTROLE DE INFECÇÕESA redução no risco de incidência de infecções associadas à assistência à saúde é uma grande preocupação com relação à segurança dos pacientes e à qualidade do atendimento em todos os tipos de organizações de saúde. Em 2004, a Joint Commission lançou o programa National Patient Safety Goal, sobre controle de infecções, aplicável aos seguintes tipos de assistência à saúde: atendimentos ambulatoriais, saúde comportamental, hospitais de acesso crítico, atendimento de doenças específicas, hospitais, laboratórios, atendimento de longa permanência e cirurgias em clínicas. Essa meta exige que as organizações reduzam a incidência de infecções associadas à assistência à saúde por meio da adesão às orientações de higiene das mãos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC)* e administrem todos os casos identificados de óbito ou perdas de função causadas por esse tipo de infecção como se fossem eventos-sentinela. O tipo de infecção associada à assistência à saúde em cada organização de prestação de serviços depende do atendimento, do tratamento e dos serviços prestados, embora tais infecções sejam comuns em casos de infecções no trato urinário associadas a uso de catete* Ver o Quadro 10-2: Orientações do CDC sobre Higiene das Mãos, na página 155.

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Capítulo 3 – Análise de risco e estabelecimento de metas e objetivos em programas de controle de infecções

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Análise de risco e estabelecimento de metas e objetivos em programas de controle de infecções

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BARBARA M. SOULE

VISÃO GERAL DOS PADRÕES

Os padrões para “Vigilância, Prevenção e Controle de Infecções” da Joint Commission exigem que as organizações acreditadas avaliem os riscos (Padrão CI.2.10) e estabeleçam metas com base nos resultados da avaliação (Padrão CI.3.10). Essas atividades não são novidade para os profissionais de controle de infecções. Esses profissionais sempre avaliaram riscos, principalmente com base em estudos de dados, surtos e lacunas óbvias nas práticas desejadas. Entretanto, os padrões de controle de infecções permitiram avaliar riscos e estabelecer metas de forma mais estruturada, bem como possibilitaram que os processos formais enfatizassem as abordagens mais bem desenhadas e idealizadas das atividades relacionadas ao controle de infecções. Os padrões de controle de infecções e seus elementos de desempenho delineiam claramente as expectativas e o conteúdo mínimo dos programas organizacionais de avaliação de risco e de estabelecimento de metas.

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Capítulo 11 – Aspectos ambientais nas áreas de cuidados à saúde

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Aspectos ambientais nas

áreas de cuidado à saúde

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KATHLEEN MEEHAN ARIAS

PADRÕES ABORDADOS NESTE CAPÍTULO

Os padrões da Joint Commission sobre “Gestão do

Ambiente de Assistência à Saúde” abordam os seguintes temas: projeto de prédios, construção e reformas, gestão e manutenção de equipamentos médico-hospitalares, gestão de sistemas de utilidades, gestão de emergências, Life Safety Code®,* proteção, segurança geral e materiais perigosos. O Quadro 11-1: Padrões Relacionados ao Ambiente de Assistência à

Saúde apresenta uma lista de padrões mencionados neste capítulo.

O foco deste capítulo é a apresentação de temas sobre o ambiente de assistência à saúde, englobando as seguintes áreas:

• Projeto, construção e reforma de prédios

• Equipamentos médico-hospitalares

• Sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC)

• Sistemas de abastecimento de água

• Serviços ambientais

Além desses temas, o pessoal do controle de infecções deve familiarizar-se também com os padrões de gestão de emergências apresentados neste capítulo, levando em consideração que os planos de

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Capítulo 4 – Intervenções no controle de infecções: o caminho da prevenção

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Intervenções no controle de infecções: o caminho da prevenção

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LORETTA LITZ FAUERBACH

PADRÃO CI.4.10

Depois da priorização, as organizações devem implementar estratégias para atingir as metas.

Princípio Lógico do CI.4.10

As organizações devem planejar e implementar intervenções aplicáveis aos temas mais relevantes do controle de infecções, com base na priorização de riscos e em dados associados.

Nota: Nem todos os elementos de desempenho (EDs) apresentados neste capítulo aplicam-se a todos os tipos de instituições de assistência à saúde.

Os programas de controle de infecções usam as avaliações de risco para elaborar planos, metas, objetivos e estratégias de prevenção e controle. A implementação de estratégias adequadas para melhorar os resultados e reduzir os riscos de infecções em pacientes e funcionários é o grande desafio. Há várias estratégias e ferramentas de melhoria do desempenho para identificar e selecionar intervenções corretas. É imprescindível que os profissionais de controle de infecções consultem a literatura e as orientações existentes para ficar a par das abordagens mais atualizadas de prevenção, específicas para determinados tipos de infecção ou evento. O uso das melhores evidências em processos de desenvolvimento de estratégias maximiza o sucesso e cria um clima de confiança nas organizações e entre os

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Capítulo 12 – Controle de infecções no processo de acreditação: processos com foco em prioridades, grupos clínicos e de serviços e metodologia do rastreador

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Controle de infecções no processo de acreditação: processos com foco em prioridades, grupos clínicos e de serviços e metodologia do rastreador

BARBARA M. SOULE

O processo de acreditação da Joint Commission movimenta as organizações além da preparação de estudos para melhoria dos sistemas, focalizando a maneira como os sistemas e os processos atuam dentro das instituições de prestação de assistência à saúde durante o fornecimento de atendimento, tratamento e serviços de alta qualidade.

Os sistemas e os processos de estudo, prevenção e controle de infecções difundem-se por todas as áreas das organizações. Ignorar esse fato pode colocar em risco a segurança dos pacientes, produzir resultados adversos e aumentar o nível de despesas. O controle de infecções causa impactos significativos nos atendimentos à saúde seguros e de alta qualidade, por isso não é surpresa o fato de que esteja sujeito a vários tipos de avaliação durante os processos de acreditação. Este capítulo apresenta um panorama conciso das

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Capítulo 5 – Avaliação da eficiência de programas de controle de infecções

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5

Avaliação da eficiência de programas de controle de infecções

CANDACE FRIEDMAN

PADRÃO CI.5.10

Os programas de controle avaliam a eficiência das intervenções no controle de infecções e, se necessário, redesenham as intervenções.

Este padrão é uma evolução natural dos padrões

CI.1.10 a CI.4.10. Depois da análise de risco, da definição das metas e dos objetivos e da implementação das estratégias, é de extrema importância determinar os respectivos níveis de eficiência (ver Fig. 5-1). Essas atividades são semelhantes ao processo planejar-fazerverificar-agir (PFVA),* que faz parte da rotina dos projetos de melhoria da qualidade.1

A avaliação da eficiência das intervenções ajuda a identificar atividades bem-sucedidas dos programas de controle de infecções e atividades que precisam ser modificadas para melhorar os resultados. Os próximos parágrafos mostram os sete elementos de desempenho (EDs) em geral utilizados para comprovar a adesão a esse padrão:

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Capítulo 9 – Papel das lideranças no apoio e na alocação de recursos

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Papel das lideranças no apoio e na alocação de recursos

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DEANIE LANCASTER

PADRÃO CI.9.10

Os líderes organizacionais dedicam-se a alocar recursos suficientes para os programas de controle de infecções.

Princípio Lógico do CI.9.10

O planejamento eficaz e o sucesso da implementação de programas com este escopo dependem da alocação dos recursos necessários.

Elementos de Desempenho do Padrão CI.9.10

1. A eficácia das atividades de prevenção e controle de infecções de uma organização deve ser revista continuamente. As descobertas devem ser registradas nos programas integrados de segurança dos pacientes pelo menos uma vez por ano.

2. É necessário implantar sistemas adequados para acessar as informações que dão suporte às atividades de prevenção e controle de infecções.

3. É necessária uma estrutura laboratorial apropriada para dar suporte às atividades de prevenção e controle de infecções.

4. São necessários equipamentos e materiais adequados para dar suporte às atividades de prevenção e controle de infecções.

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Capítulo 8 – Colaborando com a implementação de programas de controle de infecções

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Colaborando com a implementação de programas de controle de infecções

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SANDRA VON BEHREN

PADRÃO CI.8.10

Representantes de funções/componentes relevantes das organizações podem colaborar na implementação de programas de controle de infecções.

Princípio Lógico do CI.8.10

A criação bem-sucedida de programas de controle de infecções em nível organizacional exige a colaboração de todas as funções/os componentes relevantes. Essa colaboração é vital para o êxito da coleta e a interpretação de dados, do desenho e da implementação efetiva das intervenções. Todos os indivíduos com poder para implementar planos e para tomar decisões sobre intervenções relacionadas a prevenção e controle de infecções devem participar nos programas de controle. Nas organizações de menor porte, isso significa uma ou duas pessoas, ao passo que as grandes organizações podem exigir a representação de várias divisões. Independentemente do número de componentes/funções é importante que aqueles que têm impacto direto no controle de infecções sejam representados. Embora não sejam necessários comitês formais, com lideranças e outros componentes, algumas organizações, às vezes, consideram tal alternativa como evidência dessa colaboração.

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Capítulo 2 – Desenho e avaliação de programas

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2

Desenho e avaliação de programas

KATHLEEN MEEHAN ARIAS

PADRÃO CI.1.10

Os programas de controle em nível organizacional permitem minimizar os riscos de desenvolvimento de infecções associadas à assistência à saúde.

Princípio Lógico

O risco de incidência de infecções associadas à assistência à saúde existe em todas as organizações. Os programas eficazes de controle de infecções que podem identificar de forma sistemática e de responder com adequação aos riscos envolvem todos os programas e instalações relevantes dentro das organizações de assistência à saúde.

Origem

Além de causarem considerável morbidade e mortalidade, as infecções associadas à assistência à saúde são reconhecidamente um dos problemas mais críticos de segurança dos pacientes.1,2 A proporção previsível desse tipo de infecção3 não é conhecida. Entretanto, as comunidades reconhecem que programas eficazes de prevenção e controle de infecções reduzem os riscos de incidência de infecções e melhoram os resultados dos serviços de saúde.4,5 Os programas atuais de controle de infecções incorporam componentes-chave, com atividades sistemáticas de investigação, programas permanentes de avaliação e melhorias, promoção de práticas com base em evidências para prevenção de infecções e colaboração em todos os níveis

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Parte 4 ASPECTOS TEÓRICO-PRÁTICOS DA INTERVENÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL

GARCIA, Rosa Wanda Diez Grupo Gen PDF Criptografado

ASPECTOS TEÓRICO-PRÁTICOS

DA INTERVENÇÃO ALIMENTAR

E NUTRICIONAL

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

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pág. 137

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Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

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Capítulo

1

Comunicação e Encontro de Lógicas no Campo da Saúde e da Doença: Contribuição para uma

Nova Diagnose

Fernando Lefevre

Ana Maria Cavalcanti Lefevre

Isabel Maria Teixeira Bicudo Pereira

Rachelle Balbinot

PLANO SIMBÓLICO DAS SOCIEDADES E DIAGNOSE NO CAMPO

DA SAÚDE E DA DOENÇA

A sociedade (toda sociedade) é constituída por um plano simbólico que pode ser configurado como um sistema de crenças ou representações compartilhadas1 que permitem a comunicação ou a troca de sentidos entre seus membros, conferindo-lhe coesão.

A comunicação como sustentáculo das formações sociais pressupõe, portanto, dois tipos de códigos compartilhados: um código linguístico e, a partir dele, um código ideológico, que é o sistema compartilhado de crenças aludido anteriormente.

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Parte 2 EDUCAÇÃO NUTRICIONAL: POLÍTICAS E PROGRAMAS

GARCIA, Rosa Wanda Diez Grupo Gen PDF Criptografado

EDUCAÇÃO NUTRICIONAL:

POLÍTICAS E PROGRAMAS

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

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Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

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Capítulo

Políticas Públicas como Norteadoras das Ações em Nutrição

1

Ana Beatriz Pinto de Almeida Vasconcellos

POR QUE OS GUIAS ALIMENTARES SERVEM PARA ORIENTAR PROGRAMAS

E AÇÕES EDUCATIVAS DESCENTRALIZADOS?

A saúde é reconhecida como um direito humano fundamental e essencial para o desenvolvimento social e econômico. A alimentação e nutrição são requisitos básicos para a promoção e proteção à saúde das pessoas e para a segurança alimentar e nutricional dos países. O Estado brasileiro, ao optar por um modelo de segurança alimentar e nutricional, incluiu a alimentação adequada como direito humano fundamental e indispensável à realização dos direitos consagrados na Constituição Federal, estabelecendo como uma de suas diretrizes a promoção da intersetorialidade das ações e políticas públicas (Brasil, 2006).

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